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      <title>Geólogas em Ação by ana albino</title>
      <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken</link>
      <description>Um bando de 4 raparigas em busca da beleza da Terra</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-12 14:51:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2026-02-11 22:49:46 UTC</lastBuildDate>
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      <item>
         <title>O oceano Atlântico está a ficar maior</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1322418817</link>
         <description><![CDATA[<div>Todos os anos o continente americano afasta-se 4cm da Europa e da África!<br><br><a href="https://www.nature.com/articles/s41586-020-03139-x">Neste estudo</a> descobriu-se a razão deste afastamento. <br>É na dorsal meso atlântica. Devido ao limite divergente das placas, que se movem em sentidos opostos, o magma começou a ascender para preencher os espaços vazios à medida que as placas se afastam. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://observador.pt/2021/01/28/o-atlantico-esta-a-ficar-cada-vez-mais-largo-a-culpa-e-de-um-fenomeno-geologico-raro-mas-que-pode-um-dia-ajudar-a-prevenir-sismos/" />
         <pubDate>2021-03-17 19:16:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1322418817</guid>
      </item>
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         <title>O oceano Atlântico está a ficar maior - continuação</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1322454373</link>
         <description><![CDATA[<div>Isto deve-se a uma pequena zona de transição no manto, onde as ondas S ou secundárias (fazem parte das ondas internas, juntamente com as ondas P ou primárias  e, são as primeiras a serem registadas pelos sismógrafos - neste caso as ondas S, são as mais lentas e só se propagam em meios sólidos, com um tipo de onda transversal) percorrem-no mais lentamente. Na sequência disto, a velocidade das ondas sísmicas na transição desta dorsal para o fundo oceânico é mais lenta. Estas observações permitiram concluir que o material (magma) é transferido do manto inferior para o superior. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Uzz2CO8nMOQ" />
         <pubDate>2021-03-17 19:24:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1322454373</guid>
      </item>
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         <title>Sismo na região de Lisboa</title>
         <author>analince19712</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1329942999</link>
         <description><![CDATA[<div>O sismo deu-se pelas 09h51 no dia 17 de março de 2021 e foi registado nas estações de Rede Sísmica do Continente com uma magnitude de 3.4, na escala de Richter, e de grau IV na escala de Mercalli, com o epicentro a cerca de 8 km a Este de Loures.<br><br>Um sismo é um fenómeno natural que resulta de uma rotura no interior da Crosta Terrestre, devido à libertação de energia. Geralmente, este fenómeno acontece devido ao choque entre placas tectónicas, criando assim ondas sísmicas.  <br><br>Os sismos são medidos por observação de sismógrafos e a escala utilizada mais frequente para medir a sua magnitude é a escala de Richter, que classifica a sua intensidade entre 1 a 9. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.rtp.pt/noticias/pais/sismo-em-lisboa-sentido-em-varias-zonas-da-cidade_n1305469" />
         <pubDate>2021-03-19 14:21:53 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Drone regista a formação de um tornado nos Estados Unidos</title>
         <author>nutellalopes29</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1330100813</link>
         <description><![CDATA[<div>No dia 17/03/2021 foram registados mais de 21 tornados nos Estados Unidos.<br>Durante esse dia um drone conseguiu registar a formação de um dos tornados, resultante da mudança na direção do vento e do aumento da velocidade com a altitude, criam uma tendência de rotação horizontal, através da contribuição de correntes de ar frio e quente. <br>A primavera é uma altura muito marcada por estes fenómenos nos Estados Unidos. Isto deve-se ao encontro de uma massa de ar frio e seco, que vem do Canadá, com uma massa de ar quente e húmido, que chega do Golfo do México. <br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://g1.globo.com/mundo/video/drone-registra-formacao-de-tornado-no-alabama-eua-9360516.ghtml" />
         <pubDate>2021-03-19 14:56:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sismo na região de Lisboa - continuação</title>
         <author>analince19712</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1330184989</link>
         <description><![CDATA[<div>Relatos afirmam que o abalo foi<br>sentido em vários concelhos da Grande Lisboa, como Sintra, Loures, Odivelas, Cascais e Amadora. <br>Não houve quaisquer indicações de estragos nem de ocorrências provocados pelo sismo. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.ipma.pt/pt/geofisica/sismicidade/" />
         <pubDate>2021-03-19 15:15:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Vulcão Sinabung na Indonésia voltou a entrar em erupção?</title>
         <author>iolanda_mendonca</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1332987528</link>
         <description><![CDATA[<div>Como sabemos a indonésia é uma zona que se situa no anel de fogo do pacifico, onde existe o encontro de placas tectónicas que originou mais de 400 vulcões estando pelo menos 129 ativos. <br>A última vez em que este entrou em erupção foi em agosto de 2020, mas este mês o vulcão voltou a entrar em erupção, desta vez com o uma erupção que surpreendeu todos, com uma grande libertação de cinzas que atingiu os 5 km de altura. Esta erupção cobriu, com uma espessa camada de cinzas, 20 km de raio em volta do cone, apesar de não ter ferido ninguém. <br>Este vulcão apresenta erupções mistas tal como o tipo de cone indica e a sua formação é consequência do encontro convergente da placa Australiana e a do Pacífico (sendo um vulcão interplaca), que se formou devido à ascensão de magma até à superfície deste tipo de limite.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://observador.pt/2020/08/10/vulcao-indonesio-sinabung-entrou-em-erupcao-lancou-fumo-e-cinzas-e-nao-causou-feridos/" />
         <pubDate>2021-03-20 19:07:21 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Alerta tsunami após sismo de magnitude 7,2</title>
