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      <title>Manuel Bandeira &quot;os sapos&quot; by Giovanna Ferreira</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-25 23:12:53 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução  </title>
         <author>giovannajaime45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesse trabalho irei falar sobre "O sapos", um poema que foi visto como uma critica aos ditames da poesia parnasiana, critica ao parnasianismo. Mas que por sua vez, se tornou um clássico da poesia moderna brasileira. </p><p>(<strong>O Parnasianismo</strong> é um estilo de época caracterizado pela objetividade e pelo descritivismo, além da retomada de temas da Antiguidade clássica e rigor formal na construção do texto poético).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 00:55:34 UTC</pubDate>
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         <title>Manuel Bandeira </title>
         <author>giovannajaime45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho nasceu no dia 19 de abril de 1886, no Recife, Pernambuco.</p><p>Foi um famoso poeta brasileiro além de, critico literário, critico de arte, tradutor e professor. </p><p>Manuel Bandeira sofreu durante anos com a tuberculose e, por isso, tinha saúde frágil. Por esse motivo, durante anos de sua vida, Manoel escrevia sobre seu medo em relação a morte e a solidão. Em sua poesia podemos encontrar temas prosaicos, como a própria doença do escritor, o cotidiano, a cultura popular, a saudade, a infância, a solidão, entre outros que, apesar de serem corriqueiros, contavam com a maestria de um poeta que soube tratar assuntos aparentemente banais em poesias ricas em construção e significação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 00:59:26 UTC</pubDate>
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         <title>Arte Moderna </title>
         <author>giovannajaime45</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Semana de Arte Moderna de 1922 ocorreu em três dias intercalados em fevereiro de 1922 no Teatro Municipal de São Paulo. Vários artistas apresentaram trabalhos visando uma reação da imprensa ao novo movimento. No entanto, os jornais criticaram fortemente os eventos, refletindo a incompreensão e escândalo do público presente.</p><p>Manuel Bandeira não participou diretamente da Semana de Arte Moderna de 1922. Seu poema “Os sapos”, de seu livro Carnaval (1919), no entanto, foi declamado pelo poeta Ronald de Carvalho. No entanto, Bandeira escreveu textos para as revistas vinculadas ao movimento modernista, como: Klaxon, Revista de Antropofagia, Lanterna Verde, Terra Roxa e A Revista.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 01:55:46 UTC</pubDate>
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         <title>Poema &quot;Os sapos&quot;</title>
         <author>giovannajaime45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Bandeira consegue em Os sapos reproduzir as características essenciais defendidas pelos parnasianos. Trata-se, portanto, de um poema que carrega métrica regular e preocupação com a sonoridade, imitações que neste caso estão a serviço da rejeição à poesia parnasiana.</p><p>O poema segue um esquema de rimas ABAB, sendo destoante apenas o último terceto. Em termos de estrutura, Os sapos é construído a partir de redondilhas menores.</p><p>Os versos trabalham com a <strong>ironia</strong> e com a <strong>paródia</strong> a fim de despertar o público leitor para a necessidade de ruptura e transformação da poesia.</p><p>Os versos de Manuel Bandeira são metalinguísticos porque falam da própria poesia, ou melhor, daquilo que a poesia não deveria ser. Os sapos refletem sobre o que supostamente é a arte e o bom poema. O que o diálogo imaginário entre os sapos produz é um exercício de reflexão sobre as normas de composição dos versos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 02:04:57 UTC</pubDate>
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         <title>Poema </title>
         <author>giovannajaime45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Enfunando os papos,<br>Saem da penumbra,<br>Aos pulos, os sapos.<br>A luz os deslumbra.</p><p><br></p><p>Em ronco que aterra,<br>Berra o sapo-boi:<br>- "Meu pai foi à guerra!"<br>- "Não foi!" - "Foi!" - "Não foi!".</p><p><br></p><p>O sapo-tanoeiro,<br>Parnasiano aguado,<br>Diz: - "Meu cancioneiro<br>É bem martelado.</p><p><br></p><p>Vede como primo<br>Em comer os hiatos!<br>Que arte! E nunca rimo<br>Os termos cognatos.</p><p><br></p><p>O meu verso é bom<br>Frumento sem joio.<br>Faço rimas com<br>Consoantes de apoio.</p><p><br></p><p>Vai por cinquenta anos<br>Que lhes dei a norma:<br>Reduzi sem danos<br>A fôrmas a forma.</p><p><br></p><p>Clame a saparia<br>Em críticas céticas:<br>Não há mais poesia,<br>Mas há artes poéticas..."</p><p><br></p><p>Urra o sapo-boi:<br>- "Meu pai foi rei!"- "Foi!"<br>- "Não foi!" - "Foi!" - "Não foi!".</p><p><br></p><p>Brada em um assomo<br>O sapo-tanoeiro:<br>- A grande arte é como<br>Lavor de joalheiro.</p><p><br></p><p>Ou bem de estatuário.<br>Tudo quanto é belo,<br>Tudo quanto é vário,<br>Canta no martelo".</p><p><br></p><p>Outros, sapos-pipas<br>(Um mal em si cabe),<br>Falam pelas tripas,<br>- "Sei!" - "Não sabe!" - "Sabe!".</p><p><br></p><p>Longe dessa grita,<br>Lá onde mais densa<br>A noite infinita<br>Veste a sombra imensa;</p><p><br></p><p>Lá, fugido ao mundo,<br>Sem glória, sem fé,<br>No perau profundo<br>E solitário, é</p><p><br></p><p>Que soluças tu,<br>Transido de frio,<br>Sapo-cururu<br>Da beira do rio...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 02:12:37 UTC</pubDate>
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         <title>Manuel Bandeira </title>
         <author>giovannajaime45</author>
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         <description><![CDATA[<p>Manuel madeira foi uma peça fundamental para a literatura moderna, falando em suas escritas, temas que não eram abordado na escrita parnasiana, em um movimento que  mudou a forma de arte da época . Mesmo com seus problemas de saúde, Manuel conseguiu  trazer uma escrita cativadora, com leveza e ironia, o estado de sua doença. </p><p>O Poema "O sapo", por sua vez, foi um poema que abordou um tema muito presente na época, quebrando tabus e trazendo uma nova visão da escrita e da arte, uma peça muito importante para a literatura moderno.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 02:36:18 UTC</pubDate>
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