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      <title>1C Cientistas negras brasileiras: mulheres que inspiram by Flávia Alves</title>
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      <description>Mural interativo produzido pelos estudantes da turma 1°C Integral do CEMTL, 2022.
Orientação: Profa Flávia Alves.
Componente Curricular: Iniciação Científica.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-05-12 01:21:26 UTC</pubDate>
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         <title>Rita de Cassia dos Anjos </title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Rita de Cassia dos Anjos, foi uma jovem curiosa que pegou inspiração de sua mãe - enfermeira, mãe de oito filhos que sempre apoiou e estimulou o ensino e a educação. “Não aceite as coisas como elas são” era algo que sua mãe à falava.<br>&nbsp; &nbsp;Destacando a importância das cotas e lutando contra o racismo e sexismo enquanto tomava seu lugar na ciência - um lugar dominado por homens brancos, cis, heteros e allos. Sua irmã mais velha pagou seu pré-vestibular, após isso conseguiu grandes conquistas; graduada em física biológica pela universidade de São Paulo, mestre e doutora em física, pos-doutorado pelo centro Harvard-Smithsonian para astrofísica.<br>&nbsp; &nbsp;Uma de suas pesquisas consiste no seu próprio projeto, “A Dinâmica de Raios Cósmicos De Altas Energias e Buracos negros”, um de seus maiores objetivos é descobrir os mistérios de raios cósmicos.<br><br>Por&nbsp;<br>Helena Matutino Lucchesi, 1 ano C (Matutino)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 11:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>Bárbara Carine Pinheiro </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Bárbara Carine Soares Pinheiro nasceu em&nbsp;<br>1987 na periferia de Salvador, bisneta de Vicença,&nbsp;<br>neta de Djanira Soares e filha de Teresinha Soares&nbsp;<br>de Jesus. Bárbara conta que cresceu livre pelas&nbsp;<br>ruas do seu bairro e que ainda se recorda muito&nbsp;<br>bem do cheiro de barro vermelho, que sentia após&nbsp;<br>o cair da chuva.<br>&nbsp;Doutora em Ensino, Filosofia e História das Ciências pela UFBA e hoje&nbsp;<br>professora na instituição, é mãe, nordestina e militante negra. Ela é&nbsp;<br>coordenadora do Grupo de Pesquisa em Diversidade e Criticidade nas&nbsp;<br>Ciências Naturais e após uma série de batalhas contra o racismo e superação&nbsp;<br>do ensino branco e eurocêntrico do curso de Química, suas produções&nbsp;<br>científicas contribuem para a formação de professoras e professores na&nbsp;<br>perspectiva crítico-decolonial e com a descolonização dos saberes científicos e&nbsp;<br>tecnológicos.<br>&nbsp;É autora de dois livros da série Descolonizando Saberes, “A lei&nbsp;<br>10.639/2003 no Ensino de Ciências” e “Mulheres Negras na Ciência”. Também&nbsp;<br>tem produções que buscam a valorização dos conhecimentos científicos de&nbsp;<br>origem africana.<br>&nbsp;Fortalecida por grandes mulheres negras em sua família e inspirada por&nbsp;<br>sua filha, Bárbara Pinheiro idealizou a Escolinha Maria Felipa, assim nomeada&nbsp;<br>em homenagem à heroína da independência da Bahia, com o objetivo de&nbsp;<br>oferecer às crianças da região de Salvador um ensino que valorize a&nbsp;<br>contribuição ancestral africana e ameríndia na formação sociocultural brasileira.&nbsp;<br><br>Ana Quele de Jesus Santos </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 11:25:50 UTC</pubDate>
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         <title>Sueli Carneiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>. Nascimento:24 de junho de 1950 (idade 71 anos)&nbsp;<br>. Tem uma única filha Luanda<br>. Sueli carneiro é uma das principais vozes conteporanias no luto pro igualdade nacial e pelo derrota das mulheres<br>. Seu marido se chama José Horácio<br>. Sueli carneiro defende racismo do movimento social negras brasileiras<br>. Sueli carneiro é fundadora e atual diretora do gilides&nbsp;<br>. Sueli carneiro é uma filósofa escritora e ativista antiracismo&nbsp;<br>. Nasceu em São Paulo<br>. Sueli lançou seu primeiro livro em 1985 mulher negra<br>. Sueli tem mais de 150 artigos publicados em jornais revistas e tem 17 livros em relação aos temas, a autora é apontada como ponta voz de uma geraçao.&nbsp;<br><br>Graciana rocha evangelista</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 11:27:52 UTC</pubDate>
