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      <title>A produção intelectual das Mulheres Negras e seus impactos na Modernidade by Turma de ITI</title>
      <link>https://padlet.com/turmadeiti/mulheres</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-21 00:18:17 UTC</pubDate>
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         <title>Biografia </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/turmadeiti/mulheres/wish/2527923092</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Carla Adriana da Silva Santos nascida em Salvador, em 30 de abril de 1980, filha de Tânia Maria Rodrigues da Silva, trabalhadora ambulante, e Carlos Antônio Santos, aposentado, é uma militante, pesquisadora, autora e colunista no tema feminismo negro no Brasil.&nbsp; Aos 25 anos de idade, sob orientação da líder religiosa Makota Valdina, Carla herdou como inspiração o nome de Makota Irene (Akotirene), sacerdotisa mulher que prestou assistência aos quilombolas no período de luta abolicionista no Brasil.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Muitos conhecem-na pelas suas obras literárias "O que é interseccionalidade?” ou “Ó Pa Í, Prezada!", porém sua história começa de muito antes.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;Teve uma infância humilde, porém mais ainda conturbada no bairro da Caixa D’água, em Salvador onde tinha apenas a lua como amiga – com quem conversa diariamente. Sua infância e principalmente a adolescência foram cheias de traumas e violências acometidos muitas vezes por&nbsp; parentes e pessoas próximas.&nbsp;<br><br></div><blockquote>&nbsp; &nbsp; “<em>Muitas mulheres já morreram e ainda hoje são ridicularizadas por falarem sozinhas e por terem problemas de saúde mental. Tenho uma família marcada pela ridicularização de mulheres negras. Marcada pela violência</em>”&nbsp;</blockquote><div><br>&nbsp; &nbsp;Isso se torna mais perceptível quando, aos 13 e aos 15 anos Akotirene sofre violência sexual pelo próprio tio.&nbsp;<br><br></div><blockquote>&nbsp; &nbsp;“Isso fez com que eu tivesse uma certa resistência ao lidar com meu corpo e afetividade. E de certa forma negar a presença do homem perto de mim. Tenho essa memória. Vi um homem da minha família [tio] em cima de mim. E ficou impune”.&nbsp;</blockquote><div><br>&nbsp; &nbsp;A extensão afetiva do cuidado é algo muito importante para Akotirene que encontrou em movimentos sociais, mais especificamente no movimento negro e no movimento de mulheres negras, a oportunidade de construir e externar toda a sua potencialidade antes reprimida e caçoada.<br>&nbsp; &nbsp; Aos 24 anos fez cursinho pré-vestibular no Steve Biko e no ano seguinte já estava cursando o curso de Serviço Social na Universidade Católica de Salvador (UCSAL) onde integrou, juntamente com outros 21 jovens negros a primeira&nbsp; turma do Pompa (Projeto Mentes e Portas Abertas), do próprio Instituto Steve Biko. Projeto esse que influenciou profundamente a sua caminhada. Foi lá onde conheceu Makota Valdina que a informou que tinha uma certa missão espiritual e que para isso precisaria sair de casa pois "só assim eu [Akotirene] teria como me desenvolver enquanto pensadora”, disse ela.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Akotirene ganhou estrutura e base, portanto começou a traçar seus caminho como ativista. Hoje, trabalha em sua tese do sistema bankoma e como seria o sistema de justiça brasileiro se tivesse incorporado os valores bantus e não os valores modernos e coloniais.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;<strong>Carla esteve envolvida nos seguintes projetos e ações: </strong><br>• Núcleo de estudantes negras Matilde Ribeiro;&nbsp;<br>• Conselho de Desenvolvimento da Comunidade Negra;&nbsp;<br>• Coordenação de uma campanha nacional contra o extermínio da juventude negra;&nbsp;</div><div>• Conferências de igualdade racial e políticas para as mulheres da juventude, tais como o Enjune – Encontro Nacional de Juventude Negra;&nbsp;</div><div>• Pesquisa sobre violência letal e mapeamento de adolescentes e jovens que morrem em unidades de internamento; <br>• Projeto Escola Plural, do Instituto Ceafro. <br><br>&nbsp; &nbsp; Nos últimos anos, Carla Akotirene foi professora assistente na Universidade Federal da Bahia (UFBA), concluiu o mestrado e criou o <mark>Opará Saberes</mark>, para contribuir no ingresso de pessoas negras na pós-graduação em universidades públicas. Também foi homenageada na noite da Beleza Negra.