         <author>nutellalopes29</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1333216307</link>
         <description><![CDATA[<div>Neste sábado o nordeste do Japão foi atingido por um sismo de magnitude 7,2 da escala de richter.<br>Ocorreu ás 18h09 locais (9h09 em Lisboa) perto da costa Miyagi, a uma profundidade de 60 quilómetros do Oceano Pacífico.<br>Logo após o abalo foi emitido um alerta tsunami.<br>Mas porque razão foi emitido esse alerta? Para quem não sabe o tsunami é uma série de ondas causadas pelo deslocamento de um grande volume de um corpo de água.<br>Por esse motivo após o sismo verificou-se uma subida do mar em cerca de um metro originando o tsunami.<br>Não há relatos de danos provocados pelo sismo e pelo tsunami em Miyagi.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.publico.pt/2021/03/20/mundo/noticia/alerta-tsunami-japao-sismo-magnitude-72-1955253" />
         <pubDate>2021-03-20 22:20:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rifte vai dividir África em dois e formar um oceano no meio</title>
         <author>nutellalopes29</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1334398705</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma fissura de 15 metros de profundidade e 20 de largura está a dividir o Quénia, destruindo também&nbsp; a autoestrada Nairobi-Narok.<br>Esse acontecimento acaba por relembrar aos cientistas um facto importante já esquecido "Africa está se a dividir".<br>Os cientistas acreditam que daqui a cerca de cinco milhões de anos África não será um continente, mas dois.<br><br>Mas porque razão?<br>Esse rifte formado situa-se num local de encontro de duas placas tectónicas: a Africana e a Somali. Ambas as placas estão a realizar um movimento divergente ou seja estão afastando-se uma da outra. Acabando por originar um rifte que é uma designação dada às zonas onde a crosta terrestre e a litosfera associada estão a sofrer uma fratura acompanhada por um afastamento em direções opostas de porções vizinhas da superfície terrestre.<br><br>Acredita-se que a fenda não irá para de crescer por causa da forte atividade vulcânica presente.<br><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://expresso.pt/internacional/2020-08-14-Fenda-vai-dividir-Africa-em-dois-e-formar-um-oceano-no-meio.-Mas-nao-sera-nem-no-tempo-dos-nossos-bisnetos" />
         <pubDate>2021-03-21 13:19:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Novo mineral descoberto no Reino Unido: o Kernowite</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1335354893</link>
         <description><![CDATA[<div>É um novo mineral que foi descoberto numa única espécime, extraída à 220 anos, em Cornwall. <br><br>O grupo de cientistas responsáveis por esta descoberta, ficaram admirados por nos anos em que estamos poderem adicionar mais um mineral à lista - isto porque durante séculos, os mineralogistas acreditavam que os cristais verdes seriam uma variação de outro mineral, a liroconita. Contudo a análise química mostrou que este tem uma composição diferente. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/news/uk-england-cornwall-55396421" />
         <pubDate>2021-03-21 21:35:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Novo mineral descoberto no Reino Unido: o Kernowite - continuação</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1335380637</link>
         <description><![CDATA[<div>Mas afinal o que é um mineral e como é que se forma?<br>Para começar um mineral é uma substância química que ocorre de forma natural por processos geológicos (que podem ser a libertação de voláteis durante erupções vulcânicas com ajuda do vapor na cristalização; depósitos de sais, evaporação e precipitação que formam evaporitos; e outra forma é o metamorfismo que ajuda na recombinação de elementos).<br>Porém este mineral é do tipo secundário, formando-se de maneira um pouco diferente: a sua formação dá-se quando outras rochas, perto da superfície têm os seus componentes químicos mobilizados pela água que por lá circula, levando que os elementos agora presentas na água se recombinem e formem novos minerais. É por isto que é difícil datar a formação de minerais secundários. </div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.sci-news.com/geology/kernowite-09187.html" />
         <pubDate>2021-03-21 21:53:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Uma &quot;viagem&quot; ao interior da lua a partir de rochas coletadas na Apollo 17 e 15 </title>
         <author>iolanda_mendonca</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1335386354</link>
         <description><![CDATA[<div>Alberto Saal um dos autores do estudo diz que por muito tempo consideramos que as rochas basálticas provenientes da lua continham uma variação limitada de isótopos de enxofre indicando que o interior da Lua possui composição homogênea do isótopo. Mas com estas novas rochas "vidros vulcânicos"  avaliou-se os isótopos de enxofre com isto verificou-se diferentes quantidades de isótopos indicando que estes viriam de diversas reservas do interior da lua. Com este estudo mostraram que existem variações do isótopo e que estas seriam explicadas pelos processos "recentemente" ocorridos na Lua como cristalização e congelamento.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://canaltech.com.br/espaco/rochas-coletadas-nas-apollo-15-e-17-revelam-pistas-do-que-ha-no-interior-da-lua-179553/" />
         <pubDate>2021-03-21 21:57:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ka&#39;ena: novo vulcão subaquático no Havai</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1335420134</link>
         <description><![CDATA[<div>Na ilha de O'ahu descobriu-se mais um vulcão, que é agora o terceiro.<br><br>O Ka'ena foi reconhecido agora como vulcão, porém antes era conhecido por um cume submarino, de batimetria baixa, isto é, pouco profundo. Tendo sido nos flancos (partes laterias) deste cume que os outros dois vulcões, o Wai'anae e Ko'olau se vieram a formar.<br>Antes deste reconhecimento pensava-se que o Wai'anae era excecionalmente grande, mas os cientistas achavam estranho a sua morfologia e algumas lavas incomuns. Por isto, foram feitas análises e com ajuda de dados geoquímicos, de idade, geofísicos e observações geológicas, confirmaram que Ka'ena não fazia parte do Wai'anae. Era sim um edifício vulcânico mais antigo, que já estava antes da formação destes outros vulcões. </div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.sci-news.com/geology/science-kaena-volcano-hawaii-01931.html" />
