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      <title>Construir, desconstruir e reconstruir  a aprendizagem. by THAIANNA LUIZA OLIVEIRA LEITE</title>
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      <description>&quot;Por uma educação que nos ensine a pensar, não a obedecer.&quot;

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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-12 17:46:56 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Palavramundo&quot; (Gladir Cabral)</title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[<div>O que é que tem na palavra mundo?<br>O que é que tem na palavra pão?<br>O que estará na palavra fundo?<br>O que estará na palavra chão?<br>Pensando bem, tudo tá na manga<br>Pensando mais, tudo tá na mão<br>Pensando bem é que a gente anda<br>Pensando mais, se desloca o não<br><br>E a vida cresce feito planta no pomar<br>E o sol aquece a plantação de quem sonhar<br><br>Tá tudo ali bem na voz do povo<br>Na argamassa do coração<br>Na concretude do que é tijolo<br>E na ternura da própria mão<br>A poesia dos trovadores<br>Há muito tempo virou canção<br>Na liberdade dos pescadores<br>Nos operários da construção<br><br>Quero o lero lero das lembranças do quintal<br>Lampiões nos olhos, mel, farinha, peixe e sal</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-22 16:17:26 UTC</pubDate>
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         <title>A intenção do autor da música &quot; palavramundo&quot;.</title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Uma homenagem ao educador brasileiro que nunca separou a leitura do texto da leitura da realidade. <br><br>Em seu livro A Importância do Ato de Ler, Freire diz coisas como: "Os 'textos', as 'palavras', as 'letras' daquele contexto se encarnavam no canto dos pássaros -- o do sanhaçu, o do olho-pro-caminho-quem-vem, o do bem-te-vi, o do sabiá; na dança das copas das árvores sopradas por fortes ventanias que anunciavam tempestades, trovões, relâmpagos; as águas da chuva brincando de geografia: inventando lagos, ilhas, rios, riachos. Os 'textos', as 'palavras', as 'letras', daquele contexto se encarnavam também no assobio do vento, nas nuvens do céu, nas suas cores, nos seus movimentos; na cor das folhagens, na forma das folhas, no cheiro das flores -- das rosas, dos jasmins -, no corpo das árvores, na casca dos frutos. Na tonalidade diferente de cores de um mesmo fruto em momentos distintos: o verde da manga-espada, o verde da manga-espada inchada; o amarelo esverdeado da mesma manga amadurecendo, as pintas negras da manga mais além de madura. A relação entre estas cores, o desenvolvimento do fruto, a sua resistência à nossa manipulação e o seu gosto. Foi nesse tempo, possivelmente, que eu, fazendo e vendo fazer, aprendi a significação da ação de amolegar".<br><br>Quando fala de educação, Freire transpõe os limites da linguagem acadêmica e se apropria da palavra poética. Ele não separa verdade de beleza, ou melhor, de "boniteza"."     (Gladir Cabral)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-22 18:28:02 UTC</pubDate>
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         <title>Convergências.</title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os pontos convergentes entre os autores, giram em torno da perspectiva de alfabetizar letrando. A Magda traz isso em sua reflexão, quando propõe como eixo principal do alfaletrar, o texto. Através da leitura do texto, da compreensão, ampliação do vocabulário, constituindo desta forma, uma atividade de letramento básico. Ocorrendo assim, de forma natural, a integração entre letramento e alfabetização.  Já Paulo Freire, mesmo que não fosse sua intenção, usava essa perspectiva de alfabetização com letramento, quando pensava em alfabetização diretamente ligada à realidade dos educandos, valorizando a cultura popular, para que eles se tornassem críticos e atuantes na sociedade. É possível perceber também semelhanças entre as reflexões da Magda e as três etapas do método de Freire. </div><div>Temos também, o artigo "Da alfabetização ao letramento hipertextual: uma breve revisão:" que traz as concepções de alfabetização e letramento. Nos mostrando que a alfabetização não é suficiente para uma participação ativa da sociedade e, que a mudança da concepção tradicional pra uma concepção de alfabetizar letrando, se faz necessária para que se tenha um engajamento dos indivíduos a partir da prática social mediadas pelas habilidades de ler e escrever. Não podendo deixar de ressaltar, que as TICs também são aliadas neste processo de alfaletrar. <br><br></div><div>O texto “Crianças Camponesas e Urbanas são alfabetizadas com Paulo Freire na Contemporaneidade”, comprova a possibilidade de se trabalhar as práticas de ensino de Freire com crianças, independente do espaço de estudo e de classes sociais.  </div><div>Temos a prática de ensino palavramundo,  que se baseia no conhecimento que a criança carrega consigo, de acordo com a sua realidade e da sua capacidade de interpretação de mundo. A importância desta prática está no sentido que as palavras tem, palavras essas, que aguçam a criatividade e o senso crítico.  </div><div>Já o círculo da cultura, proporciona inter-relações entre todos, professores e alunos e alunos entre si. Valorizando desta forma a interconectividade. A oralidade da criança é estimulada também, proporcionando uma melhor aprendizagem da leitura e da escrita.  <br><br></div><div>Em relação aos métodos de Paulo Freire, é dividido em três etapas:  </div><div><br>*<strong>Investigação Temática: </strong>diferentes formas de investigar a realidade dos alunos. Essa investigação é importante para que o educador e o educando busquem palavras e temas significativos para a vida do aluno. Assim, será maiores as possibilidades de promover interações didáticas que ajude os alunos a superar suas dificuldades.  </div><div><br>*<strong>Tematização: </strong>fazendo uso de textos inteiros, relevantes para os alunos, para depois estudá-los.  Leitura do texto, consciência de mundo. </div><div><br>*<strong>Problematização:  </strong>Desafia e inspira o aluno, levantando dúvidas e questionamentos.  O aluno desenvolve a fala responsável, de forma consciente e praticam a argumentação. </div><div><br>Com os avanços das TICs, o jeito de alfabetizar também está mudando e todos esses pontos citados a cima, são norteadores para sabermos como lidar. Mesmo que sejam em ambientes virtuais, a perspectiva de alfabetizar letrando, como a concepção de letramento digital e hipertextual, é a mesma. Educar com o intuito de mediar os alunos ao conhecimento do mundo, de interpretarem e produzirem sentido por meio da leitura e da escrita de forma crítica com suportes diferentes. </div><div>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 04:49:40 UTC</pubDate>
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         <title>Mapa Mental</title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-11-23 05:24:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 02:03:47 UTC</pubDate>
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         <title>Reflexão sobre a Educação online.</title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[<div>Pudemos ter a oportunidade de estudar a disciplina "Educação e Tecnologia da Informação e Comunicação” coincidindo justamente com o atual modo de ensino-aprendizagem por conta do isolamento social, causado pela Covid-19. Vivenciar a importância que as tecnologias e as aulas em um ambiente diferente de aprendizagem, nos proporcionou nesses últimos meses experiências que talvez não teríamos tido com as aulas presenciais.</div><div><br>Precisamos sempre olhar para um ponto de vista diferente e ver algo bom nisso tudo, não é mesmo? Vê outras possibilidades de continuarmos ativos no mundo do conhecimento mesmo que longe de uma instituição escolar, abre novas oportunidades de reconstruir a ideia sobre o ensino.</div><div><br>Confesso que quando soube das aulas remotas, pensei até que seria como uma educação a distância, mas pude ver tanto na prática como nos textos de Pimentel, “Princípios da Educação Online: para sua aula não ficar massiva nem maçante!” e “Aprendizagem online é em rede, colaborativa: para o aluno não ficar estudando sozinho a distância.”, as grandes diferenças entre a concepção de um ensino a distância (EAD) e a concepção de ensino online (EOL) que aborda 8 princípios norteadores da educação online.</div><div><br>Por ter tido uma experiência com a educação a distância e não ter gostado, fiquei com receio de voltar a ter a mesma educação, sem muito significado pra mim. Ou seja, diferente da educação a distância, a abordagem didático-pedagógica que a educação online traz, nos mostra que é possível aprender em rede de forma colaborativa, tendo as professoras participando de forma ativa em todas as atividades propostas. Que por sinal, diferente das atividades propostas na educação a distância realizados através de questionários de múltipla escolha, onde a resposta você poderá facilmente encontrar no Google e, ao terminar você teria a sua nota, passava fácil assim, não tinha desafios, não me fazia refletir, eu precisava responder de acordo com a apostila, era uma concepção pedagógica massivo-instrucionista.&nbsp;</div><div><br>A forma como estamos estudando, difere totalmente dessa concepção de conhecimento como obra fechada, as atividades que nos são propostas, requer de nós um pensamento crítico, reflexivo e, tudo isso através das discussões, da sensibilidade da escuta e do respeito a fala do outro.