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      <title>Linha do tempo EPT by Eliane Queiroz Auer</title>
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      <description>Trabalho-Educação: fundamentos teóricos e didáticos I Categoria do curso 2025/2 </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-16 20:27:34 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>A trajetória Histórica da Educação Profissional e Tecnológica no Brasil: Entre Disputa e Projetos Emancipadores.</strong></p><p><br/></p><p><strong>A TRAJETÓRIA DA EPT NO BRASIL</strong></p><p><strong>Mercado ou Emancipação?</strong></p><p>Acesso universal</p><p>Educação como direito</p><p>1909 - ORIGENS</p><p>Escolas de Aprendizes Artífices</p><p>Controle social - Formação artesanal</p><p>1942-1946 - ERA VARGAS</p><p>SENAI e SENAC</p><p>"Operário Padrão" - Corporativista</p><p>1971 - DITADURA MILITAR</p><p>Lei 5.692 - Tecnicismo Compulsório</p><p>Dualidade: Quem manda vs. Quem obedece</p><p>1988-1996 - REDEMOCRATIZAÇÃO</p><p>Constituição 88 + LDB 96</p><p>Esperança: Cidadão-Trabalhador</p><p>2008 - INSTITUTOS FEDERAIS</p><p>Ensino - Pesquisa - Extensão</p><p>Formar pessoas, não peças</p><p>2017 - REFORMA ENSINO MÉDIO</p><p>Retorno à Lógica Dualista</p><p>Ameaça aos IFs</p><p>&nbsp;</p><p><strong>A DISPUTA PERMANENTE</strong></p><p><strong>MERCADO</strong></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Qualificação para produção</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Adaptação ao sistema</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Competitividade</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; "Recurso humano"</p><p><strong>EMANCIPAÇÃO</strong></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Formação humana integral</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Cidadania crítica</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Transformação social</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Autonomia</p><p>&nbsp;</p><p><strong>IMPORTÂNCIA DOS INSTITUTOS FEDERAIS</strong></p><p>EPT PÚBLICA</p><p>EPT DEMOCRÁTICA</p><p>Gestão participativa</p><p>Diálogo com comunidade</p><p>EPT EMANCIPADORA</p><p>Pensamento crítico</p><p>Transformação social</p><p>&nbsp;</p><p><strong>ALTERNATIVAS EMANCIPADORAS HOJE</strong></p><p>CAMINHOS PROPOSTOS:</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Fortalecer os Institutos Federais como modelo de EPT integral</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Integrar técnica, ciência, cultura e trabalho</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Usar tecnologia de forma crítica e humanizadora</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Formar para cooperação solidária, não apenas competição</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Defender educação pública como direito, não mercadoria</p><p>&nbsp;</p><p><strong>PERGUNTA CENTRAL</strong></p><p>A EPT deve formar gente que apenas "sabe fazer"</p><p>ou que sabe POR QUE FAZ, PARA QUEM FAZ E QUE MUNDO <strong>QUER CONSTRUIR?</strong></p><p>&nbsp;</p><p>Links de referências fundamentais sobre a trajetória da EPT no Brasil, suas disputas e alternativas emancipatórias, em consonância com o conteúdo da imagem:</p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://observatorioept.org.br/sobre-ept/linha-do-tempo"><strong>Linha do tempo da EPT - Observatório EPT</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/component/content/article/30000-uncategorised/68731-historico-da-educacao-profissional-e-tecnologica-no-brasil"><strong>Histórico da Educação Profissional e Tecnológica - MEC</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.fundacaosantillana.org.br/wp-content/uploads/2019/12/67_Institutosfederais.pdf"><strong>Institutos Federais: uma Revolução - Fundação Santillana</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/osinstfedera.pdf"><strong>Uma Revolução na Educação Profissional e Tecnológica - MEC</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sgmdnute.sites.ufsc.br/setec-materiais/trabalho-educacao-2/parte1.pagina5.html"><strong>A politecnia e sua efetivação na EPT - UFSC</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.ufj.edu.br/rir/article/download/77004/40132/372695"><strong>Educação profissional e tecnológica no Brasil e integração</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://observatorioept.org.br/conteudos/educacao-profissional-e-tecnologica-emancipatoria-juventudes-e-trabalho"><strong>Educação profissional e tecnológica emancipatória - Observatório EPT</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rsdjournal.org/rsd/article/download/27447/24166/322519"><strong>História da educação profissional no Brasil e a sua relação com as políticas públicas</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistailuminart.ti.srt.ifsp.edu.br/iluminart/article/view/413/374"><strong>Breve histórico da educação profissional e tecnológica no Brasil - Revista Iluminart</strong></a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 01:01:16 UTC</pubDate>
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         <title>Música: Sementes de um chão.</title>
         <author>elianequeirozauer</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://www.mureka.ai/video-detail?url=cos-prod/skm/video/20250920/1e25caf0-9702-4037-b2b1-45a24a782398.mp4" />
         <pubDate>2025-10-02 15:53:08 UTC</pubDate>
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         <title>Vídeo EPT </title>
         <author>elianequeirozauer</author>
         <link>https://padlet.com/elianequeirozauer/kxr2lzenagqv90hh/wish/3615640645</link>
         <description><![CDATA[<p>Um vídeo-ensaio que percorre a história da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil: das Escolas de Aprendizes Artífices à criação dos Institutos Federais, passando por Vargas, a Ditadura e as reformas recentes. Com narração masculina em português, trilha sonora original, efeitos sonoros e animações explicativas, o vídeo investiga a tensão entre formar trabalhadores para o mercado e promover a emancipação cidadã. Ideal para educadores, estudantes de EPT e quem se interessa por políticas públicas e educação técnica. Curta e compartilhe para ampliar o debate! Legendas em português incluídas. Palavras-chave: EPT, Institutos Federais, SENAI, SENAC, reforma do ensino médio, educação técnica, emancipação. #Educação #EPT #InstitutosFederais #EnsinoTécnico</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 15:57:52 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