         <pubDate>2021-03-21 22:21:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1335420134</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Geólogos marinhos encontraram um fluxo meteórico de água a 2.625 pés (800 m) abaixo do nível do mar no norte da Noruega.</title>
         <author>iolanda_mendonca</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1335467439</link>
         <description><![CDATA[<div>A agua deste é subterrânea meteórica, água doce que se origina de precipitação, como chuva e neve, esta água é tão pura que os pescadores dizem que se poderia fazer até café com ela.<br>Este vazamento é provavelmente proveniente de um grande aquífero por debaixo dos sedimentos do fundo do mar. Esta formação deverá ter começado durante  a ultima época do gelo,  pois as  espessas calotas polares empurraram para baixo a crosta terrestre com uma força tremenda, espremendo grandes quantidades de água derretida por rachaduras no fundo do mar.<br>Este fenómeno era inesperado apesar de que tenha acontecido algo semelhante no oceano Atlântico, não se esperava este fenómeno nesta zona.<br> </div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.sci-news.com/geology/freshwater-norwegian-sea-07553.html" />
         <pubDate>2021-03-21 22:59:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O derretimento dos Glaciares do Alasca estão a contribuir para a ocorrência de terremotos </title>
         <author>analince19712</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1349289179</link>
         <description><![CDATA[<div>O Alasca Tem uns dos maiores glaciares do mundo. O peso do gelo dos glaciares faz com que a/s placa/s tectónica/s abaixo deles afundem e, quando esses glaciares derretem o solo volta a subir como uma esponja.<br><br>O degelo é um fenómeno que acontece devido ao aquecimento global, derivado À intensificação do efeito-estufa, fazendo com que haja um aumento significativo do derretimento do gelo de glaciares, montanhas, etc...<br><br>Desta forma, o degelo dos glaciares contribui para a ocorrência de terremotos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sciencedaily.com/releases/2021/03/210318170319.htm" />
         <pubDate>2021-03-24 17:45:26 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inundações na Austrália fazem milhares de pessoas serem evacuadas à medida que a intensidade da chuva piora</title>
         <author>analince19712</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1350016017</link>
         <description><![CDATA[<div>A costa do estado New South Wales está sob alerta severa por conta do mau tempo.<br><br>As inundações são fenômenos naturais, mas podem intensificar por conta das práticas humanas nos espaços urbanos. &nbsp;<br>Normalmente os rios que nunca secam durante o ano costumam ter dois tipos de leito: um menor e principal, por onde a água corre durante a maior parte do tempo, e um maior e complementar, que é alcançado só em períodos de cheias. Este fenómeno é mais comum em áreas planas, também chamadas de planícies de inundação.&nbsp;<br>A interferência do Homem nos cursos de água, podem também provocar cheias e inundações, de diversas formas. Em casos extremos, apesar de serem menos comuns, tais situações podem estar relacionadas com rompimentos de diques e barragens, o que pode causar problemas sérios à sociedade. Mas, na maioria das vezes, está ligada à má utilização do espaço urbano, tal como o entupimento das fossas e esgotos, problemas nos sistemas de drenagem, remoção de vegetação, impermeabilização do solo e ocupação desordenada do espaço geográfico.<br><br>"1.400 socorristas conduziram mais de 700 resgates em enchentes e&nbsp;<br>responderam a mais de 7.500 pedidos de assistência."<br><br>Apesar da chuva forte causar inundações, também atrasa a vacinação da população contra a covid-19.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.bbc.com/news/world-australia-56476998" />
         <pubDate>2021-03-24 20:27:44 UTC</pubDate>
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         <title>Exploração sustentável dos recursos energéticos em Portugal</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1400102714</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Energia eólica ‘offshore’</strong><br>O projeto piloto Windfloat Atlantic é o primeiro parque eólico marítimo, que fornece uma energia limpa, no sentido da emissão direta de gases de estufa, e inesgotável. <br>Estas estações promovem a diversificação da origem de energia e um avanço tecnológico na descarbonização, porém não são só vantagens. Elas provocam poluição visual na zona onde são instaladas; poluição sonora aos moradores locais; impactos nos ecossistemas marinhos e na fauna, mais especificamente na colisão de aves; instabilidade associada, já que pode haver alturas em que o vento seja insignificante para poder rodas as pás das turbinas; gasto de recursos minerais para a construção.<br>Como grupo pensamos que o projeto possa vir a ser rentável, contudo pode trazer grandes riscos para a biosfera, nomeadamente a marinha. Deveria então ser pensado se vale a pena construir estas estações eólicas marítimas.<br><br><strong>Energia hídrica ou hidrelétrica</strong><br>No nosso país cerca de 25/30% das energias consumidas proveem de centrais hídricas (por exemplo, a barragem do Alqueva, no Alentejo). Esta energia é bastante vantajosa, já que é renovável, limpa, contribui para a redução da dependência energética exterior (menos importação de combustíveis fósseis), evita por cada MWh de energia hídrica produzida, a e4missão de 0.37 toneladas de gases com efeito de estufa, entre outras. Contudo, tem algumas desvantagens, sendo principalmente a construção das barragens, que podem vir a provocar alterações nos ecossistemas, erosão dos solos e o deslocamento de populações ribeirinhas e o alargamento da terra (esta última depende maioritariamente da região e do relevo).&nbsp; <br>Nós achamos que este tipo de energia é bastante vantajoso, porém as construções das barragens nem sempre pode ser uma boa opção, isto é, a produção desta energia pode ter uma finalidade, na qual o termo "renovável" possa não ser aplicado. Quando a energia não tem como fim atender às necessidades energéticas, mas sim lucrativas, tornando-se em algo meramente negociável, causando impactos extremamente prejudiciais ao ambiente e ecossistemas.