<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Ética Globalizada e Sociedade de Consumo by LETICIA DE SOUSA ARAUJO</title>
      <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw</link>
      <description>Após a leitura do livro paradidático &quot;Ética Globalizada e Sociedade de Consumo&quot;, a proposta é que em duplas vocês exponham as reflexões de vocês sobre os temas que foram distribuídos, com objetivo de instigar o pensamento crítico e a interdisciplinaridade.
Esse PADLET é um espaço criado para vocês! 
*Obs.: Não esqueçam de se identificar. Prazo máximo: 15/06. Mínimo de 100 palavras, máximo 200 palavras.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-06-28 15:33:09 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-13 19:37:48 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet.net/icons/png/1f4a1.png</url>
      </image>
      <item>
         <title>Globalização no cotidiano</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1647917801</link>
         <description><![CDATA[<div>O processo de globalização possibilitou o encurtamento das distancias, levando pessoas a entrarem em contato com produtos e culturas de diferentes países.<br>Com isso, a globalização se fez presente em diversos aspectos em nosso cotidiano, desde em como você se comunica até em como você se alimenta.&nbsp;</div><ul><li>Na linguagem e comunicação: Utilizamos expressões estrangeiras, geralmente do idioma do inglês, para comunicar ideias ou nomear objetos, um exemplo disso é a palavra "delivery", muito comum e bem utilizada nos dias de hoje.&nbsp; Um outro exemplo dessa "unificação de línguas" é quando você pega um manual de instrução de produtos e sempre está em inglês, que atualmente é considerada uma língua universal. &nbsp;</li><li>Multinacionais:&nbsp; Esse tipo de empresa atravessa fronteiras e faz parte do cotidiano de nações totalmente diferentes. Como por exemplo a netflix, coca-cola, youtube e mcdonalds.&nbsp;</li><li>Internet: Além do encurtamento das distancias, a internet foi um grande avanço tecnológico na comunicação, que antes era feita por cartas ( que era um processo lento e difícil) além de permitir a pesquisa e o acesso a informações do mundo todo, aproximando as pessoas culturalmente.</li></ul><div><br></div><div><strong><em>Dupla: Beatriz Paschoalino e Luana Dias&nbsp; </em></strong>&nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-13 16:50:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1647917801</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Terceirização e Uberização do trabalho </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1648069293</link>
         <description><![CDATA[<div>Terceirização é a contratação de empresa para a realização de serviços específicos dentro do processo produtivo da empresa contratante, em 2015 foi proposto o (PLC) 30/2015, que regulamenta e expande a terceirização no país. tal projeto foi barrado, sua aprovação poderia aumentar o número de trabalhadores terceirizados de 12 para 40 milhões. É importante ressaltar que os trabalhadores terceirizados são as maiores vítimas dos acidentes de trabalho e que, segundo estudos, eles trabalham três horas em média a mais que os demais trabalhadores e ganham 25% menos para realizar a mesma atividade.<br><br></div><div>A uberização é uma relação de trabalho contemporânea em que se "vende" um serviço para alguém de forma independente, sem intermediação de empresas, em geral via internet. Tal modo de trabalho é muito chamativo em seu slogan, onde as empresas falam que o trabalhador tem total liberdade de trabalhar quantas horas quiser e a hora que quiser, porém é importante se atentar que esse trabalhador é informal, eles trabalham como querem, de fato, mas estão subordinados a uma série de regras que são onipresentes, sem garantia sobre remuneração, tempo de trabalho, custos e até acidentes. Para as empresas isso é um sonho, não possuir qualquer vinculo com o trabalhador só faz aumentar seu lucro ao final do mês.<br><br>Victor Precoma e Gustavo Mattos<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-13 19:52:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1648069293</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Consumismo e Influência da mídia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1648105388</link>