         <link>https://padlet.com/elianequeirozauer/kxr2lzenagqv90hh/wish/3615644072</link>
         <description><![CDATA[<p>A EPT evoluiu de um modelo focada apenas na formação para o trabalho, em uma concepção mais integral, que combina</p><p>formação técnica com cidadania e continuidade dos estudos.</p><p><br/></p><p>A Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil evoluiu de um modelo unilateral, originalmente focado unicamente na formação para o trabalho e suprimento das demandas do mercado, para uma concepção mais omnilateral e integral, que combina formação técnica com cidadania, desenvolvimento humano e continuidade dos estudos.</p><p>&nbsp;</p><p>Como os diferentes momentos históricos marcaram a trajetória da EPT no Brasil?</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Início do século XX ativação de Escolas de Aprendizes Artífices (1909): foco assistencialista e no mercado, preparando mão de obra de base.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Reformas de 1942 e 1971: fortalecimento do modelo dualista e unilateral, voltado ao setor produtivo.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; LDB 1996 e Decreto 5.154/2004: primeiros avanços para integração curricular e visão politécnica mais humanizadora.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Criação dos Institutos Federais (2008): consolidação da perspectiva integral, associando ensino, pesquisa e extensão e promovendo protagonismo estudantil, desenvolvimento regional, formação crítica e cidadã.</p><p>&nbsp;</p><p>Que disputas e projetos políticos aparecem nessa trajetória (mercado × emancipação)?</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; A EPT foi marcada por constantes embates entre projetos voltados para o mercado e propostas emancipatórias. O discurso dominante sempre valorizou a formação rápida, instrumental e disciplinar.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Movimentos sociais, trabalhadores e educadores críticos reivindicaram e conquistaram avanços para uma formação omnilateral, politécnica e humanizadora, que se fortaleceu principalmente com os Institutos Federais.</p><p>&nbsp;</p><p>Qual a importância dos Institutos Federais na construção de uma EPT pública, democrática e emancipadora?</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; São referência nacional para formação humana integral e emancipadora. Garantem acesso democrático, inclusão, desenvolvimento regional, pesquisa e inovação. Atuam como centros de excelência que conectam ensino técnico a projetos de vida e cidadania.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Propiciam currículo integrado, pluralidade e práticas que transformam realidades sociais e econômicas.</p><p>&nbsp;</p><p>Que sentidos e alternativas emancipadoras podemos propor hoje para a EPT?</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Valorizar o trabalho como princípio educativo, currículo articulado, metodologias participativas e focadas no desenvolvimento crítico.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Defender políticas de inclusão, diversidade, pesquisa aplicada e formação cidadã.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Priorizar o protagonismo estudantil e formar pessoas capazes de transformar suas condições, ir além da lógica produtiva, promovendo justiça social, bem-estar coletivo e autonomia.</p><p>&nbsp;</p><p>Links de referência:</p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://observatorioept.org.br/sobre-ept/linha-do-tempo"><strong>Linha do tempo da EPT - Observatório EPT</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/osinstfedera.pdf"><strong>Histórico e evolução - MEC</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.fundacaosantillana.org.br/wp-content/uploads/2019/12/67_Institutosfederais.pdf"><strong>Institutos Federais - Santillana</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sgmdnute.sites.ufsc.br/setec-materiais/trabalho-educacao-2/parte1.pagina5.html"><strong>A politecnia e sua efetivação na EPT - UFSC</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rsdjournal.org/rsd/article/download/27447/24166/322519"><strong>História da educação profissional - RSD Journal</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rsdjournal.org/rsd/article/download/17612/16594/230562"><strong>A educação profissional e tecnológica nos Institutos Federais</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://observatorioept.org.br/conteudos/educacao-profissional-e-tecnologica-emancipatoria-juventudes-e-trabalho"><strong>Educação profissional e tecnológica emancipatória - Observatório EPT</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicos.ifac.edu.br/index.php/revistarca/article/view/183"><strong>Educação profissional e cidadania - Revista Conexão Na Amazônia</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.ufg.br/interacao/article/view/71422"><strong>O retorno do presente: Possibilidades para uma educação emancipadora</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistailuminart.ti.srt.ifsp.edu.br/iluminart/article/view/413/374"><strong>Breve histórico da educação profissional e tecnológica</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.ufj.edu.br/rir/article/download/77004/40132/372695"><strong>Educação profissional e tecnológica no Brasil e integração</strong></a></p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 16:00:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
         <link>https://padlet.com/elianequeirozauer/kxr2lzenagqv90hh/wish/3615644697</link>