&nbsp;</div><div>Sempre achei melhor estudar sozinha (por isso achei que a EAD seria uma boa), achava que estudar em grupo me distraía e consequentemente não conseguia dar o meu melhor. &nbsp;</div><div><br>As atividades que durante esses meses foram realizadas, pude perceber a importância da troca de conhecimento, pois, assim como minhas colegas me procuravam pedindo ajuda porque não tinha compreendido, ao explicar o que eu entendia sobre o assunto, nesses momentos que não estávamos em aula assíncrona, as discussões permaneciam entre nós. Portanto, além da interação professor-aluno, haviam também as interações entre alunos-alunos. As discussões sobre o assunto não terminavam com o fim da aula, elas continuavam nos grupos do WhatsApp.</div><div>Durante esse período, pudemos ver várias ferramentas para a realização de atividades em grupo, algumas até já conhecidas, mas não muito usadas quando estudávamos presencialmente, porque na maioria das vezes eram feitos face a face, então não teria o porquê de usá-las, até agora. Temos então: o Coogle, o Google docs, apresentações, o Meet, jamboard, padlet,o WhatsApp etc. Como forma de fazer as atividades juntos, em colaboração.</div><div><br>A experiência foi muito enriquecedora e com certeza, o modo de realizar as atividades, que antes um só ficava responsável por fazer, percebemos que em acordo tudo flui muito rápido e a troca de ideias é muito prazerosa. Hoje em dia não existem limitações para trabalharmos juntos, logicamente é preciso levar em conta, a internet ruim, a falta de um aparelho, mas no geral, o que quero dizer é que todos estão conectados em rede, nesse mundo da cibercultura.</div><div><br>Preciso ressaltar que ao realizar as atividades, foi preciso levar em conta a vida dos outros colegas como: o horário que seria melhor para nos encontrar; a falta de internet; entender que o outro estava sobrecarregado; que o seu aparelho de comunicação dificultava muitas vezes a sua participação nas atividades; levar em conta as dificuldades que alguns ainda têm em usar certas ferramentas e, de você se dispor a ajudar. Enfim, foi muito gratificante o apoio, o incentivo, quando um de nós nos encontrávamos desanimados, penso que com certeza a empatia foi uma das características para a realização de um bom trabalho de forma colaborativo.&nbsp;</div><div>&nbsp;&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 04:07:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>201820531</author>
         <link>https://padlet.com/201820531/l9dcelgtxs8160sb/wish/982544179</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Sejam bem vindos ao meu cantinho da aprendizagem no ensino remoto do 3º semestre de Pedagogia-UESB. Meu nome é Thaianna Luiza O. Leite, e dou continuidade aos estudos da cidade de Iramaia–Ba.   </strong></div><div><br><strong>O tema do padlet “Construir, Desconstruir e Reconstruir a aprendizagem” tem muito a ver com o que percebi neste ano durante o ensino remoto. O nosso conhecimento passa por essas três palavrinhas a todo momento e não devemos ter medo de desconstruir uma ideia sobre algo.  A nossa percepção na forma de ver o mundo, precisa estar sempre atualizada, afinal, o tempo não para e nem o nosso conhecimento. Ou seja, construímos uma ideia de algo, desconstruímos quando novas ideias são acrescidas e reconstruímos ou reorganizamos os novos saberes como os quais já tínhamos. E tudo isso de forma colaborativa através das Inter-relações.  </strong></div><div><strong>A proposta do padlet, tem como objetivo reunir tudo que já foi discutido durante os dois meses ou mais  de aulas síncronas e assíncronas das 7 disciplinas,  como: os principais desafios e dificuldades de educadores e dos educandos com o ensino remoto e suas consequências;  como também, entender e refletir sobre as metodologias de ensino que são ou poderiam ser usadas de acordo com o contexto de aulas presenciais ou online e a importância das TICs que se intensificaram, por ser a única forma de nos mantermos próximos, mesmo que virtualmente.   </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-03 04:36:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>201820531</author>
