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      <title>Povos indígenas brasileiros by Tatyane Santos</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-26 13:51:52 UTC</pubDate>
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         <title>Acre</title>
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         <link>https://padlet.com/tatyanesenac/povosindigenasbr/wish/2200971755</link>
         <description><![CDATA[<h1>Arara do Rio Amônia</h1><div><br><br></div><h1><strong>Autodenominação:&nbsp;</strong>Arara Apolima<br><strong>Onde estão: Distribuídos por todo o AC</strong><br>Quantos são: por volta de 434&nbsp;</h1><div>Família Linguística:&nbsp;(Siasi/Sesai, 2014)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 14:49:29 UTC</pubDate>
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         <title>Rio Grande do Sul - Matheus Roman </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Povo Kaingang, Os Kaingang vivem em mais de 30 Terras Indígenas que representam uma pequena parcela de seus territórios tradicionais.&nbsp; A língua kaingang pertence à família jê do tronco macro-jê.&nbsp;<br>A história do contato entre os Kaingang e os colonizadores europeus teve início ainda no século XVI, quando alguns grupos que viviam mais próximos ao litoral atlântico tiveram contatos com os primeiros portugueses. No entanto, os registros históricos dessa época não especificam com segurança aqueles grupos que eram os ancestrais dos atuais Kaingang.<br>As análises sobre sua organização social e a política kaingang serão desenvolvidas a partir da apresentação daquilo que convencionamos chamar “modelo tradicional” e “modelo atual”. Mais do que enfatizar as diferenças.<br>Os relatos de viajantes e pesquisadores do passado registraram a riqueza das artes e da cultura material kaingang. Fabricavam armas de guerra e de caça<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 14:50:59 UTC</pubDate>
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         <title>Acre</title>
         <author>arthurrcfernandes</author>
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         <description><![CDATA[<h1>Arara do Rio Amônia</h1><div><br>Denominação: Arara Apolima</div><div><strong>Onde estão: Todo o Acre<br>Quantos são: por volta de 434<br>Família linguística:&nbsp;</strong>(Siasi/Sesai, 2014)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 14:52:31 UTC</pubDate>
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         <title>Rondônia</title>
         <author>mathiashindriksondalcantara</author>
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         <description><![CDATA[<div>Povo Apurinã<br><br>Língua (Família Linguística): Maipure-Aruak<br>Locais:&nbsp; Vivem em diversas terras indígenas, sendo duas com os Pamauri do Lago Paricá e Pamauri do Lago Marahã e uma com os Torá, na terra homônima<br>Organização Social: povo dividido em duas "nações" (Xoaporuneru e Metumanetu), porém os casamentos ocorrem entre as duas, já que casar com alguém da sua nação seria considerado casar com um (a) irmão (irmã)<br>Cultura: Tem várias festas, que recebem o nome genérico de Xingané, têm desde cantorias noturnas até grandes eventos, com convites para outras aldeias, bastante comida, etc.<br>Histórico de Contato: tiveram contato com não-indígenas no contexto da exploração da borracha, por volta do século XVIII, quando o Rio Purus passou a ser explorado nos movimentos conhecidos como "Drogas do Sertão"</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 14:53:24 UTC</pubDate>
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         <title>State of Pernambuco, Brazil</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Potiguara<br>localização: Pernambuco<br>Língua: Tupi-Guarani<br><br>O seu histórico de contato com os colonizadores não foram um dos mais amistosos já que os colonizadores os viam comos "Gentios bravos" e que deviam deixa-los "mansos" apesar de que os potiguara se aliaram aos franceses em 1586 contra os tabajara (seus inimigos) que estavam aliados aos portugueses.<br><br>A organização política das aldeias Potiguara dos dias de hoje guarda uma relação estrita com o “declínio” da liderança tradicional. Antes tinham os “regentes”, também chamados de tuxauas, escolhidos pelo grupo levando em consideração o fato da pessoa “ser do Sítio”, isto é, residir na aldeia S. Francisco e ser reconhecido como “caboclo legítimo”.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 15:02:14 UTC</pubDate>
