<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>SIMOPELTA MINIMA by Joyce Santos</title>
      <link>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz</link>
      <description>Mapa conceitual da Simopelta</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-08-17 16:46:14 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2024-05-31 19:45:23 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>A formiga que voltou da extinção</title>
         <author>jssantos2013</author>
         <link>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273908455</link>
         <description><![CDATA[<div><br></div><div><em>A redescoberta de uma formiga que antes se acreditava extinta mostra que ainda somos ignorantes sobre um grande número de espécies brasileiras.</em></div><div> </div><div>Quando cientistas, biólogos e técnicos do Ministério do Meio Ambiente se reuniram em 2003 para apresentar a lista de espécies ameaçadas de extinção do Brasil, eles tinham algumas notícias ruins. Uma das más notícias era a certeza de que sete espécies tinham desaparecido para sempre do planeta. Estavam extintas. Entre elas, uma formiga minúscula e pouco conhecida de Ilhéus, na Bahia. Batizada de <em>Simopelta minima</em>, a pequena formiga não era mais vista desde 1989, e o habitat onde fora encontrada tinha sido destruído. Era o primeiro caso de uma formiga extinta pela ação humana.</div><div> </div><div>Quando cientistas, biólogos e técnicos do Ministério do Meio Ambiente se reuniram em 2003 para apresentar a lista de espécies ameaçadas de extinção do Brasil, eles tinham algumas notícias ruins. Uma das más notícias era a certeza de que sete espécies tinham desaparecido para sempre do planeta. Estavam extintas. Entre elas, uma formiga minúscula e pouco conhecida de Ilhéus, na Bahia. Batizada de <em>Simopelta minima</em>, a pequena formiga não era mais vista desde 1989, e o habitat onde fora encontrada tinha sido destruído. Era o primeiro caso de uma formiga extinta pela ação humana.<br><br></div><div>Só que não. Pouco mais de 20 anos depois do último avistamento, o Ministério do Meio Ambiente publicou, no final do ano passado, uma <a href="http://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2014/12/boas-e-mas-noticias-da-nova-lista-de-bespecies-ameacadas-de-extincaob.html">atualização da lista de espécies ameaçadas</a>, e a <em>Simopelta </em>não onstava mais como extinta. Ela passou a ser avaliada como "Dados Insuficientes", a classificação para as espécies sobre as quais não temos conhecimento suficiente para dizer se estão ameaçadas ou não. O que aconteceu? Seria a primeira espécie a vencer a extinção? Não. Na verdade, é um ótimo exemplo de como a ciência funciona por meio de tentativa e erro, e como novas informações e evidências podem mudar o que era considerado como certo.<br><br></div><div>A <em>Simopelta minima</em> é uma formiga diferente, a começar pela sua principal característica: ela é "mínima", como seu próprio nome diz. Não passa de 2,5 milímetros de comprimento. Seus hábitos também são diferentes dos da maioria das formigas. Não atacam o açúcar ou os doces de sua casa. Pelo contrário, é uma predadora, se alimentando de outras espécies de formigas ou cupins. As suas características indicam que se trata de uma formiga subterrânea. Ela tem pigmento muito pálido, provavelmente porque não precisa se defender do sol, e quase não enxerga, o que indica que vive no escuro.<br><br></div><div>Todas essas características a tornaram difícil de ser encontrada. Não por acaso que a sua descrição na ciência aconteceu apenas em 1989. O pesquisador Jacques Delabie encontrou quatro operárias em uma plantação de cacau em Ilhéus, na Bahia, e o professor Carlos Roberto Ferreira Brandão identificou que eram de uma espécie não descrita pela ciência. Logo, era uma espécie nova. O tempo passou, nenhum novo indivíduo foi coletado e a plantação de cacau deu lugar a asfalto, casas e prédios. "A formiga nunca mais foi encontrada e os pesquisadores julgaram que ela tinha sido extinta", diz Rodrigo Feitosa, pesquisador da Universidade Federal do Paraná e um dos autores da redescoberta da espécie.<br><br></div><div>A redescoberta da formiguinha aconteceu quase por acaso. Os pesquisadores Fernando Schmidt e Ricardo Ribeiro Solar, da Universidade Federal de Viçosa, em Minas Gerais, estavam testando uma nova armadilha para capturar insetos subterrâneos. Uma armadilha é um mecanismo muito simples. Parece um copo de plástico com um líquido dentro, geralmente água e detergente, que preserva os corpos. As formigas andam e caem nesses copos, e são então coletadas pelos pesquisadores. Mas essa armadilha só funciona para capturar formigas de superfície. Para as do subterrâneo, eles usaram uma nova técnica. Um "copo tampado" com aberturas nas laterais por onde as formigas entram e caem no líquido preservante. Com essa técnica, capturaram vários indíviduos, que foram enviados a Feitosa para reconhecimento. Foi ali que ele identificou 11 operárias da <em>Simopelta minima</em>.