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      <title>Bem vindo, ao meu Padlet. by </title>
      <link>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca</link>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2024-03-15 12:21:09 UTC</pubDate>
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         <title>Fake e a comunicação no contexto contemporânea</title>
         <author>jcerqueira76</author>
         <link>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca/wish/2927137351</link>
         <description><![CDATA[<p>O fenômeno das fake news é um tópico muito relevante na comunicação contemporânea. Ele abrange a disseminação de informações falsas ou enganosas, especialmente nas redes sociais, e tem implicações significativas na política, na mídia e na percepção pública.</p><p><br></p><p>A literatura atual explora várias dimensões desse fenômeno,</p><p>incluindo suas definições, os fatores que contribuem para</p><p>sua prevalência e as estratégias para combatê-lo 1.2. </p><p><br></p><p>Por exemplo, um estudo discute como as fake news se tornaram parte do repertório de ação político e argumenta que muitos dos "antídotos" propostos para combater as fake news podem não ser adequados para lidar com a atual crise epistêmica 1. Outro artigo analisa o impacto das fake news no Brasil e compara as tentativas de combate à</p><p>desinformação em diferentes contextos 2.  </p><p><br></p><p>Essas discussões são essenciais para entender como as fake news afetam a comunicação e a sociedade em geral, e como podemos desenvolver meios eficazes para lidar com esse desafio no nosso contexto contemporâneo.</p><p>Fonte: <strong>CHATGPT-4</strong></p><p><br></p><p><strong>Comentário:</strong></p><p><br></p><p>Na concepção de Alves e Marciel, existe dois termos que são relevantes para compreensão de conceito de fake news na sociedade atual. “A ideia básica que permeia a menção aos termos ‘fake news’ e ‘pós-verdade’ é a da existência de uma era de rápida velocidade de produção e circulação da informação”. (ALVES e MARCIEL, 2020, p. 147). Além disso, a fake news se tornou um fenômeno da informação instantânea e imediatista no interior da sociedade contemporânea.</p><p><br></p><p>Conforme Alves e Marciel (2020), dialogando com autores como Mans (2018), Itagiba (2019), Macdonald (2018) e Arendt (1967) apontam várias concepções de notícias falsas em períodos distinto nas sociedades tais como: informações sem critério, manipular a emoção; falsa estações de rádio alemãs.  Entretanto, essas características ainda continua no sociedade, mas com outra roupagem. </p><p><br></p><p>Portanto, existem ações no âmbito internacional e nacional com objetivo de coibir as denominada informações falsa na comunicação contemporânea. A exemplo disso, são as legislações da Alemanha e da Malásia, no Brasil, além das ações do TSE para combater as informações falsa, tem 19 projeto lei no congresso nacional para ser analisado sobre regulamentação comunicação. </p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-20 16:28:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>jcerqueira76</author>
         <link>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca/wish/2937041587</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2024-03-28 23:42:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Fake e Desinformação</title>
         <author>jcerqueira76</author>
         <link>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca/wish/2938396630</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>As fake news:</strong> são notícias falsas que parecem ser jornalísticas, mas não são. Elas são uma criação do século XXI, disseminadas principalmente pelas redes sociais e tecnologias digitais.<br>Não devemos considerar fake news como sinônimo de mentira. Elas são uma falsificação da forma notícia, enganando ao parecerem verdadeiras. Muitas vezes, as fake news não são propriamente falsas, mas sim descontextualizadas. Podem ser memes ou mensagens compartilhadas por aplicativos como WhatsApp ou Telegram.<br><strong>Importante</strong>: As fake news não existem desde sempre; são um fenômeno recente.<br>Desinformação:<br>A desinformação é um ambiente comunicacional hostil à informação.<br>Ela é o efeito geral da disseminação de fake news e outros recursos para enganar ou manipular pessoas com fins inescrupulosos.<br>Na era da desinformação, a capacidade social de distinguir fato e opinião se desfaz.<br><strong>Diferença</strong>: Enquanto as fake news são uma das formas de desinformação, esta última abrange diferentes maneiras de disseminar informações mentirosas pela internet.<br>Em resumo, as fake news são uma parte da desinformação, e ambas têm impactos significativos na sociedade e na nossa capacidade de discernir a verdade 1,2,3.</p><p>&nbsp; Fonte: <strong>CHATGPT-4</strong></p><p><br></p><p><strong>Comentário:</strong></p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p>Segundo o texto, o termo fake news começou a ser conhecido popularmente, no final das eleições presidenciais das Estados Unidos em 2016. Entretanto, as fake news demostra ser apenas uma parte desse imbróglio. Na atualidade, existe organizações que busca a democratização da comunicação preferido utilizar concepção desinformação seja no âmbito internacional e nacional.</p><p>&nbsp;</p><p>Além disso, o termo foi adotado no “Declaração conjunta sobre liberdade de expressão e ‘notícias falsas’, desinformação e propaganda, assinada pela Relatoria Especial” das Nações Unidas (ONU). Contudo, a desinformação era algo já presente nas sociedades, essa constatação esta explicito em um breve guia da História das fake news, obra publicada International Center for Journalists.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>Conforme, o texto estudo analisado a desinformação, tem como pano de fundo uma estratégia de lucro políticos e econômicos. Além disso, faz uma conexão com fenômeno da configuração contemporânea da internet, explicitada através do monopólios digitais que utilizam com finalidade de prender a atenção dos usuários, coletar e tratar dados pessoais. Logo, a pesquisa aponta que as plataformas digitais não têm políticas ou processos estruturados que resolva o problema da desinformação com ações eficazes. </p><p><br></p><p>Referência bibliográfica: </p><p>&nbsp;Disponível:<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://twitter.com/CartDasCavernas/status/1290263535004471296/photo/1">https://twitter.com/CartDasCavernas/status/1290263535004471296/photo/1</a>.</p><p>Disponível: <a rel="noopener noreferrer nofollow">muito-mais-que-fake-news.pdf</a>.</p><p>Disponível: <a rel="noopener noreferrer nofollow">Fake News como as plataformas enfrentam a desinformação.pdf</a></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-03-31 19:31:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exclusão x Inclusão</title>
         <author>jcerqueira76</author>