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         <title>Mato Grosso/ Povo Kayapó</title>
         <author>isaaccdias</author>
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         <description><![CDATA[<div>- Lingua<br>A língua Caiapó pertence ao tronco linguístico Macrojê. O conhecimento da língua portuguesa varia de grupo para grupo, dependendo de seu grau de interação social com a sociedade não indígena.<br>-Organização Social<br>Cada comunidade é independente das demais, mas todas apresentam a mesma estrutura.&nbsp;<br>O ngobe é a "casa dos homens", situada no extremo norte da praça, onde eles se reúnem, praticam trabalhos artesanais e pernoitam.&nbsp; As casas das esposas do chefe estão uma no extremo leste da aldeia e outra a oeste.&nbsp;<br>Uma forma organizativa fundamental através da qual cada pessoa se articula em sua comunidade é o grupo patronímico ou seguimento de nomes.&nbsp;<br>As meninas e as mulheres formam o mesmo grupo das irmãs do pai, enquanto que os meninos e os homens são do grupo dos irmãos da mãe.&nbsp;<br>sistema de parentesco se assemelha ao tipo Omaha, o qual permitiria pensar em linhagens patrilineares, que, no entanto, não existem ou são substituídas pela adesão a segmentos determinados pela descendência em linha cruzada: cada pessoa pertence a uma categoria de acordo com sua idade, sexo e número de filhos.&nbsp;<br>Os guerreiros (maiores de 17 anos) participam das assembleias no ngobe, onde se tomam as decisões políticas.&nbsp;<br>matrimônio se contrai em idade precoce, por vezes consentido pelas mães dos noivos, sendo proibida a união entre primos cruzados. Se trata de um evento público que está previsto após a menarca (primeira menstruação) das meninas (entre 10 e 12 anos).<br>-Historia<br>Ocupantes desde tempos imemoriais de àreas no interior do Brasil, os caiapós habitavam pequenas aldeias em que viviam de caça, pesca, milho, mandioca, mel, e frutas. No século XVIII, na região nordeste do atual Estado de São Paulo, o grupo etnico teve seu primeiro contato com as populações de origem europeia, bandeirantes que eram liderados por Bartolomeu Bueno da Silva - o Anhanguera - buscavam por ouro, pedras preciosas e indios para serem comercializados com escravos.<br><br>Já na região da bacia inferior do rio Tocantins, no começo do século XIX os caiapós começaram a sofrer ataques dos homens brancos, que mataram e escravizaram muitos caiapós. Ainda que mais numerosos que os invasores, as bordunas dos caiapós nada podiam fazer diante dos mosquetes dos invasores. Como resultado, os caiapós migraram para o oeste. Trinta anos depois, porém, os homens brancos voltaram a atacar os caiapós. Desta vez, houve uma cisão entre os caiapósː uma parte deles queria estabelecer a paz com os homens brancos, e outra parte queria continuar a fuga para o oeste. Os caiapós que optaram pela relação amistosa com os brancos desapareceram, em grande parte vitimados por pestes trazidas pelos brancos.<br>Nas décadas de 1950 e 1960, houve uma tentativa de aproximação por parte de agentes do governo brasileiro com a intenção de pacificar os caiapós. Como resultado, hoje, a maior parte dos caiapós está em contato permanente com a sociedade brasileira.<br>Nos anos 1980, dois caiapós se tornaram conhecidos do grande públicoː Tutu Pombo e Raoni. O primeiro, como o primeiro líder indígena brasileiro a explorar comercialmente as reservas indígenas, ao permitir a extração de ouro e mogno em troca de dinheiro. O segundo, como um defensor do meio ambiente e do modo de vida tradicional indígena<br><br>-Atividades fem<br>Na tribo dos povos Kayapó as atividades são separadas por gênero, as mulheres produzem aas cultivações na roça, batata-doce, milho, cana-de-açúcar, banana e mandioca são alguns alimentos cultivados na roça pelas mulheres. Como provedoras dos alimentos, as mulheres Kayapós são muito rígidas com as terras, o plantio ideal são florestas com vegetação não muito densas, perto de rios e perto de colinas.