         <description><![CDATA[<div>Atualmente vivemos em uma época em que o controle da opinião pública e consequentemente o rumo do país está nas mãos da mídia, a qual na realidade presta desserviços à sociedade. Com isso são criados os estereótipos, gostos alterados, hábitos mudados, tudo conforme a vontade daqueles que controlam as informações. &nbsp;</div><div>Se precisam vender um produto, fazem uma propaganda favorável ao produto e contrariam tudo que pode impedir a venda (e o lucro) do produto. Se precisam desviar o foco de algo, criam uma outra situação que aparenta ser mais grave e assim é criada a relação de consumo (consumismo).&nbsp; E o que a mídia publicitária ganha com isso? Dinheiro, muito dinheiro; afinal quem paga nossa televisão e consequentemente o conteúdo que nela passa, são as grandes empresas privadas, as quais ditam as regras da matéria, as propagandas e prestam esse desserviço social. &nbsp;</div><div>Contudo, devemos analisar bem antes de compramos e filtramos bem as informações. Pois nem tudo o que passa na TV e está na internet é necessário para se viver ou corresponde a verdade. &nbsp;</div><div>Lista do que é extremamente necessário para a nossa sobrevivência: &nbsp;</div><ul><li>Aluguel (casa para moradia) &nbsp;</li><li>Saúde &nbsp;</li><li>Eletrodomésticos (Panela, fogão, microondas, etc)&nbsp; &nbsp;</li><li>Alimento &nbsp;</li><li>Roupas &nbsp;</li><li>Saneamento básico &nbsp;</li><li>Água tratado &nbsp;</li><li>Telefone (para contato)&nbsp;</li></ul><div><br></div><div>&nbsp;<strong><em>Dupla: Letycia Muniz e Michelle Leme </em></strong>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-13 20:49:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1648105388</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Uma Nova Deidade no Mercado de Consumo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1648186133</link>
         <description><![CDATA[<div>Como diz no livro: “Uma nova deidade domina os homens: o Mercado”, com isso podemos perceber que o mercado e o consumo está altamente se evoluindo nos dias de hoje. As pessoas veem o dinheiro como um “deus”, uma prioridade de suas vidas, o dinheiro e o consumo andam lado a lado. O consumismo é fortemente induzido pelo marketing que consegue atingir a fragilidade íntima das pessoas, eles tem essa compulsão de comprar e gastar e mostrar quem tem o melhor produto.&nbsp;<br>As pessoas estão se fechando por conta da internet, “eles vivem em um mundo virtual, pois não conhecem a realidade”<br>Para diversos autores da filosofia, da ciência e da religião, vivemos em um mundo no qual o mercado é visto como um absoluto dotado de características de divindade onisciente, onipresente e onipotente, com ritos inerentes, sacerdotes, dogmas e mensagens de salvação.&nbsp;<br>Um exemplo de que dominam a vida do seres humanos é: Uma pessoa sem dinheiro não tem lazer, educação e saúde apropriada.<br><br><br>Dupla: Júlia Nogueira e Luana Vitória</div>]]></description>
         <pubDate>2021-07-13 23:11:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1648186133</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Uniformização da notícia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1649476905</link>
         <description><![CDATA[<div>A uniformização ou manipulação da notícia, seria o que a mídia faz para influenciar alguém, e tentar mudar a cabeça das pessoas, e tentar fazer eles terem os mesmos ideais que eles tentam falar em suas reportagens, para tentar fugir dessa manipulação, podemos pesquisar em fontes confiáveis, e não só em uma, para assim ver várias opiniões diferentes e formular a nossa própria, sem precisar compactuar com todas que lemos, mas sim o que realmente achamos do assunto, com a globalização, as notícias ficaram mais acessíveis, ou seja, pode ter mais pessoas manipuláveis assistindo, e assim fazendo a cabeça de mais pessoas que antigamente, pois por exemplo, se a pessoa que pegou uma televisão agora, e só vê um canal de notícias, grande chance dela compactuar com as opiniões ditas lá. Podemos ver fatos de manipulação em épocas de governos totalitaristas, pois assim manipulavam o pensamento bom para seu governo, mas hoje em dia ainda temos, porém mais discretos cada mídia da sua opinião, algumas para queimar alguém ou para melhorar a imagem, a mídia pode ter sim só um pensamento, pois assim é mais fácil de levar pessoas junto, e não se contradizer em nenhum momento<br><br>Ricardo Barbieri </div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-14 13:51:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1649476905</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A desigualdade como uma ação prejudicial da globalização</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1649901857</link>