         <link>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca/wish/2953854150</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A exclusão digital</strong> é um fenômeno que se refere à separação entre as pessoas que têm acesso e conhecimento para usar a Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e aquelas que não têm⁴. Isso pode ocorrer por vários motivos, como falta de recursos para adquirir tecnologia, falta de infraestrutura de internet em determinadas regiões, ou falta de educação e treinamento para usar essas tecnologias¹.</p><p><br></p><p>No Brasil, a exclusão digital é uma realidade preocupante. Apesar do avanço tecnológico, muitas pessoas ainda não têm acesso às novas tecnologias de informação e comunicação². Isso cria um abismo ainda maior entre os que têm e os que não têm acesso às inovações tecnológicas².</p><p><br></p><p>A exclusão digital pode ser vista por diferentes ângulos, tanto pelo fato de não ter um computador, ou por não saber utilizá-lo, ou ainda por falta de um conhecimento mínimo para manipular a tecnologia com a qual convive-se no dia-a-dia³. De forma mais abrangente, podem ser consideradas como excluídas digitalmente as pessoas que têm dificuldade até mesmo em utilizar as funções do telefone celular ou ajustar o relógio do videocassete³.</p><p><br></p><p>A exclusão digital tem importantes consequências nos diversos aspectos da vida humana na contemporaneidade. As desigualdades há muito sentidas entre pobres e ricos entram na era digital e tendem a se expandir com a mesma aceleração das novas tecnologias². Além disso, o mercado de trabalho atual procura por um novo tipo de trabalhador, que deve ser alguém com capacidade de aprendizagem constante, que se adapte a mudanças com facilidade, que saiba trabalhar em grupo e que domine a linguagem das novas tecnologias de comunicação e informação².</p><p><br></p><p>Para combater a exclusão digital, é necessário investir em infraestrutura de internet, tornar a tecnologia mais acessível e investir em educação e treinamento para que as pessoas possam usar efetivamente essas tecnologias¹. A inclusão digital é um passo importante para garantir a igualdade de oportunidades na sociedade atual⁵.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/inclusao-digital/"><strong>A inclusão digital</strong> é um conjunto de políticas e ações que visam garantir a todas as pessoas o acesso às tecnologias de informação e comunicação (TICs), como computadores, internet e dispositivos móveis<sup>1</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todoestudo.com.br/sociologia/inclusao-digital"><sup>2</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.significados.com.br/inclusao-digital/"><sup>3</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.monitorias.com.br/post/inclusao-digital-oportunidades-desafios"><sup>4</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.infoescola.com/educacao/inclusao-digital/"><sup>5</sup></a>. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/inclusao-digital/">O objetivo é que um indivíduo saiba utilizar as tecnologias e a internet de forma consciente, sabendo quando e como utilizá-las</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todoestudo.com.br/sociologia/inclusao-digital"><sup>2</sup></a>.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/inclusao-digital/">A inclusão digital tem estreita ligação com a inclusão social, uma vez que o mundo atual é cada vez mais permeado pelas tecnologias de comunicação e informação</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todoestudo.com.br/sociologia/inclusao-digital"><sup>2</sup></a>. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/inclusao-digital/">A inclusão digital torna-se uma condição importante também para a inclusão social</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.monitorias.com.br/post/inclusao-digital-oportunidades-desafios"><sup>4</sup></a>. Atualmente, diversos aspectos do dia a dia são mediados pelas tecnologias de comunicação. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/inclusao-digital/">Como resultado, é necessário que as pessoas aprendam a usar essas tecnologias para serem parte da sociedade como cidadãs ativas</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todoestudo.com.br/sociologia/inclusao-digital"><sup>2</sup></a>.</p><p><br></p><p>No Brasil, a inclusão digital é um desafio devido à desigualdade social e econômica. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/inclusao-digital/">Apesar do início de uma expansão da internet a partir da década de 1990, até 2005, conforme o IBGE, apenas cerca de 21% dos brasileiros usavam frequentemente a internet</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todoestudo.com.br/sociologia/inclusao-digital"><sup>2</sup></a>. O governo brasileiro e seus ministérios têm investido em programas e projetos que viabilizem essa “alfabetização” digital. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/inclusao-digital/">Um exemplo é o projeto do governo federal, implementado em 2005, denominado “Computador para Todos”, que possui o objetivo de democratizar o acesso aos meios digitais<sup>1</sup></a>.</p><p><br></p><p>A educação é uma importante ferramenta aliada à inclusão digital. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/inclusao-digital/">Isso porque ela trabalha com a construção do conhecimento ao mesmo tempo que envolve diversos atores sociais<sup>1</sup></a>. Ainda hoje, grande parte da população brasileira é excluída da era digital. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/inclusao-digital/">Nesse contexto, a educação é uma importante ferramenta aliada à inclusão digital<sup>1</sup></a>.</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.todamateria.com.br/inclusao-digital/">Portanto, a inclusão digital é fundamental para garantir a igualdade de oportunidades na sociedade atual, promovendo o acesso à informação, educação, serviços, oportunidades econômicas e participação cívica</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.monitorias.com.br/post/inclusao-digital-oportunidades-desafios"><sup>4</sup></a>.</p><p><strong>Fonte:</strong> Capilot com GPT-4</p><p><br></p><p>Comentário</p><p><br></p><p>&nbsp;Conforme Bonila e Pretto (2011), o termo <strong>exclusão digital</strong> desponta no final década de 1980, diante da introdução da informática nos locais de trabalho, ganha expansão na década 1990, com advento da internet. “Apesar da origem datada, a noção de exclusão digital é tão problemática e inconsistente teoricamente como a de exclusão social”. (Bonila e Pretto, 2011, p. 31). Na concepções dos autores, citado Sawaia (1999), compreende que a exclusão digital se centra em uma noção ambígua e complexa, erguido diante de processo dialético de inclusão e exclusão, se parece com exclusão social.</p><p>&nbsp;</p><p>A priori, a utilização do termo <strong>inclusão digital</strong> passou ser corriqueira, de forma restrita pelas organizações internacionais e pelo setor público, principalmente, no discursos políticos com objetivo populista. Entretanto, esse termo usado como se fosse um super Saiyajin, que no personagem do episódio Dragon Ball Z, resolve os problemas difíceis derrotado seus inimigos, em outras palavra, todos as questões sociais da sociedade atual: pobreza, desigualdade social, carências educacionais, injustiça social desemprego, violência, criminalidade, entre outros seriam resolvidos. Para tanto, existe evidências da inconsistências teóricas e políticos na formulação de compressão dos termos exclusão e inclusão social.</p><p>&nbsp;</p><p>Referência Bibliográfica: </p><ul><li><p>BONILLA, Maria Helena Silveira; PRETTO, Nelson De Luca. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://repositorio.ufba.br/ri/bitstream/ri/4859/1/repositorio-Inclusao%20digital-polemica-final.pdf"><strong>Inclusão digital</strong>: polêmicas contemporâneas</a>. Salvador: Edufba, 2011.</p></li></ul><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-14 15:35:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Software e a democratização do conhecimento</title>
         <author>jcerqueira76</author>
