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      <title>O património de Ourém by Biblioteca Oureana</title>
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      <description>Recolha dos alunos do 4.º ano B do CE Santa Teresa</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-10-15 21:21:29 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda de Rio de Couros</title>
         <author>biblioteca_oureana</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca_oureana/la5cf9fgl0wr/wish/298623583</link>
         <description><![CDATA[<div>Há muitos anos um mouro chamado Gaspar Moreira, natural de Arcos de Valdevez veio viver para   Rio de Couros.<br>Durante a Batalha de Alcácer Quibir foi preso por combater com os portugueses. Numa noite, ouviu um guarda dizer que ele iria ser dado a um leão para o comer.<br>Gaspar Moreira ficou tão assustado que rezou muito a Nossa enhora da Natividade que lhe fizesse um milagre para não ser comido. De repente surgiu uma luz intensa com a "Virgem Maria"que o ajudou a libertar - se.<br>O mouro ficou tão feliz e dirigiu - se à ermida de Nossa Senhora de Rio de Couros para lhe agradecer pelo seu milagre.<br>Agora,no dia 15 de agosto é dia de honrar Nossa Senhora da Natividade de Rio de Couros. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 16:54:00 UTC</pubDate>
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         <title>Como surgiu o nome  de Ourém  </title>
         <author>biblioteca_oureana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ourém sede do concelho com o mesmo nome é uma cidade do distrito de Santarém.<br>Conta a lenda que  Dom Afonso Henriques  vinha com as suas tropas para conquistar a cidade de Santarém. <br>Ao passarem por esta terra  o rei decidiu pernoitar neste local. <br>Mandou ajoelhar todos os cavaleiros diante de si e disse-lhes: <br>- " Vamos pensar no que vamos fazer amanhã... e agora <strong>Orem.</strong>" <br>Diz-se que vem da o nome da" cidade de Ourém."<br>pesquisa feita na internet no arquivo do CEAO (Recolhas inéditas) Faro com a ajuda de uma mãe<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-10-30 16:55:27 UTC</pubDate>
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         <title>Pegadas dos Dinossauros</title>
         <author>biblioteca_oureana</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca_oureana/la5cf9fgl0wr/wish/321145362</link>
         <description><![CDATA[<div>"As Pegadas dos Dinossauros" é um monumento natural que se situa entre o concelho de Ourém e Torres Novas. Lá pode ver-se mais de mil pegadas de saurópodes. As pegadas  permitem-nos saber como viviam, como se movimentavam, a velocidade, o tamanho  e o peso destes animais.<br>Trabalho elaborado por Pedro e  João</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-16 10:08:47 UTC</pubDate>
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         <title>Castelo de Ourém</title>
         <author>biblioteca_oureana</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Castelo de Ourém localiza-se na freguesia de Nossa Senhora das Misericórdias, no Concelho de Ourém, Distrito de Santarém, em Portugal. O Castelo de Ourém também é conhecido como Paço dos Condes de Ourém. O Castelo de Ourém é um dos castelos mais bonitos de Portugal. O Castelo de Ourém foi conquistado por        D. Afonso Henriques primeiro rei de Portugal em 1136 e foi construído em 1176. O Castelo de Ourém hoje em dia tem apenas o papel de marco histórico e interesse turístico, mas no passado houve grandes histórias. O Castelo de Ourém, é constituído por 3 torres e de formato quadrangular.       <br><br>Trabalho elaborado por Diogo e André 4 B</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-16 10:10:24 UTC</pubDate>
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         <title>Como surgiu o nome de Ourém                                                   </title>
         <author>biblioteca_oureana</author>
         <link>https://padlet.com/biblioteca_oureana/la5cf9fgl0wr/wish/321261820</link>
         <description><![CDATA[<div>   Ourém é uma cidade perto de Fátima que pertence  à Beira Litoral .          A lenda refere que D. Afonso Henriques ia com as suas tropas para conquistar a cidade de Santarém, pararam para pernoitar num local .             Dom Afonso Henriques  mandou os cavaleiros ajoelharem - se  todos diante dele ,  e disse  para  todos pensarem  no que  iriam fazer no dia seguinte.A cidade chamava-se «Orem» e dai o nome da «cidade de Ourém.»</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-16 15:11:51 UTC</pubDate>