&nbsp;<br><br></div><blockquote>&nbsp; “Para mim é um exercício de valorização. Um exercício de reconhecer o poder de um orixá na vida de uma pessoa. Não tinha a menor pretensão de hoje ser uma escritora, terminando um doutorado que defendo em maio. Eu que durante a minha vida recebi vários convites para trabalhar em prostituição fora do país”</blockquote><div><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Relata e relembra a pesquisadora sobre como a sexualização do seu corpo, enquanto mulher negra, sempre foi uma questão enfrentada.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-22 23:48:41 UTC</pubDate>
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         <title>Pensamentos</title>
         <author>20211iti0020</author>
         <link>https://padlet.com/turmadeiti/mulheres/wish/2527934282</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Carla Akotinere entende a interseccionalidade como uma sensibilidade analítica de percebermos que o racismo, o capitalismo e o patriarcado são inseparáveis, pois existe uma matriz de poder colonial que opera essas opressões de maneira simultânea e contínua e, que isso não faz as mulheres negras como as mais oprimidas dessa sociedade, mas que é muito&nbsp; comum que elas sejam colocadas em avenidas identitárias, e quando essas avenidas se intercruzam promove acidentes, e na hora de socorrer tanto politicamente quanto do ponto de vista teórico, essa mulher negra que foi acidentada por essa matriz de opressão, ambos os movimentos feminista e negro falham.&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; O movimento negro falha pois vem com uma estrutura teórica e metodológica pensada pata socorrer exclusivamente um homem negro sem olhar a diversidade, da mesma forma que o movimento feminista olhando apenas a mulher se esquece de ter ferramentas que sejam capazes de olhar esse acidente que foi ocasionado contra a mulher negra, pois ela é mulher e também é negra. Portanto a interseccionalidade busca respostas metodológicas, trazendo as experiências das mulheres negras e suas produções intelectuais. E assim surge o feminismo negro com a crítica à “mulher universal” exposta pelo feminismo hegemônico.<br>&nbsp; &nbsp; Resumindo, na interseccionalidade nossas lutas são múltiplas e que a gente tem em algum nível nossa individualidade, se nós mulheres somos múltiplas precisamos interseccionalizar para entender sobre quem a gente está falando.</div><pre> Será que uma mulher negra e lésbica tem a mesma experiência de uma mulher negra e heterossexual?</pre><div>&nbsp; &nbsp; Nosso coletivismo é importante mas devemos respeitar a interseccionalidade de cada um.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 00:02:26 UTC</pubDate>
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         <title>Lélia Gonzalez</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/turmadeiti/mulheres/wish/2527940095</link>
         <description><![CDATA[<div>Nascida em 1 de fevereiro do ano de 1935, na cidade de Belo Horizonte em Minas Gerais, Lélia de Almeida uma professora, filosofa&nbsp; e antropóloga , sua mãe que era empregada domestica teve além de Lélia outros 17 filhos, ela se mudou para o Rio de Janeiro no ano de 1942, porem só pode terminar seu ensino básico no ano de 1954, tendo em vista a situação da família que vivia na pobreza, seus primeiros trabalhos foram como empregada e babá, mesmo com a situação financeira apertada Lélia nunca largou mão dos estudos, na Universidade do Estado do Guanabara (atual UERJ) foi onde ela concluiu sua formação em historia e filosofia, deu diversas palestras em escolas publicas e algum tempo depois concluiu também seu mestrado e doutorado em antropologia e politica que foi muito voltado para a área que debatia questões como gênero e etnia, chegou a ser professora da PUC-RJ, além de dar aulas para o ensino médio com questões quase sempre voltadas para a luta social, Nos anos 70 passa a ministrar aulas em Cultura Negra na Escola de Artes Visuais do Parque Lage. Sua s ações foram em diversas áreas, sempre participando de movimentos e coletivos, incluindo Movimento Negro Unificado, o Instituto de Pesquisas das Culturas Negras (IPCN), o Coletivo de Mulheres Negras N'Zinga e o Olodum, ainda por cima esteve muito envolvida com a politica partidária e nos anos 80 foi do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM).infelizmente no dia 10 de julho ela falece em decorrência de problemas cardiovasculares no ano de 1994 aos 59 anos.