         <link>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca/wish/2972047985</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><strong>Software livre</strong> refere-se a todo programa de computador que pode ser executado, copiado, modificado e redistribuído sem que haja a necessidade da autorização do seu proprietário para isso. Esse tipo de software disponibiliza para seus usuários e desenvolvedores o <strong>livre acesso ao código-fonte</strong> para que possam realizar alterações da maneira que desejarem¹[1]. Aqui estão algumas informações importantes sobre o <strong>software livre</strong>:</p><p>&nbsp;</p><p><strong>1. Liberdades Essenciais</strong>:</p><p>&nbsp; &nbsp; - <strong>Liberdade 1</strong>: Permite que a pessoa usuária execute o software para qualquer propósito.</p><p>&nbsp; &nbsp; - <strong>Liberdade 2</strong>: Oferece livre acesso para que a pessoa usuária possa estudar e customizar o software de acordo com suas preferências e necessidades.</p><p>&nbsp; &nbsp; - <strong>Liberdade 3</strong>: Permite que a pessoa usuária compartilhe o software com outras pessoas.</p><p>&nbsp; &nbsp; - <strong>Liberdade 4</strong>: Possibilita que a pessoa usuária faça melhorias no software e o entregue a outras pessoas para que também se beneficiem²[2].</p><p>&nbsp;</p><p><strong>2. Copyleft:</strong>- O <strong>copyleft</strong> é uma extensão das liberdades essenciais. Ele permite que as pessoas tenham acesso ao conteúdo, citando a fonte desenvolvedora sempre que utilizarem. O termo foi desenvolvido por <strong>Richard Stallman</strong>, o ativista que criou o movimento do <strong>software livre</strong>²[2].</p><p>&nbsp;</p><p><strong>3. Licença GPL:</strong> - A <strong>GPL</strong> (General Public License) é uma licença de <strong>software livre</strong> amplamente utilizada em projetos de software. Em resumo, o <strong>software livre</strong> promove a liberdade de uso, estudo, modificação e compartilhamento, permitindo que a comunidade de usuários participe ativamente na evolução e melhoria dos programas. É uma filosofia que valoriza a ética e a cooperação, em contraste com os softwares proprietários restritivos¹[1] ²[2].&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p>Origem: conversa com o Bing, 25/04/2024</p><p>(1) O que é Software Livre? - Canaltech.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://canaltech.com.br/software/o-que-e-software-livre-25494/">https://canaltech.com.br/software/o-que-e-software-livre-25494/</a>.</p><p>(2) Software livre: o que é, características, curiosidades e diferenças ....&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://blog.betrybe.com/tecnologia/software-livre/">https://blog.betrybe.com/tecnologia/software-livre/</a>.</p><p>(3) O que é o software livre? - Projeto GNU - Free Software Foundation.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gnu.org/philosophy/free-sw.pt-br.html">https://www.gnu.org/philosophy/free-sw.pt-br.html</a>.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Fonte:</strong> GPT-4</p><p><br></p><p><strong>Democratização</strong> é um conceito político que se refere ao processo de tornar a <strong>participação política</strong> e o acesso a <strong>recursos e oportunidades</strong> mais igualitários em uma sociedade. É um movimento que busca garantir a <strong>igualdade de direitos e oportunidades</strong> para todos os cidadãos, independentemente de sua origem étnica, gênero, classe social ou qualquer outra característica¹[1].</p><p>&nbsp;</p><p>A democratização é fundamental para o desenvolvimento de uma sociedade justa e igualitária. Ela busca garantir que todos os indivíduos tenham <strong>voz</strong> e <strong>participação ativa</strong> nas decisões políticas e sociais que afetam suas vidas. Além disso, a democratização visa <strong>reduzir as desigualdades sociais e econômicas</strong>, promovendo a inclusão e a equidade. Para alcançar a democratização, é necessário eliminar barreiras e discriminações que possam impedir certos grupos de participar plenamente da vida política e social.</p><p>&nbsp;</p><p>Alguns princípios fundamentais da democratização incluem:</p><p>&nbsp;</p><p><strong>1. Participação ativa</strong>: Garantir que todos os cidadãos tenham a oportunidade de participar ativamente das decisões políticas e sociais, incluindo o direito de votar, se candidatar a cargos públicos e expressar livremente suas opiniões.</p><p><strong>2. Transparência</strong>: Exigir transparência nas ações do governo e das instituições públicas, garantindo o acesso à informação e a prestação de contas.</p><p><strong>3. Respeito aos direitos humanos</strong>: Basear-se no respeito aos direitos humanos, incluindo liberdade de expressão, igualdade de gênero, não discriminação e direito à vida.</p><p><strong>4. Pluralismo</strong>: Reconhecer a diversidade de opiniões e perspectivas na sociedade, promovendo o diálogo e a tolerância entre diferentes grupos.</p><p>&nbsp;</p><p>Na área cultural, a democratização também se relaciona com o acesso igualitário a bens culturais, como filmes e cinemas de qualidade. Além disso, ela envolve a diversidade das pessoas que participam não apenas do consumo, mas também da produção cultural, promovendo a chamada <strong>"democracia cultural"</strong>. Exemplos de práticas para ampliar o acesso cultural incluem eventos gratuitos, transmissões ao vivo em redes sociais e melhorias na acessibilidade para pessoas com deficiência. </p><p>&nbsp;</p><p>Origem: conversa com o Bing, 25/04/2024</p><p>(1) Democratização: O que é? Significado - SÓ ESCOLA.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.soescola.com/glossario/democratizacao-o-que-e-significado">https://www.soescola.com/glossario/democratizacao-o-que-e-significado</a>.</p><p>(2) O que significa "democratização"? - 09/11/2019 - UOL ECOA.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.uol.com.br/ecoa/listas/o-que-e-democratizacao.htm">https://www.uol.com.br/ecoa/listas/o-que-e-democratizacao.htm</a>.</p><p>(3) Democratização: O que é? Significado - Resumos Só Escola.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://resumos.soescola.com/glossario/democratizacao-o-que-e-significado/">https://resumos.soescola.com/glossario/democratizacao-o-que-e-significado/</a>.</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Fonte: </strong>GPT-4</p><p><strong>&nbsp;</strong></p><p><strong>Conhecimento</strong> é um termo amplo que se refere ao ato de conhecer, ou seja, ter ideia ou noção de algo através de informações que são apresentadas. É composto por três elementos básicos: o sujeito (cognoscente), que é a pessoa capaz de obter o conhecimento; o objeto (cognoscível), que é o que ou aquilo que se pode conhecer; e a representação, que é o entendimento do objeto pelo sujeito¹[1].</p><p>&nbsp;</p><p>Existem diferentes tipos de conhecimento, incluindo:</p><p>- <strong>Conhecimento empírico</strong>: baseado na experiência prática do dia a dia.</p><p>- <strong>Conhecimento científico</strong>: baseado em provas que explicam racionalmente e comprovam um fato.</p><p>- <strong>Conhecimento filosófico</strong>: ligado a questionar a própria realidade, criando ideias e conceitos.</p><p>- <strong>Conhecimento teológico</strong>: adquirido a partir da fé, do que não pode ser explicado racionalmente¹[1].</p><p><br></p><p>Origem: conversa com o Bing, 25/04/2024</p><p>(1) Conhecimento: o que é, significado, tipos e definição. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.significados.com.br/conhecimento/">https://www.significados.com.br/conhecimento/</a>.</p><p>&nbsp;</p><p>(2) Conhecimento: entenda melhor esse conceito - Mundo Educação. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://mundoeducacao.uol.com.br/filosofia/conhecimento.htm">https://mundoeducacao.uol.com.br/filosofia/conhecimento.htm</a>.</p><p>&nbsp;</p><p>(3) Conhecimento - Dicio, Dicionário Online de Português. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.dicio.com.br/conhecimento/">https://www.dicio.com.br/conhecimento/</a>.</p><p>&nbsp;</p><p><br></p><p><strong>Fonte:</strong> GPT-4</p><p><br></p><p><strong>Comentário:</strong></p><p><br></p><p>Segundo Silveira (2004), o movimento do software livre passou a espalhar o conhecimento tecnológico. Iniciou na década 1980 e se expandiu pelo mundo por meio das redes mundial de computadores. Entretanto, nem todos os indivíduos no contexto brasileiro tem conhecimento sobre o que é software livre, por isso, é suma importância a democratização desse conhecimento em nível mais ampla: escolas, universidades, faculdades, movimentos sociais diversos e ONGs.</p><p>&nbsp;</p><p>Segundo autor, os maiores defensores são hackers, além de, um número de acadêmicos, cientistas e mais variados limitantes pela causa da liberdade, por último as forças político culturais que querem a divisão mais democrática dos benefícios da denominada era da informação. Contudo, o sistema capitalista tem atuado de forma antagônica: “Seus maiores opositores são megaempresas que vivem exclusivamente de um modelo econômico baseado na exploração de licenças de uso de software e do controle monopolístico dos códigos essenciais dos programas de computadores”. (Silveira, 2004, p. 06).</p><p><br></p><p>Conforme Silveira (2004), o conhecimento é um conjunto de informações estruturadas e formadas de modo específico. Por isso, o conhecimento se torno um bem social essencial para humanidade. </p><p><br></p><ul><li><p>SILVEIRA, Sérgio Amadeu da. <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://fpabramo.org.br/publicacoes/wp-content/uploads/sites/5/2017/05/Software_livre.pdf">Software Livre: a luta pela liberdade do conhecimento</a>. São Paulo: Editora Fundação Perseu Abramo, 2004</p></li></ul><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-04-27 15:35:24 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Licenciamento de Conteúdos / REA: domínio público X proteção autoral vigente. </title>
         <author>jcerqueira76</author>
         <link>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca/wish/3062400426</link>
         <description><![CDATA[<p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/educacao-a-distancia/universidade-aberta-do-brasil/recursos-educacionais-abertos"><strong>Recursos Educacionais Abertos (REA)</strong>&nbsp;são materiais de ensino, aprendizado e pesquisa, em qualquer suporte ou mídia, que estão sob domínio público ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros<sup>1</sup></a>. No contexto do&nbsp;<strong>Sistema Universidade Aberta do Brasil (UAB)</strong>, os professores bolsistas adotam licenças abertas para os recursos didáticos criados. Essas licenças permitem obras derivadas a partir da obra original, com a devida atribuição de autoria. Existem quatro modalidades de licenças abertas adotadas no Sistema UAB:</p><p>1.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>CC-BY-SA</strong>: Permite remixar, adaptar e criar a partir do trabalho original, inclusive para fins comerciais, desde que haja atribuição de autoria e as novas criações sejam licenciadas sob termos idênticos.</p><p>2.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>CC-BY</strong>: Permite distribuir, remixar, adaptar e criar a partir do trabalho original, também para fins comerciais, com atribuição de autoria.</p><p>3.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <strong>CC-BY-NC-SA</strong>: Permite remixar, adaptar e criar a partir do trabalho original para fins não comerciais, com atribuição de autoria e licenciamento sob termos idênticos.</p><p>4.&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/educacao-a-distancia/universidade-aberta-do-brasil/recursos-educacionais-abertos"><strong>CC-BY-NC</strong>: Permite remixar, adaptar e criar a partir do trabalho original para fins não comerciais, sem a necessidade de licenciar os trabalhos derivados sob os mesmos termos</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/capes/pt-br/acesso-a-informacao/acoes-e-programas/educacao-a-distancia/universidade-aberta-do-brasil/recursos-educacionais-abertos/documentos-rea/legislacao-sobre-rea-no-sistema-uab"><sup>2</sup></a>.</p><p>Essa abordagem visa permitir o acesso irrestrito aos recursos educacionais, incentivando o compartilhamento, a adaptação e a colaboração, sempre respeitando os direitos autorais pertinentes. Caso tenha mais alguma dúvida, estou à disposição!</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;</p><p>No Brasil, o&nbsp;<strong>domínio público</strong>&nbsp;refere-se ao estado em que obras artísticas, científicas ou literárias não estão mais protegidas por direitos autorais e podem ser utilizadas livremente por qualquer pessoa. Esse status é alcançado quando o prazo de proteção dos direitos autorais expira. Aqui estão alguns pontos importantes sobre o domínio público e a proteção autoral no Brasil:</p><p><strong>1.Prazo de Proteção Autoral</strong>:</p><p>O prazo para que uma obra caia em domínio público é de&nbsp;<strong>70 anos</strong>&nbsp;a partir da data de falecimento do autor.</p><p>Quando esse período se completa, a obra deixa de ter proteção exclusiva e pode ser utilizada sem necessidade de autorização, com a proteção expirando sempre no&nbsp;<strong>primeiro dia do ano</strong>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.jorgeamaral.com.br/entenda-o-dominio-publico-e-os-direitos-autorais-no-brasil/">A&nbsp;<strong>Lei de Direitos Autorais</strong>&nbsp;é a norma legal que regulamenta essa proteção e estabelece o prazo para que as obras ingressem em domínio público<sup>1</sup></a>.</p><p><strong>1.Exceções à Proteção dos Direitos Autorais</strong>:</p><p>Existem situações em que é possível utilizar obras protegidas por direitos autorais sem a necessidade de permissão do autor:</p><p><strong>Finalidade Educacional</strong>: Uso em aulas ou cursos.</p><p><strong>Crítica e Análise</strong>: Uso em críticas, análises, pesquisas ou notícias.</p><p><strong>Acessibilidade</strong>: Reprodução em braile.</p><p><strong>Instituições Públicas</strong>: Uso em bibliotecas públicas.</p><p><strong>Paródias</strong>: Criação de paródias.</p><p>o&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.jorgeamaral.com.br/entenda-o-dominio-publico-e-os-direitos-autorais-no-brasil/">Essas exceções garantem que as obras possam ser acessadas e utilizadas de forma ampla para fins educativos, críticos ou de acessibilidade, contribuindo para a disseminação de conhecimento e cultura<sup>1</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://reyabogado.com/brasil/o-que-e-permitido-no-direito-autoral/"><sup>2</sup></a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.jorgeamaral.com.br/entenda-o-dominio-publico-e-os-direitos-autorais-no-brasil/">Se você tiver mais dúvidas sobre o uso de obras protegidas ou desejar entender melhor seus direitos e obrigações como autor, nosso escritório de advocacia está à disposição para oferecer orientação especializada<sup>1</sup></a></p><p>&nbsp;</p><p><strong>Fonte</strong>: Copilot</p><p><br></p><p><strong>Comentário</strong>:</p><p><br></p><p>    De acordo com Arenhart e Lacorte (2011), existem elementos que fragilizam o acesso aos bens que diz respeito esse acervo comum. Colocando-se como uma barreiras a um domínio público com viés de democracia plena e eficaz. </p><p>     Nesse sentido, é necessário dialogar sobre fatores que podem contribuir com essa demanda da sociedade, ampliado o acesso aos bens intelectuais existentes na sociedade brasileira.</p><p>         Segundo Arenhart e Lacorte (2011), a Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI), tem apresentado nas discussões, a importância do aprimoramento dado ao domínio público, levado em consideração a relevância desse acervo cultural. </p><p>        No contexto, contemporânea é preciso considerar as próprias transformações tecnológicas, que criam novos patamares da efetividade ao domínio público.</p><p><br></p><p>Referências: </p><p><br></p><p>Pinterest. Disponível em:&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow">https://br.pinterest.com/pin/394627986071789894/</a>. Acesso em 27/07/2024.</p><p>&nbsp; JUS. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow">https://jus.com.br/artigos/19815/dominio-publico-fortalecido-acesso-ao-conhecimento-e-fonte-de-criacoes</a>. Acesso em 27/07/2024.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-07-28 01:22:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Plataformização da Educação: empesas privadas de tecnologias digital na educação.</title>
