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      <title>Vagamundos - Um Laboratório Cênico: Abrindo Terreiros - Poéticas do Encanto by Eduardo Okamoto</title>
      <link>https://padlet.com/e_okamoto/Bookmarks</link>
      <description>As implicações, éticas e poéticas, das escolhas epistemológicas que definem regimes de criação e produção são o cerne de Poéticas do Encanto mesa que encerra o ciclo Abrindo Terreiros.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-01-28 23:37:10 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo: Poéticas do Encanto</title>
         <author>e_okamoto</author>
         <link>https://padlet.com/e_okamoto/Bookmarks/wish/1204903447</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/5EGHI_NFRog" />
         <pubDate>2021-02-15 21:22:54 UTC</pubDate>
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         <title>Ailton Krenak e o tempo do mito</title>
         <author>e_okamoto</author>
         <link>https://padlet.com/e_okamoto/Bookmarks/wish/1204910716</link>
         <description><![CDATA[<div>Magia e encanto são as palavras -chave do discurso de Cesarino. Seu objetivo é pensá-las a partir do "caos" que vivemos. <br>&nbsp;<br>Primeiro, Cesarino faz referência à Ailton Krenak para explicar o que é o mito: "[um tempo] quando ainda não havia a angústia da certeza".&nbsp; &nbsp; <br><br><strong>Ailton Alves Lacerda Krenak</strong>, mais conhecido como <strong>Ailton Krenak</strong> (Minas gerais, 29 de setembro de 1953), é um líder indígena e escritor. Pertence à etnia indígena Krenak.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/SqNqsNxOh_E" />
         <pubDate>2021-02-15 21:27:27 UTC</pubDate>
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         <title>Eduardo Viveiros de Castro e a política da ontologia </title>
         <author>e_okamoto</author>
         <link>https://padlet.com/e_okamoto/Bookmarks/wish/1204932950</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Cesarino refere-se a Eduardo Viveiros de Castro para reforçar a ideia de que a ontologia não é um campo abstrato do pensamento, mas das formas de uma ética que implica relações políticas, históricas e até econômicas. <br><br><strong>Eduardo Batalha Viveiros de Castro</strong> é um antropólogo brasileiro, professor do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro. </div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.revistas.unilab.edu.br/index.php/Antropologia/article/view/286" />
         <pubDate>2021-02-15 21:41:07 UTC</pubDate>
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         <title>Definição do &quot;caos&quot; </title>
         <author>e_okamoto</author>
         <link>https://padlet.com/e_okamoto/Bookmarks/wish/1208923260</link>
         <description><![CDATA[<div>Cesarino pensa a magia a partir do "caos" que, segundo o dicionário é: <br><br></div><ol><li>MITOLOGIA<br>em diversas tradições mitológicas, vazio primordial de caráter informe, ilimitado e indefinido, que precedeu e propiciou o nascimento de todos os seres e realidades do universo.</li><li>POR EXTENSÃO•FILOSOFIA<br>na tradição platônica, o estado geral desordenado e indiferenciado de elementos que antecede a intervenção do <em>demiurgo</em>.</li><li>mistura de coisas ou ideias em total desarmonia; confusão.</li><li>"a casa está um c."</li><li>FÍSICA<br>comportamento de um sistema dinâmico que evolui no tempo, de acordo com uma lei determinista, e é regido por equações cujas soluções são extremamente sensíveis às condições iniciais, de modo que pequenas diferenças acarretarão estados posteriores extremamente diferentes.</li></ol><div><br>Fonte: https://www.google.com/search?q=caos+dicionario&amp;oq=caos+dicionario&amp;aqs=chrome..69i57j0j0i22i30l6.2330j1j7&amp;sourceid=chrome&amp;ie=UTF-8<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 22:11:06 UTC</pubDate>
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         <title>Algoritimo </title>
         <author>e_okamoto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Para Cesarino, o algorítimo é a tentativa moderna de dar conta do caos.  Trata-se de uma "matematização" das relações que pode relacionar-se com a magia no sentido de que tenta propor algum controle ou, no mínimo, relação, com o caos. <br><br>  </div>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.wikipedia.org/wiki/Algoritmo" />
         <pubDate>2021-02-16 22:15:22 UTC</pubDate>
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         <title>Franco Berardi e o imprevisível no controle </title>
         <author>e_okamoto</author>
         <link>https://padlet.com/e_okamoto/Bookmarks/wish/1208949447</link>