         <description><![CDATA[<p>As mudanças legislativas retiram e orientaram as transformações na EPT,</p><p>desde a criação das primeiras escolas até a recente reforma do ensino médio.</p><p>As mudanças legislativas foram determinantes para os rumos e configurações da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil. Desde a criação das primeiras Escolas de Aprendizes Artífices (1909), passando por reformas durante o Estado Novo (década de 1940), a Lei 5.692/1971, a Constituição de 1988, a LDB/1996, o Decreto 5.154/2004, a criação dos Institutos Federais (2008) e, mais recentemente, a Reforma do Ensino Médio (2017), cada marco legal redefiniu o papel, o público-alvo, os objetivos e a estrutura da EPT.</p><p>Principais pontos dessas transformações:</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 1909: O Decreto nº 7.566 criou as Escolas de Aprendizes Artífices, iniciando oficialmente a EPT voltada à formação artesanal e à integração dos jovens pobres ao mercado de trabalho.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 1942-46: Leis criaram Senai e Senac, reforçando o modelo corporativo e preparando mão de obra para setores industriais e comerciais.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 1971: A Lei 5.692 tornou o ensino técnico obrigatório no 2º grau, consolidando o modelo dualista (separação entre ensino geral e profissional) e aprofundando a formação instrumental.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 1988-1996: A Constituição de 1988 e a LDB/1996 trouxeram novas possibilidades de integração entre formação técnica e básica, ampliando direitos educacionais, mas ainda com forte influência do modelo unilateral.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2004: O Decreto 5.154 regulamentou o Ensino Médio Integrado, permitindo novas experiências de currículo integrado e valorizando a formação politécnica e humana.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2008: A Lei 11.892 criou os Institutos Federais, potencializando a democratização, qualidade, pesquisa e extensão, e valorizando uma EPT integral, socialmente referenciada.</p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; 2017: A nova Reforma do Ensino Médio trouxe de volta a lógica da flexibilidade, ameaçando avanços conquistados ao reduzir a carga de formação geral e desafiar a integração escolar da EPT.</p><p>Como resultado:</p><p>Cada mudança legislativa ora restringiu, ora ampliou as possibilidades de uma EPT crítica e articulada com direitos de cidadania. Ao longo do tempo, a legislação orientou tendências de formação voltada para o mercado ou para emancipação, sendo marco de disputas fundamentais para o futuro da educação no país.</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Principais Referências:</strong></p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://observatorioept.org.br/sobre-ept/linha-do-tempo"><strong>Linha do tempo da EPT - Observatório EPT</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1900-1909/decreto-7566-23-setembro-1909-525411-publicacaooriginal-1-pe.html"><strong>Decreto 7.566/1909 - Escolas de Aprendizes</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/component/content/article/30000-uncategorised/68731-historico-da-educacao-profissional-e-tecnologica-no-brasil"><strong>Historial da EPT - MEC</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5692.htm"><strong>Lei 5.692/1971</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm"><strong>LDB/1996</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5154.htm"><strong>Decreto 5.154/2004</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11892.htm"><strong>Lei 11.892/2008 - Institutos Federais</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.fundacaosantillana.org.br/wp-content/uploads/2019/12/67_Institutosfederais.pdf"><strong>Institutos Federais: Uma Revolução</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/osinstfedera.pdf"><strong>Uma Revolução na Educação Profissional e Tecnológica - MEC</strong></a></p></li></ul><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
         <link>https://padlet.com/elianequeirozauer/kxr2lzenagqv90hh/wish/3615648650</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1909</strong></p><p>Em 1909, o então presidente Nilo Peçanha instituiu, por meio do Decreto nº 7.566, as primeiras Escolas de Aprendizes Artífices em todas as capitais dos estados brasileiros. Essas escolas são reconhecidas como o marco inicial da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) federal no Brasil. O foco era oferecer ensino profissional primário e gratuito, especialmente para jovens das classes populares, preparando-os para o trabalho manual e industrial e buscando afastá-los da ociosidade e da marginalização.</p><p>Naquele momento, a formação era predominantemente unilateral: voltada para atender a demanda do mercado e formar mão de obra básica para o crescimento industrial e urbano. O objetivo era inserir jovens desfavorecidos rapidamente na economia, com caráter assistencialista e disciplinador, e sem compromisso com uma formação humanizadora ou emancipadora.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Como os diferentes momentos históricos marcaram a trajetória da EPT no Brasil?</strong></p><p>1909 marcou o início da rede federal de educação profissional, porém sempre sob enfoque utilitário, voltada para suprir as necessidades do setor produtivo, reforçando a separação entre ensino destinado à elite e à classe trabalhadora. As bases eram pragmáticas e assistencialistas, promovendo inclusão limitada e sem perspectivas críticas ou integradas.</p><p><strong>Que disputas e projetos políticos aparecem nessa trajetória (mercado × emancipação)?</strong></p><p>O projeto dominante buscava formar trabalhadores para o mercado industrial, integrando-os ao sistema produtivo e disciplinando a classe operária. Propostas emancipatórias e integradoras só ganhariam relevância décadas depois, com expansão da democracia e movimentos sociais organizados.</p><p><strong>Qual a importância dos Institutos Federais na construção de uma EPT pública, democrática e emancipadora?</strong></p><p>Institutos Federais representam a evolução, ruptura e democratização desse processo. Ampliam o acesso, promovem pesquisa, inovação e formação crítica, inserem a visão de desenvolvimento regional e inclusão social e superam limites históricos da oferta tradicional, permitindo protagonismo estudantil e formação integral.