<br><br>Ela nós convida questionarmos sobre os pensamentos sociais do Brasil, em décadas passadas, de como que ele foi colocado em recusar seu reconhecimento sobre seu direito.<br>Ela também produz uma análise crítica que ela acaba em busca de uma nova epistemologia, ela é aquele tipo de pessoa que tenta descobrir o conhecimento de suas formas, o conhecimento que é adquirido pelas pessoas a partir de suas crenças, é tipo uma etapa de limite do conhecimento humano, que atualmente ela é compreendida como a" teoria do conhecimento "que nem sempre é assim, que a verdade sim tem uma justificativa.<br>Resumindo é tipo o que ela quer que a gente vê isso um contexto social a partir de um Novo olhar, que&nbsp; vem do seu próprio país,&nbsp; que é o suporte Colonial que é produzido o pensamento no Brasil com raízes europeias.<br>&nbsp;Lélia falou e escreveu muito sobre a mulher negra. Desde a década de 1970, temos uma importante reflexão sobre como as mulheres negras estão sujeitas à opressão tripla&nbsp; (gênero, raça e classe) e como esse cenário nos coloca em maior vulnerabilidade. A desigualdade histórica persiste em todos os cenários a, sendo as mulheres negras o grupo com os maiores índices de&nbsp; extrema pobreza. Ainda no Movimento Negro, Lélia chamava a atenção ao sexismo que muitas vezes impunha contínuos processos de silenciamento do segmento feminino. Nas palavras de Lélia:&nbsp;<br><br>“os companheiros de movimento reproduzem as práticas sexistas do patriarcado dominante e tratam de excluir-nos dos espaços de decisão”<br><br>Assim, Lélia Gonzalez questionou o caráter classista e racista do feminismo hegemônico, cujas ações ignoram as necessidades e particularidades das pessoas afrodescendentes. Ela defendia a descolonização do feminismo e, assim, construir um&nbsp; "feminismo afro-latino americano" liderado por mulheres negras e indígenas. é certo de&nbsp; que a dependência cultural é uma das marcas do movimento de mulheres em nosso país. Intelectuais e ativistas tendiam a reproduzir gestos feministas europeus e norte-americanos, minimizando ou mesmo reconhecendo a especificidade da natureza da experiência patriarcal de mulheres negras, indígenas e de países anteriormente colonizados.<br><br>Há sempre um domínio eurocêntrico sob a cultura Africana, Lélia Gonzales é um tipo de projeto de apagamento do sujeito negro com sujeito histórico, já que não é mostrado a visão dos colonizados, mas sim a dos colonizadores, criamos a nossa identidade, cultura e intelectualidade baseada na visão Norte- Americana ou europeia. Colocando nas palavraras de Lélia isso é uma neurose da cultura brasileira, quando nós projetamos brancos a não nos apoiar ou referenciarmos na cultura afro-indígena. Lélia ataca esse processo de morte epistêmica, que seria apagar a intelectualidade negra. Durante a ditadura militar, Lélia criticou o mito da democracia racial, que seria um símbolo da identidade nacional, era algo almejado, uma visão harmônica e igualitária, onde só apaga a opressão racial e a violência sofrida pelos nossos ancestrais.&nbsp;<br><br><br>grupo:<br>Anna Ritha F. Rodrigues P. Coelho<br>Luana Santos<br>Maria Clara Oliveira<br>Geovana Neves</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 00:09:02 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>20211iti0020</author>
