<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>Portfólio - Psicologia Social by Monique Pires</title>
      <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7</link>
      <description>Estudantes do 3º período de Psicologia que buscam compartilhar e aprofundar conhecimentos sobre Psicologia Social, especialmente na perspectiva da Psicologia Social Crítica, sob orientação do professor Rubens Ferreira do Nascimento.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-10-03 19:58:18 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-12-03 18:40:38 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url>https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/f986a6d967080690a5c276567c443c3d/Psicologia_Social.jpg</url>
      </image>
      <item>
         <title>Gabriela Oscar</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617352751</link>
         <description><![CDATA[<p>Prazer, sou Gabriela!</p><p>Tenho 29 primaveras e sou filha orgulhosa de Contagem, Minas Gerais. Ser mulher é uma das minhas maiores alegrias! É força, beleza e poesia em movimento!</p><p><br></p><p>Sou apaixonada por fotografia, vejo o mundo através de lentes que capturam sentimentos, emoções e amor.</p><p><br></p><p>Corro pra liberar a mente, ouço música pra embalar a alma e faço bolos como quem espalha afeto em forma de açúcar e farinha.</p><p><br></p><p>Servir é meu combustível! Não há nada que me faça mais feliz do que ver alguém bem, e se eu puder contribuir, nem penso duas vezes.</p><p><br></p><p>A psicologia? Ah... é meu sonho de infância que hoje vivo acordada.</p><p><br></p><p>Acredito que a vida é um presente e que pode existir beleza até mesmo nas coisas mais simples!</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/dda976e70d53870bf80c66f5d53f2e3e/Gabriela_Oscar.jpeg" />
         <pubDate>2025-10-03 20:27:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617352751</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Monique Pires</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617353151</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu sou a Monique, tenho 24 anos, mas confesso tenho um certo complexo com a minha idade, pois sinto que estou sempre atrasada em relação às outras pessoas.<br></p><p><br/></p><p>Atuo profissionalmente como modelo há 10 anos e acho curioso o contraste entre minhas duas versões: no trabalho, sempre de salto, bem arrumada e maquiada; na faculdade, de cabelo preso e óculos, totalmente à vontade.</p><p><br></p><p>Ensinar sempre foi minha paixão. Desde criança brincava de escolinha com meus irmãos e, claro, eu sempre era a professora. Não à toa, minha primeira graduação foi uma licenciatura. Sou formada em Letras pela UFMG.</p><p><br></p><p>Além do trabalho e estudos, amo gatos (tenho 2, mas teria até mais se meu pai deixasse) e adoro assistir futebol com meu noivo (sou cruzeirense de berço e de coração).</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/b24d87a04732772df567a14d243ae41b/Monique_Pires.jpeg" />
         <pubDate>2025-10-03 20:27:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617353151</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maritza Montero</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617355771</link>
         <description><![CDATA[<p>Maritza Montero foi pioneira na construção de uma Psicologia genuinamente latino-americana, crítica e comprometida com a realidade de nossas comunidades. Sua obra, profundamente influenciada por autores como Paulo Freire, Ignácio Martín-Baró e Orlando Fals Borda, inspirou gerações de pesquisadoras e pesquisadores a “fazer para transformar”. A práxis psicopolítica e comunitária que desenvolveu rompeu com modelos dominantes, ao colocar o conhecimento a serviço da emancipação e da participação ativa das populações em seus processos de mudança.</p><p><br/></p><p>Sua contribuição à sistematização teórica e metodológica da Psicologia Comunitária foi fundamental para a consolidação do campo em toda a América Latina e além. Maritza foi também uma voz crítica e ativa na Psicologia Política, destacando-se por propor uma psicologia voltada à denúncia da opressão, à construção de cidadania e ao fortalecimento da democracia.</p><p><br/></p><p>Sua trajetória intelectual e humana deixa um legado imensurável para a Psicologia Social, Comunitária e Política, marcado por um compromisso ético e transformador com a justiça social e a libertação dos povos oprimidos.</p><p><br/></p><p><strong>Fonte: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://site.cfp.org.br/nota-de-pesar-maritza-montero/">https://site.cfp.org.br/nota-de-pesar-maritza-montero/</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/64e60785fa680cd3ca0eb5f776f8e0d0/Maritza_Montero.png" />
         <pubDate>2025-10-03 20:31:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617355771</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O papel do psicólogo - Martín-Baró</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617360385</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/476081475ba17921e3616343c8c8bc7b/O_papel_do_Psic_logo.pdf" />
         <pubDate>2025-10-03 20:39:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617360385</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Nina Rodrigues: sua interpretação do evolucionismo social e da psicologia das massas nos primórdios da Psicologia Social brasileira - Evenice Santos Chaves</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617361767</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/9e28ea5a982052f11425f8aecf5c071a/Texto_de_Evenice_Chaves_sobre_Nina_Rodrigues.pdf" />
         <pubDate>2025-10-03 20:41:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617361767</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Breve história da moderna Psicologia Social - Maria Cristina Ferreira</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617362790</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/34ebdaebf9a7c89761a701bc4e0fe864/Texto_2.jpeg" />
         <pubDate>2025-10-03 20:43:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617362790</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cem Anos com Paulo Freire: Diálogos - Editora PUC Minas</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617369244</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/b028694d527aff1a248d3bef4b0645e7/Cem_Anos_com_Paulo_Freire.pdf" />
         <pubDate>2025-10-03 20:54:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617369244</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Psicologia no Sistema Único de Assistência Social - Afonso, Vieira-Silva, Abade, Abrantes e Fadul</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617377400</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/60ad316d3cd03326f2576c0326e4ce55/A_Psicologia_no_Sistema__nico_de_Assist_ncia_Social.pdf" />
