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      <title>Os desafios da educação no séc. XXI by Ana Ferreira</title>
      <link>https://padlet.com/ana_paula_faria_ferreira/projeto_ourem</link>
      <description>Que respostas pode dar a escola, no âmbito da autonomia e flexibilidade curricular</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-19 23:02:53 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-10-28 22:17:20 UTC</lastBuildDate>
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         <title>Tarefa 1: &quot;Os desafios da educação no séc. XXI - Que respostas pode dar a escola, no âmbito da autonomia e flexibilidade curricular?&quot;</title>
         <author>virginia_mota_2201</author>
         <link>https://padlet.com/ana_paula_faria_ferreira/projeto_ourem/wish/433321402</link>
         <description><![CDATA[<div> <br><strong>"À escola pede-se que prepare os jovens para que sejam capazes de construírem autonomamente a sua capacidade de criar e intervir num mundo global". </strong></div><div><strong><br></strong>Partindo desta afirmação,  importa realçar que o Projeto da OCDE <em>Future of Education and Skills: Education 2030</em> nos remete para uma breve reflexão em torno da globalização, das inovações tecnológicas, das mudanças climáticas e demográficas e de outras importantes tendências com que nos estamos a confrontar, que exigem novas respostas e ações dos indivíduos e das sociedades. A evolução social e tecnológica da sociedade do século XXI apela à necessidade de preparar as crianças e os jovens para constantes e rápidas mudanças ao longo da vida. Face a este contexto, o modelo de escola<strong> industrial</strong> tem vindo a dar lugar ao necessário modelo<strong> social</strong>, não obstante esta mudança se revele morosa e rodeada das mais variadas resistências.<br> Nesta conjuntura, os sistemas educativos têm vindo a alterar-se, mudando de paradigmas centrados exclusivamente no conhecimento para outros focados no desenvolvimento de <strong>competências </strong>mobilizadoras não só de <strong>conhecimentos</strong>, mas também de <strong>capacidades</strong> e de<strong> atitudes</strong> adequadas aos exigentes desafios contemporâneos, que requerem cidadãos educados e socialmente integrados: jovens adultos capazes de pensar crítica e criativamente, adaptados a uma sociedade de multiliteracias, habilitados para a ação, quer autónoma, quer em colaboração com os outros, num mundo global e que se quer sustentável. (Horta, 2018)<br> É neste contexto que surge a premência da construção de um <em>Perfil dos Alunos à Saída da Escolaridade Obrigatória</em>, alargada para 12 anos e que se requer potenciadora de uma aprendizagem acessível a todos, enquanto força motora do direito a uma cidadania plena e à permeabilidade social necessária para alcançar melhores condições de vida.<br> Associadas a este documento referencial, encontramos as <em>Aprendizagens Essenciais</em>, as quais explicitam quais os conhecimentos, capacidades e atitudes a desenvolver de forma articulada, para que o aluno atinja o Perfil desejável e se torne no cidadão idealizado. Este processo implica necessariamente, alterações na lógica do desenvolvimento do planeamento curricular e pressupõe a definição de prioridades elencadas nesse mesmo documento estruturante. Caberá a cada escola, moldar a forma como esse processo poderá operacionalizar-se, tendo em conta a sua realidade contextual.<br> O <em>Perfil</em> e as <em>Aprendizagens </em>em questão sustentam assim, o paradigma da escola atual, assente na ideia de<strong> inclusão</strong>, de forma a poder concretizar, ou pelo menos, ansiar por tal desígnio, o sucesso de todos os alunos, quer como aprendentes, quer como cidadãos plenos. De acordo com o modelo concetual de Sassaki (2004), relativo às seis dimensões da acessibilidade (arquitetónica, comunicacional, metodológica, instrumental, programática e atitudinal), trata-se da eliminação de toda ou qualquer barreira que impeça um aluno de aceder ao respetivo currículo. Nesta visão holística do processo educativo, em que todos os intervenientes são igualmente importantes, fomenta-se o trabalho colaborativo e realça-se o aluno, enquanto agente autorregulador de si mesmo e da sua aprendizagem. Fomenta-se uma cultura de escola que promova a equidade, transformando o meio para o adequar a cada caso, isto é, a cada aprendente, permitindo-lhe trilhar o seu próprio caminho, isento de barreiras, rumo ao