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      <title>Makota Valdina by Thaís Cristina</title>
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      <description>Seja bem vid(a, e ,o)s! Esse padlet tem como objetivo ser um aglomerado de informações sobre a ilustre Makota Valdina. O padlet é aberto para fazer alterações e adições então se sentir vontade de compartilhar coisas que não colocamos aqui sinta-se a vontade para adicionar conteúdo.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-10-01 23:14:49 UTC</pubDate>
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         <title>Quem foi Makota Valdina</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
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         <description><![CDATA[<p>A educadora Valdina de Oliveira Pinto, mais conhecida como Makota Valdina, foi uma das principais ativistas contra o racismo e a intolerância religiosa no brasil.</p><p><br></p><p>Professora da rede municipal de Salvador, fez parte do Conselho Estadual de Cultura da Bahia, onde sempre defendeu a preservação das culturas de matriz africana. Por seu trabalho, recebeu diversas homenagens, como o “Prêmio Clementina de Jesus”, da união de negros pela igualdade, o “Troféu Ujaama”, do grupo Cultural Olodum, e a condecoração como “mestra popular do saber”, pela Fundação Gregório de Mattos.</p><p><br></p><p>Em 2013, Makota Valdina publicou o livro de memórias “Meu caminhar, Meu viver”. A educadora morreu em março de 2019, após uma parada cardíaca, aos 65 anos.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p><p><br></p><p>Almeida,Tamíris<strong>. </strong>Makota Valdina: você sabe quem foi essa educadora?. Publicado em: 02/05/2019. Disponivel em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://futura.frm.org.br/conteudo/professores/noticia/makota-valdina-voce-sabe-quem-foi-essa-educadora">https://futura.frm.org.br/conteudo/professores/noticia/makota-valdina-voce-sabe-quem-foi-essa-educadora</a>. Acesso em: 16/11/2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-01 23:35:30 UTC</pubDate>
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         <title>Origem do seu nome</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
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         <description><![CDATA[<p>No início da década de 70, Valdina abandona o catolicismo, e em 1975, é iniciada na religião do Candomblé. No Terreiro Tanuri Junsara, liderado pela Sra. Elizabeth Santos da Hora, ela é confirmada para o cargo de <strong>Makota </strong>– assessora da Nengwa Nkisi (Mãe-de-Santo). Com a iniciação, recebe seu nome de origem africana, tornando-se a Makota ZIMEWAANGA.&nbsp;</p><p><br/></p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p><p><br/></p><p>Lande M. M. Onawale. A cultura afro-brasileira e a história de Makota Valdina Pinto. Publicado em: Salvador, Agosto de 2005. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalggn.com.br/cidadania/a-cultura-afro-brasileira-e-a-historia-de-makota-valdina-pinto/">https://jornalggn.com.br/cidadania/a-cultura-afro-brasileira-e-a-historia-de-makota-valdina-pinto/</a>. Acesso em: 16/11/2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-10-01 23:37:22 UTC</pubDate>
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         <title>Trajetória, memória e vivência de Makota Valdina</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
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         <description><![CDATA[<p>Trajetória, memória e vivência de Valdina Pinto de Oliveira ● SANTOS, Neidjane Gonçalves dos.</p><p><br></p><p>Pensando Áfricas e suas diásporas <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.periodicos.ufop.br/pp/index.php/pensandoafricas">www.periodicos.ufop.br/pp/index.php/pensandoafricas</a> NEABI – UFOP - Mariana/MG Vol. 01 N. 01 – jan/jun 2015 Anais do III Seminário Pensando Áfricas e suas diásporas - parte 1</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 15:58:13 UTC</pubDate>
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         <title>Algumas Conquistas</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
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         <description><![CDATA[<p>Makota Valdina tornou-se a primeira mulher a presidir a Associação de Moradores do seu Bairro, enfrentando preconceitos políticos e de gênero, dada a suas inclinações oposicionistas e ao fato mesmo de estar numa função até então ocupada por homens.</p><p><br></p><p>Compôs, durante alguns anos, a diretoria da Federação Baiana de Culto Afro Brasileiro (FEBACAB), atual FENACAB. Antes de terminar sua gestão, filia-se às lutas em defesa do Parque São Bartolomeu, um antigo santuário natural do povo-de-santo de Salvador.</p><p><br></p><p>Makota Valdina desenvolve programas de educação ambiental, destacando a perspectiva religiosa acerca da natureza – “A natureza é a essência do candomblé”, ensinava. Desta luta surgiu o Centro de Educação Ambiental São Bartolomeu (CEASB), onde foi educadora e conselheira. </p><p><br></p><p>Um outro trabalho importante do qual esteve à frente foi a catalogação e plantio de ervas medicinais em áreas do entorno do Parque São Bartolomeu, no subúrbio de Salvador.</p><p><br></p><p>Ela tornou-se um instrumento de expressão da sabedoria popular baiana, brasileira, de base africana.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p><p><br></p><p>Lande M. M. Onawale. A cultura afro-brasileira e a história de Makota Valdina Pinto. Publicado em: Salvador, Agosto de 2005. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalggn.com.br/cidadania/a-cultura-afro-brasileira-e-a-historia-de-makota-valdina-pinto/">https://jornalggn.com.br/cidadania/a-cultura-afro-brasileira-e-a-historia-de-makota-valdina-pinto/</a>. Acesso em: 16/11/2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 16:52:47 UTC</pubDate>