         <pubDate>2025-10-03 21:10:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617377400</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Interseccionalidade</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617379093</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Interseccionalidade</strong> é um conceito que analisa como diferentes fatores sociais, como raça, gênero, sexualidade, classe social e outros marcadores de identidade, se interconectam e produzem experiências únicas de privilégio ou opressão. </p><p><br/></p><p>Na Psicologia Social, a <strong>interseccionalidade</strong> é fundamental tanto na atuação junto a comunidades quanto em pesquisas acadêmicas, pois evidencia que os indivíduos não vivem as mesmas condições sociais e que as desigualdades não podem ser compreendidas isoladamente.</p><p><br/></p><p>Reconhecer essas interações é essencial para desenvolver intervenções mais justas e para compreender a complexidade das experiências humanas em sociedade.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-03 21:13:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617379093</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sujeito</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617382073</link>
         <description><![CDATA[<p>A ideia de <strong>sujeito</strong> está intimamente ligada à perspectiva história e social. Nesse contexto, o <strong>sujeito</strong> é um produto das condições sociais e históricas que o cercam, sendo sua subjetividade formada por sua interação com a sociedade.</p><p><br/></p><p>O <strong>sujeito</strong> não é um ente isolado ou meramente biológico, mas sim o resultado de um processo dialético entre o individual e o coletivo, a igualdade e a diferença.</p><p><br/></p><p>Esse <strong>sujeito</strong> se constrói e se transforma continuamente nas relações sociais, nas práticas culturais e nas condições materiais da vida. E, ao mesmo tempo em que ele é determinado pelas estruturas sociais, ele tem a capacidade de agir sobre elas, ou seja, o <strong>sujeito</strong> é ativo, capaz de modificar o mundo ao seu redor.</p><p><br/></p><p>Essa concepção leva à ideia de que a emancipação e a transformação social são possíveis por meio de ima consciência crítica das condições sociais e de práticas que rompam com as desigualdades e injustiças.</p><p><br/></p><p>Pode-se dizer, portanto, que o <strong>sujeito</strong> é, simultaneamente, agente e produto da história, alguém que se reconhece no coletivo e que constrói sua identidade e subjetividade a partir de suas interações sociais.</p><p><br/></p><p><strong>Fonte:</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pt.scribd.com/document/781088129/PARADIGMAS-EM-PSICOLOGIA-SOCIAL-A-Perspectiva-Latino-Americana?utm_source=chatgpt.com">https://pt.scribd.com/document/781088129/PARADIGMAS-EM-PSICOLOGIA-SOCIAL-A-Perspectiva-Latino-Americana</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://pt.scribd.com/document/781088129/PARADIGMAS-EM-PSICOLOGIA-SOCIAL-A-Perspectiva-Latino-Americana?utm_source=chatgpt.com" />
         <pubDate>2025-10-03 21:19:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617382073</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ignácio Martín-Baró</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617389881</link>
         <description><![CDATA[<p>Ignácio Martín-Baró nasceu em Valladolid, Espanha, em 7 de novembro de 1942, lugar foi onde passou a maior parte de sua infância. Nesse mesmo local também estudou no colégio jesuíta São José, onde desde cedo esteve envolvido com as questões religiosas que o fizeram despertar a sua vocação. Em 18 de setembro de 1959, aos 17, Ignácio ingressa na Companhia de Jesus.</p><p><br></p><p>Logo nos anos sessenta, Martín-Baró foi para a Colômbia com compromissos jesuítas, local este onde ele obteve a licenciatura em Letras e Filosofia e, em seguida se alocou em El Salvador, onde cursou licenciatura em Psicologia na UCA (Universidade Centro-Americana José Simeón Cañas), em San Salvador. Em 1977 obteve o título de mestre em Ciências Sociais e, 1979 o doutorado em Psicologia Social e Organizacional, ao defender sua tese na Universidade de Chicago, EUA, lugar este conhecido pela sua importância para a psicologia social hegemônica, positivista, individualista e acrítica. </p><p><br></p><p>Ao voltar de Chicago, assumiu o posto de vice-reitor da UCA e também muitos outros cargos, como o de chefe do Departamento de Psicologia e Educação e o Conselho Editorial da UCA e de sua principal revista a ECA (Revista Estudios Centro-americanos).</p><p><br></p><p>Foi com a realidade de salvadorenha, uma realidade marcada pela desigualdade, injustiça, governos autoritários, guerra civil e com más condições materiais de realizações das aspirações da população, que Martín-Baró realizou a maior parte de sua produção acadêmica, portanto longe da tranquilidade e serenidade que se pressupõe em uma vida acadêmica, o que fica evidente em uma carta, escrita em 23 de agosto de 1989, na qual Martín-Baró agradecia o conselho acadêmico da Escola de Psicologia da Costa Rica, pela solidariedade em relação à bomba explodida em frente à UCA. Este trecho mostra uma parcela das reais condições de sua produção, através de seu compromisso com as maiorias populares:</p><p><br></p><p><em>“Las bombas contra nuestras instalaciones afctan muy gravemente nuestras ya difíciles finanzas, pero nos confirmam también que representamos una voz significativa em el quehacer del país, y que nuestro trabajo acadêmico em favor de lós interesses mayoritarios de nuestro pueblo sigue tiniendo un impacto. Por ello, estén seguros que la UCA seguirá firme em su trabajo universitário com el pueblo salvadoreño en favor um futuro más justo e libre” (p.4).</em></p><p><br></p><p>Este trecho exemplifica as condições objetivas em que Martín-Baró produzia e agia, condições essas que o levaram à “criação”, por reconhecer a necessidade do povo salvadorenho, da Psicologia da Libertação, que se coloca como uma concepção diferenciada dentro do campo teórico da Psicologia, pelo seu compromisso epistemológico, ético e político com as maiorias populares. Diferentemente da Psicologia hegemônica, que reafirma a lógica neoliberal em suas praticas e em suas epistemologias, ou seja, uma psicologia individualista, acrítica e culpabilizadora do indivíduo.