<br>-Atividades masculina&nbsp;<br>As atividades masculinas na tribo kayapó são a caça, pesca, fabricação de ferramentas, caminhadas.<br><br>-Cultura<br>Pinturas, alimentação, danças e cantos são algumas das expressões da cultura do povo Kayapó. A força e a história que vive nos quase seis mil indígenas que ainda preservam suas tradições.<br>Índios Mebêngôkrê-Kayapó mantêm viva a tradição com Festa das Máscaras. Uma a uma, as máscaras feitas de palha de buriti saem da casa Kayapó. Dez máscaras representavam macacos, tamanduás-bandeira e guaribas - kukuire, Pàt e Kubù, na língua nativa - todas personificadas por homens da nação Kayapó. As aldeias kayapó tradicionais são compostas por um círculo de casas construídas em torno de uma grande praça descampada. No meio da aldeia, há a casa dos homens, onde as associações políticas masculinas se reúnem cotidianamente.<br>-Histórico de contato</div><div>Em São Paulo, na região Noprdeste no século XVIII, o grupo Kayapo teve seu primeiro contato com a população de origem europiea.&nbsp;<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 15:05:34 UTC</pubDate>
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         <title>Tremembés - Ceará</title>
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         <description><![CDATA[<div>Gabriela Marin<br>Felype Eduardo<br><br><br>Os Tremembés é um povo indígena que se localiza no Ceará, originalmente eram nômades que faziam trocas comerciais com europeus para assim manter o território mas que mesmo assim um tempo depois perderam direito de suas terras e que só foram devolvidas(parcialmente) na décadas de 90, a comunidade de Engenho lutam até hoje pelas terras. Só em 2013 Tremembés de raposa foram reconhecidos pelo Senai ajudados pelo povo Tremembé de almofala e lutam por acesso e políticas sociais.<br>Cultura<br>Após muito tempo reaprenderam sua arte e cultura, alguns exemplos seriam como danças (Torém, uma dança típica), alimentação (mocororó), costumes como de pintar suas habitações, escolas diferenciadas, cerâmicas, acessórios (colares, pulseiras..), histórias, lendas, provérbios, religião (macumba sem semelhança direta com a religiosidade associada ao uso da jurema).<br>Na organização existe o "capitão dos índios", era a chefia e liderança política mas é mais exclusivo para Tremembés de cada região como em Almofala que há vários grupos sociais, complexas, heterogêneas e tensas, de Tapera e Varjota não tinham nenhum tipo de organização social e política centrada na figura do “capitão", varia de região para região.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 15:07:03 UTC</pubDate>
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         <title>Rio de Janeiro, RJ/Luis otavio</title>
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         <description><![CDATA[<div>Rio de janeiro - Guarani<br><br>Língua - Tupi<br><br>Cultura - Para eles, a terra, tekoha, é parte integrante da família. Os cânticos guaranis são entoados como uma forma de demonstrar aos deuses que existem sobre à terra.<br><br>Atividades - peteca, bola -de-gude entre outras brincadeiras comuns<br><br>Histórico de contatos - O povo Guarani foi um dos primeiros a serem contatados após a chegada dos europeus na América do Sul, há cerca de 500 anos. No Brasil, vivem atualmente cerca de 51.000 indígenas Guarani, em sete estados diferentes, tornando-os a etnia mais numerosa do país. Muitos outros Guarani vivem no Brasil, Paraguai, Bolívia e argentina<br><br>Organização - Os Guarani têm como base de sua organização social, econômica e política, a família extensa, isto é, grupos macro familiares que detêm formas de organização da ocupação espacial dentro dos tekoha determinada por relações de afinidade e consangüinidade.<br><br>Luis Otávio</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 15:12:04 UTC</pubDate>