         <link>https://padlet.com/201820531/l9dcelgtxs8160sb/wish/989680083</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Um dos principais desafios da alfabetização é o de ensinar as crianças a ler, escrever e saber se expressar de maneira confiante e capacitada. Mas percebo que as dificuldades, tanto do aluno de aprender, como o do professor de ensinar, podem estar ligados aos métodos utilizados, sem uma análise prévia das habilidades da criança. O professor precisa respeitar o seu aluno, conhecê-lo e saber da sua realidade, para a partir daí, planejar os métodos que conduza a criança a alcançar o conhecimento com qualidade e, é aí que entra um dos assuntos estudados, a psicogênese da língua escrita, que descreve como os alunos se apropriam de conceitos e de habilidades de leitura e escrita, sendo esse processo representado nos níveis pré-silábico, silábico, silábico-alfabético e alfabético.  A Psicogênese ao revelar esses métodos, nos ajuda a aproveitar as informações para a realização de atividades que possam ser elaboradas de acordo com as necessidades de aprendizagem. Mas é preciso que o professor conheça a fundo, para que não haja interpretações equivocadas.  </strong></div><div><strong><br>As dificuldades das crianças na aprendizagem também podem estar ligadas a essa falta de afetividade que muitas vezes encontramos em escolas públicas, são classes de 25 a 30 alunos e, é muito difícil um professor conseguir ter essa relação com todos. Muitas crianças acabam desobedecendo, desrespeitando, sendo agressivas com os professores e, a experiência da criança que deveria ser saudável e prazerosa acaba não acontecendo.   <br></strong><br></div><div><strong>“Quando os especialistas pararem de gritar uns com os outros, o problema da alfabetização estará resolvido” ( SNOW, Catherine)   <br></strong><br></div><div><strong>É muito importante entender, que os profissionais da educação não devem ficar aprisionados na ideia de que só existe um método capaz de alfabetizar ou que um se sobressai a outro. Também vejo que a redução de alunos por professor, seria uma forma de não os sobrecarregar, além da oportunidade de criar laços que proporcione melhores resultados, como já foi mencionado anteriormente.   </strong></div><div><strong><br>Deixando aqui a minha experiência de mais ou menos 5 anos dando aulas de reforço escolar particular em casa. Já tive a oportunidade de trabalhar com crianças em fase de alfabetização e, é uma experiência incrível e interessante, não é a mesma coisa de uma sala de aula é claro, porque eram em média de 3 a 4 crianças em uma hora. Mas, pude perceber de perto, que cada criança tem suas especificidades, algumas acabam demorando mais que outras; o método que funciona com um, não funciona com outro; você precisa saber ser criativo, motivar o seu aluno, porque ele ao ver o coleguinha aprendendo e realizando atividades sozinho, acaba se sentindo desmotivado, usando palavras como "burro", pra dizer que não consegue. Por isso, retorno a dizer, o professor precisa saber planejar atividades pensando nas habilidades que a criança já possui como forma de mostrar pra ela, que ela é incrível, que está tudo bem. Elogiando por pequenas conquistas e trabalhando suas limitações.   </strong></div><div><strong><br>É gratificante quando você consegue direcionar a criança em seu processo de alfabetização, de receber um bilhetinho todo fofo e perceber que aquela aprendizagem está se tornando útil pra ela, de vê-los se desenvolvendo, fazendo perguntas que muitas vezes nos deixam sem respostas. São mentes criativas e o professor que sabe ouvir o que o seu aluno tem a dizer, é imprescindível. Suas histórias, coisas que chamaram sua atenção no dia a dia, suas pequenas conquistas. Enfim, da aquela sensação de dever cumprido de certa forma, de que você foi parte importante na formação de alguém.<br></strong><br></div><div><strong>Para superar ou solucionar o analfabetismo funcional, causado pela má eficácia dos métodos de alfabetização, penso que o professor precisa ter autonomia e liberdade para unir o que a de melhor em todos os métodos utilizados ao longo de todos esses anos, para pôr em prática de acordo com as necessidades dos estudantes. “Autonomia”, quem melhor para entender o seu aluno do que um professor, ou melhor, daquele professor que aprende como as crianças aprendem e as direcionam ao entendimento de mundo? Não estou querendo romantizar, trazendo aqui isso como uma solução definitiva, mas já seria um bom começo, porque tenho a impressão de que esse conceito ainda é muito limitado.   </strong></div><div><strong>Para concluir, trago o método sociolinguístico como um bom exemplo de respeito aos alunos, porque tem como objetivos definidos: o desenvolvimento da oralidade, do pensamento e consciência crítica das crianças, por meio da conversação e discussão de textos que retratem as suas vivências; do garantimento de que as crianças dominem o sistema de escrita alfabético com o ensino de conteúdo específicos, através de estratégias adequadas em seus diferentes níveis de aprendizagem, nos mostrando assim, uma educação eficiente, contextualizada e de qualidade.  <br><br></strong><strong><mark>Registros de quando dava aula de reforço. Saudades!!</mark></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 02:36:36 UTC</pubDate>