sucesso, cimentado numa <strong>abordagem</strong> <strong>multinível </strong>da aprendizagem e do comportamento. Importa por isso, proceder à implementação de uma outra gestão escolar e de novas práticas docentes, alicerçadas na <strong>autonomia administrativa</strong>, na <strong>flexibilização curricular</strong> e na <strong>inovação pedagógica</strong>. A <em>flexibilização Curricular </em>apresenta-se como uma das mudanças estruturais prementes que comporta este<em> puzzle </em>transformacional. As possíveis diferentes estratégias pedagógicas a desenvolver neste âmbito deverão inserir-se num planeamento da prática pedagógica baseada no modelo do <em>Desenho Universal para a Aprendizagem </em>(DUA).</div><div>Para tal, é necessário conhecer bem os estudantes, individual e coletivamente, de forma a poder definir os conteúdos e estabelecer os objetivos de aprendizagem relativos à área do conhecimento a ser trabalhada. É o que chamamos de <em>currículo flexível</em>. Trata-se da convergência entre a base curricular comum e a realidade dos estudantes presentes na sala de aula, detentores das suas características sociais, culturais e individuais, o que inclui, necessariamente, os seus <a href="http://diversa.org.br/artigos/eixos-de-interesse-pontes-para-o-aprendizado-e-desenvolvimento-de-todos-os-alunos/">interesses</a>, a ter em conta nesta flexibilização. O desenho universal para a aprendizagem permite assim, não somente a possibilidade, mas a necessidade de haver variações no modo como o currículo será alcançado por cada um dos alunos, ou seja, origina a implementação de estratégias pedagógicas diversificadas, de acordo com as características e os estilos de aprendizagem individuais de cada aluno. </div><div>Importa refletir para onde queremos caminhar com este modelo de <strong>escola inclusiva</strong>. Na verdade, o conceito não é novo, talvez mais formalizado, com o aparecimento do novo regime jurídico em questão. Existem porém, ainda muitas questões a debater acerca da aplicabilidade do mesmo, as quais se agudizarão com a respetiva implementação prática. Mas as soluções, inevitavelmente aparecerão, moldando-se à realidade de cada escola e de cada aluno. Porventura a mais complexa das questões, a que respeita ao modelo de avaliação externa vigente, essa permanece, por enquanto, inalterável. Aguardemos que alguém de direito tenha entretanto a coragem necessária para adequar o mesmo a toda esta metamorfose educacional.</div><div><br><strong>Virgínia Mota</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-01-19 00:02:10 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;os desafios da educação no século XXI: que respostas pode dar a escola no âmbito da Autonomia e Flexibilidade Curricular?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ana_paula_faria_ferreira/projeto_ourem/wish/433430369</link>
         <description><![CDATA[<div>O século XXI será marcado por diversos desafios, entre os quais considero: proteção e valorização ambiental, priorizando o combate às alterações climáticas; sustentabilidade do binómio população / recursos; e adaptabilidade do Homem à evolução tecnológica e aos novos desafios sociais, entre outros, ao nível da cultura, economia e educação.</div><div>Assim, é essencial desenvolver competências nos indivíduos que lhes permitam compreender e intervir num mundo em constante mudança e a um ritmo cada vez mais veloz. Longe vão os tempos que se esperava da escola, essencialmente, a preparação de profissionais para realizar tarefas conhecidas. Além disso, era a principal forma de obter informação. Hoje em dia, num mundo ocupado, competitivo e híper-conectado e também por isso muito apelativo para os jovens, espera-se que a frequência escolar permita desenvolver nos indivíduos competências transversais que os capacitem para enfrentar desafios, por exemplo laborais (é preciso capacitar pessoas para profissões que atualmente ainda são desconhecidas mas que, sabemos, terão uma forte componente tecnológica). Compete assim às escolas, no âmbito da Autonomia e Flexibilidade Curricular, priorizar as aprendizagens indutoras do desenvolvimento de competências de nível mais elevado. Assim se enquadra a possibilidade de as escolas / docentes gerirem o currículo de forma flexível e contextualizada. <br><br>Hélder Marques</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-01-19 18:38:01 UTC</pubDate>
