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      <title>Paisagens Geológicas de Portugal 7A by Maria Assunção</title>
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      <description>Vamos descobrir o nosso Património Geológico! O Património Geológico Português!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-05-17 19:50:10 UTC</pubDate>
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         <title>Vale de Meios</title>
         <author>mariapg1321</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Pegadas de dinossáurios no oeste da península ibérica<br></strong><br><strong>Município:</strong>  Santarem</div><div><strong>Freguesia:</strong>  Alcanede</div><div><br><strong>Coord. Geográficas:</strong><br>39.4584056,-8.8197417<br><br><strong>Incluído em área protegida- Nacional: Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros</strong><br><br></div><div>Vale de Meios é a maior e mais significativa jazida com pegadas de terópodes do Jurássico Médio da Península Ibérica, tendo em conta a elevada quantidade de pegadas existentes e o seu excelente estado de conservação. A morfologia das pegadas sugere o contorno dos pés dos animais que as produziram contribuindo para a sua identificação, e as pistas permitem estudar aspectos da sua locomoção e comportamento. A grande superfície da jazida oferece uma rara oportunidade para observar a relação espacial entre as diversas pistas e procurar aspectos de comportamento social, bem como outras características que ajudem a definir o contexto paleogeográfico. O estudo desta jazida permite contribuir, a nível mundial, com uma imensa quantidade de informação paleobiológica e paleoecológica que caracteriza os paleoambientes e os dinossáurios carnívoros no Jurássico Médio, altura em que os dinossáurios ainda estavam numa fase inicial da sua evolução.<br><br></div><div>                               Maria Assunção</div><pre><a href="http://geossitios.progeo.pt/geositecontent.php?menuID=3&amp;geositeID=1052"><sub>http://geossitios.progeo.pt/geositecontent.php?menuID=3&amp;geositeID=1052</sub></a></pre>]]></description>
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         <pubDate>2020-05-28 16:08:31 UTC</pubDate>
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         <title>Vulcão dos Capelinhos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>ILHA: </strong>Ilha dos Capelinhos, Açores<br><strong>FREGUESIA: </strong>Capelo<br><strong>COORD. GEOGRÁFICAS: </strong>38° 35' 12" N, 28° 42' 51" W<br><br></div><div>Geomorfologicamente insere-se na Península do Capelo, constituída por cerca de 20 cones de escórias e respetivos derrames lávicos, ao longo de um alinhamento vulcano-tectónico de orientação geral WNW-ESE. O nome Capelinhos deveu-se à existência de dois ilhéus chamados de "Ilhéus dos Capelinhos" no local, em frente ao Farol dos Capelinhos.<br>O vulcão manteve-se em atividade por 13 meses, entre 27 de Setembro de 1957 e 24 de Outubro de 1958. A erupção foi caracterizada por duas fases principais, uma fase submarina, caracterizada pela emissão de cinzas vulcânicas e vapor de água e uma fase subaérea que alternou entre períodos mais explosivos, com a emissão de bombas vulcânicas, e períodos mais efusivos, aos quais se associa a emissão de escoadas lávicas.<br>O vulcão dos Capelinhos é reconhecidamente um marco na vulcanologia mundial. "Foi uma erupção submarina devidamente observada, documentada e estudada, desde o início até ao fim.<br>A 4 de Novembro de 1957, a erupção vulcânica formou uma nova ilha. Com a formação de um istmo, no dia 12 de Novembro, a ilha ligou-se à ilha do Faial.<br><br></div><div>Maria Caridade</div><div><br></div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-09 14:38:22 UTC</pubDate>
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         <title>PRAIA DE LAVADORES</title>