<br><br><strong>Energia geotérmica ou geotermal</strong><br>Esta energia é maioritariamente usada no arquipélago dos Açores (duas ilhas de São Miguel e uma na Terceira), sendo responsável por 23% das necessidades energéticas. Como neste tipo de recurso, o calor é a fonte de produção de energia, acaba por se tornar uma boa alternativa à queima de combustíveis fósseis, podendo ser usada 24h/dia (ao contrário da energia eólica ou solar). No entanto, esta energia tem bastantes desvantagens começando por ser prejudicial à saúde devido ao sulfeto de hidrogénio, poluição dos aquíferos, dano na paisagem graças à poluição térmica e o elevado impacto ambiental.<br>Concluímos que este tipo de energia não é uma opção limpa, contudo nas zonas em que se poderia/pode-se aproveitá-la para ser utilizada para os moradores locais ou edifícios. &nbsp;<br><br>-Ana, Iolanda, Bianca e Beatriz<br>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-04-09 14:27:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1400102714</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Portáteis e telemóveis são os novos &quot;diamantes de sangue&quot;</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1401409984</link>
         <description><![CDATA[<div>Nesta notícia é possível observar-se o quanto os recursos são explorados, tal como as pessoas que trabalham nestes locais que passam horas exaustivas nestes locais,&nbsp; sem qualquer tipo de proteção e uma remuneração baixíssima para este trabalho.<br>Segundo a notícia publicada nos 7 mares, por António Marujo, no dia 11 de setembro de 2020 morreram 50 jovens, pois ficaram bloqueados nos túneis de uma mina, próxima ao rio Elila que transbordou por conta da chuva forte e que foi o suficiente para causar uma grande tragédia.<br>Existem empresas mundialmente conhecidas que contribuem para a exploração destes materiais e das pessoas que são obrigadas a trabalhar entre 10 a 12 horas por dia, para o fabrico de todo o tipo de eletrodomésticos, mas aquele que se destaca em primeiro lugar é o telemóvel.<br>Este tipo de exploração é, geralmente, subterrânea, em minas, em que os seus recursos são de domínio público do estado, tendo que os recursos extraídos destas explorações são os mais valiosos. Quando se encontra um novo jazigo novas pessoas são procuradas para explorar estes recursos e trazer benefícios para o estado, o problema é que muitas vezes acabam por serem jovens ou crianças que por falta de segurança e uma instabilidade das minas acabam por falecer ou contrair graves doenças. <br><br>Na nossa opinião algo devia ser feito, pois as pessoas que trabalham nas minas estão constantemente em perigo. <br>Por ano morrem 15000 pessoas e nesta estatística são incluídas crianças e jovens que continham uma vida inteira pela frente, em que a maioria está em busca de dinheiro para sobreviver (algumas crianças chegam até a desistir da escola). <a href="https://www.theworldcounts.com/challenges/planet-earth/mining/health-effects-of-mining/story">Para estatísticas encontramos um site que mostra os anos de vida perdidos com a intoxicação pelo mercúrio nas minas. </a>&nbsp;<br>Devemos arranjar uma solução para este problema como, por exemplo, tornar o trabalho da mineração mais justo, tanto nos salários como na segurança/direitos (humanos e dos trabalhadores).<br><br>-Ana, Iolanda, Bianca e Beatriz</div>]]></description>
         <enclosure url="https://setemargens.com/os-jovens-explorados-e-mortos-no-congo-para-que-possamos-ter-telemoveis-e-computadores/" />
         <pubDate>2021-04-09 19:59:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1401409984</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O Planeta Anão Vivo mais próximo da Terra</title>
         <author>analince19712</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1454938315</link>
         <description><![CDATA[<div>Um planeta anão é um corpo celeste com massa muito pequena, o que faz com que estes não sejam os astros dominantes na sua órbita e possui uma lua com um valor de massa muito próximo ao seu.<br><br>Ceres, o planeta anão mais próximo da Terra, foi identificado em 1801 por Giuseppe Piazzi, um astrónomo italiano, e está localizado entre Marte e Júpiter, numa região conhecida como Cinturão de Asteroides.<br><br>Dados retirados entre 2017 e 2018 mostram que é provável que o planeta anão tenha água líquida salgada a escorrer na sua superfície. Com esta descoberta, a humanidade vui de perto que Ceres está geologicamente ativo.&nbsp;<br><br>Também se tem conhecimento que este planeta teve um passado ativo, com criovulcões gelados que entraram em erupção à milhões de anos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographic.com/science/article/dwarf-planet-ceres-churns-briny-fluids-icy-volcanoes-nasa-dawn" />
         <pubDate>2021-04-24 17:30:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1454938315</guid>
      </item>
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         <title>Terramoto revela mecanismo desconhecido</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1456009226</link>
         <description><![CDATA[<div>Foi nas Ilhas Shumagin, no sul do Alasca que os terramotos aconteceram. O primeiro foi do tipo "certo" ao contrário do segundo.</div><div>Esta região encontra-se numa zona de subducção havendo por isso terramotos (isto porque nas zonas de subducção - zonas em que uma placa submerge na outra - há bastante fricção entre as duas placas (neste caso é entre a placa Norte-americana e a placa do Pacífico)). Porém, o segundo terramoto não foi consequência desta subducção, mas sim proveniente de um limite transformante, onde duas placas deslizam para lados horizontalmente em relação uma à outra. Mas qual é a diferença entre eles? Basicamente os terramotos provenientes de zonas de subducção tem características diferentes dos de limites transformantes. Enquanto os primeiros são geralmente intermédios ou profundos (desde os 70 km até aos 670 km), os segundos são maioritariamente superficiais (entre a superfície e os 70 km)).</div><div>Então, mas como é que os cientistas puderam concluir isto? Eles pensaram que havia uma falha nesta zona de subducção da placa do Pacifíco, mas que não a conseguiam “ver”. Explicaram também que na crosta oceânica há algumas falhas transformantes que se desenvolveram no rifte oceânico, havendo a hipótese desta falha na zona de subducção ser uma “relíquia” do rifte.</div><div><br></div><div>Segundo eles, esta descoberta faz sentido e consegue explicar melhor a natureza das ilhas Shumagin, sendo mais provável do tipo desacoplado (mais do que um tipo) do que acoplado (um único tipo).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sciencedaily.com/releases/2021/03/210324142845.htm" />
