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      <title>Diário de Leitura by Diana Cruz</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-10-01 11:07:05 UTC</pubDate>
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         <title>Competências leitoras </title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong><em>Hábitos de leitura</em></strong> - não costumo ter hábitos de leitura mas no início do verão escolho sempre dois livros para ler durante as férias. </p><p><strong><em>Géneros preferidos</em></strong> - romance </p><p><strong><em>Última leitura realizada</em></strong> - Amor Cruel </p><p><strong><em>Suporte usual</em></strong> -  livro físico </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 11:34:32 UTC</pubDate>
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         <title>O livro que mais gostei de ler </title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-10-01 11:40:39 UTC</pubDate>
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         <title>Elementos paratextuais</title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Os Maias</strong> é uma das obras mais conhecidas do escritor português Eça de Queirós, publicado em 1888.</p><p>A ação de <strong>Os Maias</strong> passa-se em Lisboa, na segunda metade do século XIX, e apresenta-nos a história de três gerações da família Maia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-04 21:47:13 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 1 </title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p>Neste 1º capítulo, eu acho que esta parte da história mostra bem as diferenças entre o Afonso e o pai, Caetano, porque têm ideias completamente opostas. O Afonso é mais moderno enquanto o Caetano é super conservador.</p><p>Também achei interessante como o Afonso se apaixona por Inglaterra, mas acaba por voltar a Portugal por causa da família. Já o Pedro parece ser muito impulsivo, porque casa com a Maria Monforte mesmo contra a vontade do pai, o que deve causar problemas mais tarde.</p><p><br></p><p>Neste capítulo o autor recorre à analepse para dar ao leitor a possibilidade de conhecer melhor a história da família Maia, começando no bisavô até ao pai de Carlos da Maia. O autor apresenta os problemas da época desde a disputa entre absolutistas e jacobinos, e também a repreensão da sociedade para com os negreiros, representados nesta história pela Maria Monforte.</p><p><br> </p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-04 23:40:44 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 2 </title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na minha opinião, este segundo capítulo é mesmo marcante porque explica o que aconteceu ao Pedro e à Maria Monforte e isso ajuda a perceber melhor a história da família Maia. Achei muito triste o Pedro acabar por se suicidar depois de ser traído pela Maria e ainda mais ela levar a filha deles. Dá para perceber o quanto isso afetou o Afonso, que se isolou em Santa Olávia e passou a cuidar do Carlos.</p><p>Acho que esta parte é importante porque mostra as consequências das escolhas deles, como o casamento do Pedro com a Maria e tudo o que veio depois. Para mim, é o momento que liga o passado da família ao presente do Afonso e do Carlos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 00:22:42 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo 3 e parte do 4 </title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p>Na minha opinião, o que mais me chamou a atenção nestes capítulos foi o contraste entre o Carlos e o avô, Afonso. Dá para perceber que o Afonso é muito mais sério e tem valores tradicionais, enquanto o Carlos está numa fase de aproveitar a vida e não parece dar grande importância à responsabilidade, como a profissão de médico. Acho que isso mostra bem como as gerações podem ser tão diferentes.</p><p>Também gostei de como o Ega aparece como o amigo mais próximo do Carlos. Parece que o Ega influencia muito o Carlos quase como se fossem cúmplices no estilo de vida. Acho que isso vai trazer problemas mais tarde, porque o Carlos está muito desligado daquilo que o avô esperava dele.</p><p>O que me marcou mais foi esta ideia de conflito entre aproveitar o presente e ter responsabilidades, que é algo que ainda hoje faz sentido porque muita gente se sente assim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-11-05 01:32:25 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo IV e V  (pág 152 a 193)</title>
         <author>a8773</author>