         <author>sergioluispauloribeiro</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Município:</strong> Vila Nova de Gaia</div><div><strong>Freguesia: </strong>Canidelo  </div><div><strong>Coord. Geográficas:</strong> 41.1311111,-8.6697222<br><br></div><div>A Praia de Lavadores possui um areal pouco largo que pode quase desaparecer em situações de maior amplitude de marés. Neste local existem bastantes formações rochosas, cuja maior se localiza na delimitação a Norte: um maciço com mais de meio quilómetro de extensão.<br>Nesta região aflora um maciço granítico com características bem definidas. É um afloramento alongado, com orientação NO-SE, de grande extensão e corresponde ao Granito de Lavadores. São granitos essencialmente biotíticos e apresentam características mineralógicas e químicas dos granitos do tipo I, podendo ser ligeiramente peraluminosos. Correspondem a monzogranitos biotíticos com plagioclase cálcica contendo ocasionalmente hornblenda. A magnetite e a alanite são acessórios frequentes. Podem ocorrer associados a rochas de composição intermédia a básica. Estes granitos ocorrem normalmente associados a fracturação tardivarisca e em maciços circunscritos de forma circular ou elíptica ocorrendo no norte e centro de Portugal.<br>O granito de Lavadores instalou-se no cisalhamento Porto-Tomar controlado pelas estruturas transtensivas associadas à deformação cisalhante. Corresponde a um monzogranito a granodiorito, biotítico, porfiróide, de grão médio a grosseiro de tonalidade rósea. Tal como a generalidade de granitos deste grupo é essencialmente metaluminoso, sub-alcalino de origem dominantemente mantélica. Cristalizou sob pressões que atingiram 3,1 Kbares e temperaturas de 750ºC. O granito apresenta grande quantidade de encraves microgranulares máficos ricos em anfíbola (por vezes com relíquias de augite e diópsido) + biotite + esfena + apatite e de fragmentos de rocha encaixante migmatítica ricos em silimanite + espinela + corindo. São visíveis estruturas de fluxo marcadas pelo alinhamento da biotite. Megacristais de feldspato potássico são frequentes cortando muitas vezes o contacto granito/encrave. Os encraves microgranulares máficos ocorrem dispersos no granito ou sob a forma de dique sin-plutónico. Tem geralmente forma ovóide apresentando contactos crenulados, margens arrefecidas e fraturas preenchidas pelo granito encaixante. São rochas metaluminosas mesocratas de afinidade monzonítica com algumas características shoshoníticas. Algumas são rochas ultrapotássicas semelhantes a vaugneritos. Segundo Silva (2001) estas rochas derivam de magmas alcalino-potássicos resultantes da fusão de manto enriquecido no máximo espessamento crustal no final da orogenia varisca, sendo a sua instalação condicionada por cisalhamento profundo e distensão. Estes magmas incluíram magma granítico quando este se encontrava parcialmente cristalizado, como provam os contactos crenulados e lobados bem como de diques sin-plutónicos.<br>Este afloramento apresenta extensa exposição de rocha fresca permitindo observação dos vários aspetos descritos nesta rocha. O afloramento estende-se por algumas centenas de metros em local do domínio público, com acessos por estrada e com local de aparcamento. <br><br>Sérgio Ribeiro<br><br><a href="http://geossitios.progeo.pt/geositecontent.php?menuID=3&amp;geositeID=1004">http://geossitios.progeo.pt/geositecontent.php?menuID=3&amp;geositeID=1004</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-11 10:38:49 UTC</pubDate>
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         <title>Vale do Zêzere</title>
         <author>amaralm531</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Município:</strong> Manteigas<br><br></div><div><strong>Freguesia:</strong> São Pedro<br><br></div><div><strong>Coordenadas Geográficas:</strong> 40.3250000,-7.5783333</div><div> </div><div>O vale glaciar do Zêzere é um vale de origem glaciária que se estende por um comprimento de cerca de 13 quilómetros desde da nascente do Zêzere até à vila de Manteigas, sendo que os últimos 8 quilómetros são bastante bem definidos num perfil em U causado pelo efeito da erosão do glaciar nas encostas do vale. É um dos vales em U mais longos da Europa e  são as evidências glaciares mais a sul em todo o continente Europeu. O vale em si deve a sua existência à falha da Vilariça, mas foi moldado pela erosão glaciar durante a última grande glaciação. Durante o período de Wurm que terminou acerca de 19 000 anos atrás. Destacam-se o grande pefil em U em toda a sua extensão, os covões (Ametade, Albergaria), os vales suspensos (Covões, Candieira) e os vários tipos de depósitos glaciários e fluvioglaciários. É a mais importante geoforma glaciária em Portugal, sendo uma referência de nível internacional para exemplificar vales com evidências de erosão glaciária.</div><div> <br><strong>Maria Figueiredo</strong><br><br></div><div><a href="http://geossitios.progeo.pt/geositecontent.php?menuID=&amp;geositeID=1191">http://geossitios.progeo.pt/geositecontent.php?menuID=&amp;geositeID=1191<br></a> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-11 11:15:37 UTC</pubDate>
