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      <title>Dramaturgia - Turma 169 by bobby baq</title>
      <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-06-24 18:05:28 UTC</pubDate>
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         <title>Tatah Cardozo _ labirinto do fauno</title>
         <author>cristinetamara92</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3036738110</link>
         <description><![CDATA[<p>Tão noite quanto possível fosse ser. As paredes densas e molhadas, o chão áspero de galhos e folhas. Vez ou outra é possível enxergar um pequeno sinal de luz branca, tão minúscula quanto a unha, faceiramente desliza o chão e as paredes. Some tão rápida quanto aparece. Pequeno filete de luz dia. Álias, não havia um teto, mas também não se via o céu. Há um longo corredor que se desdobrava e se quebrava em vários outros. No final de um deles há uma porta, nela diz...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-24 23:30:28 UTC</pubDate>
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         <title>Noah ☆</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3036741307</link>
         <description><![CDATA[<p>Um quarto pequeno e vazio, de paredes azuis desbotadas e com uma única luz fraca e amarelada no teto, piscando de forma irregular </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-24 23:36:50 UTC</pubDate>
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         <title>Eu consigo sentir em 360 graus, hesitação e excitação, fervilhando. Ouvi gritarem: olha a bola e alguém caiu, no mesmo momento em que uma torneira estoura e tanta água escorre, que escorrego em escolhas. Um esbarrão e será seu melhor amigo/ inimigo cruel. Há tanta possibilidade aqui, no pátio da vida… escola…</title>
         <author>mahalnisch1</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3036745634</link>
         <description><![CDATA[<p>Ma</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-24 23:43:23 UTC</pubDate>
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         <title>Ednayram</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3036746988</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Professor Bobby.</mark></strong></p><p><br/></p><p><strong><mark>ATIVIDADE - SEGUNDA-FEIRA, 24/06</mark></strong></p><p>Encontrei-me em lugar desconhecido e senti medo, mas havia bastantes pessoas alegres, isso me deixou com entusiasmo e ao mesmo tempo pensativa.</p><p><br/></p><p><strong><mark>ATIVIDADE - SEGUNDA-FEIRA, 01/07</mark></strong></p><p><br/></p><p><strong>Primeira atividade:</strong></p><p>Em uma cena triste, onde a solidão dos brinquedos é integrada com a beleza fria do cenário, onde a neve é representada com sensação de silêncio e nostalgia de uma criança onde o colorido já não faz mais parte dos brinquedos. </p><p><strong>Segunda atividade: objetivo.</strong></p><p>Auditório colorido, separado por cores assim como o desenho do chão de uma madeira abstrata, fileiras de cadeiras sendo especificadas com suas cores. </p><p><strong>Terceira atividade: subjetivo.</strong></p><p>Num corredor sombrio, ao fundo uma porta com visor. Exala ser um ambiente hospitalar.</p><p>Existem vestígios de tiros e destruição que contam uma história de caos e desespero assinados na parede, móveis e papéis no chão. O silêncio grita, e a sensação é de uma batalha perdida.</p><p><strong>Quarta atividade: objetivo e subjetivo.</strong></p><p>Ao anoitecer, ondas visíveis de luz são emitidas e refletidas em uma cama bagunçada, entrando pela porta da varanda do quarto que transparece ter como dono um adolescente. Posters colados na parede, objetos repousando de forma desorganizada na estante e poltrona sofisticada. Emitem ondas de energia e testemunha  de um jovem procrastinador.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Segunda-feira, 15/07</mark></strong></p><p><br/></p><p><strong>Primeira atividade </strong></p><p>Durante uma noite, um barulho de tosse toma o ambiente, em seguida um homem com leves movimentos nos braços. Surge uma mulher e os dois começam a brincar, simulando uma brincadeira nostálgica, o pega-pega. Ela cai, mas não é motivo de desânimo, pois levanta-se e recomeçam a brincadeira.</p><p><strong>Segunda atividade</strong></p><p>O homem está sentado, por trás desce um cubo grande, em seguida uma tesoura. Logo o assovio à sua direita, o homem se move e olha o coqueiro. O homem olha para trás e vê o cubo com a tesoura. Ele percebe que as suas unhas não precisam serem cortadas. Ele pega a tesoura e vai até o coqueiro. Volta ao cubo e o leva até o pé de coco. O homem sobe no cubo com a tesoura na mão. Ele tira alguns galhos do pé e percebe que tem cocos. </p><p>O homem tira o coco com a tesoura, o abre e acaba com a sua sede. </p><p>O homem capta que a vida já é uma oportunidade para refletir, sacudir o pó e agir com a razão.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Segunda-feira - 22/07</mark></strong></p><p><strong>1ª</strong></p><p>Sou Mariana, solteira, tenho 28 anos, e minha presença cativa instantaneamente qualquer ambiente que adentro, por eu me vestir bem e saber que as pessoas dão valor apenas aos bens materiais. Sempre uso roupas sociais, para que as pessoas pensem que sou uma executiva, a poderosa intelectual! Mas, sou apenas uma assaltante de bancos. Eu tenho 1,75m de altura, meus cabelos castanhos escuros são longos e levemente ondulados, caindo graciosamente sobre os ombros. </p><p><strong>2ª</strong></p><p>Sinto-me uma pessoa forte e ao mesmo tempo uma covarde, mas a sociedade nos obriga a ter, então decidi conquistar,não importa como! Tenho a sensação de poder, de estar um passo à frente, misturando a culpa e o medo. Meu motivo para tais atos é, revolta, no fundo, luto contra a injustiça que vejo ao meu redor. Cresci vendo minha família lutar contra as dificuldades financeiras, mesmo sendo pessoas trabalhadoras e honestas.</p><p><strong>3ª</strong></p><p>Era um dia frio e chuvoso, exatamente meio-dia, horário que o banco costuma ficar com menos clientes. Eu estava preparada mentalmente e fisicamente, revisando os últimos detalhes do plano. Aproximei-me do banco carregando uma mochila discreta, falei para o guarda que sou uma cliente especial, ele nem sequer pediu para eu passar pela porta de segurança, passei direto! Acredito que foi por causa das minhas vestes que são elegantes. Havia várias pessoas na fila, mas só uma senhora me observou, mas aparentava tranquila. Eu fui direto ao caixa e lá anunciei o assalto. A moça do caixa, toda trêmula, acionou o botão de segurança discretamente, mas eu percebi e mostrei a arma. De longe vi o segurança observando, mas ele fingiu que nada viu. A jovem do caixa me passou todo o dinheiro, e eu comecei a encher a mochila, ciente do tempo . Consegui sair do banco discretamente, sem ser vista pelos demais colaboradores. Ao longe, um sorriso de satisfação surgiu em meu rosto.</p><p><strong>4ª</strong></p><p>Laura, uma senhora de 65 anos, com cabelos grisalhos e estatura de 1,50m, com os olhos arregalados e a mão tremendo ao segurar seu casaco, murmurou para si mesma: "Meu Deus, o que foi aquilo? Era como se alguém tivesse entrado no banco sem que ninguém notasse...". Ela olha nervosamente ao redor e tentando processar o que acabara de testemunhar.</p><p><strong>5ª</strong></p><p>Tudo aconteceu rápido... eu fiquei sem saber agir. O mais impressionante foi como ela conseguiu sair sem chamar atenção, e ainda calando todos com a sua performance! Aquela roupa estilosa era como que tivesse um feitiço, eu não consegui ver o seu rosto! Mas posso deduzir que ela deve ter planejado isso com muito cuidado e conhecimento do lugar.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Segunda-feira 05/08</mark></strong></p><p><br/></p><p><strong>Áurea, filme “Casa de Areia".</strong></p><p><br/></p><p><strong>Escolher uma personagem que represente um reflexo e um complemento da humanidade contemporânea </strong></p><p>Áurea é uma mulher nordestina que enfrenta dificuldades na região do Maranhão, após a morte de seu marido. Sozinha com sua mãe, ela luta para sobreviver e busca liberdade em um ambiente difícil. Ela usa sua força para superar a adversidades, desafia normas sociais e busca autonomia. Espelha a necessidade moderna de viver autenticamente. Ainda destaca a importância dos laços familiares.</p><p> </p><p><strong>Porque escolheu esta personagem como ícone?</strong></p><p>Escolhi porque Áurea é uma personagem que simboliza a luta pela sobrevivência e liberdade, reflete desafios e valores da sociedade atualmente.</p><p> </p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-24 23:45:04 UTC</pubDate>
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         <title>Daniel Costa Barros</title>
         <author>producaodcb</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3036747493</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Um apartamento, à meia-luz, com uma janela mostrando a paisagem urbana. Tranquilidade e um bom café. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-24 23:45:40 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Descrição do meu hambiente.</title>
         <author>barneysttoppa</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3036747966</link>
         <description><![CDATA[<p>O melhor lugar que eu consigo minha inspiração: É dirigindo um veículo no trânsito na parte da manhã, surge e vem com tantas idéias que preciso gravar, para escutar. E logo após ouvir o que gravei organizo em pastas.</p><p><br/></p><p>Barney Sttoppa </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-24 23:46:16 UTC</pubDate>
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         <title>Boa Viagem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Um ambiente tranquilo, iluminado pela luz artificial dos altos postes de luz elétrica da orla e do luar espraido na praia e nas ondas do mar.</p><p>A lua bem amarela, aos poucos se tornando azul e depois quase branca parecida com a cor do  algodão. Quase doce, mas ainda luar. Adocicado  pelo ventinho no rosto, pela luz que trazia cor, que parecia com algodão doce que começou amarelo e se tornou reflexo e lumiar.  </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-24 23:46:20 UTC</pubDate>
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         <title>Poema - Praia </title>
         <author>kauannecaroline59</author>
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         <description><![CDATA[<p>A brisa do vento </p><p>a quebra do mar em ondas </p><p>sentir que essa areia aquecida que piso </p><p>não é real </p><p><br/></p><p>Observar que </p><p>o silêncio que ecoa de mim </p><p>é abraçado por estranhos </p><p>e que mesmo esse lugar agitado </p><p>se torna o meu conforto </p><p><br/></p><p>Me traz uma sensação do real </p><p>mesmo quando não vivo isso </p><p><br/></p><ul><li><p>Kauanne Caroline Silva </p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-24 23:48:53 UTC</pubDate>
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         <title>Quarto de dormir</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3036755968</link>
         <description><![CDATA[<p>Era realmente uma cama grande. O quarto também tinha algo erótico, talvez por causa daqueles quadros enormes com homens com atletas seminus, as luzes de neon e o frigobar. E claro que geralmente quando me deito ali penso em qual seria o maior número de homens que eu poderia colocar ali, de uma só vez, mas o melhor mesmo é deitar sozinha, trancar a porta, usar aquele roupão que deixaram milimetricamente dobrado em cima da cama, sentir o cheio do amaciante da roupa de cama e deixar minha marca nela quase como uma prova de um crime, sentir o  ambiente levemente úmido com o calor que vem do chuveiro do banheiro do quarta e dormir tranquila depois de uma relação intensa comigo mesma.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-24 23:53:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3036758896</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-06-24 23:56:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Segunda aula. Professora Juliana.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3039003478</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ednayram</strong> é uma mulher muito dedicada aos seus estudos, tem 49 anos, é casada e mãe de dois filhos, Sara e Samuel. Sua naturalidade é Piancó- PB e atualmente mora em SBC.</p><p>Desde sempre foi uma criança mimada por ser a caçula de 15 filhos. Nas férias sempre passeava na fazenda de cana-de-açúcar, do seu pai, também tomava banho em açudes e brincava com alguns animais.</p><p>Ela se dedicava aos estudos, mas não teve oportunidade de fazer sua graduação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 22:59:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>26/6/24 - segunda aula primeiro texto aula Profa Juliane 

Cristina </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3039004334</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Viajante</strong> </p><p><br/></p><p><em>Ela gosta do vento em seu rosto, sempre em movimento, viajante, livre.</em></p><p><em>Com uma curiosidade insaciável, corre, corre querendo descobrir novos lugares, sabores, amores, paixões não tem medo de mergulhar no desconhecido mesmo com aquele friozinho na espinha.</em></p><p><em>Ama a vista de cima, mesmo que pela minúscula janela de um avião.</em></p><p><em>Adora dias quentes e ensolarados! Acorda com o cheirinho do café e seu sabor, o seu próprio despertar diário.</em></p><p><em>Uma montanha russa de humores, simplesmente uma indecifrável caixinha de surpresas </em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 23:01:30 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda aula - Profª Juliane</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3039005152</link>
         <description><![CDATA[<p>José Victor, para os íntimos Victor, para o mundo Zé, é uma pessoa com interesse no desconhecido, até onde ele possa ser conhecido. Gosta de ler tanto quanto gosta do Corinthians – deste, um pouquinho mais.</p><p>Já foi advogado, hoje é funcionário público e trabalha no Ministério Público. Já fez curso de atuação teatral, tem um filho de quatro patas, o Juca, que adora escutar seu pai falando bobagens.</p><p>Solteiro, ainda busca encontrar uma pessoa que entenda que o mundo, apesar de difícil, é melhor com alguém ao lado.</p><p>Um dos sentimentos mais marcantes de sua vida foi em um teatro, quando descobriu que o palco pode ser um local de transformação, de apresentar o que – ou quem – parecia invisível, de falar o que se achava que não podia ser dito. De mostrar que desconhecido, com o simples abrir de um pano, agora é sol.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 23:03:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Exercício profa Juliane - parte 3 (26/06/24)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3039025528</link>
         <description><![CDATA[<p>Cristina </p><p><br/></p><p><strong>Do lar&nbsp;</strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Toca o despertador, levanto animada!</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Saboreio meu cafezinho pronta para começar mais um belo dia.</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Ligo o rádio e saio pela casa bailando com minha vassoura, um samba de sambá!&nbsp;</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Varre daqui, varre dali!</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Roupa na máquina o cheirinho do amaciante me encanta.</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>O vapor quentinho do ferro deixando as peças já lavadas lisinhas, impecáveis!</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Ah! O cheiro, cores e sabores belos e únicos no preparar da comida.</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>O show das águas entre pratos, copos e talheres.</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>O bater dos tapetes na janela.</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Chega o fim de mais um dia.</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Que delícia cuidar do meu lar!</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-26 23:45:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Profa Juliane - exercício 3 a carta - Cristina 26/6/24</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3039067000</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong><em>Olá! Como você está?</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Já faz um tempo que não temos contato, espero que esteja aproveitando a viagem.</em></strong></p><p><strong><em>Preciso te contar uma novidade !!!</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Lembra daquela vez, quando me disse que deveria pensar em escrever, criar e me expressar ?</em></strong></p><p><strong><em>Então …</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Comecei a me aventurar na dramaturgia, desbravar, destravar as ideias, aqueles pensamentos que são capazes de compor uma peça, livro até mesmo uma música e por que não algumas poesias também?</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Ainda não sei bem onde vou chegar, estou animada e até pensando como seria meu primeiro texto encenado, recitado quem sabe até mesmo cantado!</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Fazia tempo que não me sentia assim.</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Segui seu conselho, afinal como você mesmo me disse:</em></strong></p><p><strong><em>Abrace a arte que vive dentro de você!</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Nos vemos em breve!</em></strong></p><p><strong><em>Um beijo</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Cris.</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-27 00:28:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício professora Juliane parte 4 - desculpas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3039094869</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Querido João Carlos Marinho.</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Me desculpe por esse ato insano, ousado mas não resisti em roubar para mim um de seus livros que mais amo</em></strong></p><p><strong><em>Sangue fresco!</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Prometo que serei cuidadosa na montagem dessa aventura incrível e acredite sei que deve estar bravo agora mas quando ver o espetáculo pronto irá se emocionar, te garanto&nbsp;</em></strong></p><p><strong><em>Minhas sinceras desculpas.</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Com amor&nbsp;</em></strong></p><p><strong><em>Cris&nbsp;</em></strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-06-27 00:49:24 UTC</pubDate>
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         <title>imagem 1</title>
         <author>baqbobby</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 20:19:43 UTC</pubDate>
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         <title>imagem 2</title>
         <author>baqbobby</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 20:19:52 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>imagem 3</title>
         <author>baqbobby</author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 20:20:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>imagem 4</title>
         <author>baqbobby</author>
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         <pubDate>2024-07-01 20:20:32 UTC</pubDate>
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         <title>imagem 5</title>
         <author>baqbobby</author>
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         <pubDate>2024-07-01 20:20:42 UTC</pubDate>
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         <title>imagem 6</title>
         <author>baqbobby</author>
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         <pubDate>2024-07-01 20:20:51 UTC</pubDate>
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         <title>imagem 7</title>
         <author>baqbobby</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 20:21:03 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>tatah cardozo 01/07/2023 Imagem 4</title>
         <author>cristinetamara92</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042635825</link>
         <description><![CDATA[<p>Em algum lugar do lado externo. Visão ampla. Final de tarde, no chão algumas marcas da neve, com muitas árvores secas, é inverno. Algumas casas brancas, com telhado brancos, com balanço, mais a frente um trepa trepa azul índico. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 22:44:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tatah Cardozo 01/07/2024 Imagem 2</title>
         <author>cristinetamara92</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042639364</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma plateia com cinco fileiras e duas colunas com 11 cadeiras para cada lado a primeira fileira é da cor coral seguida de amarelo claro verde militar azul piscina e pêssego no palco formado por formas geométricas as mesmas cores se repetem com uma bola amarela Claro no centro com raios das cores citadas com acréscimo de raios de roxo e verde limão tem a duas esferas vermelhas uma esfera roxa e uma esfera com outras três esferas dentro formando uma espiral acima do palco um balcão bege com tampo e madeira organizada e um outro móvel de madeira.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 22:56:16 UTC</pubDate>
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         <title>Tatah Cardozo 01/07/2024 Imagem 7</title>
         <author>cristinetamara92</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042650028</link>
         <description><![CDATA[<p>Altamira, espaço entre o que foi e aquilo que poderia ser. As paredes tão sólidas quanto supoões nossa vã democracia, um bege desbotado velho e insosso, cor oca de vida e alegria. Exceto pelo vermelho barroso que lembra o estourar de miolos. hum! Esse cenário se estica vertiginosamente num corredor, com uma luz, saída, piscando em verde alerta. Despertar, poeira que sobe e vira névoa, pouco se vê ou enxerga, papéis espalhados pelo chão, fruto da explosão. Altamira, na mira da bala que nunca se anuncia, tufão violência que o rastro denuncia, jogados ao chao armário, pia, vidro rachado. Pontas de lança. Espinheira. Altamira, invasão do gabite do governador do Estado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-01 23:27:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sol Whitaker 01/07/2024</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042673446</link>
         <description><![CDATA[<p>Cortinas abertas</p><p>As cortinas se abrem, aluz indireta ilumina o palco. Luz quente mas suavezada.</p><p>O ator começa o monólogo</p><ul><li><p>Ai como era bom quando eu vivia lá. Lá no sertão. O luar era claro, a luz sorria para mim. As estrelas piscavam me namorando e eu namorando elas.</p></li><li><p>A luz vai se esmaecendo até o ambiente se tornar escuro.</p></li><li><p>Uma criança chora, outra grita.</p></li><li><p>Quero minha bola.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 00:07:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Noah ☆ </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042673498</link>
         <description><![CDATA[<p>Noite bem azulada, uma luz bem amarelada (provavelmente de um poste) e só ela, ilumina o quarto de um adolescente, com posters da cultura geek em cima da cama bagunçada. Elu deve ter dado uma escapada, a janela está bem aberta.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2024-07-02 00:07:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A cena acontece às noites, no quarto de Ricardo. O quarto é decorado numa escultura de um típico adolescente americano, no último andar de uma casa de madeira. Pela janela entra uma luz do poste que vem da rua. A janela está aberta e é por ali que Ricardo dá suas escapadas  de seus pais, para suas aventuras noturnas e urbanas. A peça conta a história da transição da infância para a juventude de um menino cheio de sonhos que descobre a malícia das ruas e a perda da  inocência. (Raíssa)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042676130</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 00:11:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Descrição Quarto (Rodrigo de Freitas)</title>
         <author>rodrigotaylormusic</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042676182</link>
         <description><![CDATA[<p>O ambiente é um quarto visivelmente de adolescente classe média de filmes americanos, pôsteres de desenho, bandas e anotações,possui bicicleta, sofa, cama desarrumada como quem acabou de se levantar, embora na janela aparenta estar de noite porém uma iluminação quente provavelmente de algum poste da rua reflete sua luz colorida, em conjunto com uma existente iluminação da lua.</p><p> O indivíduo talvez deve ter acabado de sair para o banheiro, ou cozinha, mas se não for um adolescente nessas condições provavelmente um adulto que acorda na madrugada que se prepara para sair imediatamente deixando a arrumação para o posterior.</p><p>Há uma estantes com algumas bugigangas variadas, bonecos e brinquedos ora ventilador.</p><p>Ao longe a visão da janela do quarto dá para um ambiente com algumas árvores, que ao observar por detrás se descobre um cenário metropolitano, com prédios iluminados e nuvens, apesar da noite.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 00:11:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem 4 - Bruno Vinelli</title>
         <author>bvinelli</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042676293</link>
         <description><![CDATA[<p>É um parque abandonado, no inverno, com apenas um brinquedo com um escorregador como um cano de cor amarela e sua armação da cor azul de primeiro andar. Por trás há dois galpões da cor branca e várias árvores sem folhas. O chão é uma mistura de terra e neve.O céu está cinza e dia. Suas tonalidades são apenas com cores frias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 00:11:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem 2 - Bruno Vinelli</title>
         <author>bvinelli</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042677415</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma sala com cores quentes dividida em 3 partes diagonais. Acima, meio e abaixo. Acima 3 cadeiras quadradas de cores branca e vermelha. Três púlpitos da mesma cor. No meio um chão com o desenho de um círculo no meio da cor amarela, há outro púlpito da cor marrom. Na 3a vertical, há 5 fileiras de cadeiras nas seguintes cores: vermelha, amarela, verde, azul, vermelha.&nbsp; Respectivamente.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 00:13:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem 7 - Bruno Vinelli</title>
         <author>bvinelli</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042677812</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma sala com tons verdes, com uma névoa que só consigo imaginar que há alguém na minha frente ou que vai aparecer uma criatura e matar. Não escuto nada. Nem o vento.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 00:13:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Um quarto de um adolescente. uma cama desarrumada é iluminada pela luz do poste que trespassa a janela e se deita sobre a cama. na parede do quarto cartazes e imagens de tempos diferentes, infancia e adolescencia se penduram na parede. a profusão de objetos em prateleiras nos diz sobre a vida que habita aquele quarto e  toma cada canto para si.  A janela deixa ver a noite que se instaura na cidade ao longe.
</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042678255</link>
         <description><![CDATA[<p> Ricardo Ikier</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 00:14:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Imagem 5 - Rubrica (Rayana Miamoto)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042679015</link>
         <description><![CDATA[<p>Um quarto com as luzes apagadas, a cama desarrumada, desenhos e quadros nas paredes, uma poltrona em formato de mão e uma estante com objetos antigos. É noite, céu escuro, mas com prédios iluminados ao longe, com a luz da lua entrando pela janela aberta. Essa iluminação natural reflete uma fresta de luz na cama desarrumada, fazendo com que a luz externa ilumine parte do quarto, até então escuro.</p><p>Os desenhos nas paredes remetem a desenhos infantis, que simbolizam a vivacidade, a infância, já do lado oposto encontramos objetos antigos que simbolizam o passado e cheio de histórias marcantes.&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 00:15:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042679015</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Imagem 5 - Bruno Vinelli</title>
         <author>bvinelli</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042679060</link>
         <description><![CDATA[<p>Um quarto com um quadro com uma imagem de um mangá, outro com uma árvore morta em um pântano cinza e silencioso. Há desenhos em folhas de papel A4 de um boneco e duas galinhas. E logo abaixo uma cama desarrumada. Do outro lado do ambiente, uma estante com um ventilador e outras bugigangas. E uma cadeira sofá da cor laranja. É noite. Há uma luz de cor amarela invadindo a janela e a cama onde a cor azul azul predominava. Pequenas luzes aparecem na janela.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 00:15:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042679572</link>
         <description><![CDATA[<p>suavizada*</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 00:15:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ednayran</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042680326</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Professora Juliane</mark></strong></p><p><br/></p><p><strong><mark>Atividade - quarta-feira, 27/06</mark></strong></p><p>Prezado, Leonardo.</p><p>Venho por esta carta, esclarecer e confessar minha culpa pelo furto de uma das suas obras, sendo ela "<strong>A Última Ceia</strong>".</p><p>Desde que comecei a estudar e tomar consciência sobre Arte, eu me interessei muito por suas obras. Em síntese, sou muito religiosa e esta obra em específico me encantou, não pude esperar e a tomei para mim. </p><p>Meu ato foi realizado por meio de emoções incontroláveis de tomar posse de algo que não me pertence, porém que me remete energias muito boas e me faz um bem grandioso. Estou disposta a enfrentar as consequências deste ato ilegal, espero que considere minha confissão e arrependimento.</p><p>At.te,</p><p>Ednayran.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Atividade - Quarta-feira, 03/07</mark></strong></p><p><strong>Primeira atividade: </strong></p><p>É uma jovem cantora e, também compositora, muito dedicada, canta em eventos e barzinhos, sonha em ser cantora profissional e seu ponto forte é a independência. A jovem luta por sua sobrevivência, há muitas dificuldades para lidar com suas contas mensais e tratamento médico, cujo medicamentos são muito caros, porém essenciais para sua vida. Entretanto, acha a solução, um casamento por conveniência.</p><p><strong>Cassie - filme: Continência ao Amor.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Segunda atividade: Rubrica</strong></p><p>Paredes do bar são decoradas com cartazes de bandas e luzes suaves. Mesas de madeira escura estão espalhadas pelo local. No canto, um pequeno palco está montado. No palco, CASSIE, uma jovem de 24 anos, ajusta o microfone. Ela veste roupas estilosas, refletindo seu espírito independente e apaixonado pela música. Cassie carrega uma determinação silenciosa marcada por suas lutas financeiras e médicas. Sua presença cativa o público enquanto ela se prepara para sua performance. O bar está cheio de vida, a atenção de todos se volta para Cassie quando ela começa a tocar sua guitarra e a cantar com uma voz doce e emotiva.</p><p><strong>Terceira atividade: </strong></p><p><br/></p><p>Cassie para de cantar.</p><p><br/></p><p><strong>CASSIE: </strong>Boa noite, pessoal! Obrigada por estarem aqui esta noite!</p><p><br/></p><p><strong>Ouvinte 1:</strong> Você arrasa, Cassie!</p><p><br/></p><p><strong>CASSIE: </strong>Obrigada! Vocês são demais. Vocês sabem, às vezes a vida nos coloca em situações difíceis, mas a música sempre me ajuda a encontrar o caminho.</p><p><br/></p><p><strong>Ouvinte 2: </strong>Isso aí, Cassie! Sua voz é incrível!</p><p><br/></p><p><strong>CASSIE: </strong>Vocês são uns amores. Sabe, hoje eu estava pensando... a vida pode ser uma montanha-russa, né? Altos e baixos, mas é isso que nos faz crescer. </p><p><br/></p><p><strong>Ouvinte 3: </strong>Você está certa, Cassie. Estamos aqui para te apoiar!</p><p><br/></p><p><strong>CASSIE: </strong>obrigada! Isso significa muito para mim. Esta próxima música é para todos vocês, espero que se identifiquem com ela. E vamooooos continuar a cantar!</p><p><br/></p><p><strong>Coro.    <mark>Quarta-feira - 10/07</mark></strong></p><p><br/></p><p>Nesta noite estrelada, Cassie nos guiou,</p><p>Com sua voz encantada, tristeza afastou.</p><p>Entre altos e baixos, todos nós crescemos,</p><p>Com a música ao lado, juntos florescemos.</p><p>A vida é desafiadora, mas com coragem se enfrenta,</p><p>Cassie nos ensina, com cada canção, cada lamento.</p><p>Que a música é o caminho, a luz em qualquer escuridão,</p><p>E juntos cantaremos, em perfeita união.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Quarta-feira - 17/07</mark></strong></p><p><strong>Primeira atividade </strong></p><p><br/></p><p><strong>Ana</strong>: (Anda de um lado para o outro) Eu não consigo mais suportar essa incerteza, não paro de pensar naquilo e <strong>também estou inquieta.</strong></p><p><br/></p><p><strong>Miguel:</strong> (Suspira) Aquela mensagem... não foi enviada por mim, acredite em minha fidelidade, por favor! </p><p><br/></p><p><strong>Ana:</strong> Aquela mensagem <strong>tinha traços teus</strong>!</p><p><br/></p><p><strong>Miguel</strong>:(Aflito) Ana, eu te amo, jamais cometeria tal atitude digna de repugnância para outro alguém! </p><p><br/></p><p><strong>Ana</strong>: (Para e olha nos olhos de Miguel) Então, quem foi? <strong>Assim falaram e repetem desde então</strong>, e <strong>tua fala refere-se aos dois</strong>, traição e mentira, ademais eu vi! Você me traiu!</p><p><br/></p><p><strong>Miguel:</strong> (Se aproxima) Não, Ana. Tua concepção está incoerente. Precisamos enfrentar isso juntos e descobrir quem armou essa cilada para o nosso fim. Eu não fiz isso!</p><p><br/></p><p><strong>Ana:</strong> (olhos lacrimejam) Tudo bem, Miguel. Quero acreditar em você. Vamos descobrir a verdade.</p><p><br/></p><p>Eles se abraçam...</p><p><br/></p><p><strong>Segunda atividade </strong></p><p><br/></p><p><strong>Samuel</strong>: 👦oi, vovô, tudo bem com o senhor? </p><p><br/></p><p><strong>Antenor</strong>: 👴sim, Samuel. Eu ainda continuo fazendo o tratamento, mas o médico falou que não tem mais jeito...</p><p><br/></p><p><strong>Samuel:</strong> 👦claro que tem, vô! Deus vai te curar.</p><p><br/></p><p><strong>Antenor</strong>: 👴só se for Ele mesmo!</p><p><br/></p><p><strong>Samuel</strong>: 👦Ele e a sua fé, vô! O pai de meu amigo foi curado também.</p><p><br/></p><p><strong>Antenor</strong>: 👴o meu coração está cansado💔, não aguenta muita coisa.</p><p><br/></p><p><strong>Samuel</strong>: 👦oh, aguenta! Vamos colocar nele a fé e ele vai ficar forte♥️. Eu irei orar para que o Papai do Céu te cure e Ele há de curar.</p><p><br/></p><p><strong>Antenor</strong>: 👴pede para o seu papai ser rápido, por favor...</p><p><br/></p><p><strong>Samuel</strong>: 👦 pode deixar, vô! Eu confio nEle.</p><p><br/></p><p><strong><mark>Quarta-feira - 24/7</mark></strong></p><p>Diálogo entre uma mulher e uma formiga:</p><p><br/></p><p><strong>Mulher: 🙋‍♀️</strong>“ eita, acho que sentei em algo que me furou!"</p><p><br/></p><p><strong><sub>Formiga</sub></strong><sub>: 🐜 🗣️</sub>sai de cima de mim!</p><p><br/></p><p><strong>Mulher</strong>: 🙋‍♀️ ué! Quem é vc?!</p><p><br/></p><p><strong><sub>Formiga</sub></strong><sub>: 🐜</sub><sup> </sup>se vc sair de cima, eu te falarei.</p><p><br/></p><p><strong>Mulher</strong>: 🙋‍♀️desculpa, eu pensei que vc seria uma farpa!</p><p><br/></p><p><strong><sub>Formiga</sub></strong><sub>: 🐜</sub> farpa?! </p><p><br/></p><p><strong>Mulher</strong>: 🙋‍♀️ acabei de descobrir quem é o sujeito que está comendo os meus doces! Só sairei de cima se você parar de roubá-los.</p><p><br/></p><p><strong><sub>Formiga</sub></strong><sub>: 🐜</sub><sup> </sup>se eu não comer os seus doces morrerei de fome, e se você não sair de cima, eu morrerei sei lá de quê!</p><p><br/></p><p><strong>Mulher</strong>: 🙋‍♀️ lamento! Escolha o que deve ser escrito em seu atestado de óbito.</p><p><br/></p><p><strong><sub>Formiga</sub></strong><sub>: 🐜</sub> pode me matar!</p><p><br/></p><p><strong>Mulher:<sup> </sup></strong>🙋‍♀️ sua sorte é que eu não tenho amigas para conversar... </p><p><br/></p><p>A mulher levanta da cadeira, pega a formiga e a coloca na mesa. Logo, volta a sentar.</p><p><br/></p><p><strong>Mulher: 🙋‍♀️</strong>então, lá no meu trabalho há muitas novidades... </p><p><br/></p><p><strong><mark>Quarta-feira -  31/07</mark></strong></p><p>Homem se aproxima do boi.</p><p><br/></p><p><strong>Homem:  </strong>E aí, amigo, como vai a vida no campo?</p><p><br/></p><p><strong>Boi:</strong> Tranquila, pastando por aí. E você, como está a vida na cidade?</p><p><br/></p><p><strong>Homem:</strong> Ah, mais ou menos. Meus amigos me chamam de fazendeiro, e eu não entendo!</p><p><br/></p><p><strong>Boi:</strong> por que você não pergunta?</p><p><br/></p><p><strong>Homem:</strong> fico com receio.</p><p><br/></p><p><strong>Boi:</strong> de quê?!</p><p><br/></p><p><strong>Homem:</strong> sei lá! Mas, também acho que é porque eu gosto de cachorro.</p><p><br/></p><p><strong>Boi:</strong> cachorro, fazenda?! Sei não viu...</p><p><br/></p><p><strong>Homem:</strong> eu ouvi o João falar para o Pedro: “cuidado lá vem o Mateus e ele pode ficar com a pulga atrás da orelha".</p><p><br/></p><p><strong>Boi:</strong> não seria chifre na cabeça? Mas... Olha, está vindo a minha namorada.</p><p><br/></p><p>A namorada do boi se aproxima</p><p><br/></p><p><strong>Boi:</strong> oi, vaca! Esse é o meu amigo Mateus!</p><p><br/></p><p><strong>Homem:</strong> nossa, acho que os meus amigos já conhecem a sua namorada porque eles estavam falando o nome dela, e quando eu me aproximei, eles começaram a sorrir!</p><p><br/></p><p><strong>Boi:</strong> provavelmente sua mulher é xará da minha namorada. </p><p><br/></p><p><strong>Homem:</strong> ... É nada! O nome dela é Carmela.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 00:16:49 UTC</pubDate>