         <link>https://padlet.com/a8773/DL11B8/wish/3475168342</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Capítulo IV</strong></p><p>Carlos quando volta a Lisboa manda construir um laboratório e um consultório para trabalhar.</p><p>Neste capítulo apresenta o preente e a situação inicial.</p><p>Achei a primeira parte do capítulo interessante, porém a segunda parte achei extremamente cansativa devido ao longo diálogo entre Carlos e Ega que para mim não acrescentou nada à história. Porém este diálogo pode ter um significado satírico que eu não tenha compreendido pela grande separação de realidades entre mim e o presente da história.</p><p><br/></p><p><strong>Capítulo V</strong></p><p>Não tenho nada a dizer sobre este capítulo. Extremamente cansativo e desinteressante. Longas conversas desinteressantes para um jovem atual.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:02:42 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo VI</title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Capítulo VI e VII</strong></p><p>Mais longas conversas entre as personagens, porém desta vez achei mais interessante que as outras. Neste capítulo durante o jantar Carlos, Ega, Dâmaso, Cohen, Alencar e Craft sobre a situação atual do país onde as opiniões conservadoras e progressistas são debatidas.</p><p>Alencar patriota conservador não concordava com movimentos como o naturalismo, já Ega tinha uma versão positiva para o país.</p><p><br/></p><p><strong>Capítulo VII</strong></p><p>A condessa Gouvarinho embora casada, tenta-se aproximar de Carlos.</p><p>Carlos acaba por estar mais fascinado com outra pessoa. Carlos e Cruft vão a Sintra a procura da senhora Castro Gomes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:04:10 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo VIII</title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p>Carlos e o Cruges vão então a Sintra, mas Carlos não encontra a mulher que tanto pensará.</p><p>Neste capítulo faz-se uma crítica à monarquia quando descreve o hotel Nunes- "como se essa residência fosse toda ela uma cozinha talhada às proporções de uma gula de Rei que cada dia come todo um reino..."</p><p>Também é apresentada uma crítica na cena ocorrida na sala de jantar aos espanhois, mais precisamente às espanholas que são apresentadas como difíceis, exageradas e emocionais. Nesta cena surge uma certa competição entre os homens portugueses sobre quem conseguia ter mais jeito para lidar com espanholas.</p><p>Na minha opinião este foi o capítulo mais engraçado até agora precisamente por causa do Cruges e a sua ironia perante Carlos.</p><p>Esta ironia é pela repetição das palavras de Carlos de saber lidar com as espanholas que é várias vezes dito pelo maestro em sinal de troça. Também é Cruges que passa o capítulo todo a dizer que tem de comprar as queijadas para levar à mulher e acaba por referir várias vezes isso ao longo da ação mas no final quando já saiam de Sintra, este repara que não comprou as queijadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:06:19 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo IX</title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Capítulo IX</p><p>Neste capítulo Ega vai a um baile dos Cohen pelos anos de Raquel Cohen.</p><p>Dâmaso pede para ver a Rosa, filha de Castro Gomes.</p><p>Ega mascarado ironicamente de Diabo, afirma ter sido expulso de casa do Cohen por este ter descoberto o caso dele com Raquel.</p><p>Na manhã seguinte é descoberto que a Raquel Cohen foi espancada pelo marido e que tinham partido para Inglaterra.</p><p>Nos tempos seguintes Ega é bastante criticado pelo ocorrido, já Carlos vai se aproximando ainda mais dos Gouvarinho.</p><p>Na minha opinião este capítulo é uma crítica social à época, pois com todo o drama entre Ega e a mulher do Cohen ou entre Carlos e a senhora Gouvarinho, casada e apaixonada em Carlos. Este capítulo dá-nos a indicação de que algo trágico vem por aí!</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:12:56 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo X </title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Capítulo X</strong></p><p>Neste capítulo que decorre no hipódromo de Belém, é nos apresentado a alta sociedade portuguesa que é criticada por tentar imitar a sociedade estrangeira, neste caso as corridas de cavalos. Durante este evento por supostos motivos de batota começaram à porrada e aos insultos.</p><p>Isto prova a deselegância do português e que estavam a tentar passar uma imagem que não correspondia à verdade.</p><p>Carlos não quer continuar com os encontros com Gouvarinho e quer se ver livre desta.