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         <title>Lélia Gonzalez </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A filosofa Lélia Gonzalez nasceu em minas gerais, ela foi uma das peimeiras mulheres negras que conseguiu ter voz e vez em seminários e encontros internacionais de mulheres aqui na América Latina . Ela ajudou a fundar instituições como o movimento negro inificado (MNU), o Instituto de pesquisas das culturas negras (IPCN) o coltivo de mulheres negras N'Zinga e o aladum. Lélia morreu em no dia 10 de julho de 1994 aos 59 anos no rio de janeiro entre outras homenagens, Lélia Gonzalez tornou-se nome de uma escola pública estadual no bairro de romas, no Rio de Janeiro, de um centro de referências de cultura nega em Goiânia, de um coletivo de alunos do curso&nbsp; de relações internacionais da Universidade de São Paulo (USP), foi homenagiada pelo bloco afro ilê aijê em duas edições do carnaval baiano: em 1997, como parte do evento perilas negras do saber, e em 1998 com candacos. Lélia Gonzalez foi uma importante intelectual e ativista brasileira. Considerada a primeira mulher nega a se dedicar aos estudos de raça e genero no Brasil.&nbsp; Lélia desenvolveu forte pesquisa e militância na área.<br><br><br>&nbsp;Ana Carolina santana dos santos&nbsp;.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 11:33:43 UTC</pubDate>
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         <title>Bárbara Carine Pinheiro </title>
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         <description><![CDATA[<div>Bárbara Carine Pinheiro é uma cientista mãe, nordestina e miliante negra. Ela é uma coordenadora do grupo de pesquisa etc... E após uma série de batalhas contra o racismo e superação do ensino branco e eurocêntrica do curso de química.<br>É autora de dois livros da série descolonizado saberes, também tem produções que buscam a valorização dos conhecimentos, fortalecida por grandes mulheres negras em sua família.&nbsp;<br>Ela indealizou a escolinha Maria Felipa, nomeada em homenagem á heroína da independência da Bahia.<br><br>Láris de Souza Novaes!♡</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 11:37:14 UTC</pubDate>
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         <title>Sueli Carneiro </title>
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         <description><![CDATA[<div>Da maneira que foi desencanada aos dois anos de idade, por conta de uma DESNUTRIÇÃO severa, a um dos nomes mais importantes do FEMINISMO negro no Brasil. Ela é formada em filosofia pela Universidade de São Paulo,&nbsp; onde também fez Mestrado e Doutorado. Além de importante cientista social, Sueli carneiro é uma lutadora pelos direitos da MULHER negra.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br><br>CLAUDIO NOVAIS FERNANDES </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 11:52:56 UTC</pubDate>
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         <title>Enedina Alves marques (1913-1981)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Foi uma pioneira engenheira brasileira. Formou-se em engenharia civil em 1945 pelo Universidade Federal do Paraná, entrando para a história como a primeira mulher a se formar em engenharia no estado e a primeira engenharia do Brasil.&nbsp;<br><br><br><br><br>Eduardo da silva maciel&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-12 20:18:37 UTC</pubDate>
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         <title>RITA DE CÁSSIA DOS ANJOS</title>