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         <title>grupo de whatsapp</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042736139</link>
         <description><![CDATA[<p>9<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://chat.whatsapp.com/Hd1v5ZcoXkeG6kkZNLw1YU">https://chat.whatsapp.com/Hd1v5ZcoXkeG6kkZNLw1YU</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 01:03:13 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - 26/06      Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042837712</link>
         <description><![CDATA[<p>Exercício 1</p><p><strong>Relato ( apresentação) pessoal em 3ª Pessoa, contendo uma informação falsa</strong></p><p>Desaforada, sempre quase chegando e já partindo. Não sossega e faz mil coisas ao mesmo tempo.</p><p>Prece que não está focada em nada, TDAH? Talvez...</p><p>Estudou letras, pedagogia, psicopedagogia, linguística, mil e outras, não para.</p><p>Vive um amor há 35 anos e deste amor tem uma filha de 17, Viveu outro amor por 30 anos, do qual aposentou-se recentemente</p><p>Busca agora o amor que abandonou , o teatro na adolescência, o teatro.</p><p>Combativa, busca informações sobre tudo, por isso sabe pouco. Ela lembra com carinho das saladinhas preparadas pela avó e das musicas que ela cantava.</p><p>Ama viajar, toda folga é oportunidade para por o pé na estrada</p><p>Está numa vibe “quero tudo que adiei” cozinha, costura, dança, teatro, bordado, marcenaria...</p><p>Ela também ama os trabalhos domésticos, principalmente passar roupas</p><p>E plantas, adora uma plantinha nova e ver a antiga se renovar.</p><p>Nossa, gosto de falar desta amiga mas as vezes não sei o que falar... ela é o que eu gostaria que ela fosse.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 02:25:03 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - 26/06      Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042839203</link>
         <description><![CDATA[<p>Exercício 2:</p><p><strong>&nbsp;Selecionar uma mentira dos colegas e fazer um texto defendendo essa mentira como se fosse verdade.</strong></p><p>Lembro-me de nossa conversa como se fosse agora:</p><p>- Um vestido amarelo! Meu Deus, que alegria! Mas... como decidiu me dar um vestido e não uma camisa!</p><p>- Da mesma forma que decidi ser pai. Foi uma decisão difícil, pensar em educar, cuidar, amar comprometer-se para toda vida... muita coisa, eu me assustava...</p><p>- Não assusta mais?</p><p>- Ainda assusta... mas é um medo vestido de coragem</p><p>- E o medo não ficou maior quando comprou este vestido?!</p><p>- Sim, ficou. Mas não por causa do meu amor, mas pela falta de amor dos outros</p><p>- Você quer me dar uma camisa amarela? Vou gostar também.</p><p>- E perder a oportunidade de ser o responsável pelo seu primeiro vestido... sou egoísta demais para isso.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 02:26:13 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - 26/06      Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042840396</link>
         <description><![CDATA[<p>Exercício 3:</p><p><strong>Escreva uma carta a um amigo. Coloque seus desejos e sonhos de escrita</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>&nbsp;Caro amigo imaginário</p><p>Já conversávamos quando ainda nem sabia, que sabia conversar que sabia conversar</p><p>Com você sempre converso e me sinto livre para ser quem sou ou quem não sou mas poderia ser.</p><p>Por falar em poderia ser, quero hoje te contar quem eu quero poder ser.</p><p>Sempre sonhei rápido porque a vida tinha pressa e não dava para ficar parado desejando algo. Tinha que agir.</p><p>Nestes breves sonhos, quiz ser atriz. Você lembra como eu te contava meus sonhos?! Este ficou na gaveta junto a muitos outros, realizados ou não, pois não os separou.</p><p>Vou sempre tirando um da gaveta quando surgiu a oportunidade.</p><p>Você se lembra que alguns saíram da gaveta várias vezes? Pois é meu amigo, estou tirando da gaveta o desejo de escrever. Sei que você vai falar que ele já saiu da gaveta muitas vezes, mas não é isso que você está pensando sempre ajudei os outros a produzirem restando me pouco tempo para a produção assim não aprendi a produzir agora quer alguém cuidando da minha escrita quem não me olhe como se estivesse pronta e tenha a generosidade de me ajudar.</p><p>&nbsp;Esse é um escrever sem compromisso com acertar, &nbsp;sem compromisso com trabalho, &nbsp;sem obrigação de pão. É um escrever livre que se der em algo bom, bom e se não der, bom também.</p><p>Não me censure, não é um escrever irresponsável. É apenas livre. &nbsp;Mania que você tem de achar que a Liberdade é irresponsável! Meu caro, &nbsp;vou te contando como isso está indo. Por hora, confie em mim.</p><p>&nbsp;assinado sua amiga real</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 02:27:04 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 2 - 26/06      Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042840565</link>
         <description><![CDATA[<p>Exercício 4</p><p><strong>Desculpar-se por roubar a obra de alguém q você admira em um bilhete.</strong></p><p>Obra: Poema A bomba suja – Ferreira Gullar</p><p>&nbsp;</p><p>Caro Ferreira Gullar</p><p>Desculpe me, &nbsp;mas jamais colocaria disenteria no meu poema. Você já tinha colocado o preço do feijão e isso me enlouqueceu, mas essa disenteria... Ah, &nbsp;ela tinha que ser minha.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 02:27:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 03 - 01/07    Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042843847</link>
         <description><![CDATA[<p>Exercício 1</p><p><strong>Descrever uma imagem projetada pelo professor de forma objetiva.</strong></p><p>Paisagem cinza árvores desfolhadas neve, umas construções cumpridas ao fundo cheio de cômodos lado a lado.</p><p>Um brinquedo no primeiro plano, colorido, único com cor na imagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 02:29:38 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 03 - 01/07    Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042844359</link>
         <description><![CDATA[<p>Exercício 2</p><p><strong>Descrever uma imagem projetada pelo professor de forma objetiva.</strong></p><p>Sala de eventos, plateia em cores diferentes. Entre o palco e a plateia, chão colorido com uma parte recebendo luz direta. O palco traz elementos menos destacados com uma mesa de vidro e cadeiras em tamanhos diferentes. Na mesa vasos com flores. Uma grade de ferro divide o palco do plano mais baixo.</p><p>No centro do espaço entre o palco e a plateia há uma mesa ou móvel com tampo de mármore. A cadeiras na lateral e uma coluna branca.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 02:30:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 03 - 01/07    Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042844476</link>
         <description><![CDATA[<p>Exercício 03</p><p><strong>Descrever uma imagem projetada pelo professor de forma subjetiva.</strong></p><p>O espaço está desolador, tudo fora do lugar, móveis quebrados, vidros.</p><p>Os papéis se espalham por todos os lados parecendo ser impossível retornar a ordem, entretanto nosso olhar segue para um corredor deserto que nos convida a sair do caos e seguir em direção a uma porta. Este convite é feito por reflexos de luz na parede.</p><p>Interessante como onde há o caos, também se apresenta a vida, pois parece a parte habitada do lugar. O espelho quebrado nos convida a procurar algum reflexo, algum resquício de quem provocou essa confusão ou de quem a encontrou.</p><p>Ninguém se apresenta, mas o nosso olhar continua sendo capturado pelo corredor que leva a porta com uma luz verde sugerindo um fôlego nesse caos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 02:30:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 03 - 01/07    Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3042844690</link>
         <description><![CDATA[<p>Exercício 4</p><p><strong>Descrever uma imagem projetada pelo professor de forma a ter traços objetivos e subjetivos. </strong>Buscando um texto que pudesse ser uma rubrica.</p><p>Um quarto gostoso. Uma penumbra invadida pelo sol do entardecer a cama desfeita sugerindo o uso. Nas paredes, &nbsp;marcas dos gostos pessoais se dá por pôsteres que se misturam a desenhos produzidos pelo dono ou por alguém importante para ele. Uma estante com muitos objetos desfaz a impressão inicial de um ambiente juvenil, &nbsp;dado o acúmulo de coisas. Parece que fases da vida se imprimem no espaço.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-02 02:30:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula 2</title>
         <author>barneysttoppa</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044602730</link>
         <description><![CDATA[<p>Um quarto relativamente de adolescente, que exibe seus desenhos e artistas preferidos. Provavelmente vive em um ponto mais alto daquele vilarejo, porque ao arranha céu visto pela janela pode enxergar prédios altos. Se vê a noite por causa da luz quem vem de fora demonstrando assim um convite para que a noite a seja uma criança.                    Barney Sttoppa </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 21:42:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Encontro 2 Juliane</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044620495</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 22:43:05 UTC</pubDate>
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         <title>Tatah Cardozo 03/07</title>
         <author>cristinetamara92</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044621603</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagem</strong>: Ela guarda no peito a força das Marias. Cada palavra entoada é um cântico; profunda, intensa. Que mulher nunca sofreu por amor? Em tenacidade habita um denso caldo encantamento, palavras poéticas de profecia. Matou a si e aos seus no ápice da Lua.</p><p><br></p><p><br></p><ul><li><p>RUBRICA</p></li></ul><p>Um quarto escuro com um espelho, uma luz quente em foco. Joana está de frente ao espelho em silêncio. A imagem refletida contempla o mesmo vazio. Há uma gota pingando do teto direto num balde de lata.</p><p><br></p><ul><li><p>Diálogo</p></li></ul><p><strong>Reflexo de Joana</strong>: E aí você não vai dizer nada? Vai ficar com essa cara de "coisa alguma" me olhando?</p><p><br></p><p><em>Joana se afasta do espelho. Mas o reflexo permanece a encarando.</em></p><p><br></p><p><strong>Reflexo de Joana</strong>: Qual é! Hum! O gato comeu a sua língua? (gargalha) Você vai deixar ele tripudiar em cima do seu nome? Vadiando por aí com a outra, na sua cara (gargalha).</p><p><br></p><p><strong>Joana</strong>: É noite de lua cheia. </p><p><br></p><p><strong>Reflexo de Joana</strong>: Noite de lua cheia.</p><p><br></p><p><em>Joana pega um punhado de folhas e coloca na boca, mastiga e diz algo que não se decifra. Cospe numa cuia o masserado. Acende uma vela e reza.</em></p><p><br></p><p><strong><em>Coro das grandes feiticeiras da floresta: </em></strong></p><p><br></p><p>Não era nada além de um forasteiro quando chegastes a esta vila. Trazia somente a roupa do corpo, uma muda de desespero e o olhar quase morto de fome. Em gesto ternura nós demos a ele o leite, sugou tanto as nossas tentas que de onda saía leite passou a sair sangue. Se fartou e deleitou como a um beserro recém-parido. </p><p>O seio esquerdo ficou pura carne, latejando e gotejando durante dias. Insaciável, passou a comer lábios, coxas, e num rompante delírio aguadou o meu corpo, tirando vestes e pudores. Resisti, porém, contra a fome de um homem se pode pouco. Em meio ao meu silêncio não consentido vomitou todo o leite que tomara antes. E me chamou de MULHER.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 22:46:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title> Chegou em Londres como uma criatura inocente,dócil aos sentidos de toda a natureza, pela forma recatada muito provavelmente veio do campo, era perceptível a existência de brilho naqueles olhos amendoados e castanhos, o contorno do rosto era como uma perfeição absoluta, era simplesmente apaixonante observar aquela juventude, era necessário eternizar aquela beleza à qualquer custo, precisava manter a eternidade daquela criação através da minha arte... </title>
         <author>rodrigotaylormusic</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044621833</link>
         <description><![CDATA[<p>(Rodrigo de Freitas )</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 22:47:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ricardo Ikier 03/07/24</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044622662</link>
         <description><![CDATA[<p>Nascido e morrido e revivido em terras nordestinas, nunca fugiu do trabalho, por que pobre foi nascido,&nbsp; mas muitas vezes deixou o trabalho mais fácil, afinal seu quengo é rápido e a comida é pouca. Ele já viu tudo o que se possa imaginar e até mais, pois viu mesmo, e sentiu de perto, o cheiro do tinhoso. Mas filho dessa terra e dessa gente que tem que se virar, abençoado foi pelo próprio filho de Deus e ela: Nossa Sinhora.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 22:50:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Descrição de personagem - Nathália Grigorievs </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044624323</link>
         <description><![CDATA[<p>de estatura baixa, corpo magro, cabelo castanho liso, rosto fino, sobrancelhas, nariz e boca bem marcadas, acompanhadas de uma franja que a remete a uma garota do colegial. aspirante a estrela da Broadway, possui um perfil egocêntrico, inseguro, impulsivo, idealista e predisposto a fazer o que for necessário para atingir o seu grande objetivo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 22:54:26 UTC</pubDate>
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         <title>Noah ☆ (03/07)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044624567</link>
         <description><![CDATA[<p>Desprezivel e sem noção, sua moral é duvidosa. Um ser do mundo dos mortos, que provavelmente fede a coisa passada e muito alcool. Pode cuidar de algumas "pragas" pra você, ou é o que ele diz, pelo menos. Preto e branco lhe cai muito bem. Tem humor ácido, e que só ele ri. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 22:55:19 UTC</pubDate>
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         <title>Sol Whitaker</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ela nasceu no mato. Cresceu na floresta em meio aos bichos, às ervas. Conhecia tudo da terra, inclusive o tempo. Um dia, conheceu o médico do lugar. Sabendo que ela conhecia as plantas e o tempo ele a convidou para ajudá-lo nas práticas médicas.</p><p> Muito rápido ela aprendeu tudo. Aprendeu a usar e ajudá-lo nos instrumentos, nos procedimentos. Para ele tornou-se difícil trabalhar sem ela.</p><p>A esposa do médico morria de ciúmes dela. A partir de então, a vida de todos ficou difícil e cruel. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 22:59:35 UTC</pubDate>
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         <title>Aula 4 - 03/07 Elaine Sudré  Atividade 1</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Dinheiro, vil metal! Quando ela se apaixonou, foi preterida. Motivo? Dinheiro. Ou melhor, a falta dele. Invisível a toda sociedade enxergava seu futuro como triste e solitário. Um golpe de sorte, digamos, trouxe muita badalação, e colocou muitos a seus pés. Motivo? Dinheiro. O excesso dele. Por fora, na aparência, uma mulher segura, alegre, destemida, vingativa, arrogante até. No seu íntimo, uma adolescente insegura, triste e amedrontada.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 23:20:09 UTC</pubDate>
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         <title>03/07 Descrição personagem - Rayana Miamoto</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Ela já viveu 84 anos de sua vida. Quando mais nova viveu dedicada aos bons costumes, tentando sempre ser um exemplo. Porém, um certo dia, em sua juventude viveu uma aventura diferente em um cruzeiro, foi para acompanhar sua mãe e seu noivo e conheceu um rapaz de uma classe social inferior à sua, mas que mudou totalmente a sua vida, nesse momento ela pôde conhecer o verdadeiro amor. Foi a partir daí que deixou de tentar agradar as pessoas para viver o que realmente queria. Porém, uma tragédia aconteceu com seu grande amor e mesmo 84 anos depois, ela lembra de tudo como se fosse hoje.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 23:24:49 UTC</pubDate>
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         <title>Raíssa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044636449</link>
         <description><![CDATA[<p>Ele estava obstinado a recuperar a qualquer preço o que havia perdido. A perda fez com que valorizasse aquilo que nunca se atentou antes.&nbsp; Só valorizou após ter de conviver&nbsp;com incessante ranger estridente que suas articulações passaram a fazer e que substituiriam a pulsação musical que do órgão mais lindo do corpo humano produzia. Ele procurava e com seus novos amigos tinha certeza que o recuperaria.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 23:28:11 UTC</pubDate>
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         <title>Texto em terceira pessoa.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044644268</link>
         <description><![CDATA[<p>Cuidando daquela Vila, responsável por muitos que são calados pelos ricos.</p><p>Encontra na sua própria família um caso de traição e desamor com os dois encapasses.</p><p>Gerando assim um caso que parou a cidade, a vila e o Samba.</p><p>Barney Sttoppa</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 23:44:03 UTC</pubDate>
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         <title>Rubrica- Sol Whitaker</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044645830</link>
         <description><![CDATA[<p>Ambiente escuro com apenas alguns pontos cintilantes como vaga-lumes. Ele entra caminhando lentamente, vestido de preto e descalço. Senta-se na pedra e olha o céu.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 23:46:22 UTC</pubDate>
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         <title>Rubrica - Rodrigo de Freitas</title>
         <author>rodrigotaylormusic</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044649510</link>
         <description><![CDATA[<p>Nosso jovem está à beira de atravessa uma floresta com trilhas abertas e bem delineadas com o luar,em frente a uma fogueira crepitante, capaz de gerar sombras e imagens absurdas em seus reflexos alaranjados. O jovem descança e toma coragem antes de iniciar a perseguição aos raptores de sua essência*. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 23:52:06 UTC</pubDate>
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         <title>Rubrica - Raíssa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044649759</link>
         <description><![CDATA[<p>Um vasto parque de diversões, onde muitas crianças e cachorros correm e gritam. Ao lado direito pode-se notar várias famílias com suas cestas e toalhas em formatos de losango estendidas ao chão embaixo de um conjunto de árvores realizam picnics de onde podem observar seus filhos e cachorros. A esquerda, sentado sob uma pequena mureta, distante de todos, O Homem e Lata observa e reflete sobre como pode ser significativo aquele momento para aquelas pessoas, segura um pequeno lenço, também em formato de losango e tenta se lembrar como era chorar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 23:52:30 UTC</pubDate>
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         <title>Noah ☆</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044650019</link>
         <description><![CDATA[<p>O ambiente é decorado como se fosse um programa de TV americano dos anos 70 prestigiado, todo em preto e branco. Tem duas luzes com refletores superiores bem marcadas. Beetlejuice entra no palco por baixo (no alçapao) e vai subindo, ele segura cartelas de papel com os dizeres "bio-exorcista".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 23:52:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Noah ☆</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044650244</link>
         <description><![CDATA[<p>O ambiente é decorado como se fosse um programa de TV americano dos anos 70 prestigiado, todo em preto e branco. Tem duas luzes com refletores superiores bem marcadas. Beetlejuice entra no palco por baixo (no alçapao) e vai subindo, ele segura cartelas de papel com os dizeres "bio-exorcista".</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 23:53:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Ricardo Ikier - rubrica </title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044650284</link>
         <description><![CDATA[<p>O sol está a pino. Cidade grande (provavelmente São Paulo) no cruzamento de duas avenidas. João Grilo está com um gato debaixo do braço e acompanhado por Chicó. Parecem perdidos no caos da cidade, andando debaixo do sol escaldante. Barulho de cidade e buzinas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 23:53:16 UTC</pubDate>
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         <title>Bruno Vinelli - Rubrica</title>
         <author>bvinelli</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044652863</link>
         <description><![CDATA[<p>Bento vê Capitu andando com o filho adolescente no shopping. Ela para e atende ao telefone. Bento aparenta raiva e vai em direção a sua esposa. Para, vira de costas e volta para onde estava. Sai do shopping e volta para casa. Capitu chega, ele dá um beijo e entrega uma flor.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-03 23:56:59 UTC</pubDate>
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         <title>Nosso jovem está à beira de atravessa uma floresta com trilhas abertas e bem delineadas com o luar,em frente a uma fogueira crepitante, capaz de gerar sombras e imagens absurdas em seus reflexos alaranjados. O jovem descança e toma coragem antes de iniciar a perseguição aos raptores de sua essência*. </title>
         <author>rodrigotaylormusic</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044658726</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-07-04 00:04:43 UTC</pubDate>
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         <title>Rubrica Barney Sttoppa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044665725</link>
         <description><![CDATA[<p>Onde e O que:</p><p>Mestre Egeu na oficina lotada de aparelhos domésticos para consertar, da vizinhança sua esposa esta o ajudando. E estão falando de Joana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-04 00:12:46 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Sol- </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044666241</link>
         <description><![CDATA[<p>Ainda sentado na pedra ele pensa e fala alto:</p><p>Diana, por que voce foi embora? Eu havia dito a você que iria até o fim com aquela estória. Mas você não me ouviu. Me irritou, me contrariou e até me desafiou. </p><p>Não teve jeito! Diante do desafio eu tinha que te dar um fim. E te dei! Agora você não existe mais. Somente os vaga-lumes existem, eles estão ai, todos para mim.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-04 00:13:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto Curto  Barney Sttoppa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044670128</link>
         <description><![CDATA[<p>Egeu: Cadê Jazão?</p><p>Esposa: Ele foi pra festa.</p><p>Egeu: E Joana?</p><p>Esposa: Está em casa com as crianças, mas eu ouvi falar que ela vai levar um presente para os noivos na festa.</p><p>Egeu: Que presente?</p><p>Esposa: Ela falou que vai ser o presente que ele nunca vai  se esquecer.</p><p>Egeu: Essa coisa do Jazão com a filha do rico não vai acabar bem.</p><p>Eu vou até lá</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-04 00:17:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Ricardo ikier - texto curto</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044671878</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Chicó </strong>- João, você sabe onde a gente tá?</p><p><strong>João Grilo</strong> (<em>olhando para cima com o sol tapando as vistas</em>) - Se eu soubesse, acha que tava debaixo desse sol, nessa barulheira? Essa fumaça?</p><p><strong>Chicó </strong>- uma vez,eu me perdi a noite numa floresta e me guiei olhando as estrelas do céu!</p><p><strong>João Grilo</strong> - Chicó, se você começar a contar uma de suas histórias agora eu juro que te mato!</p><p><strong>Chicó</strong> - só sei que foi assim…</p><p><strong>João Grilo</strong> - então no alto da sua sabência, podia aprender&nbsp; a guiar a gente no dia, na cidade grande, porque aqui nem estrela e nem noite! de floresta aqui só tem os bicho, por que ói, esse povo aqui num é gente não.</p><p><strong>Chicó</strong> - e nem bicho né? ta mais pra robô… teve uma vez que eu vi um ataque generalizado de robôs. mas você num quer história agora né?</p><p>João Grilo - ainda bem que tu sabe que vai ser assim!</p><p>Chicó - e&nbsp; a gente vai pra onde, João?</p><p>João Grilo - pra onde o nariz aponta…</p><p><br></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-04 00:18:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>rubrica e pequeno texto - Nathália Grigorievs </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044672867</link>
         <description><![CDATA[<p>sentada no canto dianteiro esquerdo do palco pouco iluminado, Rachel está com as pernas dobradas e os braços entorno delas, pressionando-as contra o corpo. com a cabeça reclinada sobre as pernas, chora no mais absoluto silêncio.</p><p><br/></p><p>Rachel - eu persegui esse sonho ao longo de toda a minha vida [pausa]. ao longo de toda a minha vida eu persegui algo que escapou pelas minhas mãos, evaporou pelos meus poros e já não faz parte mais de mim [pausa mais longa]. será que perdi a habilidade de sonhar? não há nada que me faça brilhar. não posso caminhar, não sei qual caminho percorrer, pois nem ao menos sei onde quero chegar. é a linha de chegada? não pode ser, ainda tenho muito pra viver. só me resta saber o quê [começa a tocar o instrumental de preciso me encontrar do Cartola e a atriz se retira da cena].</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-04 00:19:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Noah ☆ Dialogos</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044673024</link>
         <description><![CDATA[<p>Beetlejuice - Bom dia, boa tarde, boa noite, boa vida, boa morte. Aqui quem fala é o seu grande, majestoso, lindo- (ouve-se em unisono sons de nojo femininos) - LINDO SIM! Besouro suco! </p><p><br/></p><p>Beetlejuice 2 (a copia) - E qual a grande novidade, bonitão?</p><p><br/></p><p>Beetlejuice - Boa pergunta! (Ele encara a plateia) Ei... Você ai... Consegue me ouvir né? Que tal um trato? É dizer meu nome 3 vezes... Não vai te custar nada...</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-04 00:19:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Texto Curto Partindo da Rúbrica - Rodrigo de Freitas 03/07/2024</title>
         <author>rodrigotaylormusic</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044674344</link>
         <description><![CDATA[<p>Dorian o belo, tomou coragem líquida e adentrou o local, fantasticamente convidativo, a mente estava perturbada mas o empenho era maior que o medo, escutou uma voz masculina, grave sugerindo uma presença de um ser grande e imponente que repetia uma espécie de poesia, porém a forma sugeria uma espécie de encantamento, parou para escutar e se concentrar nas palavras que eram as seguintes:</p><p>"Eles passarão, eu passarinho<br>Eles viverão,&nbsp; eu ribeirinho<br>Nadando em paz, nado sozinho<br>Belos riachos, por inferninhos<br>Saudando o mar, com demoninhos<br>Brindando a lua, da terra escura<br>Vem me amar , um brinde a loucura!"</p><p><br></p><p>Dorian se aproxima em silêncio e observa a figura, e para o espanto de seu espírito a imagem é feminina de tamanho comum e beleza estonteante, pele morena como os mediterrâneos, carregava um bastão em uma mão e uma tocha na outra e vestia uma espécie de vestido esverdeado com detalhes de prata. A imagem simplesmente desaparece!</p><p>Em um piscar de olhos sente uma ameaça em suas costas, e uma luz ao virar o rosto para investigar a voz grave e imponente em um corpo feminino diz:</p><p><br></p><p>-Se deseja entrar em meus domínios, seja educado, se desejar sair vivo mantenha-se educado apresente-se não se mantenha calado, se me entediar lhe matarei usando o meu belo cajado!</p><p><br></p><p>Com um pavor lascinante o jovem responde:</p><p>-Peço perdão, quero apenas atravessar essa mata, me chamo Dorian e venho em busca de conselhos e sabedoria, fui perturbado com charadas perniciosas e a sede do conhecimento e necessito de sabedoria ancestral para acalentar meu coração.</p><p><br></p><p>A criatura fantástica com muita curiosidade pergunta:</p><p>- Poderia definir quais são essas torturas que afligem a sua mente? Seria insatisfação completa ou desejos infinitos que alimentam sua alma como uma semente?</p><p><br></p><p>Dorian calmamente responde em tom similar ao da forma de falar da criatura tentando ser amigável:</p><p>- Sete mulheres seduzi, com oito homens me deitei, nove dias foram de festas, no décimo dia retornei ao décimo-primeiro me disseram, que alguma desgraça eu criei,com grande chave das delícias um baú de mistérios liberei, agora preciso resolver um enigma, que essa noite me deparei.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-04 00:20:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade 3 - 03/07 - Diálogo e Rubrica</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044679012</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste momento a personagem está em seu quarto, acessa seu instagram fazendo um reels tornando público a seus seguidores as condições em que se deu seu casamento. Ela chora enquanto grava.&nbsp;</p><p>Seixas irrompe no quarto ao berros . - O que você está fazendo? Por que chora? Fale!</p><p>Aurélia - Pronto, atrapalhou minha gravação. Vou acabar com essa farsa de uma vez. Chega de casal apaixonado nas redes sociais.</p><p>Seixas - Enlouqueceu? Você começou com isso, agora sustente.</p><p>Aurélia - Você não entende… (seu pranto se torna mais desesperado) Eu não posso mais.&nbsp;</p><p>Seixas ( mostrando-se comovido) - O que mudou? Parecia que era conveniente pra você essa situação. E também, tem sido lucrativo.</p><p>Aurélia ( exasperada) - Dinheiro! Dinheiro novamente. Você está preocupado com as views, as colabs, o merchã.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-04 00:24:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Atividade 2 e 3 (Rubrica e diálogo curto) - Rayana Miamoto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3044720944</link>
         <description><![CDATA[<p>A cortina se abre, duas senhoras estão sentadas fazendo tricô. Da janela se vê apenas um feixe de luz iluminando a foto que está localizada na mesinha ao lado da cadeira de uma delas. Uma das senhoras apresenta um semblante triste como se carregasse o mundo em suas costas, junto com suas tristezas. Já a outra se encontra alegre, como se estivesse louca para contar uma fofoca. </p><p><br></p><p>Rose: Esse foi o dia mais feliz da minha vida (pegando a foto que está na mesa ao seu lado) Pena que tudo acabou e hoje só me resta as lembranças de um passado que não volta.</p><p><br></p><p>Senhora 2: Pelo menos você tem lembranças, no meu caso não vivi o suficiente da maneira que eu gostaria para ter boas lembranças, sempre dediquei minha vida a servir e agradar as pessoas.</p><p><br></p><p>Rose: Eu também fui assim, mas hoje sei que de nada adiantou. Só vi sentido na vida quando tudo mudou. Mas o que você queria me dizer?</p><p><br></p><p>Senhora 2: Venha, preciso lhe mostrar algo!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-04 00:57:32 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Tatah Cardozo - Personagem, Rubrica, Diálogo e Coro</title>