</p><p><strong>Que sentidos e alternativas emancipadoras podemos propor hoje para a EPT?</strong></p><p>Devemos centrar o currículo integrado, métodos participativos, prática cidadã, protagonismo do estudante e desenvolvimento humano em todas as dimensões. O papel da EPT contemporânea é formar cidadãos críticos, capacitados para transformar suas realidades e não apenas servir à lógica produtiva.</p><p><br/></p><p><strong>Links de referência:</strong></p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1900-1909/decreto-7566-23-setembro-1909-525411-publicacaooriginal-1-pe.html"><strong>Decreto nº 7.566/1909 – Escolas de Aprendizes Artífices</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf3/decreto_7566_1909.pdf"><strong>Decreto nº 7.566/1909 – Texto oficial MEC</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://etech.sc.senai.br/revista-cientifica/article/download/26/21/3125"><strong>Educação profissional no Brasil: histórico – Revista ETECH SENAI</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/component/content/article/30000-uncategorised/68731-historico-da-educacao-profissional-e-tecnologica-no-brasil"><strong>Histórico da Educação Profissional e Tecnológica – MEC</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/edreal/a/BbBvb3GQC8kv5DW57BfPcBg/"><strong>Educação Profissional e a Reforma – SciELO Brasil</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicos.ufc.br/labor/article/view/60233"><strong>Processo histórico da Educação Profissional e Tecnológica – Revista Labor</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ifmg.edu.br/ourobranco/nossos-cursos/profept-2/LivroProfEPT2020.pdf"><strong>Educação Profissional e Tecnológica no Brasil – IFMG</strong></a></p></li></ul><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 16:03:43 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
         <link>https://padlet.com/elianequeirozauer/kxr2lzenagqv90hh/wish/3615649565</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1942</strong></p><p>Em 1942, a Reforma Capanema (Decreto-Lei nº 4.127) foi responsável pela criação das Escolas Industriais e Técnicas federais no Brasil, organizando de forma estruturada o ensino profissionalizante voltado para a indústria e o mercado de trabalho. Essa política reforçou a dualidade educacional: escolas técnicas para os filhos dos trabalhadores e ensino propedêutico para a elite. O contexto era de formação unilateral, com foco exclusivo na capacitação prática e produtiva, atendendo às demandas do setor industrial sem priorizar a formação cidadã, crítica ou emancipatória.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Como os diferentes momentos históricos marcaram a trajetória da EPT no Brasil?</strong></p><p>A Reforma de 1942 marcou o início da institucionalização da EPT como parte do sistema educacional brasileiro, mas fortaleceu a divisão social na educação e o foco instrumental, consolidando um modelo de educação profissional direcionado ao mercado.</p><p><strong>Que disputas e projetos políticos aparecem nessa trajetória (mercado × emancipação)?</strong></p><p>A prioridade era a formação para o mercado. Demandas sociais por uma educação emancipadora existiam, mas eram sobrepostas pelos interesses industriais; a educação profissional era vista como um direito restrito principalmente aos filhos dos operários e como estratégia de aumento da mão de obra especializada para o desenvolvimento econômico.</p><p><strong>Qual a importância dos Institutos Federais na construção de uma EPT pública, democrática e emancipadora?</strong></p><p>Os Institutos Federais, criados mais tarde, representam a superação dessa visão unilateral. Eles promovem formação integral, direitos sociais, pesquisa e inovação, democratizam o acesso à educação e valorizam o pensamento crítico e emancipatório.</p><p><strong>Que sentidos e alternativas emancipadoras podemos propor hoje para a EPT?</strong></p><p>Hoje, é fundamental valorizar práticas pedagógicas críticas, currículo integrado, inclusão social e o protagonismo estudantil. A EPT deve promover o desenvolvimento humano, autonomia e cidadania, transcendendo a mera capacitação para o mercado.</p><p><strong>Links de referência:</strong></p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/declei/1940-1949/decreto-lei-4127-25-fevereiro-1942-414123-publicacaooriginal-1-pe.html"><strong>Decreto-Lei nº 4.127/1942 – Criação das Escolas Industriais</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/component/content/article/30000-uncategorised/68731-historico-da-educacao-profissional-e-tecnologica-no-brasil"><strong>Histórico da Educação Profissional e Tecnológica no Brasil – MEC</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/644545/2/ok%20Produto%20Educacional%20Fredson%20Final%20(1).pdf"><strong>Artigo eduCAPES – EPT no Brasil</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1981-416x2022000300996"><strong>Origem, expansão e interiorização da Educação Profissional</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.epsjv.fiocruz.br/noticias/reportagem/educacao-profissional-nos-anos-de-chumbo"><strong>Educação profissional nos anos de chumbo – EPSJV/Fiocruz</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ojs.ifes.edu.br/index.php/ept/article/download/575/437/1910"><strong>Desvendando os Institutos Federais</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.fundacaosantillana.org.br/wp-content/uploads/2019/12/67_Institutosfederais.pdf"><strong>Institutos Federais: Uma Revolução</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/osinstfedera.pdf"><strong>Uma Revolução na Educação Profissional e Tecnológica – MEC</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://observatorioept.org.br/conteudos/educacao-profissional-e-tecnologica-emancipatoria-juventudes-e-trabalho"><strong>Educação Profissional e Tecnológica emancipatória – Observatório EPT</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ifpr.edu.br/curitiba/wp-content/uploads/sites/11/2016/05/Historia-e-politica-da-educacao-profissional.pdf"><strong>História e política da educação profissional</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://editorarealize.com.br/editora/ebooks/conedu/2019/ebook1/PROPOSTA_EV127_MD4_ID9597_29082019195347.pdf"><strong>A educação profissional e tecnológica no brasil: reflexões</strong></a></p></li></ul><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 16:04:21 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
