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      <title>Muro de Berlim: Alemanha Ocidental e Oriental by Bárbara Beatriz Milani</title>
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      <description>Criado por Bárbara Milani e Marina Underavicius do 2 ANO EM Amarelo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-11-13 22:54:48 UTC</pubDate>
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         <title>Alemanha Ocidental X Alemanha Oriental</title>
         <author>bmilani1</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Alemanha Ocidental:</strong></p><p>-Três grandes divisões entre EUA, França e Reino Unido</p><p>-Liberalismo, livre mercado e capitalismo</p><p>-Militares dos Estados Unidos e Reino Unido ficaram responsáveis pela economia</p><p>-Inflação e congelamento de preços </p><p>-Desenvolvimento econômico e avanço da industrialização </p><p>-Pessoas do lado Oriental fugiam para a Alemanha Ocidental </p><p>-Maior número de trabalhadores qualificados</p><p><br></p><p><strong>Alemanha Oriental: </strong></p><p>-URSS</p><p>-Influência socialista e soviética</p><p>-Manteve o planejamento econômico estatal</p><p>-Buscando melhoria de vida, muitos alemães procuraram melhores oportunidades na parte Ocidental</p><p>-Pregava uma ideologia odiada pela</p><p> maioria das potências mundiais </p><p>-Operários pediam por mais oportunidades de vida e liberdade</p><p>-Não existia propriedade privada e tudo era administrado pelo Estado</p><p>-Região agrícola</p><p>-Economia planificada</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 23:02:32 UTC</pubDate>
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         <title>RELATO: Angelika Gerlach</title>
         <author>bmilani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Com o sonho de morar em um país comunista, Angelika fez um curso de enfermaria na Alemanha Oriental em Erfurt, onde morou até 1989, quando desapareceu misteriosamente. Um ano depois, ela reaparece com uma nova identidade: Sylvia Bayer em Neubrandenburg. O desaparecimento dela foi guiado pelo Ministério de Segurança do Estado (MfS), conhecido popularmente como Stasi, a polícia secreta da Alemanha Oriental. Essa não foi a única vez que mudou de identidade em prol do Estado. Angelika Gerlach era na verdade Silke Maier-Witt, uma famosa terrorista da Fração do Exército Vermelho (RAF), procurada na Alemanha Ocidental por ter participado do sequestro e da morte do empresário Hanns-Martin Schleyer em 1977.</p><p>A mulher era conhecida como <em>Anja Weber</em>. Esse codinome </p><p>era o qual era identificada durante os anos em que foi "funcionária não oficial", isto é, informante da polícia secreta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 23:04:44 UTC</pubDate>
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         <title>RELATO: Daniela Walther</title>
         <author>bmilani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Quando foi anunciada a confirmação da construção do Muro de Berlim, o pai de Daniela (Karl-Heinz Prietz) instruiu a esposa e a filha a fugirem imediatamente, pois sabia que seria quase impossível tentar escapar mais tarde. As duas ficaram sozinhas por um tempo, até o pai chamá-las para irem com ele em uma parte mais vulnerável da barreira, para terem maior segurança. Entretanto, ambos os pais foram presos por tentativa de fuga. Daniela, por sua vez, foi mandada para a casa de seus avós, onde viveu feliz por um tempo.&nbsp;</p><p>Quando seu pai saiu da prisão, ele foi “vendido” pelo Estado da Alemanha Oriental para o lado Ocidental. Nisso, ele conseguiu com que a sua esposa e filha viessem com ele também. Na época, a menina de apenas 13 anos, não queria ir para a outra parte do muro, porque gostava de viver junto de seus avós. Entretanto, hoje em dia ela julga ter sido a escolha mais sábia a se fazer.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 23:05:24 UTC</pubDate>
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         <title>Contextualização do período histórico</title>
         <author>bmilani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>O Muro de Berlim foi construído durante a Guerra Fria, em 1961, para dividir a cidade de Berlim em duas partes: a Ocidental, controlada pelos aliados ocidentais, e a Oriental, controlada pela União Soviética. A construção do muro foi uma resposta às crescentes tensões entre os blocos ocidental e oriental, representando simbolicamente a divisão ideológica e política entre o capitalismo e o comunismo. O Muro de Berlim permaneceu como uma barreira física e ideológica até sua queda no ano de 1989, marcando um momento significativo na reunificação da Alemanha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 23:15:28 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>bmilani1</author>
         <link>https://padlet.com/bmilani1/kz94ana8oxler7ma/wish/2788113529</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 23:24:06 UTC</pubDate>
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         <title>RELATO: Christiane Ludwig</title>
         <author>bmilani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nascida no leste da Alemanha (Alemanha Oriental), Christiane quis se mudar para o oeste logo quando foi derrubado o Muro de Berlim. Entretanto, tinha suas dúvidas quanto a isso, porque deixaria seu apartamento e o trabalho  para trás. Por fim, decidiu mudar-se mesmo assim.&nbsp;</p><p>Ela afirma que a sociedade da parte oeste é mais individualista, enquanto no leste as pessoas tendem a se preocupar mais com os outros.</p><p>"Me senti isolada a princípio, acho que o sistema capitalista promove o egoísmo e a solidão."</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 23:42:02 UTC</pubDate>
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         <title>RELATO: Charlotte Steinke</title>
         <author>bmilani1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Charlotte é uma professora visitante do Departamento de Letras da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais) e leitora do Serviço Alemão de Intercâmbio Acadêmico (DAAD), também em Minas Gerais. Ela nasceu na Alemanha Oriental e viveu o processo da queda do Muro de Berlim e reunificação das duas partes do país.&nbsp;</p><p>"Eu tinha três anos de idade. Era muito nova ainda. Mas eu me lembro de que ia com os meus pais a todas as manifestações às segundas-feiras. Um pouco depois, eu me lembro das mudanças: as cidades foram reconstruídas, os prédios renovados", diz.</p><p>"Ninguém estava esperando por isso. Havia uma normalidade na vida na Alemanha Oriental, e as pessoas estavam acostumadas a isso, inclusive em relação à restrição de não poder sair. De um dia para o outro, tudo mudou. Foi muito surpreendente para as pessoas, foi muito louco", definiu.<br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-13 23:52:18 UTC</pubDate>
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         <title>A Alemanha mereceu perder sua autonomia depois da Segunda Guerra Mundial?</title>
         <author>bmilani1</author>
         <link>https://padlet.com/bmilani1/kz94ana8oxler7ma/wish/2788180965</link>
         <description><![CDATA[<p>É de senso comum que a Alemanha perdeu total autonomia depois da Segunda Guerra Mundial, de forma que o país foi dividido em três partes entre os Aliados. As medidas adotadas para conter o governo alemão foram necessárias no momento, porque o país era uma ameaça mundial e era preciso defender a população de possíveis ataques provocados pelo sentimento de “revanchismo” igual aconteceu durante a Primeira Guerra Mundial. As normas tomadas como forma de diminuir a autonomia da Alemanha eram, em tese, para conter novas guerras e não como uma total punição.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-14 00:33:35 UTC</pubDate>
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