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      <title> Exposição de sínteses by Maria Suelen S. Santana</title>
      <link>https://padlet.com/suelen_santanna/Bookmarks</link>
      <description>Dupla: Heloisa Gois Nascimento
 e Maria Suelen Santos Santana </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-02-11 17:37:11 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-07-03 19:34:21 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Educação e tecnologia </title>
         <author>suelen_santanna</author>
         <link>https://padlet.com/suelen_santanna/Bookmarks/wish/2054504768</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Oii, gente. Tudo bem? Na aula do dia 11/02 conhecemos alguns programas que deram início à inserção da tecnologia digital na educação. A professora Simone introduziu suas explicações falando um pouco de como funcionava as “homepages”, sites do qual o principal objetivo era o compartilhamento de textos e às vezes até imagens, mas que não eram tão interativas e cercadas de possibilidades como são os sites contemporâneos. Após isso, ela citou a música "Pela Internet" do cantor Gilberto Gil, nisso, percebemos a importância de sua composição para uma época em que as pessoas tinham receio do desconhecido. Então, a partir dessa ideia ela explicou como se deu a sucessão dos projetos de tecnologia e educação, como o EDUCOM e o CIED. O EDUCOM foi criado como fase piloto em somente cinco universidades, destinando computadores para dar início às pesquisas relacionadas à informática educativa. Já o CIED, visava expandir esse acesso para a educação básica, incluindo-os também no processo de inclusão digital.&nbsp;<br>&nbsp;A posteriori, Simone ensinou o porquê dos computadores não poderem ser considerados ferramentas. Sendo uma tecnologia digital, é incorreto tê-los somente como um amplificador de habilidades, esse termo limita sua potencialidade, já que essa tecnologia não é limitada como o analógico. Os computadores transformam, relacionam e digitalizam, tendo seu processamento, majoritariamente, digital.&nbsp;<br>&nbsp;Um terceiro ponto importante dos aprendizados desse dia foi o conteúdo do livro proposto, que trouxe informações importantes e interessantes sobre o tema. Entre elas, podemos citar o letramento digital, que deve ser uma decorrência natural da utilização dessas tecnologias. Evidenciando que a inclusão digital está na mesma dimensão da educação.<br><br></div><blockquote>Escrito e desenvolvido por: Heloisa Gois Nascimento e Maria Suelen Santos Santana.&nbsp;</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-18 03:15:39 UTC</pubDate>
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         <title>Inclusão de digital </title>
         <author>suelen_santanna</author>
         <link>https://padlet.com/suelen_santanna/Bookmarks/wish/2065382358</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, pessoal. Na aula do dia 18/02 o tema do debate foi a inclusão digital brasileira. Tivemos como base o artigo&nbsp; "O direito à comunicação e os desafios da regulação dos meios no Brasil" de Camilo Vannuchi. No escrito, conhecemos alguns direitos e leis vigentes sobre o acesso digital no país. Onde foi exposto na aula alguns tópicos importantes sobre a inclusão não só a digital, mas também social, educacional e ambiental. Sabemos que todas essas inclusões são importantes para a sociedade, promovendo um meio para a integração do indivíduo nessas esferas. No vídeo transmitido na plataforma foi dito que muitas das diferenças de acesso de internet estão vinculadas ao gênero, idade, localização, escolaridade e classe social. Nesse viés, podemos citar as operadoras de rede, que com seus planos de internet pré-pagos oferecem conexão ilimitada somente para algumas plataformas, limitando o acesso diversificado. Já os provedores de redes "Wireless Fidelity" vendem seus planos por determinada quantia de Mbps, mas entregam uma velocidade instantânea que normalmente é menos da metade da velocidade contratada, enganando seus clientes que ao contratarem o plano não são previamente avisados. Torna-se nítido, então, que a inclusão digital não é somente garantir o acesso à internet, mas também o conhecimento das informações citadas, desenvolvendo, assim, um senso crítico.<br><br></div><blockquote>Escrito e desenvolvido por: Heloisa Gois Nascimento e Maria Suelen Santos Santana.&nbsp;</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-02-24 22:00:49 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Software </title>
         <author>suelen_santanna</author>
         <link>https://padlet.com/suelen_santanna/Bookmarks/wish/2078237324</link>