         <author>cristinetamara92</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3050354988</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Personagem</strong>: Ela guarda no peito a força das Marias. Cada palavra entoada é um cântico; profunda, intensa. Que mulher nunca sofreu por amor? Em tenacidade habita um denso caldo encantamento, palavras poéticas de profecia. Matou a si e aos seus no ápice da Lua.</p><p><br/></p><p><br/></p><ul><li><p>RUBRICA</p></li></ul><p>Um quarto escuro com um espelho, uma luz quente em foco. Joana está de frente ao espelho em silêncio. A imagem refletida contempla o mesmo vazio. Há uma gota pingando do teto direto num balde de lata.</p><p><br/></p><ul><li><p>Diálogo</p></li></ul><p><strong>Reflexo de Joana</strong>: E aí você não vai dizer nada? Vai ficar com essa cara de "coisa alguma" me olhando?</p><p><br/></p><p><em>Joana se afasta do espelho. Mas o reflexo permanece a encarando.</em></p><p><br/></p><p><strong>Reflexo de Joana</strong>: Qual é! Hum! O gato comeu a sua língua? (gargalha) Você vai deixar ele tripudiar em cima do seu nome? Vadiando por aí com a outra, na sua cara (gargalha).</p><p><br/></p><p><strong>Joana</strong>: É noite de lua cheia. </p><p><br/></p><p><strong>Reflexo de Joana</strong>: Noite de lua cheia.</p><p><br/></p><p><em>Joana pega um punhado de folhas e coloca na boca, mastiga e diz algo que não se decifra. Cospe numa cuia o masserado. Acende uma vela e reza.</em></p><p><br/></p><p><strong><em>Coro das grandes feiticeiras da floresta: </em></strong></p><p>Não era nada além de um forasteiro quando chegastes a esta vila. Trazia somente a roupa do corpo, uma muda de desespero e o olhar quase morto de fome. Em gesto ternura nós demos a ele o leite, sugou tanto as nossas tentas que de onda saía leite passou a sair sangue. Se fartou e deleitou como a um beserro recém-parido. </p><p>O seio esquerdo ficou pura carne, latejando e gotejando durante dias. Insaciável, passou a comer lábios, coxas, e num rompante delírio aguadou o meu corpo, tirando vestes e pudores. Resisti, porém, contra a fome de um homem se pode pouco. Em meio ao meu silêncio não consentido vomitou todo o leite que tomara antes. E me chamou de MULHER.</p><p><br/></p><p>Joana canta.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-11 00:29:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividades 2, 3 e 4 (Rubrica, diálogo e coro) - Prof Juliana -  Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3050355969</link>
         <description><![CDATA[<p>Neste momento a personagem está em seu quarto, acessa seu instagram fazendo um reels tornando público a seus seguidores as condições em que se deu seu casamento. Ela chora enquanto grava.&nbsp;</p><p><br>Seixas irrompe no quarto ao berros . - O que você está fazendo? Por que chora? Fale!</p><p>Aurélia - Pronto, atrapalhou minha gravação. Vou acabar com essa farsa de uma vez. Chega de casal apaixonado nas redes sociais.</p><p>Seixas - Enlouqueceu? Você começou com isso, agora sustente.</p><p>Aurélia - Você não entende… (seu pranto se torna mais desesperado) Eu não posso mais.&nbsp;</p><p>Seixas ( mostrando-se comovido) - O que mudou? Parecia que era conveniente pra você essa situação. E também, tem sido lucrativo.</p><p>Aurélia ( exasperada) - Dinheiro! Dinheiro novamente. Você está preocupado com as views, as colabs, o merchã. Veja! Será que vão me cancelar?&nbsp;</p><p><br></p><p>Você comprou, agora é seu!</p><p>Você lutou, agora venceu!</p><p>Você bem quis, seja feliz!</p><p>Veja bem, está por um triz!</p><p>Seu casamento infeliz!</p><p>Escondeu a realidade?&nbsp;</p><p>Ou agora é que mente?&nbsp;</p><p>Quer nosso apoio realmente?</p><p>Ou nos usa para mais um negócio?</p><p>Você comprou, agora é seu!</p><p>Você lutou, agora venceu!</p><p>Você bem quis, seja feliz!</p><p>Veja bem, está por um triz!</p><p>Seu casamento infeliz!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-11 00:30:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade inserção de Coro no Texto Rúbrica e Diálogo do dia 03/07/24 - na data de 10/07/2024</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3050356467</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Um Coro de Criaturas Disformes canta:</strong></p><p>-"<em>Só ele não viu, mas adentrou,</em></p><p><em>    que sera que sentiu profundo horror?           Vejamos então onde vai dar</em>"</p><p><br/></p><p>Dorian o belo, tomou coragem líquida e adentrou o local, fantasticamente convidativo, a mente estava perturbada mas o empenho era maior que o medo, escutou uma voz masculina, grave sugerindo uma presença de um ser grande e imponente que repetia uma espécie de poesia, porém a forma sugeria uma espécie de encantamento, parou para escutar e se concentrar nas palavras que eram as seguintes:</p><p>"<em>Eles passarão, eu passarinho<br>Eles viverão,&nbsp; eu ribeirinho<br>Nadando em paz, nado sozinho<br>Belos riachos, por inferninhos<br>Saudando o mar, com demoninhos<br>Brindando a lua, da terra escura<br>Vem me amar , um brinde a loucura!"</em></p><p><br/></p><p>Dorian se aproxima em silêncio e observa a figura, e para o espanto de seu espírito a imagem é feminina de tamanho comum e beleza estonteante, pele morena como os mediterrâneos, carregava um bastão em uma mão e uma tocha na outra e vestia uma espécie de vestido esverdeado com detalhes de prata. A imagem simplesmente desaparece!</p><p>Em um piscar de olhos sente uma ameaça em suas costas, e uma luz ao virar o rosto para investigar a voz grave e imponente em um corpo feminino diz:</p><p><br/></p><p>-Se deseja entrar em meus domínios, seja educado, se desejar sair vivo mantenha-se educado apresente-se não se mantenha calado, se me entediar lhe matarei usando o meu belo cajado!</p><p><br/></p><p>Com um pavor lascinante o jovem responde:</p><p>-Peço perdão, quero apenas atravessar essa mata, me chamo Dorian e venho em busca de conselhos e sabedoria, fui perturbado com charadas perniciosas e a sede do conhecimento e necessito de sabedoria ancestral para acalentar meu coração.</p><p><br/></p><p>A criatura fantástica com muita curiosidade pergunta:</p><p>- Poderia definir quais são essas torturas que afligem a sua mente? Seria insatisfação completa ou desejos infinitos que alimentam sua alma como uma semente?</p><p><br/></p><p>Dorian calmamente responde em tom similar ao da forma de falar da criatura tentando ser amigável:</p><p>- Sete mulheres seduzi, com oito homens me deitei, nove dias foram de festas, no décimo dia retornei ao décimo-primeiro me disseram, que alguma desgraça eu criei,com grande chave das delícias um baú de mistérios liberei, agora preciso resolver um enigma, que essa noite me deparei.</p><p><br/></p><p><strong>Um Coro de Criaturas Disformes revelando vozes brilhantes e animadas canta:</strong></p><p>-<em>"Moinhos de vento vem e vão,</em></p><p><em>    árvores antigas permanecerão</em></p><p><em>    desejos do pulso devem encarnecer</em></p><p><em>     Para o amanhã acontecer"</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-11 00:30:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Inserção de coro no texto Rubrica e diálogo - Ricardo Ikier</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3050365508</link>
         <description><![CDATA[<p>10/07/2024 - Juliane</p><p><br></p><p>O sol está a pino. Cidade grande (provavelmente São Paulo) no cruzamento de duas avenidas. João Grilo está com um gato debaixo do braço e acompanhado por Chicó. Parecem perdidos no caos da cidade, andando debaixo do sol escaldante. Barulho de cidade e buzinas.</p><p><br><br></p><p><strong>Chicó </strong>- João, você sabe onde a gente tá?</p><p><strong>João Grilo</strong> (<em>olhando para cima com o sol tapando as vistas</em>) - Se eu soubesse, acha que tava debaixo desse sol, nessa barulheira? Essa fumaça?</p><p><strong>Chicó </strong>- uma vez,eu me perdi a noite numa floresta e me guiei olhando as estrelas do céu!</p><p><strong>João Grilo</strong> - Chicó, se você começar a contar uma de suas histórias agora eu juro que te mato!</p><p><strong>Chicó</strong> - só sei que foi assim…</p><p><strong>João Grilo</strong> - então no alto da sua sabência, podia aprender&nbsp; a guiar a gente no dia, na cidade grande, porque aqui nem estrela e nem noite! de floresta aqui só tem os bicho, por que ói, esse povo aqui num é gente não.</p><p><strong>Chicó</strong> - e nem bicho né? ta mais pra robô… teve uma vez que eu vi um ataque generalizado de robôs. mas você num quer história agora né?</p><p>João Grilo - ainda bem que tu sabe que vai ser assim!</p><p>Chicó - e&nbsp; a gente vai pra onde, João?</p><p>João Grilo - pra onde o nariz aponta…</p><p><strong>Coro</strong> <strong>de urbanóides</strong> -&nbsp;</p><p>Por onde quer que andem</p><p>Só o cinza encontrarão</p><p>na cidade o trabalho&nbsp;</p><p>é o caminho que encontram.</p><p>Por mais que o sonho seja anunciado,</p><p>em rosas, neons</p><p>tudo aqui vira ouro</p><p>no bolso de quem já tem.</p><p>Aos despossuídos,</p><p>resta a engrenagem</p><p>para mover cada parte da cidade</p><p>segurando em seus ombros</p><p>toda uma nação.&nbsp;</p><p>Os invisíveis barões</p><p>que tudo enxergam&nbsp;</p><p>e tudo acreditam comprar</p><p>seguram os fios das marionetes</p><p>mentem,</p><p>e tentam</p><p>a todas as almas comprar.</p><p>Observem, meus caros,&nbsp;</p><p>aquele que vem vindo.</p><p>Com as mãos cheias de dinheiro,</p><p>montado em uma besta dourada,</p><p>novamente o diabo&nbsp;</p><p>com outra pele se apresenta&nbsp;</p><p>e tenta,</p><p>as almas de dois sujeitos levar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-11 00:36:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Noah ☆ Coro</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3050369976</link>
         <description><![CDATA[<p>O ambiente é decorado como se fosse um programa de TV americano dos anos 70 prestigiado, todo em preto e branco. Tem duas luzes com refletores superiores bem marcadas. </p><p><br/></p><p>Coro - Beetlejuice!</p><p>Beetlejuice!</p><p>Beetlejuice! </p><p><br/></p><p>Beetlejuice entra no palco por baixo (no alçapao) e vai subindo, ele segura cartelas de papel com os dizeres "bio-exorcista".</p><p><br/></p><p>Beetlejuice - Bom dia, boa tarde, boa noite, boa vida, boa morte. Aqui quem fala é o seu grande, majestoso, lindo- (ouve-se em unisono sons de nojo femininos) - LINDO SIM! Besouro suco! </p><p><br/></p><p>Beetlejuice 2 (surge como um estalo) - E qual a grande novidade, bonitão?</p><p><br/></p><p>Beetlejuice - Boa pergunta! (Ele encara a plateia) </p><p><br/></p><p>Coro - Beetlejuice!</p><p>Beetlejuice!</p><p>Beetlejuice!</p><p><br/></p><p>Beetlejuice - Ei... Você ai... Consegue me ouvir né? Que tal um trato? É dizer meu nome 3 vezes... Não vai te custar nada...</p><p><br/></p><p>Coro - Beetlejuice!</p><p>Betelgeuse!</p><p>Betelgeuse!</p><p><br/></p><p>Beetlejuice - Fala o meu nome!</p><p><br/></p><p>Coro (mais rápido) - Betelgeuse! </p><p>Betelgeuse!</p><p>Betelgeuse!</p><p><br/></p><p>Beetlejuice (ainda mais rápido) - FALA, FALA, FALA!</p><p><br/></p><p>Lydya (na plateia) - BEETLEJUICE!</p><p>BEETLEJUICE!</p><p>BEETLEJUICE!</p><p><br/></p><p>Barulho de estática, um estoro e todas as luzes se apagam.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-11 00:39:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade 1 - Coro (Rayana 10/07)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3050402993</link>
         <description><![CDATA[<p>A cortina se abre, duas senhoras estão sentadas fazendo tricô. Da janela se vê apenas um feixe de luz iluminando a foto que está localizada na mesinha ao lado da cadeira de uma delas. Uma das senhoras apresenta um semblante triste como se carregasse o mundo em suas costas, junto com suas tristezas. Já a outra se encontra alegre, como se estivesse louca para contar uma fofoca.</p><p><br/></p><p>Rose: Esse foi o dia mais feliz da minha vida (pegando a foto que está na mesa ao seu lado) Pena que tudo acabou e hoje só me resta as lembranças de um passado que não volta.</p><p><br/></p><p>Senhora 2: Pelo menos você tem lembranças, no meu caso não vivi o suficiente da maneira que eu gostaria para ter boas lembranças, sempre dediquei minha vida a servir e agradar as pessoas.</p><p><br/></p><p>Rose: Eu também fui assim, mas hoje sei que de nada adiantou. Só vi sentido na vida quando tudo mudou. Mas o que você queria me dizer?</p><p><br/></p><p>Senhora 2: Venha, preciso lhe mostrar algo!</p><p><br/></p><p>Coro: Aqui estamos nós e diante de tudo está vós</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Uma senhora que finge ser alegre, mas que não vê sentido na vida</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Em um passado distante uma guerra se alastrou na cidade</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;Matando completamente toda a sua mocidade,</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Depois que voltou da guerra parece que sua vida se encerra</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Vive em um looping, como se cada dia fosse o mesmo dia</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp;  Ela foi espancada, torturada e maltratada, mas sua mente matou as partes tristes e de terror</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Dando lugar para uma fantasia de amor,&nbsp;</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Acontecimento que nunca existiu</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Sua mente criou a fantasia de um dia feliz, talvez para compensar tanta tristeza que viveu</p><p>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Foi um jeito que sua mente encontrou para não dizer que morreu</p><p>&nbsp; &nbsp;&nbsp;E assim vive um dia após o outro,&nbsp;</p><p>&nbsp; &nbsp; Vivendo uma fantasia que ninguém quer dizer que não é real.</p><p>&nbsp; &nbsp; A irmã dedicou sua vida toda a cuidar da irmã desmemoriada&nbsp;</p><p>&nbsp; &nbsp;E hoje vive completamente amargurada</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-11 01:04:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>15/07 segunda feira - Término Sujeito Oculto no Deserto Rodrigo de Freitas</title>
         <author>rodrigotaylormusic</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3053964402</link>
         <description><![CDATA[<p>Em um deserto, num dia altamente ensolarado havia um homem.</p><p>Que luta para alcançar um jarro d´agua que permanece sempre em um patamar acima, difícil de alcançar.</p><p>Toda a tentativa é falha, aparecem objetos materializados como por obra divina, como ferramenta para ajuda na tarefa, e toda a vez a frustração, a falha.</p><p>Em toda a tentativa, há uma breve pausa, o homem pensa; na estratégia, em como proceder talvez?</p><p>A última ajuda foi um cubo que desapareceu no ar como a mesma mágica que aparecera antes.</p><p>Ele para novamente, e busca em sua mente a razão e como foi parar ali, naquele tormento repetitivo.</p><p>Sua cabeça dói e se lembra de uma grande montanha, e uma enorme rocha arredondada, ele sabe o que fazer...</p><p>Empurra, força, rápido, para, descança...</p><p>Ele sabe o que vai acontecer depois e para o resto de seus dias.</p><p>A mesma brincadeira sádica e cruel que pode ser interrompida com a liberdade sufocante e nesse momento até mesmo refrescante da morte, ele sabe que a morte não tem interesse com ele.</p><p>Ele está em frente a rocha, e vai continuar o trabalho até que sua pena se transfere para o deserto que encontramos nosso triste apenado... </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 00:12:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sol Whitaker - 15/07/24</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3053965523</link>
         <description><![CDATA[<p>Ele, um personagem caído do céu que a todo momento quer voltar para o alto, quer subir. Ele é uma estrela cadente que depois de ter caído no chão de areia de um deserto,  e quer voltar novamente para de onde caíu. O céu. </p><p>Uma corda desce do alto. Ele a segura e aos poucos vai subindo, subindo até explodir. Seus pedacinhos viram estrelas que cintilham como vaga-lumes  no espaço.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 00:13:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3053965523</guid>
      </item>
      <item>
         <title>continuação dramaturgia becket Tatah</title>
         <author>cristinetamara92</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3053969132</link>
         <description><![CDATA[<p>Começa a andar em círculos afastando a areia com os pés.</p><p><br/></p><p>Para. Questiona.</p><p><br/></p><p>Volta a caminhar, e cada cíclo realizado um pequeno monte de areia vai se formando.</p><p><br/></p><p>Para. Muda a caminhada para o sentido inverso, o monte aumenta gradativamente.</p><p><br/></p><p>Para. Começa usar as mãos para revolver a areia e abrir um baraco.</p><p><br/></p><p>Apito toca, ele olha, continua a cavar. </p><p><br/></p><p>O apito toca novamente, o homem ignora.</p><p><br/></p><p>Desce outro cubo do teto escrito "comida". O homem ignora. </p><p><br/></p><p>Para. Olhas paras mãos, entra no buraco, fica até a altura da cintura, continua a cavar.</p><p><br/></p><p>Apito do lado direito. Apito do lado esquerdo. O homem ignora, continua a cavar, só a sua cabeça aparace. </p><p><br/></p><p>Desce do teto o produtor amarrado por uma corda. Tenta tirar o homem do buraco. Eles brigam, dá um soco no produtor e ele desmaia. Volta a cavar o buraco. Não se vê mais o corpo do homem.</p><p><br/></p><p>Desce o corpo de bombeiros, a polícia, o FBI, a GCM, e não encontram mais o homem, apenas o buraco.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 00:16:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escrever um possível final para a peça &quot; Ato sem palavras&quot; Prof Bob - 15/06  - Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3053970997</link>
         <description><![CDATA[<p>O cubo grande se move de repente, jogando o homem no chão, depois se eleva e desaparece no alto.</p><p>O homem se levanta. reflete. Ele coloca as mãos no rosto e começa a chorar…</p><p>Tira do bolso as insígnias de oficial, joga bruscamente no chão.&nbsp;</p><p>Assobio na lateral direita.</p><p>&nbsp;Ele segue nessa direção e é empurrado para o centro.</p><p>Assobio na lateral esquerda.</p><p>&nbsp;Ele segue nessa direção e é empurrado para o centro.</p><p>Assobio ao fundo.</p><p>&nbsp;Ele segue nessa direção e é empurrado para o centro.</p><p>Assobio à frente.</p><p>&nbsp;Ele segue nessa direção e é empurrado para o centro.</p><p>E assim segue freneticamente</p><p>Até que, caído no centro, pega novamente o colar com as insígnias militares</p><p>Reflete</p><p>Coloca no pescoço enquanto chora copiosamente.</p><p>Reflete. Se encolhe e fica na posição fetal</p><p>Um assobio longo do alto da cena soa enquanto a luz se apaga.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 00:17:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade teatro do absurdo Samuel Becetts</title>
         <author>barneysttoppa</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3053971409</link>
         <description><![CDATA[<p>Tudo que estava em cena já saiu.</p><p>O homem começa a cavar a areia</p><p>O homem começa a correr por todos os lados.</p><p>Tiros de armas, levanta os grãos de areia.</p><p>O homem implorando para sair dali.</p><p>Jogam corpos de pessoas mortas </p><p>Ele fica parado e assustado.</p><p>Desmaia</p><p>Abre uma porta e entra dois policiais com pás nas mãos.</p><p>E começa a jogar  areia neles até cobrir todos os corpos.</p><p><br/></p><p>Barney Sttoppa </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 00:17:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>terminar o texto  de “ato sem palavras 1” (Beckett) explicitando quem é o personagem para mim - Ricardo Ikier (prof Bobby)</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3053971446</link>
         <description><![CDATA[<p>O Homem se levanta e sacode a poeira. lembra-se de olhar os bolsos. confere o bolso direito e encontra um pote de maquiagem branca. Borroca a cara com a pasta. sua cara fica extremamente branca. Ele confere o bolso esquerdo. Encontra um nariz de palhaço. Ele coloca o nariz. Sua expressão muda. TEsta varias caras mudando de expresão, fazendo caretas. Ele olha a frente e gargalha ferozmente. Vai ficando com o rosto vermelho. Eleva os olhos para o céu e começa a vociferar. Do céu cai uma chuva fresca. O palhaço dança.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 00:17:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Terminar o texto de Beckett (Ato sem palavras) explicitando quem é o personagem - Rayana Miamoto 15/07 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3053973938</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>O cubo grande se move de repente, jogando o homem no chão, depois se eleva e desaparece no alto.</p><p>O homem afasta-se. Reflete.</p><p>Assovio da lateral esquerda.&nbsp;</p><p>Em seguida é empurrado para para a cena, tropeça, cai, sacode o pó e deita no chão.</p><p>A árvore se move, se eleva e some no alto.&nbsp;</p><p>O cubo pequeno se move e de repente também desaparece indo em direção ao alto.&nbsp;</p><p>Quando ele se dá conta tudo que estava naquele deserto já não está mais lá, ele se encontra&nbsp;agora sozinho diante de um monte de areia.&nbsp;</p><p>O homem ainda no chão,&nbsp;fecha os olhos, como se estivesse fraco e exausto.&nbsp;</p><p>Um assovio é ouvido à direita. Ele olha e vê uma arma vindo do alto.&nbsp;</p><p>Tenta se levantar, mas não consegue.&nbsp;</p><p>Assovio à esquerda. Desce do alto um homem com roupa de soldado.&nbsp;</p><p>Ele se assusta, tenta fugir, mas é empurrado para a cena, tropeça e cai.</p><p>Assovio à direita. Aparece um homem com a roupa igual a dele, sendo levado pelo homem com a roupa de soldado.&nbsp;</p><p>Ele se desespera, como se fizesse uma expressão de não querer ser levado pelo homem vestido de soldado.&nbsp;</p><p>O homem vestido de soldado leva o rapaz com as roupas parecidas com as dele como prisioneiro de guerra. </p><p>Ele se acalma por não ser levado junto com o outro rapaz, mas se vê fraco demais e seus olhos se fecham.</p><p>A cena escurece, um blackout se instaura e nada mais se vê.</p><p>Reflete.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 00:19:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Beckett (Ato sem palavras) - José Victor</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3053978968</link>
         <description><![CDATA[<p>O cubo grande se move de repente, jogando o homem no chão, depois se elva e desaparece no alto.&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Assovio acima.</p><p>O homem senta.</p><p>A jarra se movimenta a sua frente.</p><p>O homem permanece imóvel.</p><p>A jarra continua se movimentando, cada vez mais próxima.</p><p>O homem permanece imóvel.</p><p>A jarra para em sua frente.</p><p>O homem se levanta em um pulo e tenta pegá-la.</p><p>A jarra se movimenta para cima, e some.</p><p>O homem reflete.</p><p>O homem corre para a direita.</p><p>Apito da esquerda.</p><p>O homem tosse.</p><p>A jarra desce.</p><p>O homem tosse.</p><p>A tesoura desce.</p><p>O homem olha os bolsos. Vazio.</p><p>A árvore se encolhe, toda preta e sem folhas.</p><p>O homem deita.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 00:23:05 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Atos sem palavras</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3053982051</link>
         <description><![CDATA[<p>O homem está sentado, por trás desce novamente um cubo grande com a tesoura em cima. </p><p>Em seguida o assovio à sua direita, o homem se move e olha o coqueiro. O homem olha para trás e vê o cubo com a tesoura. Ele percebe que as suas unhas não precisam ser cortadas. Ele pega a tesoura e vai até o coqueiro. Volta ao cubo e o leva até o pé de coco. O homem sobe no cubo com a tesoura na mão. Ele tira alguns galhos do pé e percebe que tem cocos. </p><p>O homem tira o coco com a tesoura, abre e mata a sede. </p><p>O homem capta que as oportunidades estão no esforço de pensar nas oportunidades que está em suas mãos.</p><p><br/></p><p><strong>Ednayran </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 00:25:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício Beckett</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3054006822</link>
         <description><![CDATA[<p>Senta-se&nbsp;</p><p>Esfrega os olhos&nbsp;</p><p>Tudo some</p><p>Acorda/desperta</p><p>Esfrega os olhos novamente</p><p>Observa ao redor</p><p>Nota-se que foi mais uma crise de sonambulismo</p><p>Retira o pijama um pouco suado.&nbsp;</p><p>OLha no relógio</p><p>Conta quantas horas faltam para o Trabalho</p><p>Deita-se&nbsp;</p><p>Dorme</p><p>Ouve-se um apito na lateral&nbsp; esquerda ...</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-16 00:41:26 UTC</pubDate>
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         <title>raíssa - dialogo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3055987975</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Adelaide -</strong> Estou inquieta preciso falar com você urgente</p><p><strong>Clara</strong>-&nbsp; Também estou inquieta. Desde que aquela menina chegou a cidade não se fala em outra coisa.</p><p><strong>Adelaide</strong> -É impossível não notar tamanhas semlhanças com vossa aparência. Eu mesma falei com ela na feira, não pude deixar de notar. Tinha traços teus.&nbsp;</p><p><strong>Clara</strong> -Traços meus Meus?</p><p><strong>Adelaide</strong> -Todos da cidade assim falaram e repetem desde então. Dizem que é sua filha morta.</p><p><strong>Clara</strong> - Se isso realmente fosse verdade seria um escandalo. Manda busca-la agora. Precisamos descobrir de onde vem essa criatura.&nbsp;</p><p><strong>Adelaide</strong> - Tua fala refere-se aos dois?</p><p><strong>Clara</strong> - SIm. Manda trazer aquele imundo que a acompanha.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-18 00:16:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício - escrever um diálogo usando frases indicadas pela professora (Também estou inquieta; Tinha traços teus; Assim falaram e repetem desde então; Tua fala refere-se aos dois) - Rayana Miamoto 17/07</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3055988133</link>
         <description><![CDATA[<p>Pessoa 1 - Estou inquieto, preciso falar urgentemente com vossa pessoa, é caso de vida ou morte.</p><p>Pessoa 2 - Também estou inquieta, também preciso falar-te urgentemente!</p><p>Pessoa 1 - Então diga-me o que tanto a aflige!</p><p>Pessoa 2 -&nbsp; Descobri algo que fará sua vida mudar de uma hora para outra.</p><p>Pessoa 1 - O que há de tão importante? Diga sem mais delongas.</p><p>Pessoa 2 - Tens um filho fora do casamento e este filho está revoltado por ter sido abandonado por ti e por conta disso, prometeu vingança ao nosso reino.</p><p>Pessoa 1 - Como sabes que realmente é meu filho?</p><p>Pessoa 2 - Tinha traços teus.</p><p>Pessoa 1- Pelos deuses, não é possível que isso esteja acontecendo. Realmente tive um filho antes de casar-me contigo, no entanto, não o abandonei, tentei assumir a paternidade deste, mas meu pai, rei de todo o reino não aceitou que eu assumisse o filho que tive com uma camponesa, um filho bastardo e então pediu que os soldados dessem cabo da vida de ambos. Achei que o soldado assim tivesse feito, mas pelo visto, algo aconteceu e hoje esse mal entendido se alastra pelas nossas vidas.&nbsp;</p><p>Pessoa 2 - Pelos deuses, o que faremos?</p><p>Pessoa 1 - Mas como ficastes sabendo de tal acontecimento?</p><p>Pessoa 2 - Assim falaram e repetem desde então!</p><p>Pessoa 1- Quem são estes que falaram?</p><p>Pessoa 2 - Toda a cidade, dizem que o bastardo se encaminha com um exército para a cidade para tomar de ti a terra que seria dele por direito e ele prometeu matar-te.</p><p>Pessoa 1- Devo resolver isso, vou atrás do soldado que estava encarregado de matar a criança e a mãe dela.</p><p>Pessoa 2 - O que farás?&nbsp;</p><p>Pessoa 1 - Devo tomar uma providência, isso não pode ficar assim!&nbsp;</p><p>Pessoa 2 - Tua fala refere-se aos dois, ao soldado e ao teu filho bastardo? Terás coragem de matar teu próprio filho para que ele não te mate ou matarás o soldado que não cumpriu a ordem de teu falecido pai?</p><p>Pessoa 1- Tu verás em breve a minha decisão! Soldados, arrumem a minha carruagem, preciso sair para resolver de vez as pendências com meu passado. (sai de cena)</p><p>Pessoa 2- Óh céus, o que acontecerá daqui em diante?&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-18 00:16:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício - 17/07/24 - Nathália Grigorievs </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3055992493</link>
         <description><![CDATA[<p>Mia: Vejo que está inquieta. Também estou inquieta. </p><p>Via: Confesso que aquela situação me deixou indigesta. Em toda parte tinha traços teus. </p><p>Mia: Aquelas cenas ecoam na minha cabeça. </p><p>Via: "Coitadas", assim falaram e repetem desde então. </p><p>Mia: Eles não tinham esse direito! </p><p>Via: Tua fala refere-se aos dois?</p><p>Mia: A todos eles.</p><p>As atrizes abaixam a cabeça e se mantém em silêncio. Ao fundo o som de as rosas não falam de Cartola, na voz de Beth Carvalho.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-18 00:20:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício  17/07 Tatah Cardozo</title>
         <author>cristinetamara92</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3056000976</link>
         <description><![CDATA[<p>Luiza: Parece que  acabaram de entrar na cirurgia. </p><p><br></p><p>Ingrid: Agora é esperar. Estou inquieta.</p><p><br></p><p>Luiza: Também estou inquieta.</p><p><br></p><p>Entre Antônia pelo corredor esquerdo, depois de bater várias portas finalmente acha a sala de espera.</p><p><br></p><p>Antônia: Graças a Deus achei vocês! Como estão...  (tenta abraçar Luiza, exita) ela disse alguma coisa antes de a levarem para a sala de cirurgia?</p><p><br></p><p>Ingrid: Não, ela chegou desarcodada. E durante o trajeto sofreu uma parada cardíaca, mas conseguiram reanimá-la. </p><p><br></p><p>Antonia: Meu Deus! Meu Deus...</p><p><br></p><p>No silêncio os corpos se misturam ao bege da sala de espera. O relógio no passo do seu toque, rompe o espaço de dentro e de fora. Fazendo lembrar que no virar do ponteiro a vida ou a morte, estará lá.</p><p><br></p><p>Antônia: A Raquel sempre foi tão pequena, mas tão forte ao mesmo tempo. Quando menina nós brincávamos perto de um terreno baldio, e lá perto da borda, tinha quase um precípicio, que misteriosamente nasceu um limoeiro. Acredita nisso? Um limoeiro a beira do precipicío? E ela espuleta que era adora se perdurar nos galhos do limoeiro. E eu sempre do lado de cá, gritando, "Raquel, para com isso. É perigoso. Para de ser maluca!". E ela ria, ria, ria...</p><p><br></p><p>Ingrid: A raquel nunca teve muito juízo mesmo. E agora? Como vai ficar a criança? Álias, Antonio, você chegou a conhecer a criança, a filha dela?</p><p><br></p><p>Antônia: Pessoalmente não. Vi fotos. (para Luiza) mas... tinha traços teus. Malditos! Canalhas! Filhas da puta.</p><p><br></p><p>Ingrid: Tua fala refere-se aos dois? O Cadú e o Erick.</p><p><br></p><p>Antonia: Sim, claro! Afinal não foram eles que fizeram isso com a Raquel. Mesmo que indiretamente?</p><p><br></p><p>Luiza: Eles negam. Disseram que tudo não passou de uma brincadeira. E que não viram quando a Raquel entrou no carro.</p><p><br></p><p>Ingrid: Assim falaram e repetem desde então.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-18 00:25:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 7 - 17/07 - Pro Juliana - Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3056015715</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>-Você viu como a opinião pública me condena?</p><p>- Também estou inquieta.</p><p>- Não me diga que também acredita nesse absurdo!</p><p>- Entenda, parece bastante verossímil…</p><p>- Garanto, não fiz essa obra, não produzi tal horror, não me envolvi nessa encrenca!</p><p>- Tinha traços teus…</p><p>- Procuraram me incriminar, não são meus traços, é perfídia pura.&nbsp;</p><p>- Os analistas não tem dúvidas..</p><p>- Foi um golpe dado pela oposição. É uma balbúrdia intencional.&nbsp;&nbsp;</p><p>-Tua fala refere-se aos dois…</p><p>- Quem mais poderia ser? Deve acreditar em mim. Ao menos você.</p><p>- Tenho dificuldade em aceitar tamanha conspiração. Você…</p><p>- Assim falaram e repetem desde então. Assim que notaram minha popularidade se esvair, reforçaram este discurso.</p><p>- Mas seria muito engenhoso. Por que não diz a verdade e aceita as consequencias de suas escolhas</p><p>- Eu não sou responsável por isso… eu preciso que confie… eu estou angustiado, ou melhor, desesperado. Me ajude...</p><p>&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-18 00:35:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula 7 - 17/07 - Profa. Juliana - José Victor</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3056016727</link>
         <description><![CDATA[<p>Filha - Não consigo ficar sentada. O que faço?</p><p>Mãe - Também estou inquieta, minha filha.</p><p>Filha – Eu não tive alternativas.</p><p>Mãe - Tua fala refere-se aos dois?</p><p>Filha - Dois? Como você sabe?</p><p>Mãe - É só ligar a TV. Há duas horas só se fala no “monstro sanguinário” e suas duas pobres vítimas. Assim falaram e repetem desde então.</p><p>Filha – Monstro? Fiz um ato de caridade! &nbsp;</p><p>Mãe - Eu vi as imagens! Sangue espalhado por todo o lado! Tinha traços teus por tudo que é lado, filha!</p><p>Filha – Eles imploraram para mim. Eu não queria!!! Meu Deus! Um ato de misericórdia, ser chamado como monstruoso?</p><p>Mãe – Acho melhor você se esconder. Agora!</p><p>Filha – Está surda? Eu não fiz nada!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-18 00:36:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Encontro idoso e criança Tatah Cardozo</title>
         <author>cristinetamara92</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3056037452</link>
         <description><![CDATA[<p>Na beira do lagoa uma criança brinca de jogar pedra no rio.</p><p><br/></p><p>Homem: Menino, tudo bem? É você mora por perto? Conhece a região?</p><p><br/></p><p>Menino: sim! Eu moro lá do outro lado da margem do rio.</p><p><br/></p><p>O homem olha em volta. O rio é tão distante que não se vê a outra margem.</p><p><br/></p><p>Homem: Mas você veio com alguém? Cadê seu pai, sua mãe? </p><p><br/></p><p>Menino: Eu vim sozinho.</p><p><br/></p><p>Homem: Sozinho? Não pode ser.</p><p><br/></p><p>Menino: Eu vim montado no arco íris lá no fundo está vendo? Lá, qualquer um pode cruzar a margem do rio, basta que o seu coração seja puro. E você tio, como veio parar aqui?</p><p><br/></p><p>O menino se virá, o homem olha em seus olhos, lembra da vida de outrora. </p><p><br/></p><p>Porque perdemos a pureza quando crescemos?</p><p><br/></p><p>Menino: o senhor é velho. Quer sentar? Eu ajudo.</p><p><br/></p><p>Homem: eu estou cansado. Eu queria atravessar o rio. Mas temo que o meu coração não seja puro o suficiente.</p><p><br/></p><p>Menino: È sim, pra ser puro basta comer todo o brócolis do prato. Minha mãe disse que menino obediente come toda a comida, inclusive o brócolis.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-18 00:51:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Idoso e Criança - Raíssa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3056037790</link>
         <description><![CDATA[<p>Criança e Idoso</p><p><br/></p><p>Criança- O que é isso?</p><p>Idoso- É meu amuleto da sorte?</p><p>Criança- O que é um amuleto ?</p><p>Idoso - É um objeto especial.</p><p>Criança - Faz tempo que você o tem?</p><p>Idoso- SIm, desde criança.</p><p><em>Criança ri</em></p><p>Idoso - Porque você ri?</p><p>Criança - Não imagino você criança.</p><p>Idoso- E você imagina&nbsp; como vai ser quando ficar velho?</p><p>Criança - Eu não vou ficar velho.</p><p><em>&nbsp;Idoso ri</em></p><p>Criança - Por que você ri?</p><p>Idoso - Se você escolhesse um objeto agora para ser seu amuleto da sorte, qual você escolheria?</p><p>Criança - Eu não sei.</p><p>Idoso - Você quer ficar com meu amuleto para você?</p><p>Criança - Mas aí você ficaria sem sorte ?</p><p>Idoso - O que você acha?</p><p>Criança - Eu acho que sim.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-18 00:51:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício 2 - Diálogo entre uma criança e um idoso (Rayana Miamoto - 17/07)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3056041181</link>