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         <title>Autonomia para o professor!</title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-05 04:28:43 UTC</pubDate>
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         <title>Memorial &quot;criança/infância&quot;</title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Antes desta inesperada pandemia chegar ao Brasil, iniciamos o semestre na disciplina de Ed. Infantil, com um memorial sobre "criança/infância " com o tema: Experiência quando criança ao ingressar na educação. Usamos como referência o conceito e a concepção de criança e infância, do artigo " Histórias da educação infantil brasileira " de Moysés Kuhlmann Jr. <br><br>Em minha narrativa, descrevo como foi a minha infância; exponho as minhas memórias boas e ruins; como era vista pela minha família e por outras pessoas do meu círculo social, como por exemplo as pessoas da igreja, onde passei a maior parte da minha infância e adolescência. Trago também a discussão sobre as diferenças e semelhanças da infância de hoje em comparação a minha época.  <br><br>Se você quiser saber com mais detalhes as peripécias da minha infância, fique a vontade para me conhecer um pouco . ☺⬇️ </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 02:59:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 03:02:04 UTC</pubDate>
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         <title>Educação Infantil e a pandemia.</title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><strong>Com a retomada das aulas, mas de forma online e remota,  continuamos a discutir sobre criança/ infância  e Ed. Infantil, mas, fazendo relação com a situação atual por conta da pandemia da Covid-19. <br><br>No fórum, foi proposta a discussão sobre esse assunto e as consequências do isolamento na vida das crianças e de seus familiares. Tivemos como texto base "A educação infantil em tempos de pandemia" de Roger Hansen, que por sinal é uma reflexão maravilhosa e, o vídeo LIVE de Maria Paula Zurawski " Educação infantil em tempos de pandemia ". <br><br>Pude abordar o sentido da educação, sua função na pandemia, as ideias de Roger Hansen sobre a volta ou não das aulas; coloquei o meu posicionamento sobre o que acho de toda essa situação; como também, as formas de atravessar esse período conturbado de acordo com a Maria Paula Zurawski.  Logo abaixo tem o PDF com o texto do  fórum. </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 03:06:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mandala de saberes ou Mandala pedagógica.</title>
         <author>201820531</author>
         <link>https://padlet.com/201820531/l9dcelgtxs8160sb/wish/990886976</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Foi usada essa abordagem diferente, a mandala, para rememorar os percussores europeus da educação ao logo da história e, de grande influência na educação brasileira como: Frederic Frobel, Maria Montessori, Celestin Freinet e Loris Malaguzzi.  <br></strong><br><strong>Entre estes, ficamos ( Elexandra, Jailine e eu) com a missão de trazer de forma sistematizada palavras chaves da pedagogia de Loris Magaluzzi, em relação a concepção de criança, de educação e de suas propostas educativas.  <br></strong><br><strong>A atividade foi feita de forma colaborativa e muito diferente do que já fizemos. Confesso que demoramos de fazer a mandala, porque queríamos algo colorido e com formas que chamassem atenção, como de fato uma mandala é. <br></strong><br><strong>Em relação ao pedagogo estudado, eu fiquei encantada com toda a história por traz. Logicamente era um contexto diferente, a escola foi construída pela comunidade e, ele trouxe uma proposta de educação muito empática para a escola Régio Emília.  <br></strong><br><strong>Um ambiente onde a abordagem combinava princípios como o protagonismo infantil, a pedagogia da escuta, o pensamento crítico, a arte e a documentação. Temos aqui uma tendência cognitiva.  <br></strong><br><strong>Entre todos os educadores discutidos na aula, pudemos ver semelhanças. E em relação às apresentações, mesmo sendo dois grupos falando sobre o mesmo assunto, não ficou repetitivo, havia uma complementação na fala do outro. Enfim, a aula acabou sendo bem dinâmica. <br></strong> </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-06 04:28:23 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/820605906/ca5865cd5d07e01ce833262bb38ec8a0/Jam_sem_t_tulo_1.png" />
         <pubDate>2020-12-08 02:19:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>A CULTURA ESCOLAR EM UM MUNDO PÓS COVID-19.</title>