         <description><![CDATA[<div>A globalização é um processo de internacionalização do capitalismo, o qual este tem produzido um mundo fortemente influenciado pelas técnicas, ou seja, pelas informações geradas pelos meios de comunicações que estão cada vez mais rápido e sofisticado, por um sistema de troca de mercadorias, por um sistema financeiro cada vez mais dependente das financias globais e por um intercâmbio cultural que está cada vez mais forte. Des da última década do século XX com o fim da guerra fria o mundo passou a viver a globalização de uma maneira muito mais intensa, os avanços tecnológicos com predomínio da informática favoreceram ainda mais a expansão do capitalismo provocando grandes mudanças na produção e na circulação de mercadorias, nos transportes de passageiros e de cargas, mas assim como diz o geografo Milton Santos- a globalização acaba igualando muitas pessoas dentro de um mesmo grupo e infelizmente&nbsp; excluindo a grande maioria desse sistema global, ou seja, querendo ou não a globalização acaba beneficiando alguns poucos países desenvolvidos e deixando de lado aqueles que não são. A globalização aumentou a possibilidade de lucro, produção, e de troca, porém ela também aumentou a possibilidade de desigualdades. Além disso, o impacto cultural da globalização foi alvo de muita atenção. Imagens, ideias, produtos e estilos disseminam-se hoje em dia pelo mundo inteiro de uma forma muito mais rápida. O comércio, as novas tecnologias de informação, os meios de comunicação internacionais e a migração global provocaram um fluxo, sem restrições, de cultura que transpõe as fronteiras das diferentes nações. Vivemos em uma sociedade globalizada, na qual todas as informações, culturas, pessoas, produtos e muitas outras coisas podem ser compartilhados. Esta relação traz aspectos positivos, a sociedade conectada; e negativos, a desigualdade. De acordo com essa ideia temos os desequilíbrios que o surgimento de uma sociedade estratificada traz a nossas relações, como a separação das pessoas em grupos sociais. Com essa situação nem todos acabam tendo acesso a serviços de qualidade devido a sua condição econômica. Pelo fato de que a globalização origina um desenvolvimento melhor em cada país, isso acarreta uma condição, o conhecimento é a base da estratificação social e a desigualdade é intensificada por esse fato.&nbsp; Podemos observar isso no contexto atual em que estamos vivendo, nós não podemos ir à escola e universidades por conta do corona vírus e para não ser um ano totalmente perdido estamos tendo aula em casa, então por causa da globalização conseguimos ter aula por meio do youtube, plataformas do google, e isso ajuda muito no processo educacional. Porém nem todos tem acesso à internet e a meios tecnológicos, ou seja, essa pessoa não terá a mesma oportunidade de ensino que os outros. Com isso percebemos que a globalização é excludente pois para participar desse sistema precisamos ter o capital, pois ela não integra todos da sociedade. <br><br><strong>Duplas: Emanuela Gonçalves n°11, Julia Anzolini n°17.<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-14 21:58:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1649901857</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Democratização do consumo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1650153717</link>
         <description><![CDATA[<div>Democratizar é o ato de tornar algo mais acessível à maioria do povo, ou seja, tornar algo popular. Portanto, a democratização do consumo consiste em criar estratégias econômicas que permitem que a maioria do povo possa ser capaz de consumir produtos, sejam eles de boa ou má qualidade. Entretanto, tal democratização pode ser mais maléfica do que benéfica. De um lado, ela permite que as pessoas mais pobres possam adquirir produtos que melhoram a sua qualidade de vida, mas de outro, os produtos adquiridos pelas mesmas são de uma qualidade muito inferior ou são ultrapassados em relação aos produtos consumidos por pessoas mais ricas ou por pessoas de países mais desenvolvidos. Também existe o fenômeno do <em>consumo conspícuo,</em> explicado por Thorstein Veblen, que é um tipo de consumo ostentatório que as pessoas de maior riqueza praticavam cujo comportamento acabou sendo imitado pelos pobres, que agora consomem produtos de menor qualidade apenas pelo status que eles proporcionam ao consumidor, gerando assim um incentivo ao consumismo.<br><strong>Dupla:</strong> João Antônio Tonollo da Silva n°15 e Diogo Francia n°10</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-15 01:07:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1650153717</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mão de Obra Infantil </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651616697</link>