         <link>https://padlet.com/turmadeiti/mulheres/wish/2527940600</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;No mais, Carla Akotirene muito debate a respeito da questão do epistemicídio na atualidade. O sociólogo que cunhou este termo, Boaventura Souza Santos, afirma que o epistemicídio é um termo designado ao processo de invisibilização e ocultação das contribuições culturais e sociais de grupos que, historicamente, não estão nos centros hegemônicos do poder.<br>&nbsp; &nbsp; Carla em seus trabalhos sobre interseccionalidade e o apagamento da episteme das mulheres negras com o processo de colonização, debate que este foi um processo feito por majoritariamente homens brancos que, além de articularem para um apagamento de culturas colonizadas, retiraram a possibilidade dos grupos afetados aos espaços de produção de conhecimento. O epistemicídio chega nas mulheres negras desde o momento em que as tiram dos locais de intelectualidade.<br><br></div><blockquote>&nbsp; &nbsp; "Não esperam da preta retinta a intelectualidade. Querem apenas a preta gorda que fica em casa, educando. Eles só aceitam a tia Anastácia, subserviente à Dona Benta. É a colonialidade do saber. Mas não estamos apenas nas cozinhas, fomos para as ruas fazer quilombagem junto aos nossos. Também estamos nas universidades, produzindo conhecimento." - Carla Akotirene.</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 00:09:35 UTC</pubDate>
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         <title>Produção sobre Célia Xakriabá </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Célia Nunes Correa, também conhecida como Célia Xakriabá, nascida em 9 de maio de 1990 no estado de Minas Gerais é professora, ativista, filiada ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL) , doutoranda em antropologia social pela (UFMG) obtém mestrado em desenvolvimento sustentável ( trabalhando junto aos povos indígenas) e é a primeira mulher indígena a ser eleita deputada federal por Minas Gerais. <br>Sempre ligada a educação e a suas raízes indígenas , Célia frequentou em sua infância escolas com ensino de matriz indígena nas reservas de Minas Gerais. Desde jovem participou ativamente do processo de criação da (Articulação Rosalino) , movimento das populações tradicionais da região Norte de Minas , que visa principalmente&nbsp; defender politicamente os direitos territoriais. Em 2015 Célia assumi a coordenação de Educação Escolar Indígena onde colaborou com o desenho de políticas públicas para a educação escolar diferenciada e com a abertura de escolas indígenas, quilombolas e rurais em todo o estado. <br>Célia é uma mulher com raízes cravadas no território Xakriabá, que se forjou na luta de seu povo e traz o legado da ancestralidade dos povos originários de Minas Gerais , sendo assim um dos principais desafios que ela quer superar é justamente o "racismo da ausência" , isto é, a idéia equivocada de que o lugar do indígena é somente na aldeia,&nbsp; restaurar o sistema educacional e também poder mulherizar e indigenizar a política para lutar por demarcações, educação e acesso à cultura.<br>Célia xakriabá trás questionamentos que não devem ser deixados de lado&nbsp; sendo um deles o de como produzir a manutenção do fazer epistemológico , visto que ela traz consigo a idéia de utilizar a escola e o ambiente escolar para ensinar sobre a cultura e sobre o conhecimento antepassado, sendo estas a base de seu povo. Outro que é citado por Célia é como mulherizar e indiginizar a política, pois ainda há a o racismo da ausência, além de que a ela aponta como que em sua tribo as mulheres são a&nbsp; coluna dorsal da mesma , assim também ligado a mais um questionamento que se dá pelo corpo indígena que como&nbsp; precisa ser entendido e valorizado, sendo este ancorado diretamente com o território, visto que o corpo no quesito a identidade provém de toda a experiência e ancestralidade que este obteve de seus antepassados mas principalmente de sua relação com seu território, a qual é extremamente potente.<br>Após nos aprofundarmos em suas questões, Célia nos traz suas respostas assim iniciando pela incrível percepção da capacidade da escola, como ambiente de trabalho da ecológia dos saberes, não apenas isso mas também um ambiente de exercitar o conhecimento epistemológico. Iremos ver neste texto que o corpo indígena, sua identidade, é extremamente ligado ao seu território, Célia então traz consigo em seu artigo com " o barro, o genipapo e o giz no fazer " logo em seu primeiro tema a se abordar a importância do ensino da cultura e da ancestralidade por meio das escolas xakriabá, também indica a importância de relembrar os mesmos, sendo inclusive aqueles