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      <title>Leishmaniose by Leonardo Fernandes</title>
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      <description>Criado com um gosto pelo conhecimento</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-10-20 14:13:40 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-17 13:44:54 UTC</lastBuildDate>
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         <title>INTRODUÇÃO</title>
         <author>leovf92</author>
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         <description><![CDATA[<div>As leishmanioses constituem um grupo de doenças causadas por protozoários do gênero Leishmania, que pertence ao subgrupo taxonômico Kinetoplastea. Mais de 20 espécies nesse gênero foram descritas como agentes etiológicos de doenças humanas. As diferentes formas clínicas podem ser agrupadas em leishmaniose tegumentar e visceral. As leishmanioses são endêmicas em 88 países, distribuídos na América, na África, na Ásia e na Europa, com cerca de 2 milhões de casos novos a cada ano</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-20 14:19:36 UTC</pubDate>
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         <title>EPIDEMIOLOGIA </title>
         <author>leovf92</author>
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         <description><![CDATA[<div>• População sob risco: 350 milhões <br>• Distribuição: 88 países em 4 continentes <br>• Prevalência: 12 milhões de casos <br>• Mortes: 57.000/ano <br>• Coinfecção Leishmania/HIV <br><br><br><strong><em><mark>• DADOS BRASIL (2012)</mark></em></strong><br>• 3.038 casos</div><div>• Incidência de 1,57 casos/100.000 hab</div><div>• 62,8% sexo masculino</div><div>• 41,9% dos casos em crianças 0-9 anos</div><div>• 8,5 % de coinfectados Leishmania/HIV</div><div>• 1.928 mil internações e média de permanência de 15 dias</div><div>• Letalidade: 7,1%</div><div>• Ocorrência em 21 UF das 5 regiões brasileiras</div><div>• 43,1% Região Nordeste<br>• Alta incidência em nossa região (Oeste Paulista, atingindo principalmente região de Presidente Prudente), São José do Rio Preto, Bauru, entre outras cidades)</div><div><br> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-20 14:26:21 UTC</pubDate>
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         <title>VETOR</title>
         <author>leovf92</author>
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         <description><![CDATA[<div>A doença é transmitida por insetos flebotomíneos, que são pequenos e se reproduzem e vivem em solo úmido em áreas de matas ou florestas. <br>A fêmea se alimenta de sangue de animais silvestres e/ou domésticos ou homens. A transmissão ocorre através de sua picada. Em nossa região o vetor é conhecido popularmente por "mosquito palha".</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-20 14:46:20 UTC</pubDate>
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         <title>CICLO DO PARASITO</title>
         <author>leovf92</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Ciclo heteróxeno.<br>• A infecção do flebotomíneo fêmea ocorre mediante ingestão de sangue contaminado de um hospedeiro mamífero.<br>• Os parasitas ingeridos se diferenciam rapidamente em formas promastigotas prociclícas, que sobrevivem no intestino do inseto.<br>• A medida que o nutriente se tornam escassos ocorre uma diferenciação para  promastigota metaciclícos, que migram até as porções inferiores do esôfago, onde passam a secretar fosfolipídios, a espera de um hospedeiro para dar continuidade ao ciclo.<br>• Ao se alimentar, a fêmea introduz os parasitos no hospedeiro, que posteriormente se instalam em células de defesas (lembrando que são resistentes a ação do sistema complemento, sendo apenas opsonizados), quando fagocitados, alteram a programação dos neutrofilos tornando-os incapazes de destruir-los, aumentando o tempo de vida do neutrofilo, deixando os parasitas viaveis nas primeiras horas da infecção. Em um segundo momento são esses neutrofilos sao fagocitdas por macrogafagos, encontrando nos macrófagos condições ideais para diferenciação, surgindo agora as formas amastigotas, forma tecidual e infectante para o inseto.<br>• Um inseto saudável ao se alimentar do sangue de um mamífero contaminado, vai dar continuidade ao ciclo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-20 14:46:30 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação das Leishimanioses e agentes etiológicos</title>
         <author>leovf92</author>
         <link>https://padlet.com/leovf92/lhts76xg1qhjguev/wish/845242801</link>
         <description><![CDATA[<div>Podem ser classificadas em: Cutânea, difusa, mucosa e visceral. A forma difusa é reconhecida como a mais grave da doença. Após ser picado por um vetor contaminado, o paciente passa por um período de incubação de duração incerta (varia em torno de 2 a 8 semanas, podendo chegar ate 2 anos), podem surgir sinais e sintomas de leishmaniose. No entanto, muitas infecções por Leishmania são completamente assintomáticas. Estudos epidemiológicos em áreas endêmicas de leishmaniose visceral mostram que somente cerca de 5 a 6% das pessoas infectadas desenvolvem sintomas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-20 15:14:23 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose Tegumentar</title>
