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      <title>TELECOLONIALIDADE ENTRE MARGENS E IMAGENS by Henrik Carpanedo Lopes</title>
      <link>https://padlet.com/henrikclopes/l92xkdagn9r5atoh</link>
      <description>Material para a disciplina margens e imagens do PPGAU-UFBA das professoras Junia Cambraia Mortimer e Tais Troncon Rosa. </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2020-11-13 18:35:10 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-03-17 01:52:04 UTC</lastBuildDate>
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         <title>TELECOLONIALIDADE ENTRE MARGENS E IMAGENS</title>
         <author>henrikclopes</author>
         <link>https://padlet.com/henrikclopes/l92xkdagn9r5atoh/wish/921522623</link>
         <description><![CDATA[<div>Busco contextualizar a telecolonialidade (Cristina León) ( em parelelo a telecomunicacoes, televisao), ou seja a colonialidade do ver (Joaquin Barriendos) na construcao do comum (comunicacao)  - contrucao como ato demiurgico - com os textos das professoras Junia Cambraia Mortimer (pensar por imagens) e Tais Troncon Rosa ( pensar por margens).<br>Perceber que na margem, há um conflito de imagens (Donna Haraway) como germes estruturais (Gilbert Simondon) para a colonialidade do ver, do fazer, da perfomatividade, etc.<br>Isto porque a imagem tende (mais como tensao que tendencia) a cristalizar (Gilles Deleuze) uma determinada epistemologia, em alguma visualidade.<br>A margem, por tanto, se dá  tanto pela sobra (Giorgio Agambem)  que esta imagem constroi (quase sempre demiurgicamente) quanto como uma tensao constante (Lelia Goncales-continum), que lhe permite ou nao aparecer. E quando aparece, pode gerar uma contra imagem (contraregalos de Baudrillard), que evidencia a disputa de narrativas atuais em um jogo (Manuel delgado) perverso de cooptacao-cristalizacao de imagens-singulares-subversivas (Jacques Derrida).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-13 19:21:22 UTC</pubDate>
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         <title>CIDADE EM RUÍNAS</title>
         <author>henrikclopes</author>
         <link>https://padlet.com/henrikclopes/l92xkdagn9r5atoh/wish/966466373</link>
         <description><![CDATA[<div>Muitas vezes, os resquícios e sobras da construção da cidade, em sua busca mimética por repetir saberes e plasticidades modernas, evidenciam conflitos múltiplos.A estética, não a cosmética, no conjunto de 5 edifícios com figuras-humanas de mãos altas (mãos ao alto!), evidenciam existências a beira do abismo, na margem como um precipício mesmo, também como um limite muito marcado que separa a vida da morte.</div><div>A modernidade-capitalista-colonialista, substância viscosa, ejaculada, por uma masculinidade tóxica, patriarcal, edípica, militarizada y perpassa toda forma de existir no mundo. Por que, justamente, tudo que há possui o véu de uma alteridade como recurso. Nao recuperável. Como moldura. Como objeto. Como relações abjetas. Como fagocitar estes enquadres, quando nunca descem redondos? E, por tanto, arredondados, escalabilizados para montar uma estrutura inteligível? Conservar para que?</div><div>Como encontrar fugitividade dentro desses limites-margens-precipícios? É possível pensar numa auto-musealização da própria cidade, dada, no entanto, pela própria técnica que a constrói? Como estudar, aquilo que, junto, se destrói? Podemos replicar a paisagem-imagem destas mulheres-objetos-técnicos, não humanizado, pelo mundo afora como afronta colonial epistêmica e visual? O conteúdo do espaço interno está topologicamente em contacto con el conteúdo externo, límites de lo vivo, ou aquilo que é possível viver. Sobreviver? Preservar o que? </div><div>A vida é a própria ruína quando está fora do enquadre que delimita o externo e o interno a ela. Ou, a ruína é o próprio quadro-limite do pensamento, da monumentalidade, que é designada por um desenho da demolicao. Uma durabilidade que é exigida pelas manifestações em deslocamento e de fugitividade. Uma coerência de performatividade vinculada a um cubo branco que se faz pela assepsia biológica. Escalada. Indetitificada. Rastreada. E, então, como rastrear os segredo a 7 chaves numa caixa preta, quase, irrastreável. Como demoram para nos trazer justica para Mariele!</div><div>As narrativas, que contamos (matematicamente mesmo), nao sao nossas. Vilas autódromos, vales anhamgabaús, usinas belo monte. Não há nada fora do enquadre da colonialidade. Na verdade, toda contra-imagem-narrativa que grupos sociais constoem são baseados em uma contra-teleologia, ou mesmo, numa tele-colonialidade sobre si mesmos, como disse Walter Beijamin. Há algo de profano no prafano que o auto-sabota. Ou seja, tudo importado, desde o i-phone ao corte de cabelo desejado. Não há corpo não racializado. Não há cabelo bom o suficiente, tudo vem abaixo. Replicar a paisagem-imagem do rooftop desses edifícios no mundo não se trataria disso?´É difícil nao perceber que o mercado imobiliário, permeado por uma telecolonialidade, produz, como arquivo, novas imagens de inexistência (aquelas velhas mesmo). Periferização de corpos múltiples. Relaçoes abjeta para corpos objetivizados, quando nao, se produz corpos abjetos, por meio de relações objetivas.</div><div>A objetividade tem fome de corpos abjetos, quando teve fome de metais. Transformou o rizoma-definido da cana de açúcar em plantação. Rizomas abjetos se erigiram como árvore frondosa que, ao dar frutos, definiu as relações de trabalho da revolução industrial. Frábricas-árores formam rizoma por baixo da terra-caixa negra das decisões políticas. Também, nao há nada fora da técnica, quando, então, há tudo ali. Trancado, “na festa de judas, meu amigo”</div><div><br>Walter Beijamin - Violencias<br>Giovani Cidreira</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 23:05:28 UTC</pubDate>
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         <title>ESPELHOS COMO MARGENS</title>
         <author>henrikclopes</author>
         <link>https://padlet.com/henrikclopes/l92xkdagn9r5atoh/wish/966468034</link>
         <description><![CDATA[<blockquote><strong><em><mark>¿Nos podemos ver? ¿Somos asi, tan distintos? Si urano en tauro desestabiliza nuestros valores occidentales, plutón en capricornio avala los sistemas visibles del hombre blanco. “Intercambio” espejos con los aborigenes americanos para disimular el genocidio, por una superioridad blanca y una diáspora Forzada. ¿Usamos estos/otros espejos para reflejarnos? Percibir nuestras singularidades. Entonces, ¿como somos? ¿Practicar la diferencia a lo que ya está dado? Espejos múltiples, reflejan luz en los edificios espejados, resaltan los colores de los cerros, crean oxígeno en hojas de árboles, queman una hoja de papel, posibilitan ver partes escondidas de nuestros cuerpos, ¡pueden evitar una cuchillada por la espalda!</mark></em></strong></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2020-11-27 23:07:32 UTC</pubDate>
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