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      <title>Skate: Rejeição, Resistência e Reconhecimento by Mayara Mendes</title>
      <link>https://padlet.com/menderochamaya/lfr7lkkemnfay2el</link>
      <description> análise sobre a trajetória do skate, desde sua marginalização inicial até sua crescente aceitação como prática esportiva. O trabalho explora os desafios enfrentados pelos skatistas, a resistência cultural que a prática representou e o processo de reconhecimento dentro da sociedade e da mídia.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-05-08 17:16:52 UTC</pubDate>
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         <title>Como surgiu</title>
         <author>menderochamaya</author>
         <link>https://padlet.com/menderochamaya/lfr7lkkemnfay2el/wish/3442253056</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante a década de 50, na califórnia, houve um período de maré baixa, onde os surfistas da região não conseguiam pegar ondas e também não queriam deixar de colocar suas habilidades em prática. Foi aí então, que eles decidiram colocar rodinhas em uma prancha de madeira, nomeando a modalidade de "surfe de asfalto".</p><p>Essa ideia deu tão certo que pouco tempo depois, mais precisamente em 1965, os primeiros skates começaram a ser comercializados. Vale ressaltar que os skates da época eram diferentes dos que vemos atualmente, pois se tratavam apenas de pranchas de madeira  com rodinhas. </p><p>As evoluções do equipamento começaram a acontecer na década de 70, onde passaram a adotar rodas de uretano, fazendo com que o skate ficasse ainda mais veloz. Neste período, o esporte foi ganhando mais adeptos e em 1980, durante um racionamento de água no país, muitas casas passaram a esvaziar as suas piscinas, dando espaço para que o <em>skateboarding</em> tivesse um impulso ainda maior. A partir da década de 90, o skate ganhou projeção mundial e passou a ser transmitido em diversos canais de televisão, além de estrear nas telas dos jogos eletrônicos, popularizando e aumentando cada vez mais o grupo de seguidores e praticantes do esporte.</p><p><br></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 18:17:54 UTC</pubDate>
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         <title>Como chegou ao Brasil</title>
         <author>menderochamaya</author>
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         <description><![CDATA[<p>A história do Skate no Brasil também teve início nos anos 60. É claro que assim como outros costumes e esportes, a disseminação no Brasil ocorreu por influência norte-americana.</p><p> Logo em 1974 foi inaugurada a primeira pista de skate da América Latina. O local escolhido foi Nova Iguaçu, no Rio de Janeiro. Acredita-se que essa escolha seja pela proximidade com a praia, tendo a presença de muitos surfistas na região.</p><p>  Após a inauguração da pista, o esporte passou a crescer ainda mais no estado do Rio de Janeiro e logo começou a ser praticado em outros estados. Pouco tempo depois do lançamento desta primeira pista, começaram as disputas e campeonatos, que foram concentrados no Rio e também em São Paulo.</p><p> De acordo com dados do Datafolha, em 2009 existiam cerca de 4 milhões de praticantes de skate no Brasil e este número, praticamente, dobrou em 2015. Isso mostra que o estilo de vida já faz parte da cultura do brasileiro.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 18:23:25 UTC</pubDate>
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         <title>Diferentes modalidades do skate</title>
         <author>menderochamaya</author>
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         <description><![CDATA[<p>O skate possui diversas modalidades, dentre elas: skate street; skatepark; half-pipe; bowl; freestyle; downhill, entre outros.</p><p> </p><p><strong>Skate Street</strong></p><p>O skate nasceu nas ruas e continua nelas até os dias de hoje. Com isso, o street é a arte de encontrar na arquitetura urbana os obstáculos para se realizar milhares de manobras: escadas, corrimãos, bancos, hidrantes, guias e entre outros objetos.&nbsp; É a modalidade mais praticada ao redor do mundo, talvez pela facilidade de encontrar locais para andar – afinal, onde tem rua, tem skate street. Algumas pistas de skate contam com construções que simulam esses locais, sendo essas as mais construídas no país.