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      <title>Educação para as relações étnico-raciais: aspectos para a educação infantil by Breno Luís Batista</title>
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      <description>Educação Infantil 1 - Breno Luís, Ana Beatriz Alves, Ana Sulen, Maria Leticia e Sophia Barros</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-04 16:02:14 UTC</pubDate>
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         <title>A diferença entre Racismo e Injúria Racial</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Por Ana Beatriz Alves<br></em></strong><br>Para que possamos tomar atitudes correta é preciso que tenhamos o conhecimento sobre as diferenças entre Racismo e Injúria racial, já que nem sempre uma ofensa signifique crime. Mas tal fato não dispensa a chance de uma indenização.<br>O Racismo é um crime que atinge todo um grupo, tendo como critério a cor, etnia, religião ou nacionalidade de uma coletividade. É um crime inafiançável, prescrito no Artigo 1º - Lei Nº 7.716/89.&nbsp;<br>Como por exemplo: Caso Floyd, que sofreu um assassinato acusado de um crime que não cometeu pelo fato de ser negro. Apesar de ser um ser só que sofreu, ofende toda a comunidade negra, pois reforça o estereótipo de que a pele negra é sinônimo de criminoso.&nbsp;<br>Já a Injúria Racial consiste em ofender o caráter e honra de um indivíduo específico utilizando elementos referente a utilização de elementos referente à cor, etnia ou origem.&nbsp;<br>São geralmente ofensas verbais e é um crime afiançável, descrito no Artigo 140.&nbsp;<br>Um exemplo de Injúria Racial foi o acontecimento com o goleiro Aranha, chamado de macaco enquanto estava em seu horário de trabalho em contato com público.<br>Fonte: Instagram - @falandoderacismo<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-04 23:06:06 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo Reverso</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong><em>Por Ana Beatriz <br></em></strong><br>Racismo reverso ou a discriminação reversa é um conceito infundado que retrata uma forma de racismo anti-branco por parte de pessoas negras. O conceito também foi usado para caracterizar várias expressões de hostilidade ou indiferença em relação a pessoas brancas por membros de grupos minoritários.<br>Tal afirmação não possui fundamento, uma vez que a etnia branca sempre se encontra como grupo dominante.<br>O racismo carrega consigo centenas de anos de crueldade, abuso, discriminação, violência e subjugação de pessoas. Falar em "racismo reverso" é uma afronta ao sofrimento de um povo.<br>Fonte: <a href="https://muitocurioso.org/o-que-e-racismo-reverso-e-por-que-nao-existe/#:~:text=Racismo%20reverso%20ou%20a%20discrimina%C3%A7%C3%A3o%20reversa%20%C3%A9%20um,a%20pessoas%20brancas%20por%20membros%20de%20grupos%20minorit%C3%A1rios.">O que é racismo reverso? E por que não existe? - Muito Curioso</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-04 23:06:16 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo estrutural</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Racismo estrutural</strong> é a formalização de um conjunto de práticas institucionais, históricas, culturais e interpessoais dentro de uma sociedade que frequentemente coloca um grupo social ou étnico em uma posição melhor para ter sucesso e ao mesmo tempo prejudica outros grupos de modo consistente e constante causando disparidades que se desenvolvem entre os grupos ao longo de um período de tempo. O racismo social também foi chamado de racismo estrutural, porque, segundo Carl E. James, a sociedade é estruturada de maneira a excluir um número substancial de minorias da participação em instituições sociais. Por muito tempo imperceptível, essa forma de racismo tende a ser de tamanha dificuldade de percepção tendo em vista um conjunto de praticas, hábitos, situações e falas enraizadas em nossa cultura, promovendo direta ou indiretamente, a segregação e preconceito racial.<br><br></div><div>O <em>think tank</em> Aspen Institute define o racismo estrutural como: “Um sistema no qual políticas públicas, práticas institucionais, representações e outras normas funcionam de várias maneiras, muitas vezes reforçando, para perpetuar desigualdade de grupos raciais identificando dimensões de nossa história e cultura que permitem privilégios associados à “brancura” e desvantagens associadas à “cor” para suportar e adaptar ao longo do tempo. O racismo estrutural não é algo que poucas pessoas ou instituições optam praticar mas uma característica dos sistemas sociais, econômicos e políticos em que todos nós existimos.”