</p><p>Na minha opinião, Carlos ao estar com Gouvarinho e pensar em Castro Gomes, ambas casadas, talvez seja uma crítica aos homens da época e às mulheres casadas que eram infiéis.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:13:32 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo XI </title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p>Capítulo XI</p><p>Carlos finalmente encontra-se com a Senhora Castro Gomes que na verdade chama-se Maria Eduarda.</p><p>Enquanto o relacionamento de Carlos e Maria Eduarda se fortalece, Carlos fica com ainda mais desinteresse pela condessa Gouvarinho e tem de arranjar uma desculpa para não ir até Santarém com ela.</p><p>Carlos passa a estar todos os dias em casa de Maria Eduarda para ver o estado de saúde da governanta inglesa de Maria.</p><p>Neste capítulo Carlos encontra semelhanças entre o carácter de Maria Eduarda e do Avô.</p><p>Também no inicio do capítulo temos a situação onde Carlos fala sobre destino devido à similaridade dos seus nomes. (pag 364).</p><p>Fiquei surpreendido por a Senhora Castro Gomes ser a irmã perdida de Carlos. Sabia que esta ia voltar mas nunca pensei que esta seria a mulher que levou Carlos a Sintra.</p><p>Na minha opinião o autor demorou imenso tempo para chegar a este ponto da história, desde o desaparecimento de Maria, até esta se encontrar com Carlos que para mim é o objetivo da obra em si, dois irmãos apaixonados.</p><p>Neste capítulo também surgiu me a curiosidade de saber se Carlos sabia que tinha uma irmã perdida ou se nunca ninguém contou-lhe a verdade antes. Esta dúvida surgiu pois não aparece muito bem explicado na obra.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:14:44 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo XII</title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p>Capítulo XII</p><p>Carlos volta a estar com Ega e vão jantar a casa da Gouvarinho.</p><p>Durante o jantar é falado de temas como a escravatura porém o tema principal é sobre a instrução das mulheres, tema que Ega critica e desvaloriza.</p><p>Sobre a escravatura Ega tem uma postura radical e racista, por exemplo, ao dizer que as melhores alturas era quando existia escravatura com direito à pena de morte.</p><p>Já sobre a instrução das mulheres Ega volta a ter uma postura radical, dizendo a seguinte frase marcante (pag 407):</p><p>"A mulher só devia ter duas prendas, cozinhar bem e mar bem", frase machista e discriminatória.</p><p>Depois do jantar, Carlos confessa o seu amor a Maria e este é correspondido. No final do capítulo Carlos conta a história toda a Ega.</p><p>Neste capítulo fiquei confuso relativamente a Ega, pois julgava que era um homem progressista principalmente pela sua postura no capítulo VI, onde contraria Alencar que é um conservador assumido. Mas depois deste capítulo, Ega parece ser ainda mais conservador que Alencar.</p><p>Acabei por falar sobre esta dúvida à professora e percebi que em todo o capítulo Ega está a ser irónico em relação a estes temas o que mostra que Eça é tão bom escritor que consegue ironizar tão levemente na escrita que alguns leitores como eu não percebem a ironia no capítulo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:15:53 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo XIII</title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p>Capítulo XIII</p><p>Neste capítulo existe uma mudança de casa de Maria Eduarda para os Olivais onde Carlos e ela têm a sua primeira relação sexual.</p><p>É o aniversário de Afonso da Maia e descobre-se que Dâmaso andava a namorar a senhora Cohen. Carlos volta a encontrar a Senhora Gouvarinho que tenta ter ali algo com Carlos, porém ao lembrar-se de Maria, acaba por recusar começando assim uma discussão entre eles acabando assim os seus encontros.</p><p>Na minha opinião, para Carlos ter terminado tudo com a Gouvarinho é porque está mesmo decidido a ter um romance sério com Maria Eduarda.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:17:09 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo XIV </title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Capítulo XIV</p><p>Neste capítulo Afonso da Maia vai para Santa Olávia e Carlos fica sozinho no Ramalhete. Maria Eduarda fica por perto, na zona dos Olivais e Carlos passa a visitá-la diariamente. Os dois planeiam fugir para a Itália, mas Carlos não quer dar um desgosto ao avô por isso desiste logo da ideia.