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      <title>E.M. Maria Teixeira Fittipaldi - A maneira como organizam os espaços e o tempo, os materiais, as experiências e as diversas possibilidades de interações na cotidianidade das instituições de Educação Infantil estão de acordo com a concepção de infância e criança?  by Jôkasta Bis</title>
      <link>https://padlet.com/jokastabis/leo6yk7w8zge73hu</link>
      <description>Apresentação HTPC- Gleice e Jôkasta</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-23 23:03:01 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-03-07 22:10:13 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Concepção de Infância </title>
         <author>jokastabis</author>
         <link>https://padlet.com/jokastabis/leo6yk7w8zge73hu/wish/1659700970</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao assumir a infância como inventada e as crianças obrigadas a se encaixarem a tal modelo, coloca-se o adulto como superior, alguém que decide/ inventa e determina algo, sem um representante deles (as crianças) no meio para dizer para o que é ser criança. Como diz Silvio Gallo <br><br></div><div>Adultos pensam as crianças, adultos pensam pelas crianças, adultos dizem as crianças o que é ser criança. Então se a gente tem uma produção e um conhecimento sobre a infância esse saber e esse conhecimento produzido sobre a infância é um saber produzido por nós, pelos adultos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 23:18:55 UTC</pubDate>
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         <title> A maneira como organizamos o tempo;</title>
         <author>jokastabis</author>
         <link>https://padlet.com/jokastabis/leo6yk7w8zge73hu/wish/1659701501</link>
         <description><![CDATA[<div>Walter Kohan (2004), em contraposição ao modo dominante de pensar<br>a infância como uma etapa de vida, como cronologia, busca pensá-la com<br>Agamben e Deleuze. Em Agamben a infância é uma condição da<br>experiência humana. Desse modo, Kohan propõe que ampliemos os<br>“horizontes da temporalidade”.<br><br>O “tempo”, em grego clássico, é designado por mais de uma palavra:<br><em>chrónos </em>(tempo sucessivo)<em>, kairós </em>(medida, proporção, temporada, momento<br>crítico, oportunidade) e <em>aión </em>(intensidade, duração). Ao lado da dimensão<br>cronológica – ou seja, sem excluí-la – Kohan nos mostra que a infância tem<br>também uma dimensão aiônica e com ela surgem novos sentidos da/para a<br>infância.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 23:20:46 UTC</pubDate>
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         <title> A criança e seu tempo.  </title>
         <author>jokastabis</author>
         <link>https://padlet.com/jokastabis/leo6yk7w8zge73hu/wish/1659704033</link>
         <description><![CDATA[<div>A criança não vive apenas uma etapa de vida uma cronologia, mas sim um tempo que é uma “intensidade da duração”. No reino infantil há uma força infantil que é o tempo aiônico.<br>Quanto à Deleuze&nbsp; temos, ainda segundo Kohan, a distinção de dois modos de temporalidade: a história e o devir;<br><br></div><blockquote><em>A história não é experiência, mas o conjunto de&nbsp;<br>condições de uma experiência e de um&nbsp;<br>acontecimento que tem lugar fora da história.[...]<br>De um lado está o contínuo: a história, chrónos, as<br>contradições e as maiorias; do outro lado o<br>descontínuo: o devir, aión, as linhas de fuga e as<br>minorias. Por isso, o devir é sempre minoritário.</em></blockquote><div><br>Deste modo, do ponto de vista de uma micropolítica, a infância é<br>acontecimento, experiência, revolução, resistência, criação e interrompe a<br>história. Pensar a infância como devir amplia, assim, os seus sentidos de muitas<br>maneiras.<br>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-23 23:28:49 UTC</pubDate>
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         <title>Referências.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jokastabis/leo6yk7w8zge73hu/wish/1661190706</link>