         <author>jcerqueira76</author>
         <link>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca/wish/3069195448</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>A plataformização da educação</strong> refere-se ao uso crescente de plataformas digitais para mediar processos educacionais. Esse fenômeno ganhou força especialmente durante a pandemia de Covid-19, quando escolas e universidades precisaram adotar o ensino remoto de forma emergencial².</p><p><strong>A plataformização</strong> traz diversos desafios e impactos, como a padronização dos processos pedagógicos, a expansão da privatização da educação e a possível desqualificação do trabalho docente¹. Além disso, há preocupações sobre a segurança e o uso dos dados de estudantes e educadores nas plataformas digitais².</p><p>Você tem interesse em algum aspecto específico da <strong>plataformização da educação</strong>?</p><p>Fonte: conversa com o Copilot, 06/08/2024</p><p>(1) Plataformização da educação: um processo que chegou para ficar. https://www.fundacaotelefonicavivo.org.br/noticias/plataformizacao-da-educacao-conheca-os-desafios-de-um-processo-que-chegou-para-ficar-2/.</p><p>(2) A Reforma do Ensino Médio e a Plataformização da Educação: expansão da .... http://educa.fcc.org.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1809-38762023000100120.</p><p>(3) Os impactos da plataformização do trabalho e da educação. https://humanamente.fiocruz.br/agora/os-impactos-da-plataformizacao-do-trabalho-e-da-educacao/.</p><p>(4) undefined. https://doi.org/10.23925/1809-3876.2023v21e61619.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>As empresas privadas de tecnologias digitais,</strong> conhecidas como edtechs, têm desempenhado um papel significativo na transformação da educação. No Brasil, há várias edtechs que se destacam por suas inovações e impacto no setor educacional. Aqui estão algumas das principais:</p><p>1. <strong>Descomplica</strong>: Focada em cursos preparatórios para o Enem, concursos públicos e reforço universitário, a Descomplica oferece aulas online, monitoria e simulados².</p><p>2. <strong>DreamShaper</strong>: Esta plataforma ajuda alunos a desenvolverem competências socioemocionais e do mundo do trabalho, integrando essas habilidades ao currículo escolar².</p><p>3. <strong>Veduca</strong>: Oferece cursos online em diversas áreas, incluindo ensino superior e técnico, com foco em democratizar o acesso à educação de qualidade².</p><p>4. <strong>Alura</strong>: Especializada em cursos de tecnologia e programação, a Alura oferece uma ampla gama de conteúdos para capacitação profissional².</p><p>5. <strong>Árvore de Livros</strong>: Uma plataforma digital que disponibiliza um vasto acervo de livros para escolas, promovendo a leitura e o acesso à literatura².</p><p>&nbsp;</p><p>Essas empresas utilizam tecnologias como plataformas de gestão de aprendizagem (LMS), aplicativos educacionais, e ferramentas de gamificação para tornar o ensino mais interativo e personalizado¹.</p><p>Você gostaria de saber mais sobre alguma dessas empresas ou sobre como essas tecnologias estão sendo implementadas nas escolas?</p><p>Fonte: conversa com o Copilot, 06/08/2024</p><p>(1) Edtechs brasileiras: conheça as 10 principais! - iugu. https://www.iugu.com/blog/edtechs-brasileiras.</p><p>(2) Exemplos de Tecnologias Digitais na Educação. https://edifyeducation.com.br/blog/exemplos-tecnologias-digitais-educacao/.</p><p>(3) Lista aponta 10 startups que mais se destacaram na área educação. https://porvir.org/lista-aponta-10-startups-que-mais-se-destacaram-na-area-educacao/.</p><p>(4) As plataformas digitais e a privatização da educação pública no Paraná. https://educacao.ufpr.br/noticias-cpt/as-plataformas-digitais-e-a-privatizacao-da-educacao-publica-no-parana/.</p><p>&nbsp; </p><p>Comentário</p><p><br/></p><p>Na década de 1980, já existia grupos de pesquisa que dialogavam sobre a relação entre educação, comunicação e tecnologias dentro lógica de projetos e políticas para inserção das mídias nas escolas e das estratégias pedagógicas no contexto brasileira. Dessa forma, (...), “passando por um enfoque privatista a um enfoque público – o qual prima pela liberdade e abertura do conhecimento e questiona ideias estabelecidas e soluções produzidas externamente, impostas às diferentes realidades educacionais”. (Pretto, et al., 2018, p. 223).</p><p>Por isso, pesquisadores têm ampliado esse diálogo sobre essa problemática da educação e das tecnologias para compreender a influência das empresas privadas de tecnologias na educação pública.&nbsp; Para além disso, é preciso entender essa questão que norteia lógica privatista.&nbsp; “(...), em torno da penetração de grandes empresas privadas de tecnologias na educação pública, fenômeno que denominamos de Plataformização da Educação, (Pretto, et al., 2018, p. 225).</p><p>   </p><p>Referências: </p><p><br/></p><p>Referências</p><p>CHARGES E LIVROS. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow">https://anexositecp.webnode.pt/galeria-de-fotos/educacao/#charge-aula1-jpg</a>. Acesso em 28/07/2024.</p><p>Educação e tecnologias digitais: desafios e estratégias para a continuidade da aprendizagem em tempos de COVID-19. [livro eletrônico], São Paulo, SP: Comitê Gestor da Internet no Brasil, 2021. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow">https://cetic.br/media/docs/publicacoes/7/20211124201927/estudos-setoriais-educacao-e-tecnologias-digitais.pdf</a>. Acesso em 28/07/2024.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-07 00:26:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Políticas públicas de educação e tecnologias:  informatização, sociedade, tecnologia. </title>
         <author>jcerqueira76</author>
         <link>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca/wish/3075886766</link>