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         <description><![CDATA[<div>RITA nasceu em Olímpia no interior de São Paulo, como sua família é grande de oito irmãos teve um privilégio, os irmãos mais velhos tiveram que trabalhar e estudar como ela era a mais nova não precisou, fez o ensino básico até o médio e começou a carreira científica, estudou física biológica em São José do Rio preto só que no meio do curso ela percebeu que ela gostava realmente era de física.Quem a incentivou foi a sua mãe ela era técnica de enfermagem e ela sempre falava assim: " RITA você tem que entender como as coisas funcionam e não é assim pronto e acabou" então isso sempre incentivou bastante.<br>&nbsp; RITA só ingressou na faculdade após a segunda tentativa. Imediatamente se tornou a única pessoa preta da sua turma,<br>A medida que progredia na carreira como os títulos de mestre e doutora em ciências aumenta. A pesquisadora também já foi vítima de racismo, mas de forma velada"não tenho como uma pessoa preta falar que nunca sofreu racismo"apesar de todas as vezes terem sido casos velados sempre sabemos quando não nos tratam bem por causa da pele.<br>&nbsp; &nbsp;Hoje é uma das principais, pesquisadoras brasileiras investigando galáxias, starburst, sistemas onde há uma e nem formação de estrelas, iluminosidade e ventos fortes. Sua pesquisa é importante pois nos ajuda a entender alguns fenômenos astrofísicos que são de significativa relevância para que a gente possa entender o nosso próprio cosmos, em 2020 RITA foi reconhecida por um importante prêmio estipulado para mulheres na ciência na categoria ciências físicas e é promovido pela L'Oréal e pela UNESCO.<br><br>Aluna: Tainá Souza Miranda&nbsp;<br>1° ano C matutino</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-14 20:19:45 UTC</pubDate>
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         <title>Enedina Alves Marques</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Enedina Alves Marques foi uma professora e pioneira engenheira brasileira.<br>&nbsp;Formou-se em Engenharia Civil em 1945 pela Universidade Federal do Paraná, entrando para a história como a primeira mulher a se formar em engenharia no estado e a primeira engenheira negra do Brasil.<br>Nascimento: 13 de janeiro de 1913, Curitiba, Paraná.&nbsp;<br>Falecimento: 1981, Curitiba, Paraná. Morte: agosto de 1981 (68 anos); Curitiba, Paraná, Brasil. &nbsp;<br>Nome completo: Enedina Alves Marques.&nbsp;<br>Formação: Universidade Federal do Paraná, Colégio Estadual do Paraná.&nbsp;<br><br>Bruno de Souza Rocha&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-16 20:40:17 UTC</pubDate>
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         <title>Neusa Santos Souza </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Biografia de Neusa Santos Souza&nbsp;<br><br>&nbsp;Neusa Santos Souza&nbsp; ( 1948-2008) foi psiquiatra e psicanalista , uma referência no tratamento de pacientes graves-nascidas em cachoeira (BA) foi formada na faculdade de medicina da Bahia. E autora de diversos estudos sobre loucura e psicose .<br>&nbsp;Neusa era uma psicóloga negra lacaniana muito reconhecida , contrariando as estatísticas e as dificuldades da menor renda .<br>&nbsp;Em 1983 publicou o seu livro " tornar-se negro " com uma grande ajuda a área das relações raciais . Sua obra tem reflexões sobre o custo emocional da negação da cultura.<br>&nbsp;Antes de falecer , no dia 20 de dezembro de 2008 , aos seus 60 anos fez um artigo explicando que aos 120 anos que a lei áurea ia completar 2009". Isso e uma liga que os negros convivivem no dia a dia , preconceito e descriminação racial em qualquer área tanto no trabalho ou em todo lugar .<br><br>Aluno :João Carlos Pereira Neves 1 ano c (matutino)</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 22:13:14 UTC</pubDate>
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         <title>Anna Canavarro Benite</title>
         <author>flaviairaquara</author>
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         <description><![CDATA[<div>Anna Maria Canavarro Benite&nbsp; é uma Química brasileira, mestra e doutora em ciências, licenciada e bacharel em Química pela Universidade Federal do Rio de Janeiro. Sua área de atuação é a Química bioinorganica medicinal. Coordena o laboratório de pesquisas em educação Química e inclusão. Ela escolheu estudar&nbsp; Química.<br><br>Vitória Ferreira</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-17 22:36:11 UTC</pubDate>
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         <title>Katemari Rosa</title>
         <author>flaviairaquara</author>