         <link>https://padlet.com/elianequeirozauer/kxr2lzenagqv90hh/wish/3615650159</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1971</strong></p><p>Em 1971, foi promulgada a Lei nº 5.692, que reformulou o ensino de 1º e 2º graus no Brasil e tornou obrigatória a profissionalização no ensino de 2º grau. Essa lei integrou a Educação Profissional (EP) ao sistema de ensino regular, mas manteve uma forte dualidade estrutural: escolas públicas passaram a oferecer formação técnica voltada para o trabalho, enquanto escolas privadas mantiveram currículos propedêuticos voltados para a elite e o acesso ao ensino superior.</p><p>A EPT nesse período estava claramente voltada para uma formação unilateral, priorizando a qualificação rápida da classe trabalhadora para atender às demandas do mercado e das indústrias, em detrimento de uma formação omnilateral, crítica e emancipadora. O currículo era fragmentado e instrumental, com forte influência da teoria do capital humano e dos interesses produtivos.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Como os diferentes momentos históricos marcaram a trajetória da EPT no Brasil?</strong></p><p>A reforma de 1971 consolidou a dualidade educacional: formação técnica para trabalhadores e formação geral para a elite. Isso reforçou a separação entre educação para o trabalho e educação para o desenvolvimento humano integral, dificultando avanços emancipatórios.</p><p><strong>Que disputas e projetos políticos aparecem nessa trajetória (mercado × emancipação)?</strong></p><p>O projeto dominante era o de formação para o mercado, com educação profissional fragmentada e instrumental. Movimentos sociais e educadores críticos já apontavam a necessidade de uma formação omnilateral, mas suas propostas eram minoritárias e pouco implementadas nesse contexto.</p><p><strong>Qual a importância dos Institutos Federais na construção de uma EPT pública, democrática e emancipadora?</strong></p><p>Os Institutos Federais, criados décadas depois, representam uma ruptura com o modelo unilateral de 1971. Eles promovem integração curricular, acesso democrático, inclusão social e formação crítica, sendo fundamentais para uma EPT emancipadora e pública.</p><p><strong>Que sentidos e alternativas emancipadoras podemos propor hoje para a EPT?</strong></p><p>Hoje, é essencial fortalecer o currículo integrado, práticas pedagógicas críticas, protagonismo estudantil e inclusão. A EPT deve promover autonomia, cidadania e desenvolvimento humano, superando a lógica de formação apenas para o mercado e buscando a emancipação dos sujeitos.</p><p>&nbsp;<strong>Links de referência:</strong></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5692.htm">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l5692.htm</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistas.ufj.edu.br/rir/article/view/77004">https://revistas.ufj.edu.br/rir/article/view/77004</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sitionovo.ifto.edu.br/index.php/sitionovo/article/download/253/111/1807">https://sitionovo.ifto.edu.br/index.php/sitionovo/article/download/253/111/1807</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.ifsuldeminas.edu.br/images/PDFs/proex/publicacoes_livros/POL%C3%8DTICAS_PARA_A_EDUCA%C3%87%C3%83O_PROFISSIONAL_NO_BRASIL.pdf">https://portal.ifsuldeminas.edu.br/images/PDFs/proex/publicacoes_livros/POL%C3%8DTICAS_PARA_A_EDUCA%C3%87%C3%83O_PROFISSIONAL_NO_BRASIL.pdf</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1981-416x2022000301174">http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1981-416x2022000301174</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/5348/3628/14273">https://ojs.studiespublicacoes.com.br/ojs/index.php/cadped/article/download/5348/3628/14273</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/osinstfedera.pdf">https://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/osinstfedera.pdf</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.editorafamen.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Praticas-Educativas-Integradoras-na-Educacao-Profissional-e-Tecnologica-.pdf">https://www.editorafamen.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Praticas-Educativas-Integradoras-na-Educacao-Profissional-e-Tecnologica-.pdf</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://rsdjournal.org/rsd/article/download/27447/24166/322519">https://rsdjournal.org/rsd/article/download/27447/24166/322519</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.itaueducacaoetrabalho.org.br/biblioteca/publicacoes/publicacao-educacao-profissional-e-tecnologica-emancipatoria-juventudes-e-trabalho">https://www.itaueducacaoetrabalho.org.br/biblioteca/publicacoes/publicacao-educacao-profissional-e-tecnologica-emancipatoria-juventudes-e-trabalho</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.fundacaosantillana.org.br/wp-content/uploads/2019/12/67_Institutosfederais.pdf">https://www.fundacaosantillana.org.br/wp-content/uploads/2019/12/67_Institutosfederais.pdf</a></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ifpr.edu.br/curitiba/wp-content/uploads/sites/11/2016/05/Historia-e-politica-da-educacao-profissional.pdf">https://ifpr.edu.br/curitiba/wp-content/uploads/sites/11/2016/05/Historia-e-politica-da-educacao-profissional.pdf</a></p><p><br/></p><p><br/></p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 16:04:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