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         <title>Praia da Foz dos ouriços</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Município: </strong>Odemira<br><strong>Freguesia:</strong> Longueira/ Almograve<br><strong>Coord. Geográficas: </strong>37.657624,-8.800545<br><br>A Praia da Foz dos Ouriços é uma praia Natural Portuguesa, situada no distrito de Beja, 200 km a Sul da capital do nosso país, Lisboa.<br>Esta praia é muito conhecida pela sua estação arqueológica ao ar livre, situada perto da localidade de Almograve. O local tem paleossolos entre conjuntos de dunas, o que a divide em duas zonas distintas. <br>Na primeira área foram encontrados macrolíticos de aparência mirense, principalmente lascas de tamanhos diferentes, com uma diiseminação, não indicando uma organização espacial do terreno.<br>Já na segunda área, foram identificadas três estruturas por combustão, formadas por montículos de areia sobrepostos por fragmentos de grauvaque com tons rosa-claros e cinzentos-claros, criadas por aquecimento. Os vestígios localizados na praia indicam uma ocupação durante o Período mesolítico.<br>A praia da Foz dos ouriços demonstrava características semelhantes comparadas com outras praias da costa do Baixo Alentejo, sendo muito provavelmente um ponto de paragem para os povos mirenses, contendo um acesso privilegiado até ao oceano através do barranco, para as atividades piscatórias deste povo mirense muito ligado ao mar.<br><br>Rafael Santos<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 08:50:28 UTC</pubDate>
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         <title>Dolina algares das Serras da Mendiga e S. Bento</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Municipio:</strong> Porto de mós<br><br><strong>Freguesia: </strong> Serro ventoso<br><br><strong>Coordenadas Geográficas:<br></strong>À exceção de pequenas zonas limítrofes, toda a área do PNSAC encontra-se incluída no Maciço Calcário Mesozóico, sendo que os constituintes geológicos principais pertencem, quase totalmente, ao Jurássico com predominância dos calcários pertencentes ao Dogger (Jurássico Médio). Existem ainda formações Cretácicas e Miocénicas junto da extremidade SE e S do Parque Natural já pertencentes à série de planaltos Miocénicos da Bacia Terciária do Tejo, formações Plio-Plistocénicas indiferenciadas na parte SW da Serra dos Candeeiros, formações modernas, detríticas e de “terra rossa”, nos vales e depressões fechadas, aluviões modernos ao longo de algumas linhas de água e afloramentos de rochas eruptivas, como sejam doleritos e rochas afins, basaltos e brechas vulcânicas. Do ponto de vista morfológico podem-se diferenciar no Maciço Calcário Estremenho três subunidades que correspondem a compartimentos elevados – a serra dos Candeeiros a oeste, o planalto de Sto. António ao centro e a sul e o planalto de S. Mamede e a serra de Aire, respetivamente a norte e este. A separar estas subunidades encontram-se três depressões originadas por grandes fraturas, respetivamente a depressão da Mendiga, o polje de Minde-Mira e a depressão de Alvados.<br>Por todas estas razões, este é um local onde os mais significativos e típicos fenómenos cársicos se encontram representados no nosso país, de que são exemplo as dolinas, as uvalas, os poljes e campos de lapiás, no que concerne ao modelado de superfície, e a existência de inúmeras grutas (mais de 1500) que cruzam o interior do maciço. <br>O polje de Mira-Minde é drenado na periferia do maciço pelas nascentes dos rios Lena, Alviela e Almonda só para citar as mais conhecidas. Quando a entrada de água no sistema é superior ao caudal permitido pelas nascentes, a água eleva-se dentro da rede e inunda esta área deprimida que é o polje, através de 2 ou 3 algares existentes na sua base, formando este mar temporário. Uns tempos depois, com a diminuição da precipitação, este "mar" esvazia pelos mesmos locais por onde inundou. Como é necessário que haja uma certa concentração temporal de grandes quantidades de precipitação, este fenómeno não é regular e não tem periodicidade certa.<br>A depressão de Alvados é uma bacia de fundo plano, ampla, com um imenso tapete de oliveiras que timidamente ensaiam uma subida pela extensa e uniforme Costa dos Alvados, como é denominada a vertente de 300 m de desnível que atinge o planalto de Santo António. Esta é uma das mais belas paisagens deste maciço. Trata-se de uma zona de sequeiro onde predomina o olival, mas que apresenta importantes núcleos de carvalhal.