         <pubDate>2021-04-25 10:08:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Relâmpagos no Ártico são mais Frequentes e Preocupantes</title>
         <author>analince19712</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1457027666</link>
         <description><![CDATA[<div>Os relâmpagos são emissões intensas de radiação eletromagnética que resultam de uma descarga electroestática na atmosfera, produzidos por uma grande diferença de potencial elétrica entre porções de matéria nuvem-nuvem ou nuvem-solo.<br><br>Antes era muito raro haver relâmpagos no Ártico, mas com o brusco aquecimento global, este fenómeno tem-se tornado mais frequente.&nbsp;<br><br>Este fenómeno tem preocupado bastante os cientistas, pois é um sinal da rápida alteração climática que estamos a viver nos dias de hoje e que no futuro pode despoletar uma cascata de mudanças ecológicas, podendo libertar as enormes reservas de carbono do Ártico para a atmosfera, apressando o aquecimento global. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographic.com/environment/article/once-rare-arctic-lighting-is-now-more-frequent-and-may-reshape-the-region" />
         <pubDate>2021-04-25 21:17:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1457027666</guid>
      </item>
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         <title>O Inexplicável Terramoto que Durou 32 Anos</title>
         <author>analince19712</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1598129974</link>
         <description><![CDATA[<div>Os terremotos são resultantes da libertação de energia acumulada nas placas tectónicas através da deformação plástica.<br><br>Em fevereiro de 1861 um enorme terremoto de magnitude 8,5 na escala de Richter atingiu a Ilha Indonésia de Sumatra; "<em>causou convulsões na terra, levantando uma parede de água que caiu nas costas próximas e matou milhares de pessoas</em>" - disse Maya Wei-Haas, redatora do Nacional Geografic.<br><br>Cientistas afirmam que este grande evento trágico foi o mais longo já registado, que durou mais do que o dobro do recorde anterior- https://agupubs.onlinelibrary.wiley.com/doi/full/10.1002/2015GL064928</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographic.com/science/article/an-earthquake-lasted-32-years-and-scientists-want-to-know-how" />
         <pubDate>2021-06-10 09:16:32 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Como os cristais podem ajudar a prever o futuro da Austrália - 1° parte</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1598732765</link>
         <description><![CDATA[<div>Ao longo da margem leste da Austrália estende-se por mais de 4000km uma trilha de vulcões, formando um dos cinturões mais longos do mundo, tendo sido à cerca de 5000 anos que as últimas erupções ocorreram (no Mount Gambier e no Mount Schank - <a href="https://youtu.be/NjkBETUXGWo">cratera de um dos vulcões mais jovens da Austrália</a>). Com base nestas últimas erupções é possível dizer que existem duas regiões vulcânicas ativas possíveis. Uma delas localiza-se no nordeste (sudoeste de Cairns) e no sudeste (de Melbourne até ao sul da Austrália). É nesta última localização que ambos os vulcões - Mount Gambier e Mount Schank - se encontram, fazendo parte da Newer Volcanics Province, uma região que está ativa há pelo menos 4.5 milhões de anos.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://theconversation.com/photos-from-the-field-the-stunning-crystals-revealing-deep-secrets-about-australian-volcanoes-161176" />
         <pubDate>2021-06-10 14:38:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1598732765</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Como os cristais podem ajudar a prever o futuro da Austrália - 2° parte</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1598744076</link>
         <description><![CDATA[<div>Então como podemos saber o tempo que resta?</div><div>Uma das primeiras pistas que os cientistas têm está nas rochas vulcânicas escuras, ou rochas melanocratas (predomínio de minerais máficos), que contêm peridotito, uma rocha constituinte do interior do manto da Terra. Estes fragmentos terão se juntado às rochas vulcânicas ainda no estado líquido, na ascensão do magma. Este processo teve que se dar rapidamente, pois caso não a constituição de peridotito desta rocha não seria tão alta (isto porque se o magma tivesse levado mais tempo a ascender, ou seja, mais tempo no interior da terra, a rocha vulcânica envolvente teria uma espessura muito maior) como podemos ver na imagem.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1076701087/69915eeea7b2f7bee8ffe23b3d7f8a37/file_20210531_21_1j4tpr0.jpeg" />
         <pubDate>2021-06-10 14:42:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1598744076</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Como os cristais podem ajudar a prever o futuro da Austrália - 3° parte</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1598751033</link>
         <description><![CDATA[<div>Outra pista são os minerais presentes nas rochas vulcânicas e os fragmentos do manto que elas trazem consigo, isto porque, estes fragmentos preservam as “memórias” do meio no seu processo de ascensão.</div><div>Na primeira foto (linha de cima) podemos observar que a espessura da rocha é bastante fina, cerca de metade da espessura de um cabelo humano. Na segunda foto podemos ver que os cristais menores foram formados próximos ou até mesmo na superfície, ao contrário dos cristais menores que foram desenvolvidos em maior profundidade (pode-se dizer isto, já que, para os cristais tornarem-se maiores precisam de mais tempo para se desenvolver e, neste caso, para tal acontecer era necessário formaram-se em profundidade).</div><div><br></div><div>As duas outras fotos (linha de baixo) foram tiradas através de um microscópio eletrónico. Nelas podem-se verificar que as bordas dos cristais ficaram mais claras, o que significa que a composição química mudou de maneira a se adaptar ao novo ambiente - a isto chama-se <a href="https://www.nature.com/articles/s43017-020-0038-x">difusão</a>. Esta informação é importantíssima já que os cientistas podem prever o tempo mínimo que o magma leva para viajar da fonte à superfície através desta fronteira química.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-06-10 14:44:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1598751033</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Como os cristais podem ajudar a prever o futuro da Austrália - 4° parte</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1598757753</link>