<br><br></div><div>Entre Ilhéus, o local da primeira identificação, e Viçosa, o da redescoberta, há mais de mil quilômetros de distância. Como uma formiguinha minúscula, e que se acreditava extinta, foi parar tão longe? A resposta é que ela pode não ser tão incomum quanto os cientistas acreditaram. "O mais provável é que ela não seja rara nem esteja ameaçada. A gente é que não sabia como encontrá-la. Foi só melhorar nossas armadilhas que as encontramos", diz Feitosa. Para o pesquisador, é bem provável que, no subterrâneo entre a Bahia e Minas Gerais, haja uma enorme quantidade de formigas da espécie, e de possivelmente muitas outras espécies as quais ainda ignoramos.<br><br></div><div>A avaliação inicial da <em>Simopelta minima</em> estava errada, mas isso não é motivo de condenação. Faz parte do processo científico: quando novas informações surgem, os pesquisadores reavaliam suas hipóteses e teorias. O caso da nossa formiga é exemplar. Os cientistas escreveram <a href="http://www.scielo.br/pdf/rbent/v52n3/a26v52n3.pdf">um artigo científico</a> alertando para os riscos de determinar que uma espécie é rara sem conhecer completamente sua biologia. O artigo foi um dos materiais de apoio usados pelo Ministério do Meio Ambiente para atualizar a lista de espécies ameaçadas, publicada em dezembro do ano passado. O resultado é que a história da formiguinha que não está mais extinta - junto com outros estudos e pesquisas de outras espécies - melhorou a nossa capacidade de avaliar as ameaças à nossa fauna e flora. "Hoje, a lista de espécies ameaçadas é muito mais coerente e consistente, com uma base científica muito mais sólida do que antes", diz Feitosa.<br><br></div><div><strong>Fonte: https://epoca.globo.com/colunas-e-blogs/blog-do-planeta/noticia/2015/03/formiga-que-bvoltou-da-extincaob.html</strong></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-08-19 14:09:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273908455</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Formiga dada como extinta reaparece em universidade de Minas Gerais</title>
         <author>jssantos2013</author>
         <link>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273908751</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Inseto era considerado primeiro de seu grupo a ser eliminado pelo homem.<br>Descoberta mostra como é difícil determinar extinção de formigas</em>.<br><br>Extinção é para sempre -- menos quando é registrada por engano, claro. A formiguinha brasileira <em>Simopelta minima</em> chegou a ser citada mundo afora como o único exemplo de extinção desses insetos causada pelo homem, mas voltou a ser detectada por cientistas. E não podia ser num lugar mais impressionante: o campus de uma universidade de Minas Gerais.<br>"É claro que a gente ficou muito surpreso", declarou ao <strong>G1</strong> Rodrigo Feitosa, doutorando do Museu de Zoologia da USP e um dos autores do artigo científico que anuncia a redescoberta do bicho. "Ainda mais por achar a espécie num campus de universidade, numa área degradada, aberta, que estava sendo usada para experimentos." O pedaço de terra em questão é um fragmento de floresta na Universidade Federal de Viçosa, que passou por um incêndio há nove anos e só agora está se recuperando. Os exemplares de <em>Simopelta minima</em> foram capturados com uma armadilha no subsolo.</div><div> </div><div>Antes disso, a espécie só tinha sido vista uma vez, em 1986, numa velha plantação de cacau sombreado (com árvores de outras espécies) de Ilhéus (BA). "Era um habitat muito diferente, de mata fechada, com pouca iluminação e serrapilheira [camada de folhas no solo] muito densa", diz Feitosa. A plantação acabou sendo eliminada, e o fato de nenhum outro levantamento ter achado exemplares de <em>S. minima</em> levou o Ministério do Meio Ambiente a declarar que a espécie estava extinta.