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         <title>Amazonas, Brasil</title>
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         <description><![CDATA[<div>Ikolen<br><br>Língua: falam um dialeto da língua Timbira Oriental, pertencente à família Jê<br>Cultura: O ato de perfurar o lábio inferior realizado pelo <strong>povo Gavião</strong> é um costume ancestral no qual um guerreiro mais experiente, escolhe uma criança entre 6 e 7 anos e transpassa um dente de veado, muito afiado.<br>Atividade: Os Ikolen desempenham atividades produtivas bastante diversificadas, como caça, pesca, agricultura de roçado, projetos de criação de animais e “sistemas agroflorestais”, visando tanto o consumo próprio como a comercialização e geração de renda.<br>População: A atual população Ikolen é superior a 520 pessoas, distribuídas em seis aldeias na TI Igarapé Lourdes.<br>Localização: Os Ikolen habitam a região da bacia do igarapé Lourdes e outros afluentes do rio Machado (também conhecido como Ji-Paraná), na região leste do estado de Rondônia, divisa com o Mato Grosso.<br><br>Grupo: Carlos Bucker e Davi Bolanho<br><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 15:18:16 UTC</pubDate>
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         <title>Maranhão, Brasil                                                       (Povo Guajajara)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatyanesenac/povosindigenasbr/wish/2201014056</link>
         <description><![CDATA[<div>Os guajajara chamam sua língua de ze'egete e essa língua pertence à família tupi-guarani.<br><br></div><div>Cultura: com grande parte perdida de sua cultura material tradicional, eles ainda produzem um pouco da cestaria e redes de dormir para uso doméstico e comercialização. A partir dos anos 1970, os guajajara voltaram a produzir arte plumária, adornos, armas e cestaria, lembrando-se de padrões antigos e imitando modelos de outros povos indígenas, finalmente criando um novo estilo próprio que hoje em dia pode ser identificado com facilidade.<br><br></div><div>Atividades: A principal atividade de subsistência é a lavoura, sendo comum o plantio de mandioca, macaxeira, milho, arroz, abóbora, melancia, feijão, fava, inhame, etc. Na época de seca, são realizadas a broca, derrubada, queimada, coivara e limpeza, enquanto de novembro a fevereiro se faz o plantio e as capinas.<br><br></div><div>Histórico de contato: Os guajajara têm uma história longa e muito singular de contato com os brancos. O primeiro contato pode ter acontecido em 1615, nas margens do rio Pindaré, com uma expedição exploradora francesa.&nbsp;<br><br></div><div>Organização: Atualmente, as aldeias não mais tomam nenhuma forma típica: são compridas (ao longo de caminhos), redondas ou quadrangulares. Localizam-se de preferência à beira de rios ou, na falta de cursos d'água, perto de lagoas na mata. A proximidade de uma estrada pode ser outro fator atraente, para vender artesanato.<br><br>Grazielly e Guilherme Berthold<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 15:23:11 UTC</pubDate>
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         <title>São Paulo, SP</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Willian Amparo <br><br><strong>Tribo Terena&nbsp;</strong></div><div><strong>Cultura&nbsp;<br></strong><br></div><div>Além de habilidade na agricultura, os Terena são bons artesãos. As aldeias mais próximas dos centros urbanos abastecem as feiras com arroz, feijão de corda, maxixe, mandioca e milho, alimentos que formam a base de sua dieta alimentar. Em Campo Grande eles expõem e vendem seus produtos ao lado do Mercadão Municipal</div><div><br></div><div><strong>Rituais&nbsp;<br></strong><br></div><div>Na aldeia dos índios terenas em Avaí, as mulheres dançam ao som do tambor e da flauta para pedir chuva para região. Na tradição <strong>terena</strong>, só as mulheres dançam ao som de tambor e da flauta. E segunda a professora da dança, quando pedido é com fé dá certo.</div><div><br></div><div><strong>Língua&nbsp;<br></strong><br></div><div>Os Terena são um povo indígena falante de língua Aruak a língua<strong> </strong>terena é falada pela maioria das pessoas que se reconhecem, hoje, como Terena. Mas o seu uso - e freqüência - é desigual nas várias aldeias e Terras Indígenas.</div><div><br></div><div><strong>Aonde vive&nbsp;<br></strong><br></div><div>Atualmente, habitam Terras Indígenas em dois estados brasileiros (Mato Grosso do Sul e São Paulo).</div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 15:23:24 UTC</pubDate>