</p><p><br/></p><p><strong>Skateparks</strong></p><p> Da mesma maneira que o skate foi crescendo e ganhando milhares de adeptos, surgiu a necessidade de construírem lugares apropriados para sua prática. Nasceram então as primeiras pistas de skate, e junto com elas a modalidade skatepark, em que o skatista realiza suas manobras em obstáculos projetados especialmente para a prática do skate.</p><p><br/></p><p><strong>Half-pipe</strong></p><p>O carro chefe do que conhecemos hoje como skate vertical é, sem dúvidas, representado pelos Half Pipes, que são aquelas pistas em formato de “U”, que possuem cerca de 4 metros de altura.&nbsp; Suas dimensões são projetadas para dar condições para os&nbsp;skatistas voarem nas manobras aéreas.</p><p><br><strong>Bowl</strong></p><p>Bowls são pistas com o formato de piscina, com cerca de 3 metros de profundidade, que finaliza em paredes que fazem 90º com o chão. É o tipo de pista mais visto em parques ao ar livre e permite manobras em velocidade. Foi criado nos anos 1970, na Califórnia, que passou por um longo período de seca e diversas casas tiveram suas piscinas esvaziadas. Para skatistas e surfistas, isso significou muita diversão, evolução e radicalidade: eles invadiam as casas e utilizaram as paredes verticais das piscinas para simular o que faziam nas ondas. O fundo redondo das piscinas americanas é para o caso de a água congelar as paredes não arrebentarem, pois nesse caso o gelo se deslocaria para cima, não fazendo pressão nas paredes.</p><p><br/></p><p><strong>Freestyle</strong></p><p>Praticado em solo plano, quase não utilizando obstáculos e reconhecido facilmente, o&nbsp;<em>freestyle</em>&nbsp;é a modalidade que mais foge dos padrões atuais de skate, apesar de ser a mais antiga. E quando falamos sobre ela, não podemos deixar de citar Rodney Mullen, já que ninguém nunca chegou aos pés dele.&nbsp;Além disso, ele também foi responsável por inventar a maioria das manobras de solo de street e é considerado o skatista mais importante de todos os tempos.</p><p><br><strong>Downhill</strong><br>A modalidade&nbsp;<em>downhill,&nbsp;</em>como diz o próprio nome, consiste em descer ladeiras e mandar manobras conhecidas como&nbsp;<em>slides</em>. Na própria modalidade, existem algumas maneiras de se andar. Há skatistas que preferem “speed”, que é descer a ladeira em alta velocidade, sem frear, geralmente usando skates, acessórios de proteção diferenciados e até&nbsp;longboards.</p><p><br></p><p><br/></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 18:24:07 UTC</pubDate>
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         <title>A política e discriminação do skate street - skate de rua</title>
         <author>menderochamaya</author>
         <link>https://padlet.com/menderochamaya/lfr7lkkemnfay2el/wish/3442305429</link>
         <description><![CDATA[<p>O skate de rua e sua relação com o espaço urbano são frequentemente vistos pelas autoridades e pela sociedade como algo perturbador e agressivo, devido aos riscos que envolve, como a destruição de bens públicos e a colisão com pedestres. Como resposta, o poder público tem investido na construção de pistas de skate, que simulam obstáculos urbanos e oferecem um espaço delimitado para a prática.</p><p>No entanto, muitos skatistas continuam a preferir as ruas, pois acreditam que é nelas que estão as verdadeiras "essências" do skate. Para eles, o rolê (passeio em busca de picos) é fundamental, pois permite uma interação direta com a cidade, uma exploração contínua de novos espaços e uma sociabilidade única entre os praticantes. A cidade é vista como um campo de possibilidades, onde cada canto pode se tornar um obstáculo para uma manobra. Além disso, muitos skatistas argumentam que o verdadeiro espírito do skate de rua está na liberdade de explorar a cidade, sem a limitação das pistas oficiais.</p><p>Por outro lado, as políticas públicas tentam institucionalizar a prática, transformando-a em um esporte organizado e disciplinado. Embora isso possa ampliar o acesso ao esporte, também tende a reduzir o direito dos skatistas de se apropriarem de todas as partes da cidade, confinando-os a espaços específicos e delimitados. Essa tentativa de "esportivização" do skate de rua pode criar novas desigualdades, ao limitar a liberdade urbana dos skatistas e impor normas rígidas à sua prática.</p><p>Em resumo, o skate de rua representa uma forma de vivência da cidade que vai além do esporte, sendo uma maneira de se apropriar do espaço público e desafiar normas sociais e urbanísticas. Embora as pistas e as políticas públicas possam oferecer alternativas, muitos skatistas continuam a preferir as ruas, reivindicando o direito de interagir com a cidade de maneira livre e criativa.</p><p><br/></p><p><br></p><p><br><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 19:09:23 UTC</pubDate>
