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      <title>DIÁRIO DE INFORMAÇÕES by Jamile Vieira</title>
      <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum</link>
      <description>Criado para interação e reflexão nas disciplinas desse semestre.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-15 12:00:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Jamile Vieira</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1310214714</link>
         <description><![CDATA[<div>Tenho 23 anos, negra ,sou mãe da pequena Isis, me considero esforçada e sempre disposta a aprender mais. Gosto de música, livros, filmes, séries, viajar, praia, natureza, e amo gatos... Viva o SUS, VACINA SIM! LULA 2022! MARIELLE PRESENTE!</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-15 12:07:21 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de Educação e Tecnologias do dia 13/04/2021</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1422615735</link>
         <description><![CDATA[<div>Princípios da Educação Online.&nbsp;<br><strong><em>Princípio 8 Avaliação formativa e colaborativa,baseada em competências (em vez de apenas exames presenciais)<br></em></strong><br></div><ul><li>A modalidade a distância potencializa novas formas de avaliação.&nbsp;</li><li>Realização de uma avaliação com base em competências, valorizando não apenas os conhecimentos, mas também as habilidades e as atitudes: presença,&nbsp; participação&nbsp; e colaboração.&nbsp;</li><li>Que a avaliação seja feita numa perspectiva formativa, de maneira contínua, voltada não apenas para aprovar ou reprovar&nbsp; ao final da disciplina,&nbsp; mas sim para apoiar a tomada de consciência sobre o próprio processo de aprendizagem em curso.&nbsp;</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 18:37:57 UTC</pubDate>
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         <title>Aula de Tecnologias da Informação e Comunicação do dia 02/03/2021 Indicadores de Interatividade Para o Professor Presencial e Online. Marco Silva </title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1422682876</link>
         <description><![CDATA[<div>O ambiente virtual de aprendizagem deve favorecer a interatividade entendida como participação colaborativa, bidirecionalidade e dialógica, e conexão de teias abertas como elos que traçam a trama das relações. O informata que programa esse ambiente conta de início com o fundamento digital, mas para garantir hipertexto e interatividade terá que ser capaz de construir interfaces favoráveis à criação de conexões, interferências, agregações, multiplicidade, usabilidade e integração de várias linguagens (sons, textos, fotografia, vídeo). terá que garantir a possibilidade de produção conjunta do professor e dos alunos e aí a liberdade de trocas, associações e significações como autoria e co-autoria (SILVA, 2000, p.62).</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-04-15 18:53:21 UTC</pubDate>
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         <title>CURRÍCULO: CICLO DE FORMAÇÃO HUMANA EM EDUCAÇÃO</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1554586473</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma concepção que visa valorizar a formação global, com um tempo adequado para todos, essas aulas deveriam assegurar a aprendizagem respeitando a diversidade de etnias, diversidade de classes sociais e a experiências culturais distintas. A concepção de currículo deve estar adequada á gestão do conhecimento e as teorias do conhecimento, propiciando a autoformação e tendo uma avaliação justa de acordo com os processos de aprendizagem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 17:13:30 UTC</pubDate>
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         <title>CURRÍCULO: TEORIAS DE CURRÍCULO: TRADICIONAL, CRÍTICA E PÓS-CRÍTICAS.</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1554676003</link>
         <description><![CDATA[<div>"O currículo se configura como um produto das relações e das dinâmicas interativas, vivendo e instruindo poderes."<br>O currículo demonstra seu poder de diferenciação e hierarquização de conteúdos correspondendo dos níveis da escala social.<br><br><strong>pedagogia - avaliação -currículo. <br>currículo: controle social, relações sociais. <br><br>Concepção tradicional: </strong>controle social, concentração de questões técnicas e de organização da escola.<br><br><strong>Concepção crítica:</strong> defende que a construção social do currículo seja considerada no conhecimento atribuído ao currículo. Espaço de contestação, outro olhar da realidade e um compromisso político.<br><br><strong>Pós-crítica:</strong> a diferença como característica fundante. Contextualiza as mudanças que ocorrem no contexto educacional e as novas abordagens que são inseridas nos discursos curriculares.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 17:33:25 UTC</pubDate>