         <description><![CDATA[<div>GALLO, Sílvio. Deleuze &amp; a educação. 2 ed. Belo Horizonte: Autêntica, 2008<br><br>KOHAN, Walter Omar. A infância da educação: o conceito devir-criança. In: ______ (Org.).<br><strong>Lugares da infância</strong>: filosofia. Rio de Janeiro: DP&amp;A, 2004. p. 51-68.&nbsp;<br>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</div><div>SCHÉRER, René. <strong>Infantis.</strong> Belo Horizonte: Autêntica, 2009.<br><br></div><div>https://meuartigo.brasilescola.uol.com.br/educacao/o-conceito-de-infancia-ao-longo-da-historia-ocidental.htm<br><br>file:///C:/Users/User/Downloads/O%20QUE%20DIFERENCIA%20A%20BNCC%20PARA%20A%20EDUCA%C3%87%C3%83O%20INFANTIL%20DO%20DCNEI%20E%20DO%20RCNEI.pdf<br><br></div><div>https://siteantigo.portaleducacao.com.br/conteudo/artigos/educacao/organizacao-do-tempo-na-escola-a-importancia-da-rotina/42290<br><br></div><div>file:///C:/Users/User/Downloads/COMPREENDENDO%20A%20BNCC%20DA%20EDUCA%C3%87%C3%83O%20INFANTIL.docx.pdf<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 15:28:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Concepção de Infância</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jokastabis/leo6yk7w8zge73hu/wish/1661222786</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Idade média</strong></div><div>Na idade média a criança era vista como um adulto em miniatura, trabalhavam nos mesmos locais, usavam as mesmas roupas. “A criança era, portanto, diferente do homem, mas apenas no tamanho e na força, enquanto as outras características permaneciam iguais” (ARIÈS, 1981, p.14). Por essa visão, foi um período onde a infância era caracterizada pela inexperiência, dependência e incapacidade pois não tinha as mesmas compreensões que um adulto. Por não haver distinções entre adulto e criança, cabia a elas aprender as tarefas do dia a dia, a trabalhar, ajudar os mais velhos nos serviços, e a passagem que tinham por sua família era muito breve, pouco depois que se passava o período de amamentação a criança já passava a fazer companhia aos adultos para que aprendesse a servir e trabalhar, eram criadas por outras famílias para que nesse novo ambiente aprendessem um oficio.<br><br></div><div><strong>Renascimento</strong></div><div>É no decorrer do século XVII que se da os primeiros passos para a separação do adulto e da criança, por meio da escolarização. Um dos maiores contribuintes para tal mudança foi a igreja, que teve um papel fundamental ao associar a imagem das crianças com a de anjos, que refletiam inocência e pureza, sendo assim, Deus as favoreciam devido a sua singeleza e suavidade, que se aproxima da impecabilidade, impondo uma necessidade de amar as crianças e tornando a educação obrigatória, contrariando a indiferença existente a tanto tempo., estabelecendo uma religião para as crianças (ARIÈS, 1981, p.14).&nbsp;<br><br></div><div>O fim deste século foi considerado o marco na evolução dos sentimentos em relação a infância, onde começaram realmente falar na fragilidade da criança, nas suas peculiaridades e a se preocupar com a formação moral e construção da mesma.<br><br></div><div><strong>Nascimento da concepção de infância</strong></div><div>Então, a partir do século XVIII, as crianças começaram a ser reconhecidas em suas particularidades, começaram a possuir um quarto único, alimentação considerada específica e adequada, começaram a ocupar um espaço maior no meio social.&nbsp;</div><div><strong><br>A infância conforme o RCNEI (</strong>Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil)</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong>O (RCNEI) representou um avanço para a época, porém, era mais como uma orientação dos conteúdos e objetivos de aprendizagem e não fazia a criança e sua identidade o foco principal, ela ainda é vista como alguém que responde aos estímulos dados pelos adultos (no caso da escola, os professores).&nbsp;</div><div><strong>&nbsp;</strong></div><div><strong>&nbsp;</strong>“as crianças possuem uma natureza singular, que as caracterizam como seres que sentem e pensam o mundo de um jeito muito próprio”. Sendo assim, durante o processo de construção do conhecimento, “as crianças se utilizam das mais diferentes linguagens e exercem a capacidade que possuem de terem idéias e hipóteses originais sobre aquilo que procuram desvendar”. Este conhecimento constituído pelas crianças “é fruto de um intenso trabalho de criação, significação e ressignificação”. Ainda convém salientar que compreender, conhecer e reconhecer o jeito particular das crianças serem e estarem no mundo é o grande desafio da educação infantil e de seus profissionais. (Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil, 1998, p.22).&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>A infância conforme o DCNEI ( </strong>Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil)</div><div>&nbsp;</div><div>As Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI), de 2009, mostram um avanço na direção de colocar a criança em foco e serviram como fundamentação teórica para a BNCC. O documento reforça a importância do acesso ao conhecimento cultural e científico, assim como o contato com a natureza, preservando o modo que a criança se situa no mundo.