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      <title>Biologia by Vitor Castro</title>
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      <description>Feito sem nenhum pesar, de qualquer tipo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-02-17 20:09:30 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 20:12:50 UTC</pubDate>
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         <title>Quais são os esforços de conservação em curso?</title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/332159348</link>
         <description><![CDATA[<div>Desde 2002, o lince-ibérico estava classificado como "criticamente em perigo de extinção" pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN), mas, graças aos esforços de conservação fornecidos, a sua situação melhorou em 2015.<br>Esta melhoria resulta do empenho de Portugal, juntamente com a Espanha. nos programas de conservação e de reintrodução da espécie desenvolvidos desde 2009. Foi neste ano que o Instituto da Conservação da Natureza e das Florestas (ICNF) implementou o Plano de Ação para a Conservação do Lince-Ibérico em Portugal (PACLIP) pela primeira vez. Daí sucederam vários programas com o objetivo de inverter o processo continuado de declínio das populações de lince-ibérico e de recuperar os núcleos históricos da espécie em Portugal. Entre eles destacam-se o Programa Lince, lançado pela Liga para a Proteção da Natureza (LPN) que se focaliza na conservação e na gestão de áreas com habitat mediterrânico; e o projeto Life+IBERLINCE que reúne 22 organizações, desde 2011, na aposta da recuperação da distribuição histórica do lince-ibérico em Espanha e Portugal.<br>Para alcançar essas metas, foram tomadas medidas de conservação como a recuperação e a manutenção das áreas de matagal mediterrânico, bem como o incremento das populações de coelho-bravo nessas áreas para que os linces-ibéricos possam estabelecer o seu habitat em condições favoráveis; a proibição da caça desta espécie; a aplicação de um sistema de vigilância e a construção de passagens para a fauna nas estradas de forma a minimizar o risco de atropelamento; a sensibilização e a educação da sociedade face à situação atual do lince-ibérico e, finalmente, a reprodução em cativeiro para uma posterior libertação na natureza, tal como está a acontecer no Centro Nacional de Reprodução do Lince-Ibérico (CNRLI) que foi inaugurado em Silves em 2009.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 20:13:25 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 20:16:06 UTC</pubDate>
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         <title>Quais foram os resultados obtidos pelas ações de conservação?</title>
         <author>manopiruk</author>
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         <description><![CDATA[<div>Apesar de ainda ser considerado como o felino mais ameaçado do Mundo, os resultados dessas iniciativas são positivos. Pois, enquanto que se contavam menos de 200 indivíduos em 2012, atualmente estima-se que já existem quase 550 linces-ibéricos na natureza, situados na Andaluzia (em Donaña, Cardeña-Andújar e na Serra Morena) e alguns reintroduzidos na Extremadura espanhola, em Castela-la-Mancha e em Portugal, principalmente no Parque Nacional do Vale do Guadiana e na Serra da Malcata. Em 2017, 27 linces foram libertados e 16 crias nasceram em Portugal e, em 2018, 72 crias nasceram em Espanha.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 20:16:18 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/332160207</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 20:19:04 UTC</pubDate>
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         <title>Quais são as limitações e as ameaças ao futuro da espécie?</title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/332160671</link>
         <description><![CDATA[<div>Apesar do sucesso do Plano de Ação e dos seus programas, a preservação do lince-ibérico é dificultada pela reduzida abundância de coelho-bravo na Península Ibérica, pela contínua ocupação humana dos seus habitats, pelos incêndios florestais que destroem os matagais e pela baixa diversidade genética dessa espécie, sensível às alterações climáticas.<br>Além disso, as ameaças ao futuro do lince-ibérico persistem devido à caça ilegal, ao aparecimento de uma nova doença (leucemia felina), ao elevado número de atropelamentos ocorridos, e que provavelmente não irá diminuir devido ao aumento constante do número de condutores nas estradas. Os ataques de cães selvagens, o envenenamento e as alterações climáticas são mais alguns exemplos de ameaças ao lince-ibérico. Aliás, a dificuldade em encontrar parceiros leva a um maior número de endogamia, reduzindo a qualidade do sémen e aumentando a taxa de infertilidade em machos. Isto tudo leva à diminuição da diversidade genética, que faz com o animal seja mais vulnerável à extinção</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 20:21:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/332161141</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 20:25:05 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/332161235</link>