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         <title>Os desafios da educação no séc. XXI. Que respostas pode dar a escola no âmbito da autonomia e flexibilidade curricular?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ana_paula_faria_ferreira/projeto_ourem/wish/433456922</link>
         <description><![CDATA[<div>A escola enfrenta um grande desafio: preparar os jovens para a sua integração numa sociedade tecnologicamente ativa. Como a escola o poderá fazer? A autonomia curricular e a flexibilização permitem às escolas a alteração do paradigma das práticas letivas atuais, para um trabalho mais inovador, reflexivo e de equipa desenvolvendo competências cada vez mais transversais . <br>Isabel Bento Santos  <br><br><br>  </div>]]></description>
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         <pubDate>2020-01-19 21:39:35 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Os desafios da Educação no século XXI: que respostas pode dar a escola no âmbito da Autonomia e Flexibilidade Curricular? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ana_paula_faria_ferreira/projeto_ourem/wish/433617128</link>
         <description><![CDATA[<div>As tecnologias apoiam, desenvolvem e permitem a utilização de novas ferramentas de ensino e de aprendizagem, bem como o desenvolvimento de várias competências. Confrontados, professores e alunos, com este novo paradigma, é imperativo a alteração/adaptação a esta nova realidade. De que forma? Os currículos não podem continuar a ser extensos, rígidos e desatualizados (são do século XX!). Apesar da sua vasta experiência, os professores necessitam de constante formação para poderem responder e acompanhar o desafio imposto pela tecnologia, sendo que os grupos de trabalho (os alunos) deveriam em menor número. É necessário desenvolver nos alunos competências de autonomia, de cidadania, de comunicação, de trabalho em equipa, entre outras, não menosprezando as qualidades e interesses próprios, de forma a prepará-los para o mercado de trabalho do século XXI, que é muito mais exigente e instável, no sentido em que o trabalhador não está afeto a um local físico nem a uma única tarefa.<br>Céu Brandão e Mª João Ribeiro</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-01-20 11:45:05 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Os desafios da educação no séc. XXI - que respostas pode dar a escola, no âmbito da autonomia e flexibilidade curricular?&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ana_paula_faria_ferreira/projeto_ourem/wish/433922064</link>
         <description><![CDATA[<div>                O grande desafio da educação para o séc. XXI é preparar os alunos para um mundo global e em constante transformação, um mundo em que já não há empregos para a vida e em que, a todo o momento, se tem de estar preparado para encarar a mudança de uma forma positiva. Uma sociedade em constante mudança tem de ser constituída por indivíduos criativos, com capacidade de resolver problemas cada vez mais complexos, que sabem pesquisar criticamente, analisar e propor soluções, comunicando de forma objetiva e com assertividade. São estes os novos desafios e a responsabilidade da escola… Não preparar as crianças e os jovens para terem excelentes resultados num determinado momento, neste ou naquele exame, mas para serem cidadãos ativos na sociedade, conscientes dos problemas e preparados para os enfrentar de forma crítica. Por conseguinte, a Escola deverá construir novas habilidades ou competências sociais e relacionais indispensáveis para fazer face às exigências do mercado de trabalho que se vislumbra cada vez mais ocupado, competitivo e repleto de incógnitas. <br><br></div><div>                Que respostas pode dar a escola no âmbito da autonomia e flexibilidade curricular? Todas. Desde que os professores sejam, também, criativos, abertos à mudança, acreditando que essa mudança é positiva, e se predisponham a trabalhar de forma mais colaborativa quer entre pares quer com os alunos. Mais do que transmitir conhecimentos a escola terá de ensinar os alunos a trabalhar esses conhecimentos. Cada vez será mais importante ensinar os alunos a aprender fazendo incidir a avaliação não no que o aluno aprendeu, em termos de conhecimento, mas na forma como ele trabalhou esse conhecimento preparando-o para, caso seja do seu interesse, em qualquer momento ele possa ir mais além, mas de forma que o aluno tenha consciência de que a forma de trabalhar esse conhecimento pode e deve ser utilizada em outras situações. Importa, pois, conhecer novos procedimentos e novas ferramentas de pesquisa de informação fidedignas, bem como aprender a adquirir conhecimentos e solucionar problemas de forma autónoma. É importante que o processo de ensino-aprendizagem possa acontecer não só no espaço físico da Escola, mas sim em qualquer lado, isto através da utilização das novas tecnologias de informação.