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         <title>CURRÍCULO: CÓDIGO E REPRODUÇÃO CULTURAL DE BERNESTEIN.</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1554929903</link>
         <description><![CDATA[<div>Sociedade, distribuição de poder, controle social, comportamentos individuais e coletivos.<br>Pedagogia, currículo e avaliação como formas de controle social.<br>Relações estruturais entre diferentes tipos de conhecimento na composição do currículo.<br><br><strong>Teoria do dispositivo pedagógico- <br>regras distributivas, regras recontextulizadoras e regras de avaliação</strong><br>Hierarquicamente, as regras distributivas regulam a relação entre poder, grupos sociais, formas de consciência e prática e suas reproduções e produções.<br> As regras recontextualizadoras regulam a constituição do discurso pedagógico específico.&nbsp;<br>As regras de avaliação são&nbsp;<br>constituídas na prática pedagógica<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 18:36:28 UTC</pubDate>
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         <title>CURRÍCULO: BNCC E A POLÍTICA DO CONHECIMENTO NACIONAL.</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1555584706</link>
         <description><![CDATA[<div>BNCC, está estruturada de modo a explicitar as competências que os alunos devem desenvolver ao longo de toda a educação básica e em cada etapa da escolaridade, como expressão dos direitos de aprendizagem e desenvolvimento de todos os estudantes. Contudo, a BNCC tem um viés privatista, de livre mercado, subordina-se ás avaliações externas, desconsidera as contribuições e posicionamentos de trabalhadores da educação, e impacta sobre a política de formação dos professores, e sobre os currículos escolares.<br><br><strong>Principais problemas:</strong></div><ul><li>Concepção restrita de educação e currículo; centradas nas aprendizagens traduzidas em habilidades e competências.</li><li>Contrapõe-se a uma concepção crítica de direitos e objetivos de aprendizagem e desenvolvimento.</li><li>Assume uma lógica pedagógica que desloca os objetivos de aprendizagem do desenvolvimento humano.</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 23:31:59 UTC</pubDate>
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         <title>TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO:  PRINCÍPIOS DA EDUCAÇÃO ONLINE</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1596428203</link>
         <description><![CDATA[<div>O conhecimento como obra aberta é possível de ser ressignificado, a partir do conhecimento que os alunos vão&nbsp; adquirindo, eles podem dar um novo significado às coisas, há assim interatividade entre os alunos e o professor.</div><div>O professor tem o papel de procurar, organizar e mapear os conteúdos referentes ao assunto, fazendo sínteses e roteiros de estudos, o qual irá disponibilizar para os alunos quando houver necessidade, os curadores não precisam ser os criadores desses conteúdos.&nbsp;</div><div>Os alunos gostam de atividades práticas, pois sentem que "só se aprende fazendo".</div><div>Educação bancária é quando o professor aplica o conteúdo e espera que o aluno passe da mesma forma que recebeu, o que consequentemente levará o aluno a decorar para responder do mesmo jeito que foi passado pelo professor.</div><div>A Educação Online apresenta práticas autorais inspiradas nas práticas da cibercultura, onde são propostas diversas atividades como forma de garantir a aprendizagem e a interatividade dos alunos, de forma que eles possam aprender fazendo, e tenham autoria para realizar as atividades do seu jeito.&nbsp;</div><div>A mediação do docente online é importante para o desenvolvimento dos seus alunos, que têm a importância de realizar uma mediação ativa para a promoção da colaboração em grupo dos docentes e alunos. Uma mediação-partilhada tem haver com olhar para a "linguagem emocional", observando as demonstrações que se tem em conversas com os alunos onde pode haver a mudança do convívio social em que estão empregados naquele momento, o que ajuda no seu processo formativo. Vendo que o docente deve ter uma tutoria ativa que leva a participação dos discentes e que há um desenvolvimento de ambas as partes, na tutoria reativa como no EAD que o professor só está presente entre uma e duas horas de relógio para auxiliar aqueles alunos, não haverá motivação e sim um esvaziamento de participação dos alunos que não se sentirão a vontade de estar ali compartilhando suas ideias,&nbsp; dessa forma desvalorizam o trabalho do docente.