transmitidos oralmente. Ademais Célia nos traz um deslumbre de como trazer para a política mulheres e indígenas, ela nos proporciona a idéia da concentração da mulher sobre a importância da mesma na sociedade, visto que não apenas em sua tribo mas que em todo o nosso país a mulher é a base, a mulher negra é a base, e este reconhecimento vinda das mesmas é de suma importância para compreender o potencial da mulher na sociedade em suas próprias palavras “São mulheres que se tornam protagonistas ao se perceberem como pilares. Então, o pilão que pisava o milho não apenas alimentava os filhos, mas sustentava o território." <br>Assim finalizamos suas conclusões com a reflexão sobre o corpo do indígena, afinal suas raízes estão em estado simbiótico com o mesmo, sendo indispensável, e não pode ser modificado, quando temos a perda do território indígena também temos a perda de parte de seu corpo, parte de sua história,sua cultura, seus antepassados, a identidade do povo indígena é tema de extrema desinformação, não é os adornos como cocas, as pinturas vermelhas, ou o corpo nu, é a história e todo o conhecimento que provém da relação do mesmo com seu território que forma o indígena, a tribo e seus valores.<br>Ao todo como objetivo de nossa pesquisa temos como percepção que Célia traz como sua idéia uma crítica a própria modernidade sendo está a falta do fazer epistemologia , concede preconceitos e esquecimento sobre os corpos do povo indígena e da própria mulher .<br>&nbsp;<br><br><br><br><br><em>- </em><strong><em>produzido por : </em></strong><em><br></em><strong><em>• </em></strong><strong>Glória Maria O. dos S. Neta<br>• Pedro Bispo de Almeida<br>• Bianca do Carmo Oliveira </strong><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 00:15:41 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>turmadeiti</author>
         <link>https://padlet.com/turmadeiti/mulheres/wish/2528048258</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Luiza Bairros foi uma importante intelectual, militante e ativista brasileira que se destacou na luta antirracista e de gênero. Nascida em Porto Alegre, no ano de 1953, num bairro que fazia parte de um território negro que na virada do século XX era conhecido como Colônia Africana, nome dado à região em virtude da concentração de negros e negras libertos/as e livres que se estabeleceram ali nas últimas décadas do século XIX.&nbsp;<br><br>Formada em Administração Pública de Empresas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) em 1975, iniciou sua militância política no movimento estudantil em plena ditadura militar no Brasil. Integrou o Diretório Acadêmico da Faculdade de Ciências Econômicas da UFRGS participando das ações que na época buscavam rearticular a União Nacional dos Estudantes (UNE).<br><br></div><div>1979 foi um dos períodos mais importantes da vida dela, com a vinda para a Bahia, que começou com a mudança do campo profissional, iniciando o Mestrado em Ciências Sociais; com o ingresso no MNU; com o conhecer e interagir com Lélia Gonzalez, a partir do que ela trilha uma trajetória muito próxima das proposições elaboradas por essa também grande intelectual negra. Esta sua mudança para a Bahia produz uma radical transformação na sua vida, que a leva de uma militância restrita ao Movimento Negro Unificado (MNU) à Ministra de Estado (2010-2014), um processo que, ao longo de sua vida, construiu com brilhantismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 01:34:32 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo de Mulheres do MNU-BA</title>
         <author>turmadeiti</author>
         <link>https://padlet.com/turmadeiti/mulheres/wish/2528050166</link>
         <description><![CDATA[<div>Formado em 1981 por um grupo de ativistas, incluindo Luiza, o Grupo de Mulheres do MNU-BA será estratégico para o processo de empoderamento das mulheres do movimento, para questionar o machismo e o lugar subalterno por vezes conferido pelos militantes homens às mulheres e para discutir os limites que o movimento feminista protagonizado por mulheres brancas tinha ao tecer suas análises sobre as relações de gênero no Brasil.&nbsp;</div><div><br></div><div>Vai ser com as articulações, estratégias e ações do Grupo de Mulheres que Luiza Bairros passará a ter um grande destaque na militância negra a nível local e nacional. Tanto que no contexto da redemocratização do Brasil, em 1986, foi candidata a deputada estadual.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 01:35:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lado Político</title>