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong>A infância conforme BNCC</strong> (<strong>Base Nacional Comum Curricular)</strong></div><div>&nbsp;</div><div>Reforça a visão da criança como protagonista em todos os contextos de que faz parte: ela não apenas interage, mas cria e modifica a cultura e a sociedade.&nbsp;</div><div>Tem como objetivo : oferecer referências para a construção de um currículo, baseadas em direitos de desenvolvimento e aprendizagem bem definidos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 16:06:41 UTC</pubDate>
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         <title>Organização do tempo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jokastabis/leo6yk7w8zge73hu/wish/1661225972</link>
         <description><![CDATA[<div>A organização da rotina das atividades da criança na escola é um aspecto de suma importância. Essa deve ser pensada a partir do planejamento feito pela equipe pedagógica e professores, traduzida no plano de trabalho ou de aula.&nbsp;</div><div>A rotina possibilita à criança segurança e domínio do espaço e do tempo que passa na escola.<br>&nbsp;<br>&nbsp;A organização da rotina deve ser adequada ao tempo de permanência da criança na escola, organização das atividades não pode ser rígida, pode ter alterações e adaptações no dia a dia, dependendo de situações inusitadas.<br>&nbsp;<br>&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 16:11:00 UTC</pubDate>
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         <title>Princípios da organização do espaço/ambiente  Bncc</title>
         <author>jokastabis</author>
         <link>https://padlet.com/jokastabis/leo6yk7w8zge73hu/wish/1662069034</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>1.&nbsp; &nbsp; Os espaços têm uma organização clara e estética, ou seja, apelam aos sentidos da criança, são atraentes e convidativos.&nbsp;</div><div>2. Os diversos ambientes internos e externos apresentam áreas de interesses bem definidos que acomodam diversos tipos de interações, agrupamentos e promovem diferentes tipos de brincadeiras e experiências.&nbsp;</div><div>3. Os objetos e materiais são apropriados, suficientes e diversificados e contemplam as particularidades das diferentes idades, as condições específicas das crianças com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades/superdotação, e as diversidades sociais, culturais, étnico-raciais e linguísticas das crianças, famílias e comunidade regional.&nbsp;</div><div>4. A acessibilidade aos móveis e materiais é garantida, ou seja, as crianças podem dirigir-se às diferentes áreas, têm acesso aos materiais, podem tirar e recolocar os brinquedos e materiais de seu interesse, de forma a aprender onde guardá-los depois de usados e saber onde permanecem, é preciso levar em conta as necessidades físicas, emocionais, sociais, cognitivas, próprias de cada idade.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;5- organização dos espaços deve ser acompanhada de observação atenta, professores constantes e responsivos, ou seja, que respondam prontamente e com sintonia às comunicações e anseios da criança.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 12:10:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão da dupla.</title>
         <author>jokastabis</author>
         <link>https://padlet.com/jokastabis/leo6yk7w8zge73hu/wish/1662079717</link>
         <description><![CDATA[<div>Após as leituras e o resgate na memória das experiências vividas em sala acreditamos que a infância seja um tempo de intensidade de duração. A criança vive um tempo iônico, não cronológico como os adultos da sociedade é um conjunto de condições de uma experiência e de um acontecimento que tem um lugar fora da história.<br>A concepção de infância se molda de acordo com as necessidades da sociedade da época que acreditam estarem fazendo o certo.<br>O tempo não é pensado na/para a criança, os espaços e materiais até são pensados porém muitos não dão liberdade real para a criança, até o tempo dito "brincadeira livre" tem um objetivo da criança apresentar um determinado protagonismo ou criar algo, ela tem um tempo livre para produzir o que ela quer a partir dos materiais e recursos que o adulto apresenta e outros não tem os recursos básicos necessários.<br><em>&nbsp;</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-27 12:26:36 UTC</pubDate>
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