<br>Todos tinham tanta certeza desse desaparecimento, aliás, que no começo nem os pesquisadores que assinam o novo estudo eram capazes de acreditar na redescoberta. "Os colegas meus que coletaram os espécimes chegaram a identificar as formigas como <em>Simopelta minima</em>, mas inicialmente mudaram de idéia porque acreditavam que o bicho estava extinto", diz Feitosa, referindo-se a Fernando Augusto Schmidt e Ricardo Ribeiro de Castro Solar, da Universidade Federal de Viçosa. </div><div><strong><br>Pequena bárbara<br></strong><br></div><div>Apesar do tamanho -- menos de 2,5 mm --, a <em>S. minima</em> provavelmente são um bocado temidas por outras formigas. Isso porque as espécies do gênero <em>Simopelta </em>normalmente são nômades guerreiras, que vivem de invadir e saquear o ninho de outras formigas. "Elas viajam o tempo todo e devoram os ovos e indivíduos jovens dos formigueiros que invadem", explica Feitosa. "Ocasionalmente, podem ocupar troncos de árvore, por exemplo."</div><div> </div><div>Os hábitos nômades, mais o fato de eles passarem quase o tempo todo debaixo da terra, dificulta o estudo da biologia e dos hábitos dessas formigas. De qualquer maneira, o pesquisador da USP diz que é provável que outras espécies muito raras de formiga, as quais parecem correr risco de extinção, são apenas muito crípticas, ou seja, difíceis de achar, por causa de seus hábitos. "Estudá-las em laboratório seria muito difícil justamente por causa do nomadismo, precisaríamos de uma estrutura enorme. Para conhecê-las melhor, são necessários mais estudos de campo mesmo", afirma ele.</div><div> </div><div>A pesquisa foi publicada no períodico científico "Revista Brasileira de Entomologia".<br><br><strong>Fonte: </strong><a href="http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL945368-5603,00-FORMIGA+DADA+COMO+EXTINTA+REAPARECE+EM+UNIVERSIDADE+DE+MINAS+GERAIS.html">http://g1.globo.com/Noticias/Ciencia/0,,MUL945368-5603,00-FORMIGA+DADA+COMO+EXTINTA+REAPARECE+EM+UNIVERSIDADE+DE+MINAS+GERAIS.html</a></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-08-19 14:15:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273908751</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jssantos2013</author>
         <link>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273908964</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://s2.glbimg.com/KV7y48b1ch-gRw4069C5TeVQWIk=/620x345/e.glbimg.com/og/ed/f/original/2015/03/09/simopelta_minima.jpg" />
         <pubDate>2018-08-19 14:19:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273908964</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jssantos2013</author>
         <link>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273909007</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://www.gazetadopovo.com.br/ra/media/Pub/GP/p2/2009/01/07/Mundo/Imagens/detalhes_cabeca_formiga_Minas_07-01.jpg" />
         <pubDate>2018-08-19 14:20:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273909007</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Simopelta minima                                               </title>
         <author>jssantos2013</author>
         <link>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273910405</link>
         <description><![CDATA[<div>A <strong><em>Simopelta minima</em></strong> (Brandão, 1989) é uma espécie <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil">brasileira</a> de formiga descoberta em 1989 em uma plantação de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cacau">cacau</a> na cidade de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ilh%C3%A9us">Ilhéus</a>, interior da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bahia">Bahia</a>.</div><div><strong><br>Descoberta<br></strong><br></div><div>A espécie foi descoberta pelo pesquisador Jacques Delabie, em uma fazenda em Ilhéus, entre 1986 — 1987 e, posteriormente, publicada na Revista Brasileira de Etimologia. Foram encontradas quatro operárias em uma plantação de cacau, e em 1989, o professor Carlos Roberto Ferreira Brandão a identificou como uma espécie ainda não descrita pela ciência. Com o passar do tempo, a fazenda perdeu espaço para urbanização, a espécie desapareceu e foi dada como extinta. Acreditaram-se por mais de 20 anos que essa espécie de formiga seria a primeira a ser extinta por ação do homem, até que em 2003, a espécie foi vista novamente na cidade de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Vi%C3%A7osa_(Minas_Gerais)">Viçosa</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Minas_Gerais">Minas Gerais</a>. Em 2014, quando o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Minist%C3%A9rio_do_Meio_Ambiente_(Brasil)">Ministério do Meio Ambiente</a> atualizou a lista de espécies extintas, excluiu-se a <em>Simopelta minima</em> da mesma. A constatação de que a espécie não fora extinta se deu por acaso, quando os pesquisadores Fernando Schmidt e Ricardo Ribeiro Solar, da Universidade Federal de Viçosa, testavam armadilhas para capturar insetos subterrâneos e encontraram 11 operárias da espécie. Definitivamente, a espécie não tinha sido extinta, visto que entre Ilhéus e Viçosa têm mais de mil quilômetros de distância, o que fez constatar que além de não estar extinta, não ocorria apenas na Bahia. A confirmação veio depois de serem feitas comparações entre os exemplares encontrados anteriormente e estas, devido terem as mesmas semelhanças, de fato, eram exatamente iguais.