</p><p><br></p><p>Toda essa trajetória de compromisso social ao lado dos setores populares oprimidos, de Martín-Baró lhe custaria um preço muito caro, a vida. Na madrugada do dia 15 para o dia 16 de novembro de 1989 ele foi assassinado. Uma ordem vinda dos altos setores militares e dos assessores norte-americanos, para que exterminassem os intelectuais, pois estes estavam sendo acusados de apoiar as guerrilhas de resistência, e as acusações que os jesuítas eram comunistas-terroristas, fora lançada até uma campanha na radio, com difusão massiva dessas informações. </p><p><br></p><p>Tudo isso aconteceu muito rápido, os soldados patriotas invadiram a UCA na madrugada, indo até a moradia dos jesuítas, sendo que o reitor da UCA, Ignacio Ellacuría, e também jesuíta, recebeu juntamente com outros jesuítas, os soldados, num ato de resistência tentaram uma resistência com palavras fortes, mas que não foi suficiente, pois, em meio a um clarão surgiu, uma rajada saída de um fuzil, que colocou fim a vida de Ellacuría e seu irmão (religioso) Ignácio Martín-Baró. Em seguida os soldados terminaram de invadir a residências dos jesuítas terminando de cumprir sua ordem, a de extinguir todos os que ali habitavam.</p><p><br></p><p><strong>Fonte:</strong> OLIVEIRA, Lucian Borges; GUZZO, Raquel Souza Lobo. <strong>A vida e a obra de Ignácio Martín-Baró: o paradigma da libertação</strong>.<strong> </strong><em>In.: Anais do XVIII Encontro de Iniciação Científica</em>. Pontifícia Universidade Católica de Campinas, Campinas, 2013.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/4c2ff47157f00cf28b15ce4c8947ac22/Mart_n_Bar_.jpeg" />
         <pubDate>2025-10-03 21:35:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617389881</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Clara Gonçalves</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617399481</link>
         <description><![CDATA[<p>Eu sou a Maria Clara, tenho 20 anos e moro em Sarzedo desde que nasci com meus pais, irmão, uma gata e uma cachorrinha.</p><p><br></p><p>Gosto de esportes (principalmente futsal), cinema, música… Me considero uma pessoa muito sonhadora. Não gosto de academia, mas faço (ou tento fazer) musculação nos finais de semana. Também sou atleticana.</p><p><br></p><p>Entre muitos gostos e incertezas foi muito difícil escolher uma graduação (e deixar de escolher tantas outras), mas escolhi a Psicologia por afinidade com as áreas da saúde e de humanas. Se eu disser que tenho total certeza da minha escolha estarei mentindo, mas posso dizer que tenho gostado muito do curso!</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/0d9e418675b8fcd22535c1600b69d8ed/Maria_Clara.jpeg" />
         <pubDate>2025-10-03 21:56:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617399481</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Júlia Madalena</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617465626</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Júlia Madalena Rocha, tenho 20 anos e estou cursando Psicologia.</p><p><br/></p><p>Vim de outra faculdade, então estou irregular no curso, mas, com isso, eu tive a oportunidade de conhecer diferentes pessoas, com diferentes vivências e com diferentes pontos de vista sobre a vida e sobre o próprio curso de Psicologia, o que foi muito importante para mim.</p><p><br/></p><p>Gosto muito de cachorros e de fazer as pessoas felizes com a minha comida, gosto de fazer as pessoas se sentirem bem perto de mim, e gosto de pensar que consigo demonstrar meu cuidado através dos meus atos.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/48f564029f2cfdbb35d2545d8f5922c9/J_lia_Madalena.jpeg" />
         <pubDate>2025-10-04 00:51:30 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617465626</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Thainá Ribeiro</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617466018</link>
         <description><![CDATA[<p>Meu nome é Thainá Ribeiro, tenho 20 anos. Sou de Ibirité, Minas Gerais, onde nasci e cresci, um estado que tanto admiro. Elevo ao seu ápice esta cultura mineira, que moldou e molda meus familiares, amigos e quem sou hoje. Não sou muito de me expor ou falar sobre mim, eu gosto de escutar!</p><p><br/></p><p>Sempre fui elogiada por minha escuta atenta, o que me fez ouvir que eu seria uma boa psicóloga. Hoje, com a maturidade do estudo, sei que a profissão vai muito além de uma simples conversa ou escuta ativa, onde me apaixono diariamente por cada uma de suas vertentes. O estudo da Psicologia me constrói diariamente. Embora o trabalho seja exaustivo, é um prazer imensurável estar sustentando aquilo que tanto pedi a Deus.</p><p><br/></p><p>Sou católica e agradeço a Deus por todas as coisas. Amo minha família, amigos, namorado e todas as pessoas que atravessaram minha vida e sou grata a todos eles também. Sem eles não estaria aqui hoje, sendo quem sou.</p><p><br/></p><p>Trabalho em constante questionamentos sobre tudo e sobre todos, principalmente sobre mim. A vida é sim sobre ser uma metamorfose ambulante, sobre qual a paz que temos que abrir mão para tentar ser feliz e sobre um bom MPB.</p><p><br/></p><p>Me perguntaram no ensino médio qual era meu sonho, respondi que sempre foi e será me sentir viva, tal qual sonho que realizo todos os dias.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/d583336b88fac09a89c0260c2dfd0c9f/Thain__Ribeiro.jpeg" />
         <pubDate>2025-10-04 00:52:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617466018</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Silvia Lane</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617466488</link>
         <description><![CDATA[<p>Silvia nasceu em São Paulo, em 1933. Herdou culturas distantes. A mãe, Apolônia, nasceu na Lituânia. O pai, Willie, um brasileiro filho de suíço-alemão. Ela se formou em Filosofia. Ganhou uma bolsa para estudar Psicologia, no Wellesley College, Mass., nos Estados Unidos. Anos depois, já no Brasil, casou-se com Fred Lane, amigo de infância, em 1962. Tiveram quatro filhos.</p><p><br></p><p>A organização da Faculdade de Psicologia da PUC (1969/70) veio logo após a fusão do curso de Psicologia da FFCLSB e a Faculdade de Ciências e Letras Sedes Sapientia, onde Silvia lecionou até a última turma, cumprindo assim o compromisso com o curso e com os alunos. Foi diretora por três anos em outra faculdade (de 1971 a 1974).</p><p><br></p><p>Lane foi convidada por Joel Martins e Aniela Ginsberg para criar o Programa de Pós-graduação em Psicologia Social, começou a funcionar em 1972, sendo este o segundo programa de pós-graduação em Psicologia criado no Brasil.</p><p><br></p><p>Sua presença é marcada, sobretudo, por seus questionamentos à teoria e à prática da Psicologia Social no Brasil e na América Latina, e à introdução de um novo modo de se fazer Psicologia. Alguns autores (como Strey, 2007; Lima, 2009; Sá, 2007; entre outros) se referem a Lane como uma das principais opositoras do modelo positivista defendido por Rodrigues.</p><p><br></p><p>Propôs a criação da Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO). Segundo as autoras (Lane e Bock (2003)), as intenções políticas da ABRAPSO sempre foram “a construção de uma Psicologia Social Crítica, voltada para os problemas nacionais, que aceitasse diferentes correntes epistemológicas, desde que filiadas ao compromisso social de contribuir para a construção de uma sociedade mais justa. A ABRAPSO nasceu da insatisfação com a Psicologia européia e americana. Os problemas de nossa sociedade, marcada pela desigualdade social e pela miséria, não encontravam soluções na Psicologia Social importada como um saber universal dos países do Primeiro Mundo” (p. 149)</p><p><br></p><p>Silvia Lane lutou e defendeu uma psicologia crítica politicamente comprometida.</p><p><br></p><p><strong>Fonte:</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://memorialsilvialane.com.br">https://memorialsilvialane.com.br</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/1d73682be9c599d0d011bcc6d9d21f7b/Silvia_Lane.jpg" />
