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      <title>Anita, Elis, Maria Gabriela, Laura_8ºA by Anita Neiva</title>
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      <description>Povo Umutina</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-02-20 10:41:39 UTC</pubDate>
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         <title>Umutina, sua língua e  população                          </title>
         <author>1015531</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Como os não-índios interferiram na língua e população dos Umutina<br><br></em>Os Umutina são uma tribo que se localiza em Mato Grosso. Eles possuem, aproximadamente, 515 cidadãos e se consideram índios nativos do alto-Paraguai. <br>Eles foram atacados por homens brancos e por isso sofreram muitas dificuldades ao longo dos anos.  </div><div>A tribo indígena não fala mais sua língua, pertencente ao tronco linguístico Macro-Jê, da família Bororo. Isso, por causa das agressões que eles sofrem dos homens-brancos em 1911. Depois desses ataques, muitas epidemias atacaram o povo, matando grande parte deles. Os que sobreviveram foram educados em uma escola para índios, porém eles só ensinavam as culturas dos brancos, sendo proibidos de falar em sua língua nativa, ou praticar qualquer atividade relacionada com a mesma.</div><div>Em 1862 a tribo Umutina dispunha, de mais ou menos, 400 indivíduos, porém depois da colonização, em 1911, passaram a ser 300. Depois de uma grande epidemia, eles permaneceram com apenas 200 integrantes.</div><div>Ao longo dos anos a população só foi decaindo. Em 1931, em um relatório da SPI (Serviço de Proteção ao Índio), foi registrado que o número cidadãos da tribo era um pouco maior que 120, e em 1943 foram registrados apenas 73 indivíduos, sendo 50 deles viviam no posto “Fraternidade Indígena” e o restante, 23 índios, viviam na última aldeia existente no alto do rio Paraguai, norte de Mato Grosso. Estes ficaram conhecidos como “os independentes”, por se recusarem a ter qualquer tipo de contato com os não-índios. Dois anos depois eles foram atacados por mais uma epidemia e os 14 que restaram foram morar no posto. Com isso houveram muitos casamentos mestiços, dos índios com os não índios, e foi registrado, em 2009, que sua população alcançava 445 indivíduos.</div><div><br><em>A imagem representa, pelo que parece, índios lutando.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:09:43 UTC</pubDate>
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         <title>Cosmologia, mitologia e rituais                    		</title>
         <author>091094</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>A importância das crenças e rituais Umutinas <br><br></em>Os rituais indígenas são, normalmente, baseados nos fenômenos ocorrentes na natureza. Eles servem para que a sociedade indígena possa criar coragem para lutar contra os males, curar as enfermidades, se divertirem cantando, brincando e ouvindo histórias contadas pelos mais velhos. Assim como outros povos indígenas, a população Umutina possui suas próprias crenças, que influenciam em muitas áreas de suas vidas cotidianas. Um exemplo disso ocorre na medicina, onde os Umutinas, se baseiam no consumo de diversas ervas medicinais. Temem a transmissão de doenças por parte de espíritos, e evitam o consumo de carne e pacas, pois acreditam que suas sombras podem lhe causar cãibras e ataques. Entre os grupos remanescentes, não havia mais médicos-feiticeiros, pois eram considerados maus na maioria das vezes. Quando se tornavam uma ameaça ao grupo, eram eliminados, conforme as histórias que os índios contam a respeito. <br>Tão importante quanto as histórias, existem os mitos. De alguma forma, as mitologias são relevantes em todas as culturas, pois surgem como formas que o homem encontrou para compreender e dar sentido aos fatos e eventos da vida, do mundo. Numerosas lendas explicam as origens dos rios, dos peixes, dos animais, dos produtos da lavoura e das doenças. Dentre as lendas, a mais importante aborda uma esteira feita com uma palha de buriti com o objetivo de ressuscitar os mortos. Os índios, em 1940, utilizavam desse utensílio como cama, mortalha e assento. Era considerado um objeto de importância religiosa, que não poderia ser emprestado para ninguém.  <br>Sobre a espiritualidade, percebemos que a morte dos membros da comunidade é tratada com muito respeito. Os familiares enterravam sua parentela com a esteira de palha, e realizavam inúmeras cerimônias para homenagear seus mortos. Também acreditavam que a preguiça e a mentira impediriam o repouso e descanso eterno da alma, que ficaria errando sobre a mata, sem comida, bebida e tranquilidade.  De forma geral, os rituais totalizavam 18 danças, e os índios preparavam suas indumentárias para a realização do evento. Só participavam das danças-rituais os índios que assistiam os funerais de um parente no último ciclo anual. Durante os festejos, os protagonistas das danças representavam ou encarnavam um ou vários espíritos de parentes simultaneamente. Cada dança tinha nome, canção, indumentárias e coreografia exclusivas para determinado culto,  variando quando necessário. Algumas danças eram dedicadas aos espíritos protetores da caça, pesca, lavoura e outros, veneradas como ancestrais. <br>As festividades eram dirigidas por um chefe que recebia, após cada ritual, a palha de buriti com a qual foram feitas as indumentárias, e da qual mandava preparar esteiras de palha para sua família. 	Podemos observar que a preservação da cultura indígena é muito importante, pois assim, conseguimos reconhecer a contribuição do índio na formação dos diversos aspectos da formação do nosso povo.<br><br><em>Imagem que retrata um momento de um ritual Umutina</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:10:14 UTC</pubDate>
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         <title>      História do contato </title>
         <author>1219811</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>Como os Umutina e os não-índios se relacionavam </em></div><div><br></div><div> Os não indígenas foram os responsáveis por diversas mudanças que ocorreram no povo Umutina, e sua história de contato foi marcada por diversas batalhas e violência. </div><div>Antes do ano de 1911, o povo Umutina era muito descrito como uma tribo indígena muito agressiva, pelo fato de que eles tinham o costume de impedir a força a invasão de outras pessoas em seu território. Seus ataques ocorriam durantes a noite, nos quais os mesmos utilizavam arco e flechas e maças especiais, chamadas tacape-espadas. Durante os ataques, os Umutina não poupavam nem mulheres nem crianças, e após estes, comemoravam sua vitória com festas e canções, relembrando também vitórias passadas. Há ainda mesmo indícios de antropofagia ritual.</div><div>O momento no qual o contato entre a tribo e o resto da      sociedade nacional se tornou mais violento foi no final do século XIX, quando haviam diversas batalhas e mortes. há registros de que em 1898 a intenção do governo de Mato Grosso, estado no qual os Umutina se encontravam, era fazer uma expedição visando exterminar esses índios, devido à sua resistência violenta contra as pessoas que tentavam adentrar seu território tribal.</div><div>Além disso, os Umutina sofreram grande violência e incompreensão exercidas pelos não índios. Mesmo quando o povo tentava se aproximar pacificamente, eles eram recebidos com tiros e outros atos agressivos dos que se diziam fazer parte de uma sociedade civilizada. Esses acontecimentos podiam se dar pelo fato de que o ritual de saudação da tribo poderia parecer violento, porém isso não era motivo o suficiente para os atos que recebiam dos não indígenas.</div><div>Em 1911, houve uma pacificação entre o povo Umutina e o resto da população. No entanto, continuaram ocorrendo ataques que eram revidados pelos índios. Em 1919, a tribo foi atingida por uma epidemia de sarampo, e logo depois muitas outras epidemias apareceram, o que fez com que a população do povo diminuísse drasticamente. Os órfãos encontrados foram recolhidos pelos trabalhadores do posto indígena e ensinados lá. Hoje em dia, os filhos destes não sabem a língua própria da tribo e são educados no posto, e com  isso restam apenas algumas pessoas que fazem parte dessa tribo que carregam sua cultura original consigo.<br><br><em>Imagem de um guerreiro   Umutina</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:10:35 UTC</pubDate>
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         <title>          Adornos e nome                      </title>
         <author>1529901</author>