         <description><![CDATA[<p>Um senhor senta-se no banco da praça, pega seu jornal e começa a ler, como faz todos os dias. De repente uma criança senta-se ao seu lado e começa a puxar assunto. O senhor de início estranha a atitude do menino, afinal, todos os dias senta naquela praça para ler seu jornal e nunca ninguém o notou antes.</p><p><br/></p><p>Criança - Por que o senhor não conversa com ninguém?</p><p><br/></p><p>Senhor- Porque ninguém me nota, chega uma idade em que somos esquecidos por todos, nos tornamos&nbsp;invisíveis</p><p><br/></p><p>Criança- Por que o senhor acha isso?</p><p><br/></p><p>Senhor - Minha família me esqueceu, me colocou em um asilo e desde então nunca mais voltou para me visitar ou saber de mim, a partir desse momento, as enfermeiras trazem os idosos para essa praça para tomar sol e eu aproveito para ler o meu jornal.</p><p><br/></p><p>Criança - E por que não se enturma com seus colegas?</p><p><br/></p><p>Senhor - Me tornei invisível até mesmo para eles!</p><p><br/></p><p>Criança - Será que as pessoas te tornaram invisível para elas ou será que você mesmo se afastou das pessoas que mais amava?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-18 00:54:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício 1 -  Escreva um diálogo com as frases  abaixo: (Sol Whitaker)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3056123188</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br/></p><p>Também estou inquieta</p><p>Tinha traços teus</p><p>Assim falaram e repetem desde então</p><p>Tua fala refere-se aos dois</p><p><br/></p><p>Inquietude.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>Saiu?&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>Saiu o que?</p><p>O resultado?</p><p>Saiu? Nossa!</p><p>Saiu sim.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>E ai? O que você achou?&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>Como você está?</p><p>Ahhh, muito inquieta</p><p>Também estou muito inquieta.</p><p>inquieta! E agora?</p><p>Sabe, tinha traços teus.</p><p>Meus?</p><p>Não ! Eram os teus!</p><p>Meus? Era só o que faltava!</p><p>Bom. foi o que eu ouvi,</p><p>Assim foi o que me falaram,&nbsp; E sabe... repetem desde então.</p><p>O que voce quer dizer com isso?</p><p>Quero dizer que a tua fala refere-se aos dois.</p><p>Aos dois/ Verdade?</p><p>Isso me parece surrealista.</p><p>Mas é!</p><p>Que coisa heim?</p><p>Eu nunca imaginei.</p><p>Nem eu. Mas é isso mesmo! O exame saiu.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-18 01:51:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Rodrigo de Freitas - 22/07/2024 (segunda) Personagens-</title>
         <author>rodrigotaylormusic</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3059082545</link>
         <description><![CDATA[<p>1- É uma pessoa simples, desinteressante, sem grande inteligência, pretensões, nada. Vestia calça comum azul, blusa moleton preta e capuz, disposição sobrando demais para pouquíssima inteligência, mas estava ali, a beira do alvo, esperando seus comparsas do outro lado da avenida, na parte de dentro da estação. A emoção, faz com que seus sentidos tremulem, era tarde de um sábado chuvoso e friorento na vila madalena, uma região de classe média alta na area oeste de SP</p><p><br/></p><p>2- A vida tava mais do que lascada, a necessidade batendo forte, mas também existe a ideia de estar entre as mentes mais conhecidas da quebrada no fundão da leste era um privilégio estar na boca dos moradores como uma das pessoas mais periculosas do role.</p><p>A pessoa reflete</p><p>-Chegamos no bote, ficamos na calada ganhando* os valente, os cana, as vítima a porra toda. Não queria saber de porra nenhuma, eu queria era tocar o terror, pegar a minha parte, pra depois encher o cú de maconha e tirar onda no baile ficar tirando giro de grau com uma moto de leilão suave me truta, colar ali no Yolanda, Guianazes ostentando.</p><p>Se pá sobra um troco pro gás da coroa, os remédio da farmácia, umas lata de leite pra minha irmã que tá meio lascada de grana né !? O pai da criança morreu numa outra fita que a gente se envolveu...</p><p>Entramos, cercamos geral, pegamos o malote! ZUUUM!</p><p>Metemo tiro pro alto, gritaria da porra, soquei um guardinha safado, zarpamo de várias moto, caímo pra leste.</p><p>E estranhamene não me lembro de mais nada, nem da grana, nem da moto, nem de porra nenhuma...</p><p>Provavelmente encontrei a morte, mas não sei ao certo!</p><p><br/></p><p>3- Caralho! Eu estou chapando, dormi no barraco, as ideias não estão muito bem organizadas na cabeça, fiquei de olheiro com as peças na mochila, esperei a galera entrar, entrei depois me escondi no banheiro, a mina que estava no esquema pegou as peças e saiu distribuindo , o guardinha veio embaçar, dei um soco nele, ele quis fazer a segurança do dinheiro dos outros, porra! Ele é tão fudido como qualquer um de nós, pagou de espertão, a bala comeu.... PAH!</p><p>Quero que se foda! Antes ele do que eu. A cena agora está clara pegamos tudo, "demo" tiro pro alto, saimo avoado pegamo a marginal o restante foi pela radial e se jogamos pra leste!</p><p><br/></p><p>4- O cara é branco, calvo, estatura baixa, olhos castanhos, segurava uma criança nos braços, assistiu toda aquela palhaçada, não fizemos nada com ele, mas aquela figura, aquele olhar que viu, tudo e vestido de jeans e camiseta, olhar de pânico, me chamou a atenção.</p><p><br/></p><p>5- A figura citada acima, no depoimento para o delegado Macedo do DECAP dá a descrição dos fatos:</p><p>- Era um monte de filho da puta abusado! Não tenho uma noção ao certo dos números, porém o mais filho da puta estava de calça azul e moleton preta esquisita, tinha cara de merda, fazia sons e apontava a pistola para todos, não focava em ninguém, não dava para saber se era homem, se era mulher, tinha uma gostosa entre eles, mas foi ela que me rendeu e me mandou abaixar, na mesma hora eu tentei proteger o meu sobrinho que estava comigo, deram tiro pro alto, gritaram com a gente, pegaram um monte de coisa, mas guardei meu "biriri" no saco pra passar sairam voando, desse comerciozinho mambembe em direção aos infernos que os geraram, filhos da puta!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-23 00:40:34 UTC</pubDate>
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         <title>Foi roubado!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3059086889</link>
         <description><![CDATA[<p>1) Arturo tem traços indígenas: a pele morena e o cabelo bem preto e liso. É baixo e veste um poncho colorido, que chama a atenção de quem passa por ele no centro do Rio de Janeiro. E é verão. Tem um andar perdido, e encontra alguma dificuldade de localizar a sede do Banco do Brasil, onde, segundo informações que adquiriu, está guardada a taça Libertadores da América de 1981, que seu time de coração, o Cobreloa, perdeu para o Flamengo, em 1981.</p><p><br></p><p>2) - Mira, naquele año, ochenta y uno, eu era un joven muito ilusionado con que mi equipo saliera campeón de Libertadores. El desgraciado de Zico he estragado todo, como lo odeio! Fizemos de tudo, demos pancada durante todo el partido, de nada adiantó. Ahora me voy a Brasil para traer de vuelta la taza a mi querido Cobreloa, que nunca ganó ningun título internacional después que Zico nos quitó a la mierda. Pero en realidad, tengo grande admiración a Zico. Ojalá todo pase lindo. Siempre quizo conocer Rio y tomar una caipirinha.</p><p><br></p><p>3) O Largo da Carioca sempre testemunhou a atuação de grupos folclóricos indígenas tocando flauta peruana. Mas desde que acabou a comercialização de CDs, esses indivíduos vestidos com penachos de índigenas norteamericanos não eram vistos mais nas redondezas. Assim, a entrada de Arturo com seu ponche colorido chamou a atenção dos seguranças da sede do Banco do Brasil.</p><p>Tão logo entra na agência, pergunta sobre a seção dos cofres e percebe que teria alguma dificuldade de comunicação. Ao chegar na seção desejada, Arturo declara o assalto para a caixa Elaine.</p><p><br/></p><p>4) Embora a caixa Elaine tenha nascido em 23 de novembro de 1981, ela, que nunca entendeu de futebol, não sabia que era o dia em que o Flamengo conquistara seu primeiro título de Libertadores. Elaine nunca foi de acompanhar futebol, e talvez isso seja libertador. Mesmo assim, se diz tricolor porque seu chefe é tricolor. Elaine é bastante ambiciosa, e gasta algum tempo todos os dias se arrumando para ir ao trabalho, e gostaria que seu chefe notasse um pouco mais seu desempenho e, por que não, formas.</p><p><br></p><p>5) - Quando ele entrou por aquela porta eu logo pensei: logo no fim do expediente! É sempre assim: quando eu já tô pensando em sextar no churrasquinho ali da Uruguaiana, aparece um mala faltando dois minutos, só pra me atrasar minha vida. Só não imaginei que fosse assaltante. Eu nunca tinha passado por um assalto, e assim, você nunca imagina que é um índio que vai te assaltar, né? Confesso que até tinha uma certa curiosidade de ver como é aquela adrenalina de assalto, mas pô, não no fim de uma sexta feira, né? Se ainda fosse numa manhã de segunda, daí já liberava os funcionários pro resto do dia, aí ia ter perícia no dia seguinte… de repente dava até enforcar a semana.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-23 00:44:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>22/07/24 - bobby Exercício assaltante Ricardo Ikier</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3059089530</link>
         <description><![CDATA[<p>1 - cinco minutos descrição em rubricas quem é? e como se apresenta</p><p><br></p><p>Homem de 53 anos vestindo um terno que não cabe muito bem nele. Tem cabelos com gel todo para trás e um bigode farto. Barba feita. Corpulento e com a cara oleosa, se move como um bloco e fala com as mãos grossas socando o ar.&nbsp;</p><p><br><br><br></p><p>2 - 10 min depoimento em primeira pessoa como se sente por ter que fazer o assalto e quais motivos</p><p><br></p><p>Eu sou um homem bom. Trabalho desde cedo. Acordo cedo, ainda com o dia frio. Eu sou um homem bom. nunca peguei nada de ninguém, até me pulicio pra não pensar mal de pessoa… conta só não pago quando não tenho, e sempre dou um jeito de ter, né? porque conta é um negócio que não para de aparecer. é que nem chuchu, como se diz. mas quando a coisa aperta a gente fica com a cabeça naquilo, ne? paga como, num paga, tem juro… é difícil. (Pausa) essa num teve jeito de pagar. e era de agiota. daí já viu. fica como? num fica. tem&nbsp; de ficar. o próprio cara do dinheiro deu o jeito. cê trabalha no banco né? a gente precisa de um olho lá. e você é pai de familia né com duas filhas… Lembrei na hora de beth e paulinha.</p><p><br></p><p>3 - dez minutos descrição narrativa desse assalto começo meio fim</p><p><br></p><p>o assalto se deu logo de manhã, na hora que o banco está abrindo. o dia começou, movimento pouco de meio de mês, uma quarta feira. o cara oleoso de bigode que cuida da porta giratória saiu da sua casinha protegido, no alto e abriu a porta para quem tem aparelho cardíaco. e ninguém nem percebeu, pelo começo do dia, café. Dois homens passaram pela porta. depois mais dois. e quando viu tinha um de cada lado de funcionário, caixa e gerente. armados. nem teve reação de ninguém, renderam os guardas. e levaram todo dinheiro dos caixas eletrônicos, que abriram com a chave&nbsp; do gerente e também o dinheiro dos caixas. amarraram todo mundo num corredor sem celular e saíram pela porta da frente. um cliente entrou dez minutos depois e viu o banco vazio sem ninguém. estranhou e chamou a policia.</p><p><br><br></p><p>4 - cinco minutos outra personagem presente no assalto rubricas descritivas</p><p><br></p><p>Bernardete é uma senhora baixinha que trabalha na limpeza do banco. Usa um uniforme azul e tem um passo pequeno e leve. anda sempre com uma escada pequena para alcançar os vidros que limpa e um pano para o mesmo fim. discreta e observadora usa um óculos de grossas lentes.</p><p><br></p><p>5- dez minutos Depoimento dessa outra personagem em primeira pessoa</p><p><br></p><p>Ah, eu vi tudo aqui de fora. Eu tava aqui de fora limpando os vidro da entrada. O moço da porta giratória, que fica encrencando as pessoas lá da casinha,&nbsp; tava fora de lá. veio andando , parou. encostou no vidro que eu tinha cabado de limpar. fiquei danada com ele por isso tava olhando. Ele abriu a portinha do lado, aquela de entrada dos véio de marca passo. destravo e volto pro lugar dele. aí entrou os dois primeiro. bem arrumado de casaco grande bunito. eu olhei pro moço da porta e ele passou o olho e num fez nada, eu falei bom, ele cunhece.&nbsp; voltei pro meu vidro. entro mais dois que eu num vi por onde por que tava pensando na vida e tinha uma mancha tinhosa na porta. e quando do nada eu vi foi logo uns 7 entrando junto e me puxando pelo braço pra dentro do banco. os homi foi levando nois pra dentro e fico de andação pra lá e pra cá com o gerente. eu só via os pés deles passando. fico uma gretinha na porta do corredor que eles tranco a gente.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-23 00:47:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício: Assaltante - Nathália Grigorievs </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3059089690</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Exercício: Assaltante</strong></p><p><br/></p><p><strong>1. Descrição da personagem que vai assaltar o banco</strong><br></p><p>Mário é um homem branco, grisalho, com os olhos claros de cor azulada, magro, com 1 metro e 90 centímetros de altura. Ele está vestindo uma calça jeans clara, uma camiseta branca e um agasalho em tom azul caribe. Nos pés, um all star laranja já gasto. Tem a barba bem feita e um sorriso bonito. É um homem atraente de 39 anos.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Mário se apresenta com uma autodescrição sobre suas características físicas, para que todo o público possa saber como ele é. Posteriormente, apresenta-se com voz mansa, contando sua trajetória. Onde nasceu, onde cresceu, onde, como e com quem viveu, de quem é filho, por quem foi criado. Detalhes. Ele é um personagem apegado aos detalhes e faz questão de compartilhá-los para que o público se comova e sinta-se tocado.&nbsp;<br></p><p>Até que de repente ele anuncia o assalto.&nbsp;</p><p><br/></p><p>O alarme do banco dispara e começa a tocar incessantemente. A plateia é tomada por esse barulho durante dois incansáveis minutos.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>2. Depoimento em primeira pessoa</strong></p><p><br/></p><p>O som do alarme fica mais baixo e ao fundo é possível ouvir agora, também, o barulho da sirene do carro de polícia que se aproxima em alta velocidade.</p><p><br/></p><p>Com a voz ofegante Mário começa o seu relato.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Mário - Eu não sei ao certo como cheguei até aqui e nem sei se há algo que justifique o meu fim, só sei que em algum momento eu me perdi e não mais me reconheci. Não sinto culpa, esse ato foi inevitável. Não me restou nada, além de uma vida fracassada. Era tudo ou nada.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Mário começa a chorar e a repetir copiosamente - Tudo ou nada… Era tudo ou nada…&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>3. Descrição narrativa do assalto</strong></p><p><br/></p><p>Mário respira fundo, treme, balança as mãos. Respira fundo novamente, apalpa o rosto, alisa os cabelos e se convence que aquilo tem que acontecer. Do outro lado da rua, analisa novamente a cena onde se dará o crime. Observa se de fato não há câmeras, viaturas de polícia ou quaisquer outros elementos que possam implicar na frustração da sua ação. Sente seu coração a cada minuto mais acelerado. Dá o primeiro passo. Depois do primeiro é como se todos os demais fossem conduzidos de maneira automática e ele não pudesse mais controlá-los. Está dentro da agência. É agora ou nunca. Ele dá a voz de assalto! Pessoas tentam correr e ele dispara três tiros. Um acerta o pé de uma mulher, o outro o ombro e um homem e o terceiro a mão de uma criança. Mário desespera-se. A criança chora agonizando de dor, a mãe implora por socorro. De repente o alarme é disparado, a porta travada e Mário se vê preso junto às vítimas dentro da agência pouco movimentada. Tudo pareceu acontecer em apenas um minuto. Mário se vê cego, mudo e surdo. Estático, não consegue sair do lugar. Sentado no chão, em estado de choque, não consegue levantar.&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>4. Descrição de outra personagem que estava presente como testemunha no assalto</strong></p><p><br/></p><p>De cabelos loiros com franja e olhos claros, a pequena menina, de pele branca e “janelinha” no lugar dos dois dentes da frente, está completamente inconsolável e agoniza de dor. De estatura baixa e corpo magro, aparenta ter entre 5 e 7 anos, provavelmente 7. Acompanhava a tia no estabelecimento, quando foi atingida por um dos disparos realizados pelo assaltante.&nbsp;<br></p><p><br/></p><p><strong>5. Depoimento em primeira pessoa desta outra personagem sobre o assalto contendo afirmações e deduções sobre a personagem assaltante</strong><br></p><p>Aia - Ele entrou e todo mundo gritou. Ele gritou primeiro e depois todo mundo gritou. Minha tia gritou e eu também. Ele parecia um homem muito mal. Eu fiquei assustada e comecei a chorar e ele começou a gritar comigo e com a minha tia. Ele só gritava e eu me assustava. Eu queria minha mãe e ele mandava eu calar a boca, gritando sem parar.&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-23 00:47:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício do Assaltante  - 22/07 - Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3059095535</link>
         <description><![CDATA[<p>1&nbsp; - Mulher baixinha, miúda, aparentando frágil, escondida em óculos de aro grosso, um capuz cobrindo os cabelos, porém sem nada para cobrir o rosto que possui uma cicatriz grossa por toda a face direita. Fala com uma firmeza inesperada para a sua aparência. Veste-se com elegância e descontração.&nbsp;</p><p>2 - O assalto não era uma escolha, mas a única alternativa. Eu precisava dar minha contribuição para o bando. Eu já vivia às custas deles desde a saída da casa de meus pais. Precisavam de alguém que soubesse atirar, se preciso, eu não pretendia atirar, mas que não pretendia, eu não queria, ou melhor jamais atiraria. Também era necessário que conseguisse entrar sem levantar suspeitas. Quem mais, se não eu. Minha aparência, que não se destaca em nada, era quase um nada diante dos outros, iria me valer neste momento, é o que pensávamos, é o que eu pensava. Eu tinha medo. Muito medo. Mas pouco amor próprio, achava que minha existência valia pouco e poderia ser finalizada sem causar grande comoção. O bando precisava e eu precisava. Como deixar de ser um peso e passar a ser útil? Como passar a ser necessária? Queria ser vista… fui. O assalto se deu em uma agência que passava por reforma e incomodava os clientes com a desordem de sua entrada. Um integrante do bando percebeu que daria para passar armado, foi discutido quem poderia entrar na agência e consegui convencê-los.</p><p><br></p><p>3- o assalto é anunciado com voz firme e arma em punho após a assaltante passar sem dificuldade pela porta de vidro do banco. Na agência estavam poucas pessoas e o segurança da porta foi o primeiro a ser ameaçado. depois aproximou-se de uma mulher que aguardava na fila e trocou a mira do segurança para a mulher. puxou-a para perto e apesar de ser mais alta que a assaltante, era facilmente arrastada por onde esta seguia. Entregou uma sacola para o caixa e pediu que colocasse apenas dinheiro. Para os cliente solicitou joias e celulares. Falava com firmeza. Juntou tudo que pode, não pediu para ir ao cofre. Arrastou a mulher que serviu de escudo até o lado de fora. Disse algo, pegou o aparelho celular dela e a deixou sumindo no ar.</p><p><br></p><p>4 - Mulher, alta, por volta de 40 anos. Vestia-se com roupas caras e discretas. Estava de cabeça baixa. quando fala é com aparente displicência e bom humor contradizendo uma aparência austera.</p><p><br></p><p>5 - Eu percebia que aquilo era trabalho de estreante. Via que estava parecendo segura mas senti seu coração batendo forte, não sei, senti que era mais que a adrenalina do momento, parecia que você tinha medo. Quando me escolheu como escudo, não me causou medo nem raiva. Via a forma como cada ação sua parecia ter a precisão de um cirurgião. Aqueles poucos minutos presa aos seus braços tinham sido excitantes e num impulso, quando vi que ia se afastar, pedi para não misturar meu celular aos outros para eu te ligar. Você sorriu e saiu com meu telefone na mão. Eu sabia que era um indício de que poderia ligar. Aquele assalto mudou meu dia, minha semana e agora que já estamos juntos há tanto tempo, posso dizer que mudou minha vida.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-23 00:52:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sol Whitaker</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3059102887</link>
         <description><![CDATA[<p>1- Alto magro, vestido de preto, usa um boné também preto. Tem uma barba longa e uma aparencia de pessoa de classe média de aproximadamente 50 anos.</p><p>2- Vou assaltar porque adeio os bancos. Odeio os banqueiros. Eles roubam de maneira oficializada, cobram juros e todo mundo paga pelo roubo deles! Eu juro que odeios os juros e todos eles desse mundo ladrão normalizado. O pobre quando rouba um pão é preso. O banqueiro quando rouba, todo mundo paga à empresa do roubo.</p><p>3Um homem que se dirige à porta do banco ficou parado , assustado por ver como o homem de boné preto se movia em frente ao caixa, olhando para todos os lados e parecendo muito nervoso. Até o momento que tira algo da sacola posta no chão e tudo vira um fogo grande.</p><p>4 Eu vi tudo acontence, ele estava nervoso. O homem usava um boné preto e mais parecia um policial, mas não era, ele explodiu tudo, muito pedaços de tudo no chão. E quem pegou o dinheiro não foi o do bone, mas o outro que estava ao lado dele.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-23 00:59:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sol Whitaker</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3059104082</link>
         <description><![CDATA[<p>1Um homem, algo, magro com bone´e roupas pretas de boa qualidade. Aparencia de alguém que trabalha com segurança.</p><p>2 Vou asslatar porque preciso de dinheiro </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-23 01:00:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício do assaltante - 22/07 Rayana Miamoto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3060637302</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>1- Marcelo, um rapaz de aproximadamente 18 anos de idade, estatura mediana, deve ter aproximadamente 1,70 de altura, cabelos pretos, um semblante carismático, ele sempre foi um rapaz muito simpático, companheiro e gostava de agradar as pessoas. </p><p><br/></p><p><strong>2- Marcelo:&nbsp;</strong>Olá, meu nome é Marcelo, tenho 18 anos e estou iniciando a vida no mundo do trabalho.  Acabei de sair do ensino médio, mas todos os empregos pediam experiência profissional e referências anteriores, mesmo eu dizendo que este era o meu primeiro emprego. Os dias iam se passando e eu ia ficando cada vez mais desanimado, até que um dia, passei na frente de um banco e parece que lá estava a minha solução, vi um homem saindo de lá apressado, mas cheio de dinheiro, aparentemente ele tinha roubado aquela agência bancária e parecia algo tão fácil, então resolvi tentar. Foi então, que eu fiz um currículo falso, colocando que tinha muita experiência como assaltante de banco, tanto, que meus futuros contratantes podiam ver que a minha ficha criminal é limpa, por nunca ter sido pego em nenhum dos meus assaltos a banco.  Assim, eu comecei a receber várias propostas de emprego nessa área e estou muito feliz de ser cogitado por tantos empregadores nesse momento, porém a vida não é tão fácil quanto parece, às vezes ela te dá um limão e no outro dia ela não te dá nada, que é o meu caso, por não ter nada, preciso trabalhar e por não ter nada no currículo e nada de experiência não consigo emprego. A vida do pobre é difícil e parece que só piora. Sorte minha que sou bom de ter ideias rápidas, então já pensei em um emprego que não é tão difícil e que eu posso me dar muito bem. Todo mundo acha que para ser assaltante precisa ser agressivo, mas eu não penso assim não, pra mim tudo se resolve com educação e com conversa, vou provar que posso ser um bom assaltante e acho que tenho talento para isso!</p><p><br/></p><p>3 - Quatro dias antes do assalto ao banco (4 dias antes)</p><p>Marcelo foi até a entrevista de emprego com o Chefão (chefe de um grupo de bandidos da cidade). Marcelo se apresentou como se fosse um bandido experiente, disse que com ele não teria erro, que o que ele tem de idade ele tem o dobro de experiência com isso e entregou sua ficha ao Chefão, mostrando que sua ficha era limpa e que nunca foi pego pela polícia. O Chefão ficou surpreso com a habilidade do rapaz, pois não havia visto nenhum bandido até hoje que tivesse a ficha limpa, assim sendo, resolveu contratar Marcelo para o trabalho sujo. Combinou data, local e hora do assalto no banco central da cidade.</p><p>Dia do assalto&nbsp;</p><p>Marcelo chegou na frente do banco, parou, olhou discretamente, olhou o relógio e voltou a olhar para o banco, o comparsa que estava com ele achou tudo aquilo estranho e perguntou se aquilo era alguma técnica nova para assalto, Marcelo então disse que não, que aparentemente uma pomba havia passado e feito cocô em seu relógio, mas que tudo bem, que aquela é a hora do assalto, a hora que ele mais gosta. O comparsa perguntou então que horas eles iriam entrar no banco e Marcelo disse que falaria a hora certa, eles esperaram, esperaram e esperaram, até que repentinamente, Marcelo diz que aquela é a hora certa. Nesse momento, uma senhora está entrando no banco, com dificuldade de locomoção, então Marcelo, como sempre foi muito atencioso e carismático com as pessoas, quis ajudar a senhora idosa, deixando ela se apoiar em seu ombro e levou ela até o caixa eletrônico, ajudando-a a sacar o dinheiro de sua aposentadoria. Ao terminar de ajudar a pobre senhora, o comparsa começou a pressioná-lo para iniciar o assalto, mas Marcelo sempre inventava uma desculpa, até que não teve jeito, o comparsa colocou a arma na barriga de Marcelo e falou que ou ele começava logo a porra do assalto ou ele ia ver o resultado, Marcelo tremendo de medo disse que ele sabia a hora certa de começar e que seu comparsa estava realmente certo que aquela era a hora que ele havia escolhido para começar.&nbsp;</p><p>Marcelo então se encaminhou para um dos caixas e segurou sua arma na cintura, foi amedrontar o rapaz do caixa e levou um susto, pois viu que era seu amigo do colégio, levou um susto e paralisou imediatamente, até que desmaiou e não viu mais nada.</p><p><br/></p><p>4- O amigo de Marcelo da época do colégio é um rapaz alto, magro, com cabelos cacheados e castanho, sempre bem vestido, é o verdadeiro estereótipo de pessoa que se dá bem na vida, o exemplo de filho, aluno, de pessoas que todos querem ser, mas que poucos conseguem.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>5- Amigo de Marcelo:</strong> Eu não entendi nada do que aconteceu naquele banco, foi realmente tudo muito estranho, primeiro eu achei que o Marcelo ia me assaltar, imagina só eu pensar numa coisa dessas? Depois ele desmaiou do nada, ai eu percebi que possivelmente ele estava se aproximando de mim para pedir ajuda porque estava passando mal, mas quando eu fui ajudar, um cara se aproximou de mim e me pediu para passar todo o dinheiro do caixa, então foi o que eu fiz. Ele assaltou o banco, apontou uma arma para mim e para todos que estavam ali perto, uma senhora ficou com muito medo, tentei confortá-la mesmo estando na mira do bandido, mas tudo acabou bem, ninguém se machucou, o bandido pegou o dinheiro e foi embora, mas antes de sair chamou o Marcelo de VACILÃO, ninguém entendeu o porquê, agora não se pode mais passar mal? Além de ser assaltante o cara não tem empatia pelos pessoas, o mundo precisa de bandidos melhores do que ele. De repente o Marcelo acordou muito assustado, fez até xixi nas calças, levei ele para tomar uma água e ele se acalmou mais, então quis levar ele para casa, mas ele não queria, disse que teriam pessoas esperando ele lá, não entendi é nada.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-24 21:53:37 UTC</pubDate>
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         <title>Conversa entre idoso e criança - José Victor - Prof. Juliane</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3060654927</link>
         <description><![CDATA[<p>Neto – Vovó, você tá triste?</p><p>Avó – [<em>enxugando as lágrimas</em>] Foram muitos anos.</p><p>Neto – O vovô era legal... A mamãe disse que ele foi visitar o Papai do Céu.</p><p>Avó – Esse seu brinquedo [<em>aponta o ferrorama]</em>.</p><p>Neto – Não é meu. É do papai. Ele acabou de tirar de uma caixa que tava escondida lá em cima.</p><p>Avó – Você sabia que eu conheci seu avô em uma estação de trem? Eu estava indo conhecer meus tios no interior. Seu avô estava vendendo jornal.</p><p>Neto – E o vovô pegou esse trem pra visitar o Papai do Céu?</p><p>Avó – Quase igual. Um muito parecido com esse.</p><p>Neto – A gente devia ter ido junto com o vovô.</p><p>Avó – É uma viagem que a gente só pode fazer sozinho. Logo logo é a vez da vovó. Daqui um tempo, é a vez do papai e da mamãe.</p><p>Neto – E eu vou ficar sozinho?</p><p>Avó – Mas ainda vai demorar muito tudo isso. Você ainda vai casar, ter um filho e virar papai. O seu pai, vai virar vovô... é assim.</p><p>Neto – Nossa! O papai vai virar o vovô? Papai!!! Você agora é o vovô!!</p><p>[FIM]</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-24 22:56:35 UTC</pubDate>
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         <title>17/07 - diálogo entre  criança e  idoso. Prof Juliana -  Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3060655234</link>
         <description><![CDATA[<p>Escreva um diálogo curto entre uma criança e um idoso.</p><p><br></p><ul><li><p>Como assim? Você está virando árvore?</p></li><li><p>Sim, minha casca está ficando toda rajada e minhas folhas estão caindo…</p></li><li><p>É uma árvore sem folha?!</p></li><li><p>Sim, uma árvore no outono…</p></li><li><p>E quando vai ter folhas novamente?</p></li><li><p>Creio que não terei… não chegarei a primavera, estancarei no inverno.</p></li><li><p>Não entendi? não tem sempre primavera após o inverno?</p></li><li><p>Não para todos.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-24 22:57:54 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>24/07 Prof Juliana Texto de Encontro A Formiga e uma Mulher - ANT MIRROR</title>
         <author>rodrigotaylormusic</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3060709685</link>
         <description><![CDATA[<p>Era uma cozinha, piso quadrado marrom, fogão, janela, pia, geladeira, uma luz agradável atravessava o local e havia uma jovem mulher chamada Angela, que fazia a arrumação da casa, ouvindo um radio sintonizado numa estação que tocava sambas dos anos 90.</p><p>Fazia alguns minutos que ela fazia da vassoura microfone, interpretando as vocalizações, até o momento que o radialista interrompe a programação para fazer anuncios, ela se movimenta e começa a varrer e fala para os seus botões, habito corriqueiro quando esta sozinha:</p><p><br></p><p>-Ai, que saudades do Fabinho! Aquele cheiro de perfume e cigarro barato! Onde sera que está o meu moreno? Vou fazer coisas absurdas no nosso próximo encontro, ta certo que quase fui pega na pancada pela esposa dele e precisei saltar do quarto andar, mas eu gosto de perigo garota! - E ria para si mesma e respondendo para seus próprios botões</p><p>- Ele é muita areia para aquelazinha, chata que só pensa em ler romances, igreja, trabalho e aulas de piano, meu negócio é calor humano!</p><p>(Enquanto falava isso para si, varrendo o cômodo levando a sujeira para um canto para recolher na sequencia com uma pá)</p><p>-Eu gosto é da bagaceira!!!! Que homem doce!</p><p>Imediatamente uma voz muito aguda dificil de detectar sua posição interrompe:</p><p><br></p><p>- Doce é o café que tu fez hoje de manhã sua alma sebosa, tá querendo matar as pessoas? Já ouviu falar de diabetes?</p><p>Porra Ângela, eu fico bagaçando a sua casa? Não né? Então tem bastante docinho que eu deixei debaixo da dispensa e tu tá espalhando tudo tu é mal educada hein!? Aliás, para de pensar em macho e melhora seu macarrão com bolonhesa pois o molho ficou muito ácido tá? - E seguiu se direcionando para a dispensa para saborear o biscoito recheado recém adicionado.</p><p><br></p><p>Angela entrou em pânico e disse:</p><p>- Sai capeta, demônio....</p><p>- Calada ursupadora a cruz não vai te salvar do pau que a Sandra vai te dar HAHAHA respondeu a voz</p><p><br></p><p>Ângela pergunta:</p><p>- Quem é você, um espírito?</p><p>- Bom, dadas as devidas sim! - Responde a voz</p><p>- Você veio cuidar de mim?</p><p>- Na verdade não! Eu so quero comer e dormir. Não entendo o motivo de você sempre comprar biscoito de morango, todo mundo sabe que chocolate é melhor, arrume um biscoite de chocolate para mim e deixe aberto próximo a porta por favor?</p><p><br></p><p>Angela entrou em panico como se fosse uma oferenda e não quis servir a voz dizendo:</p><p>-Não vou não, você é um espírito que come coisas?</p><p>A voz sempre debochada responde:</p><p>-Claro minha filha, no mesmo apetite que você pega maridos dos outros, eu me preservo, falo francês e vou comer o que tiver ainda que seja você!</p><p><br/></p><p>Angela diz:</p><p>- Não me coma, faço o que você quiser!</p><p>A voz diz: Traga o biscoito.</p><p><br/></p><p>Angela no caminho reflete sobre sua vida e a voz, ela abandona a casa por achar estar com assombros e a voz permaneceu na casa, fez familia, criou condomínios habitacionais e está dando cursos sobre negociação e gestão de carreira.</p><p><br/></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 00:44:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>24/07 - escrever um diálogo entre personagens por 10 min sem parar (formiga e mulher) - Ricardo Ikier</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3060710828</link>
         <description><![CDATA[<p>Formiga - eu ja andei pela casa toda, o que pra uma formiga é quase a vida toda. e não encontrei açucar aqui.</p><p>Mulher - e nem vai.</p><p>Formiga - por que?&nbsp;</p><p>Mulher - aqui não entra açúcar.&nbsp;</p><p>Formiga - está de dieta?&nbsp;</p><p>Mulher - sim a vida toda, sou diabética.</p><p>Formiga - e eu vim parar logo aqui? por que?</p><p>Mulher - eu que sei? acha que nunca me perguntei como vim parar aqui, e ainda por cima diabética… devo ter alguma lição pra aprender… ou então fui formiga em outra vida.</p><p>Formiga - lá vem vocês humanos falar de destino. Acha que eu fui uma mulher diabética em outra vida?&nbsp;</p><p>Mulher - pode ser!</p><p>Formiga - quero estragar sua vida não mas, a vida não tem sentido. só estamos aqui passando por isso que vocês chamam de vida, não vamos para lugar nenhum, não viemos de lugar nenhum e nenhuma lição magnífica e importante vem embrulhada na caixinha da vida…</p><p>Mulher - Mas e Deus?</p><p>Formiga - puta merda, é religiosa a coitada. e sem açúcar. tá de parabéns.</p><p>Mulher - Você não acredita em deus?</p><p>Formiga - acha, que eu tenho tempo de criar seres superiores na minha cabeça? eu sou uma formiga. quase nada -&nbsp; se olhar da perspectiva de um humano. um universo para uma bactéria. e na minha perspectiva, trabalho. nasci pra isso, ja aceitei, nunca vou chegar a rainha. Deus não existe é só loucura da cabeça de uns.</p><p>Mulher - e você não acredita na loucura?</p><p>formiga - de forma nenhuma sou perfeitamente prática, lúcida e sã.</p><p>Mulher - e ainda assim se engana profundamente. se a loucura não criasse realidades, você nem existiria, porque eu nem estaria conversando com uma formiga.</p><p>Formiga - Pena que a vida não é de açúcar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 00:46:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A FORMIGA E A MULHER - Bruno Vinelli</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3060720524</link>