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         <title>Igreja Matriz de Ourém</title>
         <author>biblioteca_oureana</author>
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         <description><![CDATA[<div>A igreja Matriz de Ourém situa-se na praça central da cidade de Ourém. Está rodeada por um adro. O edifício tem uma nave, uma capela-mor, a sacristia e uma torre sineira.<br>Trabalho elaborado por : <br>Lara e Afonso          </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-16 15:15:10 UTC</pubDate>
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         <title>Pelourinho</title>
         <author>biblioteca_oureana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Supõe-se que data de construção deste monumento remonte aos finais do séc. xv. É o único no Município de Ourém e é uma marca representativa dos foros municipais  da vila. É um pelourinho de pinha, com fuste  marcado a meia altura por três  molduras. <br>Nele foi inscrito o escudo das armas oficiais da vila de Ourém e a data de 1620.<br>Pesquisa feita pelo Duarte Vieira no site www. museu. cm- ourem. pt em 14/10/2018<br>Ilustração de Duarte Vieira</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-16 15:16:56 UTC</pubDate>
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         <title> O dia das «ibliotecas escolares» </title>
         <author>biblioteca_oureana</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-01-16 15:36:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>biblioteca_oureana</author>
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         <description><![CDATA[Data de construção:]]></description>
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         <pubDate>2019-01-16 15:37:19 UTC</pubDate>
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         <title>Fonte do Ribeirinho</title>
         <author>biblioteca_oureana</author>
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         <description><![CDATA[<div><br>A Fonte do Ribeirinho fica na rotunda à entrada de Ourém.<br>A Fonte apresenta um frontão, em forma retangular. Um conjunto<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-01-16 15:53:03 UTC</pubDate>
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         <title>As duas colheres</title>
         <author>biblioteca_oureana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Uma colher de prata,</div><div>Pensando no metal de que era feita,</div><div>Deste modo falava, satisfeita,</div><div>A outra semelhante, mas de lata:</div><div>        “ Vê bem a diferença</div><div>Que existe entre nós duas. Tu és feia,<br>        Ordinária, plebeia,<br>Eu sou bonita e nobre de nascença.</div><div>Assim, serves apenas aos criados;</div><div>          Eu cá sirvo a patrões</div><div>           E quando há convidados,</div><div>Comem comigo duques e barões.</div><div>Ser de lata! Que horror"<br>Ora, há dias, o dono das colheres,<br>Vendeu a casa, os móveis, os talheres,<br>       Porque era jogador</div><div>E perdeu tantas vezes à roleta</div><div>        Importantes quantias,</div><div>         Que em menos de oito dias</div><div>(Como em gíria se diz) ficou sem cheta.</div><div>Foi a colher de prata derretida</div><div>     Em certa fundição</div><div>      Não sei porque razão,</div><div>      E assim perdeu a vida,</div><div>Pois se convencionou que a existência</div><div>Está ligada à forma primitiva,</div><div>            Embora em sua essência</div><div>Toda a matéria eternamente viva.</div><div>Quanto à colher de lata, o antigo dono,<br>             Não tendo já baixela<br>E vendo-se em tristíssimo abandono<br>Passou, misérrimo, a comer com ela.<br>Não desprezeis, meninos, quem é menos.</div><div>         Nem sejais gabarolas</div><div>Porque a sorte dá muitas cabriolas</div><div>Sema grandes olhar, nem a pequenos.<br>Acácio de Paiva, Fábulas e Historietas<br><br>Simão Vieira <br><br>José Pereira<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-12-12 11:11:46 UTC</pubDate>
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