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      <title>A saúde da gestante: hábitos, vícios x teratogenia by Juliana Souza</title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-06-29 01:56:00 UTC</pubDate>
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         <title>Consiste no fenômeno de malformação de bebês em decorrência de problemas durante seu desenvolvimento intrauterino (CEUMA, 2019)</title>
         <author>julianafsouza2004</author>
         <link>https://padlet.com/julianafsouza2004/l3kiaw4ibqivou6g/wish/2634769900</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.extranet.ceuma.br/ceuma-wordpress/wp-content/uploads/2019/11/Cartilha_Malformação_Fetal_Gravidez.pdf</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 02:23:04 UTC</pubDate>
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         <title>Uma vez que a teratogenia significa que o bebê sofrerá, minimamente, complicações de saúde, assim como a gestante, se torna de imensa necessidade que haja consciência dos fatores de risco da gravidez, que são chamados, de acordo com o artigo abaixo, de &#39;fatores teratogênicos&#39;.</title>
         <author>julianafsouza2004</author>
         <link>https://padlet.com/julianafsouza2004/l3kiaw4ibqivou6g/wish/2634780399</link>
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         <pubDate>2023-06-29 02:34:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julianafsouza2004</author>
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         <description><![CDATA[<div>imagem ilustrativa, Google Imagens.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 02:35:44 UTC</pubDate>
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         <title>A gestação (gravidez) é um fenômeno fisiológico e, por isso mesmo, sua evolução se dá, na maior parte dos casos, sem intercorrências. Há uma parcela pequena de gestantes que, por serem portadoras de alguma doença, sofrerem algum agravo ou desenvolverem problemas, apresentam maiores probabilidades de evolução desfavorável, tanto para o feto como para a mãe. Estas são, portanto, classificadas como gestações de alto risco.</title>
         <author>julianafsouza2004</author>
         <link>https://padlet.com/julianafsouza2004/l3kiaw4ibqivou6g/wish/2634784765</link>
         <description><![CDATA[<div>https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/g/gravidez</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 02:38:58 UTC</pubDate>
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         <title>PRÉ-NATAL</title>
         <author>julianafsouza2004</author>
         <link>https://padlet.com/julianafsouza2004/l3kiaw4ibqivou6g/wish/2634787862</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A gestante deverá procurar a unidade de atenção básica mais próxima de sua residência para avaliação de inclusão nas consultas de pré-natal. O objetivo deste acompanhamento de pré-natal é assegurar o desenvolvimento saudável da gestação, permitindo um parto com menores riscos para a mãe e para o bebê. Aspectos psicossociais são também avaliados e as atividades educativas e preventivas devem ser realizadas pelos profissionais do serviço. (MINISTÉRIO DA SAUDE, 2022)</strong><br><br></div><div>https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/g/gravidez/pre-natal<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 02:42:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>AÇÕES DO MINISTÉRIO DA SAÚDE PARA AS GESTANTES</title>
         <author>julianafsouza2004</author>
         <link>https://padlet.com/julianafsouza2004/l3kiaw4ibqivou6g/wish/2634790750</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A Rede Cegonha, instituída no âmbito do Sistema Único de Saúde, consiste numa rede de cuidados que visa assegurar à mulher o direito ao planejamento reprodutivo e à atenção humanizada à gravidez, ao parto e ao puerpério, bem como à criança o direito ao nascimento seguro e ao crescimento e ao desenvolvimento saudáveis, e organizada em quatro componentes: Pré-natal, Parto e Nascimento, Puerpério e Atenção Integral à Saúde da Criança, Sistema Logístico. (MINISTÉRIO DA SAUDE, 2022)</strong><br><br>https://www.gov.br/saude/pt-br/assuntos/saude-de-a-a-z/g/gravidez/acoes-do-ministerio-da-saude</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 02:45:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>julianafsouza2004</author>
         <link>https://padlet.com/julianafsouza2004/l3kiaw4ibqivou6g/wish/2634791171</link>
         <description><![CDATA[<div>imagem ilustrativa, Google Imagens</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 02:46:01 UTC</pubDate>
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         <title>IMPORTÂNCIA DO PRÉ-NATAL</title>
         <author>julianafsouza2004</author>
         <link>https://padlet.com/julianafsouza2004/l3kiaw4ibqivou6g/wish/2634792862</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>A realização do pré-natal representa papel fundamental na prevenção e/ou detecção precoce de patologias tanto maternas como fetais, permitindo um desenvolvimento saudável do bebê e reduzindo os riscos da gestante. Informações sobre as diferentes vivências devem ser trocadas entre as mulheres e os profissionais de saúde. Essa possibilidade de intercâmbio de experiências e conhecimentos é considerada a melhor forma de promover a compreensão do processo de gestação. (BVS, 2016)</strong><br><br>https://bvsms.saude.gov.br/importancia-do-pre-natal/</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 02:47:41 UTC</pubDate>
