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      <title>Scrip de Gênero - Formação de Professores by ANA GOULART</title>
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      <description>Universidade Federal do Rio Grande do Sul / Faculdade de Educação / EDU03108 - Gênero E Sexualidade Na Educação / Professora Aline Cunha / Alunas: Ana Carolina Barreto Goulart e Luisa Munhoz de Freitas                         </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-01-07 14:58:15 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-02-03 22:10:08 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Podcast</title>
         <author>00329790</author>
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         <description><![CDATA[<p>O podcast “Gênero e Sexualidade nas perspectivas escolares” apresenta o contexto histórico de conservadorismo e as complexidades de abordar a diversidade na escola, é feito o debate com o Professor de biologia Caio Cesar, que tem realizado um trabalho para uma educação que promove a visibilidade da diversidade nos espaços escolares a partir de referenciais não sexistas, antirracistas e não elitistas. </p><p><br/></p><p>Proposta: Que estratégias podemos pensar para combater dentro das escolas práticas sexistas e discriminatórias?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-07 15:04:48 UTC</pubDate>
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         <title>Filme</title>
         <author>00329790</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Eu não sou um homem fácil (2018)</strong></p><p><br></p><p><br>"Eu Não Sou um Homem Fácil" é uma comédia francesa que aborda estereótipos de gênero ao retratar um homem que, após um incidente, acorda em uma realidade onde as normas sociais de gênero estão invertidas. Ao experimentar na pele as expectativas tradicionalmente impostas às mulheres, o protagonista confronta e questiona esses estereótipos, proporcionando uma reflexão humorística e crítica sobre as desigualdades de gênero presentes na sociedade contemporânea.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Proposta:</strong> Peça aos professores que reflitam sobre script de gênero que eles podem ter experimentado em suas próprias vidas.  Compartilhem suas reflexões em pequenos grupos e discutam como essas experiências podem influenciar a forma como ensinam e interagem com os alunos. Após, compartilhem com o grande grupo o que foi debatido.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-07 15:05:18 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura</title>
         <author>00329790</author>
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         <description><![CDATA[<p>Para apresentar pioneiras de diversas profissões, o livro compõe um abecedário ilustrado do trabalho feminino – e feminista, afinal, no diálogo sobre representatividade da mulher está pressuposta a luta pela igualdade de direitos. O resultado é um divertido acervo afetivo de mulheres que transformaram realidades ao redor do mundo, e uma forma de transmitir às crianças o valor da História que foi escrita antes de nós.</p><p><br></p><p>No livro, mulheres como a aviadora Anésia Pinheiro Machado, a bióloga inglesa Margaret Elizabeth Fountaine, e a <em>chef</em> de cozinha francesa Eugénie Brazier ganham cada uma pequena biografia em forma de conto, com linguagem poética e bem-humorada.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://lunetas.com.br/livro-abcdelas/">https://lunetas.com.br/livro-abcdelas/</a></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Proposta:</strong> confeccionar junto da turma um alfabeto de mulheres revolucionárias que estão perto da nossa realidade. Produzir um livro e com pequenos relatos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-07 15:05:25 UTC</pubDate>
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         <title>Literatura </title>
         <author>00329790</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Criança-borboleta: construção da identidade de gênero começa na infância</strong></p><p><br/></p><p>Mais do que uma história lúdica e divertida,&nbsp;<strong><em>Criança-borboleta</em></strong>&nbsp;é uma celebração da criatividade, da solidariedade, da expressão pessoal e da identidade de gênero.&nbsp;De maneira sensível, por meio de desenhos e escrita,&nbsp;<strong>Marc Majewski&nbsp;</strong>fala sobre gentileza, construção da autoestima, autonomia, empatia com o próximo e o poder da amizade.</p><p><strong>Ficha técnica</strong>:<br><strong>Título</strong>: Criança-borboleta<br><strong>Autor</strong>: Marc Majewski<br><strong>Gênero</strong>: Literatura infantil<br></p><p><br/></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portalmedicinaesaude.com/crianca-borboleta-construcao-da-identidade-de-genero-comeca-na-infancia/">https://portalmedicinaesaude.com/crianca-borboleta-construcao-da-identidade-de-genero-comeca-na-infancia/</a></p><p><br/></p><p><strong>Proposta:</strong> O livro apresenta uma situação em que uma criança é pressionada em função dos seus interesses. Como a escola e a família podem atuar de modo conjunto nessa situação?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-01-07 15:05:35 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo</title>