         <description><![CDATA[<p>F: PARA! PAAAAARAAAAAA! PARAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA!</p><p><br></p><p>M: Ôxe, que foi ?</p><p><br></p><p>F: Você ia pisar neu.</p><p>M: Pisar neu não. Pisar em mim.</p><p>F: Como eu ia pisar em você. Olha o teu tamanho e olha o meu.</p><p>M: Nãooooooo! O certo é falar: “Você ia pisar em mim”.</p><p>F: Ah tudo bem. Mas, eu não sei gramática, sou um formiga.</p><p>M: Então quer que eu te ensine ?</p><p>F: Sim, sim, sim…</p><p>M: Vamos começar.&nbsp;</p><p>A mulher tira um livro da bolsa e mostra para a formiga.</p><p>M: Leia o título, por favor.</p><p>F: A metamorfose.</p><p>M: E você não disse que não sabia gramática!</p><p>F: Eu não sei as regras da escrita, mas sei ler. E sem óculos. Nem sei escrever. Mas, amo ler. E este livro eu não gostei não. Um homem que vira um enorme inseto asqueroso. Não é comigo não. Porque todo mundo pensa que é uma barata, mas não é. Pode ser qualquer inseto. Uma pessoa pode pensar que uma formiga é um inseto asqueroso.</p><p>M: E eu lendo pensando que era uma barata.</p><p>F: Só pensamos em barata por causa daquele grupo dos anos 80, Os Inimigos do Rei.</p><p>M: Eu nem lembrava mais deles.&nbsp;</p><p>F: E tu não sabe da maior. Que não gostava deles era Renato Russo. Uma vez ele disse num show que tal música era mais importante do que a barata.</p><p>M: E como você sabe de tanta coisa?</p><p>F: Meu tatatatatatatatatatataravô me contou. Estava neste show e ainda comeu um pedaço de hambúrguer da lanchonete e bebeu um caldo de cana. Sabe aquela teoria sobre inteligência genética?</p><p>M: Pera aí! Quero virar barata também.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 00:58:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A formiga e a mulher - José Victor</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3060722119</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>&nbsp;</p><p>Formiga – Ei! Ei! Sou eu, Adalberto.</p><p>Mulher – O que você quer?</p><p>Formiga – Eu vim reclamar. O produto que você está disponibilizando tá muito ruim.</p><p>Mulher – Você tá falando disso aqui? [<em>Mulher mostra o açucareiro]</em></p><p>Formiga – Ah, eu sabia!!!! Você trocou o produto sem avisar o consumidor.</p><p>Mulher – E desde quando você é minha cliente?</p><p>Formiga – Ah, nem vem pô. Esse pó aí é uma merda.</p><p>Mulher – Troquei porque o João Alberto tá diabético.</p><p>Formiga – E agora ele vai ficar infeliz também, viu? Fala sério.</p><p>Mulher – Sai daqui, vai. Não quero confusão.</p><p>Formiga – Opa, opa. Violência? Vai fazer o que? Me dar chinelada, me envenenar? Sua assassina!</p><p>Mulher – Só quero que você saia.</p><p>Formiga – Me ajuda, pelo amor da minha vida. Eu to mal aqui no reino. Quero chamar a atenção aqui da nossa rainha, sabe como é. Ela é linda. Pretinha, grandona, uma Tanajura.</p><p>Mulher – Era o que me faltava.</p><p>Formiga – Só me fala, cadê a belezura? Ela amava seu produto! Você não tem um pouquinho aí, um último grãozinho.</p><p>Mulher – Joguei tudo no lixo.</p><p>Formiga – Ah, aí não vai dar, minha senhora. Minha rainha é muito exigente, sabe como é. Ela não gosta dessa mistureba com outras comidas.</p><p>Mulher – Então não posso fazer nada por você. Me desculpa.</p><p>Formiga – Que decepção, minha senhora. Esperava mais respeito. Não volto aqui nunca mais.</p><p><em>[E vai embora]</em>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 01:00:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Márcia e a Formiga - Nathália Grigorievs </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3060722979</link>
         <description><![CDATA[<p>Formiga - Ei, grandona. Você! Você aí! Sim, você mesmo! </p><p><br/></p><p>Márcia - Meu Deus, que voz é essa? Estou ficando maluca?  </p><p><br/></p><p>Se questiona Márcia, olhando para os lados.</p><p> </p><p>Formiga - Não, eu é quem estou falando contigo!</p><p><br/></p><p>Márcia - Eu quem? </p><p><br/></p><p>Márcia segue olhando para todos os lados, procurando por alguém a sua volta. </p><p><br/></p><p>A Formiga, ainda mais estressada, aumenta o volume da voz e praticamente grita. </p><p><br/></p><p>Formiga - Eu, Formiga!</p><p><br/></p><p>Márcia - E poderia uma Formiga falar? </p><p><br/></p><p>Em tom de deboche a Formiga rebate. </p><p><br/></p><p>Formiga - Poderia um ser humano enxergar? </p><p><br/></p><p>Márcia - Uai, sim... </p><p><br/></p><p>Formiga - Então olha pra baixo! </p><p><br/></p><p>Márcia olha para baixo. </p><p><br/></p><p>Márcia - Ah, aí está você! </p><p><br/></p><p>Formiga - Sim, agora dê licença, pois você está atrapalhando o nosso trabalho. </p><p><br/></p><p>Márcia olha adiante e visualiza uma fileira interminável de formigas, cada uma carregando regradamente um item para algum lugar que não consegue avistar.</p><p><br/></p><p>Apesar de Márcia abrir espaço, a Formiga segue indignada. </p><p><br/></p><p>Formiga - Com tanta presença aqui na terra, há seres humanos que se questionam sobre estarem sozinhos no planeta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 01:01:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diálogo entre mulher e formiga dia 24/07 - Rayana Miamoto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3060727672</link>
         <description><![CDATA[<p>A formiga está caminhando lentamente em cima da mesa, até que bate de cara em uma fatia de bolo bem rechonchuda. Ela fica com água na boca e tenta pegar a fatia, mas não consegue porque esta&nbsp;é mais pesada do que ela. Então ela sai correndo para pedir ajuda para suas amigas formigas, pois um trabalho em equipe é sempre certeiro. Assim que ela sai, uma mulher chega falando ao telefone, gravando um áudio no whatsapp e senta-se na cadeira, ficando de frente para o bolo.</p><p><br></p><p>Mulher: Alô, oi querido, hoje fiz uma surpresa para você, quando você vier aqui em casa, você vai comer o melhor bolo que eu já fiz em toda a minha vida, inclusive, já separei a primeira fatia para você, venha depressa para não esfriar. Vou aproveitar e fazer um cafezinho pra gente! Beijinhos.</p><p><br></p><p>(A formiga volta desanimada porque não conseguiu encontrar suas amigas, então ela decide pegar aquela fatia sozinha, mesmo que isso pareça impossível. Ela tenta empurrar de costas, não consegue, tenta de frente, não consegue e quando fica exausta descansa um pouco. A mulher volta e dá de cara com a formiga).</p><p><br></p><p><br></p><p>Mulher: Socorro, socorro! Tem uma formiga aqui na minha mesa, alguém me ajude por favor!</p><p><br></p><p>(A formiga fica desesperada correndo de um lado para o outro)</p><p><br></p><p>Formiga: Moça, por favor, acalme-se, não foi a minha intenção assustá-la, eu só queria essa fatia de bolo que parece estar ótima.</p><p><br></p><p>Mulher: Realmente essa fatia de bolo está ótima mesmo, modéstia parte mas.... Espera, a formiga está falando? Eu só posso estar louca! (desmaia)</p><p><br></p><p>Formiga: Moça, acorda, acorda! O que eu fiz? Eu só queria um pedaço de bolo, não queria me tornar um assassino de seres humanos. E agora, eu tento fugir da cena do crime ou eu ajudo essa moça que está morta ou que talvez só tenha desmaiado?</p><p><br></p><p>(A campainha toca, a formiga se desespera mais ainda, volta a correr de um lado para o outro, a campainha continua a tocar, a insistência é maior, ela então se encaminha para o olho mágico com muita dificuldade, pois precisou sair da mesa e ir até a porta e subir até o olho mágico. Ela vê um homem, possivelmente o homem que estava recebendo o áudio da Mulher no whatsapp. A formiga então pede para que o homem espera um pouco).</p><p><br></p><p>Formiga: Espere um pouco senhor, só um momento!</p><p><br></p><p>(Nesse momento a Mulher acorda, vai retomando a consciência e fica confusa)</p><p><br></p><p>Mulher: O que aconteceu? Acho que acabei dormindo e tendo um pesadelo, sonhei que uma formiga estava querendo comer meu bolo e falando.&nbsp;</p><p><br></p><p>Formiga: Não foi sonho não moça, estou aqui!</p><p><br></p><p>Mulher: Acho que vou desmaiar de novo!&nbsp;</p><p><br></p><p>Formiga: Espera um pouco antes de desmaiar, a senhora já falou demais, agora é a minha vez, senta aí que agora a senhora vai me ouvir!</p><p><br></p><p>(A Mulher fica surpresa com a atitude da formiga)</p><p><br></p><p>Formiga: Moça, estou aqui representando a classe das formigas, a senhorita já parou para pensar como nós somos injustiçadas? Muitas vezes não fazemos nada e já somos condenadas, as pessoas já deixam veneno para nos matar, somos condenadas somente por existir. Além disso, não roubamos alimento porque queremos, mas sim porque não temos dinheiro, afinal, quem vai dar emprego para uma formiga? Assim sendo, só nos resta roubar alimento na casa dos outros, pois também temos família para criar.&nbsp;</p><p><br></p><p>Mulher: Não tinha pensado por esse lado.</p><p><br></p><p>Formiga: Além disso, as pessoas adoram falar que as formigas têm bactérias, mas isso não é verdade, algumas sim é claro, mas eu tomo banho todos os dias. Estou sendo condenada só por querer comer um pedaço de bolo? O meu defeito é ter nascido uma formiga? Mas saiba que não foi minha escolha ter nascido assim, se eu pudesse eu teria escolhido nascer um ser humano, assim como a senhorita, assim eu não precisava viver como vivo hoje e como sempre vivi (começa a chorar)</p><p><br></p><p>(A Mulher se comove)</p><p><br></p><p>Mulher: Me desculpe dona formiga, eu não queria que ficasse triste, tome um pedaço desse bolo, a senhora merece. E outra coisa, eu lhe prometo que todo dia lhe darei um pouco de comida, me comovi com a sua história, só pare de chorar, por favor!</p><p><br></p><p>Formiga: Muito obrigada moça! Voltarei amanhã então e trarei algumas amigas!</p><p><br></p><p>Mulher: Combinado dona formiga!</p><p><br></p><p>(A formiga vai indo embora com um pedaço de bolo em cima de si, até que volta de repente)</p><p><br></p><p>Formiga: Eu esqueci de falar, mas a senhora tem visita, acho que está esperando na porta até agora.</p><p><br></p><p>Mulher: Obrigada por avisar, já vou atender!</p><p><br></p><p>Formiga: Até amanhã!</p><p><br></p><p>Mulher: Até!&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 01:05:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>24/07 - Prof  Julianne -  Diálogo entre a formiga e uma mulher. Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3060736550</link>
         <description><![CDATA[<p>No palco está uma&nbsp; mulher, olhando para baixo e falando com uma formiga (não necessariamente a vemos) a medida que fala vai se movimentando pelo palco seguindo a formiga</p><p>(mulher para a plateia) Adoro quando minhas roseiras se dissolvem na energia de um pequeno ser… bah</p><p>( para baixo) OOH dona formiga, onde vai com essa pétala amarela?</p><p>Devolva-me o perfume de minhas manhãs! (pausa)</p><p>Por que me olha assim… deveria achar bonito você destruindo meu jardim?</p><p>Sabe quanto trabalho me deu conquistar esse pedaço de terra, conseguir uma lacuna em minha labuta para revolver a terra conquistada, ter a semente e finalmente plantar? ( pausa e movimento de perseguição da formiga)</p><p>E a angústia de um ansioso, como eu (para o público), diante da terra desejando o broto e quando broto, desejando a planta, e quando planta desejando a flor, e quando flor ( novamente para baixo)… vc deseja tudo e leva. ( pausa e movimento de perseguição da formiga)</p><p>Poderia matá-la agora… (olhar vingativo para o público seguido de um dar de ombros)</p><p>Mas matá-la não me traz novamente o perfume da manhã que tanto desejei... (percebendo que a formiga já está longe , corre pelo palco)</p><p>Eiii, não posso ficar aqui falando sozinha, você me deve ao menos atenção… ( pensativa e olhando para cima)ou está tentando me dizer algo… claro, o perfume deve estar todo nesse frasquinho que vc entra sob a terra pela qual lutei (pausa)</p><p>Será que não conquistei realmente minha terra? Seria por causa do tal Marco Temporal?</p><p>Minhas roseiras seriam invasoras de um espaço, que foi meu, mas já não o é? ( pausa e movimento de perseguição da formiga)</p><p>Vc dona formiga, só estaria executando uma sentença?  ( pensativa e olhando para cima) Sendo assim… vc é que poderia matar-me agora...</p><p>Marco Temporal… isso pode me colocar sob a terra pela qual lutei </p><p>Se ficarei sob a terra, que seja no espaço em que há o perfume do que plantei nessa existência.</p><p>(Enquanto vê a formiga sumir na boca do formigueiro pensa num modo de também adentrá-lo.)</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-25 01:14:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3062037275</link>
         <description><![CDATA[<p>BARNEY</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-26 19:29:11 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Assaltante - José Victor</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3063377367</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Descrição da personagem – Quem irá assaltar o banco</strong></p><p>Homem branco, 35 anos, estatura média, forte. Está vestido com uma calça de sarja marrom justa, sapato mocassim e uma camisa branca, também justa, mostrando seus músculos definidos. Está com um blazer azul, onde esconde sua pistola. Cabelo e barba em dia. Anda com a postura firme, determinado.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Depoimento em primeira pessoa</strong></p><p>Hoje acordei e, assistir ao motivacional do dia, entendi que eu precisava dar uma resposta. Ele deixou claro. Nós precisamos reagir. E eu decidi reagir hoje. Chega de roubar tudo o que é nosso. Meu sacrifício é por um bem maior, é pelo meu país. Nós somos o país que mais paga imposto no mundo. E olha essa merda de banco. Lógico que o detector de metais funcionou, mas o segurança me liberou. Jesus Cristo, que merda de lugar. Olha só, que funcionário de merda. De camiseta, calça jeans. Olha lá, conversando. E a fila enorme, esperando a preguiçosa. Vagabundo, escória. É por isso que nada vai pra frente nesse Brasil. Se fosse na minha empresa...</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Descrição narrativa do assalto</strong></p><p>Era uma quinta-feira, 10h30 de uma manhã gelada. Pablo entra pela porta da Caixa Econômica Federal da Avenida Paulista. Várias pessoas estão em fila, aguardando o caixa eletrônico. A funcionária Clarice, tenta falar algo, mas Pablo passa diretamente, rumo ao detector de metais. Pablo entra com pressa no detector de metais, que bloqueia sua passagem. Antes mesmo de qualquer reação, o segurança libera a passagem. Pablo entra no saguão da Caixa Econômica Federal, e fica parado por alguns segundos. Cátia, funcionária, vem ao seu encontro, explicando que o gerente de contas fica no segundo andar. Sem falar nada, Pablo agarra Cátia e atira três vezes em direção ao segurança, que cai no chão.</p><p>Muita gritaria.</p><p>Pablo exige de todos os presentes que liguem seus celulares e filmem o acontecimento. Enquanto todos filmam, Pablo vocifera um sermão, diz que a morte da funcionária será um símbolo de mudança de mentalidade de um país falido pela esquerda. O Brasil será livre, sem bandido, sem preguiçosos.</p><p>Enquanto Pablo fala incansavelmente, Cátia sorrateiramente retira do bolso de seu jaleco um estilete, e desfere um golpe no braço de Pablo. A arma cai, e Cátia desfere outros golpes com a navalha no corpo de Pablo.</p><p>Ainda com todos os presentes filmando, outros funcionários correm e amarram Pablo em uma cadeira.</p><p>Agora é a nossa vez de falar, dizem.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Descrição de outra personagem que estava presente como testemunha no assalto</strong></p><p>Cátia, 45 anos. Com roupas casuais, veste um jaleco escrito “Caixa Econômica Federal”. Tem no bolso do jaleco um “kit emergencial do bancário”, criado por ela, com durex, duas canetas e um estilete. Descia as escadas com alguns documentos em uma mão e o celular em outro, tentando entrar arrumar sinal para bater seu ponto eletrônico.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Depoimento em primeira pessoa desta outra personagem sobre o assalto, contendo afirmações e deduções sobre a personagem assaltante</strong></p><p>É sempre assim. Vi o engomadinho de longe, entrando como se fosse o dono desse lugar. Vou me adiantar e explicar onde está o gerente, antes que ele faça um escândalo.</p><p>Filho da puta.</p><p>O cara é um lunático. O que ele está falando? Ele disse que vai me matar. Olha a confiança dele. Fala com a maior certeza do mundo. Parece que dando uma palestra. Meu Deus. Tenho certeza que ele vai me matar. Meus filhos, meu marido. Será que esse cara não tem família? Olha como está adorando todo mundo olhando para ele. O estilete. Por favor, Meu Deus, me ajude.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-29 23:52:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula Juliana 31/07/2024</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3064919825</link>
         <description><![CDATA[<p>Exercício meme diálogo homem. E um boi.</p><p><br/></p><p>Homem: Não aguento mais, não quero mais, não acredito que ela foi capaz de fazer isso comigo.</p><p>Boi: Muuuuuuuuuuuuuu</p><p>Homem: Você só fala muuuuuuuuu.</p><p>Boi: Muuuuuuuuuuuuuu </p><p>Homem: Quer dizer que é isso que vou começar a falar logo logo?</p><p>Boi: Tudo bem quer conversar, vamos conversar. Qual é o seu nome?</p><p>Homem: Oi?!!! Meu nome é boi, é boi meu nome é boi, meu nome é boi. Eu não acredito que ela fez isso comigo é boi meu nome é boi.</p><p>Boi: Se você vai partir para a ignorância, não falo mais com você. Muuuuuuuuuuuuuu </p><p>Homem: Muuuuuuuuu </p><p>Boi: Muuuuuuuu</p><var>Barney 
</var>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-01 00:36:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>escrever um texto baseado em memes ou um encontro homem boi - juliane - Ricardo Ikier</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3064927130</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><br><br><br></p><p><strong>Homem </strong>- êêêê boi</p><p>Silêncio.</p><p><strong>Homem </strong>- êêêê boi!!!!</p><p>Silêncio.</p><p><strong>Homem </strong>- ÊÊÊ B…</p><p><strong>Boi </strong>- Homemmmm…</p><p><strong>Homem </strong>- responde mais não?</p><p><strong>Boi </strong>- chacoalha a cabeça como quem diz não</p><p><strong>Homem </strong>- ô boi bandido fala comigo que senão não tem comida!</p><p><strong>Boi </strong>- MMMM….diacho, tava&nbsp; podendo falar não!</p><p><strong>Homem </strong>- tava ocupado?</p><p><strong>Boi </strong>- não, tava brincando de vaca amarela!</p><p><strong>Homem </strong>- E Brincava com quem?</p><p><strong>Boi </strong>- Com a mimosa.</p><p><strong>Homem </strong>- e cadê ela?</p><p><strong>Boi </strong>- ammmmmmamentando</p><p><strong>Homem </strong>- e deixou você aqui mudo?</p><p><strong>Boi </strong>- Tô podendo falar nada não. dei uma de macho alfa e ela me botou um chifre. E fica falando por aí que boi sonso é que pula a cerca…</p><p><strong>Homem</strong>- que que tu fez?</p><p><strong>Boi </strong>- mmmm nada só fico babando</p><p><strong>Homem </strong>- e ela não deixa você ir atrás dela?</p><p><strong>Boi </strong>-&nbsp; ta cagando e andando pra mim. já até levei ela pra pastar, mmmmmmúsica pra ela ja fiz mais de dez.</p><p><strong>Homem </strong>-&nbsp; e não deu certo?</p><p><strong>Boi </strong>- Não, não ela não curte sertanejo. e fala que eu so tenho conversa pra boi dormir.</p><p><strong>Homem</strong>- é rapaz…</p><p><strong>Boi </strong>- Rapaz&nbsp; não boi.&nbsp;</p><p><strong>Homem </strong>- pois é boi. a vida não tá facil.</p><p><strong>Boi </strong>- tempo de vacas magras…</p><p><strong>Homem </strong>- deixa eu ir trabalhar que tenho que dar comida pros cavalos.&nbsp;</p><p><strong>Boi </strong>- vai la. Ê vida de gado!</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-01 00:48:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Homem e o Boi - 31/7 - Sol Whitaker</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3064931496</link>
         <description><![CDATA[<p>Um dia um homem estava colhendo bananas no pomar do seu quintal. De repente ouviu um som alto. Um mugido inesperado.</p><p>Diante do som o homem falou:</p><p>-Será que estou ouvindo mesmo? Ou será uma ilusão?</p><p>De repente em meio as folhas sai um boi.</p><p>Ele faz um alto e forte Muuuuuuuuuu.</p><p>O homem diz:</p><p> Oi Boi. Quem é você? E o que veio fazer aqui?</p><p>o Boi responde:</p><p>Voce não sabe?</p><p>Sou seu pai. Vim lhe dar um bom dia.</p><p>Indignado o homem responde:</p><p> Voce está enganado! Errou de quintal e de pomar. Porque meu pai não é um boi.</p><p>E um jumento! </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-01 00:54:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Meme - 31/07 - José Victor</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3064936334</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Pintinho chocado</strong></p><p><em>&nbsp;</em></p><p><em>Noite. Um casal de pintinhos está deitado no galinheiro, lendo um livro cada um</em>.</p><p>&nbsp;</p><p>- Nossa, choquei!</p><p>- Ai Meu Deus!</p><p>- Não, amor.</p><p>- Fica calma! Vai dar tudo certo. Chegou a hora!</p><p>- AMOR!</p><p>- Não se levante!!!!! Ele precisa ficar quentinho. Toma, se enrola aqui <em>[pega um cobertor]</em>.</p><p>- Eu tô chocada!!!! Entendeu?</p><p>- Você já falou, acha que eu sou burro? Chamo o veterinário? Melhor chamar.</p><p>- Não chama, você....</p><p>- Você tá certa. Esses veterinários não são médicos. Não sabem de nada.</p><p>- Me escuta.</p><p>- Eu sou o pintinho desse galinheiro, preciso tomar as rédeas da situação.</p><p>- Quem toma rédea é o cavalo...</p><p>- Vai fazer piada nessa situação?</p><p>- Foi o livro!!!</p><p>- O livro!!! Eu li o livro daquele galo... “Pai também choca”. O que falava...</p><p>- Eu fiquei chocada com o livro!!</p><p>- O título é meio estranho mesmo.</p><p>- Eu não estou chocando. Eu fiquei chocada! Com o livro!!! Que eu estou lendo! O livro é chocante.</p><p>- Não acredito. Foi isso?</p><p>- Que foi? Tá chocado?</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-01 00:59:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diálogo cômico a partir dos memes - 31/07 - Rayana Miamoto</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3064954629</link>
         <description><![CDATA[<p>Um casal de jovem acaba de se casar e vão morar juntos em uma casa pequena, mas aconchegante.&nbsp;A moça sai da cozinha onde acaba de preparar o jantar e caminha até a sala de estar.</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> querida, nem acredito que finalmente estamos casados e que vamos ter o nosso próprio lar!</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Também estou tão feliz que nem consigo acreditar, vai ser maravilhoso, sair da casa dos pais, não ter cobrança com nada, como: "Arruma isso", "Ajeita aquilo", "Se eu for aí e encontrar, você vai ver!" "Não estou pedindo, estou mandando", "Enquanto você morar na minha casa, vai fazer tudo que eu mandar".</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Sim, tipo "Na volta a gente compra!"</p><p><br/></p><p><strong>Mona: </strong>Como assim Felipe?&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> O que?</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> A sua mãe ainda compra as coisas pra você?</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Na verdade não, porque na hora da volta ela nunca compra!</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Felipe, você já é um homem adulto, sua mãe não tem que comprar as&nbsp; coisas pra você.</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Ta bom Mona, já entendi!&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Só por isso vai ficar de castigo!</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> O que? Virou minha mãe agora?</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Estou brincando!&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Ah tá!</p><p><br/></p><p>(Ouve-se um barulho estrondoso lá fora, os dois ficam com medo e se abraçam)</p><p><br/></p><p><strong>Mona: </strong>Vai lá ver o que é Felipe!</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Vai você, por que eu?</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Porque você é o mais forte aqui.</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Eu não vou</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Então quem vai?</p><p><br/></p><p>(Ambos olham para Bisteca, o cachorro, que olha com cara de espanto e sai correndo)</p><p><br/></p><p><strong>Mona: </strong>Agora que ele fugiu vai ter que ser você mesmo!</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Tá bom, já tô indo!</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Então vai!</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Eu já vou...</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Anda, então vai logo!</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Eu vou...</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Então vai logo Felipe, já tô perdendo a paciência com você!</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Nossa, como você é uma pessoa sem paciência!</p><p><br/></p><p>(Felipe então pega uma lanterna, caminha em direção a porta da sala tremendo de medo)</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Acho que já foram, não tô ouvindo mais nada!</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Mas vai lá ver pra ter certeza!</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Tá bom.</p><p><br/></p><p>(Felipe continua tremendo e abre a porta da sala, olha rapidamente para fora e já coloca a cabeça para dentro novamente)</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Pronto, já vi!&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Felipe, olha direito, você olhou muito rápido, parece até que está com medo!</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Medo, eu? Imagina amor, jamais!</p><p><br/></p><p><strong>Mona: </strong>Então olha de novo</p><p><br/></p><p><strong>Felipe: </strong>De novo? Por que?</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Porque assim vamos ter certeza que estamos seguros.</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Tá bom!&nbsp;</p><p><br/></p><p>(Abre a porta da sala novamente, com muito medo, sem perceber uma vizinha se aproxima e toca nele)</p><p><br/></p><p><strong>Felipe: </strong>Socorroooooo! Não fui eu, eu juro, leva o que quiser, só poupe a minha vida</p><p><br/></p><p><strong>Vizinha:</strong> Se acalma moço, eu só vim perguntar se vocês estão bem, teve um assalto agora pouco lá em casa e o bandido saiu correndo, não sabemos para onde ele foi, ele pode estar em qualquer lugar!</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Em qualquer lugar? (engole a seco)</p><p><br/></p><p>(Mona aparece na porta)</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Assalto?</p><p><br/></p><p><strong>Vizinha: </strong>Sim</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Na sua casa?</p><p><br/></p><p><strong>Vizinha: </strong>Sim</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Com assaltante?</p><p><br/></p><p><strong>Vizinha: </strong>Você já viu um assalto sem assaltante? Claro que é com assaltante!</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Desculpa, é porque fiquei nervosa.</p><p><br/></p><p><strong>Vizinha:</strong> Então tomem cuidado, porque o bandido pode voltar.</p><p><br/></p><p>(Um barulho alto vem na direção da cozinha do casal, os três ficam com medo)</p><p><br/></p><p><strong>Vizinha: </strong>Deve ser o bandido!</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Será que ele está aqui em casa?&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> Vai lá ver Felipe!</p><p><br/></p><p>(Felipe quase chorando de medo)</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> De novo eu?... Tá bom, se algo me acontecer, eu só queria te dizer que eu TE AMO!&nbsp;</p><p><br/></p><p>(Felipe abre a porta da cozinha e fica com cara de surpreso)</p><p><br/></p><p><strong>Mona:</strong> E então?&nbsp;</p><p><br/></p><p><strong>Vizinha: </strong>É o bandido?</p><p><br/></p><p>(Todos olham para a cozinha e vêem o Bisteca comendo bisteca, com todas as panelas no chão)</p><p><br/></p><p><strong>Felipe:</strong> Era só o bisteca que comeu todo o nosso jantar!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-01 01:22:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sol Whitaker- 24/07 Juliane</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3067154972</link>
         <description><![CDATA[<p>Joana, meditação e formiga. Contradições imediatas.</p><p>Sentada em cima de uma pedra à beira mar, Joana enquanto meditava, olhava o mar. Focada em esvaziar a mente, pensava e como uma espécie de mantra repetia:</p><p><br/></p><p>"-  Coluna ereta, mente vazia, coração tranquilo". Enquanto repetia a mesma frase, arrumava a postura e pensava: </p><p>" Mente vazia". Isso, tenho que esvaziar a mente. Tenho que esvaziar a mente, porque a mente, mente. É para se pensar no vazio, mas na verdade está tudo cheio. Não existe o vazio. </p><p><br/></p><p>Nessas divagaçãoes o barulho das ondas do mar é ropindo por um grito. Uma AIIIIIIII, fino e estridente. </p><p><br/></p><p>Joana olha para o o céu e diz:</p><p>O que me encheu de grito?</p><p>Passa a mão na perna e sem olhar para o local da dor, sente que algo estava agarrado  nela.</p><p>Com medo, olha e dá com um enorme formigão amarelo grudado nela.</p><p>Amedrontada com o tamanho do inseto (aproximadamente 20cm) ela agarra o formigão, e olha bem nos olhos dele.</p><p>Joana pergunto para ela:</p><p>Formigão amarelo, porque voce gruda em mim como sangue-suga? Por que vem me morder? Por que tanto veneno?</p><p><br/></p><p>A formiga, vai crescendo, crescendo se estufando cada vez mais e  como os escorpiões , ela responde:- </p><p>- É da minha natureza. Moro aqui nas pedras. Voce sentou ao lado da minha casa, tapou a saída de minha casa. Voce não é desse lugar. O que veio fazer aqui?</p><p><br/></p><p>Joana ainda agarrada à ela, responde ao formigão:</p><p>Vim meditar, vim ver a natureza vim me acalmar. </p><p>A formiga grande responde:</p><p>Para voce se acalmar, voce me irritou! Foi por isso que deixei o meu veneno em você. </p><p>Joana responde:</p><p> Eu não queria lhe irritar, so queria meditar!</p><p>A formiga/formigão foi crescendo, crescendo ainda mais. E de repente virou um besouro grande.  E em círculos começou a voar em cima da cabeça de Joana. </p><p>Joana olha para o besouro e diz: Por que voce não vai embora? Por que não me deixa em paz?</p><p> O besouro responde:</p><p> Por que você não vai embora e não me deixa em paz?</p><p><br/></p><p><br/></p><p>  </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-04 17:43:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Elaine Sudré - 05/08 - Personagem - Macabéa - A hora da estrela - Clarice Lispector</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3068196344</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Macabéa traz o personagem contemporâneo que atravessa os tempos, temos presente na contemporaneidade através da história. O oprimido, sonhador e vítima de preconceito. Ela reflete e complementa a ideia de opressão ao mesmo tempo que nos arrasta para o seu infortúnio nos levando a sentir por meio da compaixão por ela, compaixão por nós mesmos.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 00:59:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3068196344</guid>
      </item>
      <item>
         <title>05/08/24 Bobby - Fazer uma descrição breve dela  (a personagem) e escrever sua defesa em relação a esta ideia (por que escolheu esta personagem como ícone?). Ricardo Ikier</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3068197418</link>
         <description><![CDATA[<p>Eliot (MR robot)</p><p><br></p><ul><li><p>é um hacker talentoso e trabalha como engenheiro de segurança cibernética. Ele possui habilidades excepcionais em programação, invasão de sistemas, e segurança digital.</p></li></ul><ul><li><p>sofre de vários problemas de saúde mental, incluindo ansiedade social, depressão e transtorno&nbsp; identidade. Ele frequentemente tem alucinações e luta com a percepção da realidade.</p></li></ul><p><br></p><ul><li><p>Ele tem um forte senso de justiça e muitas vezes se vê como um vigilante digital, hackeando e expondo aqueles que considera corruptos ou imorais.</p></li></ul><ul><li><p>extremamente introvertido e tem dificuldade em se conectar com as pessoas e se sente desconectado da sociedade.</p></li></ul><p>Escolhi ele pela fragmentação, da personalidade, pelo vínculo com a tecnologia e pela confusão entre realidade e pensamentos/memoria/virtualidade.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 01:01:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula Boby 05/08/24 Barney </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3068918203</link>
         <description><![CDATA[<p>O presidente.</p><p>Um ser humano normal até que entre na política.</p><p>Quando entra conhecerá a mina de ouro e Nunca mais vai querer deixar outro usufruir dessa mina.</p><p>Falará com povo só dois meses a cada quatro anos.</p><p>Usará a mesma fala que o povo escuta desde que nasceu.</p><p>O povo escuta, porém vota e a única mudança será daquele que não pagar seus impostos.</p><p>Pra ser o presidente nos dias de hoje terá  que participar do concurso, da melhor mentira e a mais convincente.</p><p>Esse personagem para o ator mostra com certeza  que será um personagem ícone para se viver em um espetáculo.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-06 16:21:13 UTC</pubDate>
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         <title>Segunda-feira, 05/08</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Dalua</strong> -<strong> Novela <em>"Mulheres de Areia</em></strong><em>"</em></p><p>Dalua é um artista sensível e solitário que vive à margem da sociedade. Ele esculpe figuras femininas na areia, representando a beleza das mulheres. Considerado "louco" por muitos, Dalua possui uma percepção única do mundo, expressando sua visão por meio da arte.</p><p>Sua obra reflete a necessidade de celebrar o momento presente e valorizar o intangível, oferecendo uma perspectiva alternativa que complementa a humanidade contemporânea, muitas vezes focada no materialismo e na permanência. </p><p>Dalua é um ícone porque nos desafia a abraçar a liberdade criativa e a sensibilidade, sugerindo que a verdadeira essência da vida reside na aceitação e na celebração da individualidade.</p><p><br/></p><p>PROFESSOR BOBBY</p><p><strong>EDNAYRAN </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-09 23:08:56 UTC</pubDate>
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         <title>Personalidade Contemporânea- 5-8-24 BOB.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3072697663</link>