         <description><![CDATA[<div>Outra opção é usar a química e a forma dos cristais que cresceram dentro do magma, de forma a perceber o “mapa” do interior da Terra percebendo a rota do magma. Nas fotos abaixo pode-se ver as diferentes formas dos cristais: os pontiagudos e em forma de esqueleto crescem quando o magma ascende e arrefece rapidamente.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1076701087/6f5860d8dec5815df5b25030954027f3/Design_sem_nome__1_.jpg" />
         <pubDate>2021-06-10 14:47:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1598757753</guid>
      </item>
      <item>
         <title>As ilhas barreiras como guarda costeiros - 1° parte</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1602426747</link>
         <description><![CDATA[<div>As ilhas barreiras são os nossos guardas costeiros, protegendo-nos dos furacões e das tempestades, em cerca de 10% dos litorais pelo mundo.</div><div>Mas como é que elas fazem isto? Esta proteção começa sobretudo nas finas faixas de areia (basicamente são constituídas por solo arenoso e de fácil erosão, estando sujeitas à ação de ondas que transportam um alto nível de energia) que servem de margem às costas do Atlântico e do Golfo dos EUA. É nelas onde grande parte da força dos furacões e tempestades é absorvida, reduzindo assim a energia das ondas. Para além disto, elas também oferecem a proteção de ambientes permitindo que se formem estuários e pântanos por detrás destas faixas.&nbsp;</div><div>E apesar de tudo isto elas também têm funções ecológicas muito importantes, tais como reduzir a erosão costeira, purificar a água e servir de habitat para peixes e pássaros.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://theconversation.com/barrier-islands-are-natural-coast-guards-that-absorb-impacts-from-hurricanes-and-storms-103120" />
         <pubDate>2021-06-12 11:10:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1602426747</guid>
      </item>
      <item>
         <title>As ilhas barreiras como guarda costeiros - 2° parte</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1602428473</link>
         <description><![CDATA[<div>Em relação à sua formação pode-se chamar a estas ilhas, ilhas em movimento. Dão-lhes este nome já que elas migram naturalmente, para zonas onde irão acumular areia em certas áreas e erodir em outras, sendo por isso sistemas dinâmicos que se formam e reformam constantemente. Porém apesar da migração também se podem formar novas ilhas no oceano, seja porque o nível do mar desceu (e a isto chama-se uma regressão marinha, na qual o hidrodinamismo da água aumenta, aumentando consequentemente a granulometria dos sedimentos que se depositam) ou porque os sedimentos elevam o fundo marinho ou até mesmo a téctonica que o eleva (isto pode acontecer numa situação de limites convergentes, onde ocorre a formação de uma cadeia montanhosa - orogénese -, ou numa situação de limites divergentes porque ocorre um espessamento crustal). Outra hipótese é elas deslocarem-se lateralmente ao longo da costa, enquanto as correntes transportam sedimentos (estas correntes podem estar relacionadas com o hidrodinamismo da água que existe durante uma regressão marinha) de uma extremidade da ilha para outra.</div><div>&nbsp;</div><div>Ao longo do tempo estas ilhas normalmente movem-se em direção à costa, devido à subida do nível do mar (transgressão marinha), na qual as ondas atingem as ilhas durante as tempestades, movendo a areia que se encontra do lado do oceano para o interior.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1076701087/e76d49880eecc6d29aece87e249dd27c/file_20180913_177941_1qg056t.png" />
         <pubDate>2021-06-12 11:13:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1602428473</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Florestas de Pedra de Shilin- 1º parte </title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1603248832</link>
         <description><![CDATA[<div>Segundo uma lenda antiga, uma belíssima donzela, Ashima, afogou-se num rio, acabando por se transformar em pedra, surgindo a maravilhosa Floresta de Pedra de Shilin, na China.</div><div><br></div><div>Apesar de ser uma bela história de fantasia, os cientistas encontraram uma explicação para este fenómeno. Eles investigaram os processos de formação destes pilares irregulares, que apresentam formas pontiagudas a seguir à dissolução e exposição ao ar de formações minerais submersas na água.</div><div>Para perceberem melhor isto, os investigadores fizeram várias simulações e experimentos com recurso a doces, mostrando então como a água corrente esculpe os picos afiados (este é um processo de meteorização física - a ação das águas em movimento). Durante os experimentos foi referido que estas florestas são um exemplo do relevo cársico ou cárstico (é um relevo geológico que pode ser caracterizado pela dissolução química das rochas - meteorização química - que leva ao aparecimento de várias características físicas, tais como dolinas, lapiás, entre outros; é também importante referir que este relevo ocorre principalmente em terrenos de rochas calcárias, daí ocorrer a dissolução). No decorrer eles explicaram que os pináculos em forma de agulha, bem como os pináculos em forma de pregos resultam primeiramente da dissolução com uma forma suave.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.sciencealert.com/scientists-finally-discover-how-stone-forests-develop-their-otherworldly-forms" />
         <pubDate>2021-06-13 10:21:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1603248832</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Florestas de Pedra de Shilin - 2° parte</title>
         <author>biancasilva14970</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1603249512</link>
