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      <title>Grupo de Trabalho - Mediação de Conflito by LILIAN GUEDES</title>
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      <description>&quot;O diálogo é a chave que abre as portas da compreensão.”</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-03-17 18:49:42 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO COMISSÃO DE MEDIAÇÃO DE CONFLITOS-DRE PENHA-27/02/2025</title>
         <author>lilianguedes7913664</author>
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         <description><![CDATA[<p>Ata - Primeiro Encontro CMC </p><p><br></p><p>&nbsp;</p><p>ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DAS COMISSÕES DE&nbsp;</p><p>MEDIAÇÃO DE CONFLITOS DA DRE PENHA&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>No dia vinte e sete de fevereiro de dois mil e vinte e cinco, nos reunimos no Auditório DRE Penha, das 10h às 11h30, contando com 13 (treze) participantes que perfazem o grupo de trabalho direcionado à mediação de conflitos da nossa diretoria, com a propositiva de alinharmos as datas das formações mensais, elencarmos temas relevantes, possibilitando a continuidade do nosso trabalho e garantindo o fortalecimento das nossas ações. Iniciamos com o acolhimento do coordenador da DICEU Fabio Luiz Villani que aludiu ao Projeto Entre Nós, apresentando a nova integrante da DICEU, Lilian Guedes que encaminhará as demandas do referido projeto em tempo oportuno, bem como auxiliará a Professora Monica Aparecida Gomes Dias nos projetos da pasta como Mediação de Conflitos, CRECE, Grêmio Estudantil. Na sequência, a professora Monica iniciou sua fala norteando o grupo sobre o Documento de organização Pedagógica de 2025, com base nos informes obtidos da reunião em COCEU, enalteceu aos supervisores a importância de o plano de ação das unidades escolares apresentar conexão com os colegiados existentes na RMSP, uma vez que, a Secretaria Pedagógica Maria Silvia apontou tais colegiados estarem dissociados do plano de ação. Ainda em tempo, a Professora Monica compartilhou a pesquisa do Projeto Respeitar é Preciso, com abordagem na ação de acolhimento e Saúde Emocional na Perspectiva da Educação em Direitos Humanos na pesquisa-ação sobre as relações de convívio e as práticas educativas com a finalidade de compreender o papel e as possibilidades das escolas diante da produção social do sofrimento e das violências no cotidiano escolar. Assim, construir coletivamente propostas de como trabalhar a questão na perspectiva da Educação em Direitos Humanos. A referida ação teve início na Diretoria Regional de Guaianases, em 2022, a partir da constatação dos sofrimentos de crianças e adolescentes, estudantes da Rede Municipal de Ensino, advindos de diversas violências sociais. Nesse contexto, a nossa Diretoria foi contemplada e quatro unidades escolares receberam o convite para participação no projeto. A representante do NAAPA, na pessoa de Olésia Patrícia Aparecida Giannella Henrique considerou a temática sobre a violência institucional e sua proeminência como encaminhamento para a formação dos assistentes de direção das unidades, os supervisores presentes contribuíram com a necessidade premente de melhor estruturar o plano de ação das unidades. Destarte, acordamos que na primeira reunião de formação centralizaremos na otimização dos planos e na prevalência da sua integração com os colegiados, bem como, sua efetiva execução. No encontro subsequente, dar-se-á, as respectivas inferências dos planos entregues. Em maio, o enfoque sugerido pela professora Monica dar-se-á sobre o Trabalho Infantil, com vistas a corroborarmos com a Comissão de Erradicação do Trabalho Infantil - CMETI, e contemplarmos nosso território, no que tange às crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil. Por conseguinte, aventou-se como formador desse encontro o Promotor da Vara da Infância e Juventude Dr Flavio Lorza com o objetivo de fomentar meios de identificação e atendimento de crianças e adolescentes em situação de trabalho infantil, garantias da lei, compreendendo o cenário atual, identificando desafios e ampliando o repertório de boas práticas, valorizando a rede de proteção da rede municipal de São Paulo em face ao enfrentamento à violação de direitos. Concomitantemente, sugeri ao grupo, viabilidades de mapeamento através do Forms para que todos os segmentos respondam sobre o clima escolar, episódios de violência sejam verbais, físicos ou velados que ocorrem no cotidiano das unidades, permitindo a participação de todos os atores envolvidos no que tangencia o universo escolar para melhor ancorarmos outros diálogos formativos no decorrer desse corrente ano. A professora Monica encerrou a reunião agradecendo a participação de todos os presentes e considerou o quanto foi engrandecedor nosso encontro. Não tendo nada mais a tratar, eu, Lilian Guedes, lavrei a ata do dia supracitado e corroboro com a minha assinatura e dos demais presentes.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-17 19:12:19 UTC</pubDate>