         <description><![CDATA[<div>Os brinquedos são destinados para crianças, pensar que o mesmo público alvo que consome é o mesmo que produz é um paradoxo, pensamos nos brinquedos como incentivadores da infância trazendo educação, conhecimento, curiosidade e criatividade, incentivando o momento da infância como diversão e descoberta, porém não são a todas as crianças que os brinquedos tem essa função e esse olhar, enquanto para umas se trata de um momento alegre, para outras se trata de esforço, angustia, trabalho e escravidão. Ver o paradoxo de uma criança que tem que produzir algo que ela deveria consumir é um reflexo das desigualdades promovidas pela globalização.<br><br></div><div>A ironia e o paradoxo se baseiam no cenário da criança como o trabalhador terceirizado, que produz o brinquedo que deveria usar para sua própria diversão. E a explicação deste paradoxo, é que a criança produz o brinquedo que deveria brincar, justamente por ser uma criança.&nbsp;<br><br></div><div>Explicando de uma forma diferente... Segundo o capítulo, “De acordo com denúncias da OIT e da Unicef, era trabalho escravo ‘feito por mãos pequenas, capazes de dar pontos minúsculos’”, ou seja, se o trabalho fosse feito por algum adulto, não teria a mesma “qualidade” do que o mesmo feito por mãos pequenas. Além disso, segundo o capítulo, a mão de obra infantil é barata, podendo render mensalmente um valor maior.&nbsp;<br><br></div><div>Ou seja, nesses países, as crianças produzem brinquedos, por serem uma mão de obra barata e qualitativa para as empresas.<br><br>Dupla: Ana Júlia Siqueira&nbsp; e Isabela Fernanda&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-15 21:51:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651616697</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Solidarizar sem globalizar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651634342</link>
         <description><![CDATA[<div>A solidariedade nos dias de hoje está em falta. A maioria das pessoas, hoje em dia, pensar apenas em si mesmo, sem olhar para as pessoas que estão ao seu redor. Praticando atos de bondade, empatia, fazer o bem sem olhar a quem, é capaz de transformar a nossa sociedade. “A globalização é um processo que age sobre o ser humano. A suas consequências sociais e econômicas estão transformando o modo de vida da humanidade…“<br>Globalizamos mas não solidarizamos, essa frase representa muito do que acontece realmente no processo da atual globalização. Globalizamos como quando entramos em contato com pessoas ou quando extendemos uma rede de produtos ou serviços a outros continentes e países, consequentemente acabamos por conhecer a cultura e as mazelas recorrentes que não solidarizamos. Apesar de conhecer os imbróglios de outras nações eles não cabem no sistema capitalista nem pertence ao processo de globalização, a superação das desigualdades e dificuldades dos países subdesenvolvidos e em desenvolvimento, principalmente quando lembramos que é esse&nbsp; contraste quem mantém esse sistema funcionando e garante a prosperidade de algumas economias.<br><br><strong>Nicolly e Maria Clara</strong></div>]]></description>
         <pubDate>2021-07-15 22:27:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651634342</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A globalização é um processo totalizante</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651677127</link>