         <author>turmadeiti</author>
         <link>https://padlet.com/turmadeiti/mulheres/wish/2528052455</link>
         <description><![CDATA[<div>Os caminhos percorridos por Luiza Bairros até chegar ao cargo de Ministra-chefe da Secretaria de Políticas Públicas da Igualdade Racial do Brasil (SEPPIR), de 2011 a 2014, durante o primeiro governo de Dilma Rousseff, perpassam por sua capacidade de articulação com os “saberes militantes” em todos os espaços.</div><div><br></div><div>Sobre seu papel como Ministra, ela foi responsável por criar o Sistema Nacional de Promoção da Igualdade Racial (SINAPIR), que visa implementar políticas públicas voltadas à igualdade de oportunidades e instâncias de combate à discriminação e à intolerância.</div><div><br></div><div>Explorando um pouco mais sobre seus antigos objetivos como Ministra, ao ser perguntada sobre o maior desafio da sua pasta em uma entrevista concedida no mesmo ano de posse, Luiza diz:<br><br></div><blockquote><em>“O maior desafio é descobrir qual é o maior desafio. Gosto de pensar que a gente vai conseguir trabalhar tanto com a mulher negra como a questão da juventude. Constituímos um grupo de trabalho com a participação de organizações de juventude negra. Algumas políticas têm potencial grande para contemplar essa juventude negra que está cada vez menos interessada na escola formal: o fortalecimento do ensino técnico e o ensino de tempo integral”</em></blockquote><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 01:37:59 UTC</pubDate>
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         <title>Considerações Finais</title>
         <author>turmadeiti</author>
         <link>https://padlet.com/turmadeiti/mulheres/wish/2528054984</link>
         <description><![CDATA[<div>A ex-ministra Luiza Helena Bairros veio a falecer aos 63 anos em 2016, em decorrência de um câncer no pulmão. Dona de uma trajetória respeitável, Luiza sempre será reconhecida como uma das principais lideranças do movimento negro no País. Faz parte dos grupos de estudiosos e ativistas que contribuíram e lutaram para a superação do racismo e sexismo e esteve nas últimas décadas à frente de inúmeras iniciativas de afirmação da identidade negra na sociedade brasileira.<br><br>Alunos: Ana Carolina<br>Enzo Lima<br>Júlia Gabriely</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 01:40:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/turmadeiti/mulheres/wish/2528065388</link>
         <description><![CDATA[<div>Sueli Carneiro é uma mulher brasileira de etnia afro-brasileira que nasceu em 24 de julho de 1950, possui atualmente 72 anos, formada em filosofia, ela é escritora e ativista de direitos humanos. Sueli é filha de pai e mãe que migraram para São Paulo, local onde ela nasceu, a procura de melhores condições de vida, seu pai trabalhava em uma ferrovia e sua mãe antes do casamento era costureira, Sueli era a primogênita de 7 filhos e de acordo com o crescimento da família a renda consequentemente diminuía, além de que na época tratada sua cidade teve um grande pico de migrações de todas as regiões do pais, acelerando a industrialização, como consequência a família se viu obrigada a mudança para um bairro periférico da grande cidade, onde mantinha um modo de vida “culturalmente proletário e gregário”.<br><br></div><div>Carneiro após ser alfabetizada pela mãe, entrou em uma escola pública onde vivia o racismo diariamente, ela era apelidada de “pelezinha”, e aprendeu a reagir ao racismo com sua mãe quando ela dizia que: “se voltar para casa chorando, apanha de novo”, o que era um incentivo a causar confusões após ser descriminada por outras pessoas o que levou-a a ter uma reputação de briguenta e barraqueira.