</div><div><strong><br>Hábitos e características<br></strong><br></div><div><br>Como o próprio nome a descreve, a <em>Simopelta minima</em> é bem pequena, medindo entre 2,5 e 2,6 mm. É bem fina e as operárias possuem olhos bem pequenos em relação ao seu tamanho, tão pequenos que à primeira vista aparenta ter apenas um olho. Apresenta pigmentos bastante pálidos.<br><br></div><div><br>A <em>minima</em> tem hábitos bem distintos dos da maioria das outras espécies, além de não se alimentar de açúcares ou qualquer guloseima, mas é uma predadora e alimenta-se de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Isoptera">cupim</a> e de outras espécies de formiga e invade ninhos de outras. É uma espécie subterrânea. Tem comportamento de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Nomadismo">nômade</a>, pois a rainha viaja juntamente com suas operárias. A rainha é "dictadiiforme" (permanentemente sem asa, com pecíolo alargado e grosso, com o gáster inchado). <br><br></div><div><br>Seu habitat preferido são as regiões neotropicais, especialmente em florestas úmidas e com altitude entre 500 a 2 000 m, em lugares pouco visitados. São vistas com pouca frequência, mas nesses lugares citados, são vistas em abundância. Apesar de não raro formarem grandes colônias, essas são de baixa densidade e suas casas não ultrapassam os 15 cm de profundidade. Por causa das constantes mudanças de lugar, fica difícil encontrar as colônias, tornando-a uma espécie rara e difícil de ser estudada, segundo Rodrigo feitosa, pesquisador. Alguns exemplares para apresentação ao público encontram-se em instituições como no Centro de Pesquisas do Cacau, na Bahia; no Laboratório de Ecologia de Comunidades, na Universidade Federal de Viçosa; no Museu de Zoologia da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_de_S%C3%A3o_Paulo">Universidade de São Paulo</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/S%C3%A3o_Paulo_(cidade)">São Paulo</a> e na <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Universidade_Harvard">Harvard University</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Cambridge_(Massachusetts)">Cambridge</a>, <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Estados_Unidos">Estados Unidos</a>.<br><br></div><div><br> <br><br></div><div><strong><br>Fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/Simopelta_minima<br></strong><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-08-19 14:52:24 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273910405</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jssantos2013</author>
         <link>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273910556</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="http://www.ebc.com.br/sites/_portalebc2014/files/styles/full_colunm/public/atoms_image/atta.cephalotes.gamut_.selection.jpg?itok=QTbB8Uvm" />
         <pubDate>2018-08-19 14:55:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273910556</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Simopelta minima                                               </title>
         <author>jssantos2013</author>
         <link>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273910635</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/305289070/e6be483aba8ebb6b9419ff425795e346/Simopelta_minima__formiga_.pdf" />
         <pubDate>2018-08-19 14:57:22 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/273910635</guid>
      </item>
      <item>
         <title>OI Joyce</title>
         <author>brigida_queiroz</author>
         <link>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/274662900</link>
         <description><![CDATA[<div>Habilita o comentário no seu padlet, para que eu possa comentar seus artigos.<br>Mas, estão super interessantes, parabéns!<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2018-08-22 17:37:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jssantos2013/briqueiroz/wish/274662900</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