</p><p>Neste capítulo tem uma parte em específico que achei engraçada que foi quando Maria Eduarda visita o Ramalhete e comenta que Carlos lhe faz lembrar a mãe, o que é irónico visto que Carlos é filho da mesma mãe que ela. Mais tarde é-nos apresentada a peripécia do capítulo que é quando aparece o Castro Gomes, suposto marido de Maria Eduarda, com uma carta anónima que recebeu no Brasil a informar o relacionamento de Maria Eduarda com Carlos e este reconhece a letra de Dâmaso. Poderia correr tudo mal, mas felizmente Castro Gomes esclarece que não é casado com Maria, porém o nome dela na verdade é Madame Mac Gren. Carlos indignado decide confrontá-la e ao chegar aos Olivais Maria emocionada pede perdão pois temia que Carlos a abandonasse e decide contar a verdadeira história deixando Carlos comovido, que inesperadamente termina o capítulo a pedi-la em casamento.</p><p>Na minha opinião devemos de estar a chegar ao grande clímax da história que vai ser quando a verdade vier à tona e este casamento só vai deixar tudo ainda mais tenso. Também neste capítulo passei a não gostar ainda mais do Dâmaso que já não gostava mas agora passei mesmo a desprezar.</p><p><br/></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:17:45 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo XV </title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p>Capítulo XV</p><p>Neste capítulo Maria conta a Carlos todo o seu passado em analepse e diz que ao querer escapar da vida difícil juntou-se a Mac Gren de quem teve uma filha chamada Rosa. Após a morte do companheiro juntou-se a Castro Gomes. Carlos conta a história a Ega e sabe que o avô nunca iria compreender o passado de Maria.</p><p>Tivemos outra vez uma peripécia neste capítulo que foi a publicação de um artigo anónimo na revista “Corneta do Diabo” A difamar Carlos, acusando-o de manter um caso com uma mulher brasileira. Carlos indignado descobre que o autor foi o Dâmaso. Carlos juntamente com a Ega e Cruges confrontam Dâmaso, desafiando para um duelo ou que este faça uma retratação pública. Dâmaso acaba por escrever uma carta de retratação que Ega consegue que seja publicada no jornal “A Tarde” humilhando ainda mais Dâmaso que decide partir para a Itália.</p><p>Afonso no final retorna de Santa Olávia, porém Carlos e Ega não lhe contam do relacionamento de Carlos com Maria.</p><p>Na minha opinião, acredito que o Dâmaso quer algo com a Maria Eduarda, pois ele não para de tentar estragar o relacionamento. Primeiro com a carta ao Castro Gomes e agora com este artigo. Também acredito ou acho que o Afonso quando vir a Maria vai reconhecer ou perceber que é a sua neta perdida, mas tenho de continuar a ler para perceber.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:21:16 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Capítulo XVI</title>
         <author>a8773</author>
         <link>https://padlet.com/a8773/DL11B8/wish/3475174536</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Capítulo XVI</p><p>Ega e Carlos vão a um sarau para assistir à atuação de Cruges. Ega primeiro houve um orador (Rufino) e depois vão ver Cruges no piano a tocar uma Sonata de Beethoven e este é ridicularizado.</p><p>No intervalo encontram-se com o conde e a condessa Gouvarinho e esta recorda momentos passados com Carlos.</p><p>Carlos e Ega voltam a encontrar Eusebiozinho e depois do intervalo ouvem Alencar a recitar <em>“a democracia”.</em></p><p>Através do tio de Dâmaso, Ega descobre que Maria Eduarda é irmã de Carlos, ou seja, estes praticavam incesto. Percebemos que Ega não quer ser o responsável pela trágica notícia, então pretende contar a Vilaça para que seja este a contar.</p><p>Com a revelação de que Carlos e Maria Eduarda são irmãos, percebe-se que a ação se aproxima do desenlace trágico.</p><p><br/></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:21:48 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo XVII</title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p>Capítulo XVII</p><p>Chegamos ao capítulo do desastre romântico.</p><p>Ega sem coragem para confrontar Carlos, conta tudo a Vilaça. Juntos abrem o cofre de Maria Monforte e encontram uma carta com a verdade. Carlos após descobrir que é irmão de Maria fica desesperado e conta tudo ao avô que fica a saber do caso, porém Carlos continua a encontrar-se com Maria, o que desaponta o avô.</p><p>Carlos decide partir para Santa Olávia e na manhã seguinte descobre a morte do avô e sentindo-se culpado pede a Ega para tratar do funeral. Carlos parte para o Douro e recomenda Maria a partir também para Paris que obedece devastada.</p><p>Percebemos que mesmo Carlos tendo sido educado da maneira inglesa, acaba por ter a fragilidade e a incapacidade de tomar decisões do pai, neste caso a adiar a tarefa de contar a verdade a Maria Eduarda.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:23:19 UTC</pubDate>