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         <title>Amapá, AP</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Língua:</div><div>Os Palikur falam uma língua que pertence à subfamília Maipure, o parikwaki. Na região também são faladas algumas outras línguas: português; francês, créole, Kaliña da família linguística Karib e o patoá.<br><br></div><div>Cultura:&nbsp;<br>A cultura do Palikur é composta por vários tipos de trançados, cestarias, potes de cerâmica, flautas de bambu e ossos de animais, carimbos faciais, bordunas, escudos, arco e flecha, cocares, bancos cerimoniais, canoas entre outros. Eles são os únicos na região que fazem grandes potes para pôr wohska (bebida fermentada à base de mandioca, utilizada de modo fundamental nos rituais, nos pagamentos de mutirão de roça e nas assembleias políticas). Eles também têm um museu que é administrado por jovens Palikur, o Museu Kuahi.<br><br></div><div>Atividade econômica:<br>A estação do ano interfere muito nas atividades deles.<br>No auge do verão, a água se concentra no rio, o que facilita a pesca que é feita com anzol e linha, zagaia ou arco e flecha.<br>Eles também queimam os juncos secos dos campos, isso visa não somente a caça, mas também facilitar a passagem de canoas empurradas por longas varas, quando os campos alagam no inverno.<br>É também no verão que se começa a procurar os melhores locais para fazer as roças. Os procedimentos adotados são a derrubada, a queima, a coivara e por fim o cultivo. Plantam-se banana, abacaxi, pimenta de cheiro, batata cará, entre outras espécies, mas o principal produto é a mandioca brava para a produção de farinha e de seus derivados – beiju, farinha de tapioca, cruera para mingau etc.<br>Em dezembro, inicia-se a produção da farinha de mandioca, que é parte consumida e parte estocada em grandes tonéis com tampa de rosca, que são comprados na Guiana Francesa e utilizados para manter a farinha sempre crocante.<br><br>Histórico de contato:<br>Alguns historiadores chamaram o primeiro contato entre portugueses e indígenas de “encontro de culturas” (como uma tentativa de amenizar e adocicar as péssimas relações que foram mantidas), mas percebemos que o início do processo de colonização portuguesa foi um “desencontro de culturas”.<br><br>Organização:<br>A coletividade era uma característica marcante entre os índios. Suas cabanas eram divididas entre vários casais e seus filhos e, como não havia classes sociais, até mesmo o chefe da tribo dividia sua cabana. Duas figuras importantes na organização das tribos são o pajé e o cacique.<br><br>Dupla: Bianca e Brenda<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 15:28:04 UTC</pubDate>
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         <title>Roraima, Brasil</title>
         <author>Nicolasz</author>
         <link>https://padlet.com/tatyanesenac/povosindigenasbr/wish/2201031980</link>
         <description><![CDATA[<div>Nicolas e Murilo med4<br><br>língua:<br>Constituem um conjunto cultural e linguístico composto de, pelo menos, quatro subgrupos adjacentes que falam línguas da mesma família (Yanomae, Yanõmami, Sanima e Ninam).&nbsp;<br><br>cultura, organização e atividades:<br>Os Yanomami remetem sua origem à copulação do demiurgo Omama com a filha do monstro aquático Tëpërësiki, dono das plantas cultivadas.<br>A Omama é atribuída a origem das regras da sociedade e da cultura yanomami atual.<br>Os grupos locais yanomami são geralmente constituídos por uma casa plurifamiliar em forma de cone ou de cone truncado chamado yano ou xapono, ou por aldeias compostas de casas de tipos retangulares.