         <description><![CDATA[<div>Noutro experimento os cientistas vieram a confirmar que os pináculos formam-se devido a fluxos convectivos naturais que aumentam a taxa de dissolução. Usando o mesmo processo para a criação desta floresta eles pensam que os poros ou fissuras das rochas porosas possam atuar como fios protetores e condutores (quase como um fio elétrico onde passa o fluxo de energia) onde fluxos lá passam criando colunas afiadas. Este processo assemelha-se um pouco à formação de estalagmites, já que as gotas que vão caindo no chão vão formar também um pináculo ascendente.</div><div><br></div><div>(Os resultados foram publicados no <a href="https://www.pnas.org/content/117/38/23339">PNAS</a>).</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/sgbX-NeU-C4" />
         <pubDate>2021-06-13 10:22:13 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1603249512</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A rocha mais antiga da terra coletada na lua.</title>
         <author>nutellalopes29</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606076345</link>
         <description><![CDATA[<div>Uma das rochas coletadas pelos astronautas da Apollo 14, em 1971, contém um fragmento da crosta da terra que apresenta mais de 4,011 bilhões de anos.<br>Os cientistas acreditam que a rocha teve origem na terra e que devido aos impactos dos meteoritos que ocorreram durante a terra primitiva tenham impulsionada-a para a lua.<br>“Se isso for verdade, então esta é uma descoberta fascinante” porque como estudamos ao longo destes 2 anos as rochas são muito importantes para o estudo da terra.<br>Podemos estudar as rochas a partir de dois processos, datação relativa que estuda os princípios estratigráficos e os fosseis e a datação absoluta que envolve o estudo de isótopos radioativos que se direcionam mais para as rochas magmáticas.<br>A rocha apresenta o tamanho de uma bola de basquete pesando quase 9 quilos.<br>É identificada como breccia, resultante da colagem pedregosa feita a partir de pedaços de muitas outras rochas diferentes e mais antigas.<br>Classificando-a como rocha sedimentar, pois é constituída por clastos típicos das mesmas.&nbsp;<br>Para descobrir a origem desta rocha, os cientistas realizaram um estudo num mineral presente nessa rocha, zircão.<br>Zircão pode ser identificado como mineral índice, ou seja, é um mineral que nos permite descobrir a que condições a rocha formou-se e o seu tipo.<br>Após a realização do estudo conclui-se que o mineral formou-se em condições diferentes da lua. Pois, formaram-se em magmas muito mais frios e ricos em oxigénio do que a lua normalmente tem.<br>Atualmente estão à busca de mais amostras de rochas com formação terrestre na lua.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographic.com/science/article/earths-oldest-rock-found-on-moon-get-facts-apollo-14-zircons" />
         <pubDate>2021-06-14 21:45:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606076345</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que aconteceria se o núcleo da terra arrefece-se?- 1ª parte</title>
         <author>iolanda_mendonca</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606106393</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta foi a pergunta feita por uma criança(Amelia de 13 anos) a qual um especialista respondeu.</div><div>O núcleo da terra está cada vez a arrefecer mais e que quando arrefecer por completo este irá tornar-se completamente sólido isto pois a teoria mais aceite que estudamos na escola e que como existe um aumento de temperatura com a profundidade (verificado pelo gradiente geotérmico e pelo grau geotérmico que estudam a variação da temperatura com a profundidade e quantos m/km se precisam descer para a temperatura aumentar 1°C isto&nbsp; respetivamente)o núcleo está num estado liquido.</div><div>A suposição do que pode acontecer com a terra é que seja parecido com o que acontece/aconteceu em Marte.</div><div>Onde teríamos uma atmosfera muito fina sem vulcões e sismos mas porquê ?&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://theconversation.com/curious-kids-what-would-happen-if-the-earths-core-went-cold-107537" />
         <pubDate>2021-06-14 22:14:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606106393</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O que aconteceria se o núcleo da terra arrefece-se?- 2ª parte</title>
         <author>iolanda_mendonca</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606109091</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Isto irá acontecer pois irá desaparecer as correntes de convecção causadas pelo calor interno na terra o que não irá movimentar as placas tectónicas que não irão originar atividade vulcânica pois não vai haver a ascensão de magma em limites tectônicos(nem no rift de limites divergentes nem em zonas de subducção limites convergente) e como não haveria calor não existiriam também vulcões formados por hotspot (a ascensão das plumas térmicas não aconteceria) também não existiria atividade sísmica natural (causa da exatamente pelo movimento das placas delas “rasparem uma na outra” ou abatimentos vulcânicos) além disso não existiriam ondas marinhas, os animais não conseguiriam orientar-se e não existiria uma proteção contra as partículas nocivas vindas do sol já que ao arrefecer-se o núcleo este perderia, passado algum tempo, o seu campo magnético, causado por um ‘‘redemoinho’’ de ferro fundido no núcleo externo que ao arrefecer deixaria de estar fundido não existindo então o “redemoinho” que origina o campo que é o responsável por&nbsp; manter todas estas características antes referidas. Além disso a atmosfera iria ser muito fina já que não existiriam vulcões para manterem os solos férteis (não existiria tanta fotossíntese) e não teríamos os gases para compor a atmosfera tal como a conhecemos o que também iria permitir a penetração de alta radiações vindas do sol. Estes fatores fariam todos com que a vida na terra tal como a conhecemos hoje em dia fosse impossível sendo interessante como apenas o arrefecimento do núcleo, condicionando várias características, poderia levar o nosso mundo a destruição.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://images.theconversation.com/files/248388/original/file-20181203-194925-f62hpa.jpg?ixlib=rb-1.1.0&amp;q=30&amp;auto=format&amp;w=600&amp;h=420&amp;fit=crop&amp;dpr=2" />
         <pubDate>2021-06-14 22:17:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606109091</guid>
      </item>
      <item>
         <title> A Falha de Cascadia</title>