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         <description><![CDATA[<div>Katemari rosa nasceu no dia 16 de outubro de 1979 em Porto Alegre. Ela fez o ensino fundamental em uma escola. Ela com um grande sonho de se tornar astrônoma, ela fez uma graduação em física na UFRG e mestrado na UFBA. Em ensino na filosofia e história das ciências. Mais quando ela foi fazer a física ela não pensava nessas questões de qual seria a Representatividade das mulheres e de pessoas negras na física. Só que ela queria fazer física desde os 8 anos de idade. A razão é porque ela amava astronomia. Gostava de olhar para o céu, para as estrelas, para o universo, o cosmos mais ela achava tudo aquilo fascinante. Aí foi que ela primrirante em física aí ela foi e falo: isso que eu vou fazer: física o , tem o fato de eu gostar dos céus, das estrelas.<br><br>Neuvãnia Gomes Batista&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 21:06:25 UTC</pubDate>
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         <title>Katemari Rosa</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>Katemari Rosa nasceu no dia 16 de outubro de 1979 em Porto Alegre. Fez o ensino fundamental em uma escola pública e o ensino médio no curso técnico em secretariado na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS).Desde a adolescência já demonstrava atividade pela ária da física. Licenciada em física na ( UFRGS). Mestra em ensino de história e filosofia de ciência pela UFBA. Doutora em science education pela columbia university professora adjunta da Universidade Federal da Bahia, onde pesquisa sobre ensino de física e formação de professoras e professores de física, física nas séries inicias e discussões que envolvem as interseccionalidades de gênero, sexualidades , raça, etnia e status socioeconômico na construção e no ensino das&nbsp; ciências.<br><br>Graciene Rocha Evangelista</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-18 22:51:02 UTC</pubDate>
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         <title>Enedina Alves Marques</title>
         <author>flaviairaquara</author>
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         <description><![CDATA[<div>Enedina Alves Marques&nbsp;nasceu em Curitiba-PR, em 13 de janeiro de 1913, filha de Paulo Marques e Virgília Alves Marques. Formou-se em Engenharia Civil em 1945 pela Universidade Federal do Paraná (UFPR), entrando para a história como a primeira mulher a se formar em engenharia no Paraná e a primeira engenheira negra do Brasil.<br>Filha de doméstica, foi criada na casa da família do delegado e major Domingos Nascimento Sobrinho, para quem sua mãe trabalhava. Enedina tinha a mesma idade da filha de Domingos e, para que pudessem fazer companhia uma a outra, ele a matriculou nos mesmos colégios da filha. Assim, Enedina Alves foi alfabetizada na Escola Particular da Professora Luiza Dorfmund, entre 1925 e 1926. &nbsp;No ano seguinte, ingressou na Escola Normal, onde permaneceu até 1931. Entre 1932 e 1935, passou a trabalhar como professora no interior do estado.<br>Enedina morreu em agosto de 1981, aos 68 anos. Ela foi encontrada morta em seu apartamento na Rua Ermelino de Leão, no&nbsp;Centro de Curitiba, vítima de um&nbsp;infarto.<br>Monique Vitória de Araújo Oliveira</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 17:47:00 UTC</pubDate>
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         <title>Palavras finais</title>
         <author>flaviairaquara</author>
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         <description><![CDATA[<div>Agradeço imensamente a cada estudante que contagiou-se por esse projeto e abriu as janelas do conhecimento para pesquisar histórias de vida de quem constitui uma referência de luta e resistência.&nbsp;<br>A vocês estudantes, a minha gratidão por abraçar cada cientista, intelectual, reconstruindo sua concepção do ser e fazer ciência.&nbsp;<br>Eu acredito no potencial e na força de vocês para acreditar e lutar pelos seus sonhos!&nbsp;<br>Sigamos na jornada maravilhosa da construção do conhecimento!&nbsp;<br>Profa. Flávia A. S. Silva. CEMTL.<br><br>Iraquara - BA, 18/05/2022.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-05-21 17:47:10 UTC</pubDate>
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