         <description><![CDATA[<p>A pesonalidade se chama Luiz Gonzaga do Nascimento.</p><p>Não sei se é uma "personalidade da humanidade" no sentido glogal, mas é no sentido de ser uma das importantes pessoas que contribuíram (por meio da música), para a cultura do povo brasileiro.</p><p>Luiz Gonzaga mais conhecido por Gonzagão foi um exímio tocador de sanfona. Tornou-se relevante para a cultura popular  porque criou e trouxe para o nordeste um rítmo alegre, sincopado e alegre para o povo cantar, dançar, rir e se divertir.  Foi ele quem criou o xote, o xaxado e o baião. Ritmos que durante muitos anos somente era ouvido lá no nordeste. Umas das razãoes disso se deu pela falta de informação e por preconceito às músicas dele, mais conhecida pelo chamado forró (for all). </p><p>O fato Gonzaga e de suas músicas serem dali  do nordeste, (região a qual de um modo geral, o sudeste sempre nutriu e ainda nutre o preconceito), contribuiu  para que durante décadas a sua  importância artística e cultural não fosse reconhecida  como parte da cultura brasileira. </p><p>Esse fenômeno se deu e ainda se dá por falta de conhecimento histórico e por falta de uma visão mais abrangente no que diz respeito à cultura e às especificidades de cada artista criador e de suas respectivas culturas regionais. Por esse e por outros motivos pessoais Gonzagão foi viver no </p><p> no Crato e depois de algum tempo foi para o Rio de Janeiro. Foi lá, no Rio de Janeiro onde sua fama cresceu e onde ele se tornou conhecido em todo o país. Ganhou prêmios e  finalmente foi chamado de  "O Rei do Baião". </p><p>Hoje, suas músicas são tocadas em todo o país e em diferentes espaços. Seja nos espaços de lazer das elites,  seja nos espaços de lazer das classes sociais subalternas, o forró é ouvido e dançado por e para todos. </p><p>Gonzagão é um patrimônio  artístico da nossa cultura. É e foi um exemplo de coragem e de criação. Enfentou o preconceito, a pobreza e a origem humilde de onde veiu e nasceu. O fato de ser nordestino, de ser de uma zona rural,  filho de um trabalhador do campo lhe custava e custou muito  até ser reconhecido. </p><p>Considerá-lo uma personalidade da humanidade é fazer juz ao que ele merece. Por sua dedicação à música, à arte, à criação e ao respeito à cultura popular. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-12 01:19:08 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Personalidade Contemporânea - Nathália Grigorievs</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Donna Sheridan - Mamma Mia!</p><p><br/></p><p>Donna Sheridan é uma mulher sonhadora e determinada a viver aquilo que a vida lhe reserva. Após sua formatura se aventurou a conhecer Paris e viajar rumo ao seu destino final: a ilha grega de Kalokairi. Local em que ela acreditava estar reservado o seu destino (e realmente estava). Donna representa as mulheres contemporâneas que correm o risco de sonhar e conquistar; que apesar das intempéries cantam as dores e delícias da vida; aquelas que se deliciam com o amor, não se rendendo somente ao romantismo e se mergulhando nas águas profundas e nunca paradas de uma verdadeira amizade. Mãe solo e filha abandonada, Sheridan é uma mulher contemporânea que demonstra com o seu ato de existir que ser quem se quer ser e sustentar aquilo que se é é possível.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-12 22:49:39 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Personalidade Contemporânea 05/08 -Rayana</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Personagem: Light Yagami (Anime Death Note)</p><p><br/></p><p>Light Yagami é um jovem estudante de 17 anos, considerado um jovem brilhante e inteligente que tem um espírito de justiça muito forte, fazendo com que ele se torne uma pessoa frustrada com a injustiça e com o rumo que a sociedade está tomando. Por sorte ou por sua desgraça ele acaba tendo em suas mãos a chance de escolher quem vai viver e quem vai morrer, porém acaba se perdendo na sua ideia de justiça e se torna um matador sem limites, se transformando em uma pessoa pior do que os próprios criminosos que ele condenava, pois para que sua identidade não seja descoberta ele se vê em uma situação onde precisa matar pessoas próximas.</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Escolhi esse personagem, porque grande parte das pessoas ao assistir os programas de TV e ler os jornais se pegam com um senso de justiça, querendo que muitos crimes não sejam mais cometidos e muitas vezes desejamos até o mal de muitos que cometeram crimes imperdoáveis e ao entrar em contato com esse personagem, percebemos que se fizermos justiça com as próprias mãos, muitas vezes geramos ainda mais injustiças, assim sendo, por meio dele só temos a certeza de que os seres humanos são complexos e acredito que para trabalhar personagem é necessário levar essa complexidade do ser humano para nossas dramaturgias.&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-12 22:49:57 UTC</pubDate>
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         <title>Bruno Vinelli - Personagem</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Homem, branco, cis, classe média, evangélico e noivo da filha do pastor.&nbsp;</p><p>Ele é defensor da família tradicional, homem, mulher e futuramente filhos. Acredita que Jesus é o salvador e que vai voltar e levar todo mundo para o paraíso. Ou melhor, todo mundo que não conteste a Bíblia e que acredite no pastor de sua igreja. No entanto, o protagonista não aceita o que o dirigente da igreja fala. Não concorda, mas não pode falar pois será julgado e considerado culpado por um pensamento diferente da comunidade.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-12 22:51:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PABLO Theodore, de Her (Ela), representa a relação cada vez mais simbiótica e insalubre entre seres humanos e máquinas, em que a dominação daqueles por estas se dá de uma forma concreta, longe da maneira caricatural como muitas vezes se dava nos filmes de ficção científica. É a própria ficção da vida real, acontecendo todos os dias, e cada vez mais, diante de nossos olhos e mentes. Uma distopia humanizada e, por isso mesmo, ao alcance das mãos. Ou da ponta dos dedos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3073615616</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-12 22:52:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Personangem - José Victor - Personagem Cabo Jorge - &quot;O Berço do Heroi&quot; - Dias Gomes</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3073616194</link>
         <description><![CDATA[<p>Trata-se de um herói forjado pelos cidadãos da cidade de “Cabo Roque”. Vivendo escondido durante 20 anos, retorna à sua cidade e descobre que se trata de um objeto de veneração da população local. Ocorre que nada fez para merecer tal feito. Ao contrário, é um desertor de guerra.</p><p>&nbsp;</p><p>A escolha dessa personagem retrata a atual situação do mundo, inclusive o Brasil. Atualmente, há uma busca por se criar e seguir heróis, mitos, que nada fizeram para merecer tal título.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-12 22:53:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Raíssa - Bruxa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3073616509</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu diria que o arquétipo da bruxa se mostra como uma personagem contemporânea que reflete nossa sociedade porque representa uma grande ameaça da figura da mulher hoje. O controle dos corpos e comportamentos&nbsp; femininos produz uma imagem de mulher ameaçadora que precisa ser combatida, caçada. Ela representa o ódio ao envelhecimento da mulher e a mulher que é articulada que conhece caminhos alternativos. Ela representa a crença que um lado naturalmente mau da mulher e um falso estado de alerta em que coloca todas como culpadas ou como suspeitas</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-12 22:54:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>José Daniel Neves de Lacerda </title>
         <author>jdaniellacerda</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3073695410</link>
         <description><![CDATA[<p>Trabalho do dia 12 de Agosto de 2024</p><p>Trabalho realizado pelo José Daniel Neves de Lacerda</p><p>Alfredo,um simples empregado do Imperador Dom Pedro I, testemunhou no dia 07 de setembro o momento histórico em que o Imperador declara Brasil independente de Portugal.</p><p>Ao amanhecer no Palácio para esse simples empregado era um dia comum de tarefas a serem cumpridas.</p><p>Acontece que no decorrer desse dia ao chegar na Sala Imperial se deparou com várias movimentações e falou para si mesmo:</p><p>- Uau!!!! Será que teremos alguma novidade aqui hoje. Festa? Casamento?</p><p>Diante daquele barulho e movimentações ele ficou parado.</p><p>Até que ao ver as tropa saindo ele falou:</p><p>- Vou Atrás. Humm. A curiosidade mata.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-13 00:48:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício 12.08.24 - Relato em primeira pessoa - Nathália Grigorievs</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3073700580</link>
         <description><![CDATA[<p>Nina - Estive em guerra. Artista por natureza, não me refiro à guerra contra mim e os meus demônios que vivo desde que nasci, tampouco a guerra cotidiana que enfrento contra a sociedade por ser uma mulher preta. Eu estive, de fato, na guerra. Me alistei no exército por necessidade. Esse parecia um caminho distante do que eu queria e acreditava - e realmente foi -, mas se apresentava também como uma solução para a estabilidade financeira que eu buscava. Fui sargento, peguei em arma, atirei em menores, interrompi sonhos. Precisava? A sensação é a de que ao longo de todos esses anos estive cega. Era matar ou matar. Independente de quem fosse, matar. Se não matava, morria e eu precisava voltar para a minha família. Decisão extrema, eu poderia ter trilhado outros caminhos e vivido uma outra vida, mas escolhi a carreira militar e uma borracha não pode ser passado por cima.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Nina observa a plateia com olhos fixos, totalmente imóvel.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Nina - Você deve ter muitas perguntas, talvez algumas delas sejam respondidas. Estou sendo julgada, de qualquer forma. O que é mais um olhar me fuzilando com dura crítica? Você deve estar pensando que eu sou um monstro. Talvez eu seja. Isso você quem decide, tudo depende da sua perspectiva. Eu tenho a minha. A frieza faz parte da minha fala mas não reflete o meu coração, tampouco os meus sentimentos sufocantes e pensamentos acelerados que me acompanham e assombram desde então. Sim, eu estou vendo o seu olhar de crítica se transformando em decepção. Não, não quero o seu olhar de dó, agora não. Transforme esse olhar, se não, não irei continuar.</p><p><br/></p><p>Nina encara a plateia em silêncio, com a expressão séria e prossegue com seu diálogo.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Nina - Às vezes nos aventuramos a trilhar caminhos que não sabemos ao certo onde vai dar, mas entendo que ainda assim é preciso arriscar, e foi o que eu fiz. Naquela época eu só conseguia pensar no que era melhor pra mim. Confesso que não visualizei todos os cenários resultantes dos inúmeros desdobramentos de estar em uma guerra, não medi muito as consequências. Só me pareceu uma boa ideia. Estando lá, não tinha mais volta. E eu ainda tive, se é que vocês me entendem. Digo, voltei para contar história. Mas como disse anteriormente, lá é morrer ou matar. E por melhor que seja o seu coração, você não vai se permitir ser pego. Você quer voltar.&nbsp;<br></p><p><br/></p><p>Nina respira.&nbsp;<br></p><p><br/></p><p>Nina - Talvez você pense que todas essas palavras não passam de desculpas e eu confesso que em muitos momentos me peguei questionando o mesmo, me perguntando por que me lançar a algo tão extremo. Não tenho respostas. Mas tenho culpa, pesadelos, uma mente turbulenta, noites de insônia e crises de ansiedade provocadas pelas más lembranças. Ah, as lembranças… Elas são o preço que eu pago por ter estado lá e feito tudo o que fiz. Elas roubam cada um dos meus sorrisos e me condenam a tristeza, me dizem diversas vezes ao dia que estou fadada a ser infeliz - tal qual as famílias que foram prejudicadas por mim.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Talvez não fosse pra ser assim, mas a certeza do que é é tudo o que tenho em mim.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-13 00:53:56 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Raíssa </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3073700844</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Disseram que eu era má, que seduzia os homens, que destruía as famílias. Que minha presença na rua causava alvoroço, que vestida daquele jeito na rua eu trazia o mal. Mas não fui eu quem separei as mulheres entre as sérias e que eram para casar das que são putas. Num país em que 90% das mulheres que como eu vivem de prostituição não se pode dizer que a questão é pessoal, é estrutural como dizem as outras, as que estudam. Cada uma tem sua magia e ela está limitada ao lugar que é possível ocupar. Nas ruas minha magia é seduzir, podiam me chamar de sereia, mas me chamam bruxa pq sereia parece uma coisa fofa mas preferem me dizer feia porque assim se mata mais uma bruxa, uma mulher horrorosa, que vive e sobrevive no país que mais mata mulheres trans. mágica para mim é sobreviver mais um dia.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-13 00:54:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escrever um relato (em primeira pessoa) de um episódio da vida dessa personagem - Rayana 12/08</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3073701200</link>
         <description><![CDATA[<p>24 de fevereiro de 2022, essa é a data que me marca até hoje, foi nesse dia que a minha vida desandou. Meu marido, foi convocado para lutar na guerra para proteger o nosso país, ele não queria ir, mas não tinha o que fazer, o nosso país estava sendo invadido, então ele teve que participar. Quando ele me contou, seus olhos se encheram de lágrimas e os meus também, pois olhamos ao mesmo tempo para a nossa pequena filha de um ano de idade, o que faria eu com uma criança em meio a essa guerra e sem o pai, que estaria protegendo o país e não estaria perto de nós? Mesmo assim ele arrumou suas coisas e foi.</p><p><br></p><p>Hoje dia 12 de fevereiro de 2024 continuamos em guerra e meu marido ainda não está aqui, não tenho notícias dele, não sei se está vivo ou morto, não sei se ainda tenho um marido ou se virei mãe solo por conta dos acontecimentos da vida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-13 00:54:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Theodora (Pablo)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3073702366</link>
         <description><![CDATA[<p>- Influenciadora. É a profissão do futuro. Alguém duvida? Eu não. Quero ter quem me siga, sou uma líder nata. Nasci pra isso, fui criada pra isso. Minha mãe vai dizer que não, mas desde os três eu já tinha um celular na palma da mão. Nenhuma mãe aguenta o berreiro de uma criança, né? Ainda mais mãe solo. Não deve ser fácil. Isso fez de mim uma usuária que desde muito nova já manejava dispositivos móveis. Resultado? Euzinha. Alguém que conquista seguidores com essa espontaneidade, esse suco de carisma <em>(faz pose com riso forçado)</em>. Tem gente que chama de oportunismo. Eu chamo de oportunidade. Outro dia tava ouvindo o Enzo Caligari, sabe? Aquele youtuber que ensina finanças pra crianças, e ele disse uma frase que eu achei muito foda: “Tudo é comoddity, baby”. Tipo, eu não sabia o que era comoddity, mas googlei e concordei: tudo é comoddity. Os incomodados que se mudem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-13 00:55:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula.Boby 12.08.2024</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3073704126</link>
         <description><![CDATA[<p>Sendo um adolescente que é questionador e briguento não vê beleza em si próprio.</p><p>De tanto reclamar de seu corpo de seu rosto e principalmente de suas orelhas que ele falava ser enorme, o espelho fez aparecer perante ao seu rosto uma orelha de um animal com pêlos e uma verruga.</p><p>Fazendo esse adolescente não questionar mais nada perante ao espelho.( Medo, respeito e questões surgir</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-13 00:57:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Segunda-feira 12/08</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3073714734</link>
         <description><![CDATA[<p>Professor Bobby</p><p><br/></p><p>Durante uma tempestade devastadora, eu enfrentei o mar furioso com a minha arte. Enquanto os ventos e as ondas ameaçavam engolir a vila, esculpi figuras femininas na areia, desafiando as forças da natureza. Milagrosamente, à medida que as minhas obras ganhavam forma, o mar se acalmou e a tempestade recuou. Em um momento que beirou o sobrenatural, transformei o caos em serenidade revelando não apenas um artista, mas um herói capaz de domar a fúria da natureza com a sensibilidade da minha alma. Portanto, o meu brilho não vem da loucura, e sim da minha pureza.</p><p><br/></p><p><strong>Ednayram </strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-13 01:10:29 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Quarta-feira - 14/08 </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3076080971</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Transformar um dos textos em cena. </strong>Professora Juliane</p><p><br/></p><p>Uma senhora com dez sacolas nas mãos, anda, para e coloca as sacolas em um degrau que está na calçada. Eva passa com o seu filho e vê a senhora.</p><p><br/></p><p><strong>Eva</strong>: senhora, quer ajuda?</p><p><br/></p><p><strong>Senhora:</strong> sim, a minha casa é no próximo quarteirão.</p><p><br/></p><p>Eva, seu filho e a senhora caminham,  atravessam a rua. Ao atravessar, a senhora tropeça e cai.</p><p><br/></p><p><strong>Senhora:</strong> ai minha perna! Ai minha perna!...</p><p><br/></p><p><strong>Eva</strong> (aflita): a senhora quer que eu chame o resgate?</p><p><br/></p><p><strong>Senhora</strong>: não, não!</p><p><br/></p><p><strong>Eva:</strong> senhora, segure em meu ombro que eu a levantarei.</p><p><br/></p><p>Eva tenta levantar a senhora, a senhora não consegue. Passa um moço pedalando bicicleta </p><p><br/></p><p><strong>Eva:</strong> moço, você pode levar esta senhora até a sua casa? É logo ali!</p><p><br/></p><p>Eva aponta à casa da senhora. </p><p><br/></p><p><strong>Eva: </strong>mas tem que ser no colo.</p><p><br/></p><p><strong>Moço:</strong> posso, sim!</p><p><br/></p><p>O moço atravessa a rua com a senhora no colo, ele geme e fica com as pernas trêmulas.</p><p><br/></p><p><strong>Senhora:</strong> pare, está doendo a minha perna, seu braço está me machucando!</p><p><br/></p><p>Passa uma mulher vendendo pamonha em um carro.</p><p><br/></p><p><strong>Mulher: </strong>olha a pamonha, olha a pamonha!</p><p><br/></p><p><strong>Eva:</strong> ei, mulher! Você pode levar essa senhora no seu carro? Ela está machucada e mora bem ali!</p><p><br/></p><p> Eva aponta para a casa</p><p><br/></p><p><strong>Mulher:</strong> claro! </p><p><br/></p><p>Eva, o seu filho, a mulher e o moço colocam a mulher no carro. Todos entram no carro e chegam ao seu destino.</p><p><br/></p><p><strong>Senhora:</strong> não consigo descer!</p><p><br/></p><p><strong>Eva</strong>: moço, pegue a senhora no colo.</p><p><br/></p><p>O moço desce do carro e vai até a porta que está a senhora, abre a porta.</p><p><br/></p><p><strong>Senhora:</strong> devagar, moço!</p><p><br/></p><p><strong>Moço</strong>: pode deixar, coloque seus braços em mim!</p><p><br/></p><p>O moço leva a senhora para dentro da casa e sai. Ele vai até a calçada onde estão Eva, a mulher e o menino. Eles estão se despedindo</p><p><br/></p><p><strong>Senhora</strong>: ei, vocês querem tomar café? Tomem, acabei de fazer!</p><p><br/></p><p><strong>Moço:</strong> ué, a senhora está andando normal!!!</p><p><br/></p><p><strong>Senhora: </strong>sim, foi só um machucadinho!</p><p><br/></p><p>O moço e a mulher do carro procuram a câmera escondida que a Eva supostamente usou.</p><p><br/></p><p><strong>Eva: </strong>eu juro que não é pegadinha!!!</p><p><br/></p><p>Ednayram</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-15 01:18:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Escolher um dos textos e transformar em cena - professora Juliane 14/08 - Rayana </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3076089889</link>
         <description><![CDATA[<p>O feed do Instagram&nbsp;</p><p><br/></p><p>(Monique, uma moça de 20 anos, está sentada em sua cama vendo o feed do instagram, até que se depara com um evento cultural que acontecerá na sua cidade em poucos dias).&nbsp;</p><p><br/></p><p>Monique: Esse evento não parece muito interessante. (quando vai passar pra frente, pára e olha surpresa para a tela)</p><p><br/></p><p>Monique: Mamamia! (ela acaba de ver a foto de um cantor, que apesar de não ser conhecido é muito bonito) Acho que eu vou nesse evento, ele parece ser muito interessante! (ela fica vendo a foto do cantor exageradamente com cara de apaixonada e toca a música&nbsp;<strong>Careless Whisper)</strong></p><p><strong><br></strong></p><p>Dia do evento</p><p><br/></p><p>(Monique está dormindo, o despertador toca várias vezes e nada de ela acordar, de repente ela acorda desesperada, vê a hora e se decepciona, ela perdeu a hora de ir no evento e não conseguiria assistir o show do cantor).</p><p><br/></p><p>Monique: Droga, perdi a hora, mas que sorte a minha!</p><p><br/></p><p>O mundo dá voltas</p><p><br/></p><p>(Monique está sentada em sua cama vendo o feed do instagram, até que se depara com um evento cultural que acontecerá na sua cidade em poucos dias. Vai passar direto e quando olha novamente, vê que o cantor que ela queria assistir há um ano atrás vai se apresentar de novo).</p><p><br/></p><p>Monique: É ele, é ele sim, dessa vez eu não vou perder! (ela fica vendo a foto do cantor exageradamente com cara de apaixonada e toca a música&nbsp;<strong>Careless Whisper)</strong></p><p><br/></p><p>Dia do evento</p><p><br/></p><p>(Monique está dormindo, o despertador toca e ela acorda desesperada achando que estava perdendo a hora, mas dessa vez isso não aconteceu).&nbsp;</p><p>(Monique se arruma, coloca o seu melhor perfume, veste sua melhor roupa, passa até maquiagem, algo que ela não estava tão acostumada. Confere se está tudo certo e vai para o show).</p><p><br/></p><p>O show</p><p><br/></p><p>(Chegando lá, ela assistiu o show junto com um amigo e uma amiga)</p><p><br/></p><p>Amiga: É esse o cantor que você falou?</p><p><br/></p><p>Monique: É esse mesmo!</p><p><br/></p><p>Amiga: Ele está olhando pra você!&nbsp;</p><p><br/></p><p>Monique: Será?</p><p><br/></p><p>Amiga: Está sim, eu nunca erro quando eu falo alguma coisa.</p><p><br/></p><p>(Monique então percebe que a mãe do cantor está sentada bem próxima, conversando com uma possível tia dele e então decide se aproximar para ouvir a conversa disfarçadamente)</p><p><br/></p><p>Mãe: Ele se apresentou tão lindamente, que orgulho do meu filho!</p><p><br/></p><p>Tia: Sim, ele canta muito bem, agora só falta ele arranjar uma namorada pra ele.</p><p><br/></p><p>(Monique fica muito feliz ao ouvir isso, fica tão feliz que vai sair correndo para contar para sua amiga, tropeça na cadeira e cai, fazendo com que todos olhem para ela, ela fica sem graça e levanta)</p><p><br/></p><p>Monique: Estou bem gente, não foi nada! (sai correndo até a amiga, achando que esse é o seu dia de sorte)</p><p><br/></p><p>Amiga: Amiga, o show dele acabou, vamos lá, pede pra tirar uma foto com ele.</p><p><br/></p><p>Monique: Será? Eu tenho vergonha.</p><p><br/></p><p>Amiga: Vamos lá, eu te acompanho!</p><p><br/></p><p>Monique: Está bem.</p><p><br/></p><p>(As duas vão até o cantor)</p><p><br/></p><p>Monique: A gente pode tirar uma foto com você?</p><p><br/></p><p>Cantor: Claro!</p><p><br/></p><p>Tia: Quer que eu tire pra vocês duas aparecerem na foto?</p><p><br/></p><p>Amiga: Não, pode deixar só ela na foto.</p><p><br/></p><p>(Após a foto, as duas saem)</p><p><br/></p><p>Amiga: Amiga, você é muito tímida, devia ter puxado assunto com ele.</p><p><br/></p><p>Monique: Mas como eu ia fazer isso?</p><p><br/></p><p>Amiga: Fazendo.</p><p><br/></p><p>Amigo: Calma, deixa eu te ajudar (sai)</p><p><br/></p><p>Monique: Aonde você vai?&nbsp;</p><p><br/></p><p>(Depois de um tempo volta)</p><p><br/></p><p>Monique: E então, aonde você foi?</p><p><br/></p><p>Amigo: Eu fui falar com o cantor, disse que gostei do show dele e que você também gostou bastante.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Amiga: E ele?&nbsp;</p><p><br/></p><p>Amigo: Parece ter ficado bem animado.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Amiga: Viu amiga, eu disse que você tinha chance, agora vai lá e assim que chegar em casa, marca ele na foto que você tirou com ele, você vai ver, vai dar certo!</p><p><br/></p><p>Dia seguinte</p><p><br/></p><p>(Monique está em seu quarto, junto com sua amiga e marca o cantor na foto que tirou com ele, passa 24 horas e nada de ele curtir ou comentar, ela então percebe que foi ignorada. Do nada seu celular toca, ela atende e algo inesperado acontece)</p><p><br/></p><p>Monique: Alô, quem é?</p><p><br/></p><p>Amigo: Sou eu</p><p><br/></p><p>Monique: Ah, é só você. O que você quer?</p><p><br/></p><p>Amigo: Você não vai acreditar no que aconteceu.</p><p><br/></p><p>Monique: O que?</p><p><br/></p><p>Amigo: O cantor me seguiu nas redes sociais e está curtindo todos os meus vídeos no tiktok.</p><p><br/></p><p>Monique: O que?&nbsp;</p><p><br/></p><p>Amigo: É isso mesmo</p><p><br/></p><p>Amiga: Amiga, ele te trocou pelo nosso amigo!</p><p><br/></p><p>Monique: Que situação! Mas você não disse que sempre que você falava alguma coisa essa coisa acontecia, que você nunca errou?</p><p><br/></p><p>Amiga: Sempre tem a primeira vez né.</p><p><br/></p><p>(A cortina se fecha e a cena termina)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-15 01:27:46 UTC</pubDate>
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         <title>Pablo</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>FILHA – Influenciadora. É a profissão do futuro. Alguém duvida? Eu não. Quero seguidores, sou uma líder nata. Nasci pra isso, fui criada pra isso. Minha mãe vai dizer que não, mas desde os três eu já tinha um celular na minha frente, pra acalmar minha ansiedade. O quê? Vocês acham que criança não tem ansiedade, que bebê não tem ansiedade, que isso é privilégio de adulto? Nenhuma mãe aguenta o berreiro de uma criança. Ainda mais mãe solo. Não deve ser fácil, eu sei. Isso fez de mim uma usuária que desde muito nova já manejava dispositivos móveis. Resultado? Euzinha. Alguém que conquista seguidores com essa espontaneidade, esse suco de carisma <em>(faz pose com riso forçado)</em>. Talvez eu escreva um livro um dia: “Como fazer seguidores e influenciar pessoas”. Se bem que... quem lê livro, né? Livro não monetiza. Melhor fazer uma sequência de <em>reels</em>. Tem gente que chama de oportunismo. Eu chamo de oportunidade. Outro dia tava ouvindo o Enzo Caligari, sabe? Aquele <em>youtuber</em> que ensina finanças pra jovens e crianças... Bom, se não conhece, deveria. Aproveita e já ativa o sininho, deixa o seu <em>like</em> e compartilha, que isso é muito importante para o canal. Em algum momento vou fazer um vídeo sobre o conteúdo que ele traz, mas o que me marcou mesmo foi uma frase que ele disse. Uma frase que eu achei muito foda: “Tudo é comoddity, baby”. Tipo um gurjão dele, sabe? Eu sei que não é gurjão <em>(para a plateia)</em> Como é mesmo o nome daquilo, quando uma pessoa sempre repete a mesma frase? Tipo “Foi sem querer, querendo”? <em>(plateia responde “bordão”) </em>Isso, essa palavra aí. Mas eu sempre esqueço, e pra mim criei que é gurjão. Então, quando eu falar gurjão vocês já sabem que é… <em>(acena para que a plateia participe. A plateia responde)</em> Isso, isso, isso! <em>(faz o gesto do Chaves) </em>Então, voltando: Enzo Caligari. Viu, eu não sou tão dispersa assim. Quer dizer, às vezes dizem que eu... <em>(inspira fundo) </em>Foco, Theodora, foco! Enzo Caligari. Então, que que eu tava falando sobre ele mesmo? Ah! <em>Commodity</em>. Tipo, eu não sabia o que era <em>comoddity</em>, mas googlei. <em>Commodity </em>é como se fosse uma mercadoria. Então, eu concordei: tudo é <em>comoddity, baby</em>. E os incomodados que se mudem!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-19 22:49:12 UTC</pubDate>
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         <title>19/08/2024 Professor: Bobby - Ricardo Ikier</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Personagem contemporâneo: Fotógrafo lambe-lambe</p><p><br/></p><p>Homem de 64 anos. Trabalhou a vida toda na fotografia, tirando fotos para guardar os momentos das pessoas em um parque. Foto 3X4. Foto de casamento. Aprendeu a fotografar em um curso pelo correio. Ganhou a máquina de um patrão que tinha há muitos anos atrás.&nbsp; e não parou mais. Sempre fotografa no parque municipal de belo horizonte onde passou a maior parte das horas de sua vida.</p><p><br><br><br>Relato em primeira pessoa</p><p><br/></p><p><br></p><p>Eu não sabia pra onde ir. tem uma semana, acho que isso. vou pra lá e fico zanzando no parque. converso um pouco, olho muito. fico vendo a vida das pessoas. e lá tem muito morador de rua né? conheço eles do parque mesmo sempre cumprimentavam, olhavam, pedia água…dai encontrei um deles que sempre foi simpático. conversa vai, ele tinha um vidro com cachaça e peguei pra beber. nao so de tomar quase nada, dai quando fui ver desmaiei.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-19 22:52:29 UTC</pubDate>
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         <title>19/08 aula Bob</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Personagem </p><p>Vejam so que ironia! Estava eu indo para a farmácia comprar um analgésico. De repente me vejo caído no chão. Escorreguei em uma casca de banana. No mesmo momento fiquei indignado. A tal casca teria sido jogada por acaso, por má educação ou sei la o  porque? O fato é que não consegui me levantar e o joelho sangrava. Aos poucos fui me ajeitando e muito mal consegui me levantar. A dor era tanta que mesmo com tudo aquilo tomei um táxi e fui parar no PS. </p><p>E pasmem!</p><p>Com toda aquela dor, com o joelho sangrando não fui atendida por várias horas. Ou melhor, após 3 hora de espera chamaram meu nome para fazer o raio x.</p><p>Com toda a dor , com a demora, com tudo aquilo o atendente tratando todo mundo mal. Para terminar, saí do PS depois de 8h.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-19 22:57:58 UTC</pubDate>
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         <title>19/08 0 Aula Bobby - Personagem - José Victor</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3080539510</link>
         <description><![CDATA[<p>Toda vez que entro no Tribunal, é a mesma coisa. Trabalho há cinco anos com a mesma juíza, como não vou ser amigo dela? Lógico que quando nos encontramos antes de uma audiência faço aquela cara bem séria, só com um aceno. Ao final, nos encontramos no mesmo restaurante e almoçamos falando mal do defensor público.</p><p>Vocês podem achar ridículo vestir a beca, mas quando visto, na hora sinto um poder. O juiz, atento. O olhar do vagabundo sempre chama a atenção. Uns olham com raiva, outros com desespero. Eu sempre respondo com um sorriso. Coisa que ele, quando estiver em uma cela podre, vai lembrar.</p><p>Os jurados? São a minha plateia, e preciso conquistá-los a cada palavra, como um bom ator. O púlpito é o meu palco, meu show. O defensor público é outro que só assiste. Como vai defender assassino? Sinceramente, não sei como dorme.</p><p>Outro dia um dos acusados chorou do início ao fim. Foi um caso difícil. Não sei o nome dele, nunca sei. Pois bem. Jurou que era inocente. Se realmente cometeu um crime, é o que menos importa. Sou promotor, e sou pago para isso. Uma pergunta que sempre faço aos jurados: Se está aqui, algo fez. Eu, por exemplo, nunca fui acusado de matar ninguém? Qual a nossa diferença? Vocês conseguem ver? Eu não.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-19 22:58:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Aula Boby  19 08 2-24</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3080541189</link>
         <description><![CDATA[<p>Rafael ao se deparar com seus 18 anos, sem nunca ter trabalhado e nunca precisou ganhar dinheiro, resolveu vender, vender, vender e vender.</p><p>Foi para feira e começou a ir em cada banca da feira e gritava.</p><p>Rafaejl :Olha o tomate, olha o tomate por apenas R$ 1 o kilo. (Indo para outra banca) Olha a banana você precisa comer banana a duzia R$5. ( Rafael ia vendendo os produtos para todos ali)</p><p>Meus clientes vou logo montar algum comercio para eu poder vender para vocês. nos vemos logo.</p><p><br/></p><p>Barney </p><p> </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-19 23:01:34 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3080543244</link>
         <description><![CDATA[<p>19/8 - prof Bobby- Texto Cristina Russo</p><p><br/></p><p><strong><em>Droga !!! Droga!!! Estou de saco cheio !!!</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Que porcaria outra bronca do maestro parece que esse cara me odeia, não .. ele me odeia mesmo !!</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Tenho realmente nojo desse sujeito!</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Claramente está me retaliando, lhe dei um fora e agora só me humilha perante todo o coro! </em></strong></p><p><strong><em>Sempre da um jeito de me esculachar, seja nos ensaios ou nas apresentações, na última ópera me fez sair chorando do teatro tamanha a humilhação no final da récita … mas meu maior medo ése ele descobrir o que também faço, Deus me livre minha vida estará acabada !!!&nbsp;</em></strong></p><p><br/></p><p><strong><em>Não aguento mais esse inferno! Meu ex marido infernizando querendo tirar meu filho de mim, esse sujeito me perseguindo, os clientes que preciso suportar…</em></strong></p><p><strong><em>Quando isso vai acabar meu Deus?</em></strong></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-19 23:05:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>21/8/24 profa. Juliane, </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3083548473</link>
         <description><![CDATA[<p>texto de Sol Whitaker</p><p>De calcinha e de sutian</p><p><br/></p><p>Ana; - Sabe amiga, nem sei como te contar. Estou morta de vergonha.</p><p>Aline; conta! O que que te aconteceu?</p><p>Ana; Ahhh- Sei não... Se fosse com você o que faria?</p><p>Aline; como eu faria o que? Eu nem sei o que aconteceu.</p><p>Ana; Ahh, estou morta de vergonha.</p><p>Aline; pára de rodeios e conta logo.</p><p>Ana. então... eu estava em Brasília. Estava um calor danado. Eu tava morta de calor. Cheguei do trabalho e tirei a roupa. Fiquei so de calcinha e sutian. Ai me deitei na cama, liguei o ventilador em cima de mim, acendi um charuto e abri uma lata de cerveja. Tava num bem bom. De repente, o computador chama para uma reunião de emergência, sabe? Eu trabalho com barragens de grande risco. E depois de Brumadinho, a coisa ta feia, porque há risco por todo lado. E ai,, dali da cama mesmo abri o celular e entrei na reunião.</p><p>Aline, e o que aconteceu?</p><p>Ana; Imagina, eu não sabia que todos os diretores ( homens), estavam me vendo de pernas cruzadas, deitadona de calcinha, sutian, charuto e lata de cerveja não mão. O ventilador girando girando...</p><p>Aline; E o que voce achou pior? Estar de calcinh e sutian?  Ou o charuto e a cerveja na mão?</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-21 21:01:55 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>[26/8 19:20] Barney Aula  Juliana, Jorge um recém namorado chagando na familia de Geovana vão para a praia convite dos país dela.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3089187336</link>