<br>O Algar do Pena, descoberto em 1985 pelo sr. Joaquim Pena enquanto se dedicava à extração de pedra para produção de calçada, é uma cavidade que alberga uma sala de gigantescas dimensões, a maior atualmente conhecida no nosso país (125.000 m<sup>3</sup> de volume). Do cimo de perto de 40 m de desnível abre-se ao olhar de quem a visita uma magnífica paisagem subterrânea cujo aspeto estético assume uma dimensão pouco vulgar, através de uma enorme profusão de espeleotemas. Acessível ao público (dispõe de um edifício de apoio técnico, elevador, auditório ao ar livre e de um espeleódromo), representa uma experiência única de descida às profundidades, aliando a importância científica a aspetos didácticos e turísticos de elevado interesse.Apesar da ausência de cursos de água de superfície organizados nesta região, eles existem em abundância no subsolo, constituindo um dos maiores – se não o maior – reservatório de água doce subterrânea do nosso país e que se estende entre Rio Maior e Leiria.<br>Das várias nascentes cársicas existentes na região, a mais conhecida e importante, no que toca a caudais emitidos, é a dos Olhos de Água do Alviela. A nascente do rio Alviela situa-se na transição entre o Maciço Calcário Estremenho, zona onde predomina a rocha calcária, e a Bacia Terciária do Baixo Tejo, paisagem constituída principalmente por arenitos. A sua bacia de alimentação estende-se ao longo de cerca de 180 km<sup>2</sup>, onde a água percorre verdadeiros labirintos subterrâneos até chegar à nascente.O rio Alviela é alimentado, durante todo o ano, por uma nascente permanente, mas, em períodos de maior precipitação, a água é também expelida através de nascentes temporárias, nomeadamente por uma saída temporária de extravasamento situada junto à nascente principal (Olhos de Água) e por uma outra situada junto ao Poço Escuro.A nascente dos Olhos de Água do Alviela é uma das mais importantes do nosso país, chegando a debitar 17 mil litros por segundo, ou seja, 1,5 milhões de m<sup>3</sup> de água por dia (pico de cheia). Desde 1880 até bem próximo da atualidade, a nascente do Alviela foi uma das principais fontes de abastecimento de água à cidade de Lisboa (através da EPAL), e ainda hoje “abre portas” a um dos maiores reservatórios de água doce do país.As lagoas do Arrimal, localizadas na freguesia do Arrimal, concelho de Porto de Mós, são dois admiráveis espelhos líquidos, rodeados de pequenos poços em pedra calcária. A lagoa grande aproveita a água da escorrência do Vale de Espinho, enquanto a Lagoa Pequena, situada junto ao rossio da povoação do Arrimal, num recanto do fértil polje da Mendiga, recolhe as águas da sua própria bacia. Estas lagoas são um exemplo da formação de pequenas depressões superficiais, verdadeiros "oásis" no mar de secura que as envolve. São enriquecidas pela presença próxima do carvalho-negral <em>Quercus pyrenaica</em>, uma espécie vegetal rara na região.<br><br></div><div><br><br></div><div><strong><br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 08:55:37 UTC</pubDate>
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         <title>Penedos de Góis</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Município: </strong>Góis<br><strong>Freguesia: </strong>Góis<br><strong>Coord. Geográficas: </strong>40.110899, -8.134924 <br><br> Os Penedos de Góis são afloramentos rochosos, em plena Serra da Lousã,que formou desníveis únicos, com quedas de água e ribeiras impetuosas.<br><br></div><div>Em território predominantemente de xisto sobressaem em algumas zonas de afloramentos quartzíticos, de rocha mais dura e portanto menos susceptível à erosão.<br><br><strong>Carolina Correia<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 09:36:56 UTC</pubDate>