<br><br></div><div>                Os novos desafios da escola também passam por proporcionar um ensino mais dinâmico e colaborativo. Deixar de lado a escola competitiva, em que os alunos competem entre si para ver quem tem melhor resultado, e apostar numa escola em que os alunos aprendem uns com os outros e em colaboração com os professores, uma escola em que os momentos de avaliação e reflexão sobre as aprendizagens surgem naturalmente durante o processo de aprendizagem como forma de ajudar o aluno a reorganizar ou alterar métodos e procedimentos, caso seja necessário, com o objetivo de proporcionar percursos formativos para cidadãos de sucesso. Podemos afirmar que o grande desafio da Escola é preparar os nossos alunos, futuros cidadãos e trabalhadores, a serem comunicadores e solucionadores criativos. No âmbito da flexibilidade e autonomia, estas competências podem ser desenvolvidas em projetos que envolvam várias disciplinas, bem como valores, princípios e áreas de competências preconizadas no Perfil do Aluno à saída da escolaridade obrigatória. Neste processo, professores e alunos partilharão ideias e pontos de vista diferentes, construindo assim novas aprendizagens.<br><br></div><div> <br><br></div><div>Tiago Sousa<br><br></div><div>Sandra Lopes<br><br></div><div>Inês Serrano<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-01-21 11:01:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ana_paula_faria_ferreira/projeto_ourem/wish/433969989</link>
         <description><![CDATA[<div>Aproxima-se uma nova era, apresentando novos desafios que irão pôr em causa as metodologias anteriores.<br>Cabe ao professor abraçar os novos projetos e iniciar uma viagem rumo ao sucesso dos alunos, passando por adaptações curriculares e utilização de novas ferramentas de trabalho.<br>A este professor cabe gerir os programas, de forma flexível, segundo as necessidades dos alunos e utilizar uma avaliação formativa, na sua globalidade.<br>Cristina Barros</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-01-21 13:35:24 UTC</pubDate>
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         <title>A escola deve facultar aos seus alunos a construção do saber baseado no que &quot;já foi&quot;  voltado para &quot;o que será&quot; neste caso, o futuro.  Na minha opinião a escola deveria ser muito mais aberta e participativa na sociedade, no mercado de trabalho , nas artes, articulando-se mais cedo os conhecimentos com o saber fazer.</title>
         <author>sihpserra</author>
         <link>https://padlet.com/ana_paula_faria_ferreira/projeto_ourem/wish/434107863</link>
         <description><![CDATA[<div>Sofia Serra</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-01-21 16:56:34 UTC</pubDate>
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         <title>&quot;Os desafios da educação no séc. XXI - que respostas pode dar a escola, no âmbito da autonomia e flexibilidade curricular?&quot;</title>
         <author>suzanamar</author>
         <link>https://padlet.com/ana_paula_faria_ferreira/projeto_ourem/wish/434127644</link>
         <description><![CDATA[<div>Um dos grandes desafios da escola é facultar aos alunos competências diversificadas, quer ao nível das novas tecnologias, quer ao nível da comunicação, proporcionando-lhes aprendizagens que lhes permitam desenvolver a criatividade, envolvê-los na construção do seu conhecimento,  motivá-los para o saber e prepará-los para um mundo global em constante mudança.<br>Parece-me tarefa difícil, pois, embora a Autonomia e Flexibilidade Curricular, bem como o Perfil do Aluno à saída da escolaridade obrigatória, procurem dar resposta a estes desafios, na prática, os docentes continuam reféns de uma avaliação centrada nos conteúdos/programa, sobrecarga de alunos e turmas, horários desajustados e recursos  que estão longe de dar resposta aos novos paradigmas da educação, principalmente ao nível das novas tecnologias.<br>Suzana Marquês</div>]]></description>
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         <pubDate>2020-01-21 17:26:03 UTC</pubDate>
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