<sup><br></sup><br></div><div>O termo foi desenvolvido em parte para ajudar as pessoas que trabalham em prol da equidade racial a enfatizar a ideia de que o racismo na sociedade é um sistema, com uma estrutura clara e com múltiplos componentes.<br><br>O autor e diretor-presidente do Instituto Luiz Gama, Silvio Luiz de Almeida, em seu livro <em>Racismo Estrutural</em> (2018) afirma:<br>[...] pensar o racismo como parte da estrutura não retira a responsabilidade individual sobre a prática de condutas racistas e não é um álibi para racistas. Pelo contrário: entender que o racismo é estrutural, e não um ato isolado de um indivíduo ou de um grupo, nos torna ainda mais responsável pelo combate ao racismo e aos racistas.</div><div>— Silvio Luiz de Almeida em <em>O que é racismo estrutural?</em></div><div><br>Fonte: <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Racismo_estrutural">Racismo estrutural – Wikipédia, a enciclopédia livre (wikipedia.org)</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-04 23:06:25 UTC</pubDate>
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         <title>Racismo Institucional</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2030249879</link>
         <description><![CDATA[<div>O racismo institucional é uma forma de discriminação – silenciosa ou não – que privilegia determinadas pessoas apenas em função da sua raça. O maior problema do racismo institucional é que ele ocorre tão frequentemente no nosso dia a dia que muitas vezes nem percebemos. <br><strong>Racismo institucional </strong>é a desigualdade de tratamento entre negros e brancos que ocorre dentro das instituições. Ou seja, quando alguém recebe um tratamento diferente por ser negro em uma empresa, esse é um caso de racismo institucional. Quando alguém tem privilégios – mesmo que indiretamente – por se branco, também. O mesmo vale para esse tipo de discriminação em órgãos públicos, associações, clubes, entre outros.<br>O racismo no Brasil existe há muito tempo, desde a escravidão, e, infelizmente, parece estar longe do fim. Prova disso é que, ainda hoje, a renda mensal dos trabalhadores pretos equivale a 55,8% da dos brancos, segundo dados mais recentes do IBGE.</div><div>Ainda que em 13 de maio de 1888 tenha sido promulgação da Lei Áurea, que proibiu a escravidão, não houve de fato a criação de políticas de inserção dos negros no mercado de trabalho e na educação. Além disso, é preciso observar que ao mesmo tempo que deixaram de ser escravos, os negros perderam as mínimas condições de sobrevivência que tinham e passaram a não ter o que comer e nem onde morar.<br>Fonte: <a href="https://www.vagas.com.br/profissoes/racismo-institucional/#:~:text=Racismo%20institucional%20%C3%A9%20a%20desigualdade%20de%20tratamento%20entre,mesmo%20que%20indiretamente%20%E2%80%93%20por%20se%20branco,%20tamb%C3%A9m.">Racismo institucional: o que é e seu impacto no mercado de trabalho | VAGAS Profissões</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-04 23:06:35 UTC</pubDate>
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         <title>Mitos da Democracia Racial</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2030250112</link>
         <description><![CDATA[<div>Os problemas da sociedade são numerosos e acontecem dentro dela. Sendo da sociedade, são todos, por definição, problemas sociais com especificidades diferentes, engendrados ou originados pelas diferenças na sociedade. Essas podem ser de origem socioeconômica ou classe social, de sexo, de gênero, de religião, de etnia, de “raça”, de idade, de nacionalidade, etc. Em outros termos, todos os problemas da sociedade são sociais, inclusive os preconceitos e discriminações raciais que constituem apenas uma das modalidades do social. Por isso, é incorreta a expressão “o preconceito contra negro no Brasil é um problema social e não racial”, pois todos os problemas da sociedade, incluído o preconceito racial, são problemas sociais. As pessoas querem dizer, está claro, que o preconceito racial no Brasil é provocado pela diferença de classe econômica e não pela crença na superioridade do branco e na inferioridade do negro. O que é a voz do mito de democracia racial brasileira, negando os fatos às vezes tão gritantes da discriminação racial no cotidiano do brasileiro.&nbsp;<br>Fonte: Educação e Relações Sociais I - Kabengele Munanga</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-04 23:07:01 UTC</pubDate>
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         <title>Antirracismo</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2030250237</link>