         <description><![CDATA[<div>A proteção do lince-ibérico não implica só salvar essa espécie da extinção, mas também preservar o nosso ecossistema e património cultural e, assim, desenvolver a atividade turística e o número de postos de trabalho da nossa região.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 20:25:52 UTC</pubDate>
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         <title>Nóticias</title>
         <author>manopiruk</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como já foi referido, a sobrevivência da espécie está constantemente ameaçada.<br><br></div><blockquote>No dia <strong>28 de dezembro de 2018</strong>, Marvel, um lince-ibérico do projeto Life+IBERLINCE foi encontrado morto em Espanha, cravejado por mais de <strong>300 chumbos de caçadeiras</strong> no corpo.<ul><li><a href="https://www.publico.pt/2018/12/30/p3/noticia/linceiberico-encontrado-morto-espanha-300-chumbos-corpo-1856269">https://www.publico.pt/2018/12/30/p3/noticia/linceiberico-encontrado-morto-espanha-300-chumbos-corpo-1856269</a></li></ul></blockquote><div><br></div><blockquote>No dia <strong>2 de janeiro de 2019</strong>, um macho chamado <strong>Mistral</strong> foi encontrado morto na estrada nacional 122, a 10 km de Mértola, no distrito de Beja. Em <strong>maio de 2018</strong>, um outro lince chamado <strong>Olmo</strong> também tinha sido <strong>atropelado</strong> naquele local.<ul><li><a href="https://www.publico.pt/2019/01/04/ciencia/noticia/linceiberico-morreu-atropelado-perto-mertola-1856658#gs.qlxX87Fm">https://www.publico.pt/2019/01/04/ciencia/noticia/linceiberico-morreu-atropelado-perto-mertola-1856658#gs.qlxX87Fm</a></li></ul></blockquote><div><br></div><blockquote>Apenas um mês após a sua libertação no Vale de Guadiana, uma fêmea chamada <strong>Kayakweru</strong> foi encontrada <strong>envenenada</strong> na região de Mértola no dia <strong>12 de março de 2015</strong>.<ul><li><a href="https://observador.pt/2015/04/16/autopsia-revela-lince-iberico-kayakweru-morreu-envenenamento/">https://observador.pt/2015/04/16/autopsia-revela-lince-iberico-kayakweru-morreu-envenenamento/</a></li></ul></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 20:26:04 UTC</pubDate>
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         <title>Webgrafia</title>
         <author>manopiruk</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>www.iberlince.eu</li><li><a href="http://areasprotegidas.icnf.pt/lince/">http://areasprotegidas.icnf.pt/lince/</a></li><li>www.lpn.pt</li><li>www.natureza-portugal.org</li><li>www.iberlinx.com</li><li>www.publico.pt</li><li>www.wilder.pt</li><li><a href="http://noctula.pt/conservacao-e-reintroducao-de-especies-uma-decada-depois-como-esta-o-lince-iberico/">http://noctula.pt/conservacao-e-reintroducao-de-especies-uma-decada-depois-como-esta-o-lince-iberico/</a></li><li><em>habitatlinceabutre.lpn.pt</em></li><li><a href="http://www.parquenoudar.com/pt/biodiversidade/lince-iberico/">http://www.parquenoudar.com/pt/biodiversidade/lince-iberico/</a></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-17 20:26:15 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/334470281</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 18:36:45 UTC</pubDate>
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         <title>Células Eucarióticas</title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/334470303</link>
         <description><![CDATA[<div>Todos os seres vivos são constituídos por células. As células eucarióticas são as mais complexas por possuírem vários organelos e podem ser de dois tipos: <strong>animais</strong> ou <strong>vegetais</strong>. </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 18:36:57 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Características das células vegetais e animais observadas ao MOC</title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/334470307</link>
         <description><![CDATA[<div>Após a observação podemos concluir que ambas as células possuem <strong>núcleo</strong>, <strong>membrana celular</strong> e <strong>citoplasma</strong>. No entanto, as células vegetais possuem <strong>parede celular</strong> (que lhes confere uma <strong>forma mais geométrica</strong>), <strong>cloroplastos</strong> e <strong>vacúolo</strong> de grandes dimensões, ao contrário das células animais que têm uma forma mais aleatória.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 18:37:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características que distinguem os dois tipos de células que não foram observadas</title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/334470325</link>