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         <title>Principais marcas e plataformas</title>
         <author>menderochamaya</author>
         <link>https://padlet.com/menderochamaya/lfr7lkkemnfay2el/wish/3442318837</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Thrasher Magazine</strong></p><p>A Thrasher Magazine é uma das publicações mais icônicas e influentes do mundo do skate. Fundada em 1981 por Eric Swenson e Kevin Thatcher, a revista rapidamente se tornou o principal veículo de mídia para a cultura do skate. Além de cobrir notícias e eventos de skate, a Thrasher é famosa por suas fotos e vídeos, especialmente sua série "King of the Road", que traz skatistas enfrentando desafios ao redor dos Estados Unidos. A famosa logo da "Thrasher Flame" é um símbolo de status para os skatistas e fãs de cultura urbana. A revista também promove eventos e tem uma grande presença online, mantendo-se relevante até os dias atuais.</p><p><br/></p><p><strong>Independent Trucks</strong></p><p>Independent Trucks é uma das marcas de eixos de skate mais populares e respeitadas no mundo. Fundada em 1978 por Fausto Vitello e Eric Swenson, a marca rapidamente se estabeleceu como sinônimo de durabilidade e desempenho. Os trucks da Independent são conhecidos pela sua resistência e qualidade, sendo preferidos por skatistas profissionais e amadores. A marca também é famosa por seu estilo icônico e por sua forte presença no cenário de skate, com patrocinadores de renome como Tony Hawk, Jamie Thomas e outros. Independent continua a ser uma das líderes em inovação e design de trucks.</p><p><br/></p><p><strong>Element Skateboards</strong></p><p>Element Skateboards é uma marca de skate conhecida por seu estilo único e compromisso com a sustentabilidade e responsabilidade social. Fundada em 1992 por Johnny Schillereff, a Element se destaca por seu foco em skateboards de alta qualidade e designs modernos. A marca sempre se preocupou em promover a ecologia, sendo uma das pioneiras em iniciativas de sustentabilidade dentro da indústria do skate. Element também é famosa por seu time de skatistas profissionais e por sua linha de roupas e acessórios.</p><p><br/></p><p><strong>Black Media Skate</strong></p><p>Black Media Skate é uma iniciativa que celebra e promove a cultura de skate entre a comunidade negra. Embora não seja uma marca tão mainstream quanto as outras mencionadas, ela desempenha um papel vital em representar a diversidade no skate. A Black Media Skate se dedica a criar conteúdo, eventos e plataformas para dar visibilidade a skatistas negros e suas contribuições para o esporte. Além disso, a mídia negra no skate busca quebrar barreiras, combater o racismo e expandir a inclusão dentro da cultura do skate.</p><p><br/></p><p><strong>DC Shoes</strong></p><p>DC Shoes foi fundada em 1994 por Ken Block e Damon Way e rapidamente se tornou uma das marcas mais reconhecidas no mundo do skate e do snowboard. A DC é famosa por seus tênis de alto desempenho e design inovador, muito populares entre skatistas e pessoas envolvidas em esportes de ação. A marca também expandiu seu portfólio, oferecendo roupas, acessórios e equipamentos. O logo icônico da DC, com suas iniciais estilizadas, é sinônimo de performance e estilo. Com um time de skatistas e atletas de outras modalidades como Travis Pastrana e Danny Way, a DC Shoes continua a ser uma referência no mercado de calçados e vestuário esportivo.</p><p><br/></p><p><strong>Santa Cruz</strong></p><p>A Santa Cruz Skateboards é uma das marcas mais tradicionais e influentes na história do skate. Fundada em 1973, a marca se tornou conhecida pelos seus designs inovadores, como os gráficos psicodélicos e com temas artísticos em suas tábuas. A Santa Cruz foi uma das pioneiras na fabricação de shapes e acessórios de skate, além de ser reconhecida por seu forte time de skatistas profissionais. A marca tem uma longa história de apoio ao skate profissional e uma presença contínua nas competições e eventos ao redor do mundo. Seus gráficos clássicos, como o famoso "Screaming Hand", continuam a ser símbolos atemporais da cultura do skate.