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      <title>A Ditadura Civil-militar no Brasil  by Vanderley C</title>
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      <description>Universidade Estadual de Feira de Santana
Departamento de Ciências Humanas e Filosofia
Curso: Licenciatura em História
Disciplinas: História do Brasil IV
Professor: Ana Maria Carvalho dos Santos Oliveira 
Discentes: Vanderley Crisostomo, Ivison Alves, Lázaro Oliveira, Rogério Gutemberg, Adriano dos Santos.
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-07-02 13:41:30 UTC</pubDate>
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         <title>CARLOS LAMARCA: O Militar que Lutou contra a Ditadura </title>
         <author>vanderleysantana1914</author>
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         <pubDate>2022-07-04 16:11:16 UTC</pubDate>
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         <title>Jornal do Brasil, sábado 24-05-69</title>
         <author>vanderleysantana1914</author>
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         <pubDate>2022-07-04 16:34:03 UTC</pubDate>
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         <title>Embora nos dias atuais tenha se fortalecido o discurso pela volta da Ditadura no Brasil, sobretudo nas manifestações protagonizadas pela extrema-direita em que se enaltece os grandes feitos econômicos da Ditadura Civil-Militar brasileira, vale ressaltar que essa retórica não corresponde à realidade completa dos fatos.  Alega-se que no contexto do Milagre Econômico empreendido pela Ditadura o país possuía pleno desenvolvimento econômico. Na verdade, as consequências desse contexto vieram logo em seguida com a inflação, as taxas de juros elevadíssimas e o crescimento da dívida externa do governo. Além do argumento de que no período da ditadura o Brasil era um país próspero em contraponto aos dias atuais, o discurso pró-ditadura também enaltece outros aspectos, como o de que seria um período pacífico, o de que não havia arruaceiros e nem criminosos e os poucos que existiam eram logo presos. A Ditadura Civil-militar brasileira enfrentou bravos opositores desde o seu início, os quais eram chamados de &quot;terroristas&quot;. Fosse no campo através dos trabalhadores rurais ou nos grandes centros urbanos, como, por exemplo, o Rio de Janeiro, São Paulo e Salvador. Em síntese, amparados em perspectivas revolucionárias de esquerda e influenciados por movimentos revolucionários internacionais, como a Revolução Cubana, no país diversos pequenos grupos de jovens e adultos questionaram e lutaram contra os militares  no campo das ideias ou através do conflito físico. Sabe-se que num cenário desfavorável financeiramente, comparado aos recursos que os militares possuíam, esses grupos promoveram assaltos à bancos e sequestros com o intuito de arcar com recursos financeiros à luta revolucionária. Por outro lado, embora houvessem diversos grupos, muitos dissidentes do PCB, não havia uma uniformidade e união. Ou seja, eram grupos que possuíam o mesmo objetivo e compartilhavam da mesma situação de opressão e perseguição estatal, porém não se caracterizavam pela unidade. O mecanismo opressor da ditadura infringiu as regras de respeito aos direitos humanos, resultando em opositores mortos e torturados das formas mais degradantes possíveis. Há casos em que pessoas procuram até hoje pelos corpos de seus familiares que lutavam por uma sociedade mais justa e igualitária no país e buscavam frear o avanço do regime opressor no Brasil. Para além da perspectiva ideológica, a luta contra a ditadura simbolizava o restabelecimento do regime democrático, interrompido em abril de 1964.</title>
         <author>vanderleysantana1914</author>
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         <pubDate>2022-07-05 11:23:11 UTC</pubDate>
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         <title>Questões sobre CARLOS LAMARCA </title>
         <author>vanderleysantana1914</author>
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         <pubDate>2022-07-05 12:23:01 UTC</pubDate>
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         <title>Aurora Maria Nascimento Furtado </title>
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         <pubDate>2022-07-05 12:28:22 UTC</pubDate>
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         <title>Leia: &quot;Terrorista mata policial e morre&quot; CORREIO BRASILIENSE </title>
         <author>vanderleysantana1914</author>
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         <pubDate>2022-07-05 12:47:09 UTC</pubDate>