         <description><![CDATA[<p>A informatização refere-se à aplicação da informática nas atividades de uma empresa ou organização.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Informatiza%C3%A7%C3%A3o">Isso envolve o uso de tecnologias digitais para melhorar a eficiência, a gestão de informações e a automação de processos<sup>1</sup></a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/">Por exemplo, no setor de saúde no Brasil, o programa&nbsp;<strong>Informatiza APS</strong>&nbsp;visa informatizar e qualificar os dados da Atenção Primária à Saúde, melhorando a gestão dos serviços de saúde e a qualidade dos dados clínicos<sup>2</sup></a>.</p><p>&nbsp;</p><p>A informatização é a aplicação da informática nas atividades de uma empresa ou organização.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Informatiza%C3%A7%C3%A3o">Isso envolve o uso de tecnologias digitais para melhorar a eficiência, a gestão de informações e a automação de processos<sup>1</sup></a>.</p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.gov.br/saude/pt-br/composicao/saps/informatiza-aps/">Por exemplo, no setor de saúde no Brasil, o programa&nbsp;<strong>Informatiza APS</strong>&nbsp;visa informatizar e qualificar os dados da Atenção Primária à Saúde, melhorando a gestão dos serviços de saúde e a qualidade dos dados clínicos<sup>2</sup></a>.</p><p>&nbsp;</p><p>A informatização tem um impacto significativo no setor de educação, trazendo diversas mudanças e melhorias. Aqui estão alguns dos principais efeitos:</p><ol><li><p><strong>Personalização do Aprendizado</strong>: A tecnologia permite a personalização do ensino, adaptando o conteúdo às necessidades individuais dos alunos.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://escolaeducacao.com.br/o-impacto-da-tecnologia-na-educacao-tendencias-e-perspectivas/">Ferramentas como a aprendizagem adaptativa utilizam algoritmos para identificar lacunas de conhecimento e fornecer materiais específicos para preenchê-las<sup>1</sup></a>.</p></li><li><p><strong>Acesso a Recursos Educacionais</strong>: Com a informatização, os alunos têm acesso instantâneo a uma vasta gama de recursos educacionais, incluindo livros digitais, vídeos interativos, simulações e jogos educativos.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://escolaeducacao.com.br/o-impacto-da-tecnologia-na-educacao-tendencias-e-perspectivas/">Isso torna o aprendizado mais envolvente e dinâmico<sup>1</sup></a>.</p></li><li><p><strong>Colaboração e Interação</strong>: Plataformas digitais facilitam a colaboração entre alunos e professores, mesmo à distância.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://escolaeducacao.com.br/o-impacto-da-tecnologia-na-educacao-tendencias-e-perspectivas/">Ferramentas como fóruns online e ambientes virtuais de aprendizagem permitem discussões, projetos em grupo e compartilhamento de recursos, promovendo habilidades de trabalho em equipe e comunicação eficaz<sup>1</sup></a>.</p></li><li><p><strong>Desafios de Acesso</strong>: Apesar dos benefícios, ainda existem desafios, especialmente em escolas públicas. A falta de acesso a computadores e internet de qualidade pode dificultar a implementação eficaz da tecnologia.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://escolaeducacao.com.br/o-impacto-da-tecnologia-na-educacao-tendencias-e-perspectivas/">No Brasil, por exemplo, muitas escolas ainda enfrentam dificuldades para garantir que todos os alunos tenham acesso igualitário a esses recursos</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2022/03/12/uso-da-tecnologia-ainda-e-um-desafio-para-escolas-publicas-e-privadas-de-todo-o-pais.ghtml"><sup>2</sup></a>.</p></li><li><p><strong>Capacitação de Educadores</strong>: A eficácia da informatização também depende do treinamento e suporte oferecido aos educadores.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://revistaft.com.br/o-impacto-das-tecnologias-digitais-no-processo-de-ensino-aprendizagem/">Professores bem treinados podem utilizar melhor as ferramentas tecnológicas para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem<sup>3</sup></a>.</p></li></ol><p>Esses são apenas alguns exemplos de como a informatização está transformando a educação. Você gostaria de saber mais sobre algum desses aspectos específicos?</p><p>A sociedade é um conceito fundamental para entendermos a organização humana e as relações que estabelecemos uns com os outros.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.significados.com.br/sociedade/">Ela pode ser definida como um grupo de indivíduos que compartilham valores, normas, costumes e instituições, vivendo em conjunto e interagindo de maneira organizada<sup>1</sup></a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/sociedade-1.htm"><sup>2</sup></a>.</p><p>Existem diferentes tipos de sociedades, cada uma com suas características específicas. Por exemplo:</p><ol><li><p><strong>Sociedade de Solidariedade Mecânica</strong>: Predominante em comunidades tradicionais, onde as relações são baseadas em semelhanças e laços familiares.</p></li><li><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://brasilescola.uol.com.br/sociologia/sociedade-1.htm"><strong>Sociedade de Solidariedade Orgânica</strong>: Comum em sociedades modernas, onde as relações são mais complexas e baseadas na interdependência econômica e funcional<sup>2</sup></a>.</p></li></ol><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.significados.com.br/sociedade/">Além disso, o termo “sociedade” também pode se referir a organizações específicas, como sociedades empresariais (ex.: sociedade anônima) ou grupos com interesses comuns (ex.: Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência)<sup>1</sup></a>.</p><p><br></p><p>A tecnologia é a aplicação do conhecimento científico para alcançar objetivos práticos e melhorar a vida humana. Ela abrange uma ampla gama de áreas, desde a criação de ferramentas simples até avanços complexos em inteligência artificial e exploração espacial,1,2.</p><p>Aqui estão alguns exemplos de como a tecnologia impacta diferentes aspectos da nossa vida:</p><p><strong>Comunicação:</strong> Ferramentas como smartphones e redes sociais revolucionaram a maneira como nos comunicamos, permitindo conexões instantâneas e globais.</p><p><strong>Saúde:</strong> Tecnologias médicas, como a telemedicina e dispositivos de monitoramento de saúde, melhoraram o diagnóstico e o tratamento de doenças.</p><p><strong>Educação:</strong> Plataformas de aprendizado online e recursos digitais tornaram a educação mais acessível e personalizada.</p><p><strong>Transporte:</strong> Inovações como carros elétricos e sistemas de transporte autônomo estão transformando a mobilidade urbana.</p><p><strong>Entretenimento:</strong> Streaming de vídeo, jogos online e realidade virtual oferecem novas formas de entretenimento e interação.</p><p>A tecnologia está em constante evolução, trazendo novas oportunidades e desafios. Há algum aspecto específico da tecnologia que você gostaria de explorar mais a fundo?</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Fonte:</strong> Copilot</p><p><br></p><p><strong>Comentário:</strong></p><p><br></p><p><br></p><p>Conforme Bonila e Pretto (2000), no Brasil as ações da utilização da informática ganha força nas décadas de 80 e 90, com intuito de atender um novo modelo de sociedade. Para autores, dialogando o com Moraes (1993), país decidiu-se pela informatização da sociedade, através de políticas públicas que consentisse a edificação da “base própria alicerçada por uma capacitação científica e tecnológica de alto nível, capaz de garantir a soberania nacional em termos de segurança e desenvolvimento”.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Nesse sentido, O Brasil procurava espaço na corrida tecnológicas em diversas áreas da sociedade: civil, mercado, área militar numa dimensão geopolítico-bélico. De acordo Bonila e Pretto (2000), em 1984 foi aprovada a Lei nº 7.232, denominado lei Informática pelo Congresso Nacional. Para estimular, a informatização da sociedade brasileira, foi preciso ampliar aplicações da informática para diversos setores sociedade.</p><p>&nbsp;&nbsp;&nbsp;&nbsp; Segundo Bonila e Pretto (2000), dialogando com Moraes (1995) diz que intuito do uso da informática na educação estava em torno: desenvolver e capacitar recursos humanos em informática.</p><p><br></p><p>Referências: </p><p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow">https://www.qconcursos.com/questoes-de</a><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.qconcursos.com/questoes-de%20concursos/quest%C3%B5es/92fe2c55-8a"> concursos/questões/92fe2c55-8a</a>. Acesso em 07/08/2024.</p><p>BONILLA, Maria Helena Silveira; PRETTO, Nelson de Luca.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://ava.ufba.br/pluginfile.php/4053751/mod_page/content/38/texto-politicas-Bonilla-Pretto.pdf">Políticas brasileiras de educação e informática</a>. 2000</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 19:47:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Formação de professores para o uso das tecnologias: formação continuada e tecnologia </title>