</p><p><br/></p><p><strong>Creature Skateboards</strong></p><p>A Creature Skateboards é uma marca de skate que se destaca pelo seu estilo agressivo, sombrio e cheio de atitude. Fundada em 1994, a Creature é conhecida por seu foco no skate de rua e em manobras pesadas, frequentemente com um toque mais voltado para o estilo de vida "punk" e "hardcore". A marca é parte do conglomerado <mark>Dwindle Distribution</mark>, que também possui outras marcas como Almost, Blind, e Toy Machine.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 19:26:44 UTC</pubDate>
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         <title>Principais atletas</title>
         <author>menderochamaya</author>
         <link>https://padlet.com/menderochamaya/lfr7lkkemnfay2el/wish/3442327083</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Rodney Mullen (1966)</strong></p><p>Rodney Mullen é uma das figuras mais influentes na história do skate. Nascido em 1966, ele revolucionou o esporte nos anos 1980 e 1990, inventando manobras essenciais como o "kickflip", o "heelflip", o "treflip" e muitos outros truques que hoje são considerados básicos no skate street. Mullen também ajudou a popularizar o street skate e foi um dos pioneiros em levar o skate para o ambiente urbano. Sua habilidade técnica e contribuições para o esporte o tornaram uma lenda.</p><p><br/></p><p><strong>Tony Hawk (1968)</strong></p><p>Tony Hawk é outro nome icônico do skate, nascido em 1968. Hawk se tornou uma lenda do skate vertical (half-pipe) e é amplamente conhecido por realizar o primeiro "900", uma manobra que consistia em dois giros e meio no ar. Durante sua carreira, Hawk ganhou inúmeras competições e também ajudou a popularizar o skate com a criação do famoso jogo de videogame <strong>Tony Hawk's Pro Skater</strong>. Sua carreira e impacto vão além das competições, influenciando uma nova geração de skatistas.</p><p><br/></p><p><strong>Carlos Ribeiro (1994)</strong></p><p>Carlos Ribeiro é natural de <strong>Novo Hamburgo</strong>, no Rio Grande do Sul. Ele iniciou sua trajetória no skate aos 8 anos e, aos 16, se mudou para Barcelona para se dedicar ao esporte. Posteriormente, estabeleceu-se na Califórnia, onde atualmente reside e treina ao lado de grandes nomes do skate mundial. Carlos é patrocinado por marcas renomadas como <strong>Primitive Skateboards</strong>, <strong>Nike SB</strong>, <strong>Independent Trucks</strong>, <strong>LRG</strong>, <strong>Autobahn Wheels</strong>, <strong>Andale Bearings</strong>, <strong>Diamond Supply Co.</strong>, <strong>Grizzly Grip</strong> e <strong>CZN Skateshop</strong>.</p><p><br/></p><p><strong>Luan de Oliveira (1991)</strong></p><p>Luan de Oliveira é outro skatista brasileiro que se destaca internacionalmente. Nascido em Porto Alegre, Luan tem sido uma grande estrela no cenário do skate street. Sua habilidade técnica e estilo impecável chamaram a atenção nos circuitos internacionais, e ele foi campeão mundial do SLS (Street League Skateboarding) em 2014. Luan é conhecido por sua criatividade nas manobras e sua personalidade amigável, o que o fez muito popular entre os fãs de skate.</p><p><br/></p><p><strong>Nyjah Huston (1994)</strong></p><p>Nyjah Huston é um dos skatistas mais bem-sucedidos da história do skate competitivo. Nascido em 1994, ele é um atleta americano conhecido por sua habilidade técnica impressionante no street skate. Nyjah venceu diversos campeonatos, incluindo várias edições do X Games e do Street League, e é considerado um dos maiores skatistas da atualidade. Seu estilo e foco nas manobras mais difíceis o colocam constantemente no topo dos rankings de skate.</p><p><br/></p><p><strong>Rayssa Leal (2008)</strong></p><p>Rayssa Leal, também conhecida como "Fadinha", é uma jovem prodígio do skate brasileiro. Nascida em 2008, ela ganhou destaque internacional ao se tornar campeã mundial do Street Skate aos 13 anos, além de ser medalhista olímpica no Tokyo 2020, onde conquistou a prata, se tornando uma das atletas mais jovens a ganhar uma medalha olímpica no skate. Rayssa é vista como uma das promessas mais fortes para o futuro do skate feminino.</p><p><br/></p><p><strong>Sky Brown (2008)</strong></p><p>Sky Brown é uma skatista britânica/japonesa, nascida em 2008, que tem se destacado no skate vertical e street. Sky ganhou muita atenção no skate olímpico, tornando-se a mais jovem medalhista olímpica do Reino Unido, ao conquistar a medalha de bronze nos Jogos Olímpicos de Tóquio em 2020. Seu talento precoce e seu estilo audacioso a tornaram uma estrela internacional no skate.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 19:35:48 UTC</pubDate>