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         <title>Nascente de Anços e Vale dos Poios</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Município:</strong> Pombal<br><strong>Freguesia:</strong> Redinha, Degracias<br><strong>Coordenadas geográficas: </strong>39.9786111,-8.5730556<br><br></div><div>Nascente de Anços e Vale dos Poios são dois sítios de elevado interesse paisagístico, hoje em dia muito apreciados pelos amantes dos desportos de natureza, mas também por arqueólogos, geólogos e historiadores, situados na porção ocidental da Serra de Sicó.<br><br></div><div>É uma das regiões de maior vigor e contraste orográficos e que maior espetacularidade na paisagem oferece a quem a visita. Corresponde a uma ampla escadaria tectónica através da qual se faz a descida do chamado Planalto de Degracias-Alvorge para o Vale do Anços e para os terrenos gresosos que, a ocidente, limitam o Maciço.<br><br></div><div>No Vale do Poio Novo existe um abrigo com figuras rupestres classificado de Interesse Municipal. <br><br></div><div>À saída do Vale, existem os lugares de Arrancada e Anços. Logo de seguida, a nascente deste rio, uma exsurgência permanente com um caudal médio anual de 50 mm3. <br><br></div><div>Tratando-se de uma área de transição e de passagem do maciço para as terras baixas envolventes, esta unidade marca-se por situações de nítido contraste, em termos morfológicos e paisagísticos, de disponibilidades hídricas, da cobertura vegetal e capacidade agrícola dos solos e, consequentemente, do próprio povoamento.<br><br></div><div>As aldeias que se alinham ao longo do vale do Anços, confundindo-se por vezes entre elas, rareiam sobre os calcários e das formas lapiares características.<br><br></div><div>Rodrigo Ferreira<br> <br><a href="http://geossitios.progeo.pt/geositecontent.php?menuID=3&amp;geositeID=1114">http://geossitios.progeo.pt/geositecontent.php?menuID=3&amp;geositeID=1114</a></div><div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-12 15:27:38 UTC</pubDate>
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         <title>Campo de Lapiás de Negrais</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Município: </strong>Sintra<strong><br>Freguesia: </strong>Almargem do bispo, Pero Pinheiro e montelavar<strong><br>Coord.geográficas: </strong>38.8625000,-9.3038889<br><br>Em Negrais, Sintra, encontra-se o Campo de Lapiás de Negrais, de grande valor geológico, floristíco e paisagístico.<br>Lapiás é uma formação tipíca de relevos cársticos, produzida pela dissolução superficial de rochas calcárias ou dolomíticas . Também pode ser causada pelos ciclos de congelamento e degelo em regiões de clima frio.<br>Lapiás são formados inicialmente pela dissolução da rocha na interface com o solo e são abertas fendas. Com a erosão, a rocha continua a expandir as fendas. Eventualmente as rochas são completamente separadas e formam campos de rochas niveladas ou padrões de sulcos e gretas. <br>Em Negrais, podem observar-se os melhores exemplos em Portugal de calcários do Cretácio  com megalapiás, isto é zona com calcários com grandes sulcos e espaços entre blocos devido à erosão provocada pela água das chuvas (que é ácida).<br><br><strong>Sara Cortez</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-14 13:43:28 UTC</pubDate>
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         <title>Disjunção prismática do Penedo do Lexim</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariapg1321/Bookmarks/wish/626446400</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Município: </strong>Mafra<br><strong>Freguesia</strong>: Cheleiros<br><strong>Coord. Geográficas: </strong><br>38.8925000,-9.3111111<br>  A disjunção prismática do Penedo do Lexim consiste numa antiga chaminé vulcânica que integra o complexo vulcânico de Lisboa e está particularmente bem preservada, destacando-se da região.<br>  O Penedo faz parte do segundo pulso de actividade magmática alcalina do Cretácico Superior. Estima-se que terá cerca de 72 Milhões de anos.<br>  É constituido por uma rocha basáltica alcalina onde se observam fenocristais. Tem um grande valor arqueológico por ser o local onde se encontrou um dos primeiros povoados fortificados da idade do Bronze de Portugal</div><ul><li><strong>Mark Pimentel</strong></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-14 23:07:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Caldeira da Graciosa e Furna de Enxofre</title>
         <author>joaquimpppsilva</author>
         <link>https://padlet.com/mariapg1321/Bookmarks/wish/631116283</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Concelho</strong>:  Santa Cruz da Graciosa, Ilha Graciosa- Açores. </div><div><strong>Freguesia:</strong> São Mateus</div><div><strong>Coord. Geográficas:<br></strong>39° 01′ 29″ N, 27° 58′ 21″ O<strong><br> </strong><br>Grande e imponente caverna lávica, bastante profunda. Tem um comprimento máximo de 180 metros, uma largura máxima de 172 metros, com cerca de 50 metros de altura de teto na parte central e que se caracteriza por ter um teto em forma de abóbada perfeita.<br>Esta furna teve origem em dois centros eruptivos da Caldeira da ilha Graciosa. Esta gruta é considerada única no campo vulcano-espeleológico internacional e a sua génese está associada a uma importante fase efusiva intracaldeira, do tipo havaiano, que envolveu a formação de um lago de lava.<br>No interior da Furna do Enxofre e para além de uma lagoa de água fria, encontra-se um importante campo de desgasificação formado por uma fumarola com lama e por emanações gasosas difusas de dióxido de carbono no chão da gruta. <br><br><strong>Joaquim Silva</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-17 19:41:42 UTC</pubDate>