         <description><![CDATA[<div>O racismo, a partir da metodologia marxista, não pode ser caracterizado sem a apreensão de seu dinamismo histórico e conexão estrutural com o modo de produção capitalista.&nbsp; Isolar o racismo da totalidade complexa do qual faz parte é um erro ideológico, histórico e metodológico. O racismo é econômico, é político, é ideológico, é cultural, é subjetivo, pois faz parte de um todo complexo e interligado empregado para exploração e dominação da população negra. Querer, a título de exemplificação, que o combate ao racismo seja no campo político da identidade e não do econômico; ou no campo econômico desconsiderando o político e a identidade é um equívoco de compreensão da historicidade e realidade social da população negra, pois não percebe que esta se encontra posicionada desigualmente tanto nas relações de produção, como nas relações de consumo; tanto no campo econômico, quanto nas manifestações da superestrutura política, educacional, cultural, jurídica, etc. Portanto, os nexos históricos do racismo, desde a compreensão de sua gênese até as formas específicas conjunturais, são importantes no entendimento da desigualdade da questão negra, bem como das medidas necessárias para sua superação, ou seja: o antirracismo.<br>Fonte: <a href="https://www.pstu.org.br/o-que-e-ser-antirracista/">O que é ser antirracista? | PSTU</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-04 23:07:13 UTC</pubDate>
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         <title>Práticas para combater  racismo na infância</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2030256007</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Por Sophia Barros</em></strong><br><br>O racismo é uma construção social baseada em nossas diferenças. Não nascemos racistas, nos tornamos. Assim como podemos aprender tais práticas, podemos também combate-las.&nbsp;<br>Antes de tudo, devemos educar as crianças sobre as diferenças e como devemos respeitar cada indivíduo em sua forma única. Sejam as diferenças étnicas, raciais, de linguagem e entre outras.<br>É importante que também incentivemos um comportamento respeitoso em relação à diversidade étnico-racial. As crianças buscam refletir àquilo que aprendem, seja em suas casas ou dentro de sala. Sendo assim, nossas atitudes respeitosas irão servir como exemplo e reflexo para que elas tenham atitudes que exalem respeito e igualdade.<br>O estímulo a convivência com a diversidade consolidará essas atitudes, quando as crianças perceberem que a diversidade não influência na personalidade ou amizade entre eles. As brincadeiras serão as mesmas, as conversas permanecerão iguais mas a concepção de mundo daquelas crianças mudará.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-04 23:15:39 UTC</pubDate>
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         <title>Leis que obrigam o Ensino da Cultura Afro-Brasileira</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2030256137</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Por Sophia Barros </em></strong><br><br>A Lei 10.639/2003 obriga o ensino da Cultura Afro-Brasileira, dando acesso a crianças e jovens a cultura e história de todo um povo de forma educacional, sem adicionais e mitos repletos de preconceito adicionados pela sociedade.<br>É importante que os estudantes tenham o conhecimento de uma história sem que envolva, necessariamente, a escravidão, trazendo os negros apenas como escravizados. Trazer a tona toda a história e riqueza que foi roubada daquele povo muda a imagem marginalizada do que foram trazidos nos Navios Negreiro, imagem que permanece até hoje, reforçando o racismo.<br>A Lei 11.645/2008 instituiu também a obrigatoriedade do ensino de história e cultura afro-brasileira e indígena afro-brasileira.<br><br>Fonte: @falandoemracismo</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-04 23:15:51 UTC</pubDate>
