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      <title>Cartografia Migração Mex-EUA by Isabela Pronsate</title>
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      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-06-29 00:37:30 UTC</pubDate>
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         <title>Início do trajeto</title>
         <author>belapronsate</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os principais pontos de ingressos em território mexicano, realizado pelas mulheres centroamericanas, são Tecun Uman, La Mesilla e El Naranjo (cidades guatemaltecas e pontos de cruzamento de fronteira).<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 00:39:31 UTC</pubDate>
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         <title>Perfil das mulheres</title>
         <author>belapronsate</author>
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         <description><![CDATA[<div>As mulheres, em sua maioria, dizem contratar um <em>coyote </em>ou contrabandista para fazer a viagem cruzando o México até os Estados Unidos. Estudos evidenciam que, tendo em vista a população feminina do Triângulo Norte como um todo, é possível dizer que as mulheres hondurenhas são as que menos recorrem ao uso destes traficantes, em comparação com mulheres salvadorenhas e guatemaltecas<em>. </em>Os estudos sugerem que as motivações sejam questões econômicas que não as permitem custear a viagem desta forma ou por falta de conhecimento deste tipo de serviço.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 01:07:50 UTC</pubDate>
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         <title>Meios de transporte</title>
         <author>belapronsate</author>
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         <description><![CDATA[<div>As mulheres centroamericanas seguem rumo aos EUA especialmente pelas vias terrestres do México. Utilizam ônibus, caminhões de carga, veículos particulares e trem, em especial por vias de conexão considerando principalmente a fronteira sul até o centro do México. &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 01:35:21 UTC</pubDate>
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         <title>Percalços diários</title>
         <author>belapronsate</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para realizar a travessia aos poucos, as mulheres estão à mercê de trajetos longos e cansativos, tendo como alternativa estâncias temporárias de curto tempo em abrigos. Esta condição as expõe, em maior ou menor medida, a abusos e violações. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-29 01:38:16 UTC</pubDate>
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         <title>Cartografia </title>
         <author>belapronsate</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo dados coletados na plataforma da Emif-Sur (Encuesta sobre Migración en la Frontera Sur de México), as mulheres de origem centroamericana cruzam o estado de Chiapas em duas direções: para oeste (via Tapachula e Tux-tla Gutiérrez, localizados em Chiapas) e para norte (via Palenque e Villa Hermosa). Em entrevistas coletadas, muitas mulheres dizem ter cruzado por Puebla e pelo Distrito Federal. Em outra direção, recordam ter passado por cidades de Veracruz. Podemos inferir, dessa forma,&nbsp;a existência de duas rotas desde a fronteira sul até o centro do México. Primera: Chiapas–Veracruz-Puebla-D.F. e segunda: Chiapas-Tabasco-Veracruz.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-06-30 00:41:34 UTC</pubDate>
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         <title>Legenda da cartografia</title>
         <author>belapronsate</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segue abaixo uma breve explicação sobre os pontos colocados no mapa:<br><br>Verde: Cidades fornteiriças na Guatemala utilizadas pelas mulheres como pontos de cruzamento.<br>Laranja: zonas de concentração e encontro de migrantes, para então reapruparem-se e dividirem-se em blocos.&nbsp;<br>Rosa: Conhecidas cidades de passagem das mulheres.<br>Roxo: Rota del Pacifíco.<br>Vermelho: Rota del Centro.<br>Azul: Rota del Golfo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 02:09:54 UTC</pubDate>
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         <title>Referências</title>
         <author>belapronsate</author>
         <link>https://padlet.com/belapronsate/liecc4xkvsvupc2j/wish/2236864161</link>
         <description><![CDATA[<div>Compromisso e Atitude. Mulheres migrantes são vítimas de diversas formas de violência. Publicado originalmente por Adital em 27 de jul. de 2015. Disponível em: &lt;https://www.compromissoeatitude.org.br/mulheres-migrantes-sao-vitimas-de-diversas-formas-de-violencia-adital-27072015/&gt;. Acesso em: 30 de maio de 2022.<br><br>GARCÍA, J. Una ONG de Tamaulipas eleva de 23 a 56 los desaparecidos y señala a la marina. El País, 31 de maio de 2018. Disponível em: &lt;https://elpais.com/internacional/2018/05/31/mexico/1527792157_282638.html?rel=mas&gt;. Acesso em: 02 de jul. de 2022.<br><br>GIMENO, M. C. M; CARO, T. T; RODRÍGUES, R. C. Mulheres em Movimentos Migratórios na Fronteira Norte do México-EUA. Universidade Pablo de Olavide, Pedagogia Social. Revista Interuniversitaria, 2014, 23, p. 45-69.<br><br>Relatório de MSF mostra que políticas migratórias de EUA e México aumentam riscos à saúde e segurança de migrantes e refugiados. Médicos Sem Fronteiras (MSF), 11 fev. 2020. Disponível em:</div><div>&lt;https://www.msf.org.br/noticias/relatorio-de-msf-mostra-que-politicas-migratorias-de-eua-e-mexico-aumentam-riscos-saude-e/&gt;. Acesso em: 06 jun. 2022.</div><div><br><br></div><div><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-05 02:28:06 UTC</pubDate>
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