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         <title>Arriba Fóssil da Costa da Caparica Arriba Fóssil da Costa da Caparica.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariapg1321/Bookmarks/wish/633262034</link>
         <description><![CDATA[<div><br>A arriba litoral da Costa de Caparica é denominada <strong>arriba fóssil</strong> não por serem fossilíferas as camadas de idade micénica que compõem a sua maior parte, mas por já não se encontrar em contacto direto com o oceano, não sofrendo erosão marinha. As arribas ativas (ou arribas vivas), pelo contrário, como as que podem ser observadas a Sul da Lagoa de Albufeira ou no litoral de Cascais, são as que se encontram sob influência direta da erosão marinha, apresentando o perfil anguloso e o recuo típico deste tipo de arribas.<br><br></div><div><br>Nos estratos geológicos de idade miocénica que constituem a Arriba Fóssil podem encontrar-se vários exemplares de fósseis sobretudo fósseis de organismos invertebrados marinhos, predominando os fósseis de bivaldes, de gastrópodes e de equinodermes. Também podem ser encontrados fósseis de vertebrados, fundamentalmente fósseis de dentes de peixes miocénicos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-19 08:23:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Luz de Lagos - Porto de Mós - Ponta da Piedade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariapg1321/Bookmarks/wish/633301851</link>
         <description><![CDATA[<div><br><strong>Município:</strong> Lagos<br><strong>Freguesia: </strong>Luz<br><strong>Coord. Geográficas:<br></strong>37° 05' N 8° 45' O<br><br><strong>Incluída numa praia de Luz, Lagos, chamada de Praia de Dona Ana.</strong><br><br><br>Fica na zona conhecida por Costa D' Oiro, nome devido à cor amarela/dourada das rochas que envolvem esta praia e que é a maior de entre as várias praias de beleza única, protegidas do vento e de águas calmas e límpidas, localizadas entre o porto da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lagos_(Portugal)">cidade</a> até ao <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Farol_da_Ponta_da_Piedade">farol da Ponta da Piedade</a>. A proximidade de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Lagos_(Portugal)">Lagos</a> torna-a concorrida no verão. As rochas, no areal, proporcionam sombra aos visitantes. O mar é calmo e os banhistas costumam nadar até à base das falésias e das rochas pontiagudas que despontam da água.</div><div>O nome da praia foi dado em homenagem à freira Ana, que vivia no convento das freiras de Lagos. Durante a 1ª Guerra Mundial, os soldados invadiram o convento e assassinaram todas as freiras, à exceção de D.Ana, que tinha acesso a um túnel entre o convento e a praia. D.Ana fugiu pelo túnel e foi a única que sobreviveu.<br><br>  <strong>Gonçalo Lopes<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-19 09:03:53 UTC</pubDate>
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         <title>Pedreira de Xistos do Poio</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div> As Pedreiras do Poio situam-se a 3 km a sudoeste de Vila Nova de Foz Côa na margem esquerda do Rio Côa em pleno Parque Arqueológico do Vale do Côa. Nestas explorações são extraídos esteios de xistos utilizados nas vinhas como tutores , bem como diversos materiais utilizados na construção civil. <br>O xisto trata-se de uma rocha sedimentar formada por camadas, há 500 milhões de anos, naquilo que era o fundo de um oceano. São pedras que ao serem talhadas, dão sempre um ângulo de 90 graus. Ou seja, em forma de paralelepípedo, o que lhe confere um carácter e rugosidade únicos.<br><strong>Sara Fonseca<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 08:50:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariapg1321/Bookmarks/wish/635915896</link>