         <author>leovf92</author>
         <link>https://padlet.com/leovf92/lhts76xg1qhjguev/wish/845277685</link>
         <description><![CDATA[<div>• Apresentação clínica variavel<br>•  Leishmaniose cutanea, forma mais comum da doenta, a lesão típica apresenta  bordas elevadas e infiltradas, com fundo granular, indolor e não pruriginosa, lembrando o topo de uma “cratera de vulcão”, que cicatrizam facilmente e expontaneamente.<br>• Leishmaniose cutaneo-difusa:  forma rara e muito grave,  iniciamente se apresenta como nodulos, evoluindo para multiplas lesoes por todo o tegumento, com perca de tecido na extremidades.<br>• Leishmaniose cutaneomucosa:  Semelhante a leishmaniose cutanea, porem com aparecimentos caracteristicos de lesões nas mucosas orais e nasais. São lesões infiltradas, indolores, que eventualmente ulceram, levando à perda tecidual e a perfura- ções, com desabamento do septo nasal, formação de fístulas oronasais </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-20 15:21:26 UTC</pubDate>
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         <title>Leishmaniose Visceral</title>
         <author>leovf92</author>
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         <description><![CDATA[<div>• A leishmaniose visceral tem início insidioso, com febre alta, porém irregular. O quadro febril é acompanhado de astenia, mal-estar geral e perda de peso. No exame físico são observadas hepatomegalia e esplenomegalia, que podem alcançar grandes dimensões; nestes casos, sinais de desnutrição são também evidentes. Os exames laboratoriais inespecíficos mostram anemia, leucopenia e plaquetopenia intensas, assim como hipergamaglobulinemia. A leishmaniose visceral pode ser uma das doenças oportunistas associadas à síndrome da imunodeficiência adquirida (AIDS). Nessas circunstâncias, o quadro clínico é muito variável e atípico; em geral, a evolução da doença é muito grave e a resposta ao tratamento muito precária, quando comparadas a infecções em hospedeiros imunocompetentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 11:37:10 UTC</pubDate>
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         <title>FORMAS EVOLUTIVAS</title>
         <author>leovf92</author>
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         <description><![CDATA[<div>Formas promastigotas e amastigotas</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 11:58:14 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico Leishmaniose</title>
         <author>leovf92</author>
         <link>https://padlet.com/leovf92/lhts76xg1qhjguev/wish/848300333</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em><mark>• Leishmaniose Tegumentar:</mark></em></strong> Biopsia, punção ou escarificação das lesões cutaneo ou mucosas, para realização de exame histopatologico. Coletar o material dos bordos da lesão. <br>• Coloração utilizada: Giemsa ou Leishman<br>• Inoculação em cultura in vitro ou animais.<br>• Intradermorreação de Montenegro, um teste de hipersensibilidade tardia. <br>• PCR<br><br><strong><em><mark>• Leishmaniose Visceral:</mark></em></strong> Punção de medula ossea, baço, figado ou linfodos.<br>• Coloração utilizada: Giemsa ou Leishman<br>• Inoculação em cultura in vitro ou animais.<br>• Testes sorologicos (ELISA, algutinação indireta)<br>• PCR</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 12:05:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>TRATAMENTO</title>
         <author>leovf92</author>
         <link>https://padlet.com/leovf92/lhts76xg1qhjguev/wish/848352204</link>
         <description><![CDATA[<div>• Antimoniais pentavalentes (Gaspar Vianna, 1913) -Intravenosos ou intramusculares (hospital) -20 dias (cutânea) ou 28 dias (mucosa ou visceral) --&gt; Bloqueiam quinases da glicólise ►Resistência na Índia (VL Bihar: 6-8x dose curou 1/3). <br><br>• Anfotericina B: interage com ergosterol da membrana do parasita, tornando-a permeável a íons e pequenas moléculas. ► Ainda não há resistência. <br><br>• Pentamidina: altera a estrutura do cinetoplasto e síntese de poliaminas. ► Resistência na Índia. </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 12:26:22 UTC</pubDate>
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         <title>ENTENDENDO O TRATAMENTO</title>
         <author>leovf92</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-10-21 12:30:18 UTC</pubDate>
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         <title>PROFILAXIA</title>
         <author>leovf92</author>
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         <description><![CDATA[<div>• Vacina<br>• Uso de repelentes<br>• Progamas de concientização<br>• Vigilancia epidemiologica<br>• Tratamento dos pacientes e animais doentes<br>• Controle do vetor<br> </div>]]></description>
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