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         <title>AVALIAÇÃO DO TABAGISMO NA GRAVIDEZ</title>
         <author>julianafsouza2004</author>
         <link>https://padlet.com/julianafsouza2004/l3kiaw4ibqivou6g/wish/2634801828</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Foram&nbsp; analisados&nbsp; os&nbsp; prontuários&nbsp; e&nbsp; dados&nbsp; de&nbsp; questionários&nbsp; de&nbsp; 241&nbsp; puérperas&nbsp; e&nbsp; de&nbsp; seus&nbsp; respectivos RN, no período de agosto a novembro de 2013, no Serviço de Ginecologia e Obstetrícia da Maternidade do HRSJ-HMG. Em relação ao status tabágico na gestação, 152 (63,1%) nunca fumaram; 30 (12,4%) fumavam e&nbsp; cessaram&nbsp; antes&nbsp; da&nbsp; gestação;&nbsp; 5&nbsp; (2,1%)&nbsp; fumaram&nbsp; esporadicamente,&nbsp; durante&nbsp; a&nbsp; gestação,&nbsp; a&nbsp; mesma &nbsp;</strong></div><div><strong>quantidade &nbsp; de &nbsp; cigarros &nbsp; que &nbsp; fumavam &nbsp; antes &nbsp; de &nbsp; engravidar; &nbsp; 16 &nbsp; (6,6%) &nbsp; também &nbsp; fumavam esporadicamente, mas reduziram o número de cigarros ao descobrir que estavam grávidas; 20 (8,3%) participantes&nbsp; continuaram&nbsp; fumando,&nbsp; diariamente,&nbsp; a&nbsp; mesma&nbsp; quantidade&nbsp; de&nbsp; antes&nbsp; da&nbsp; gestação&nbsp; e&nbsp; 18&nbsp; (7,5%) fumaram diariamente, porém menos cigarros. (NUNES E CAMPOS, 2015)<br><br>https://revista.acm.org.br/index.php/arquivos/article/view/35</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 02:56:37 UTC</pubDate>
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         <title>PERCENTUAL DE TABAGISMO NA GRAVIDEZ</title>
         <author>julianafsouza2004</author>
         <link>https://padlet.com/julianafsouza2004/l3kiaw4ibqivou6g/wish/2634808631</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>No presente estudo, foi identificado baixo percentual de gestantes tabagistas (4%). Segundo é estimado, mais de 30% das mulheres em idade reprodutiva são tabagistas e apenas 1 em cada 5 abandona o vício ao engravidar. O hábito de fumar acarreta riscos fetais decorrentes do amadurecimento placentário precoce e da redução do aporte nutricional, passíveis de provocar restrição do crescimento fetal. Ademais, a aceleração da maturidade placentária tem sido associada a aumento na incidência de descolamento prematuro de placenta. (UECE, 2014)<br></strong><br>https://www.scielo.br/j/rbgo/a/zS9cWmW3T7NC9TWpwkFjjkq/?lang=pt&amp;format=html</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 03:03:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>COMO AFETA O FETO</title>
         <author>julianafsouza2004</author>
         <link>https://padlet.com/julianafsouza2004/l3kiaw4ibqivou6g/wish/2634813180</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Já é constatado que o efeito do álcool no recém-nascido é manifestado através da Síndrome Fetal Alcoólica, que afeta 33% das crianças nascidas de mães que fizeram uso de mais de 150 g de etanol por dia. Esta síndrome é caracterizada por: retardo no crescimento intra-uterino, alterações na coordenação motora, anomalias articulares, malformações cardíacas, redução da capacidade intelectual, entre outros. Além disso, filhos de mulheres que consumiram moderadamente bebida alcoólica podem apresentar agitação, deficiência de sucção durante o aleitamento, irritabilidade, sudorese e padrões anormais de sono, caracterizando um quadro de síndrome da abstinência. (OLIVEIRA E SIMÔES, 2007)<br><br>https://www.scielo.br/j/ean/a/MbcwSLghPSWt44YwpkTzzGM/?lang=pt<br><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 03:08:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>julianafsouza2004</author>
         <link>https://padlet.com/julianafsouza2004/l3kiaw4ibqivou6g/wish/2634817430</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Quando a gestante ingere bebida alcoólica em aproximadamente 40 a 60 minutos, o mesmo teor de álcool do organismo materno é encontrado no sangue fetal. Deste modo, a mãe ingere por via oral a bebida alcoólica e o feto recebe por via endovenosa (via placentária) o mesmo teor alcoólico, ocasionando intoxicação no sangue fetal (Nascimento et al, 2007), pois a exposição fetal é maior, devido ao fato de que o metabolismo e eliminação são mais lentos, fazendo com que o líquido amniótico permaneça impregnado de álcool não modificado em acetaldeído. Essa situação é ocasionada pela ausência de enzimas em quantidade necessária para degradação destas substâncias (Teoh et al, 1994 apud Fiorentin e Vargas, 2006). O fígado do feto produz menos enzima que decompõem o álcool, na mãe a metabolização do álcool ocorre em 15 minutos, no feto demora mais de duas horas (Silva, 2006). Acredita-se que o álcool possa levar à falta de oxigênio para o feto e retardo de crescimento intrauterino por provocar estreitamento (constrição) dos vasos sanguíneos. (GAVA,2012)<br><br>O uso materno de álcool durante a gestação também pode levar a um aumento no risco de abortamentos, taxa de mortalidade fetal e deslocamento imaturo da placenta. (Parks et al, 1996 apud Silva, 2006, Schüler-Faccini &amp; Peres http://gravidez-segura.org/2010). A Síndrome do Álcool Fetal (SAF) é reconhecida desde 1968, e as pesquisas sobre a teratogênese do álcool têm demonstrado que o cérebro é o órgão do corpo mais vulnerável aos efeitos da exposição pré-natal ao álcool (Momino et al, 2008). (GAVA,2012)<br><br>http://www.unimep.br/phpg/mostraacademica/anais/10mostra/4/116.pdf</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-06-29 03:12:47 UTC</pubDate>
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