</div><div>Devemos ressaltar que a aprendizagem em rede deve ser colaborativa, oferecer múltiplos saberes e meios de interação social, ou seja, conectar pessoas utilizando ambiências computacionais diversas, serviços interativos online, e redes sociais, essa última tão utilizada nos dias atuais, nos possibilita infinitas formas de interações que devem ser aplicadas também para inovar ainda mais a comunicação. No trabalho realizado vivenciamos esse princípio. (Antoniza)&nbsp;</div><div>Vivenciamos veementemente como a conversação entre todos precisou funcionar para que esse trabalho fosse realizado, as trocas de mensagens em grupo, emails enviados para professora, descobriu-se uma nova plataforma digital na criação do mapa conceitual, e podemos vivenciar como a interatividade funciona e é prazerosa. Atividades autorais poderiam acontecer,&nbsp; fluindo assim a imaginação e criatividade, nas práticas da&nbsp; cibercultura se aprende fazendo. (Antoniza)</div><div>Por fim, devemos ressaltar como a avaliação é importante, não somente para aplicar uma nota voltada apenas para aprovar ou reprovar, mas fazer com que a mesma seja colaborativa, baseada em competências, habilidades, atitudes, perspectivas formativas e contínuas. A modalidade a distância potencializa novas formas de avaliação, e serve para apoiar na tomada de consciência sobre o próprio processo de aprendizagem em curso, de tal maneira que os alunos percebam o que já aprenderam bem, o que precisam aprender mais e quais ações formativas devem realizar.&nbsp;</div><div>Contudo, o trabalho realizado em grupo nos motivou a pensar, criar, cocriar, transformar, ressignificar, usar as redes sociais e nos conectar com&nbsp; seus serviços interativos, construimos de fato um conhecimento colaborativo em grupo, e isso com toda certeza foi satisfatório, vivenciar a aprendizagem. Houve conversação entre todos e nossa prática foi ressignificada.</div><div>Foi muito bom trabalhar de maneira colaborativa, o aplicativo canva nos proporcionou diversas opções para montar o mapa, imagens, setas, formas, entre outros. A todo momento surgia uma ideia nova de como organizar o mapa, uma começava e a outra completava com o que achava interessante destacar, foi um processo de aprendizagem coletiva onde todas ajudaram.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 17:30:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TECNOLOGIAS DA INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1596581318</link>
         <description><![CDATA[<div>A disciplina de tecnologias foi sem dúvidas desafiadora. Com aulas pela manhã com toda a correria que se tem em casa e os afazeres com uma criança pequena, parecia impossível dar conta de tantas coisas. Com muito esforço e posso dizer, dedicação, consegui conciliar as duas coisas, aprendi e foi de uma forma inesperada e significativa.<br>Podemos começar falando de interatividade, e como essa palavra um tanto quanto nova ressignificou a forma de ver a educação. A interatividade vem nos dizer como esse meio virtual é importante e deve ser levado a sério, precisa ser colaborativo e propiciar a conversação entre todos. Parece algo fácil, e é mesmo, mas, infelizmente não é praticado dessa forma nas escolas, o que se vê é uma forma massiva de passar conteúdos, sem ter o aluno com protagonista e sim o professor no centro das atenções apenas passando conteúdos de formas repetitivas e sem interação.<br>Dando continuidade, não poderia deixar de falar sobre cibercultura, um assunto muito trabalhado inclusive no fórum, fuxicando sobre cibercultura, outra nova experiência que proporcionou realmente participar e interagir, trazer contribuições e aprender com as dos colegas. A cibercultura&nbsp; como cultura da leitura e da escrita na forma ampla, possibilita ampliar a leitura, pegar informações de outro lugar e produzir conteúdo. Com tudo isso, a interatividade é portanto, a modalidade comunicacional que ganha centralidade na cibercultura, temos também o ciberespaço que significa romper com o essa visão da mídia de massa baseada apenas na transmissão.<br>A partir daí começamos a trabalhar os princípios da educação online, partindo de um pressuposto muito importante que é a diferenciação sobre educação online e EAD, muitos acham que é a mesma coisa, mas, existe uma enorme diferença entre as duas modalidades. A educação á distancia, ou seja, a EAD é uma modalidade educacional alternativa á educação presencial, já a educação online é uma abordagem didático-pedágogica.