         <description><![CDATA[<p>(Jorge sem saber que o abacate faz ele correr ao banheiro dessa vez tomou e se deu muito mau. Logo após do café da manhã Jorge toma dois copos de abacate ao leite e vai colocar sua sunga, vão caminhando em direção a praia, já em um certo quilômetro de caminhada na trilha Jorge sendo o último, solta aquilo que o incomodava, sentindo algo escorrer em sua perna na cor verde, Jorge: (Pensou...) O que fazer? (Decidiu correr de volta para casa, chegando lá tomou aquela ducha que ficava no quintal e voltou para encontra-los, já na praia a cara da namorada não era de bons amigos os país queriam saber o que tinha acontecido e assim Jorge então contou todo o ocorrido e hoje é conhecido pela família de o Grande peidão verde).</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-26 22:35:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paródia - O Candidato de (Extrema)Direita - Bruno Vinelli</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3092954480</link>
         <description><![CDATA[<p> PABLO MESSIAS: Eu sou um candidato da extrema direita. Não uso vermelho de jeito nenhum. Nem meu sangue é desta cor. É azul e claro. Nada escuro. Meu médico que acredita na terra plana me garantiu sobre este fato. O resto é coisa de comunista e ainda acreditam em sangue vermelho e que o sistema solar gira em torno do sol. Olha só, eu vejo o sol andando de um lado para o outro e a terra parada. É cada uma. Ô povo burro, sem noção.Bando de retardados.&nbsp;</p><p><br>Ouve-se uma voz: Capitão, falar em retardadoo é capacitismo.</p><p><br/></p><p>PABLO MESSIAS: Que porra é isso Queiroga? Falar retardado é ruim? Tenho amigos que são e não tem problemas. Como o mundo ficou sem graça.</p><p><br>QUEIROGA: Sim… Vamos falar da família.</p><p><br/></p><p>PABLO MESSIAS: Amo a família brasileira. Como diz a música de Leonardo que fala de Amélia.. Aquilo é mulher de verdade. Amo minha esposa, meus filhos. Sim, também tenho uma filha.&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 00:19:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício professora Juliane - Paródia - dia 28/08 (Rayana)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3092954674</link>
         <description><![CDATA[<p>Ex Quadrilha&nbsp;</p><p><br></p><p>João roubava Teresa que roubava Raimundo</p><p>que roubava Maria que roubava Joaquim&nbsp;</p><p>que roubava Lili, que não roubava ninguém.</p><p><br></p><p>João se arrependeu dos atos ocorridos, Teresa foi viver de fomento</p><p>Raimundo virou um fulastre, Maria trabalhou com homeopatia&nbsp;</p><p>Joaquim endoidou-se e Lili roubou J. Pinto Fernandes</p><p>que não tinha entrado na história</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 00:19:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paródia - Nathália Grigorievs</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3092958784</link>
         <description><![CDATA[<p>O correr humano embrulha tudo,</p><p>Porque ser humano é ser assim: ansioso e afobado,</p><p>Acelerado, sempre ultrapassando os sinais fechados.</p><p>Parar e respirar, é raro.</p><p>A vida afrouxa, a gente aperta.</p><p>A vida sossega, a gente desinquieta (e ainda culpa ela).</p><p>O que ela quer da gente é coragem,</p><p>Mas somos covardes.</p><p>Sim, o que a vida quer da gente é coragem.</p><p>Coragem para desacelerar,</p><p>Respeitar o tempo,</p><p>Respirar. </p><p>O que a vida quer é que a gente se permita libertar. </p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 00:22:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Professora Juliana 27/08/24.                         Zé: Vamos?</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3092962327</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria: Aínda não </p><p>Zé: Por que?</p><p>Maria: Porque não sei</p><p>Zé: Tá esperando o que?</p><p>Maria: Acontecer </p><p><br/></p><p>Barmey </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 00:25:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paródia - Prof. Juliane - José Victor</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3092982738</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>PARÓDIA</strong></p><p><strong>Verdade – Zeca Pagodinho</strong></p><p>&nbsp;</p><p>Descobri que não te aguento mais<br>Descobri em você Satanás<br>Descobri sem querer cicuta<br>Verdade</p><p>Pra fugir de você fiz mandinga<br>Convidei pra assistir um sermão<br>Comentei que voto no Marçal<br>Sua mãe eu perdi na Liberdade</p><p>&nbsp;</p><p>Fui a beira do precipício e você</p><p>Veio gritando vem cá momô</p><p>Tá na hora da Sessão da Tarde</p><p>Traz o Campari por favor</p><p>Sem gelo e no copo</p><p>Da Barbie</p><p>Descobri que não te aguento mais<br>Descobri em você Satanás<br>Descobri sem querer cicuta<br>Verdade</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 00:37:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>paródia: Música original &quot;Naquela mesa&quot; Nelson Gonçalves</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3092991410</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-08-29 00:42:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O Assalto - O Ponto de Vista da Testemunha Isaac - Bruno Vinelli</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>ENOQUE: Vendo daqui, vejo um homem lindo, inteligente e maduro. Pena que ele é fechado e só pensa no que o pastor fala. Ele acredita em tudo que fala sem ao menos criticar ou duvidar. Se ele imaginasse que votei no 13, ele acabaria com a nossa amizade.&nbsp; E eu perderia o grande amor da minha vida. Ah, se ele notasse isso.&nbsp;</p><p><br></p><p>Enoque olha para Isaac.</p><p><br></p><p>-Isaac! está preparado? Vamos sair daqui a pouco. E prepare-se para sair correndo.</p><p><br></p><p>ISAAC</p><p>Olhe para mim, vamos desistir desta merda…</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:42:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sol, BOB dia 3 de setembro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Em desenvolvimento</p><p> Rubrica</p><p>Ator entra cabisbaixo, senta em uma pedra e fala do seu sofrimento e luta para se tornar reconhecido.</p><p>Ator - Tem sido muito difícil suportar todos esse anos de luta. Luta para ser reconhecido, para ser ouvido, para ser visto!</p><p>Narrador - Luiz sofre de solidão, sofre com a invisibilidade/"olhada" , mas não "vista". </p><p>É o que a gente vive hoje. Somos olhados, mas não vistos!                                                                                            </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:42:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>01 Agosto. Aula Boby Narrativa em 3*pessoa..</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3099002206</link>
         <description><![CDATA[<p>Josefa a esposa do segurança do banco junto com suas duas filhas Beth e Paulinha, estavam saindo  da consulta no dentista e elas decidirem ir ao banco dar um oi para ele. Paulinha ao ver uma banca de hot dog pediu para mãe comprar um suco. E assim  Josefa fez mas ela sentiu, calafrios e começou a suar, logo ficando preocupada com as meninas e seu marido que trabalha ali na rua onde ela estava.</p><p>A Josefa começou a acelerar as meninas para ela chegar logo ao banco.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:48:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>02 der agosto. Narrativa epica - Elaine Sudré</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3099007900</link>
         <description><![CDATA[<p>Personagem contemporâneo: Fotógrafo lambe-lambe</p><p>&nbsp;</p><p>Homem de 64 anos. Trabalhou a vida toda na fotografia, tirando fotos para guardar os momentos das pessoas em um parque. Foto 3X4. Foto de casamento. Aprendeu a fotografar en un curso pelo correio. Ganhou a máquina de um patrão que tinha há muitos anos atrás. e não parou mais. Sempre fotografa no parque municipal de belo horizonte onde passou a maior parte das horas de sua vida.</p><p>&nbsp;</p><p>Há tempos sento-me neste banco e observo aquele fotógrafo. Todos os dias, ele repete sua dança em torno de seus personagens, ajeita uma lapela, enquadra, manda sorrir... essa parte eu adoro... sai cada sorriso... As pessoas são estranhas, se arrumam toda para a foto e esquecem de arrumar o sorriso. Chegam a engasgar na tentativa de produzir um arremedo de sorriso. Mas o fotografo é bom, ao final agrada seus clientes exibindo no papel um falso sorriso que eles não foram capaz de fazer...</p><p>Hoje , hoje não, creio que já é o terceiro dia que o vejo sem a maquina. Também o vejo tao perdido quanto eram os sorrisos que ele fotografou. Fazia-o bem. Aprendeu em um curso pelo correio. Ganhou sua máquina de um antigo patrão. Passou a ser seu patrão fotografando no parque municipal de Belo Horizonte.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:51:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>02/09/24 Bobby Ricardo Ikier - narrador épico sobre o personagem contemporâneo</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3099012246</link>
         <description><![CDATA[<p>O percussionista da orquestra, toca pratos tem tempo para observar tudo.</p><p><br/></p><p>A orquestra começa a tocar.&nbsp;</p><p>de repente todos congelam. O silêncio que se instaura é quebrado</p><p><br/></p><p>Tocador de tímpanos</p><p><br/></p><p>Ele se move para frente da orquestra desviando dos outros instrumentos e falando ao público</p><p><br/></p><p>A orquestra começa a tocar.&nbsp;</p><p>de repente todos congelam.Olha para a pessoa que toca o primeiro violino. O silêncio que se instaura é quebrado</p><p><br/></p><p>.</p><p><br/></p><p>Tocador de tímpanos - Ela lá. na primeira fila ao lado do maestro. O solo principal é dela dificílimo e que cara é aquela? parece não gostar. será que é concentração? Pode ser também pelo que ela cochicha com o maestro nos bastidores. Será um novo solo? ou um caso que eles tentam disfarçar? O maestro sempre com aquele ar superior de quem criou a música do mundo. No último ensaio xingou ela com tanto desprezo que ela saiu chorando. Parece sempre esconder um segredo.</p><p><br>Continua..</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:54:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Narração, 02/09 -  Professor Bobby</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3099013405</link>
         <description><![CDATA[<p>E lá estão os réus, homens e mulheres cujas almas pesam sob o olhar penetrante do promotor. Eles, meros jogadores de um jogo onde as regras são decididas por outros. Seus olhares, cheios de raiva ou desespero, se encontram com o sorriso que o promotor oferece, um sorriso que será a única luz na escuridão de suas celas.</p><p>Os jurados... ah, os jurados, a plateia que o promotor precisa conquistar. Cada palavra que ele pronuncia é um golpe de mestre, cada gesto, uma marionete puxada pelas cordas invisíveis de sua retórica. Ele sabe, como um ator no auge de sua performance, que o púlpito é seu palco, e a justiça, o espetáculo que ele encena.</p><p><br/></p><p>Ednayram </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:55:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício dia 02-09 professor Bobby (Rayana) </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3099015796</link>
         <description><![CDATA[<p>Coro: É fato que o homem necessita tomar decisões no decorrer de sua vida, mas cabe a ele aceitar ou não o que lhe é imposto. Saber dizer SIM é ato heróico, saber dizer NÃO é um ato de amor próprio.</p><p><br/></p><p>Narrador: 24 de fevereiro de 2022, essa é a data marcada na vida daquela mulher, a qual, o marido foi convocado a lutar na guerra para proteger o país, deixando a família desprotegida. É certo porém, que o Marido não queria ir, mas o país estava sendo invadido por forças armadas do país rival e por isso, então teve que ir. A decisão se tornou mais difícil ao ver sua filha de apenas um ano de idade. O que feria uma mãe sozinha em plena guerra com uma criança de um ano de idade? Essa pergunta reverberou por todos, mas mesmo assim o Marido foi para o seu destino.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Coro: Seria mais certo aceitar o próprio destino ou aceitar os próprios desejos de ir contra o destino?&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-03 00:56:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>04/09/24 Juliane Ricardo ikier Criem uma cena curta para uma imagem</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3102964737</link>
         <description><![CDATA[<p>Antônio (<em>em sua cabeça</em>) - O carro andava a velocidade constante. Eu olhava a paisagem que me entediava de beleza. As árvores pareciam as mesmas, num caminho reto sem fim.</p><p>Luciana - O que você está pensando?</p><p>Antonio -&nbsp; Em nada.</p><p>Lu - e você consegue?&nbsp;</p><p>A - O quÊ?</p><p>L - pensar em nada?</p><p>A - Consigo.</p><p>L - Acho que é só uma desculpa para não dizer o que pensa. Ninguém pensa em nada. Só na hora da morte.</p><p>A -&nbsp; Ai é que eu acho que pensa mesmo. Não acredito que a mente simplesmente desaparece. ela vai pra um lugar tipo uma biblioteca de pensamentos. Imagina esse monte de pensamentos que eu tive a vida inteira, jogados no nada… Não pode! Eu acredito nessa biblioteca de pensamentos, onde se pode ouvir as cabeças pensantes, pensando pra sempre.</p><p>L - E quem vai ouvir essa besteirada?&nbsp;</p><p>A - sei lá, deus?</p><p>L - meu filho tú acha que deus, se ele existisse, um ser superior, que é maior que todos, que criou tudo, vai ficar escutando pensamento de seu Zé da venda e depois de morto ainda?? ou mesmo o seu! imagina quanta sabedoria ELE poderia tirar dessa jarra maravilhosa!</p><p>A - Uma vida inteira pensando, pra nada?</p><p>L - Você mesmo já explicou: “uma vida inteira…” pra viver! A vida é pra viver queridinho</p><p>A - fico pensando que tô vivendo errado.</p><p>L - já falei a vida é pra viver. não tem sentido não. não tem certo e errado. As pessoas ficam esperando, tentando encontrar o sentido da vida, o motivo que ela está nessa vida… ai que saco. Cala essa boca e vai viver. vai dar você sentido pra vida! ela é sua porra!</p><p>A - eu queria que ela fosse essa estrada, inicio, meio, fim, árvore, árvore, chega na montanha, fim.</p><p>L- Pô não era você que tava aí sem pensar em nada só dirigindo. Quer que a vida seja uma estrada monótona, vazia que nem pensar precisa? o mínimo um carro. Que percorre várias estradas, muda de rota, estraga, pode pintar… a estrada e a mesma sempre. só leva e trás. muito chato.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-04 23:17:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>texto Imagem Estrada - Raíssa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3102965355</link>
         <description><![CDATA[<p>Lucia está dirigindo seu carro sem muita velocidade, ouvindo uma música calma. Observa um carro na outra pista em alta velocidade. Algo no carro lhe chama a atenção. Num subto lembra que nunca dirigiu em alta velocidade. Faz a volta e decide-se a seguir o carro.</p><p><br></p><p>Depois de um tempo começa a se aproximar e é notada pelo outro motorista, que reduz a velocidade</p><p><br><br></p><p>Lucia; Ola como vai?</p><p><br></p><p>Motorista- Você não estava indo em outra direção?</p><p>Lucia. Sim, estava.</p><p>Motorista; Você está precisando de ajuda?</p><p>Lucia: Não</p><p><br/></p><p>Silêncio</p><p><br/></p><p>Lucia- Para onde você está indo?</p><p>Motorista- Não sei bem ao certo</p><p>Lucia- E porque tanta pressa?</p><p>Motorista- É porque se eu errar o caminho eu vou ter tempo para voltar e pegar o caminho certo.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-04 23:18:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Professora Juliane 04/09</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3102965616</link>
         <description><![CDATA[<p>Descrever uma cena.</p><p><br/></p><p>Através do parabrisa de um carro, nota-se uma estrada cercada por árvores amarelas sob o pôr do sol. O asfalto que nunca passou outro veículo. As montanhas aparecem ao longe. A mulher no volante e o homem no banco do passageiro.</p><p>Mulher: Essas árvores parecem em chamas. O outono é mágico.</p><p>Homem: Sim, tudo se transforma... Estamos quase lá.</p><p>Mulher: Acha que vamos falar com Deus?</p><p>Homem: Talvez... ou encontrar o que realmente procuramos.</p><p>O silêncio os envolve enquanto se aproximam das montanhas, sentindo que o milagre está quase chegando.</p><p><br/></p><p>Ednayram </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-04 23:18:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício professora Juliane - criar uma cena curta tendo uma foto como provocação - 04/09  (Rayana)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3102966522</link>
         <description><![CDATA[<p>A viagem dos sonhos/pesadelo dos sonhos</p><p><br/></p><p><br/></p><p>Narrador: A viagem dos sonhos nem sempre é como esperamos. Maria foi convidada para viajar com o seu namorado, para aproveitarem as férias juntos.</p><p><br/></p><p>Maria: Não acredito que você comprou a passagem para Campos do Jordão que eu tanto queria, este é o melhor presente do dia dos namorados que você poderia me dar!</p><p><br/></p><p>Marcos: Eu sabia o quanto você estava sonhando com essa viagem, só quis realizar o seu sonho. Mas se apresse, precisamos pegar a estrada para chegar lá o quanto antes.</p><p><br/></p><p>(Os dois colocam as malas no carro e vão a caminho de Campos do Jordão)</p><p><br/></p><p>4 horas depois...</p><p><br/></p><p>Marcos (dirigindo): Estou com sono, não imaginava que ficaria tão cansado dirigindo.</p><p><br/></p><p>Maria: Vamos parar, tem um posto de gasolina bem ali.</p><p><br/></p><p>Marcos: Não, eu consigo aguentar o cansaço. E se a gente parar, vai demorar ainda mais pra gente chegar.</p><p><br/></p><p>Maria: Você está certo!</p><p><br/></p><p>(Marcos continua cansado e de repente, seus olhos vão se fechando de sono, fazendo com que a cena fique toda escura, com black out. Quando os olhos de Marcos abrem novamente, um clarão ilumina toda a cena e ouve-se o barulho de uma batida de carro)</p><p><br/></p><p>(Maria acorda, mas já está no hospital)</p><p><br/></p><p>Maria: Marcos, cadê você? Marcos.</p><p><br/></p><p>Doutor: O que está acontecendo?</p><p><br/></p><p>Maria: Estou procurando o meu namorado, o Marcos, ele estava no carro junto comigo, de repente um clarão aconteceu e eu não vi mais nada, quando acordei já estava aqui nessa cama de hospital, cadê o Marcos doutor?</p><p><br/></p><p>Doutor: A senhorita precisa ser forte...</p><p><br/></p><p>Maria: Forte, por que?</p><p><br/></p><p>Doutor: Porque o namorado da senhorita, o Marcos, ele...</p><p><br/></p><p>(De repente Maria acorda desesperada e está em sua casa)</p><p><br/></p><p>Narrador: (para o público) Aparentemente nada passou de um pesadelo.</p><p><br/></p><p>(De repente entra Marcos)</p><p><br/></p><p>Marcos: Querida, tenho um presente para você para o dia dos namorados. Comprei essa viagem para Campos do Jordão, vamos?</p><p><br/></p><p>(Maria olha as passagens na mão de Marcos e se desespera, olha para o público e sai correndo, gritando)</p><p><br/></p><p>Maria: Nãaaaaaooooo</p><p><br/></p><p>Narrador: Às vezes a viagem dos sonhos pode se transformar em um pesadelo. E você, para onde sonha em viajar?</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-04 23:19:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício da foto - Prof. Juliane - 04/09 - José Victor</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3102970740</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>&nbsp;</p><p><em>Pai, ansioso, dirige o carro</em>. <em>Sua filha está assento traseiro do carro. Segura uma boneca nas mãos, e parece chateada.</em></p><p>Narrador: A vida, que parecia certa, agora tem um novo rumo. O fim da estrada é o destino. Ao longe se vê o sol sumindo, devagarinho, devagarinho. A escuridão logo vai tomar conta desta inesperada viagem entre pai, filha, e um terrível segredo, que levarão para o desconhecido.</p><p>Filha: Pai, pai.....PAI!</p><p>Pai: Calma filha.</p><p>Filha: A mamãe...</p><p>Pai: <em>[interrompendo]</em> Ela está bem, filha.</p><p>Filha: Posso falar com ela?</p><p>Pai: Logo vamos parar, e você fala com ela.</p><p>Filha: Ela deve estar com fome, papai. Me deixa ajudar.</p><p>Pai: Ela está dormindo! Sossega agora, que eu preciso prestar atenção na estrada!</p><p>Filha: MAMÃE!!!</p><p><em>Nesse instante, fortes batidas saem do porta-malas.</em></p><p>Filha: MAMÃE!!</p><p><em>[Corta. Blackout.]</em></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-04 23:24:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sol Whitaker- Juliana, 4/9</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3102975334</link>
         <description><![CDATA[<p>A Paisagem Falada</p><p>Maria entra , senta numa cadeira . Senta ao lado do seu parceiro. Ele fala, fala, fala. </p><p>Maria de repente diz:</p><p>MARIA-  que linda paisagem! Parece que tem um frescor no ar.</p><p>JOÃO - Que coisa! Estou falando e você se quer da a menor atenção.</p><p>Fala de uma paisagem! Enquanto eu, eu falo de mim.</p><p>MARIA! Ah desculpe. Eé  que a paisagem mostra um ar de natureza, de algo real, de algo que me vejo dentro dela.</p><p>JOÃO. Mas voce se vê dentro de algo que é pura imagem. Já eu, falo de mim, de algo real, de gente, de gente como eu!</p><p>MARIA - Mas a minha paisagem é real para mim, se não é para você, é que para voce, so é real o que é você. Um quadro é real, e a paisagem do quadro também, so não é a natureza. Mas é imagem de natureza. </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-04 23:30:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Elaine Sudré - Prof. Juliana - 4/09</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3102977822</link>
         <description><![CDATA[<p>Imagem da estrada.</p><p><br/></p><p>O que está acontecendo? Ninguém aqui? Isso deve ser perigoso…</p><p>Ui, que adrenalina, nunca vi assim.</p><p>Vou aumentar a velocidade…. 80, 100, 120, 200, 240…</p><p>Nenhuma curva? Nenhum obstáculo? Sem monstros?</p><p>(pausa)</p><p>Devem estar atrás das árvores…</p><p>(pausa)</p><p>Esquisito…&nbsp;</p><p>(pausa)</p><p>Vou reduzir…</p><p>(pausa)</p><p>Nada muda? Quem sequestrou meu jogo?&nbsp;</p><p>Manhêêê.</p><p>Mãe: Oi, lindeza... Por que vc ta chorando?</p><p>CÇ: Todos sumiram... os monstros, os outros carros, as curvas, os... tudo.</p><p>M: Ahn?! O que? Onde?</p><p>Cç : roubaram tudo..</p><p>M: O quê? Roubo? Tem adulto no seu jogo? </p><p>CÇ: Nãoooo, manhê... esse é o problema... nao tem nada...</p><p>M: Eu não entendo de jogo, mas entendo de gente... se roubaram, foi adulto. Você ta correndo risco. Por isso nao gosto de voce no jogo... desliga e vem jantar</p><p>Cç: Mas eu nao joguei...</p><p>M: Nem vai. E pode parar com esse choro! Um rio de aguas cristalinas jorrou de seus olhos. Vai secar por dentro assim. Lave as mãos e venha jantar.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-04 23:33:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Mais uma consulta. Barney professora Juliane dia 04/08</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3102982583</link>
         <description><![CDATA[<p>Barney: Sonhei que estava em uma estrada muito bonita bem arborizada e me parecia ser outono.</p><p>Dr. O que mais vc está vendo.</p><p>Eu. Vejo que no final da estrada tem um monte quase uma montanha.</p><p>Dr vc quer ir até lá.</p><p>Eu. Pode ser eu não sei o que tem lá.</p><p>Dr. A escolha é sua.</p><p>Eu. Tá.</p><p>Dr. Se vc continuar eu talvez não consiga trazer vc novamente.</p><p>Eu. Tudo bem estou aqui para poder ver o que tem de melhor pra mim ou de pior.</p><p>Dr Tá então vai. Farei o possível para estar com você.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-04 23:38:08 UTC</pubDate>
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         <title>Sol Whitaker - Juliane 04/O9</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3103036546</link>
         <description><![CDATA[<p>Um silêncio paira no ar. João se levanta , olha para o quadro onde se encontra pregado na parede em frete à cadeira de Maria.</p><p>João - Você não me escuta nunca! Está sempre deslocando o meu assunto para outra questão.</p><p> Maria - Você está me chamando de manipuladora? Está me acusando? Afinal, está me acusando de que?</p><p>Eu escuto com os ouvidos, não com a boca. Quando falo algo, não é que não tenha lhe escutado. E que ao mesmo tempo em que escuto, olho, penso, vejo, falo. Não quer dizer que não escutei. </p><p>João - o que tem aquela paisagem que tanto lhe chama à atenção? Afinal esse quadro está ali, a pelo  menos 10 anos e somente agora você fala dele? Justamente quando falo de mim? Voce ouviu mesmo o que falei?</p><p>Maria - Sim, ouvi. Ouvi você falar que quer se separar, etc, etc, E o que você queria que eu dissesse? Ah, que eu falasse: quer separar de mim, como você é lindo! Lindo e é como um rio de águas cristalinas  jorram dos seus olhos?!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 00:19:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Escrever uma cena curta que contenha a seguinte frase (tendo ou não relação com o texto anterior) Um rio de aguas cristalinas jorrou de seus olhos. Ricardo Ikier Prof Juliane</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3103068125</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Um velho&nbsp; - Foi num tempo do sem fim quando tudo era. E ser era o que importava. O mundo era outro e poucas coisas eram no mundo. Muito gelo e muito fogo concordavam em existir, cada um na sua parte e fazendo parte de tudo. Um dia o fogo cismou de esquentar demais. O gelo pra não ficar pra trás esfriou, ventando e nevando com força. Desse embate que antes era quase um carinho entre fogo e frio que se lambiam, restou água, rio, cachoeira e pedra. Pedra só ficava… e dale água se passando pelas pontas e escorrendo por entre grutas. e de escorrer e trombar e do furar e amolecer da pedra nasceu formas. e das formas seres. e dos seres, Ela. que estava em tudo. que era tudo, fogo, frio, pedra e bicho. e olhos. que tudo viam. Até que um dia, um rio de águas cristalinas jorrou de seus olhos. E eram estrelas e planetas que jorravam e corriam. E depois que tudo foi criado, a noite se fez e foi crescendo dentro dela tanto, que tudo era noite naquela hora. e tudo e nada se completaram.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 00:36:19 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Continuação. Professora Juliane.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3103069543</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao se aproximarem da montanha , havia um inesperado rio, uma luz do pôr do sol refletia nas águas cristalinas. A mulher estaciona o carro à beira do rio, desce e caminha lentamente até a margem, olhando a correnteza com olhos inundados. O homem se aproxima e respira profundamente.</p><p>Mulher: será que Ele está aqui?</p><p>Homem: Às vezes, as respostas estão nas coisas mais simples.</p><p>A mulher se agacha e toca na água com as pontas dos dedos, sentindo uma mistura de medo e coragem.</p><p>Uma voz suave aparece do céu </p><p>Voz: chegou o dia!</p><p>Ela trêmula, ajoelha-se deixando uma lágrima solitária escorrer, misturando-se à gratidão pelo impossível.</p><p><br/></p><p>Ednayram </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 00:37:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Continuação - Prof. Juliane - José Victor</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3103080063</link>
         <description><![CDATA[<p><em>Casa. Filha está brincando no chão, com a sua boneca. A mãe, ao lado, dobra roupas. O pai chega, embriagado.</em></p><p>Pai: Me deixa passar. [<em>pisa nos brinquedos da filha]</em></p><p>Filha: Você pisou no quarto dela, pai!</p><p>Mãe: Calma que a mamãe te ajuda <em>[agacha para ajudar a filha</em>]</p><p><em>Pai dá um empurrão com o joelho na mãe, e ela cai em cima da filha. Ele ri.</em></p><p><em>A mãe se levanta, envergonhada</em>.</p><p>Filha: Você chateou a mamãe.</p><p>Pai: O menina melindrosa. Toma cuidado.</p><p>Mãe: Filha, vai para o seu quarto.</p><p><em>Pai puxa a filha pelo braço.</em></p><p>Pai: Você fica aqui. Quer ir pro escurinho, filha?</p><p>Filha: Lá não....</p><p>Mãe: Para com isso!</p><p><em>Pai agarra a menina, coloca ela sobre seus ombros. Ela se debate. Abre a porta e vai em direção ao carro.</em></p><p>Pai: Isso que dá ser criada por essa vagabunda. Minha mãe me dizia que você ia ser uma péssima esposa.</p><p>Mãe: Solta ela!</p><p>Filha: <em>[Desesperada] </em>Mãe, eu não quero ir.</p><p><em>Mãe corre para a cozinha, pega uma faca e corre em direção ao pai.</em></p><p>[<em>Blackout]</em></p><p><em>&nbsp;</em></p><p><em>A luz se acende,</em> e uma mulher, carregando a boneca da menina, entra em cena.</p><p>Mulher: Mamãe. Enquanto corria, ela não olhava para o meu pai, com raiva. Ela olhava para mim. E eu vi. Um rio de águas cristalinas jorrou de seus olhos. E eu entendi. Entendi que assim como todo rio, por mais bravo e tormentoso que seja, uma hora...acalma. E a vida, assim como a água, sempre continua a fluir. Não se esquece o que passou. Mas as pedras, por mais horrorosas e gigantescas sejam, as pedras ficam para trás. E, ao final, restam as águas cristalinas deixadas. Sempre uma mãe.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 00:42:38 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Barney professora Juliana 04/08</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3103081367</link>
         <description><![CDATA[<p>Você já imaginou?</p><p>Imaginou que tudo que pede, você consegue?</p><p>Imaginou que pode fazer o que você quer?</p><p>Imaginou que poderia hoje estar aqui onde você está?</p><p>Imaginou que a fala que sabe sae da sua boca, o vento leva e traz o que você disse?</p><p>Imaginou que sonhar é realizar?</p><p>Imaginou que essa cachoeira é de águas cristalinas igual a esse Rio que jorra dos seus olhos?</p><p>Se você imaginar você é capaz de ver o Sol brilhar de noite e a Lua aquecer o seu maravilhoso dia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 00:43:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Raíssa - “Um rio de águas cristalinas jorrou de seus olhos”</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3103091243</link>
         <description><![CDATA[<p>Professora _ Na aula de hoje vamos fazer um jogo.</p><p>Luana- Ai professora você que eu não sou boa em jogos.</p><p>Marta - Eu adoro. Explica como vai ser!</p><p>Caio - Se for em duplas eu não quero ir com a Luna (ri)</p><p>Professora - Nesses balões estão algumas frases. Vamos bater os balões e quando eu apitar cada um segura um balão e vai escrever uma história sobre a frase no seu balão</p><p><br></p><p>Alvoroço na sala</p><p><br></p><p>Professora- Vamos começar (coloca uma música e os alunos batem os balões até o apito)</p><p>Luana - (chateada)&nbsp; Olha lá professora, tá vendo, por isso eu não gosto de jogos. Eu não entendo o que essa frase significa.&nbsp;</p><p>Professora -&nbsp; qual é sua frase?</p><p>Luana _ “Um rio de águas cristalinas jorrou de seus olhos”</p><p>Marta- Significa chorar</p><p>Luana Chorar?</p><p>Marta Sim</p><p>Luana- Eu não concordo!</p><p>Marta - Pq?</p><p>Luana - Porque as lágrimas fazem parte do nosso sistema excretor. Não combina com cristalina</p><p>Caio- É que significa chorar de alegria</p><p>Luana- Eu nunca chorei de alegria Quando estou alegre eu rio.</p><p>Caio - É poético</p><p>Luna - Eu não gosto de poesia, eu gosto de ciências. Professora, para que servem as lágrimas?</p><p>Professora - Para aliviar nossos sentimentos, talvez.</p><p>Luana - Eu acho que as lágrimas servem para lubrificar os olhos!</p><p>Professora - Talvez as lágrimas sirvam para para a gente lubrificar aquilo que os olhos veem, mas não compreendem</p><p>Luana- Isso que você falou é “poético”?</p><p>Professora - Sim</p><p>Luana- Eu acho que gostei disso. Acho que quero fazer ciência poética. Existe essa professora?</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 00:49:22 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício 2 - professora Juliane- Cena curta contendo a frase &quot;um rio de águas cristalinas jorrou de seus olhos&quot; - 04/09 (Rayana)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3103106702</link>
         <description><![CDATA[<p>Já fazia&nbsp;dois anos que a guerra se alastrava por aquele país, porém recentemente as duas nações em combate fizeram um acordo e a guerra finalmente chegou ao fim. Juca lutou como soldado para defender seu país. Quando a guerra terminou, Juca caminhou diante daquela cidade ocupada por destroços. A cada passo, via coisas que comoviam o seu coração, entre elas: casas destruídas, cadáveres de pessoas, documentos de pessoas espalhados pelo chão e a cada coisa que via, imaginava a história por de trás.&nbsp;</p><p><br/></p><p>Juca continuou andando, foi em direção a casa em que morava antes da guerra começar, chegando lá, viu sua casa em pedaços e uma foto de sua filha de dois anos de idade jogada ao chão.</p><p><br/></p><p>Juca: Será que ela conseguiu sobreviver a tanta maldade humana? (começou a chorar incessantemente)</p><p><br/></p><p>Alguém: Parece que um rio de águas cristalinas jorrou de seus olhos! O senhor morava aqui nessa casa?&nbsp;</p><p><br/></p><p>Juca: Sim, morei aqui antes da guerra, quando os dias ainda eram felizes, quando ouvir uma simples música era motivo de felicidade. Depois fui convocado para lutar pelo país e deixei a minha esposa e a minha filha de dois anos aqui nessa casa. Essa é a minha filhinha&nbsp;(mostra a foto para a pessoa que está conversando) Você sabe se ela e minha esposa conseguiram sobreviver?&nbsp;</p><p><br/></p><p>Alguém: Eu não sei senhor, eu também morava aqui perto, passei aqui há dois dias atrás e até cheguei a vê-las por aqui, mas os soldados começaram a invadir essa região e todos começaram a correr, a partir disso, não vi mais elas diante da multidão, parecia que a cidade foi tomada por um formigueiro, com uma multidão que ia e vinha sem parar. Por isso não sei se elas conseguiram sobreviver ou não.</p><p><br/></p><p>Juca: O que eu faço? Perdi tudo na minha vida com essa guerra e não sei se perdi o meu bem mais precioso que é a minha família.</p><p><br/></p><p>(Juca anda sem rumo e sem direção, como um ser triste e sem luz, sem caminho, sem vida...)</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-05 00:58:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sol Whitaker, Bob, 9/9</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3110631071</link>
         <description><![CDATA[<p>Luiz- Outro dia eu ía passando em frente a uma loja de discos. Na vitrine havia um montão deles. Todos de músicas americanas. Eu fiquei indignado.</p><p>E aí pensei: - Porque esse povo gosta tanto de  coisa estrangeira? Por que será?</p><p> Por que não se prefere ouvir as coisas do Brasil? Afinal, temos tanta coisa bonita.</p><p>Mas não! O que tem valor é o que do outro.</p><p>Perdido nesse pensamento resolvi entrar na loja.</p><p>Narrador- Luiz entra na loja devagarinho. Desconfiado, olha de um lado para o outro. Nenhum vendedor se dirige para ele. Por que seria que ninguém o via?</p><p>Será que ele tinha aparência de pobre? De nordestino? De gente que não parecia ser da turma dos "bacanas"? Enfim... eu tenho uma ideia sobre isso. Naquele delírio da loja, cheia de música americana tocando muito alto, gente falando. Luiz vai olhando os títulos dos LPs. E de repente ele fala com um dos vendedores.</p><p>Luiz- Moço, boa tarde. O senhor tem disco de músicas nordestinas? </p><p>Narrador- O vendedor apressado, fala para ele ir até o canto da loja e verificar se dentro de uma caixa que estava no chão havia algum disco do interesse dele.</p><p>Luis começa a mexer na caixa. Em cima dela estava escrito: saldos baratos! Leve tudo!</p><p>Luiz- Eu acho que nem vou ver nada de interessante. Tudo jogado assim, dentro de uma caixa velha, rasgada... Não deve ter nada.</p><p>Narrador. Luiz mexe nos discos, e... de repente... encontra um que o faz sorrir e  ao mesmo tempo chorar. O disco estava todo arranhado e a capa rasgada.</p><p>Luiz sai do local onde ele e a caixa estavam e pergunta para o vendedor;</p><p>Luiz - Moço, esse disco aqui é de Luiz Gonzaga. Quanto vale?</p><p>Narrador - Imaginem. Era o seu próprio disco! O vendedor fala. Pode levar, moço. Se levar até de graça é um favor. Isso ai é um encalhe! Ninguém quer, ninguém gosta, ninguém se interessa por isso ai.</p><p>Luiz- Moço, então eu vou levar esse disco.</p><p>Vendedor - Pode levar. Faz um favor. Assim não ocupa mais espaço.</p><p>Luiz- Que vida! ninguém me vê, ninguém me olha, ninguém me escuta!</p><p>Narrador - Anos mais tarde, Luiz faz sucesso, ganha prêmios e vira uma referência da música popular nordestina.</p><p>Luiz- </p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 23:00:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Professor Bobby - 09/09</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3110637602</link>