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         <title>Objetivo: O objetivo da construção deste painel é o de refletir sobre o período da Ditadura Civil-militar no Brasil, evidenciando as principais proposições dos defensores de uma memória histórica positiva do período e destacar, como contraponto, a violência, os excessos e o autoritarismo que deu a tônica ao modo dos militares de governar a nação. Também são demonstradas no presente painel algumas das formas de resistência organizadas por grupos políticos que fizeram oposição ao regime de exceção protagonizado pelas forças militares. A dicotomia opressão x resistência é apresentada no contexto nacional e do estado da Bahia.   </title>
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         <pubDate>2022-07-05 14:03:18 UTC</pubDate>
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         <title>Cerca de 70 manifestantes em Belo Horizonte (MG) pedem em protesto com cartazes por uma intervenção militar no Brasil.</title>
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         <pubDate>2022-07-05 14:14:21 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><br>O movimento estudantil sempre foi ligado às ideias de esquerda e durante a Ditadura Militar essa proximidade intensificou-se ainda mais, resultando em frentes de combate à repressão da Ditadura Militar. Destaca-se, por exemplo, a União Nacional dos Estudantes (UNE), que organizou diversos protestos e greves estudantis por todo o Brasil, editou revistas, obras e documentários com o intuito de combater a repressão dos militares no campo das ideias. Muitos estudantes foram presos e torturados, sobretudo após a implantação do AI-5, que cerceava, entre outras liberdades, a de expressão.<br>Além da UNE, outros núcleos estudantis foram de fundamental importância na mobilização e combate à ditadura, como os DCE's e as Uniões Estaduais dos Estudantes, que reuniam-se periodicamente em congressos e eventos culturais com a proposta de apresentar manifestações contrárias ao que era realizado pelo governo brasileiro. Durante os anos 1960, 1970 e sobretudo em 1980 com os movimentos em favor das eleições diretas para a presidência, o movimento estudantil mobilizou milhares de estudantes nas ruas e nas universidades em manifestações de destaque nacional espalhadas por todo o país.<br>Um momento de grande importância na história das lutas de grupos estudantis contra a Ditadura Civil Militar foi a conhecida Passeata dos Cem Mil, que ocorreu em junho de 1968 e foi liderada pelas frentes do Movimento Estudantil. Os protestos iniciaram-se após o assassinato do estudante Edson Luís de Lima Souto, de 18 anos, por militares no Rio de Janeiro enquanto havia um protesto de estudantes contra o aumento no preço das refeições.&nbsp;<br>Depois do ocorrido, estudantes levaram o corpo de Edson para ser velado na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, temendo que os militares sumissem com o corpo do estudante assassinado. A UNE decretou greve geral e diversas manifestações com clamores pro justiça estenderam-se por toda a cidade do Rio de Janeiro.<br>Numa manifestação no centro do Rio de Janeiro, organizada inicialmente contra as arbitrariedades dos militares ao decretarem as prisões de estudantes, cerca de 100 mil pessoas acorreram às ruas da Cinelândia em protesto que contou com o apoio de artistas, intelectuais, políticos de esquerda, trabalhadores e muitas outras pessoas que clamavam "abaixo à ditadura". Na manifestação personalidades muito conhecidas fizeram-se presentes, tais como as atrizes Marieta Severo, Eva Wilma e Norma Bengell; os escritores Fernando Gabeira, Hélio Pellegrino, Clarice Lispector e Pascoal Carlos Magno; os cantores Caetano Veloso, Chico Buarque de Holanda, Milton Nascimento e Nara Leão, entre muitos outros intelectuais, artistas e lideranças estudantis com forte presença no universo político num 26 de junho do ano de 1968 que evidenciava que a opinião pública era contrária aos desmandos da ditadura.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 15:00:15 UTC</pubDate>
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         <title>A resistência da classe artística à Ditadura Militar</title>
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         <description><![CDATA[<div>Os artistas e os intelectuais brasileiros sofreram penosas censuras em decorrência da força arbitrária militar. Em obras cinematográficas, programas de televisão e de rádio, jornais, revistas, livros e canções havia um forte mecanismo da ditadura militar para controlar o que era divulgado. Qualquer crítica, qualquer meio de manifestar um descontentamento em relação ao que se passava na política nacional era logo neutralizada através dos órgãos de censura do governo.<br>Contudo, não faltaram recursos e criatividade para os artistas atuarem de modo sutil contra a ditadura. Letras de música carregadas de metáforas e trocadilhos deram a tônica da manifestação da classe artística durante a ditadura. Artistas como Caetano Veloso, Gilberto Gil, Chico Buarque de Holanda e muitos outros conseguiram burlar a censura dos militares usando desses instrumentos em suas canções.<br>Dentre as canções de Chico Buarque, destacam-se por exemplo "Cálice", "acorda, amor" e "apesar de você", lançadas no auge da repressão dos militares.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 16:55:35 UTC</pubDate>