<br>Os princípios nos trouxe como é importante o aluno ser autor e coautor, criar e cocriar, trazer experiências, viver novas experiências, fazer com que o mesmo não esteja ali apenas por causa da nota, mas, que a aprendizagem aconteça de forma significativa. A curadoria de conteúdos deixou claro algo muito importante, que é a troca que deve haver entre professor e aluno, que ele juntamente com seu aluno podem fazer essa troca de conhecimento, por meio da conversação entre todos, deixar o aluno realmente aprender fazendo e tendo ele como auxílio para da orientações e ajudar no que precisar.<br>Contudo, podemos concluir que mesmo em meio a uma pandemia que nos assombra e apavora todos os dias, com tantas mortes acontecendo e muito sofrimento sendo causado a todos, a disciplina veio para aliviar um pouco, e não para causar ainda mais pressão. Estar nas aulas foi uma troca intensa de conhecimento e aprendizados, e mesmo quando a nossa mentora nos deixava atividades pra fazer de forma assíncrona, ainda dava pra sentir todos trabalhando juntos, fazendo trocas o tempo todo, e como isso não havia acontecido até então com relação á outras disciplinas, se tornou muito enriquecedor fazer parte de tudo isso, uma experiência para levar para vida, e para colocar em prática quando nós estivermos no lugar&nbsp; de mediador do conhecimento com nossos alunos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-09 18:32:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS: CULTURA INDÍGENA. INTERCULTURALIDADE</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1597114575</link>
         <description><![CDATA[<div>Processo dinâmico e permanente da relação, comunicação e aprendizagem entre culturas e condições de respeito, legitimidade mútua, simetria e igualdade, construção entre pessoas, conhecimentos, saberes e práticas culturalmente diferentes, novo sentido entre elas na sua diferença. Visa promover experiências de interação com outros e seus diferentes modos de viver e expressar-se, favorecer processos de empoderamento, tem a ver com dimensão coletiva e ações afirmativas para promover transformações sociais, educação para o reconhecimento do outro construindo uma sociedade democrática com políticas de igualdade e de identidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 00:12:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS: CULTURA INDÍGENA. TERRITÓRIOS ETNOEDUCACIONAIS</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1599731034</link>
         <description><![CDATA[<div>Territórios etnoeducacionais significa um movimento de organização da educação escolar indígena em consonância com a territorialidade de seus povos, independentemente da divisão política entre Estados e municípios que compõe o território brasileiro.</div><ul><li>I Conferência Nacional de Educação Escolar Indígena, novembro de 2009.</li><li>Deveria ser criado um Sistema Próprio de Educação Escolar Indígena, que serviria para reconhecer, respeitar e efetivar o direito á educação especifica, diferenciada, intercultural, comunitária, e de qualidade, especialmente no que se refere á questão curricular e ao calendário diferenciado que definam normas específicas, que assegurem a autonomia pedagógica (aceitando os processos próprios de ensino e aprendizagem) e autonomia gerencial das escolas indígenas como forma de exercício do direito á livre determinação dos povos indígenas, garantindo ás novas gerações a transmissão dos saberes e valores tradicionais indígenas.</li><li>O decreto 6.861/2009 aponta a principal mudança, a de que "a educação escolar indígena será organizada com a participação dos povos indígenas, observada a sua territorialidade e respeitando suas necessidades e especificidades."</li><li>A implantação de Territórios Etnoeducacionais deve ser feita através de amplo processo de discussão sobre: marcos legais específicos; formação presencial de professores indígenas e de demais profissionais indígenas; regulamentação da oferta&nbsp;de ensino a distância; construção das escolas indígenas de acordo com a decisão das comunidades; gestão de recursos financeiros destinados ás escolas indígenas; implantação ou não de todos os níveis e modalidades de ensino nas aldeias;</li></ul><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 22:38:53 UTC</pubDate>
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         <title>RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS: CULTURA INDÍGENA. DESAFIOS DA EDUCAÇÃO INDÍGENA</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1601773072</link>