         <author>jcerqueira76</author>
         <link>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca/wish/3075890505</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>FORMAÇÃO CONTINUADA DE PROFESSORES</strong></p><p><strong>Formação continuada de professores</strong></p><p>A formação continuada de professores é um processo essencial para o aprimoramento constante das práticas educacionais e para o desenvolvimento profissional dos docentes.</p><p><strong>Importância da formação continuada:</strong></p><ol><li><p><strong>Atualização pedagógica:</strong>&nbsp;Permite aos professores acompanharem as inovações e tendências educacionais, garantindo uma prática docente mais eficaz.</p></li><li><p><strong>Reflexão sobre a prática:</strong>&nbsp;Proporciona espaços de reflexão e análise crítica das próprias práticas educativas, contribuindo para a melhoria constante do ensino.</p></li><li><p><strong>Desenvolvimento de novas habilidades:</strong>&nbsp;Promove a aquisição de novas competências e habilidades que possibilitam uma atuação mais qualificada e adaptada às demandas atuais.</p></li></ol><p><strong>Métodos e estratégias de formação continuada:</strong></p><ol><li><p><strong>Cursos e capacitações:</strong>&nbsp;Oferecer cursos presenciais ou online, workshops e palestras sobre temas relevantes para a prática docente.</p></li><li><p><strong>Grupos de estudo e colaboração:</strong>&nbsp;Estimular a formação de grupos de estudo entre os professores, promovendo trocas de experiências e compartilhamento de conhecimentos.</p></li><li><p><strong>Mentoria e acompanhamento:</strong>&nbsp;Proporcionar mentoria e acompanhamento individualizado, para apoiar os professores no desenvolvimento de suas habilidades e no enfrentamento de desafios específicos.</p></li></ol><p><strong>Benefícios da formação continuada:</strong></p><ol><li><p><strong>Melhoria na qualidade do ensino:</strong>&nbsp;Professores bem formados tendem a proporcionar uma educação de maior qualidade aos alunos.</p></li><li><p><strong>Engajamento e satisfação profissional:</strong>&nbsp;A formação continuada pode aumentar o engajamento dos professores em sua prática pedagógica e contribuir para sua satisfação profissional.</p></li><li><p><strong>Inovação e criatividade:</strong>&nbsp;A atualização constante dos professores pode estimular a inovação e criatividade em suas práticas educativas, proporcionando um ambiente de aprendizagem mais estimulante.</p></li></ol><p>Em síntese, a formação continuada de professores é um investimento fundamental para a melhoria da educação, o desenvolvimento profissional dos docentes e o sucesso dos alunos. É necessário que as instituições de ensino valorizem e incentivem esse processo como parte essencial da formação docente.</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Fonte: </strong>ChatGPT</p><p>&nbsp;</p><p>&nbsp;</p><p><strong>Comentário: </strong></p><p><br></p><p>      Conforma Bonilla, as tecnologias digitais cada vez mais presente nas escolas, mas infelizmente boa parte dos professores ainda não tem capacitação adequada para lidar com essa nova realidade, ou seja, nem sabem usar esse aparato tecnológicos na sala de aula. Nesse sentido, é importante enfatizar os cursos de formação dos professores seja inicial e continuada.</p><p>&nbsp;      Para autora, “Uma formação que procure discutir todos esses elementos, indo além da perspectiva instrumental de uso das tecnologias, e além da ideia do monitoramento, da proibição, do controle, próprias da escola, e tão apregoada pela mídia”, (Bonilla, 2011, p. 04).</p><p><br></p><p>      De acordo com Pretto (2002, p. 121), os diálogos sobre a carência formação de professores tendo sido temática dos debates sobre o sistema educacional no mundo contemporâneo. </p><p>       Segundo autor, (...), “tendo o país construído, recentemente, o seu programa Sociedade da Informação, com especial destaque nos investimentos para a instalação de infraestrutura para o sistema educacional”. (Pretto, 2002, p. 121).</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><br></p><p><strong>Referência:</strong></p><p>BONILLA, Maria Helena Silveira. Formação de professores em tempos de web 2.0. In: FREITAS, Maria Teresa de A. (org.). Escola, tecnologias digitais e cinema. Juiz de Fora: Ed. UFJF, 2011. p. 59-87.</p><p>PRETTO, Nelson. Formação de professores exige rede. Revista Brasileira de Educação, n.20, p. 121-131, maio/ago. 2002.</p><p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow">https://umbrasil.com/charges/charge-29012018/</a>. Acesso em 10/08/2014.</p><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-14 19:51:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca/wish/3075890505</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Práticas pedagógicas com tecnologias: estudantes com autores conhecimento multiletramentos. 

</title>
         <author>jcerqueira76</author>
         <link>https://padlet.com/jcerqueira76/esperanca/wish/3087034353</link>
         <description><![CDATA[<p>As práticas pedagógicas referem-se às diversas estratégias e abordagens utilizadas por educadores para facilitar o aprendizado e o desenvolvimento dos alunos. Essas práticas podem variar conforme o contexto educacional, o perfil dos estudantes e os objetivos de aprendizagem. Aqui estão algumas abordagens e práticas pedagógicas que podem ser consideradas:</p><ol><li><p><strong>Metodologias Ativas</strong>:</p><ul><li><p><strong>Aprendizagem Baseada em Projetos (ABP)</strong>: Os alunos trabalham em projetos que exigem pesquisa, resolução de problemas e trabalho em grupo.</p></li><li><p><strong>Aprendizagem Baseada em Problemas (ABP)</strong>: Envolve a resolução de problemas reais ou simulados, incentivando o pensamento crítico.</p></li><li><p><strong>Ensino Híbrido</strong>: Combina o ensino presencial com atividades online, permitindo uma maior flexibilidade e personalização do aprendizado.</p></li></ul></li><li><p><strong>Diversificação de Estratégias de Ensino</strong>:</p><ul><li><p><strong>Dinâmicas de Grupo</strong>: Utilizam a interação entre os alunos para promover a colaboração e o aprendizado coletivo.</p></li><li><p><strong>Jogos Educativos</strong>: Integração de jogos para tornar o aprendizado mais divertido e envolvente.</p></li><li><p><strong>Utilização de Tecnologias</strong>: Ferramentas digitais, como plataformas de aprendizado online, aplicativos e recursos multimídia para enriquecer as aulas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Avaliação Formativa</strong>:</p><ul><li><p>Foco na avaliação contínua e no feedback construtivo, permitindo que os alunos identifiquem suas dificuldades e avancem em seu aprendizado.</p></li></ul></li><li><p><strong>Educação Diferenciada</strong>:</p><ul><li><p>Adaptação das atividades e conteúdos às diferentes necessidades, ritmos e estilos de aprendizagem dos alunos, promovendo a inclusão e a equidade.