<br>Seus membros preferem, idealmente, casar-se nesta comunidade de parentes com um(a) primo(a) "cruzado(a)", ou seja, o(a) filho(a) de um tio materno e uma tia paterna. Esse tipo de casamento é reproduzido o quanto possível entre as famílias numa geração e de geração em geração, fazendo da casa coletiva ou aldeia yanomami um denso e confortável emaranhado de laços de consanguinidade e afinidade.<br><br>O espaço de floresta usado por cada casa-aldeia yanomami pode ser descrito esquematicamente como uma série de círculos concêntricos. Esses círculos delimitam áreas de uso de modos e intensidade distintos.<br><br>O primeiro círculo, num raio de cinco quilômetros, circunscreve a área de uso imediato da comunidade: pequena coleta feminina, pesca individual ou, no verão, pesca coletiva com timbó, caça ocasional de curta duração (ao amanhecer ou ao entardecer) e atividades agrícolas.&nbsp;<br><br>O segundo círculo, num raio de cinco a dez quilômetros, é a área de caça individual e da coleta familiar do dia-a-dia.<br><br>O terceiro círculo, num raio de dez a vinte quilômetros, é a área das expedições de caça coletivas de uma a duas semanas que antecedem os rituais funerários (cremações dos ossos, enterros ou ingestões de cinzas nas cerimônias intercomunitárias reahu), bem como das longas expedições plurifamiliares de coleta e caça (três a seis semanas) durante a fase de maturação das novas roças.&nbsp;<br><br>A iniciação dos pajés é dolorosa e extática. Ao longo dela, inalando por muitos dias o pó alucinógeno yãkõana (resina ou fragmentos da casca interna da árvore Virola sp. secados e pulverizados) sob a condução dos mais antigos, aprendem a "ver/ conhecer" os espíritos xapiripë e a "responder" a seus cantos.<br><br>Os xapiripë são vistos sob a forma de miniaturas humanóides enfeitadas de ornamentos cerimoniais coloridos e brilhantes. Sua dança de apresentação é comparada à ruidosa e alegre chegada de grupos convidados, ricamente adornados, numa festa intercomunitária reahu. São, sobretudo, "imagens" xamânicas (utupë) de entes da floresta. Existem xapiripë de mamíferos, pássaros, peixes, batráquios, répteis, lagartos, quelônios, crustáceos e insetos. Existem espíritos de diversas árvores, espíritos das folhas, espíritos dos cipós, dos méis silvestres, da água, das pedras, das cachoeiras… Muitos são também "imagens" de entidades cósmicas (lua, sol, tempestade, trovão, relâmpago) e de personagens mitológicas. Existem também humildes xapiripë caseiros, como o espírito do cachorro, o espírito do fogo ou da panela de barro. Existem, enfim, espíritos dos "brancos" (os napënapëripë, mobilizados, por homeopatia simbólica, para combater as epidemias) e de seus animais domésticos (galinha, boi, cavalo).<br><br>histórico:<br>Para os Yanomami, ''urihi'', a terra-floresta,trata-se de uma entidade viva, inserida numa complexa dinâmica cosmológica de intercâmbios entre humanos e não-humanos. Como tal, se encontra hoje ameaçada pela predação cega dos brancos.<br><br>No Brasil, os primeiros encontros diretos de grupos yanomami com representantes da fronteira extrativista local.<br>várias missões católicas e evangélicas, estabeleceu os primeiros pontos de contato permanente no seu território. Estes postos constituíram uma rede de pólos de sedentarização, fonte regular de objetos manufaturados e de alguma assistência sanitária, mas também, muitas vezes, origem de graves surtos epidêmicos (sarampo, gripe e coqueluche).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 15:37:22 UTC</pubDate>
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         <title>Pará, Brasil - Koatinemo (Leonardo Melero, Lorena Botechia)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatyanesenac/povosindigenasbr/wish/2201055741</link>