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         <title>Capítulo XVIII</title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p>Capítulo XVIII</p><p>Carlos e Ega voltam-se a encontrar em 1887 depois de uma viagem pelo mundo que durou 10 anos para Carlos e um ano e meio para Ega.</p><p>Dâmaso aparece gordo e aparentemente corno porém continua a pagar todas as despesas da família.</p><p>O autor volta a descrever o ramalhete da mesma forma que fizera no início da obra.</p><p>Maria Eduarda acabou por casar novamente e vive perto de Orleães.</p><p>Olivro termina com o Ramalhete solitário retratando o fim d’ Os Maias .</p><p>Final triste para a personagem Carlos que acompanhamos desde nascença, vimo-lo crescer, começar a trabalhar, ter problemas e intrigas, vários casos amorosos, um amor que realmente gostava e o final trágico tal como o pai tivera.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:25:04 UTC</pubDate>
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         <title>Opinião final</title>
         <author>a8773</author>
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         <description><![CDATA[<p>Opinião final</p><p>Uma obra longa que acompanha 3 gerações começando pelo grande Afonso da Maia, que confesso que no início achava que era demasiado duro com Pedro, mas que depois ao ver o filho destroçado em frente dele e ao ter o lado paternal de conseguir colocar os problemas de lado e confortar o filho e também da forma como se mostrou muito mais carinhoso para o neto fez com que passasse a ser uma das personagens que eu mais gostasse da história. Afonso acompanhou-nos quase a história toda desde o primeiro capítulo até ao penúltimo morrendo de forma trágica ao ver o que acontecia na vida do neto.</p><p>Depois acompanhamos a história de Pedro da Maia para mim uma personagem bastante injustiçada que também se perdeu pelo amor e acabou por ir contra o pai casando com uma negreira e acabando por ter uma vida difícil com traições e com problemas que acabou da pior forma, o suicídio.</p><p>Por último Carlos a personagem principal da história que acompanhamos desde o momento que nasceu até ao momento em que a vida vira do avesso e passado 10 anos volta a Lisboa. Ao chegar ao fim do livro reparei que Carlos mesmo tendo a educação inglesa acabou por levar uma vida insegura e preguiçosa onde conseguimos perceber desde o momento em que não sabia realmente o que queria trabalhar, o facto de ter um consultório cheio de luxos quando não tinha pacientes, o facto de ter tido um laboratório que nunca mais ouvimos falar e depois de todos os envolvimentos com mulheres casadas e problemas com amigos acabou sempre por viver às custas do avô, acabando por ter a infelicidade de apaixonar-se por sua irmã. E mesmo sabendo que era irmã continuou-se a encontrar com ela até à morte do avô, momento em que Carlos foge para Santa Olávia e depois pelo mundo.</p><p>Embora Afonso, Pedro e Carlos sejam de tempos diferentes ambos tiveram um amor gigante pelas suas mulheres. Afonso ao ir para Inglaterra e depois voltar justamente porque a mulher lhe pediu, Pedro a ir contra o pai pela mulher que amava e Carlos a lutar pela sua mulher, mesmo com todos os problemas em volta daquela relação. Isto é uma das melhores qualidades que aponto à família Maia.</p><p>Da mesma forma que referi que Afonso era a minha personagem preferida posso também dizer que é personagem que eu menos gostei foi o Dâmaso principalmente pelas suas atitudes no capítulo 14 e 15 onde trai Carlos e mostra mais a sua falsa personalidade.</p><p>Posso também dizer que achei engraçado todos os capítulos terem a sua própria peripécia como se fosse mesmo uma novela daquelas que aparece na TV, porém o facto de ter bastantes episódios, estes referidos no subtítulo, “episódios da vida romântica” acaba por fazer com que a obra fique demasiado extensa e cansativa para o leitor.</p><p>Por fim acredito que por muito espantoso e incrível que considerem “Os Maias”, penso que não seja acessível a todos por diversas palavras usadas como os vários estrangeirismos, expressões e piadas da época que podem trazer confusão ao leitor comum e desinteresse pela história. Confesso que senti esse desinteresse e confusão principalmente nos longos diálogos entre as personagens onde se debatiam diversos temas que por muito engraçados e críticos que sejam tornam a obra demasiado pesada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-01 21:41:07 UTC</pubDate>
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