         <description><![CDATA[<div>Além do que conseguimos observar ao MOC, sabemos também que ambas as células possuem <strong>retículos endoplasmáticos liso e rugoso</strong>, <strong>complexo de Golgi</strong>, <strong>ribossomas</strong>, <strong>mitocôndrias</strong> e<strong> citoesqueleto</strong>. O que os distinguem é a presença de <strong>centríolos</strong> e de <strong>lisossomas</strong> exclusivamente nas células animais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-02-23 18:37:11 UTC</pubDate>
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         <title>Osmose em células vegetais</title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/338433859</link>
         <description><![CDATA[<div>A osmose é um transporte transmembranar passivo e não mediado que consiste na difusão de moléculas de água da solução com menor concentração de soluto <strong>(meio hipotónico)</strong> para a solução mais concentrada <strong>(meio hipertónico)</strong>, através de uma membrana semipermeável. Esta difusão acontece até que o meio se torna isotónico, ou seja, até que a concentração esteja igual de ambos os lados da membrana.<br>A certa altura, a solução mais concentrada vai exercer uma força contrária à osmose sobre a membrana designada por <strong>pressão osmótica</strong>, de forma a contrabalançar a passagem de água.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:38:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Reflexão</title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/338433923</link>
         <description><![CDATA[<div>Com esta atividade, tivemos a oportunidade de verificar o que acontecia aos vacúolos das células vegetais durante a osmose e concluir em que sentido ocorria o fluxo de água na membrana celular segundo o tipo de meio onde a célula era colocada, confirmando, assim, o que foi estudado nas aulas teóricas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:38:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como interpreta a diferença de cor entre as preparações A e B?</title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/338433991</link>
         <description><![CDATA[<ul><li>Na preparação A, a água destilada, na qual a epiderme da pétala é colocada, é um <strong><em>meio hipotónico</em></strong>. Como a água se movimenta do meio hipotónico para o meio hipertónico, a água entra para o vacúolo das células, aumentando o seu volume. Logo, diz-se que a célula fica <strong>túrgida</strong>. O pigmento da pétala fica mais diluído, fazendo com que a cor se torna <strong>mais clara</strong>.</li><li>Na preparação B, a solução de cloreto de sódio a 12% é um <strong><em>meio hipertónico</em></strong>, então a água sai do vacúolo para o exterior da célula. O volume do vacuólo diminui e a assim a célula fica <strong>plasmolisada</strong>. O pigmento é mais concentrado, logo o vacúolo tem uma <strong>cor mais intensa</strong>.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:38:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como explica as alterações ocorridas na preparação B?</title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/338434123</link>
         <description><![CDATA[<div>A membrana celular tem <strong>permeabilidade seletiva</strong>, apresentando maior permeabilidade para a água do que para o cloreto de sódio.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:38:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Será possível generalizar os resultados destas observações</title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/338434182</link>
         <description><![CDATA[<div>Os resultados destas observações podem não corresponder aos resultados obtidos por uma outra observação. Seria necessário <strong>repetir várias vezes esta atividade</strong> de forma a verificar se as conclusões se mantinham iguais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-06 15:38:51 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
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         <pubDate>2019-03-13 21:10:47 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
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         <pubDate>2019-03-13 21:10:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
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         <pubDate>2019-03-13 21:11:09 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
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         <description><![CDATA[<div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-13 21:11:36 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
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         <description><![CDATA[<div> </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-03-13 21:11:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Estomas</title>
         <author>manopiruk</author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Os estomas são pequenas aberturas ou poros localizados na epiderme da maioria dos órgãos aéreos das plantas, sendo mais abundantes nas folhas e caules jovens.</li><li>É uma estrutura celular que tem a função de realizar trocas gasosas entre a planta e o meio ambiente.</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 21:27:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores que influenciam a abertura dos estomas</title>