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         <title>O impacto da Educação étnico-racial nas escolas </title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2030256892</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Por Mariana Leticia</em></strong><br><br>O estudo de relações etnico-raciais é indispensavelmente importante para que tenhamos noção de nossa história e impacto na história de outros. As crianças também podem ser interlocutoras desse estudo, já que, as mesmas se desenvolvem e aprendem a cada dia observando, ouvindo e praticando. Pensando nisso, ocorre o questionamento: como introduzir as relações etnico-raciais na Educação Infantil? Pois bem, observamos que a branquitude é avaliada como modelo de aparência e condição humana, portanto, o sentimento de pertencimento racial das pessoas brancas são naturais por possuírem suas imagens refletidas em novelas, comerciais, cartazes e etc. Consequentemente, acabamos contribuindo ao transportar para as salas da Educação Infantil elementos predominantemente brancos - como imagens de princesas da Disney (Branca de Neve, Aurora, Cinderela), livros e desenhos sem representatividades. Excluímos qualquer menção à raça por perpetuarem o pensamento de que os brancos são o “eu”, ligados a características positivas, e os outros são só os “outros” e eles quem tem que se importar com isso. Em estudos e conversas com outros educadores evidenciamos vários relatos de reações semelhantes: uma análise ao “canto de leitura” relato poucos ou nenhum livro com personagens raciais de cor e a partir disso o professor decide trazer algum material, quando a criança avista a representatividade estampada na página de um livro fica eufórica pela identificação e sentimento de pertencimento aquele local e aquele grupo. Dessa maneira, a introdução aos estudos etnico-raciais nas escolas é bem simples e necessitam de materiais representativos para as crianças, como bonecas, livros e imagens. Também pode ser interessante realizar atividades, de acordo com seus questionamentos, sobre o assunto - fazer uma pesquisa: qual a cor da minha mãe? Como é o cabelo do meu pai? Lembrando que, ao focar apenas em grupos minoritários, colabora para a ideia de grupos hegemonicos, exemplo: olhar apenas para negros nos estudos de relações sociais auxiliou para o pensamento de eles estão fora da margem e do modelo. Em síntese, a incorporação dos estudos de relações étnicos-raciais deve ser costumeiro e natural com materiais habituais que ajudem as crianças numa percepção mais inclusiva e diversificada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-04 23:17:23 UTC</pubDate>
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         <title>Amoras - Emicida</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Literatura Infantil</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-05 19:32:46 UTC</pubDate>
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         <title>Série: Todo Mundo Odeia o Chris (2005)</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2030906317</link>
         <description><![CDATA[<div>Sinopse: A série conta a história da família Rock entre os anos de 1982 até 1987, com o foco no menino Chris (Tyler James Williams). Em 1982, Chris completa 13 anos e muda-se com a sua família para Bedford-Stuyvesant, no Brooklyn. Lá, Chris vive situações corriqueiras da vida de um adolescente, tanto nas histórias que realmente acontecem quanto nos pensamentos que são expostos de uma forma humorística. Chris vive com os pais Julius (Terry Crews) e Rochelle (Tichina Arnold), e com os dois irmãos Drew (Tequan Richmond) e Tonya (Imani Hakim). Ele estuda no Corleone Junior High School, colégio onde Chris é o único aluno negro, situação que o vitimiza durante todo seu tempo lá. Mas ele faz um amigo, Greg (Vicent Martella), que vai estar sempre junto de Chris, passando por suas situações tragicamente cômicas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-05 19:33:38 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2030906453</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <pubDate>2022-02-05 19:34:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <pubDate>2022-02-05 19:34:23 UTC</pubDate>
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         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <pubDate>2022-02-05 19:34:47 UTC</pubDate>
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         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title>Sulwe - Lupita Nyong&#39;o</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title>O Pequeno Príncipe Preto - Rodrigo França </title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title>Omo-oba: histórias de princesas - Kiusam de Oliveira</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title>Por Breno Luis</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title>Por Ana Sulen</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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      <item>