         <description><![CDATA[<div>Os povos indígenas, no modelo proposto pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação, não detém o controle do processo de conceber, planejar, executar e gerenciar a educação. "Os índios permaneceram na qualidade de ouvintes, e não propositores de suas próprias políticas.</div><ul><li>Ataques á alteridade e a diferença deram-se de forma múltipla: imposição de uma língua geral ou nacional e professores para os povos indígenas.</li><li>As missões religiosas tem um peso considerável, pois realizaram a capacitação dos professores em regime de internatos que nada tinha a ver com a cultura e o modo de ser indígenas.</li><li>Nos últimos anos, a implantação de escolas em terras indígenas deixou de ser uma imposição da sociedade nacional e tornou-se uma reinvindicação indígena a fim de construírem novas formas de relacionamento com os demais segmentos da sociedade brasileira.&nbsp;</li><li>A formação de professores indígenas passou a ser uma condição da educação intercultural de qualidade.</li><li>Até muito recentemente, a maioria das escolas indígenas do país estava fora do sistema de ensino ou inseridas neles como "escolas rurais" ou salas-extensão de escola não-indígenas. Calendários, programas curriculares, sistemas de avaliação, materiais didáticos elaborados para as escolas regulares do sistema eram levados ás escolas indígenas sem qualquer avaliação crítica sobre a especificidade das demandas apresentadas por essa modalidade de ensino.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-11 19:05:12 UTC</pubDate>
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         <title>RELAÇOES ÉTNICO RACIAIS: CULTURA INDÍGENA. TERRITORIALIDADE</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1602869129</link>
         <description><![CDATA[<div>É uma abordagem que não só permite recuperar e valorizar a história da ocupação de uma terra por um grupo indígena, como também propicia uma melhor compreensão dos elementos culturais em jogo nas experiências de ocupação e gestão territorial indígena.<br>No artigo 231 da Constituição, reconhece aos índios "os direitos originários sobre as terras que tradicionalmente ocupam". Tal ocupação tradicional deve ser lida através das categorias práticas locais, ou seja, levando em conta os "usos, costumes e tradições" de cada grupo. Logo, uma terra indígena deve ser definida, identificada, reconhecida, demarcada e homologada, levando-se em conta quatro dimensões distintas, mas complementares, que remetem ás diferentes formas de ocupação , ou apropriações indígenas de uma terra: "as terras ocupadas em caráter permanente, as utilizadas para suas atividades produtivas, as imprescindíveis á preservação dos recursos ambientais necessários a seu bem-estar e as necessidades a sua reprodução física e cultural".<br>Território não é apenas anterior á terra e terra não é tão somente uma parte de um território. São duas noções absolutamente distintas. A noção de "terra indígena" diz respeito ao processo político-jurídico conduzido sob égide do Estado, enquanto que "território" remete á construção e a vivência, culturalmente variável, da relação entre uma sociedade específica e sua base territorial.&nbsp;<br>Nenhuma sociedade existe sem imprimir ao espaço que ocupa uma lógica territorial. O espaço pode ser o ponto de partida para pensar o território, enquanto suporte físico que é territorializado: relações são estabelecidas, criando limites e canais de comunicação, proximidades e distâncias, interdições, fronteiras seletivamente permeáveis conforme a lógica territorial do grupo que territorializa uma dada porção de espaço. O contato coloca um grupo indígena diante de lógicas espaciais diferentes da sua e que passam a ser expressas também em termos territoriais. &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.youtube.com/watch?v=HnR2EsH9dac" />
         <pubDate>2021-06-12 23:06:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS: CULTURA INDÍGENA. CULTURA</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1605755415</link>