         <link>https://padlet.com/elianequeirozauer/kxr2lzenagqv90hh/wish/3615650979</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>1996</strong></p><p>Em 1996, foi promulgada a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB, Lei nº 9.394/1996), marco fundamental para a organização da Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil. A LDB estabeleceu regras gerais para a educação nacional, incluindo novos parâmetros para a EPT, que passou a ser considerada parte integrante do sistema educacional. No entanto, nesse momento, a legislação e as práticas ainda mantinham forte orientação para uma formação&nbsp;unilateral, majoritariamente voltada para o atendimento das demandas do mercado e separada da formação geral, com pouca integração com uma proposta mais emancipatória.</p><p><strong>Como os diferentes momentos históricos marcaram a trajetória da EPT no Brasil?</strong></p><p>Cada marco histórico redefiniu a relação entre educação e trabalho. Em 1996, a LDB consolidou a EPT como modalidade formal de ensino, mas reforçou práticas fragmentadas e a dualidade estrutural entre formação geral e técnica. Avanços posteriores buscaram superar essa fragmentação.</p><p><strong>Que disputas e projetos políticos aparecem nessa trajetória (mercado × emancipação)?</strong></p><p>A política educacional de 1996 expressou o predomínio de uma visão voltada ao mercado, com formação rápida e adaptada às necessidades produtivas. Por outro lado, movimentos sociais e debates acadêmicos já defendiam uma formação omnilateral e emancipadora, proposta que ganharia força somente nos anos seguintes.</p><p><strong>Qual a importância dos Institutos Federais na construção de uma EPT pública, democrática e emancipadora?</strong></p><p>Mesmo não existindo em 1996, os Institutos Federais representam, desde sua criação em 2008, a principal alternativa para romper com a lógica unilateral, promovendo ambiente democrático, público e orientado à formação integral, inclusão social e desenvolvimento crítico dos estudantes.</p><p><strong>Que sentidos e alternativas emancipadoras podemos propor hoje para a EPT?</strong></p><p>Hoje, é essencial buscar a integração entre formação técnica e cidadã, com currículo integrado, práticas pedagógicas críticas e promoção do protagonismo estudantil. É possível avançar para uma EPT realmente emancipadora, centrada no desenvolvimento humano, ético e social frente aos desafios contemporâneos.</p><p><strong>Referências</strong></p><ul><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/l9394.htm"><strong>Lei nº 9.394/1996 - LDB</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ifmg.edu.br/ourobranco/nossos-cursos/profept-2/LivroProfEPT2020.pdf"><strong>Resumo analítico da LDB e políticas EPT - IFMG</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sitionovo.ifto.edu.br/index.php/sitionovo/article/view/253"><strong>Educação Profissional e Tecnológica: análise crítica e trajetória</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ojs.ifes.edu.br/index.php/ept/article/download/386/345/1390"><strong>O trabalho como princípio educativo: omnilateralidade x unilateralidade</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/RBEPT/article/download/10386/pdf"><strong>Políticas públicas para a Educação Profissional no Brasil (1988-2021)</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicorease.pro.br/rease/article/download/15100/8050/34100"><strong>Resumo teórico – EPT para emancipação</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/osinstfedera.pdf"><strong>Uma revolução na EPT: Institutos Federais</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.editorafamen.com.br/wp-content/uploads/2021/09/Praticas-Educativas-Integradoras-na-Educacao-Profissional-e-Tecnologica-.pdf"><strong>Práticas educativas emancipadoras na EPT</strong></a></p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.itaueducacaoetrabalho.org.br/biblioteca/publicacoes/publicacao-educacao-profissional-e-tecnologica-emancipatoria-juventudes-e-trabalho"><strong>A EPT – artigo acadêmico</strong></a></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 16:05:22 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
         <link>https://padlet.com/elianequeirozauer/kxr2lzenagqv90hh/wish/3615653197</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>2004</strong></p><p>Em 2004, um marco importante para a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) foi o Decreto 5.154, que permitiu novamente a articulação do ensino médio com a formação técnica, viabilizando o Ensino Médio Integrado. Isso representou um passo relevante para superar o dualismo estrutural, possibilitando uma educação com perspectiva mais omnilateral — voltada ao desenvolvimento humano integral, embora ainda coexistente com formatos fragmentados (concomitante e subsequente), de perfil mais unilateral e voltados ao mercado.</p><p><strong>Como os momentos históricos marcaram a trajetória da EPT no Brasil?</strong></p><p>O Decreto 5.154/2004 marcou o retorno da possibilidade de integração curricular entre formação geral e técnica, recuperando a perspectiva da educação politécnica e integral para jovens do ensino médio. Trouxe potencial para superar a formação meramente instrumental, típica da lógica unilateral anterior.</p><p><strong>Que disputas e projetos políticos aparecem nessa trajetória? (mercado × emancipação)</strong></p><p>Mesmo com o avanço do Ensino Médio Integrado, o contexto de 2004 demonstrou convívio entre disputas: de um lado, forças que defendiam formação voltada ao mercado (fragmentada, rápida e focada na empregabilidade); de outro, movimentos sociais e educadores lutavam pela formação crítica, emancipadora e integrada — a omnilateralidade.</p><p><strong>Qual a importância dos Institutos Federais?</strong></p><p>Apesar de os Institutos Federais serem instituídos em 2008, o Decreto 5.154/2004 prepara o terreno político e pedagógico para sua posterior criação. O avanço do Ensino Médio Integrado consolidou princípios fundamentais para uma EPT pública, democrática e emancipadora, depois fortalecidos pelos IFs.</p><p><strong>Que sentidos e alternativas emancipadoras podemos propor hoje para a EPT?</strong></p><p>Devemos valorizar o currículo integrado, a formação politécnica e humanizadora, o protagonismo estudantil, a inclusão social e a formação docente permanente. O desafio é garantir que a integração não se perca diante das demandas de mercado e que a educação profissional siga promovendo o desenvolvimento crítico, social e ético dos estudantes.