         <pubDate>2025-10-04 00:53:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3617466488</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ana Luiza Aguiar</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3618184529</link>
         <description><![CDATA[<p>Olá! Eu sou a Ana Luiza, tenho 20 anos e moro em Belo Horizonte. Moro com minha mãe e meu pai, e tenho um cachorro chamado Max. </p><p><br/></p><p>Atualmente estou cursando Psicologia, eu tinha muitas dúvidas sobre o que eu queria fazer, pensei em muitas coisas, eu tinha em mente que eu queria fazer algo que ajudasse vidas, queria contribuir de alguma forma, por isso, na época cogitei pela Medicina Veterinária e pela Psicologia, pois amo animais, mas também tinha o desejo de poder ajudar as pessoas. </p><p><br/></p><p>Em janeiro de 2024, me inscrevi no Prouni para o curso de Psicologia, em março me ligaram informando que eu tinha passado, e assim, iniciei o curso. Não tenho nenhum arrependimento, quanto mais conheço a Psicologia, mais me encanto, e estou me permitindo conhecer as diversas áreas. Sou e serei eternamente grata a Deus.</p><p><br/></p><p>Amo observar a natureza e refletir, além disso, adoro música, arte e assistir animes. O que eu mais valorizo são momentos de paz e tranquilidade com pessoas que amo, não há nada nesse mundo que possa comprar a minha paz.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4499914034/42180505699305b7c8707a9067494206/WhatsApp_Image_2025_10_04_at_15_54_53.jpeg" />
         <pubDate>2025-10-04 20:40:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3618184529</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Psicologia Social e uma nova concepção do homem para a Psicologia - Silvia Lane</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3618810447</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/765141c3be1b1d7f10a1ccf725b732ad/Texto_6.pdf" />
         <pubDate>2025-10-05 17:27:50 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3618810447</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Subjetividade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3618824796</link>
         <description><![CDATA[<p>O conceito de <strong>subjetividade</strong> tem sido cada vez mais utilizado em trabalhos referentes às ciências humanas.</p><p><br/></p><p>No campo da psicologia, a <strong>subjetividade</strong> é compreendida como a essência do ser humano que o diferencia de outros seres e objetos. É a singularidade de cada indivíduo, construída por meio de suas vivências, cultura, relações sociais e histórico pessoal.</p><p><br/></p><p>Portanto, refere-se ao mundo interno e único de um indivíduo, incluindo seus pensamentos, sentimentos e valores, que é moldado e molda as interações sociais e o contexto histórico e cultural em que está inserido.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 17:43:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3618824796</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3618859953</link>
         <description><![CDATA[<p>Nós, enquanto estudantes de Psicologia, nos sentimos profundamente contempladas pela Psicologia Social Crítica, por reconhecermos nela uma perspectiva que dialoga verdadeiramente com a nossa realidade.<br></p><p><br/></p><p>Diferentemente das abordagens Psicológica, originada nos Estados Unidos, e Sociológica, desenvolvida na Europa, a Psicologia Social Crítica nasce do contexto latino-americano e de suas demandas históricas, sociais e culturais, traduzindo-se em um conhecimento que atende à nossa realidade social e ao nosso cotidiano.</p><p><br></p><p>A Psicologia Social Crítica rompe com visões universalizantes e propõe uma prática comprometida com a transformação social, valorizando o sujeito em sua totalidade e inserção concreta no mundo. Além disso, nos identificamos com essa vertente por seu compromisso em compreender e intervir na realidade de maneira ética, política e emancipatória.</p><p><br></p><p>Nesse sentido, os textos estudados, especialmente aqueles sobre Representações Sociais, Construcionismo Social, Ideologia, Identidade, Interseccionalidade, relações raciais e perspectivas decoloniais, reforçam a importância de uma psicologia que reconheça a complexidade das experiências humanas. Ao compreender que os fenômenos psicológicos são construídos socialmente, passamos a questionar explicações universalizantes e a considerar como história, cultura, poder e desigualdades produzem sentidos.</p><p><br></p><p>As reflexões sobre ideologia, identidade e interseccionalidade mostram que nossas percepções e vivências não são neutras, mas atravessadas por marcadores sociais e por estruturas que naturalizam desigualdades. Já as perspectivas decoloniais nos convidam a romper com modelos eurocentrados e a valorizar saberes que emergem do Sul Global, mais próximos da realidade latino-americana.</p><p><br></p><p>Assim, reafirmamos a relevância da Psicologia Social Crítica como uma prática ética, contextualizada e comprometida com a transformação social.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-05 18:24:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3618859953</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Identidade Social </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3619230338</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>identidade social</strong> é a forma como a gente se vê a partir dos grupos aos quais pertencemos. Pode ser nossa família, nossos amigos, nosso time de futebol, nossa religião, nossa escola… Tudo isso ajuda a formar quem somos.</p><p><br/></p><p>Esse conceito foi criado por Henri Tajfel, um psicólogo que percebeu que as pessoas não vivem isoladas. A gente se identifica com grupos e isso influencia como pensamos, sentimos e agimos. Por exemplo, quando dizemos: “sou mineira”, “sou estudante”, “sou mulher”, estamos mostrando partes da nossa <strong>identidade social</strong>.