         <description><![CDATA[<div>João Gonçalves <br><br></div><div>A mina de sal de Loulé fica, situada em Loulé no Algarve.<br>É uma mina de sal gema. <br>O que é o sla gema? <br>Denomina-se por sal-gema o cloreto de sódio, acompanhado de cloreto de potássio e de cloreto de magnésio, que ocorre em jazidas na superfície terrestre . Pertence ao grupo das rochas sedimentares, mais especificamente às rochas sedimentares quimiogénicas, evaporitos, devido a ser formado por reações químicas.<br><br>O termo é aplicado ao sal obtido da precipitação química pela evaporação da água,de antigas bacias marinhas em ambientes sedimentares.<br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 09:51:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>S. João das arribas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariapg1321/Bookmarks/wish/636366127</link>
         <description><![CDATA[<div>Planalto:<br>ascensão granítica aspereza.<br>O corte nos barreiros da Cerâmica do variz permite observar depósitos sedimentares de cobertura , de idade Miocénico , resultantes do enchimento de um paleovale , cujo a sedimentação terá ocorrido em regime intermitente, numa sucessão de episódios fluviais. Estes assentão em discordância sobre os metapolitos ( xistos , borra de vinho). <strong><br>Sofia valério</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 16:40:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Pedreira de Mármore da Cerca de Santo António</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariapg1321/Bookmarks/wish/636509343</link>
         <description><![CDATA[<div> Localizada em Estremoz, no Alentejo, a exploração foi iniciada na época Medieval pelos Romanos, enquanto ocupavam a Hispânia, uma vez que o mármore era muito comum naquela altura para fins arquitetónicos ou ornamentais.<br> Faz parte do Triângulo do   Mármore, um conjunto de pedreiras de Mármore localizadas em Vila Viçosa, Estremoz e Borba.<br> O mármore aqui extraído é chamado de mármore de Estremoz, nome que teve origem pela origem deste mármore ser de Estremoz.<br> Este mármore, também conhecido como Mármore Rosa Aurora, tem o que é chamado de <br> raiada, que varia muito na cor e no padrão.<br><br> <strong>Francisco Chumbo</strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 18:48:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Grutas(Parque Natural das Serras de Aire e Candeeiros)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariapg1321/Bookmarks/wish/636518602</link>
         <description><![CDATA[<div><br>  <br><strong>Município</strong>: Alcobaça e Porto de  Mós<br><strong>Coord. Geográficas:  </strong>39º 30' 42'' N 8 47' 58'' O<br><br>O <strong>Parque </strong>é uma área protegida criada em 4 de maio de 1979 e o objetivo é proteção dos aspetos naturais como a defesa do pratimónio arquitetónico que existe na <strong>Serra dos Candeeiros </strong>e a <strong>Serra de Aire.<br></strong>O parque possui uma área de 38 900 hectares.<br>Derivado das movimentações tectónicas e da modelação do terreno, estas unidades encontram-se delimitadas por unidades geológicas resultantes da formação de falhas: depressão de Alvados, polje de Mira-Minde e depressão da Mendiga.<br>A espaço abrangido pelo parque está numa situação de transição entre influências marítimas e mediterrânicas.<br>O parque ocupa mais de 2/3 do <strong>Maciço Calcário Estremenho </strong>(a zona calcária mais importante de Portugal)<br>O recurso de água é pouco visível  à superfície mas abunda no subsolo fazendo desta uma das maiores ou senão o maior reservatório de água doce de Portugal.<br>Como há muitas grutas existem muitas espécies de morcegos mas não só também há mamiferos como:<br><br></div><ul><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gineta">Geneta</a> (<em>Genetta genetta</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Raposa">Raposa</a> (<em>Vulpes vulpeds)</em></li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Javali">Javali</a> (<em>Sus srofa</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Texugo">Texugo</a> (<em>Meles meles</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sacarrabos">Sacarrabos</a> (<em>Herpestes ichneumon</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gato_bravo">Gato bravo</a> (<em>Felis silvestris</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Oryctolagus_cuniculus">Coelho bravo</a> (<em>Oryctolagus cuniculus</em>)</li></ul><div>Aves:<br><br></div><ul><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bufo-real">Bufo-real</a> (<em>Bubo