         <description><![CDATA[<div>Cesarino empresta do filósofo italiano Franco Berardi a ideia de que o caos, ou o imprevisível, para sermos mais precisos,  é a tônica natural dos fenômenos: <br><br></div><blockquote>"E, acima de tudo, devemos lembrar que o inevitável em geral não ocorre, porque o imprevisível é que está no controle." </blockquote><div><br>Para o filósofo, só sairemos da crise de "asfixia" em que nos encontramos (ele escrevia sobre o capitalismo financeiro, mas a COVID ampliou a metáfora)  se lidarmos com uma crise da imaginação social. Ou seja, trata-se de encontrar na linguagem e, sobretudo, na poesia os modos de facear o mundo: <br><br></div><blockquote>"[A poesia é] a linguagem capaz de dizer aquelas coisas que não podem ser ditas, que não são imagináveis até que o poeta as diga." </blockquote>]]></description>
         <enclosure url="https://revistagalileu.globo.com/Sociedade/noticia/2020/07/franco-berardi-nao-tenho-certeza-de-que-havera-um-depois-da-pandemia.html" />
         <pubDate>2021-02-16 22:23:00 UTC</pubDate>
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         <title>A função poética </title>
         <author>e_okamoto</author>
         <link>https://padlet.com/e_okamoto/Bookmarks/wish/1208969698</link>
         <description><![CDATA[<div>A magia instaura um ritmo a partir de uma aliança com o caos. Aqui, magia/encanto  e poética aproximam-se em suas funções.  <br><br>O ritmo, portanto, trata do "como" a magia e a poética operam. <br><br>Cesarino define uma função social das poéticas: o apocalipse, a destruição de mundos que viabilizam outros mundos. <br><br>Neste sentido, a poética tem sentido restaurador: restitui o humano à ancestralidade. Portanto, trata-se de um modo de fugir do controle, inclusive daquele que tenta dar cabo do caos.<br><br>Aqui, ancestralidade não é o retorno a um passado "primitivo", mas um modo de ser contemporâneo. A poética, como o encanto, portanto, pode operar uma forma de conhecer do humano: a atualização de forças ancestrais na sua <strong>relação com o caos</strong>.  <br><br>Assim, no <em>como </em>da poética e do encantamento, residem, ao mesmo tempo,<em> </em>o fundamento ético da poética do encanto, bem como a sua operação técnica. </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-02-16 22:32:19 UTC</pubDate>
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         <title>Xoma, as espíritas Marubo </title>
         <author>e_okamoto</author>
         <link>https://padlet.com/e_okamoto/Bookmarks/wish/1304154618</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Cesarino viveu entre Marubo e com eles aprendeu. <br><br>Xoma são espíritos femininos, forma de multiplicidade interminável, que se espalha por todas as partes.    <br><br>Através dos <em>soprocantos</em> dos xamãs, é possível são evocadas. Estes são imagens paralelísticas da realidade entoadas por xamãs rezadores. São um fluxo rítmico que se institui no corpo. Este é o modo como se acompanha as ações das Xoma - inclusive de cura. <br><strong><mark><br>AQUI, ANOTO: CURIOSAMENTE, ESTA AÇÃO POÉTICA PODE NÃO SE LIGAR À TRADIÇÃO DA INUTILIDADE DA ARTE MODERNA/CONTEMPORÂNEA EURO-OCIDENTAL. </mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 20:03:06 UTC</pubDate>
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         <title>A Queda do Céu </title>
         <author>e_okamoto</author>
         <link>https://padlet.com/e_okamoto/Bookmarks/wish/1304213636</link>
         <description><![CDATA[<div>Cesarino recorre ao livro de Davi Kopenawa e Bruce Albert para estabelecer um paralelo: as Xomas, em certo sentido, aproximam-se do "valor de fertilidade", como traduzem a função de espíritos na cultura Yanomami.&nbsp;<br><br>A fertilidade é responsável pelo crescimento, pela abundância e pode ser mobilizada pelas pessoas que dominam as poéticas do encanto. Isso se dá pela voz, pela palavra, pelo ritmo. Voz é técnica.&nbsp;<br><br>A fertilidade, porém, não está à vista para pessoas comuns. Esconde-se para além do que se vê da floresta. Assim, se direciona o caos para determinados fins.&nbsp;<br><br>Aqui, novamente, a cultura indígena pode se aproximar do que disse Franco Berardi: tentar nos tornar amigos do caos.<br><br></div><div><strong>Ao estabelecer um ritmo, o xamanismo não impõe uma lei, mas sugere um fluxo. Os cantos, às vezes, são chamados de caminhos - são, portanto, percursos que podem direcionar o caos. Assim, não se trata de estabelecer uma política ou uma economia (controle da subjetivação), mas uma mobilização das subjetividades da floresta.</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-12 20:23:37 UTC</pubDate>
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