</p><p><br/></p><p>A partir disso, a gente tende a valorizar mais os grupos que fazem parte da nossa vida (chamados de <strong>endogrupos</strong>) e, às vezes, ver com certa distância ou até preconceito os grupos de fora (os <strong>exogrupos</strong>). Isso pode gerar rivalidades, estereótipos e até discriminação, mas também pode fortalecer nossa autoestima, porque sentir que pertencemos a algo nos da segurança e sentido.</p><p><br/></p><p>A <strong>identidade social</strong> nos ajuda a entender que não somos só indivíduos, somos parte de algo maior, e ela pode pode mudar com o tempo. A medida que crescemos, vivemos novas experiências e conhecemos pessoas diferentes, nossos grupos de referência também mudam. Isso mostra que nossa identidade é flexível e acompanha nosso desenvolvimento.</p><p><br/></p><p>Também é importante lembrar que cada pessoa carrega várias identidades ao mesmo tempo. Alguém pode ser mulher, negra, estudante e evangélica. Tudo isso influencia como ela se vê e como é vista pela sociedade. Essa mistura de identidades é chamada de <strong>interseccionalidade</strong>, e ajuda a entender melhor as experiências únicas de cada pessoa.</p><p><br/></p><p>Pensar sobre <strong>identidade social</strong> é pensar sobre pertencimento, sobre quem somos no mundo e como nos conectamos com os outros. É reconhecer que ninguém é uma ilha… Somos feitos de encontros, histórias e vínculos que nos moldam todos os dias.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4506537605/e70996919d83955ac7f2e935425fa9d9/copilot_image_1759720367474.jpeg" />
         <pubDate>2025-10-06 03:14:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3619230338</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Representações Sociais - Pedrinho A. Guareschi </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3700918600</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4816353649/0e0d3156d4886e8486002ceaf2426a3d/Representac_o_es_Sociais_.pdf" />
         <pubDate>2025-11-27 10:12:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3700918600</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Os sentidos na construção social: o convite construcionista para a psicologia - Emerson F. Rasera</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3700923784</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4816353649/642b3d321b77d7d4fa4cda690e84a045/Construcionismo_Social.pdf" />
         <pubDate>2025-11-27 10:17:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3700923784</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Preconceito x Discriminação</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703843437</link>
         <description><![CDATA[<p>No campo da Psicologia Social Crítica, o <strong>preconceito</strong> é entendido como uma crença aprendida socialmente, construída historicamente por relações de poder. Não é apenas uma opinião individual: é um modo de ver o outro que se baseia em estereótipos e que serve para manter desigualdades sociais, categorizando pessoas pertencentes a grupos minoritários como "inferiores". Pode-se dizer que o <strong>preconceito</strong> é subjetivo, simbólico e ideológico.</p><p><br/></p><p>Já a <strong>discriminação</strong>, nessa mesma perspectiva, é a expressão prática dessas crenças. Ou seja, são ações, práticas institucionais, decisões e comportamentos que tratam pessoas ou grupos de forma desigual por causa de sua raça, gênero, classe, sexualidade, idade, aparência ou outras categorias socialmente construídas. Pode-se dizer que a <strong>discriminação</strong> é objetiva, material e concreta, e reforça a estrutura social que produz o preconceito.</p><p><br/></p><p>Em resumo:</p><p><strong>Preconceito</strong> = crença individual ou coletiva produzida por ideologias que naturalizam desigualdades.</p><p><strong>Discriminação</strong> = ação que concretiza essas crenças e mantém hierarquias sociais.</p><p><br/></p><p><strong>Fonte: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.scielo.br/j/ref/a/77qSbxLKYLyttqQbSzFjMcb/?format=html&amp;lang=pt">https://www.scielo.br/j/ref/a/77qSbxLKYLyttqQbSzFjMcb</a></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-11-30 18:28:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703843437</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ideologia</title>
         <author>erikagomesduarte81</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703850509</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ideologia</strong> é um sistema de representações, normas e valores socialmente produzidos que orienta o modo como as pessoas pensam, sentem e agem, apresentando-se como neutro e universal. Seu funcionamento depende da ocultação da origem histórica e social das desigualdades, naturalizando relações de poder e tornando-as aparentes como “normais” ou “inevitáveis”.</p><p><br></p><p>Ao organizar o imaginário coletivo, a <strong>ideologia</strong> legitima a ordem social vigente e protege os interesses dos grupos dominantes, ao mesmo tempo em que silencia conflitos, esconde divisões de classe e limita a emergência de vozes críticas.</p><p><br></p><p>Do ponto de vista crítico, a<strong> ideologia</strong> não é apenas um conjunto de ideias distorcidas: ela é um mecanismo simbólico e material de dominação, que molda práticas institucionais de modo a reproduzir exclusões sob a aparência de neutralidade.</p><p><br></p><p>Reconhecer a<strong> ideologia</strong> implica desnaturalizar normas, revelar sofrimentos e desigualdades encobertas e abrir espaço para a emancipação.</p><p><br></p><p><strong>Fonte:</strong> CHAUI, Marilena de Souza. <strong>Ideologia e educação</strong>. Educação e pesquisa, v. 42, n. 1, p. 245-258, 2016.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3461537305/d1da65511d6ed3a912117eda6b731f6b/IDEOLOGIA.pdf" />
         <pubDate>2025-11-30 18:40:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703850509</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Sueli Carneiro</title>
         <author>moniquehmpires</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703858556</link>