         <author>201820531</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Como diz os seguintes versos da música do Lulu Santos: “Nada do que foi será de novo do jeito que já foi um dia; tudo passa tudo sempre passará”. A pandemia vai passar e a educação não voltará a ser o que era antes, mas as mudanças no cenário educacional vão precisar atender aos impactos positivos e negativos deixados pela covid-19 na vida dos estudantes.<br><br>Um desses impactos negativos diz respeito ao estado mental em que as crianças se encontram. Os alunos precisarão de suporte socioemocional para lidar com a volta as aulas depois de tanto tempo longe da escola, eles provavelmente se acostumarão rápido com a volta, pela facilidade de adaptação. Mas, os professores vão ter que priorizar a saúde mental dos alunos, caso contrário, se não estiverem bem emocionalmente, não terão um bom êxito no ensino-aprendizagem. Ou seja, o amor, o apoio e o cuidado para com os alunos deverá se intensificar mais ainda pós pandemia. Sendo assim, a escola pós covid poderá se tornar mais humana, empática e os professores mais valorizados, por reconhecimento da sua importância na formação do ser humano.<br></strong><br></div><blockquote><strong><em><sub>Portanto, há que se aquietar a mente para escutar e se reinventar com intuito buscar consciência do ato de cidadania do sufrágio, na tentativa de renovação. O pensamento voltado para a mudança de si, através de novas lentes revolucionárias de um(a) novo(a) cidadã(o), oferece ao mundo pós-covid mais equidade, justiça social e dignidade da pessoa humana. (BARBOSA e LUZ, 2020 , p.174)</sub></em></strong></blockquote><div><strong><br>Por outro lado, podemos ver como positivo, a importância que a tecnologia teve nesse isolamento, o de possibilitar que os professores continuassem as aulas de forma online como podiam, fazendo o seu trabalho da melhor maneira possível, sendo obrigados a sair da sua zona de conforto e do medo do desconhecido mundo da cibercultura. Sabemos das dificuldades encontradas pelos professores ao usar a tecnologia em sala de aula, as tentativas de usá-la não é algo novo, mas as dificuldades estão na falta de capacitação no processo de introdução das TICs, por acharem que distrai as crianças e, até mesmo por falta desses recursos na escola. Mas diante da pandemia , as TICs se tornaram o único meio de continuar dando aulas, nos mantendo próximos mesmo que de forma virtual e, os professores por conta disso precisaram ter aulas de como utilizar esses recursos da melhor forma. O que nos faz pensar que talvez, se as tecnologias já fossem algo acessível há muito tempo, os profissionais de educação saberiam melhor como utilizar essas ferramentas em tempos difíceis como o que estamos vivenciando. A pandemia modificou a nossa vida e abriu os nossos olhos para possibilidades que até então, não conseguíamos enxergar.<br><br>A educação pós pandemia poderá ser a distância e presencialmente, um modelo misto de educação que como podemos ver, é possível a troca de conhecimento de forma remota. A educação não ficará mais restrita apenas a sala de aula, porque diante de qualquer contratempo, ainda haverá um jeito de continuar ensinando através dos recursos online, logicamente, muito ainda precisa ser visto e estudado. Desta forma, uma cultura escolar voltada para a formação integral da criança, oferecendo um ambiente de aprendizagem, de comunicação e de socialização é o que nos espera, talvez, pós pandemia. Será necessário, levar em conta a realidade dos alunos, procurando optar por recursos que todos sejam beneficiados e incluídos nessa nova cultura escolar digital de forma humana e com empatia.<br><br><br>REFERÊNCIA:<br>BARBOSA, Claudia de Faria; LUZ, Laíze Lantyer. Covidiário: cenários e lições pandêmicas.<br>In: COVID-19 E O DIREITO NA BAHIA. Fábio Periandro de Almeida Hirsch (org)<br>p.170-174 Salvador: Editora Direito Levado a Sério, julho, 2020.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 02:20:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Planejamento é ato coletivo.</title>
         <author>201820531</author>
         <link>https://padlet.com/201820531/l9dcelgtxs8160sb/wish/1000323354</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 22:38:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>201820531</author>