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         <description><![CDATA[<div> <em>O motivo do nome Umutina e quais suas vestimentas corporais  </em><br><br>Primeiramente, adornos são coisas "usuais corporais", usadas para enfeitar ou para ritos sociais ou religiosos, por exemplo, vestimentas, colares e algumas pinturas corporais que fazem parte da formação cultural de um povo. </div><div>Este povo tem o nome de Umutina e foi inicialmente rejeitado e sujeito a muito preconceito pelos por assim dizer "não índios" que os chamavam de barbados. Eram chamados assim porque os homens usavam barbas confeccionadas a partir do cabelo de suas mulheres ou do pelo do macaco bugio. Eles se autodenominavam Balatiponé, que significava "gente nova". Só depois do contato com os índios Paresi e Nambikwara, que esse povo passou a ser chamado de "Umutina".  </div><div>Os índios Umutina eram uma comunidade que tinha um meio muito interessante de "preservar" sua cultura. De acordo com a observação de um pesquisador chamado Schultz, que acompanhou o modo de vida deles, uma coisa importante eram suas vestimentas (Adornos). De acordo com ele, por lá as mulheres tinham um belo costume de usar o cabelo rente e cobrirem suas nádegas com uma saia de algodão fiado por elas mesmas, em formato de tubo, que se chamava ametá. </div><div>Elas usavam vários outros adornos como colares de dente de macaco, conchas do rio e até cabelo humano. Usavam um pouco de tudo que pudesse ajudar a enfeitar: bico de ave, penas, dente de macaco e ossos de animais, inclusive peixes. Também faziam amuletos de cabaças que de acordo com a tribo, protegiam contra maus espíritos e doenças. Já os homens, segundo Schultz, usavam colares de dentes de onça e os mais novos usavam um enfeite no lábio inferior que tinha que ser trocado com frequência pois eram feitos de caule de árvore e por isso apodreciam. Eles chamavam esse adorno de Tembetá.</div><div> Em festas e cerimônias os homens usavam couros de animais nas costas, o que fez Schutz achar que existia uma razão religiosa para esse adorno que era de chamado de akaike. O fato é que essa tribo usava muitos adornos e pinturas no corpo feitas de urucum e jenipapo. Os homens pintavam animais maiores que provavelmente eram caçados por eles, como o macaco bugio e o tamanduá, enquanto as mulheres pintavam peixes grandes e as crianças peixes menores, borboletas ou plantas. <br><br><em>Mulheres do Povo Umutina usando seus ametás em uma dança cultural. </em></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 11:11:14 UTC</pubDate>
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         <title>Resumo da reportagem: &quot;Em dia mundial, UNESCO defende políticas para valorizar línguas indígenas&quot;</title>
         <author>1015531</author>
         <link>https://padlet.com/1529901/lf4rg0r45vk0/wish/451511058</link>
         <description><![CDATA[<div>A reportagem fala sobre a opinião da UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) sobre a valorização das línguas indígenas. O ponto de vista da organização é de que é muito importante valorizá-las e preservá-las, pois são elas que trazem a identidade de um povo, é por meio delas que transmitimos nossas experiências, tradições e conhecimentos. Além disso, muitas línguas já foram extintas, por isso a organização acha muito importante que as crianças aprendam em suas próprias línguas para preservar sua origem e também porque as crianças aprendem melhor em suas línguas maternas.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 17:01:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Como a reportagem aborda os indígenas?</title>
         <author>091094</author>
         <link>https://padlet.com/1529901/lf4rg0r45vk0/wish/451544081</link>
         <description><![CDATA[<div>A reportagem aborda os indígenas de forma respeitosa e positiva, já que fala que a língua e a cultura desses povos são aspectos relevantes para nossa comunidade, defendendo sua importância.<br>Em relação ao povo Umutina especificamente, ele só é abordado quando citam as línguas em extinção, portanto, não existe nenhum dado que se refere diretamente a eles.<br>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-02-27 17:45:06 UTC</pubDate>
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