         <description><![CDATA[<div>A economia se divide em duas etapas, a primeira que é a calmaria onde ocorre o consumo, a segunda é o processo totalizante da globalização que se caracteriza pelos déficits comerciais, e sua solução. Esse processo é onde ocorre os traumas da economia, pois deve-se tomar medidas para salvar a moeda.<br><br></div><div>Podemos relacionar isso com alguns casos recentes que ocorreram no Brasil. A copa do mundo de 2014 que ocorreu em território nacional é um exemplo, no evento foram gastos bilhões para construção das estruturas para a copa, que foi tirado do povo, esse dinheiro causou prejuízos ao país, comprometendo com a economia.<br><br></div><div>A corrupção na Petrobras também é um exemplo, os crimes cometidos na empresa causaram muitas demissões e afetou a economia, esses roubos criaram um déficit contábil de 6 bilhões de reais e decresceu em 57% o valor das ações da empresa, caracterizando um processo totalizante.<br><br></div><div>A crise hídrica de São Paulo também afetou bastante a economia do país, com a falta de água a agricultura e as indústrias brasileiras principalmente as têxtis e química que sofreram muito, também houve o aumento das contas de energia elétrica e água no país.<br>dupla: Kauan Eduardo e Carlos Maragno</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-15 23:35:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651677127</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mundo do espetáculo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651751119</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Em 1967 o filósofo francês Guy Debord publicou a obra “A sociedade do espetáculo”, demonstrando o poder que as imagens exercem na sociedade contemporânea. Atualmente, percebemos que os palcos se multiplicaram, especialmente com o advento da internet e a disseminação das redes sociais, dentro dessa lógica a plateia passou a ser cada um de nós. Compartilhar, exibir, curtir e postar fotos passaram a fazer parte de nosso cotidiano.<br><br></div><div>&nbsp;Observe o Instagram, olhe como as pessoas tendem a postar apenas momentos felizes, belos, ricos, apaixonados, em um cenário espetacular. Na verdade esses são apenas fragmentos de suas vidas, porém, naquele espaço essa aparência apresenta-se para os espectadores como toda a sua realidade e dessa forma toleramos e ansiamos pela ilusão apresentada nas redes sociais. A necessidade dessa ilusão é uma decorrência inevitável de uma sociedade do espetáculo, onde belas paisagens e corpos perfeitos são uma maneira de agregarmos valor a nós mesmos.<br><br>Lucas Gonçalves e Pedro da Rocha<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-16 00:24:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651751119</guid>
      </item>
      <item>
         <title>“A globalização é parte de um modelo de exclusão”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651980402</link>
         <description><![CDATA[<div>"Os que apresentam respostas se identificam com as minorias que há séculos decidem como devem viver os demais." Júlio Chiavenato, chama atenção para a maioria "especializada em nada" da população que compõe a classe excluída globalmente e que é resultado direto das ações da minoria excludente e do modelo capitalista em um mundo globalizado. Desde o colonialismo, forma de exploração europeia, a globalização participa como modelo de exclusão que usa recursos culturais, como língua, alimentação, comportamento e crenças, sociais e econômicos que trazem consequências como o trabalho infantil e análogo a escravidão, principalmente pela demanda de mão de obra barata e leis trabalhistas flexíveis como na China; a internacionalização de empresas capazes de contratar em qualquer lugar no mundo com valores menores causa desemprego em países, como nos Estados Unidos; e a mecanização do trabalho e avanços tecnológicos que dispensam a mão de obra humana.&nbsp; O colonialismo, decisivo para construção de Estados Nacionais fortes e estabilização da globalização em 1989, a partir da exploração de matérias primas, metais e pessoas enriqueceu países e marginalizou outros que até os dias de hoje sofrem com a libertação tardia, a exclusão e a condição de subdesenvolvidos.<br>Letícia Chaves&nbsp;<br>Luana Chaves</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-16 01:51:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651980402</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651981474</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Informações e mercadorias interferem nos nossos hábitos<br><br><br>Com base nas informações do livro podemos chegar à conclusão que a rapidez em que as informações e mercadorias são transportadas em um país podem interferir constantemente em nossas vidas. Chiavenato destacou no livro o trabalho de processo de modificações para que a sociedade tenha informações rápidas, que podem influenciar negativamente e positivamente.