         <description><![CDATA[<p>Sueli Carneiro nasceu em 23 de junho de 1950, mas foi registrada um dia após o nascimento, por isso celebra seu aniversário também<strong>&nbsp;</strong>no&nbsp;dia 24 de junho.</p><p><br></p><p>Na adolescência, Sueli se afastava de casa e se isolava para ler. A centralidade da palavra escrita em sua vida talvez tenha sido um incentivo para Sueli sempre recorrer à escrita ao se expressar.</p><p><br></p><p>Mas não pense você que as leituras da ativista sempre foi de&nbsp;Michel Foucault, autoras e autores de direitos humanos e feminismo. Seu primeiro livro foi o romance Capitães da Areia, de Jorge Amado, presente dado pelo amigo Paulo Silas, pessoa de quem sempre menciona com carinho.</p><p><br></p><p>A mais velha de sete irmãos, Sueli Carneiro ama sua família e zela pelo seu bem estar, tanto a família nuclear, quanto a família extensa, que possui várias filhas, filhos e múltiplas amizades espalhadas por todos os lugares. Cuidar de toda essa gente é expressão de sua natureza.</p><p><br></p><p>Em 1972, Sueli foi aprovada no concurso público para auxiliar de escritório na<strong>&nbsp;</strong>Secretaria da Fazenda de São Paulo<strong>,</strong> onde foi designada para trabalhar na microfilmagem, um setor que tinha apenas mulheres negras. Neste momento conhece sua grande companheira de militância, Sonia Maria.</p><p><br></p><p>Em 1972, Sueli&nbsp;presta vestibular e ingressa no curso de filosofia, na Universidade de São Paulo (USP). Vinte e sete nos depois, Sueli volta à universidade, dessa vez na Faculdade de Educação da USP, para defender sua tese de doutorado, intitulada “A construção do outro como não ser como fundamento do ser" (2005), orientada por Roseli Fishmann. </p><p><br></p><p>Em 2022, a tese foi publicada como livro, pela Editora Zahar, sob o título “Dispositivo de racialidade: a construção do outro como não ser como fundamento do ser”. Apesar da trajetória na universidade, Sueli é categórica ao repetir em diferentes momentos: “não devo nada à universidade, quem me formou foi o movimento negro”.</p><p><br></p><p>Sueli&nbsp;casou-se em 1973 com Maurice Jacoel, desse relacionamento&nbsp;nasceu Luanda Carneiro Jacoel, única filha de Sueli.</p><p><br></p><p>Por conta dos processos de embranquecimento da universidade, Sueli sentiu muita necessidade de se conectar com sua ancestralidade e buscar elementos que a permitissem compreender uma matriz de pensamento africana e afro-brasileira. Em interlocução com Maurice, procurou o candomblé, em um primeiro momento como fonte de pesquisa, que rendeu artigos importantes, escritos em parceria com Cristiane Cury.</p><p><br></p><p>Em 1987, Sueli Carneiro foi iniciada no candomblé. Filha de Ogum e ekedi de Iansã. O encontro com a religiosidade de matriz africana a levou a compreender que sua bravura e busca por justiça estavam diretamente ligadas ao orixá que a rege.</p><p><br></p><p>Meses depois da iniciação,&nbsp;Sueli Carneiro muda-se para Brasília com o objetivo de assumir<strong>&nbsp;</strong>a coordenação do Programa Mulher Negra do Conselho Nacional dos Direitos da Mulher (CNDM), órgão sediado no Ministério da Justiça. Um destaque da presença da ativista no conselho foi a realização do Tribunal Winnie Mandela (1988). Esse foi um dos poucos eventos em que Eva Alves, mãe de Sueli, esteve na plateia, acompanhando o trabalho da filha.</p><p><br></p><p>Edna Maria dos Santos Roland, Aparecida Sueli Carneiro, Maria Lúcia da Silva, Aparecida Solimar Carneiro, Deise Benedito, Elza Maria da Silva, Sonia do Nascimento, Ana Maria Silva, Eufrosina Teresa de Oliveira, Lucia Bernades de Souza. Essas foram as mulheres que fundaram&nbsp;<strong>Geledés – Instituto da Mulher Negra</strong>, em 30 de abril de 1988.</p><p><br></p><p>Criaram a&nbsp; organização para denunciar as desvantagens e discriminações sofridas pelas mulheres negras no acesso às oportunidades sociais que ambos os grupos, mulheres e pessoas negras, experimentam em função do sexismo e do racismo existentes no Brasil.</p><p><br></p><p>Historicamente, Geledés&nbsp;se posicionou de maneira crítica no movimento de mulheres e movimentos feministas, que não reconheciam as desigualdades entre negras e brancas e consideravam a mulher negra como protagonista das lutas por equidade.</p><p><br></p><p>Ao longo da trajetória de Sueli em Geledés, foram construídos projetos como SOS Racismo, ação que foi reconhecida pelo governo francês, proporcionando uma homenagem feita pelo Primeiro Ministro da França, Lionel Jospin, pelo&nbsp;Cinquentenário da Declaração Universal dos Direitos Humanos,&nbsp; Projeto Rappers, Geração XXI, Portal Geledés. Atualmente ela coordena o Centro de Documentação e Memória Institucional da organização.</p><p><br></p><p>Além da intensa atividade em Geledés, Sueli Carneiro sempre atuou em diferentes espaços. É fellow da Ashoka empreendedores sociais, ministrou&nbsp; inúmeras palestras em todo o Brasil e no exterior, foi articulista do jornal&nbsp;Correio Braziliense, onde publicou 151 artigos. Integrou o Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), no primeiro governo Lula, como representante da sociedade civil. No início dos anos 2000 atuou como membra do corpo editorial da Revista Estudos Feministas.</p><p><br></p><p>Atualmente, participa dos conselhos de organizações da sociedade civil, como: Conectas Direitos Humanos, Fundo Baobá, PerifaConnection, Fundação Tide&nbsp;Setúbal, Instituto Acaia, Anistia Internacional, Instituto Tomie Ohtake e Comissão Arms.</p><p><br></p><p>A trajetória de Sueli Carneiro é marcada por inúmeras contribuições à promoção de políticas públicas em benefício da população negra.</p><p><br></p><p><strong>Fonte: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://acervo.casasuelicarneiro.org.br/biografia">https://acervo.casasuelicarneiro.org.br/biografia</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1686239286/606a9e94372cbea3ffc0874b934088fd/Sueli_Carneiro.webp" />
         <pubDate>2025-11-30 18:54:45 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703858556</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Ideologia - Pedrinho A. Guareschi</title>
         <author>erikagomesduarte81</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703881419</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3461537305/ee3640371ecde3d1853f1f74f15130aa/Anota__es_do_Texto_Ideologia_de_Pedrinho_A__Guareschi_.pdf" />
         <pubDate>2025-11-30 19:34:21 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703881419</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Identidade - Antonio da Costa Ciampa</title>
         <author>erikagomesduarte81</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703953229</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3461537305/c84d8d9c5d2c9afc99fd2ad1d77834da/WhatsApp_Image_2025_11_30_at_18_56_42__1_.jpeg" />
         <pubDate>2025-11-30 22:00:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703953229</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Erika Gomes Duarte</title>
         <author>erikagomesduarte81</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703955192</link>
         <description><![CDATA[<p>Reconheço-me como uma pessoa em constante evolução, aberta a aprender, aprender com as experiências e com as pessoas. </p><p><br/></p><p>Gosto de refletir sobre o que nos move, sobre o que dá sentido e sabor à minha vida e à vida das pessoas. </p><p><br/></p><p>Considero-me determinada e sensível, embora às vezes também confusa. Caio, levanto e sigo aprendendo com cada vivência.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/3461537305/434b2184a4d416619c3b2ef32da474ce/WhatsApp_Image_2025_10_02_at_19_10_35.jpeg" />