bubo</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Buteo_buteo">Águia de asa redonda</a> (<em>Buteo buteo</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81guia_de_Bonelli">Águia de Bonelli</a> (<em>Hieraaetus fasciatus</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%81guia-cobreira">Águia cobreira</a> (<em>Circaetus gallicus</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Corvo">Corvo</a> (<em>Corvus corax</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Gavi%C3%A3o-da-europa">Gavião</a> (<em>Accipiter nisus</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Peneireiro-vulgar">Peneireiro</a> (<em>Falco tinnunculus</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Coruja_das_torres">Coruja das torres</a> (<em>Tyto alba</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Hieraaetus_pennatus">Águia Calçada</a> (<em>Hieraaetus Pennatus</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/%C3%93gea">Ógea</a> (<em>Falco subteo</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Strix_aluco">Coruja do mato</a> (<em>Strix aluco</em>)</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Mocho_galego">Mocho galego</a> (Athene noctua )</li></ul><div>Répteis:<br><br></div><ul><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Chalcides_chalcides"><em>Chalcides chalcides</em></a> - Fura-mato ou cobra-de-pernas-tridáctila</li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vipera_latastei"><em>Vipera latastei</em></a> - Víbora-cornuda (presente em habitats rochosos)</li></ul><div>Anfíbios:<br><br></div><ul><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Salamandra-de-fogo">Salamandra-de-fogo</a> <em>(Salamandra salamandra)</em></li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Salamandra-de-costelas-salientes">Salamandra-de-costelas-salientes</a> <em>(Pleurodeles waltl)</em></li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Trit%C3%A3o-marmoreado">Tritão-marmoreado</a> <em>(Triturus marmoratus)</em></li><li><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sapo-de-unha-negra">Sapo-de-unha-negra</a> <em>(Pelobates cultripes)</em></li></ul><div><br><strong>Guilherme Vitor<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 18:57:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Monumento Natural do Cabo Mondego</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariapg1321/Bookmarks/wish/636649077</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Município:</strong> Figueira da Foz<br><br><br>O <strong>Monumento Natural do Cabo Mondego</strong> é uma área protegida criada em 2007 através do Deserto Regulamentar Nº 82 de 3 de Outubro. Fica localizado perto da Figueira da Foz e os principais objetivos da sua criação são:</div><ul><li>A conservação do estrato tipo de limite do aleniano-bajociano e da série sedimentar encaixante, que representa o registo estratigráfico do jurássico médio e superior, das jazidas de fósseis e icnofósseis e das estruturas sedimentares;</li><li>A manutenção da sua integridade;</li><li>A investigação científica sobre os fenómenos geohistóricos materializados no registo estratigráfico e a sua divulgação numa perspetiva de educação ambiental.</li></ul><div><strong>Cristiana Aradeira nº3 7ºA<br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 21:19:20 UTC</pubDate>
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         <title>Cascata do Pulo do Lobo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/mariapg1321/Bookmarks/wish/637215055</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Município: </strong>Beja<br><br><br>A cascata do Pulo do Lobo é formada pelas águas do rio Guadiana, a montante da cidade de Mértola , tem águas claras e cristalinas que se precipitam numa queda, perdendo-se num mar de espuma pelo meio de uma garganta rochosa de donde desaguam depois para dar lugar a um lago de águas serenas. <br><br>Um local sem dúvida a visitar mas ao mesmo tempo assustador mas é ali que vemos como a natureza e a sua evolução ao longo dos anos podem tornar um local bonito e vertiginoso ao mesmo tempo.<br><br>A cascata de 16 metros de altura é um dos lugares mais procurados no Parque Natural mas o Pulo do Lobo continua selvagem. Mesmo depois de ter deixado de ser um segredo bem guardado.</div><div><br></div><div><br>Maria Andrade</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-23 09:03:42 UTC</pubDate>
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