</p></li></ul></li><li><p><strong>Experiências Práticas</strong>:</p><ul><li><p>Field trips, visitas a empresas ou instituições, estágios práticos e outros métodos que conectam a teoria à prática.</p></li></ul></li><li><p><strong>Relação Interpessoal</strong>:</p><ul><li><p>Criação de um ambiente de respeito, empatia e colaboração, onde os alunos se sintam seguros para expressar suas opiniões e fazer perguntas.</p></li></ul></li><li><p><strong>Reflexão e Metacognição</strong>:</p><ul><li><p>Incentivar os alunos a refletirem sobre seu próprio processo de aprendizado, ajudando-os a desenvolver habilidades de autoavaliação e autocontrole.</p></li></ul></li></ol><p>Essas práticas podem ser combinadas e adaptadas de acordo com a realidade de cada sala de aula, sempre buscando o engajamento e o sucesso dos alunos. A formação contínua dos educadores também é fundamental para a implementação efetiva de práticas pedagógicas inovadoras e eficazes.</p><p>As práticas pedagógicas com o uso de tecnologias têm se tornado cada vez mais relevantes no contexto educacional atual. Há diversas abordagens e ferramentas que podem ser utilizadas para enriquecer o processo de ensino-aprendizagem. Aqui estão algumas práticas que podem ser implementadas:</p><p><strong>1. Aprendizagem Híbrida</strong></p><p>Combina o ensino presencial com atividades online. Os alunos podem estudar em casa e participar de atividades práticas na escola, promovendo um aprendizado mais flexível.</p><p><strong>2. Uso de Recursos Audiovisuais</strong></p><p>Vídeos, podcasts, animações e webinars podem ser utilizados para tornar o conteúdo mais dinâmico e acessível, ajudando a manter o interesse dos alunos.</p><p><strong>3. Gamificação</strong></p><p>Incorporar elementos de jogos em atividades educacionais pode aumentar a motivação e o engajamento dos alunos. Isso pode incluir competições, pontos, insígnias e desafios.</p><p><strong>4. Plataformas de Aprendizagem Online</strong></p><p>Ambientes virtuais de aprendizagem (como Moodle, Google Classroom e Edmodo) permitem a troca de materiais, realização de atividades e feedback entre professores e alunos.</p><p><strong>5. Redes Sociais como Ferramentas de Aprendizagem</strong></p><p>Utilizar redes sociais para discussões, projetos colaborativos e compartilhamento de conteúdo pode ser uma maneira efetiva de engajar os alunos.</p><p><strong>6. Programação e Robótica Educacional</strong></p><p>Introduzir conceitos de programação e robótica pode desenvolver habilidades de raciocínio lógico, resolução de problemas e criatividade.</p><p><strong>7. Aplicativos Educacionais</strong></p><p>Existem diversos aplicativos que promovem o aprendizado interativo em diversas disciplinas, possibilitando que os alunos revisem conteúdos de forma divertida.</p><p><strong>8. Educação Personalizada</strong></p><p>As tecnologias permitem adaptar o ensino às necessidades individuais dos alunos, proporcionando um aprendizado mais centrado no estudante.</p><p><strong>9. Projetos Colaborativos Online</strong></p><p>Ferramentas como Google Docs, Trello e Padlet podem ser utilizadas para que os alunos trabalhem juntos em projetos e atividades, mesmo a distância.</p><p><strong>10. Avaliações Digitais</strong></p><p>Utilizar plataformas digitais para aplicar avaliações pode facilitar o acompanhamento do desempenho dos alunos, além de oferecer feedback em tempo real.</p><p><strong>Conclusão</strong></p><p>Integrar tecnologias às práticas pedagógicas não apenas moderniza o ensino, mas também prepara os alunos para um futuro cada vez mais digital. É essencial que os educadores sejam capacitados para utilizar essas ferramentas de maneira eficaz, sempre considerando a inclusão e o acesso igualitário a todas as tecnologias.</p><p>O conceito de multiletramentos refere-se à habilidade de interpretar e produzir significados em diferentes contextos e formas de comunicação, indo além da leitura e escrita tradicionais. Essa abordagem reconhece que a alfabetização no mundo contemporâneo envolve diversas linguagens e meios, incluindo:</p><ol><li><p><strong>Letramento digital</strong>: Capacidade de usar tecnologias digitais para comunicar-se, pesquisar, criar e colaborar.</p></li><li><p><strong>Letramento visual</strong>: Habilidade de interpretar e criar significados a partir de imagens, gráficos e outros recursos visuais.</p></li><li><p><strong>Letramento crítico</strong>: Capacidade de analisar, questionar e avaliar informações e mídias, desenvolvendo um olhar crítico sobre o que se consome e produz.</p></li><li><p><strong>Letramento midiático</strong>: Entendimento das várias formas de mídia e suas influências na sociedade, incluindo análise de como as informações são construídas e disseminadas.</p></li><li><p><strong>Letramento cultural</strong>: Compreensão das distintas culturas e contextos que influenciam a comunicação e a interpretação de textos e discursos.</p></li></ol><p>Os multiletramentos são fundamentais na educação contemporânea, pois preparam os indivíduos para interagir e compreender um mundo cada vez mais complexo e diversificado. Eles também promovem a inclusão, ajudando diferentes grupos a expressar suas vozes e experiências.</p><p>A pedagogia dos multiletramentos, proposta por pesquisadores como The New London Group, sugere que o ensino deve abordar essas diversas formas de letramento, integrando-as ao currículo escolar de maneira que os alunos possam se tornar proficientes em múltiplas linguagens e contextos. Isso inclui o reconhecimento do papel da cultura e da identidade na aprendizagem, enfatizando a importância de considerar as experiências e saberes dos alunos.</p><p><br/></p><p><strong>Comentário: </strong></p><p><br/></p><p>         De acordo Carvalho e Pimentel (2020), no contexto da cibercultura, nós nos tornamos de certa forma autores capacidade. Nesse sentido, criamos textos, vídeos, podcasts e imagens para diversas redes sociais. É nessa “novidade” tecnológicas da contemporaneidade que docentes da atualidade é desafiado criar possibilidade para que os estudantes multiletramentos digital.</p><p>          Para autores, nas práticas pedagógicas os professores com formadores, precisam criar oportunidades para que nossos estudantes floresçam na competência de intervir no mundo autores de conhecimento. Segundo Pimentel (2020), para efetivação de uma educação online, na atualidade em que vivemos em um (ciber) espaço- tempo oportuniza uma aprendizagem em rede.</p><p>           Para o autor: “conectar-se, conversar, postar, curtir, comentar, compartilhar, colaborar, tornar-se autor, expor-se, negociar sentidos, co-criar … que outras palavras lhe vêm à mente quando falamos de valores e práticas”. (Pimentel, 2020, p. 03). Além disso, Pimentel (2020), apresentam alguns princípios para educação online: 1-promover aprendizagem colaborativa; 2-efetivação colaborativa; 3- coautorias; 4- atividades autorais.</p><p><br/></p><p><strong>Referências: </strong></p><p><br/></p><p>CARVALHO, Felipe; PIMENTEL, Mariano. Atividades autorais online: aprendendo com criatividade. 2020. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow">https://horizontes.sbc.org.br/index.php/2020/11/atividadesautorais/</a>.</p><p>&nbsp;</p><p>PIMENTEL, Mariano.&nbsp;<a rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://horizontes.sbc.org.br/index.php/2020/05/23/principios-educacao-online">Princípios da Educação Online: para sua aula não ficar massiva nem maçante!</a>&nbsp;SBC Horizontes, maio 2020.</p><p>Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow">https://youtu.be/qF6lVRluGwQ?si=u2tWPvNJ8ZFX3_Qp</a>. Acesso em 24/08/2024.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2024-08-25 03:01:21 UTC</pubDate>
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