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         <title>skatista profissional</title>
         <author>menderochamaya</author>
         <link>https://padlet.com/menderochamaya/lfr7lkkemnfay2el/wish/3442337893</link>
         <description><![CDATA[<p>Por ser considerado um esporte para todas as idades, qualquer um pode ser aprovado. Para isso, deve-se preencher um formulário da Confederação Brasileira de<strong> </strong>Skate (CBSK). Depois, é necessário esperar a aprovação para ser um profissional do skate. Não deixa de ser um longo processo e precisa provar que tem história. Ou seja, deve ter presença em eventos, patrocínios, apoios e vídeos em redes sociais.</p><p> Já faz um tempo desde que esse esporte deixou de ser algo para diversão. Então, ele abriu as chances para que os amantes dele se tornem profissionais. Além disso, os atletas começaram a ganhar alguns direitos quando foi reconhecida como um trabalho:</p><ul><li><p>Férias;</p></li><li><p>13º salário;</p></li><li><p>FGTS;</p></li><li><p>Aposentadoria.</p></li></ul><p>O skate se junta a diversos outros esportes, como futebol e luta. Portanto, essa foi uma forma ideal de quebrar o conceito que as pessoas têm dessa prática. Mas, apenas a carteira assinada não é o suficiente para se considerar um profissional.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 19:47:32 UTC</pubDate>
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         <title>Alternativas para viver do skate sem ser skatista profissional</title>
         <author>menderochamaya</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nem todo mundo que vive do skate precisa competir ou ser um atleta profissional. Existem várias formas de estar dentro da cena e ganhar a vida com isso. Muitos trabalham em skateshops, marcas ou até criam suas próprias empresas voltadas para o público skatista. Outros produzem conteúdo nas redes sociais, registrando rolês, dando dicas ou mostrando o estilo de vida que envolve o skate. Também há quem atue como fotógrafo, videomaker, construtor de pistas ou organizador de eventos e campeonatos. Além disso, o skate tem um papel importante em projetos sociais, onde é usado como ferramenta de educação e inclusão, e muitos skatistas dão aulas, ensinando iniciantes e crianças. Tudo isso mostra que viver do skate vai além da competição — é possível transformar a paixão pela cultura em uma forma de trabalho e expressão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 19:57:17 UTC</pubDate>
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         <title>Minha visão sobre skatelife</title>
         <author>menderochamaya</author>
         <link>https://padlet.com/menderochamaya/lfr7lkkemnfay2el/wish/3442349575</link>
         <description><![CDATA[<p>Na minha opinião, o skate ainda é muito desvalorizado no Brasil, mesmo depois de ter ganhado visibilidade com as Olimpíadas. A maioria das pessoas só respeita quando vê medalha ou fama, mas não entende que o skate é mais que um esporte, é cultura, arte e resistência. Ainda existe preconceito com quem anda na rua, como se fosse vagabundo, mesmo quando está só se expressando e ocupando espaços que já deveriam ser nossos. Falta apoio, pista, incentivo e principalmente respeito. Eu vivo o skate e sei que ele me ensina coisas que a escola ou a sociedade nem sempre ensina: cair, levantar, insistir, criar, se conectar com outras pessoas. Por isso, acredito que o skate tem um valor muito maior do que a maioria enxerga. E enquanto a gente continuar rolando, vai continuar existindo e resistindo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-05-08 20:02:15 UTC</pubDate>
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