         <pubDate>2025-11-30 22:05:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3703955192</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Participação comunitária</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3704168879</link>
         <description><![CDATA[<p>A <strong>participação comunitária</strong> é um dos pilares da Psicologia Social Comunitária, pois representa o envolvimento ativo dos sujeitos na construção de soluções para os desafios que enfrentam em seus territórios. Mais do que uma ação pontual, trata-se de um processo contínuo de escuta, diálogo e tomada de decisão coletiva, que fortalece vínculos, promove autonomia e transforma realidades. </p><p><br/></p><p>Segundo Ximenes et al. (2017), a <strong>participação comunitária</strong> é entendida como um processo de libertação e construção coletiva, no qual os sujeitos deixam de ser objetos de intervenção e passam a ser protagonistas de sua própria história.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4831535952/256287bb4a84bff507770ead5621546e/IMG_20251130_WA0032.jpg" />
         <pubDate>2025-12-01 01:44:31 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3704168879</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Notas desobedientes: decolonialidade e a contribuição para a crítica feminista à ciência - Vívian Matias dos Santos</title>
         <author>mcga975</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3705637957</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1196409991/449e715dc6eb37897308c52043c44309/Notas_desobedientes__texto_14____Fichamento.pdf" />
         <pubDate>2025-12-01 20:03:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3705637957</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A interseccionalidade na produção científica brasileira - Roseane Silva &amp; Jalileila Menezes</title>
         <author>mcga975</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3705644487</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1196409991/ccb7334fc1bfb8bdea8c38b3f2a2b052/Interseccionalidade_na_produ__o_cient_fica_brasileira__anota__o_.pdf" />
         <pubDate>2025-12-01 20:08:55 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3705644487</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Dante Moreira Leite</title>
         <author>mcga975</author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3705663811</link>
         <description><![CDATA[<p>Dante Moreira Leite nasceu em Promissão (SP) em 22 de outubro de 1927. Cursou a escola primária e o ginásio em Mogi das Cruzes, transferindo-se, posteriormente, para o Colégio Estadual Presidente Roosevelt em São Paulo, onde concluiu o chamado curso <em>clássico</em>, em 1946. Em 1950 formou-se em filosofia pela Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da Universidade de São Paulo (FFCL-USP), dedicando grande parte de sua vida, desde então, ao ensino universitário e à pesquisa acadêmica.</p><p><br></p><p>Foi docente junto à FFCL-USP entre 1951 e 1958 e responsável pelas disciplinas de Psicologia e Psicologia Educacional da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Araraquara entre 1959 e 1971. Retornando à Universidade de São Paulo, em 1971, para o recém-criado Instituto de Psicologia, foi chefe do Departamento de Psicologia Social do Trabalho até 1974, quando assumiu a diretoria do Instituto.</p><p><br></p><p>Escritor e pesquisador profícuo, publicou sete livros, dentre os quais se destacam <em>O caráter nacional brasileiro: história de uma ideologia e Psicologia e literatura.</em> Como articulista, escreveu para jornais e periódicos pelo menos 58 artigos, nos quais abordava temas como educação, tradução e linguagem, literatura e educação, caráter nacional, preconceito racial, a ficção de Guimarães Rosa, biografia e autobiografia, a psicologia ingênua de Fritz Heider, entre outros.</p><p><br></p><p>Livros fundamentais para o estudo básico de psicologia, bem como livros inovadores no campo das ciências humansas, tornaram-se disponíveis em língua portuguesa por meio do trabalho de tradução de Dante Moreira Leite. Atribuía à tradução um sentido didático, valorizando a possibilidade do acesso de alunos de graduação à literatura de qualidade em versões bem cuidadas.</p><p><br></p><p>Militante do rigor intelectual e da prática de uma ciência viva, posicionou-se contrariamente às simplificações e reducionismos de visões enclausuradas pelo <em>psicologismo</em>, aproximando a psicologia de outras áreas do conhecimento tais como a literatura, a antroplogia, a história e a sociologia.</p><p><br></p><p>O modo como se moveu entre a literatura e a psicologia instituiu um campo interdisciplinar que o acompanhou durante todo o seu percurso: no croação desta interlocução, Dante pôde sustentar a tensão entre o projeito da ciência moderna que aspirava à previsão e o controle da conduta humana e os limites postos a este projeto que, de certo modo, a literatura encarnava.</p><p><br></p><p>Buscou em suas ações no âmbito do ensino e da pesquisa em psicologia constituir um saber enraizado na realidade social brasileira e comprometido com a construção de uma comunidade humana capaz de conviver, tolerar e aprender com a diferença.</p><p><br></p><p>No cenário da História da Psicologia no Brasil, Dante Moreira Leite apresenta-se como intelectual importante, tanto pelo conjunto de sua obra inaugural no campo da pesquisa em Psicologia Social, quanto por suas contribuições no estabelecimento de um padrão de ensino em psicologia.</p><p><br></p><p>Faleceu no dia 24 de fevereiro de 1976, aos 48 anos.</p><p><br><strong>Fonte:</strong> <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932002000300012">https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1414-98932002000300012</a><br></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/1196409991/c90fedaeee58c0de5820c0783798b46a/ft_imagem_24418_4197_29032012.jpg" />
         <pubDate>2025-12-01 20:29:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3705663811</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alianças possíveis e impossíveis entre brancos e negros para a equidade racial - Sueli Carneiro, Lia Schucman &amp; Ana Lisboa</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3706083073</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4838652055/786f8b7f2f86fd2c118fbe676deae800/IMG_20251201_WA0074.jpg" />
         <pubDate>2025-12-02 02:44:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3706083073</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Decolonialismo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3706767945</link>