         <title>As tranças de Bintou</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <pubDate>2022-02-05 19:45:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>                            Editorial Jornalístico                </title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2031040194</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Por Breno Luís<br></em></strong><br>Ser criança é ao mesmo tempo estar no mundo e ser dona do seu mundo, rir e chorar, brincar e dormir, aprender e construir, é estar e imaginar um mundo, é desenhar não em uma tela em branco, mas uma tela cheia de cores. A criança é um ser dotado de sentimentos, de expressões e conhecimentos, estando a todo momento pelos seus gestos e pensamentos, construindo aprendizados. A criança como um ser social, agindo em seus diversos núcleos como pais x bebê, professor x criança ou até criança x criança é pertencente as relações e cadeias que são construídas, recebem informações e fornecem informações, não isenta então, esta presente no que se chama relações étnico-raciais.<br>Em um contexto escolar, trabalhar as relações étnico-raciais na educação infantil é afirmar como a professora Luciana Soares que “...é sobretudo pela intensificação da construção da identidade delas, é o momento em que as crianças começam a se perceber no mundo e a perceber o outro”. A criança em seu processo de entendimento de se descobrir como um agente social começa a perceber as diferenças de si para o outro, passando pela sua cor, etnia, tipo de cabelo, tamanho, idade, força, agilidade, habilidades e diversos outros aspectos que definem a sua individualidade.&nbsp;<br>Portanto, trabalhar as relações étnico-raciais perpassam por temas como a autoestima e as diferenças que surgem de maneira fluida durante os encontros. Ligado o isso, é importante ressaltar o papel do professor e os materiais utilizados em seus encontros com as crianças. O tipo de boneca, de música, de estórias, de danças devem partilhar das diversas expressões culturais existentes, não garantindo uma hegemonia de uma ou de outra, fazendo então pertencente na luta antirracista. Sabemos que é pela raiz que passa parte dos nutrientes para que a árvore de bons frutos.<br>De tal forma, trazemos em nosso jornal, de maneira conjunta, informações, conceitos, arte, personalidades e conhecimento pertinentes para que a luta antirracista se fortaleça no ambiente escolar, de forma leve e que auxilie na formação do caráter individual e coletivo das crianças.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 00:29:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como as desigualdades afetam a educação no Brasil?</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2031041105</link>
         <description><![CDATA[<div>O economista Naércio Menezes Filho, professor do Insper e da USP, e a socióloga Márcia Lima, professora da USP, debatem sobre as condições desiguais que caracterizam a educação no país e o que é preciso para reverter esse quadro.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 00:32:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Educação Infantil e Educação Antirracista</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2031041473</link>
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         <pubDate>2022-02-06 00:33:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O COMBATE AO RACISMO A PARTIR DA CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
         <link>https://padlet.com/brenolcobr/lfk8u4l8kog3yd4f/wish/2031041506</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 00:33:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Favela em mim, poesia de Cau Luis</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Eu nunca fui aquele garoto&nbsp;<br>Que corria nos comerciais&nbsp;<br>Despreocupado, feliz.&nbsp;<br>Se eu corria era risco&nbsp;<br>De felicidade virar lágrima&nbsp;<br>E meu corpo, estatística.&nbsp;<br>Pois colocaram há muito tempo em mim Uma marca,&nbsp;<br>Coisa que não sai com sabão e água. Cantaram meu samba, silenciaram minha voz,&nbsp;<br>Meu corpo virou passarela,&nbsp;<br>Meu cabelo, moda&nbsp;<br>E a favela trip.&nbsp;<br>A dona ali me acha um “preto lindo”&nbsp;<br>Preto só presta se vier com adjetivo.&nbsp;<br>Ficou sabendo?&nbsp;<br>Deram-me um papel principal numa novela. Mais um preto segurando um fuzil&nbsp;<br>Querem um país de pretos sem pretos&nbsp;<br>Mas estamos aqui&nbsp;<br>Eu estou aqui&nbsp;<br>E minha caneta e meu papel e minhas tintas&nbsp;<br>E por onde for, o meu traço vai sempre revelar&nbsp;<br>A favela em mim&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 00:33:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relações étnico-raciais na Educação Infantil</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Organização dos espaços que representam cada criança.