         <description><![CDATA[<div>Oii, gente. Na aula de sexta, dia 25, foi apresentado para nós uma explicação sobre as diferenças entre softwares. A princípio, falaremos sobre software e hardware. Algumas pessoas costumam confundir esses termos, mas enquanto softwares são programas compostos de uma linguagem de programação, o hardware são peças físicas de determinado dispositivo tecnológico. Voltando aos softwares, é importante ressaltar que são divididos em dois tipos, os livres que são os que possuem seu código fonte liberado, possibilitando a modificação de sua programação de acordo com a necessidade do usuário e até mesmo da máquina. Já os proprietários, não socializam o código fonte, comercializando sua licença, centralizando o poder de seu uso e fazendo com que ocorra uma assimetria entre o proprietário do programa e o restante da sociedade, além de também dificultar possíveis melhorias e atualizações, já que o exame de erro é realizado por poucas pessoas. Nisso, encaixa-se os sistemas operacionais livres, que geralmente são tidos como inferiores e difíceis de operar, embora essa dificuldade seja tida apenas pela falta de costume do usuário com o sistema. Normalmente esse susto inicial com a mudança se dá por causa da adaptação geral das pessoas com os famosos sistemas proprietários, que é fortalecido por muitas estratégias, inclusive a benevolência da pirataria. Prejudicando, assim, uma produção colaborativa e se tornando apenas mais um meio de instrumento de dominação. Por fim, outra curiosidade que aprendemos na aula, foi sobre a extensão de documentos, que nos softwares livres são abertos para a comunidade que não precisa se preocupar com os direitos autorais.<br><br></div><blockquote>Escrito e desenvolvido por: Heloisa Gois Nascimento e Maria Suelen Santos Santana.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-04 16:30:54 UTC</pubDate>
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         <title>Recursos Educacionais Abertos </title>
         <author>suelen_santanna</author>
         <link>https://padlet.com/suelen_santanna/Bookmarks/wish/2091209121</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula do dia 08 tivemos como convidado o Prof. Ms. Daniel Pinheiro. Foi uma noite de muitas discussões e ensinamentos, onde ele apresentou os conceitos e produções que envolvem os Recursos Educacionais Abertos (REA). Que até aquele momento não tínhamos conhecimento sobre o assunto abordado, sendo de grande aprendizado e enriquecimento para nós como futuros professores. Como exemplifica a imagem acima, os recursos podem ser diversos materiais de ensino, aprendizagem e também de pesquisa. E, o que os tornam "abertos" é o fato de estarem disponibilizados para o domínio público ou também licenciado de maneira aberta, propiciando, assim, utilizações e adaptações de terceiros, englobando-se os 5rs, que são as liberdades por eles propiciadas, de reter, reutilizar, rever, remixar e redistribuir.&nbsp; Nesse viés, essa breve explicação já deixou um pouco mais evidente o motivo pelo qual esses recursos são tão importantes. Porque eles são, de maneira geral, um ótimo e produtivo meio de melhorar a educação, tornando-a mais acessível e eficaz. Permitindo colaboração, construtivismo, curiosidade, inventividade e autonomia.&nbsp;<br><br></div><blockquote>Escrito e desenvolvido por: Heloisa Gois Nascimento e Maria Suelen Santos Santana.&nbsp;</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-11 23:49:49 UTC</pubDate>
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         <title>Tipos de ensino</title>
         <author>suelen_santanna</author>
         <link>https://padlet.com/suelen_santanna/Bookmarks/wish/2096662645</link>
         <description><![CDATA[<div>Na aula do dia 04/03 foi exposto o assunto sobre as diferenças de ensino. Você sabia que ensino remoto, ensino híbrido, educação a distância e educação “on-line” não são sinônimos? Pois é, nós também não! Descobrimos nessa aula. O ensino remoto se caracteriza como uma modalidade em que as aulas ocorrem de forma sincrônica, ou seja, ao vivo visando seguir um cronograma do ensino tradicional. O ensino híbrido, ocorre de forma síncrona, assíncrona e presencial, além de desenvolver múltiplas formas de aprendizado, como leitura, pesquisas, atividades, entre outros. A educação a distância pode ser veiculada através de diferentes meios tecnológicos, permitindo uma maior flexibilidade para o aluno. Já a educação “on-line”, são os conteúdos disponibilizados na internet, onde o discente realiza sua aprendizagem de acordo com sua necessidade de forma não-linear.<br><br></div><blockquote>Escrito e desenvolvido por: Heloisa Gois Nascimento e Maria Suelen Santos Santana.&nbsp;</blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 19:30:05 UTC</pubDate>
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