         <author>00329790</author>
         <link>https://padlet.com/00329790/l8bw4rhe695db9m1/wish/2856113884</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>“Ideologia de gênero é a destruição da família”, “meninas vestem rosa, meninos vestem azul”, “Deus fez Adão e Eva, não Adão e Ivo”. Vamos falar desse assunto que vira e mexe volta a bater na nossa porta, sempre cheio de polêmicas e mentiras: “ideologia de gênero”.</p><p><br/></p><p><strong>Proposta:</strong> O vídeo desmistifica a questão da Ideologia de Gênero, em uma discussão com as famílias, como você explicaria que a escola não está impondo uma “ideologia” de gênero e que falar sobre gênero e sexualidade não é ensinar sobre sexo?</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=2zjP28XpkSE" />
         <pubDate>2024-01-21 17:55:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os materiais aqui selecionados discutem a temática de script de gênero. Conceito que foi definido pela Professora Dra Jane Felipe como &quot;Os scripts de gênero, são um conjunto de normas, expectativas e prescrições sociais e culturais que ditam como os indivíduos devem se comportar, com base na sua identidade de gênero percebida&quot;. </title>
         <author>00329790</author>
         <link>https://padlet.com/00329790/l8bw4rhe695db9m1/wish/2856115051</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>O objetivo do trabalho é refletir sobre a formação inadequada dos professores em detrimento das questões de gênero e propor por meio dessa trilha discussões e reflexões com vistas ao desenvolvimento da cidadania, do respeito e do pensamento crítico para um mundo mais igualitário. A trilha é composta por podcasts, filmes, literatura, vídeos e trabalhos acadêmicos. Ao final de cada bloco, o aluno do curso é convidado a uma proposta reflexiva. Favorecendo uma prática pedagógica que não consista em discriminar meninos e meninas, mas sim propor um pensamento crítico, respeitoso, igualitário e de direitos.</strong></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-01-21 17:57:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Vídeo</title>
         <author>00329790</author>
         <link>https://padlet.com/00329790/l8bw4rhe695db9m1/wish/2856119332</link>
         <description><![CDATA[<p> Nesse video LIV responde se existe brinquedos de menina ou de meninos.</p><p><br></p><p><strong>Proposta:</strong> Em sua vivência escolar, em algum momento houve alguma distinção de brinquedos para menino ou para menina? Brincadeiras? Esportes? Cores?</p><p>Como promover uma prática educativa que não faça essa distinção, caso essa discussão surja no grupo de alunos, como você iria explicar que, por exemplo, cores não tem gênero.</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=qVxZe0BRP1Q" />
         <pubDate>2024-01-21 18:04:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Filme</title>
         <author>lumunhozf</author>
         <link>https://padlet.com/00329790/l8bw4rhe695db9m1/wish/2867567323</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Minha vida em cor-de-rosa (1996)</strong></p><p><br></p><p>"Minha Vida em Cor-de-Rosa" é um filme que aborda o tema dos estereótipos de gênero ao contar a história de Ludovic, uma criança transgênero que se identifica como uma menina. O filme explora as dificuldades enfrentadas por Ludovic e sua família ao lidar com a intolerância social e as expectativas tradicionais de gênero. A narrativa destaca a importância de questionar e desafiar os estereótipos preestabelecidos, promovendo a compreensão e aceitação da diversidade de identidades de gênero.</p><p><br></p><p><strong>Proposta: </strong>De que maneira a escola pode atuar na promoção de ambientes inclusivos para crianças que desafiam as normas de gênero? Como os educadores podem contribuir para a construção de espaços mais acolhedores e respeitosos?</p><p><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=http%3A%2F%2Fpsicologiaienh.blogspot.com%2F2011%2F05%2Fresenha-do-filme-minha-vida-em-cor-de.html&amp;psig=AOvVaw24zLO7RD8xWJ45NvXsrDHW&amp;ust=1706812495565000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;opi=89978449&amp;ved=0CBIQjRxqFwoTCKjlivyhiIQDFQAAAAAdAAAAABAE" />