</p><p><br/></p><p><strong>Referências principais:</strong></p><p>•	Decreto 5.154/2004 – Ensino Médio Integrado e articulação curricular - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5154.htm">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2004-2006/2004/decreto/d5154.htm</a></p><p>•	Artigo SciELO – Concepções das políticas EPT e avanços em 2004 - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1981-416x2022000301174">http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1981-416x2022000301174</a></p><p>•	EduCAPES – Articulação e potencial emancipatório em 2004 - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/644545/2/ok%20Produto%20Educacional%20Fredson%20Final%20(1).pdf">https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/644545/2/ok%20Produto%20Educacional%20Fredson%20Final%20(1).pdf</a></p><p>•	História e política da educação profissional – IFPR - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ifpr.edu.br/curitiba/wp-content/uploads/sites/11/2016/05/Historia-e-politica-da-educacao-profissional.pdf">https://ifpr.edu.br/curitiba/wp-content/uploads/sites/11/2016/05/Historia-e-politica-da-educacao-profissional.pdf</a></p><p>•	Repositório UFC – Ensino Médio Integrado: omnilateralidade ou unilateralidade - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/22615">https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/22615</a></p><p>•	Problematizações sobre a Educação Profissional no Brasil - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicos.ifsul.edu.br/index.php/thema/article/download/829/776">https://periodicos.ifsul.edu.br/index.php/thema/article/download/829/776</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 16:06:54 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
         <link>https://padlet.com/elianequeirozauer/kxr2lzenagqv90hh/wish/3615653958</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>2008</strong></p><p>Em 2008, a EPT (Educação Profissional e Tecnológica) passou por um marco fundamental: a criação dos Institutos Federais pela Lei nº 11.892. Esse movimento representou uma virada histórica, com propostas muito mais voltadas para uma formação omnilateral — ou seja, para o desenvolvimento integral e emancipador do indivíduo, não apenas para atender demandas do mercado de trabalho.</p><p>&nbsp;</p><p>Como os momentos históricos marcaram a trajetória da EPT no Brasil?</p><p>A criação dos Institutos Federais, em 2008, foi um divisor de águas. Antes predominava uma dualidade entre formação técnica e geral, com tendência unilateral. Com os Institutos, surgiu a valorização da formação humana, social e cidadã como indispensável para a educação profissional, marcada por uma pedagogia que busca transformação social e igualdade de oportunidades.</p><p>Que disputas e projetos políticos aparecem na trajetória? (mercado × emancipação)</p><p>A EPT historicamente alternou entre atender demandas do mercado (formação tecnicista, rápida e instrumental) e buscar a emancipação (formação crítica, cidadã e integral). Em 2008, cresceu o projeto emancipador, superando o modelo de mera adaptação laboral e fortalecendo o papel da escola como espaço de formação integral, mas sempre convivendo com tensões entre esses projetos.</p><p>Qual a importância dos Institutos Federais?</p><p>Fundamentais para democratizar o acesso à EPT e promover justiça social, inclusão e desenvolvimento regional. Os Institutos propõem ensino articulado com pesquisa, extensão e inovação, formando cidadãos críticos, capazes de atuar proativamente na sociedade e no trabalho, para além da mera inserção no mercado.</p><p>Que sentidos e alternativas emancipadoras podemos propor hoje para a EPT?</p><p>O fortalecimento do protagonismo estudantil, currículo integrado, interdisciplinaridade, práticas participativas, diversidade e formação docente permanente são caminhos para consolidar uma EPT emancipada. O foco agora deve ser garantir autonomia, pensamento crítico e formação integral para enfrentar os desafios éticos e sociais do século XXI.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Referências principais:</strong></p><p>•	Lei nº 11.892/2008 - Criação dos Institutos Federais e novo paradigma na EPT - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11892.htm">https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_ato2007-2010/2008/lei/l11892.htm</a></p><p>•	Artigo SciELO – Formação omnilateral e avanço dos IFs - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/es/a/NwbDjZ6YzK6FFvtgNxpL8RC/?format=html&amp;lang=pt">https://www.scielo.br/j/es/a/NwbDjZ6YzK6FFvtgNxpL8RC/?format=html&amp;lang=pt</a></p><p>•	MEC – Institutos Federais: contexto e princípios - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/insti_evolucao.pdf">https://portal.mec.gov.br/setec/arquivos/pdf/insti_evolucao.pdf</a></p><p>•	Fundação Santillana – Institutos Federais - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.fundacaosantillana.org.br/wp-content/uploads/2019/12/67_Institutosfederais.pdf">https://www.fundacaosantillana.org.br/wp-content/uploads/2019/12/67_Institutosfederais.pdf</a></p><p>•	Revista Vivências – EPT e Institutos Federais - <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://revistas.uri.br/index.php/vivencias/article/view/657/288">http://revistas.uri.br/index.php/vivencias/article/view/657/288</a></p><p>•	Capes – Cartilha da EPT -<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/554415/2/Cartilha_EPT.pdf">https://educapes.capes.gov.br/bitstream/capes/554415/2/Cartilha_EPT.pdf</a></p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 16:07:23 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