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 00:34:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Resenha por Ana Sulen Leite </title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>E é pensando em todo esse contexto que trazemos a ideia das relações raciais na sociedade podendo pensar nesses processos, como já dito, de maneira explícita ou até mesmo implícita, bem como seus reflexos. “Não somos racistas, os racistas são os outros ou os próprios negros que praticam o racismo com eles mesmos”, perdi as contas de quantas vezes pessoalmente já ouvi essa frase. Sigo então na ideia de que vemos notoriamente o mito da democracia racial. Pensar nessa questão e de onde vem o racismo é traçar a ideia de uma estrutura social voltada à hierarquização das raças em superiores e inferiores através do determinismo, da classificação de beleza, de características morais superiores, inteligência, etc, tornando-se como uma crença para a sociedade em que o ponto de partida comum é apenas a diferença e a maneira como lidamos com ela, geralmente desafiadora, porque a diferença amedronta o racista que na maioria das vezes foi criado a ter desgosto do “outro”. Sendo uma realidade histórica, política e social em suas relações. Dessa forma, pensamos “raça” como conceito político-ideológico, deixando de ser prioritariamente um quesito biológico, explanando as relações de poder que existem na sociedade. Assistindo ao vídeo “Relações Étnico-Raciais”, do prof°. O Dr. Kabengele Munanga, na plataforma do youtube, ele trouxe uma questão que vejo relevância em compartilhar. O autor explica a ideia da diferença entre uma pessoa usar o termo “preto”, “branco”, entre outros, como forma de identificação e do sujeito usar tais termos como uma maneira de delimitar atitudes das respectivas pessoas. Por exemplo, frases comuns como: “tinha que ser preto”, “tinha que ser mulher”, tal reflexão nos demonstra de maneira qualificada que é uma questão estrutural ditada pela sociedade com o passar dos anos. “Se um negro e eu judeu se apresentarem na porta de um local onde ambos são indesejáveis, o judeu poderá entrar, se não for descoberto que é um judeu, mas o negro será barrado na porta, por causa da geografia do seu corpo.”Jean-Paul Sartre, dita pelo Professor Dr. Kabengele Munanga, em sua aula sobre relações étnico-raciais. E dessa maneira, contrariando os princípios da solidariedade humana e da humanidade que o racismo se manifesta em suas relações, através da percepção das diferenças entre nós e os outros, formando as ideologias, os preconceitos, o conceito de superioridade hierarquizada gerando manifestação de conflitos. Há ainda a questão da banalização desse tema na nossa sociedade. Podemos observar a frase “tudo temos que levar na brincadeira” e a imposição dessas brincadeiras de forma normalizada, naturalizada, mas com viés opressor que atinge ao oprimido de maneira na qual ele não pode se posicionar, até porque não passa de uma “brincadeira”. Entra então em pauta, por exemplo, o posicionamento das escolas frente ao assunto, uma vez que tal prática faz-se recorrente no meio escolar como um todo, tendo em vista seu despreparo e negligência, produzindo narrativas eurocêntricas, como através dos livros didáticos, contribuindo para o racismo. A matéria de Relações Étnico-Raciais na educação, e principalmente na formação de futuros educadores é de extrema relevância, para que possamos possibilitar uma construção que dialogue com a representatividade, trazendo a ideia de pertencimento com novas narrativas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 00:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>Ensinando a transgredir: A educação como prática da liberdade- bell hooks</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 00:39:34 UTC</pubDate>
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         <title>Princesa Tiana</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>A princesa Tiana é a primeira personagem negra desenvolvida pelo estúdios Disney. Sua história foi inspirada no conto de fadas <em>O Príncipe Sapo</em>, escrito pelos <a href="https://www.nationalgeographicbrasil.com/cultura/2019/10/contos-de-fadas-irmaos-grimm-criancas-cinderela-branca-de-neve-folclore-alemanha"><strong>Irmãos Grimm</strong></a>, em 1812. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 00:47:08 UTC</pubDate>