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         <title>O AI-5 - O FIM DA LIBERDADE</title>
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         <description><![CDATA[<div>O Ato Institucional N° 5 foi a medida mais repressora protagonizada pelos militares. Emitido em 13 de dezembro de 1968, no governo Costa e Silva, tratava-se de uma norma que dava aos governos militares a possibilidade de perseguir e reprimir seus opositores sob o pretexto de que estariam agindo em prol da segurança e integridade nacional. Vigorou por dez longos anos e foi a ferramenta cuja atuação consolidou-se através cassação de mandatos de parlamentares, e da prisão de inúmeros opositores da ditadura militar.<br>Segundo o AI-5, seriam prerrogativas garantidas ao Presidente da Província:<br>Fechar o Congresso Nacional, as Assembleias Legislativas&nbsp; Estaduais, e as Câmaras Municipais; Decretar a intervenção do Governo Federal nos municípios e estados e nomear interventores para esses de acordo com os interesses presidenciais; cassar mandatos de políticos e suspender seus direitos políticos; proibir o direito de habeas corpus àqueles que fossem presos políticos e decretar estado de sítio sem a necessidade de aprovação do legislativo.<br>Desse modo, o Presidente da República passava a ter plenos poderes para controlar a política a seu favor, não tendo também necessidade de justificar suas arbitrariedades quando cometidas. Isso significava uma desproporcionalidade entre o poder executivo, o legislativo e o judiciário, sendo o primeiro aquele que se sobrepõe aos demais.<br>Recentemente notabilizou-se no Brasil o debate sobre o AI-5, que foi decretado há mais de 50 anos, depois de o deputado por São Paulo e filho do Presidente da República, Eduardo Bolsonaro, declarar a possibilidade de um novo AI-5 para conter a crise política em que o país se encontra.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 16:59:41 UTC</pubDate>
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         <title></title>
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         <title>&quot;Acorda, Amor&quot; de Chico Buarque de Holanda</title>
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         <pubDate>2022-07-06 17:49:06 UTC</pubDate>
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         <title>Cálice (cale-se) - Chico Buarque de Holanda e Milton Nascimento</title>
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         <title>&quot;Apesar de Você&quot;, de Chico Buarque de Holanda, uma das músicas com crítica mais contundente à ditadura civil-militar brasileira.</title>
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         <pubDate>2022-07-06 17:53:48 UTC</pubDate>
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         <title>A ditadura militar também utilizou artistas para promover a ideologia nacionalista.</title>
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         <description><![CDATA[<div>Como a arte é um grande recurso à propagação de ideias (e os militares sabiam disso, por isso investiram na repressão aos artistas que os criticavam) o governo militar também investiu em propagandas que enaltecem o nacionalismo, os benefícios do Brasil e as virtudes do país. É o exemplo da canção ufanista "Eu te amo, meu Brasil", interpretada por Dom &amp; Ravel. </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 18:05:40 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>As resistências armadas foram umas das principais formas que muitos tiveram de se engajar nos movimentos contra a ditadura militar. A criação de diversos grupos que se armaram para lutar contra as opressões do governo foram muitos, dentre eles destacam-se Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), Vanguarda Armada Revolucionária – Palmares (VAR- Palmares) e Ação Libertadora Nacional (ALN).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 18:24:35 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Os indígenas brasileiros são um grupo que sofreu muito da violência protagonizada pelos militares foram as comunidades indígenas.