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         <title>GRUPO COMISSÃO DE MEDIAÇÃO DE CONFLITOS-DRE PENHA-11/03/2025</title>
         <author>lilianguedes7913664</author>
         <link>https://padlet.com/lilianguedes7913664/leexchd61og77x0e/wish/3376941480</link>
         <description><![CDATA[<p>ATA DA REUNIÃO ORDINÁRIA DAS COMISSÕES DE MEDIAÇÃO DE CONFLITOS DA DRE PENHA </p><p><br></p><p>No dia onze de março de dois mil e vinte e cinco, nos reunimos no Auditório DRE Penha, das 14h às 15h30, contando com 10 (dez) participantes que perfazem o grupo de trabalho direcionado à mediação de conflitos da nossa diretoria. Iniciamos a reunião retomando os módulos já vivenciados junto ao Instituto Vladimir Herzog valorizando todo percurso formativo. Posteriormente, apresentamos o módulo 3,com enfoque no mapeamento a fim de demarcarmos as questões de conflito nas unidades escolares. Face ao exposto, abrimos para posicionamentos, sobre os planos de ação e sua relevância e como é primordial desenvolvermos planos de ação, sendo basilar para o processo de mediação e formação. Esses planos serão elaborados com o objetivo de transformar as discussões e aprendizados em ações concretas, que podem incluir mudanças nas práticas diárias, políticas ou até programas sociais. Sua relevância se dá pela capacidade de tornar as mudanças mais tangíveis e implementáveis, considerando as especificidades de cada contexto, na ênfase do Território de Cada Unidade, pois na peculiaridade revela-se fatores sociais, culturais, econômicos e até mesmo geográficos. Assim, citamos sobre o Espaço Bitita e sua particularidade dos abrigos e imigrantes, a prevalência das particularidades que precisam ser compreendidas para fornecer suporte adequado às pessoas, considerando suas realidades únicas e desafios. A demarcação de território e mobilização pode se referir à identificação e reconhecimento dos espaços físicos e sociais que as pessoas ou grupos ocupam, a relevância incide na proteção de direitos e definir áreas de ação. A supervisora Soraya trouxe como contribuição para construção do plano de ação, seus conhecimentos e experiências anteriores, com um material referência da “<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://efape.educa%C3%A7%C3%A3o.sp.gov.br">efape.educação.sp.gov.br</a>” sobre conflitos na escola. A Assistente de Educação Mônica reiterou a participação dos palestrantes Miller e Sueli, com as temáticas sobre racismo recreativo e neurociências que enriqueceram as ações de 2024. Patrícia/Naapa, observou as ocorrências registradas na plataforma SGP realizado nas unidades escolares , de teor banal como o exemplo de "O menino passou cola no cabelo da menina" e o esvaziamento dessa informação, não tendo ações subsequentes. A supervisora Alessandra fez uma observação sobre o uso do termo "Ocorrência" e seu significado em contextos de boletim policial. A supervisora Sandra sinalizou um plano  entregue de uma unidade escolar e o contraditório registro "eles precisam aprender", deixando tácito a falta de objetividade. Direcionamos então, para os ajustes da reunião que, previamente, marcamos para segunda-feira, dia 25/03, e acordamos que a supervisora Lígia com a supervisora Soraya apresentassem a melhor forma das unidades enviarem o respectivo plano de ação. Ainda em tempo, a supervisora Daniela comentou da importância de resgatar a história das ações e valorizá-las mediante os avanços realizados, após o plano de ação executado. A professora Mônica encerrou a reunião agradecendo a participação de todos os presentes e considerou o quanto foi gratificante nosso encontro. Não tendo nada mais a tratar, eu, Lilian Guedes, lavrei a ata do dia supracitado e corroboro com a minha assinatura e dos demais presentes</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-03-21 17:11:48 UTC</pubDate>
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