         <description><![CDATA[<div>As populações humanas constroem suas culturas em interação umas com as outras e não isoladamente. Termo explorado pela antropologia, visa analisar as sociedades humanas a partir de sua produção cultural, a cultura corresponde a um conjunto de hábitos, crenças e conhecimentos de um povo. É por meio da cultura que buscamos soluções para nosso problemas cotidianos, interpretamos a realidade e produzimos novas formas de interação social, é também o conjunto de características que o individuo herda ou aprende em seu convívio social.<br>A cultura permite estabelecer relações entre diferentes universos, sendo constantemente organizada, transformada, por vezes, reiterada em certos aspectos, em outros, extinta em função das consequências da expansão capitalista (WOLF,2005:25).<br>A cultura, diz respeito ao conjunto de ações concretas e simbólicas responsável pela mediatização das interações sociais e construção dos novos arranjos entre povos implicados em situações de tensão e interesses inconciliáveis, assim como os Tupinambá de Olivença e as diversas frentes de expansão sa sociedade nacional.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://escoladainteligencia.com.br/wp-content/uploads/2018/05/190062-voce-sabe-como-abordar-o-dia-do-indio-e-propor-reflexao-na-escola.jpg" />
         <pubDate>2021-06-14 18:11:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS: CULTURA INDÍGENA. EDUCAÇÃO PARA AS RELAÇOES ÉTNICO-RACIAIS</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1606186214</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>A lei 10.639/03, estabelece que os conteúdos referentes á história e cultura afro-brasileira e dos povos indígenas brasileiros deverão ser ministrados no âmbito de todo o currículo escolar.</li><li>Uma escola indígena de qualidade, específica, diferenciada, bilíngue, intercultural, só será viável se os próprios índios, por meio de suas respectivas comunidades, estiverem a frente do processo como professores e gestores da prática escolar. E para que essa escola seja autônoma e contribua para o processo de auto-determinação dos povos indígenas, afinada com os seus projetos de futuro, é fundamental a criação de novas práticas de formação . Estas devem permitir aos professores indígenas atuar, de forma crítica, consciente e responsável, nos diferentes contextos nos quais as escolas indígenas estão inseridas.</li><li>Nos últimos anos, a implantação de escolas em terras indígenas deixou de ser uma imposição da sociedade nacional e tornou-se uma reivindicação indígena a fim de se construírem novas formas de relacionamento com os demais segmentos da sociedade brasileira. Essa reivindicação não se traduz por qualquer tipo de escola, mas por m projeto definido de acesso a determinados conhecimentos acumulados pela humanidade e de valorização, pesquisa, registro e sistematização de práticas e saberes tradicionais. Para tal, o envolvimento da comunidade e uso das línguas indígenas e do português, de metodologias adequadas dos processo próprios de ensino e aprendizagem, de calendários diferenciados e de materiais didáticos específicos constituem elementos essenciais a uma nova prática escolar.</li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-14 23:31:37 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1606186214</guid>
      </item>
      <item>
         <title>RELAÇÕES ÉTNICO RACIAIS: CULTURA INDÍGENA. ETNICIDADE</title>
         <author>201620123</author>
         <link>https://padlet.com/201620123/l3mwrxuufwci6zum/wish/1610966759</link>
         <description><![CDATA[<div>A etnicidade constitui-se como fenômeno essencialmente social, pois é um processo contínuo de transmissão cultural entre diferentes gerações a partir do contato e da participação no meio social em que a etnia se configura. <br><br><strong>identidade cultural - diferença entre indivíduos - traços características em comum.&nbsp;<br>ETHNOS - ETHOS - COSTUME</strong></div><ul><li>A ação das mulheres Tupinambá pelo reconhecimento étnico e pela demarcação territorial, aponta para a capacidade com que elas, na condição de intelectuais orgânicas, superaram as concepções subalternas originadas a partir das suas situações materiais e sociais no espaço das contradições em que elas se apresentam.</li><li>Etnicidade Tupinambá a partir das consequências político-econômicas promovidas pelos governos locais como representantes de uma sociedade que tinha como modelo um desenvolvimento predatório.</li><li>A questão étnica como resultado das múltiplas interações sociais. A mescla, neste caso, de reivindicação da sua pertença étnica , fundada no sentido das suas identificações ancestrais contém a marca da resistência e da diversidade e constitui-se como potencial étnico que fortalece sua noção de pertencimento.</li><li>&nbsp;&nbsp;Os Tupinambá, índio historicamente "misturados" revestem-se de consciência étnica advinda do seu longo processo de resistência a partir do elo com seus antepassados cotidianamente atualizado pela memória. </li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-16 23:17:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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