         <author>iolanda_mendonca</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606110276</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta notícia baseia-se numa falha, A Falha de Cascadia situada no noroeste do pacifico, que apresenta elevada potência para atividade sísmica, mas esta é silenciosa(na zona central) e o que fizeram foi tentar explicar esta peculiaridade com imagens do interior da terra (+100 km de profundidade) . Utilizando a teoria do ressalto elástico existem sismos devido ao atrito existente nas falhas\placas tectónicas que ao provocarem tensões nas rochas faz com que haja uma acumulação de energia até estas atingirem o seu limite de elasticidade, quando este é ultrapassado a energia liberta-se propagando-se sob forma de calor e\ou ondas sísmicas, esta peculiaridade existe, devido as placas tectónicas diferentes pressões o que faz com que esta seja mais silenciosa numas zonas mais do que outras, tal como referem na notícia “One has to do with <a href="https://www.ldeo.columbia.edu/~djs/aleut/info_for_public.html">plate locking</a>, which tells us where stress is accumulating along the fault. If the tectonic plates are locked – that is, really stuck together and unable to move past each other – stress builds. Eventually that stress can be released rapidly as an earthquake, with the magnitude depending on how large the patch of fault that ruptures is.”. Para estudarem melhor este fenómeno colocaram vários GPS para identificar os pontos onde se sente que a placa trava mais (existe maior tensão). Com isto verificaram que realmente a zona central é que trava menos (menos tensão) e que a zona onde existe mais atividade sísmica é a do norte onde existe maior tensão (placa trava mais). Concluindo assim que o raciocínio geológico utilizado anteriormente estava correto.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://theconversation.com/parts-of-the-pacific-northwests-cascadia-fault-are-more-seismically-active-than-others-imaging-data-suggests-why-100631" />
         <pubDate>2021-06-14 22:18:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606110276</guid>
      </item>
      <item>
         <title> O sismo de Fukushima no Japão</title>
         <author>iolanda_mendonca</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606111691</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta notícia aborda o terremoto de Fukushima no Japão que aconteceu no dia 13 de fevereiro de 2021 este teve uma magnitude de 7,1 na escala de Richter acabando por provocar alguns estragos e ferir cerca de 100 pessoas. Mas será que realmente foi um sismo? Não, os cientistas averiguaram a situação e chegaram à conclusão que poderiam ser efeitos secundários da catástrofe de 2011. A catástrofe de 2011 resume-se: "Aconteceu quase 10 anos após o <a href="https://earthquake.usgs.gov/earthquakes/eventpage/official20110311054624120_30/executive#executive">terremoto de Tohoku em março de 2011</a> , um terremoto de magnitude 9,0 que causou um tsunami catastrófico e resultou em milhares de mortes e no derretimento de um reator nuclear.”. Quando me refiro aos efeitos secundários do sismo de 2011 refiro-me a réplicas que podem demorar anos até décadas para se manifestarem. A zona tectónica deste local é onde a placa tectônica do Pacífico desliza sob a placa na qual o norte do Japão se senta a uma taxa de 7/10 cm por ano ou seja para uma zona como esta foi um terramoto muito simples o que levou a que os cientistas dissessem que tenha sido um um abalo premonitório que é caracterizado desta maneira, quando uma rocha depois de ultrapassar o limite de elasticidade não liberta toda a energia antes acumulada podendo demorar anos e anos até libertá-la toda sob forma de ondas sísmicas que constituem os abalos premonitórios. Tendo os factos de que o terramoto de 2011 libertou 1000 vezes mais energia que o mais recente e que o seu epicentro seja na mesma zona é possível que seja sim uma réplica tal como os cientistas afirmaram na notícia.</div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://theconversation.com/the-fukushima-quake-may-be-an-echo-of-the-2011-disaster-and-a-warning-for-the-future-155293" />
         <pubDate>2021-06-14 22:19:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606111691</guid>
      </item>
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         <title>Um dos vulcões mais perigosos de África acabou de entrar em erupção</title>
         <author>nutellalopes29</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606155751</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographic.com/science/article/mount-nyiragongo-just-erupted-why-its-one-of-africas-most-dangerous-volcanoes" />
         <pubDate>2021-06-14 23:04:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606155751</guid>
      </item>
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         <title>Pedaços raros do manto da Terra encontrados expostos em Maryland</title>
         <author>nutellalopes29</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606160779</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographic.com/science/article/rare-chunks-of-earths-mantle-found-exposed-in-maryland" />
         <pubDate>2021-06-14 23:09:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606160779</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>nutellalopes29</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606165025</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.nationalgeographic.com/science/article/1000-year-old-bones-oldest-known-east-africa-tsunami-victims" />
         <pubDate>2021-06-14 23:13:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1606165025</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Kernowite, O Novo Mineral Descoberto Na Inglaterra</title>
         <author>analince19712</author>
         <link>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1608495922</link>
         <description><![CDATA[<div>O mineral foi descoberto por cientistas que analisaram uma rocha extraída na Cornualha, região litorânea no oeste da Inglaterra, há cerca de 220 anos.<br><br>Um grupo liderado por Mike Rumsey, mineralogista do Museu de História Natural, descobriu este extraordinãrio mineral enquanto estudava uma rocha retirada da mina Wheal Gorland no vilarejo de St Day.</div>]]></description>
         <enclosure url="http://www.sci-news.com/geology/kernowite-09187.html" />
         <pubDate>2021-06-15 21:04:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/analince19712/l1tifx9ah59z4ken/wish/1608495922</guid>
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