         <pubDate>2024-01-30 23:24:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Trabalho acadêmico: Scripts de gênero e as brincadeiras na educação infantil</title>
         <author>lumunhozf</author>
         <link>https://padlet.com/00329790/l8bw4rhe695db9m1/wish/2867581532</link>
         <description><![CDATA[<p> Este trabalho tem como objetivo refletir sobre a brincadeira de faz-de-conta na educação infantil, problematizando as relações de gênero presentes nesta etapa escolar. Para tal, utilizo o conceito de scripts de gênero (FELIPE, 2016, 2017) para observar e analisar como e de que modo esses roteiros, social e culturalmente estabelecidos, que intencionam construir determinadas masculinidades e feminilidades desde a infância, aparecem durante os momentos de brincadeira. Dessa forma, pretende-se assim oferecer subsídios para professoras de educação infantil realizarem uma prática pedagógica que respeite e contribua para a equidade de gênero. A partir de minha prática docente durante o período de estágio, realizado no primeiro semestre de 2017, bem como a realização de uma semana de observação no segundo semestre do mesmo ano, em uma turma de jardim de infância da rede municipal de Porto Alegre, foi possível produzir dados para a realização dessa pesquisa de cunho qualitativo, através da observação participante. A análise dos dados produzidos fundamenta-se no conceito de gênero (LOURO, 1997; FELIPE, 1999, 2016), em uma perspectiva pósestruturalista, e no conceito de brincadeira a partir da perspectiva sócio histórica de Vyogtsky (1991).</p><p><br></p><p><strong>Proposta: </strong>Pensando no dia a dia escolar, como podemos identificar e desafiar estereótipos de gênero presentes em materiais didáticos, brinquedos e atividades na sala de aula?</p>]]></description>
         <enclosure url="https://lume.ufrgs.br/handle/10183/174370" />
         <pubDate>2024-01-30 23:48:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Guia de Gênero e sexualidade para Educadores(as)</title>
         <author>lumunhozf</author>
         <link>https://padlet.com/00329790/l8bw4rhe695db9m1/wish/2867583458</link>
         <description><![CDATA[<p>A escola tem um papel muito importante no combate das desigualdades a partir da promoção e respeito das diferenças de uma função privilegiada no que se refere à aprendizagem</p><p>de papéis sociais e sexuais por parte dos alunos e alunas.</p><p><br/></p><p>Proposta: produza um infográfico que explique a diferença entre sexo e gênero e que identifique as desigualdades estabelecidas a partir do papel social de gênero. Esse material deve ser informativo e de divulgação para grupos de professores.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://drive.google.com/file/d/1obqyDd6xExu5DG8gu80LbiNfQs8mDGN_/view" />
         <pubDate>2024-01-30 23:51:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Porque discutir Gênero na escola?</title>
         <author>00329790</author>
         <link>https://padlet.com/00329790/l8bw4rhe695db9m1/wish/2868844274</link>
         <description><![CDATA[<p>A escola, como parte integrante da sociedade, reproduz relações de desigualdade entre homens e mulheres; entre brancos, negros e indígenas; entre heterossexuais, gays, lésbicas e bissexuais; entre cisgêneros, transexuais e travestis; entre pessoas sem deficiência e pessoas com deficiência; entre os que têm diferentes religiões. Mas a escola também pode - e deve - combater essas desigualdades, pois tem o objetivo de formar cidadãos críticos por meio de uma educação de qualidade. É necessário que a escola se repense, pelo seu próprio bem e para formar pessoas capazes de intervir na sociedade de forma justa e igualitária.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Proposta: Sua escola já te ensinou alguma coisa sobre relações de gênero? Se você respondeu “não”, perguntamos: na sua escola existe alguma regra que separa meninos e meninas? Lembrou de algo?</p><p><br/></p><p>Em 2015 e 2016, políticos de diversas cidades e estados, inclusive da cidade e do estado de São Paulo, conseguiram proibir a palavra “gênero” nos textos dos Planos Municipais e Estaduais de Educação, argumentando que o tema não deve existir na escola. Mas sabemos que já existe. Será que estão tentando proibir a reflexão crítica de estudantes, professoras e professores, familiares?</p><p><br/></p><p>Reflita sobre esses questionamentos e elabore um texto argumentativo. </p>]]></description>
         <enclosure url="https://drive.google.com/file/d/1JXAC-FXpi5IEM3nTJlr-0SCEoX83AGnd/view" />
         <pubDate>2024-01-31 18:53:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/00329790/l8bw4rhe695db9m1/wish/2868844274</guid>
      </item>
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