         <link>https://padlet.com/201820531/l9dcelgtxs8160sb/wish/1000323989</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Confesso que não tenho um posicionamento muito formado sobre o planejamento e, nem sobre o seu referencial, o projeto político pedagógico, pois, em alguns contextos, pode ser visto como uma forma de controle, sendo muitas vezes burocrático e até mesmo autoritário e, o professor que não consegue alcançar o planejamento é visto como incompetente. Vejo como causa disso a autonomia limitada em sala de aula. </strong></div><div><br><strong>Mas, tenho plena convicção da importância de se planejar e do quão valioso é esse instrumento de trabalho, porque consiste em fazer planos para que aquilo que foi idealizado, possa de fato vir a acontecer com qualidade e intencionalidade. Portanto, o planejamento serve como guia, orientando os professores, diretores e coordenadores durante todo o percurso de ensino.  </strong></div><div><br><strong>Para que o planejamento aconteça é necessário considerar três dimensões básicas: a avaliação da realidade das crianças, a finalidade e o plano de ação, com objetividade, coerência e flexibilidade. </strong></div><div><strong>Então, todas as atividades, as ações, todos os objetivos, metas e estratégias, conteúdos, tudo que se pretende fazer deve estar organizado, mas de forma bem clara e objetiva, para que todos que tiverem esse documento possam entender.  </strong></div><div><br></div><div><strong>Nas aulas presenciais é desta forma e, com as aulas online, não seria diferente. Porém, neste caso, o planejamento serve como forma de pôr em prática novas ideias e formas de proporcionar uma aprendizagem ativa das crianças ao utilizar as ferramentas de comunicação disponíveis para que isso de fato aconteça. Exigindo muita criatividade do professor na hora de organizar as atividades como: a contação de histórias, utilizando recursos visuais, música, brincadeiras, fazendo com que a família interaja, usando recursos que a criança tem em casa, propondo que eles façam algo e apresente. Trazendo de fato,  a criança como protagonista e não o professor.   </strong></div><div><br><strong>Enfim, para que tudo isso venha se concretizar, é preciso a ação de se planejar, como tudo em nossa vida. O professor, não pode chegar do nada e dar uma aula sem um objetivo, finalidade, sem um guia que o oriente durante todo esse percurso de ensino. No entanto, nem tudo que se planeja de fato é realizado, principalmente se tratando das aulas online, que o professor tem as horas de aulas reduzidas e, por conta disso se faz necessária a priorização de assuntos importantes a serem desenvolvidos com as crianças de forma flexível.  </strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 22:39:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fazendo relação com a música &quot;Metamorfose Ambulante&quot; de Raul Seixas com a educação.</title>
         <author>201820531</author>
         <link>https://padlet.com/201820531/l9dcelgtxs8160sb/wish/1000327371</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-08 22:41:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aprendizagem Colaborativa e Seus Benefícios.</title>
         <author>201820531</author>
         <link>https://padlet.com/201820531/l9dcelgtxs8160sb/wish/1000480699</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/4xbYKC5WRbs" />
         <pubDate>2020-12-09 00:15:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>201820531</author>
         <link>https://padlet.com/201820531/l9dcelgtxs8160sb/wish/1004719608</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Em contexto de pandemia, a aprendizagem colaborativa e participativa se tornou mais discutida e priorizada, porque o êxito do grupo depende de cada um, para que de fato a aprendizagem aconteça. Por exemplo, se um professor marca uma aula e não aparece todos, a aula vai de fato acontecer, mas talvez, aqueles que faltaram poderiam ter contribuído com uma visão ou uma experiência diferente sobre o assunto e não estava ali presente. Nisso, eu percebo que a falta de um, pode fazer uma diferença muito grande no todo. Percebe isso também? </strong></div><div><br><strong>Afinal, além de ajudar na melhoria da aprendizagem, a colaboração também proporciona uma melhoria na relação interpessoal; ajuda na autoestima, porque nos sentimos confiantes em contribuir nas atividades; ajuda no desenvolvimento do pensamento crítico, a partir das discussões sobre o mundo a nossa volta; a nossa capacidade de escutar o que o outro tem a dizer é trabalhada; nos mantendo motivados com a mediação dos professores e apoio dos colegas, para que juntos possamos conseguir alcançar nossos objetivos e metas. É necessário, portanto, que todos desempenhem papel de liderança, confiança e autorresponsabilidade. </strong></div><div><br><strong>A colaboração conta com a participação do aluno de forma ativa, fazendo com que ele deixe de apenas escutar o que o professor tem a falar e, passe a falar e cooperar com as discussões em sala de aula, que neste caso são em ambientes virtuais. Mas, para que isso aconteça, o professor precisa incentivar a participar, instigá-lo, trazendo discussão sobre assuntos que remetem a realidade do aluno, ou seja, o professor precisa conhecer o seu aluno e a realidade de onde ele vem.</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 02:02:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/201820531/l9dcelgtxs8160sb/wish/1004719608</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Destaques sobre o Capítulo II da Dissertação da pesquisadora Ana Rita Hardman: Aprendizagem Colaborativa.</title>