<br><br></div><div>Quando ela atingiu 22 anos, começou a trabalhar de auxiliar na secretaria da fazenda na prefeitura de São Paulo, nesse emprego ela passou a mudar sua visão em relação ao racismo pois teve contato com a CECAN Centro de Cultura e Arte Negra. Ao longo da sua carreira foi mudando sua visão conforme encontrava como outras organizações e movimentos, ela se atentou também ao gênero quando participou algumas vezes da MNU, Movimento Negro Unificado, onde se encontrou com Lélia Gonzalez. Lélia inspirou Sueli, que começou a organizar suas ideias, se aprofundando no estudo da mulher negra, a luta antirracista e a luta feminista, seu objetivo passou a ser a construção coletiva de organizações políticas cujo protagonismo fosse das mulheres negras.<br><br></div><div>Na década de 80 ela terminou s graduação e iniciou um projeto de mestrado sobre filosofia africana contemporânea, que pelo departamento de filosofia foi entendido que não se produzia filosofia africana e sim existia uma tradição oral. Quando a abolição completou 100 anos em 88 ela fundou o Geledés — Instituto da Mulher Negra. O nome “Geledés” representa a intenção das fundadoras em marcar a tradição negro-africana basilar da organização de mulheres, que, apesar de permitir a presença masculina, possui lideranças femininas. A atuação de Geledés se desdobrou em importantes projetos de cunho social, político e cultural. Dentre eles, encontramos o Projeto “Geração XXI”, o Projeto “Promotoras Legais Populares” (“PLPs”) e o “Projeto Rappers”, que propiciaram formações político-culturais e ações afirmativas direcionadas à população negra e à juventude periférica.<br><br>Álvaro Nascimento<br>Maurilio Reis<br>Lucas Vinhas<br>Yuri Pereira</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 01:48:20 UTC</pubDate>
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         <title>Criticas aos Feminismos</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Na visão de Luiza Bairros, os feminismos mais conhecidos possuem três aspectos problemáticos: mulher, experiência e política pessoal. &nbsp;</div><div><br></div><div>O primeiro está relacionado ao próprio entendimento do ser mulher. Para definir características e diferenças de mulheres e homens são usados estereótipos patriarcais disfarçados de características provenientes da natureza. O ser mulher permanece associado à ideia de emotividade e passividade, assim como da ideia de maternidades, que seria responsável por valores como: carinho, altruísmo e cuidado.</div><div>&nbsp;</div><div>Para Luiza Bairros os feminismos até então cometem um grande erro ao considerar um único grupo de mulheres para pensar em vivências e demandas gerais para mulheres. As questões envolvendo mulheres brancas heterossexuais de classe média acabam por se sobressair nos diferentes feminismos, e estes o fazem através da generalização da experiência de ser mulher, se esquecem de considerar outros fatores, que não o gênero para pensar a experiência feminina na sociedade, tais como raça, classe social e orientação sexual. As vivências e demandas acabam sendo ofuscadas.&nbsp;</div><div><br></div><div>A filósofa enxerga contradições entre as diferentes formas de feminismo. Um exemplo é a própria ideia da maternidade posta como uma experiência central feminina em umas correntes, enquanto outras discutem sobre aborto e direitos reprodutivos. Existe também a problematização de práticas sadomasoquistas em relações heterossexuais, em função de seu caráter das posições de dominador e dominado, ao mesmo tempo que mulheres de outras orientações sexuais, em principal as lésbicas, reivindicam tal tipo de relação como aceitável e válida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 01:59:53 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Grupo:<br>Letícia Santos Menezes<br>Yasmin Damasceno Cruz<br>Anne Cristine Silva Souza</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 02:21:43 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução</title>