         <description><![CDATA[<p>Em uma cidade, um promotor que caminhava pelos tribunais como um guerreiro em campo de batalha. Ao seu lado, a juíza. Ele conduzia o julgamento como se fosse um grande espetáculo, os jurados como sua plateia, o defensor público era apenas um espectador incapaz de compreender sua missão. O réu sentado estava sendo julgado.</p><p>O promotor sentia o poder de suas palavras, enfrentando o acusado com o sorriso de quem já conhece o destino dele. Para ele, não importava a inocência ou culpa; sua tarefa era vencer. Os jurados ficavam com as suas canetas nas mãos com os olhos arregalados e os ouvidos atentos em direção ao promotor. O réu levantou a cabeça no sentido do promotor com o semblante de ódio.</p><p>O promotor, no centro do  tribunal, respirou fundo e apertou os seus punhos, sua voz firme e cortante. Ele lançou um olhar duro para o defensor, balançando a cabeça em desaprovação. </p><p>Promotor: Como podem questionar o óbvio? </p><p><br/></p><p>Ednayram</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 23:08:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício aula do professor Bob-  09/09 (Rayana)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3110639110</link>
         <description><![CDATA[<p>A Guerra&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p>A cena começa com uma um black out e projeção em uma parede branca, onde passa-se um vídeo mostrando guerras, destroços, mortes, fome e a explosão da bomba atômica de Hiroshima. Quando o vídeo termina, a luz geral acende e é possível ver os sonoplastas colocando o som. Toca-se uma música tranquila, parecendo música que escutamos no elevador ou em sala de espera para relaxar. O coro entra, ainda com a música ao fundo.</p><p><br/></p><p>Narrador: É fato que o homem necessita tomar decisões no decorrer de sua vida, mas cabe a ele aceitar ou não o que lhe é imposto. Saber dizer SIM é ato heróico, saber dizer NÃO é um ato de amor próprio. </p><p><br/></p><p>(a música para)</p><p><br/></p><p>Uma mulher entra em cena, caminha até o proscênio e diz:<br></p><p>Mulher: 24 de fevereiro de 2022, essa é a data marcada na vida daquela mulher, a qual, o marido foi convocado a lutar na guerra para proteger o país, deixando a família desprotegida. É certo, porém, que o Marido não queria ir, mas o país estava sendo invadido por forças armadas do país rival e por isso, então teve que ir. A decisão se tornou mais difícil ao ver sua filha de apenas um ano de idade. O que faria uma mãe sozinha em plena guerra com uma criança de um ano de idade? Essa pergunta reverberou por todos, mas mesmo assim o Marido foi para o seu destino.&nbsp;</p><p><br/></p><p>A mulher sai do proscênio e vai até o centro do palco.</p><p><br/></p><p>Mulher: O que farei? Meu marido foi para a guerra e agora&nbsp; preciso proteger a mim e a minha filha diante disso (pega na coxia uma manta enrolada como se fosse um bebê e volta para o centro do palco) tentarei fugir para longe, onde a guerra entre duas nações não poderá nos encontrar (abre a manta e balança ela como se estivesse balançando uma bandeira declarando paz. Em seguida sai de cena)</p><p><br/></p><p>A música tranquila volta a tocar.</p><p><br/></p><p>Narrador: Seria mais certo aceitar o próprio destino ou ir contra ele?&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 23:09:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A “Influenciadora Theodora” - José Victor - Aula Bobby</title>
         <author>zevictorms</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3110639781</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>Narrador: Na era da informação, milhões seguem a pequena Theodora, nossa influencer. Ainda não saiu da adolescência, e nunca leu um livro. Theodora, que tem certeza que ditongo é o nome do cachorro da professora de português. </p><p>Mas, ainda assim, ela quer influenciar milhões de adolescentes. Mas quem influenciou nossa estrela?</p><p>Desde pequena a “digital influencer” dava muito trabalho para o papai e para a mamãe.</p><p>[<em>Neste momento, entram personagens em fantasias, com celular em punho, andando pelo palco</em>].</p><p>Foi criada pela Peppa Pig, Galinha Pintadinha. Horas na tela. Dias. Semanas. Não à toa, o seu primeiro presente, o mini tablet, pegou fogo em sua mão. Ela riu.</p><p>[Junto com os personagens anteriores, e<em>ntram personagens vestidos de professores, cada um com algum objeto ou característica indicando a sua ‘especialidade’]</em></p><p>No início da adolescência, ao invés de prestar atenção na aula do professor de biologia, com especialização sobre “A seiva das briófitas angiospérmicas”, assistia a estimulantes vídeos de jovens descobrindo os efeitos de ficar 16 horas sentado na Praça da Sé vestido de Chaves, segurando uma sanfona. Didático e enriquecedor.</p><p><em>[Com os professores no palco, entram outros personagens, playboys, com megafone, cartaz, e confrontam os professores];</em></p><p>Lógico que seu professor de história, ao falar sobre as mazelas de parte da população brasileira, que vive na mais pura miséria, foi confrontado pela nossa sábia influencer, que havia assistido uma masterclass de 30 minutos sobre o tema: “Vitimismo e o Nordeste” capitaneada pelo distinto e ilustro Nando Merçal, herdeiro de uma mina de carvão e autodenominado “O Guru do Empreendedorismo”.</p><p>....</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 23:09:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Aula Boby 09/09/ 2024 texto narrativo  Barney</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3110640142</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-09-09 23:09:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ator narrador - Ricardo Ikier</title>
         <author>ricardoikier</author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3110640148</link>
         <description><![CDATA[<p>criar um ator-narrador que narra as ações de outro personagem contemporâneo de outro aluno do padlet</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/2558217702/1eea4c4bddc6c060655464bf17faa5f1/Documento_sem_t_tulo___Documentos_Google.pdf" />
         <pubDate>2024-09-09 23:09:58 UTC</pubDate>
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         <title>Texato - Assaltante | Cristina Russo Prof Bobby22/7/24</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3122531312</link>
         <description><![CDATA[<p>Bem vestido, acima de qualquer suspeita, calça bem alinhada ao corpo, camiseta branca, sapatos com aspecto bem cuidado e segurava uma jaqueta escura.</p><p>Segurava com força, trêmulo, apesar de decidi o o medo pairava sua mente</p><p>- Mas eu preciso...</p><p>Era a voz ecoando em sua mente sufocando qualquer outro pensamento.</p><p>Ajeitou os óculos, passou a mão nos cabelos a pele parda ficando rubra, quente, ao mesmo tempo suava frio</p><p>- Já cheguei até aqui! Não posso desistir....</p><p>- Mamãe, me perdoe mas é por você! Pela sua saúde, por nós, nossa sobrevivência... Meu Deus! Ninguém sabe que estou desempregado, tentei tudo, juro pelo mais sagrado!!! Até para carpir mato me ofereci!!!</p><p>Respira fundo fechando seus olhos.</p><p>- Ninguém ajuda! Um bando de egoístas, maldosos, essa é minha única saída a única forma de não perder minha mãe, nosso lar .... tudo!!!</p><p>Os pensamentos ecoam fortemente enquanto está sentado no banco da pracinha fitando a entrudada do Banco.</p><p>- Seja o que Deus quiser! Prefiro morrer tentando do que perder minha mãe para aquela maldita doença e ainda sem um teto, sempre dizem que uma mãe faz de tudo por um filho. Agora chegou minha vez, a hora do filho fazer de tudo por sua mãe</p><p>Carlos se levanta, respira fundo e observa mais uma vez a entrada do Banco.</p><p>Mas ele não estava sozinho, enfiou-se no meio de uma quadrilha de assaltantes, Carlos era a isca, informante, o sinal, graças ao seu amigo Aurélio que o convenceu a fazer essa loucura, após ouvir o lamento desesperador de Carlos sobre sua atual e miserável condição.</p><p>Seu papel era simples, as condições também, a quantia pega no cofre seria dividida igualmente entre o bando.</p><p>Ele apenas tinha que entrar no banco e informar enviando uma mensagem aos seus comparsas, detalhando a localização e quantidade de guardas, número de pessoas na agência, fingirei ser uma vítima no meio da ação, mas era parte do grupo de criminosos fazendo seu papel de "Laranja".</p><p>Era a peça chave, jamais poderia transparecer insegurança, demonstrar nervosismo ou qualquer atitude suspeita.</p><p>Então exatamente as quinze horas, ele levanta do banquinho, atravessa a rua e entra no banco, passando pelo segurava seguindo na direção do totem de auto atendimento para pegar uma senha de serviços, escolheu a opção dos caixas pois havia uma pequena fila e aquilo lhe daria tempo suficiente para observar e informar.</p><p>Sentou-se calmamente em uma das cadeiras disponíveis para espera, enquanto aguardava a chamada da senha, detalhava pelo celular o cenário aos comparsas. Parecia estar em modo automático, detalhando tudo como foi combinado, então exatos quinze minutos após sua entrada, surge um grupo de cinco homens fortemente armados invadindo o banco, atirando e estourando os vidros!!! Todos se desesperaram inclusive Carlos, afinal teoricamente ele era uma das "vítimas"</p><p>- Assalto!!!! Todo mundo pro chão porra!!!! Quietos e ninguém se machuca!!!</p><p>Entre os gritos, e pessoas chorando de medo e desespero, com um dos vigilantes alvejado, Carlos segue o roteiro e se deita.</p><p>Os homens se espalham dentro do banco, três deles rendem a gerente que pede pelo amor de Deus que não lhe façam mal, seguem com a moça para o interior do banco em direção ao cofre.</p><p>Trêmula, chorando e pedindo que não lhe machuquem sob a mira de uma arma, mais especificamente sob sua cabeça ela abre o cofre.</p><p>Cofre Aberto, começa o saque, os dois homens pegam rapidamente grandes quantias de dinheiro enchendo as malas, enquanto o outro mantinha a jovem gente sob sua mira, tudo cronometrado, uma valsa violenta, agressiva, uma dança milimetricamente ensaiada, coreografada sem nenhum deslize, sem erros.</p><p>Pegam o que conseguem dentro do prazo que estipularam no plano e saem.</p><p>Durante a saída Aurélio que estava com uma das malas, desfere um chute em Carlos, tudo combinado, dizendo: Quieto !!!!&nbsp;</p><p>Aquilo era um sinal de que tudo havia corrido bem.</p><p>Adentram no carro e saem em disparada, cantando pneus .</p><p>Marina, a gerente tremia, estava em choque.&nbsp;</p><p>Não sabia se chorava ou se gritava, estava quase catatônica.</p><p>Sem chão, perdida em meio aquele cenário de destruição, pessoas chorando, um homem ensanguentado inconsciente no chão, com seus colegas vigilantes tentando ajudar.</p><p>Sua camisa quase foi rasgada pela violência usada pelos ladroes, um de seus sapatos quebrou o salto enquanto era arrastada até o cofre pelos bandidos, a calça que por sorte era preta estava totalmente molhada de urina, no rosto a maquiagem borrada pelas lágrimas que não paravam de cair</p><p>Ainda estava em pé, encostada na parede ainda em choque, aos poucos sentiu seu corpo amolecer, escorregando pela parede aos poucos até o chão próxima de onde estava Carlos, ao sentar-se desaba completamente em uma crise descontrolada de choro.</p><p>Apenas conseguia dizer em meio ao choro as palavras, meu Deus! Meu Deus!! Logo sendo amparada por um colega que também estava chorando.</p><p>- Atiraram no José!!!! Pelo amor de Deus façam alguma coisa!!! Continuava chorando ao lado de Carlos que estava sentado no chão ainda se recuperando do chute que levara do colega e vendo aquele cenário de puro horror</p><p>Marina jamais imaginaria que ao seu lado estava um dos "bandidos" o informante daquele momento de puro horror, aterrorizante que ficaria para sempre gravado em sua memória.</p><p>Sem rostos, sem cores, vozes abafadas, mas eram homens grandes, violentos e fortes.</p><p>Frios, calculistas.</p><p>&nbsp;A voz daquele que lhe manteve regem, agarrado a seu pescoço apontando uma arma para sua cabeça, ainda ecoava em seus ouvidos.</p><p>A chegada da polícia, Ambulância... Parecia tudo em câmera lenta, para Marina o tempo havia parado, continuava ali sentada, chorando e balbuciando:</p><p>Meu Deus.... Meu Deus....</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 23:19:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Atividade Diálogo - Cristina Russo Prof.a Juliana 17/7/2024</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Usando: tinha traços teus, assim falaram e repetem desde então, tua fala refere-se aos dois.</p><p>- Nossa sempre sou errada! Isso me chateia, já sabe que não ando bem, só queria conversar!</p><p>- Não te disse que é errada!! Mas está projetando em mim seus problemas, isso cansa.</p><p>- É assim que falam, assim falaram e repetem que sou isso, sou aquilo, desde então só me chamam de chata, que tal situação desagradável tinha traços meus sendo chata e incômoda.</p><p>- Ju...Para, não quis dizer nada disso.</p><p>- Olha Alê estou inquieta, nunca devia ter te falado nada, sou burra, trouxa</p><p>- Ju também estou inquieto, você anda triste, infeliz, não sou um babaca! Se fosse acha que estaria aqui ainda, conversando, teria cortado contato, bloqueado, sumiria, desapareceria.</p><p>- Então por que não faz isso já que sou um porre?</p><p>- Não faço por que me preocupo, gosto de você, mas sabe que tenho minha vida, fizemos tudo cientes, você mesma me disse que "sabia disso" sem cobranças foi o que combinamos...Mas tudo mudou.</p><p>- Não estou te cobrando! Longe de mim cobrar homem casado!!!</p><p>- De novo! Olha pense o que quiser, mas eu me importo e me preocupo sim, estar longe ou sem contato por algum tempo não significa que te esqueci ou que estou sendo indiferente. Me preocupo mesmo, é sério! Não faça nenhuma besteira.</p><p>- Ok...</p><p>- Por favor Ju se cuide, pode não acreditar mas quero você bem.</p><p>- Fica tranquilo Alê, não vou ficar te azucrinando, não vou incomodar nem você nem mais ninguém.</p><p>- Para com isso! Você nunca incomodou, ok fiquei puto com algumas coisas que disse, coisas pesadas e ruins sobre si mesma, se denegrindo, você não é nada daquilo que falou, nunca me incomodou, porém estou atravessando um momento difícil lidando com problemas que consigo resolver e outros são impossíveis de serem solucionados, acha que não queria estar aí?&nbsp;</p><p>- Estou inquieto queria resolver, mas sabe que não é simples, quando quero me desligar de você não consigo!</p><p>- Que merda! Droga! Você é tudo o que sempre sonhei mas a vida é uma merda, sempre os certos na hora errada!</p><p>- Caralho que droga !!!</p><p>- A vida é injusta Alê, aprendi isso desde o dia que nasci.</p><p>- A vida é injusta hahaha, gozado não? Essa fala se refere a nós dois.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 23:21:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>17/7/24 - atividade Cristina Russo

 Aula prof Ju- Rubrica e diálogo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3122533694</link>
         <description><![CDATA[<p>Em pé, de frente ao espelho, descabelada no cenário uma torneira mal fechada pingando, o silêncio da cena faz o som das gotas ecoarem chamando a atenção.</p><p>Lágrimas escorrendo pelo rosto, comprimidos na pia.</p><p>As lágrimas escorrem silenciosamente de forma vertiginosa pelo rosto, os pensamentos em looping, tudo o que ouviu até o momento.</p><p>Uma orquestra de vozes ecoando repetidamente,as mesmas de sempre, com as mesmas frases, frases que já não fazem mais sentido.</p><p>- você quer atenção demais&nbsp;</p><p>- Sai dessa depressas menina&nbsp;</p><p>- Você só sabe chorar</p><p>- Está projetando sua infelicidade em mim</p><p>- Já falei nosso fim será cada um no seu canto, nunca nos demos bem&nbsp;</p><p>- Seja forte!</p><p>- Procure coisas que te façam feliz&nbsp;</p><p>- Vai se ocupar menina !!!</p><p>- Quando der ouço, estou ocupado agora&nbsp;</p><p>- O que quer que eu faça?</p><p>- Já está querendo demais não acha?</p><p>- Para de drama</p><p>- Tenho minha vida e meus problemas não espere respostas breves nem frequentes de mim</p><p>- Faça exercícios !!!&nbsp;</p><p>Em pranto mudo, esboça um sorriso, amarelo, afogada em um mar de vozes, estava frio mas não o sente, trajando &nbsp;apenas um short e uma regata velha, extremamente confortáveis, não se incomodando com o frio.</p><p>Afinal em algumas horas estaria fria para sempre</p><p>Olha as caixas de comprimidos na pia, seus amigos na hora de dormir, não desligava mais sem eles, estavam conectados, precisava de seus pequenos amiguinhos para desligar do mundo e descansar.</p><p>Veja só! Ela quer todos, consumi-los, ingerir de uma só vez, coitada só vai conseguir uma horrível lavagem estomacal se falhar!</p><p>Começa a pensar no corpo frio, deitado e cercado de flores, o rosto coberto com um véu fino, uma noiva inerte esperando seu noivo, o nada.</p><p>Adentrar as chamas e retornar ao nada.</p><p>Do nada viemos, ao nada voltamos, o que perdemos? Nada!!!</p><p>Visualiza uma cerimônia quieta e solitária, os convidados não compareceriam a última festividade.</p><p>Sozinha, sempre só! A garota não tem mais nada!&nbsp;</p><p>Para onde irá?&nbsp;</p><p>Que festa é essa?</p><p>Abre a torneira, destaca o primeiro comprimido, prestes a engolir o celular toca</p><p>Ignora por alguns instantes, mas o celular não para de tocar, não quer atender...muito menos o nome que aparecia na tela.</p><p>Atende logo mulher!!! Atenda esse toque infernal !!</p><p>- Oi.. Fala</p><p>- Nossa você demorou a atender, está tudo bem por aí ?</p><p>- Sim, está&nbsp;</p><p>Encarando o espelho com uma expressão de "bela merda" "que saco" estampado em seu rosto.</p><p>- acho que não, está esquisita ...</p><p>- Esquisito é você me ligar, que bizarro não? Pra quem vivia me dando vácuo, respondendo com emojis, monossílabo, inclusive me deu um belo coice dizendo que só incomodo, que sou chata, que projeto tudo em você....Isso sim é esquisito !&nbsp;</p><p>- Olha me desculpe, estava cheio de coisas aqui, só hoje fui ver suas mensagens e fiquei muito preocupado, então resolvi ligar.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 23:22:52 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>17/7/2024 - prof.a Ju - atividade Cristina Russo

Exercício de encontro - 2  personagens - 

 Escreva um diálogo curto entre uma criança e um idoso (qualquer gênero)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3122536402</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>- Vó... Quando o vovô vai voltar? Por que tá demorando tanto?</p><p>- Minha querida ele foi viajar, sabe chamaram e ele precisou ir, mas um dia vamos nos reencontrar.</p><p>- Quando? Quando? Quero ir com ele ver o trem passar!</p><p>- Nem a vovó sabe, então eu te levo para ver o trem passar minha querida.</p><p>- Tá bom vó, depois quero bala!</p><p>- A vovó te da as balinhas sim! Vamos logo, jaja o trem passa.</p><p>E saíram, à Avó segurando as lágrimas de mãos dadas com a neta, a caminho da linha do trem que passava pontualmente sempre as 15h30.</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 23:26:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício prof Bobby9/09/2024Narração - Cristina Russo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3122539453</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p>No quarto, com a luz do dia passando pelas frestas das cortinas, Julia está com seu rosto afundado no travesseiro, o corpo inerte, ainda sob efeito dos comprimidos, imagina, antigamente pulava cedo da cama, aquecia sua voz, seguia no metrô lendo as partituras das peças em estudo</p><p><br/></p><p>Porém isso foi antes do sim que a levaria do céu ao inferno, quem imaginaria que vestida de branco conheceria o próprio diabo.</p><p><br/></p><p>Toca o celular</p><p><br/></p><p>Atriz (Julia): Ignora se remexendo na cama se recusa a atender</p><p><br/></p><p>O telefone continua tocando&nbsp;</p><p><br/></p><p>Atriz (Julia): Irritada atende A advogada com um bom dia desanimado</p><p><br/></p><p>Escutando atenciosamente a advogada contando sobre o resultado do recurso, as lágrimas escorrem sem parar em seu rosto.</p><p><br/></p><p>Atriz (Julia): Mas e as provas, está tudo documentado não é possível!!!! Maldito!!! Me tirou tudo,não basta tudo o que fez nos 15 anos casados, ainda quer levar minha filha!</p><p><br/></p><p>A advogada continua explicando, e Julia chorando.</p><p><br/></p><p>Atriz (Julia): Esse desgraçando vai usar toda sua influência, amigos, pagar favores para obter novos, vai ganhar todos no judiciário, ele quer me destruir.</p><p><br/></p><p>Não acho que vá resolver mas entre com o recurso, obrigada Dra bom dia.</p><p><br/></p><p>Desligando o telefone já pega um copo com água toma um pequeno comprimido voltando a deitar-se.</p><p><br/></p><p>Lhe tirou tudo, a dignidade, amor próprio, lhe agrediu e agora quer dar facada final, levar sua filha.</p><p><br/></p><p>Isso é mais doloroso do que se esconder sob óculos escuros e mangas longas em um dia quente, com maquiagem sorrindo.</p><p>Sempre era um tombo, escorregão.</p><p><br/></p><p>Tudo isso por um não, por não querer mais.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-16 23:31:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Sol Whitaker - 16/9 Bob</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3122585292</link>
         <description><![CDATA[<p>Casal caminhando pela rua, de repente param. Estavam em frente à vitrine de uma loja de aparelhos domésticos. Quando de repente percebem que outras pessoas também estavam paradas em frente à mesma vitrine.</p><p>Mulher - o que está acontecendo?</p><p>Por que tanta gente parada e olhando a TV ligada?</p><p>Homem - Sei lá! Deve ser um jogo de futebol.</p><p> Casal se interessa pelo o que estavam vendo e prestam atenção ao programa da TV.</p><p>Homem. Ahh é um debate entre os candidatos. </p><p>Mulher, nossa, quanta ofensa! Quanta baixaria.</p><p> Home- Cadê o programa de governo?</p><p> Homem- olha la´aquele está provocando o outro. Eita agora ele partiu para a ofensa! Eita o outro deu uma cadeirada no outro!</p><p>Mulher- Nossaaaaa! Também não precisava jogar a cadeira nele.</p><p> Home- se fosse eu jogava a cadeira, a mesa, o livro, o tudo nele!</p><p>Mulher - Nossaaaa que exemplo para a população, ops,  para o povo!</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 00:26:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Elaine Sudré - Cena da Cia Bartolomeu - 16/09</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3122589271</link>
         <description><![CDATA[<p>Casal espiando nas frestas da janela…</p><p>Mulher: Tão levando o homem…</p><p>Homem: Como assim tão levando, preso?</p><p>M: Claro, o que ele estava fazendo é crime…</p><p>H: Mas eu só queria que acabasse o barulho, são 2h…</p><p>M: Mas voce ligou pra polícia, e a polícia precisa agir.</p><p>H: Mas eu não me meto em briga de casal, só denunciei o barulho</p><p>M: Mas o barulho vinha de uma surra, homem, pelo amor de Deus… claro que ele iria preso.</p><p>H: Eu sou trabalhador, precisos acordar cedo, preciso dormir</p><p>M: Mas denunciou a briga</p><p>H: Não, eu não denunciei a briga, denunciei o barulho</p><p>M: Tá bom, denunciou o barulho, atirou na lei do psiu e acertou na Maria da Penha</p><p>H: Se o estão levando, ele não irá pra empresa amanhã, terei o dobro de trabalho</p><p>M: Ele precisava ser violento?&nbsp;</p><p>H: Mas, ele precisa trabalhar, eu preciso trabalhar, nós precisamos trabalhar.</p><p>M: Bem feito, você vai trabalhar mais e ele vai pensar duas vezes antes de cantar de galo. Será que ela está bem?&nbsp;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 00:30:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Boby 16/09/24. TEXTO PERSONAGENS delator.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3122589875</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria: ( No seu apartamento João e Maria) Eu acho que dessa vez foi passou só ponto.(Escutando através da parede)</p><p>João: Sae dai.</p><p>Maria: Não mor, hoje tá diferente a voz dela já não se escuta.mais.</p><p>João: Não mor todos os dias é a mesma briga não temos nada com isso. Ele já bateu a cabeça dela na janela?</p><p>Maria: Já ouvi sim, mas já não ouço a voz dela.</p><p>Ele já quebrou a vassoura na cabeça de ela? Já falou a frase de sempre?</p><p>Maria: Sim sim mor Ele falou que faz isso para o bem dela.</p><p>João: Bom então está tudo igual.</p><p>Maria: Não mor hoje está diferente, vamos ligar para polícia..</p><p><br/></p><p>Batney</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 00:31:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exercício aula Bobby- readaptar a cena para os tempos atuais 16/09 - Rayana </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3122590799</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma mulher e um homem estão em sua casa e escutam uma música alta vindo da casa do casal que mora no mesmo terreno que eles.</p><p><br></p><p>Mulher: Acho que já chegaram, você viu que a música alta parou de tocar?</p><p><br></p><p>Homem: Ou eles podem estar trocando a playlist.</p><p><br></p><p>Mulher: Depois da sua reclamação.</p><p><br></p><p>Homem: Eu disse apenas que não era em nossa casa que se escutava a música alta, que respeitamos a lei do silêncio. Se eu não falasse isso, os vizinhos das casas ao lado, poderiam achar que estavamos contribuindo com isso, ou que a música alta vinha da nossa casa. Assim sendo, só expressei que respeitamos a lei do silêncio e que não devemos pagar multa alguma.</p><p><br></p><p>Mulher: Mas você deve ter dito mais coisa.</p><p><br></p><p>Homem: Não disse não.</p><p><br></p><p>Mulher: Fiquei até com dó deles, pagar R$ 20 mil reais por uma música alta, se for pensar bem, nem estava incomodando tanto assim.</p><p><br></p><p>Homem: Mas é errado tocar música alta depois de um determinado horário e eles descumpriram essa regra.</p><p><br></p><p>Mulher: Mas fiquei com dó deles, eles têm um filho pequeno pra cuidar e eles já são pobres, como vão pagar essa multa alta sem tirar do leite da criança?</p><p><br></p><p>Homem: Não sei, só sei que se eu não fizesse isso, podia ser a gente pagando essa quantia!</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 00:32:12 UTC</pubDate>
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         <title>Prof Bobby - Aula 19/9 - Cristina Russo Diálogo curto entre homem e mulher.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3122591821</link>
         <description><![CDATA[<p><br/></p><p><strong>Os dois estão sentados na sala, juntos no sofá acompanhando as notícias.</strong></p><p><br/></p><p><em>Mulher: Nossa que horror, a que ponto vamos chegar.</em></p><p><br/></p><p><em>Homem: Esta cada vez pior!</em></p><p><br/></p><p><em>Mulher: Pra que atropelar e arrastar dessa forma? Era um pai de família!</em></p><p><br/></p><p><em>Homem: E ainda sai pela porta da frente da delegacia! É um absurdo!</em></p><p><br/></p><p><em>Mulher: Pois é, a justiça não existe para os ricos, olha lá o que falaram! Que vai aguardar em casa a investigação.</em></p><p><br/></p><p><em>Homem: Te garanto que se fosse o oposto, o pobre homem já estaria enjaulado meu bem, pobre só recebe injustiça.</em></p><p><br/></p><p><em>Mulher: Igual o filho da vizinha…</em></p><p><br/></p><p><em>Homem: E por um pacote de leite.... Está lá até hoje esperando ser julgado.&nbsp;</em></p><p><br/></p><p><em>Mulher: coitados, imagino como está a família desse homem atropelado, não temos mais em quem confiar nesse país.</em></p><p><br/></p><p><em>Homem: O mundo está perdido só nos resta pedir misericórdia a Deus para não sermos vítimas de uma desgraça.</em></p><p><br/></p><p><strong>Ambos continuam sentados assistindo o noticiário</strong>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-17 00:33:18 UTC</pubDate>
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         <title>Exercício personagem-narrador épico - Por Nathália Grigorievs </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/baqbobby/drama169/wish/3126232960</link>
         <description><![CDATA[<p>Trata-se de um quarto todo rosa, muito semelhante àqueles que vemos em filmes norte-americanos. Há uma cama de casal de ferro dourada, com um colchão alto e muitos travesseiros e almofadas, no canto direito do palco. Ao lado esquerdo uma penteadeira grande, cheia de maquiagens, fotos coladas no espelho e itens de beleza, no geral. Do lado esquerdo do palco é possível identificar um sofá branco de dois lugares, com algumas pelúcias em cima e ao lado dele um guarda-roupa com muitas roupas e sapatos em tonalidades diferentes de rosa, além de algumas estampas com bandas de K-POP; é possível ver uma camiseta com a estampa do Tiktok. O notebook da artista principal está em cima da mesa de estudos que há no palco. Nele, estão abertas abas do Twitter, do Instagram, do Youtube e do Tiktok.&nbsp;</p><p><br></p><p>Há um cartaz de auto-afirmação, escrito à mão e com muito glitter com o seguinte dizer: “Valentina, a maior tiktoker do Brasil”.&nbsp;</p><p><br></p><p>Há uma música de fundo que fica reproduzindo as músicas mais “estouradas” do Tiktok, as quais Theodora escuta todos os dias enquanto grava os seus vídeos para a Internet.&nbsp;</p><p><br></p><p>Theodora está no centro do palco com um celular na mão, falando olhando para a câmera, como se estivesse se comunicando com os seus seguidores através de uma Live.&nbsp;</p><p><br></p><p>Carlos, um homem mais velho e de uma geração diferente a de Theodora entra no palco vestido com uma camiseta do Nirvana, uma calça jeans e um all star azul nos pés. Ele tem os cabelos loiros e os olhos azuis e cerca de 1,80 de altura. Magro, carrega consigo uma cerveja long neck e um cigarro. A atriz que representa Theodora segue falando, mas sem que sua voz emita som, para que assim Carlos comece a falar.&nbsp;</p><p><br></p><p>Carlos - Essa geração não sabe o que é música de verdade. Não sabe o que é escutar um som com mais de 1 minuto de duração. Nos anos 80 nós tivemos o privilégio de ver nascer as melhores bandas de Rock que o mundo já viu. Os shows duravam horas e mais horas, pareciam não ter fim e se não tivesse não teria problema, pois eu mesmo passaria longos dias escutando cada uma daquelas bandas que já tive o prazer de escutar pessoalmente. Guns N’ Roses, Queen, Iron Maiden, Aerosmith, Journey. Só quem já viu esses caras pessoalmente sabem do que eu estou falando. Aquilo era música de verdade.&nbsp;</p><p><br></p><p>Em seguida entra um senhor que aparenta ser mais velho que Carlos. Enquanto isso, Theodora segue gesticulando, como se ainda estivesse em Live com seus seguidores. Carlos, por sua vez, bebe sua cerveja e fuma o seu cigarro.&nbsp;</p><p><br></p><p>João, o senhor que entrou no palco, tem uma estatura média, cabelos grisalhos penteados para trás, olhos castanhos e está vestido com uma camiseta social e uma gravata borboleta, além de um terno azul. Traz consigo um charuto e uma taça de vinho. Se dirigindo a plateia, começa a falar.</p><p><br></p><p>João -&nbsp; Vocês já ouviram falar em Roberto Carlos ou Beatles? Caso não, deviam aproveitar que não saem mais do celular ou da frente do computador e pesquisar. Esses foram alguns dos artistas mais tocados no Brasil na década de 60. E não foi atoa. Os caras eram bons de verdade. Levavam homens e mulheres à loucura. As letras eram bonitas, tinham essência, o som era de qualidade. Não tem nada a ver com as porcarias que meus filhos e meus netos escutam. Não gosto de dizer que existe música boa ou ruim, tento respeitar a ideia de que música é música, mas aquilo que é música boa de verdade. Que saudade. Wilson Simonal, Jorge Ben Jor, Nelson Gonçalves. Esses caras emocionavam. Ainda hoje reservo um tempo do meu dia para ouvir seus discos.&nbsp;</p><p><br></p><p>João fuma seu charuto e toma um gole do seu vinho.&nbsp;</p><p><br></p><p>João - Carlos é meu filho, Theodora é minha neta. Sou escritor, meu filho músico e como vocês podem ver [aponta para Theodora] minha neta quer ser influenciadora digital. Em um certo domingo ela veio até a minha casa e perguntou sobre os meus livros, disse que até pensou em escrever um sobre como influenciar pessoas, mas que “livro não monetiza”. Theodora não quer ler. Poucos querem. Tudo o que querem saber os jovens pesquisam naquele aplicativo que começa com T… aquele que é alguma coisa tok. Vocês devem saber do que eu estou falando. Tiktok! Ela passa o dia olhando vídeos nesse aplicativo e quando a gente pergunta algo para ela, ela corre pra lá pra pesquisar - e encontra respostas. Se estão corretas? Não sei, mas ela as encontra. Me preocupei quando Carlos quis ser músico, mas não tentei em momento algum impedir. Afinal, sou apaixonado por música e sempre soube que ele levava jeito pra isso. Além disso, a música cumpre com um papel social importantíssimo. Ela salva. Mas influenciador social? Para mim, a maioria não passa de um bando de picaretas e é isso o que a minha neta quer ser.&nbsp;</p><p><br></p><p>João se cala e de costas vai para a parte de trás do palco. A luz desfoca de João e foca em Carlos.&nbsp;</p><p><br></p><p>Carlos - Tento ser para a minha filha Theodora o que o meu pai foi para mim: um lugar de suporte e incentivo. Mas tem sido difícil. Influenciadora? Sei que os tempos são outros, as tendências também. Mas isso lá é profissão? Theodora acredita porque acredita que está predestinada a isso. O grande problema é que por sustentar esta crença ela não quer mais saber de estudar e eu exijo que os estudos sejam priorizados. Nem que ela conclua só até o ensino médio, mas que conclua. Foi uma exigência dos meus pais para comigo e eu quero passar isso para os meus filhos. Mas Theodora simplesmente não quer saber de nada além de Tiktok e dancinha. Me preocupo porque vira e mexe ela está assim [aponta para Theodora] conversando com um monte de gente esquisita na Internet. Não tem como não se preocupar. Eu não sei a intenção daqueles que estão por trás das telas. Ela é uma menina esperta, o que me preocupa menos, mas não deixa de ser uma menor de idade.&nbsp;</p><p><br></p><p>A luz foca em João.</p><p><br></p><p>João - Eu já avisei que lugar de menor de idade não é em Live.&nbsp;</p><p><br></p><p>A luz volta para Carlos.</p><p><br></p><p>Carlos - Meu pai já me alertou e vive pegando no meu pé por causa disso. Mas eu não sei se proibir é o caminho. Sinceramente, é difícil.&nbsp;</p><p><br></p><p>Uma primeira luz foca em Theodora, uma segunda em Carlos e uma terceira em João. Os três começam a falar ao mesmo tempo e seguem por 30 segundos. Depois, as luzes se apagam e os atores ficam em silêncio, dando espaço a uma paródia sobre mudança geracional, que toca enquanto os atores se retiram de cena.&nbsp;&nbsp;</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-09-18 19:31:34 UTC</pubDate>
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