         <author>manopiruk</author>
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         <description><![CDATA[<div>A abertura dos estomas varia consoante vários fatores, como por exemplo:</div><ol><li>Luz</li><li>Salinidade</li><li>Humidade no ar</li><li>Vento</li><li>Temperatura</li><li>Quantidade de água disponível no solo</li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 21:28:34 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/366592375</link>
         <description><![CDATA[<div>Durante esta atividade  preparamos diferentes observações, e logo após a observação das mesmas em diferentes ampliações, elaboramos representações esquemáticas do que observamos e/ou procedemos à contagem do número de estomas observados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 21:29:23 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/366592763</link>
         <description><![CDATA[<div> Uma maior <strong>taxa de fotossintese</strong> implica consumo de dióxido de Carbono,menos acidez e,assim,maior concentração de glicose nas células-guarda, que ficam hipertónicas e túrgidas. Com isto,os estomas abrem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 21:33:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/366592885</link>
         <description><![CDATA[<div>Com muita água disponível no solo,os estomas abrem. Com escassez de água no solo,as células-guarda ficam hipertónicas mas não ganham água nem ficam túrgidas,consequentemente,os estomas permanecem fechados.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 21:35:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/366592905</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto maior a temperatura do ar,mais rápida é a transpiração das folhas,pelo que mais rápida é a entrada de água para as células-guarda,o que provoca a sua turgescência. Sendo assim,os estomas abrem.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 21:35:35 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/366592918</link>
         <description><![CDATA[<div>Quanto menor for a humidade do ar,maior será a transpiração,pois mantém-se um gradiente de concentração entre o ar atmosférico e a folha. Desta forma,a água passa continuamente para as células-guarda,que ficam túrgidas,provocando a abertura dos estomas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 21:35:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/366592926</link>
         <description><![CDATA[<div> Se o vento for muito forte,a transpiração diminui,pois ocorre o fecho dos estomas devido a uma excessiva perda de água.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 21:35:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Observações ao microscópio </title>
         <author>manopiruk</author>
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         <description><![CDATA[<div>Fig.1-Observação dos estomas na página inferior da folha de tradescantia à luz,com amp.10x<br>(O estoma está aberto)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 21:36:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/366594459</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.2-Observação dos estomas na página superior da folha de Tradescantia à luz,com amp.10x<br>(Não se observam estomas)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 21:54:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/366594558</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.3-Observação dos estomas no caule da folha de tradescantia,na ausência de luz,amo.40x<br>(O estoma está fechado)</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/366594619</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.4-Observação dos estomas no caule da folha de tradescantia,em água destilada,amp.40x<br>(O estoma está aberto)</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/366594787</link>
         <description><![CDATA[<div>Fig.5-Observação dos estomas no caule da folha de tradescantia,em NaCl,amp.40x.<br>(O estoma está fechado)</div>]]></description>
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      </item>
      <item>
         <title>Conclusão</title>
         <author>manopiruk</author>
         <link>https://padlet.com/manopiruk/kxuj6zzw9rr0/wish/366596144</link>
         <description><![CDATA[<div>Podemos assim concluir que a presença de luz favorece a abertura dos estomas, enquanto que, na obscuridade os estomas fecham.<br> Por outro lado, num meio salino, hipertónico, as células-guarda perdem água por osmose, ficam plasmolisadas e o estoma fecha. Num meio hipotónico, as células-guarda, hipertónicas, ganham água ficando túrgidas e o estoma abre.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-06-09 22:12:53 UTC</pubDate>
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