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      <title>Combahee River Collective: O Feminismo Negro que Cruzou Fronteiras by Luiz Carlos Junior</title>
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      <description>Da luta interseccional nos EUA às vozes negras feministas em São Paulo

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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-05 02:02:07 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizcsaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>Questões importantes para o movimento feminista:</p><ol><li><p><strong>Acabar com a diferença de salário</strong> entre homens e mulheres que fazem o mesmo trabalho.</p></li><li><p><strong>Garantir a presença das mulheres na política</strong>, ocupando cargos e participando das decisões importantes do país.</p></li><li><p><strong>Cuidar da saúde das mulheres</strong>, com atenção à prevenção de doenças, à sexualidade e ao debate sobre o direito ao aborto.</p></li><li><p><strong>Libertar as mulheres dos padrões de beleza impostos pela sociedade</strong>, valorizando todos os corpos.</p></li><li><p><strong>Combater todo tipo de assédio</strong>, como o assédio moral no trabalho e o assédio sexual em espaços públicos e privados.</p></li><li><p><strong>Lutar pelo fim da violência contra a mulher</strong>, seja dentro de casa, nas ruas, no trabalho ou em hospitais (como a violência obstétrica).</p></li><li><p><strong>Defender os direitos da maternidade</strong>, como o apoio à amamentação e ao cuidado com os filhos.</p></li></ol>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 11:28:50 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizcsaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>Momentos Históricos Importantes para o Feminismo</p><p>🔹 <strong>1791</strong> – Durante a Revolução Francesa, <strong>Olympe de Gouges</strong> escreveu a <strong>Declaração dos Direitos da Mulher e da Cidadã</strong>, defendendo a igualdade entre homens e mulheres perante a lei.</p><p>🔹 <strong>1910</strong> – Foi criado o <strong>Dia Internacional de Luta das Mulheres</strong>, lembrado todo <strong>8 de março</strong>, em defesa dos direitos femininos.</p><p>🔹 <strong>1918</strong> – As mulheres <strong>inglesas conquistaram o direito ao voto</strong> com a lei chamada <strong>Representation of the People Act</strong>.</p><p>🔹 <strong>1948</strong> – Foi publicada a <strong>Convenção Interamericana Sobre a Concessão dos Direitos Civis à Mulher</strong>, reconhecendo direitos básicos às mulheres nas Américas.</p><p>🔹 <strong>1951</strong> – A <strong>Organização Internacional do Trabalho (OIT)</strong> criou a <strong>Convenção nº 100</strong>, que determinou a <strong>igualdade de salário entre homens e mulheres</strong>.</p><p>🔹 <strong>1953</strong> – A ONU publicou a <strong>Convenção sobre os Direitos Políticos da Mulher</strong>, reafirmando a importância da participação feminina na política.</p><p>🔹 <strong>1962</strong> – No Brasil, o <strong>Código Civil foi alterado</strong> para que <strong>mulheres casadas não precisassem mais da permissão do marido</strong> para trabalhar ou viajar.</p><p>🔹 <strong>1975</strong> – A <strong>ONU reconheceu oficialmente o 8 de março como o Dia Internacional das Mulheres</strong>.</p><p>🔹 <strong>1993</strong> – A <strong>Declaração de Viena</strong> afirmou que <strong>os direitos das mulheres são parte essencial dos direitos humanos</strong>.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 11:34:17 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>luizcsaj</author>
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         <description><![CDATA[<p><strong>1. Conquista de direitos básicos</strong></p><p>Esses eventos garantiram <strong>direitos civis, políticos e trabalhistas</strong> que antes eram negados às mulheres — como o direito ao voto, à igualdade salarial, à liberdade de trabalhar e participar da vida pública.</p><p>📢 <strong>2. Visibilidade e reconhecimento</strong></p><p>Essas lutas tornaram visível que <strong>as desigualdades entre homens e mulheres são estruturais</strong>, e não apenas “problemas individuais”. Isso fortaleceu a organização coletiva e incentivou mulheres a se posicionarem politicamente.</p><p>📚 <strong>3. Base para as gerações futuras</strong></p><p>Cada conquista criou <strong>fundamentos legais, políticos e sociais</strong> que possibilitaram avanços posteriores. Por exemplo: a luta pelo voto abriu caminho para a luta por representação política; o direito ao trabalho fortaleceu o combate à desigualdade salarial.</p><p>🧩 <strong>4. Desenvolvimento de um feminismo interseccional</strong></p><p>Com o tempo, o movimento passou a entender que <strong>as opressões se somam</strong> (raça, classe, sexualidade, deficiência etc.), o que ampliou a luta feminista para incluir <strong>todas as mulheres</strong>, em suas diferentes realidades — como no caso do <strong>Combahee River Collective</strong>.</p><p>🔄 <strong>5. Luta contínua e atual</strong></p><p>Essas atuações mostram que o feminismo <strong>não é algo do passado</strong>, mas sim uma <strong>luta contínua</strong> por igualdade. Muitas das questões levantadas há décadas (violência, desigualdade salarial, autonomia sobre o corpo) <strong>ainda são desafios reais hoje</strong> — inclusive no Brasil e em São Paulo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 11:37:21 UTC</pubDate>
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         <author>luizcsaj</author>
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         <description><![CDATA[<p>O movimento feminista no Brasil trouxe mudanças significativas e históricas, impactando a vida das mulheres em diversas esferas. Abaixo estão algumas das principais conquistas que o movimento gerou para a sua localidade, o Brasil, principalmente no que se refere a direitos legais e sociais:</p><ul><li><p><strong>Direito ao voto:</strong> Uma das primeiras e mais importantes vitórias foi a conquista do voto feminino. Graças à atuação de grupos sufragistas, em 1932 as mulheres brasileiras obtiveram o direito de votar e de serem votadas.</p></li><li><p><strong>Acesso à educação:</strong> A luta por igualdade na educação foi fundamental. Inicialmente, as meninas só puderam frequentar a escola a partir de 1827. O acesso às faculdades só foi conquistado em 1879 e, mesmo assim, muitas vezes dependia de autorização dos pais ou maridos.</p></li><li><p><strong>Igualdade na Constituição de 1988:</strong> O movimento feminista teve um papel crucial na redação da Constituição de 1988, que é a nossa principal lei. Por meio do "Lobby do Batom", as feministas conseguiram incluir no texto a igualdade legal entre homens e mulheres, o direito à licença-maternidade e o acesso a métodos contraceptivos, entre outros.</p></li><li><p><strong>Combate à violência contra a mulher:</strong> O feminismo foi essencial para que a violência doméstica e o feminicídio fossem reconhecidos como crimes graves e para que houvesse mais proteção para as vítimas. As leis mais importantes nesse sentido são a <strong>Lei Maria da Penha</strong> (2006) e a <strong>Lei do Feminicídio</strong> (2015). A criação de Delegacias de Defesa da Mulher, a primeira em 1985 em São Paulo, também é resultado dessa luta.</p></li><li><p><strong>Autonomia financeira e social:</strong> Conquistas como o Estatuto da Mulher Casada de 1962, que liberou a mulher da tutela do marido para trabalhar ou viajar sem sua autorização, e o direito de ter um cartão de crédito em seu próprio nome (conquistado em 1974) são exemplos de como o feminismo lutou por uma maior autonomia e liberdade para as mulheres.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-05 11:40:40 UTC</pubDate>
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