<br>Os militares tinham um projeto de promover o desenvolvimento urbano do país com o PIN (Plano de Integração Nacional), cuja principal proposta era a de expandir as fronteiras nacionais do país, criando novos espaços, rodovias e cidades. No entanto, o Brasil ainda era um país com densa vegetação e muitas comunidades, reservas e propriedades indígenas espalhadas pelo território nacional. Isso significou o desrespeito às propriedades indígenas, o desmatamento e a destruição de seus territórios. Muitas lideranças indígenas também foram perseguidas e torturadas pelos militares, sendo consideradas pelo governo como inimigas desse projeto nacional.<br>O tratamento desastroso que o Estado brasileiro deu às populações indígenas iniciou-se desde o ano 1910, quando o Marechal Rondon criou o SPI (Serviço de Proteção ao Índio) com a finalidade de delimitar as reservas que eram exclusivamente das populações indígenas no Brasil. No entanto, foram inúmeros os abusos, esbulhas de terras, violação dos direitos dos humanos, desrespeitos e violações dos direitos dos índios que aconteceram ao longo do período em que vigorou o SPI, e tudo acabou sendo registrado num dossiê intitulado "Relatório Figueiredo".&nbsp;<br>O escândalo se notabilizou durante o período militar, que em 1967 viu-se obrigado a amenizar a tensão criando a FUNAI (Fundação Nacional do Índio), órgão que seria responsável por proteger os indígenas brasileiros.&nbsp;<br>Nos anos 1970 houve momentos muito tensos de crise, pois estava em curso a construção da rodovia BR-174, a qual significava um projeto do governo para atender a demanda de construir uma rodovia que transpassasse a região amazônica. Os projetos visavam a construção de rodovias e espaços para habitação, instauração de indústrias nacionais e internacionais que ocasionariam o conflito entre as populações indígenas e o projeto do governo. Em consequência disso, vários crimes foram cometidos pelos órgãos que, em tese, deveriam proteger as comunidades indígenas, mas contribuíram para o desfalecimento dessas comunidades, retirando-as ou expulsando-as de seus territórios por natureza para construir obras federais. São exemplos dessas obras a Transamazônica, a BR-174, a BR-210, E A BR-163, todas integrantes do projeto do PIN, que significava a intenção do governo de assentar 500 mil pessoas, que atrairiam o investimento do capital nacional e internacional. Sem ter uma política indigenista eficiente e de respeito à humanidade dos índios, os militares acreditavam que construindo essas obras todas e atraindo o capital para as regiões onde haviam reservas indígenas, a questão estaria resolvida porque, desse modo, os indígenas seriam integrados à sociedade brasileira.&nbsp;<br>Conflitos por terras, remoções forçadas, a busca de garimpos clandestinos, a exploração de índios no trabalho forçado, a violência física contra indígenas são exemplos dos desmandos da ditadura militar contra os indígenas brasileiros.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 18:43:09 UTC</pubDate>
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         <title>A Guarda Rural Indígena (GRIN) e a institucionalização da violência contra os índios:</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>No vídeo acima, é possível ver imagens da formatura da Guarda Rural Indígena em Minas Gerais, órgão criado pelo governo militar com o intuito de formar guardas indígenas cooptados das etnias indígenas da região para vigiar os espaços que eram destinados às reservas indígenas. Contudo, as imagens deixam transparecer que o que de fato se ensinou aos indígenas que integraram a guarda foram estratégias de violência e tortura, como o chamado "pau-de-arara". Os relatos sobre a atuação dessa guarda são de violência, genocídio, arbitrariedades e tortura contra as comunidades indígenas locais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 18:46:44 UTC</pubDate>
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         <title>A democracia racial foi um dos elementos dos quais a ditadura militar mais se valeu em seus discursos para amenizar as contradições sociais envolvendo o racismo no Brasil, que era apresentado como um &quot;paraíso racial&quot;, local onde as raças conviviam em plena harmonia.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2022-07-06 19:11:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>vanderleysantana1914</author>
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         <pubDate>2022-07-07 12:27:08 UTC</pubDate>
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         <title>Plano de aula do padlet </title>
         <author>vanderleysantana1914</author>
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         <pubDate>2022-07-07 13:50:32 UTC</pubDate>
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