         <author>201820531</author>
         <link>https://padlet.com/201820531/l9dcelgtxs8160sb/wish/1004721610</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Perspectiva histórica: a aprendizagem colaborativa é resultado de várias tendências pedagógicas e de bases teóricas, disseminadas no ambiente escolar e que se sucederam ao longo dos anos. Temos como tendências e bases : o movimento da escola nova, teoria da epistemologia genética de Piaget, teoria Sociocultural de Vygotsky e a pedagogia progressista. <br><br>As diferenças entre aprendizagem colaborativa e a aprendizagem cooperativa: os dois termos têm a mesma intenção, o trabalho em equipe. Mas, a aprendizagem colaborativa está ligada ao compromisso recíproco de todos os envolvidos da equipe, de forma ativa. Enquanto, a aprendizagem cooperativa, é mais centrada em um líder da equipe que coordena e orienta os outros como trabalhar.<br><br>O papel do professor e do aluno na aprendizagem colaborativa: o papel do professor é de mediar, colaborar e de ajudar as crianças em seu desenvolvimento cognitivo e afetivo. Afinal, o afeto é imprescindível no processo de aprendizagem. O professor ainda precisa ser um pesquisador e investigador com conhecimento crítico e reflexivo sobre a educação. </strong></div><div><strong>O papel do aluno não é de ser passivo, onde possui a função de escutar, ler , decorar e de repetir o conhecimento adquirido pelo professor, mas sim, um papel de aluno ativo, que saiba ser crítico, criativo e que está sempre investigando e adquirindo o conhecimento e produzindo por conta própria.<br><br>A criança como construtora do saber: para impulsionar a construção do saber das crianças, temos a pedagogia de participação, onde a criança é um sujeito ativo. E, para isso é necessário um espaço aberto para as vivências e interesses da criança, como também da comunidade onde vivem. Um ambiente organizado e flexível a todos. Os materiais pedagógicos servem como mediação entre educador e educando. É importante que as crianças participem também da organização desses materiais, como também do ambiente, para que sintam a autonomia e poder de escolha. O tempo também é muito importante na pedagogia da participação, pois permite que elas ganhem consciência do tempo que possuem ao longo do dia. Mas sempre respeitando o ritmo de cada uma das crianças. Sendo a criança, desta forma, a principal protagonista do seu processo de aprendizagem.<br><br>Criatividade: Ela é importante para preparar as crianças a lidar com o mundo atual, de forma que consigam desenvolver o seu potencial criativo em diferentes ambientes. A criatividade se faz essencial no contexto escolar, porque ajuda no bem-estar, melhor qualidade de vida, como também, ajuda os professores, permitindo que professor e aluno consigam lidar com os desafios presentes e futuros. </strong></div><div><strong>Já a forma de se avaliar a criatividade, assim como é difícil da significado, da mesma forma é avaliá-lo. No entanto, é preciso avaliar para que se entenda melhor a sua compreensão. Existem inúmeros instrumentos e metodologias para avaliar a criatividade, sendo ela considerada transversal e influenciada pelo momento e pelo contexto. </strong></div><div><strong>Opção para medir a criatividade temos: teste de pensamento divergente; inventários de atitudes e interesses; teste de personalidade criativa; inventários biográficos; avaliação por outros; autoavaliações; estudos de indivíduos eminentes e avaliação de produtos. Os professores também são chamados para dar informações sobre a criatividade de seus alunos, quando pesquisas são feitas no contexto educacional. </strong></div><div><strong>Desta forma, podemos perceber a importância que o professor tem em seu papel de facilitador da aprendizagem e estímulo da criatividades das crianças e , para isso é necessário um clima que favoreça a produção e reprodução de conhecimento pelas crianças.<br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 02:03:44 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>201820531</author>
         <link>https://padlet.com/201820531/l9dcelgtxs8160sb/wish/1005185471</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2020-12-10 06:52:57 UTC</pubDate>
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