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      <title>Guarani Ñandeva_8CB by Lucas Ramenzoni Jorge</title>
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      <description>Lucas Ramenzone, Cecília Fontes, Lorenzo Granado e Lívia Daud</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-25 15:04:00 UTC</pubDate>
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         <title>Atividades produtivas dos Guarani Ñandeva</title>
         <author>1118582</author>
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         <description><![CDATA[<div>A agricultura é a principal atividade econômica guarani junto com a caça e pesca. Realizam uma economia de sustentação  que é , caracterizada pela distribuição e redistribuição do que produzem e na relações de produção econômica, seja qual for a atividade, são feitas por vínculos familiares.<br>Com a proximidade do contato e as variadas situações de ausência de terras disponíveis face à superpopulação de algumas áreas, os Ñandeva e Kaiowa são obrigados a trabalhar no mercado regional. Se até alguns anos atrás havia demanda para o trabalho dos índios nas fazendas que se estavam formando, hoje em dia esta atividade caiu muito na medida em que as fazendas foram implantadas e hoje utilizam trabalho automatizado no plantio ou, de outro lado, os espaços foram transformados em terras que têm diminuído a oferta de trabalho em decorrência da mecanização, o que ocorre principalmente no MS, onde o problema é mais grave. Ultimamente os Kaiowa e os Ñandeva têm sido contratados por usinas de álcool distantes de suas comunidades, onde os homens permanecem por semanas trabalhando longe de sua família.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 15:44:07 UTC</pubDate>
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         <title>Imagem topográfica do vilarejo de Sombrerito visto de longe</title>
         <author>081013</author>
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         <description><![CDATA[<div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 15:48:06 UTC</pubDate>
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         <title>Localização </title>
         <author>081013</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>O povo Guarani Ñandeva, segundo o PIB-ISA, tem 64 terras indígenas encontradas e todas (exceto por 3) estão situadas no domínio da Mata Atlântica. Sua aldeia mais populosa é chamada de Dourados, fica no domínio da Mata Atlântica, no estado do Mato Grosso do Sul e possui mais de 15.000 índios, 2 povos á ocupando e 3 mil hectares de área. <br><br>Outro vilarejo “significante” para os Ñandeva é o vilarejo do Sombrerito, eu considero este vilarejo significante pois é o lugar em que aconteceram as tragédias da notícia acima,  foi essa terra que foi negociada a partir de subornos e ameaças. <br><br>Hoje em dia 209 índios moram lá, todos da tribo Guarani Ñandeva embora sua população tenha diminuído, pois existiam, em 2010, 256 pessoas morando no vilarejo. Á esquerda podemos ver uma área rural e outros vilarejos de outros povos, ou possivelmente de outros Ñandeva, perto de Sombrerito.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 15:49:10 UTC</pubDate>
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         <title>Imagem ampliada do vilarejo de Sombrerito</title>
         <author>081013</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 15:49:47 UTC</pubDate>
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         <title>População</title>
         <author>081013</author>
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         <description><![CDATA[<div> Apesar da ausência de pesquisas demográficas mais apuradas, foi possível perceber que os Guarani apresentam, de um modo geral, altas taxas de crescimento populacional. No Brasil, segundo os dados da Funasa e Funai existiam, em 2008, aproximadamente 51.000 indivíduos Guarani, sendo 31.000 Kaiowa, entre 13.000 Ñandeva e 7.000 Mbya, localizados principalmente no Mato Grosso do Sul.<br><br> A maioria dos oito postos Indígenas guarani, no Mato Grosso do Sul, apresentam altíssimos índices de densidade populacional, que caracterizam situações de superpopulação, o que pode ser prejudicial e trazer sérias consequências para os índios.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 15:50:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>081013</author>
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         <description><![CDATA[<div>Gráfico da taxa de pessoas (á esquerda) em relação ao ano (em baixo) no vilarejo de Sombrerito</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 15:50:57 UTC</pubDate>
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         <title>Língua</title>
         <author>081013</author>
         <link>https://padlet.com/081013/lfc1izqr6pfa/wish/334915361</link>
         <description><![CDATA[<div>A língua guarani é falada por diferentes povos e de diferentes modos. De acordo com o linguista Aryon Rodrigues, os Ñandeva, Kaiowa e Mbya falam dialetos do idioma guarani que se inclui na família linguística Tupi-Guarani. <br><br>Levando-se em conta as longas distâncias entre os diferentes subgrupos guarani, são relativamente pequenas as diferenças entre suas línguas, em situações territoriais, onde ocorre contato entre grupos e subgrupos Guarani (como os Mbya e os Ñandeva), ou em situações em que dois grupos habitam a mesma área, como os Kaiowa e os Ñandeva, em Dourados, a diferença dialetal é bem pequena. <br><br>Os três subgrupos revelam vigorosa energia em manter sua língua viva e nada indica que isto tenda a mudar, mesmo em situações de alto grau de escolarização e de relações de etnias diferentes. A língua, ou, melhor, a <em>palavra</em>, para os Guarani da atualidade assume relevância religiosa, representando um importante elemento na elaboração da identidade étnica.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-25 15:52:10 UTC</pubDate>
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         <title>Notícia
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         <author>081013</author>
         <link>https://padlet.com/081013/lfc1izqr6pfa/wish/336333500</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://br.sputniknews.com/brasil/2018060411384883-sombrerito-terra-indigena-ms-morte-ameaca-mato-grosso-sul-sete-quedas-guarani-kaiowa-violencia/">Dourival Benitéz,</a> ex deputado do município de Sete Quedas (MS) que buscava representatividade e direitos para os indígenas, foi assassinado quando levou um tiro de espingarda no peito. Já tinha sido ameaçado por Miro do Carioca (também deputado do município de sete quedas), sua cabeça valia 40mil. Os interesses de Miro estavam relacionados as terras que Dourival lutava para que fossem propriedade indigena (já que eram habitadas por dezenas de gerações)<br><br>Em Abril de 2018 foi reportada a morte de Dourival, membro da comunidade Guarani Ñandeva (fonte: https://br.sputniknews.com/). É perceptível que mesmo em uma notícia de duas páginas, só foi citado muito brevemente  o fato de que Dourival era indígena, e em vez disso decidiram se aprofundar mais na vida pessoal dele.<br><br>Dourival estava manifestando pelos direitos indígenas no município de Sete Quedas, e quando ele se aproximou para conversar com um PF foi atingido por um tiro no peito. Mas além de Dourival, dezenas de manifestantes (em sua grande maioria indígenas) foram  espancados, e muitos saíram de lá com ferimentos graves.<br><br>A mídia silencia as comunidades indígenas, não é mostrado na televisão, não é escrito nos jornais, e todos os dias homens e mulheres como Dourival são mortos por serem indígenas, e ninguém fala sobre isso. Onde serão representados? Quando haverá justiça? <br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-28 11:05:03 UTC</pubDate>
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