&nbsp;<br>&nbsp;Por exemplo, o lado positivo foi a facilidade na comunicação e na comercialização (principalmente online, no período da pandemia Covid-19), já o lado negativo é que as informações retiradas nesses ambientes virtuais são usadas por países dominantes que utilizam esse recurso influente para assim controlar um pais submisso.&nbsp;<br>&nbsp;No período em que vivemos atualmente pode ser encontrado com muita facilidade as consequências da instantaneidade das informações, por tudo estar precisando aderir de alguma forma aos recursos digitais. Nas relações sociais do pais houve uma discrepância de fácil identificação em quesitos básicos como a acessibilidade a educação por grande parte da população ou muitos trabalhadores não serem registados formalmente num trabalho. Também há como exemplo a moeda bitcoin, que com a rapidez das informações seu preço altera constantemente.<br><br>Dupla: Beatriz Trindade N°4 e Pedro Arruda N°30</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-16 01:51:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1651981474</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Consumo: a lingua que todos entendem</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1653468241</link>
         <description><![CDATA[<div>No livro ética globalizada e sociedade do consumo, temos uma citação a obra A teoria da classe ociosa de Thoestein Veblen, onde diz assim "a riqueza provoca um tipo de consumo ostentatório, com a compra de mercadoria que servem apenas para demonstrar o status dos ricos. Veblen notou já naquela época, que o consumo conspícuo dos ricos, baseado na ostentação, provocava a imitação dos pobres."&nbsp;&nbsp;<br>Veblen fez tal análise nos séculos XX. Se pararmos para compara o século passado ao atual diversas áreas mudaram, entretanto o consumo continua aumentando, devido a criação do crédito, e do parcelamento. Ajudando a imitação das classes elevadas, garantindo o consumo e o prosperar do capitalismo.<br>A rede capitalista nos dias atuais tem muita força, tanto que a maior parte do mundo tem a rede politicamente capitalizada, poucos países estão fora deste quadro. O capitalismo acabou criando o consumismo para aumentar seus lucros em questão de capital, e assim aproveitar do público a partir do interesse por objetos muitas vezes desnecessárias, transformando-os em itens de extrema aparência visual e de uso indispensavelmente necessário usando propagandas apelativas, comerciais cativantes e até mesmo de influenciadores digitais, onde as pessoas são pagas para falar de um produto. Mesmo sendo uma grande sabotagem na maior parte das situações, o consumismo e o capitalismo já foram totalmente normalizados e romantizados dentro de nossa sociedade, tanto que quando se comenta sobre uma diferente política tal qual o comunismo ou socialismo, são taxadas com muitos itens que existem no próprio capitalismo, mas que muitas vezes não conseguimos ver com tanta clareza.<br><strong>dupla:</strong> Arthur e melissa&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-07-17 20:36:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1653468241</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vocês pertencem a alguma “tribo urbana” ou “movimento”? Qual a sensação de pertencimento a esses grupos? Vocês têm consciência do que buscam ou do que querem se distanciar ao fazer parte deles.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1679585210</link>
         <description><![CDATA[<div>Não; não tenho referência pessoal, mas é possível concluir uma sensação de pertencimento, de se tornar parte de algo importante e um sentimento de integração ao mundo, principalmente aos jovens. Já em movimentos, a busca por reformas, mudanças sociais, econômicas e ambientais aumentam essa sensação de pertencimento e integração com o mundo.<br>Ao compor uma tribo urbana o indivíduo tem consciência de que fará parte de uma união de pessoas com mesmos objetivos e escolhas semelhantes e que irá se distanciar de pensamentos contrários, gerando um grande problema característico dessas tribos, o preconceito.<br>Lucas Eduardo da Silva Melo N°23</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-08-15 20:10:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/leticiaaraujo10/lf65rz44whvegldw/wish/1679585210</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