         <author>turmadeiti</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vilma Maria dos Santos Reis, é uma socióloga e ativista brasileira, cujo defende os direitos humanos, lgbts, mulheres e negros, ocupa o cargo de ouvidoria geral da defensoria pública do estado da Bahia Des de 2015.<br><br>Vilma nasceu em 1969 no dia 29 de outubro em salvador Bahia. O seu pai é Wilson Ramiro dos reais. Ela é brasileira. Faz parte da religião candomblé. Ganhou dois prêmios pelas suas ações, foi a medalha de zumbi dos palmares e a comenda de dois de julho.&nbsp;<br>Em 2019 anunciou sua pré-candidatura no PT, na prefeitura de Salvador.E ela entrega o conselho editorial do Brasil 247. Nesse ano em 2022 se candidatou a deputada federal, recebeu mais de 60 mil votos, mas infelizmente não foi colocada ao poder e ficou como suplente . Vilma se encontra vida até os dias de hoje com 53 anos.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 12:53:51 UTC</pubDate>
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         <title>Seu papel</title>
         <author>turmadeiti</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não somente presta seu papel como socióloga mas como figura inclusive política,&nbsp; Vilma se destaca na luta contra o racismo, xenofobia e machismo sendo assim ela é uma importante figura militante contra as maiorias e segue sua carreira defendendo seus ideias em busca de igualdade dessa forma prestando um papel essencial para a sociedade por suas pesquisas e principalmente por defender e lutar pelos seus ideias enfrentando a sociedade em vários âmbitos da sociedade como da guerra as drogas, visões coloniais que servem apenas como controle e meio de propagação de mais preconceitos, segregações e violência. E como uma mulher negra de referência sua maior luta se dá pela busca de direitos para as mulheres em especial as negras.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 12:58:34 UTC</pubDate>
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         <title>Questionamento</title>
         <author>turmadeiti</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vilma propõe pensar políticas de drogas conectadas com o desencarceramento, fortalecer as políticas voltadas para as mulheres negras, como o fortalecimento econômico, inclusão educacional, empoderamento das mulheres negras, orientado pelo Plano Nacional de Política para as Mulheres (SPM-PR) e pela Convenção sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação contra a Mulher (CEDAW), além do combate à violência contra as mulheres com ênfase na eliminação do feminicídio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 12:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Crítica a Modernidade</title>
         <author>turmadeiti</author>
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         <description><![CDATA[<div>Bom, a Vilma participou da semana de formação dos Agentes de pastoral do CPP. Em Olinda, Pernambuco. Com o tema “Identidade Étnico Racial e Decolonialidade”. Neste evento fez criticas a colonialidade e o pensamento colonial que trabalha no processo de invisibilização e de opressão dos negros.<br><br>Vilma Reis também falou dos três princípios da Cosmovisão negra na Diáspora Africana: a ancestralidade, a identidade e a resistência. Ela citou uma frase de Marco A. Luz para explicar a ancestralidade. “Para o homem (e a mulher) da tradição, existir não significa simplesmente viver, mas pertencer a uma totalidade”. Sobre a identidade, ela explicou. “É importante o princípio da identidade porque é forjador, é princípio organizador de todas as ações educativas, pois sem ela não existe raiz, referência de si e do outro e quem diz sobre a identidade da gente somos nós”. Sobre a resistência, ela lembra. “Ninguém nos deu a liberdade, foi preciso lutar, por isso falamos de resistência”.<br><br>A socióloga também falou sobre as imagens de controle sobre o ser negro, geralmente baseadas em estereótipos criados pela colonização.<br>Ela responde: “Mantendo a imagem de controle sobre o negro!”, explica.<br>ela diz também: “Nós, do movimento de mulheres negras, em um ato de desobediência colonial e patriarcal, decidimos interromper essa hegemonia absoluta”, declara.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 13:00:53 UTC</pubDate>
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         <title>Alunos:</title>
         <author>turmadeiti</author>
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         <description><![CDATA[<div>Állef Sousa<br>Gabrielly Miranda<br>Marcus Vinicius<br>Yasmin Alves</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-23 13:01:33 UTC</pubDate>
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