         <link>https://padlet.com/elianequeirozauer/kxr2lzenagqv90hh/wish/3615655325</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>2017</strong></p><p>Em 2017, a Educação Profissional e Tecnológica (EPT) no Brasil esteve fortemente direcionada para uma formação unilateral, priorizando as demandas imediatas do mercado de trabalho e a empregabilidade, em detrimento de uma formação omnilateral e emancipadora. Esse cenário foi resultado do contexto político e das reformas educacionais orientadas pelo Plano Nacional de Educação 2014-2024, que enfatizavam metas quantitativas e integração com o setor produtivo, deixando em segundo plano as dimensões críticas, científicas e sociais da formação.</p><p>Momentos Históricos e Trajetória da EPT</p><p>Cada período da história da EPT no Brasil foi influenciado por disputas políticas e econômicas, alternando fases de expansão democratizadora e momentos em que o foco era atender principalmente ao mercado de trabalho, como ocorreu em 2017, com predomínio da lógica utilitarista e formação voltada à inserção produtiva.</p><p>Disputas e Projetos Políticos (Mercado × Emancipação)</p><p>A trajetória da EPT é marcada por tensões entre projetos que defendem a formação para o mercado (unilateralidade) e iniciativas que buscam uma educação crítica, integral e emancipadora (omnilateralidade). Em 2017, prevaleceram ações alinhadas ao mercado, enquanto propostas emancipatórias seguiram sendo resistência e inspiração para transformações futuras.</p><p>Importância dos Institutos Federais</p><p>Os Institutos Federais são pilares fundamentais para garantir uma EPT pública, democrática e potencialmente emancipadora. Eles promovem o acesso, articulam ensino, pesquisa e extensão, valorizam a diversidade e asseguram o protagonismo do estudante, mesmo quando o contexto político favorece tendências utilitaristas.</p><p>Sentidos e Alternativas Emancipadoras para Hoje</p><p>Para avançar em uma EPT emancipadora, é essencial fortalecer a integração entre formação técnica e crítica, repensar o currículo, investir na formação de professores e valorizar metodologias participativas. Devemos promover autonomia estudantil, inclusão, diversidade e incentivar o protagonismo dos sujeitos da EPT, construindo um ambiente de aprendizagem capaz de responder aos desafios éticos, sociais e tecnológicos do mundo contemporâneo.</p><p><br/></p><p><strong>Referências principais:</strong></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://site.cett.org.br/noticias-cett/147-lei-de-educacao-profissional-e-tecnologica-ept-no-brasil">https://site.cett.org.br/noticias-cett/147-lei-de-educacao-profissional-e-tecnologica-ept-no-brasil</a></p><p>• <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revista.uemg.br/sciasdireitoshumanoseducacao/article/download/9139/5658/38463">https://revista.uemg.br/sciasdireitoshumanoseducacao/article/download/9139/5658/38463</a></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ojs.ifes.edu.br/index.php/ept/article/download/386/345/1390">https://ojs.ifes.edu.br/index.php/ept/article/download/386/345/1390</a></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/es/a/NwbDjZ6YzK6FFvtgNxpL8RC/?format=html&amp;lang=pt">https://www.scielo.br/j/es/a/NwbDjZ6YzK6FFvtgNxpL8RC/?format=html&amp;lang=pt</a></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/18809/18747">https://periodicos.fclar.unesp.br/iberoamericana/article/view/18809/18747</a></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://portal.mec.gov.br/component/content/article/190-secretarias-112877938/setec-1749372213/12662-legislacao-sp-1863576925">https://portal.mec.gov.br/component/content/article/190-secretarias-112877938/setec-1749372213/12662-legislacao-sp-1863576925</a></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/RBEPT/article/download/13682/4257">https://www2.ifrn.edu.br/ojs/index.php/RBEPT/article/download/13682/4257</a></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/ept/rede-federal/institutos-federais-de-educacao-ciencia-e-tecnologia/principios-concepcoes.pdf">https://www.gov.br/mec/pt-br/assuntos/ept/rede-federal/institutos-federais-de-educacao-ciencia-e-tecnologia/principios-concepcoes.pdf</a></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.fundacaosantillana.org.br/wp-content/uploads/2019/12/67_Institutosfederais.pdf">https://www.fundacaosantillana.org.br/wp-content/uploads/2019/12/67_Institutosfederais.pdf</a></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://journalppc.com/RPPC/article/download/2469/1491/8938">https://journalppc.com/RPPC/article/download/2469/1491/8938</a></p><p>•&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://observatorioept.org.br/conteudos/educacao-profissional-e-tecnologica-emancipatoria-juventudes-e-trabalho">https://observatorioept.org.br/conteudos/educacao-profissional-e-tecnologica-emancipatoria-juventudes-e-trabalho</a></p><p>Esses links oferecem fundamentação para os principais fatos históricos, disputas políticas, importância dos Institutos Federais e propostas emancipadoras para a EPT no Brasil.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 16:08:20 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
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         <description><![CDATA[<p>Assinado decreto que regulamenta Política Nacional de EPT.</p><p>Normativo assinado pelo presidente Lula estabelece diretrizes e objetivos para a oferta da modalidade de ensino, que cresce</p><p>anualmente no Brasil e tem como eixos expansão e qualidade.</p><p>Colaboradores: Assessoria de Comunicação Social do Inep.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.gov.br/inep/pt-br/centrais-de-conteudo/noticias/institucional/assinado-decreto-que-regulamenta-politica-nacional-de-ept" />
         <pubDate>2025-10-02 16:10:33 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>Componentes:</strong></p><p><br/></p><p>Eliane Queiroz Auer</p><p>José Ribamar Tavares Rodrigues de Oliveira</p><p>Márcia Santa Rita da Silva Oliveira</p><p>Roberto Fonseca</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 16:59:11 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>elianequeirozauer</author>
         <link>https://padlet.com/elianequeirozauer/kxr2lzenagqv90hh/wish/3615725027</link>
         <description><![CDATA[<p>Centro de Referência em Formação e em Educação a Distância</p><p>Pós-Graduação - EAD</p><p>Pós-Graduação Lato Sensu</p><p>Pós- Graduação Especialização em Educação a Distância na Educação Profissional e Tecnológica    2025/2</p><p><strong>Trabalho-Educação: fundamentos teóricos e didáticos I</strong></p><p>Profa Elania Maria Casagrande</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-02 17:00:19 UTC</pubDate>
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