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         <title>Outras conquistas.</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
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         <description><![CDATA[<p>Em Fevereiro 2003, a Makota Valdina foi a porta-voz das religiões de matriz africana de Salvador num encontro com o então recém empossado Ministro da Cultura, Gilberto Passos Gil Moreira.</p><p><br></p><p>Uma das representantes do Movimento Contra a Intolerância Religiosa em Brasília, em março do mesmo ano, <strong>sentando-se à mesa</strong> da Câmara dos Deputados, na histórica sessão presidida pelo Deputado Federal Luiz Alberto.</p><p><br></p><p>Diversas são as instituições que a tem como conselheira, ou ‘madrinha’, como é o caso da Associação de Preservação e Defesa do Patrimônio Bantu (ACBANTU). Noutros casos, é o próprio nome que empresta à causa da luta contra o racismo, como ao Grupo de Estudantes Universitários Makota Valdina.&nbsp;</p><p><br></p><p>Valdina Pinto já recebeu diversas condecorações por seu papel na preservação do patrimônio cultural afro-brasileiro, como o Troféu Clementina de Jesus, da União de Negros Pela Igualdade (UNEGRO). Troféu Ujaama, do Grupo Cultural Olodum, em Agosto/2004, recebeu a Medalha Maria Quitéria, a maior honraria da Câmara Municipal de Salvador, em dezembro de 2005 recebeu da Fundação Gregório de Mattos o Troféu de Mestra Popular do Saber.&nbsp;</p><p><br></p><p><br></p><p><strong>REFERÊNCIA:</strong></p><p><br></p><p>Lande M. M. Onawale. A cultura afro-brasileira e a história de Makota Valdina Pinto. Publicado em: Salvador, Agosto de 2005. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://jornalggn.com.br/cidadania/a-cultura-afro-brasileira-e-a-historia-de-makota-valdina-pinto/">https://jornalggn.com.br/cidadania/a-cultura-afro-brasileira-e-a-historia-de-makota-valdina-pinto/</a>. Acesso em: 16/11/2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 17:53:12 UTC</pubDate>
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         <title>Filme &quot;Makota Valdina&quot; - Nova Versão</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nesse filme, realizado por professores e alunos durante a sua estadia na universidade, onde ela ensinou sobre seus conhecimentos e sobre as políticas da terra, ela conta um pouco da sua história de vida, da relação entre a cosmologia do Candomblé, as plantas, a natureza, os trabalhos de cura, o aprendizado e os cantos dos Caboclos e de outras entidades. Ela adentra uma floresta em busca da Pindaíba, planta que seria sua própria Nkisi ancestral, compartilhando com ela a energia de cura e a missão de extirpar o mal feitiço do nosso mundo.</p><p><br></p><p>Disponível em:</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=oY_F24QAPsI">https://www.youtube.com/watch?v=oY_F24QAPsI</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 18:02:12 UTC</pubDate>
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         <title>Soul do Brasil - Makota Valdina</title>
         <author>thaiscristtina5225</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>"Soul muitas Valdinas" </strong></p><p>" Meu principal legado é não ser <strong>eu</strong>, é ser <strong>nós"</strong></p><p><br></p><p><br></p><p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.youtube.com/watch?v=88F4Ii5iGfA">https://www.youtube.com/watch?v=88F4Ii5iGfA</a></p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-16 18:08:05 UTC</pubDate>
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         <title>Consciência Negra </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2023-11-20 23:16:11 UTC</pubDate>
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         <title>Escola Makota Valdina </title>
         <author>melissagama</author>
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         <description><![CDATA[<p>Localizada na  1º Travessa Neide, 27, no Bairro do Engenho Velho da Federação. </p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-23 19:39:42 UTC</pubDate>
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         <title>Centro Cultural Makota Valdina</title>
         <author>melissagama</author>
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         <description><![CDATA[<p>Localizada na Rua Frei Vicente, 18, Pelourinho (Antigo Teatro XVII) organizado pelo coletivo CEN (Coletivo de Entidades Negras). </p><p><br></p><p>Saiba mais: @centroculturalmakotavaldina (instagram).</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-23 19:47:29 UTC</pubDate>
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         <title>Frente Nacional Makota Valdina</title>
         <author>melissagama</author>
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         <description><![CDATA[<p>A Frente Nacional Makota Valdina se constitui como um Fórum Amplo de Defesa das Religiões de Matrizes Africanas. </p><p><br></p><p>Saiba Mais: @frentemakotavaldina (instagram).</p>]]></description>
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         <pubDate>2023-11-23 19:50:04 UTC</pubDate>
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