         <description><![CDATA[<div>A terra indígena Koatinemo, é localizada no estado do Pará, que é regularizada e tradicionalmente ocupada, tem uma área de 387 834 hectares, e uma população de 154 pessoas, o idioma deles é o tupi-guarani. &nbsp;</div><div>Eles praticam caça, pesca e coleta, a agricultura é a principal atividade de subsistência dos Asurini, sendo que a mandioca o maior plantio deles, cultivando várias espécies de mandioca em suas roças. Os Asurini possuem uma cultura material, assim produzindo objeto pela cultura como: cerâmica, cesteiras, armas, enfeites corporais, instrumentos musicais (flauta). &nbsp;</div><div>Eles se identificam e caracterizam-se com a prática da pintura corporal, que é desenvolvida pelas mulheres. &nbsp;</div><div>O povo Asurini vive em uma aldeia à margem direita do rio Xingu, na terra indígena Koatinemo, em 1986. Antes este povo, desde 1972 até o ano de 1985, eles habitavam outra aldeia localizada à margem do igarapé Ipiaçava, afluente da margem direita do Xingu, ocupando uma superfície de 388.304 m, com 428 km de perímetro, pertencente ao município paraense Senador José Porfírio, estando mais ligado ao município de Altamira, por proximidade geográfica e por decisão política das lideranças desse grupo. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-26 15:56:31 UTC</pubDate>
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         <title>Mato Grosso do Sul</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatyanesenac/povosindigenasbr/wish/2201465657</link>
         <description><![CDATA[<div>Os povos indígenas que nós escolhemos foram os Ofaié, que podem também ser chamados de Opayé, Opaié, Ofaiê, Faiá, Faié, Fae, Faiá, Kukura, Xavante, Chavante, Shavante, Chavante-Ofaié, Chavante-Opaié, Guaxi. Os Ofaié moram no Município de Beasilandia MS, tendo como principal língua o Ofaié, que é uma língua que ainda está sendo estudada.&nbsp;<br>&nbsp;Segundo dados de Carlos Alberto dos Santos Dutra a população dos Ofaié era de 58 pessoas.<br>&nbsp;Em 1987, iniciou-se a campanha “Ofaié Xavante – Estamos Vivos” (liderada por Ataíde Francisco, Cimi, UFMS, CPT, PT-MS, UNI-MS e outros) para demarcar suas terras, culminando em quase 2.000 hectares em 1991, mas, foi assumido pelos agricultores. Reclamações sobre as más condições de vida de Ofaié (incluindo trabalho escravo em algumas fazendas). Levaram vereadores de Brasillândia-MS e algumas cidades da zona oeste de São Paulo a apresentar uma moção em apoio a Ofaié, pedindo à Funai que tratasse de seus problemas. Exílio de Ofaié. Funai de Campo Grande-MS, com o Cimi, então adquirido do Sr. Luiggi Cantoni, proprietário da Fazenda Olympia, do Grupo Cisalpina, arrendou 110 hectares de terra na Fazenda Cisalpina para que a equipe de 70 pessoas na época pudesse se reunir.<br>&nbsp;Antigamente os Ofaiés viviam de caça, pesca e coleta de frutas e mel, fizeram seus acampamentos perto dos rios. Sempre moraram em pequenos grupos para facilitar o deslocamento se necessário. No frio, dormiam buracos. Os trabalhos são divididos entre os homens e as mulheres, os homens ficam encarregados da caça e os demais traziam lenha, faziam casas, arcos e flechas. As mulheres ficavam encarregadas de coisas mais caseiras, colhendo frutas e mel, e preparavam as fibras para as cordas do arco. E em relação à música, seus instrumentos mais usados eram a flauta e um pequeno chocalho. Atualmente os Ofaié não dedicam mais o seu tempo como antes para música, as mudanças de lugar a que foram forçados a fazer, com certeza mudou muitos costumes.<br>&nbsp;<br><br>Ketlyn e Ives<br>Med4<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 00:09:33 UTC</pubDate>
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         <title>Alagoas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/tatyanesenac/povosindigenasbr/wish/2202145902</link>
         <description><![CDATA[<div>Kalankó são descendentes de um dos povos indígenas que viveram em pernambuco. Da região do alto sertão alagoano e falam português em sua maneira. Somam cerca de 54 famílias, totalizando cerca de 390 pessoas. Não existem escolas e nem professores na região para atender certas demandas das crianças. Perto do século XIX eles ainda se encontravam livre do domínio dos Barões e !coronéis" do Nordeste.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-27 12:36:37 UTC</pubDate>
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