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         <title>Moana</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Moana é uma corajosa jovem, filha do chefe de uma tribo na Oceania, vinda de uma longa linhagem de navegadores. É uma representante da tribo Waialiki, vinda da cultura Maori. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 00:50:40 UTC</pubDate>
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         <title>Família Madrigal</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <pubDate>2022-02-06 00:53:04 UTC</pubDate>
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         <title>Pocahontas</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>No filme <em>Pocahontas</em> (1995), a Disney conta a história de uma mulher da tribo dos Powhatans que lutou para trazer paz entre seus iguais e os <a href="https://www.megacurioso.com.br/arqueologia/74210-descoberta-ossada-de-primeiros-colonos-em-igreja-que-pocahontas-se-casou.htm">colonos</a> britânicos que chegavam aos Estados Unidos nos anos 1600.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 00:56:56 UTC</pubDate>
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         <title>Mulan</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fazendo parte do grupo de princesas, é a única princesa chinesa. É um exemplo de beleza, coragem e independência feminina, uma inspiração para as meninas amarelas. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 00:59:11 UTC</pubDate>
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         <title>Any - Now United</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Any Gabriely é a integrante brasileira do grupo de cantores e dançarinos chamado "Now United". Se tornou referência de beleza e talento para o público jovem, influenciando principalmente as crianças pelo mundo afora. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 01:03:00 UTC</pubDate>
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         <title>Zendaya</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Zendaya Maree Stoermer Coleman<br>1 de set. de 1996 (24 anos)<br>Oakland, Califórnia<br>Atriz, Cantora, Compositora, Dançarina, Dubladora e Modelo norte-americana<br><br><a href="https://www.instagram.com/zendaya/">Zendaya (@zendaya) • Fotos e vídeos do Instagram</a><br><a href="https://www.youtube.com/channel/UCKjrT7t9h6GsSkzhFe0ccDA">Zendaya - YouTube</a><br><a href="https://www.imdb.com/name/nm3918035/">Zendaya - IMDb</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 01:04:15 UTC</pubDate>
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         <title>Neymar Jr</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neymar da Silva Santos Júnior<br>5 de fev. de 1992 (29 anos)<br>Mogi das Cruzes, Brasil<br>Futebolista brasileiro<br><br><a href="https://www.instagram.com/neymarjr/">ene10ta Érre 🇧🇷 👻 neymarjr (@neymarjr) • Fotos e vídeos do Instagram</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 01:06:09 UTC</pubDate>
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         <title>BTS</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Integrantes:</strong> RM (Kim Nam-joon)<br>Jimin (<strong> </strong>Park Ji-min)<br>Suga (<strong> </strong>Min Yoon-gi)<br>J-Hope (Jung Ho-seok)<br>Junkook (Jeon Jung-kook)<br>V (Kim Tae-hyung)<br>Jin (Kim Seok-jin)<br><br>É um grupo de cantores coreanos é o maior fenômeno do k-pop dos últimos tempos e arrasta multidões de fãs apaixonados pelo mundo inteiro, que se intitulam armys, sendo ele composto por crianças e adolescentes.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 01:17:16 UTC</pubDate>
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         <title>BlackPink</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Integrantes:<br>Jisoo (Kim Jisoo)<br>Jennie (Kim Jennie)<br>Rosé (Park Chae Young)<br>Lisa (Lalisa Manoban)&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 01:21:27 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Atividade realizada em grupo para a matéria de "Relações étnico-raciais" buscando criar um plano de aula para ser realizado dentro de sala. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-06 01:34:39 UTC</pubDate>
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         <title>Por Ana Beatriz e Sophia Barros</title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <pubDate>2022-02-07 00:45:32 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>abalvesamaralsilva</author>
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         <description><![CDATA[<div>Por Ana Beatriz e Ana Sulen</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-07 00:46:36 UTC</pubDate>
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