         <description><![CDATA[<p>O termo <strong>decolonialismo</strong>, ou decolonialidade, significa o conjunto de práticas, conceitos, pesquisas e estudos que tentam diminuir, e até reverter, os efeitos da colonização nas sociedades em que este processo histórico ocorreu.</p><p><br></p><p>A partir dos estudos <strong>decoloniais</strong> entende-se que, mesmo após a independência política, as nações continuam sofrendo com as feridas provocadas pelos séculos de colonialismo, a citar o machismo, racismo, uso da violência como método de resolução de conflitos e aplicação do aparato repressivo contra as populações mais pobres e não-brancas.</p><p><br></p><p>Pois, apesar da rica cultura popular autóctone, a colonização mantém a lógica da valorização das culturas dos países centrais do capitalismo, principalmente europeus e norte-americanos e menosprezo e preconceito com a cultura local.</p><p><br></p><p>Portanto, dizer que uma prática ou estudo é <strong>decolonial</strong> significa:</p><p>• Se posicionar, e também atuar, em oposição a essas feridas coloniais;</p><p>• Promover práticas antirracistas e combater o machismo e o racismo em todas as estruturas, da linguagem aos centros de poder;</p><p>• Lutar por políticas públicas que promovam a inclusão de todos os setores da sociedade;</p><p>• Promover políticas públicas que revertam o uso da violência como coerção e resolução de conflitos;</p><p>• Lutar pela valorização da cultura popular, lembrando que essas manifestações são sempre vivas (nessa categoria, estão incluídas tanto a cultura ligada às tradições populares quanto as que surgem nos centros urbanos).</p><p><br></p><p><strong>Fonte:</strong> O que é decolonialismo? | Alexandre Barbosa | ECA-USP | Escola de Comunicações e Artes. Disponível em: <a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://share.google/8Oqg9qxnQD1ytEBp6">https://share.google/8Oqg9qxnQD1ytEBp6</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4841012631/882a07a467701c636b9e0bc23d1a2dd5/imagem_de_capa_artigo_decolonialidade.jpg" />
         <pubDate>2025-12-02 12:08:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3706767945</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Inserção na comunidade e análise de necessidades: reflexões sobre a prática do psicólogo - M. F. Freitas</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3707193693</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4842697732/c0b29e50bbfe4d4781457bfe079b4566/IMG_20251202_WA0015.jpg" />
         <pubDate>2025-12-02 17:08:03 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3707193693</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Construcionismo Social </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3707291197</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>Construcionismo Social</strong> é uma abordagem teórica que redefine profundamente a forma como a Psicologia Social compreende o comportamento humano e a produção do conhecimento. Em vez de conceber fenômenos psicológicos como realidades estáveis, universais e mensuráveis, essa perspectiva entende que tudo aquilo que chamamos de “conhecimento” é resultado de processos históricos, culturais e linguísticos. Isso significa que as explicações psicológicas não revelam verdades essenciais sobre as pessoas, mas refletem maneiras socialmente acordadas de interpretar o mundo em determinados períodos.</p><p><br/></p><p>Kenneth Gergen, figura central do movimento, argumenta que as teorias da Psicologia Social são, antes de tudo, narrativas históricas que mudam conforme mudam os valores, discursos e práticas sociais. Ao afirmar que a própria divulgação das teorias psicológicas transforma o comportamento humano, pois as pessoas passam a agir de acordo ou em oposição ao que aprendem sobre si mesmas, Gergen rompe com a noção de neutralidade científica. Ele propõe que a disciplina abandone a busca por leis gerais e previsões universais, aproximando-se mais da compreensão contextual, histórica e relacional dos fenômenos.</p><p><br><strong>Fonte: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-389X2004000100008">https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-389X2004000100008</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://pepsic.bvsalud.org/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S1413-389X2004000100008" />
         <pubDate>2025-12-02 18:22:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3707291197</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Maria Aparecida da Silva Bento </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3707310332</link>
         <description><![CDATA[<p>Maria Aparecida da Silva Bento nasceu em 1952 na zona norte de São Paulo. Psicóloga, pesquisadora e ativista, doutora pelo Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), tornou-se uma das vozes mais influentes no debate sobre raça, racismo e desigualdades no Brasil contemporâneo. Cofundadora do Centro de Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT), fundado em 1990 ao lado de Ivair Augusto Alves dos Santos e Hédio Silva Júnior, desenvolveu ampla trajetória na investigação das relações raciais no mercado de trabalho, na educação e em instituições públicas e privadas.</p><p><br/></p><p>Sua produção teórica consolidou o estudo da branquitude no Brasil, especialmente a partir de sua dissertação de mestrado na PUC-SP (1992) e de sua tese de doutorado na USP (2002), na qual formulou o conceito de “pactos narcísicos” nas relações raciais, abordando os mecanismos de manutenção do privilégio branco em empresas e no Estado. Participou ativamente da 3ª Conferência Mundial contra o Racismo, em Durban (2001), contribuindo para ampliar o reconhecimento internacional e nacional do enfrentamento ao racismo institucional.</p><p><br/></p><p>À frente do CEERT, coordenou iniciativas pioneiras, como o Prêmio Educar para a Igualdade Racial e de Gênero, voltado à valorização de práticas pedagógicas antirracistas. Sua atuação intelectual inclui pesquisas, artigos e livros amplamente referenciados, entre eles <em>Psicologia social do racismo</em> (2002), <em>Cidadania em preto e branco</em> (2002) e <em>Identidade, branquitude e negritude</em> (2014), obras fundamentais para os estudos críticos sobre raça e psicologia social no país.</p><p><br/></p><p>Bento também integra conselhos de instituições e organizações dedicadas aos direitos humanos, diversidade e justiça social, incluindo o Instituto Ethos, a ONU Mulheres, o Conselho Federal de Psicologia e o Conselho Nacional de Segurança Alimentar e Nutricional (CONSEA). Sua trajetória articula produção acadêmica, intervenção social e militância, constituindo referência indispensável para o entendimento das desigualdades raciais no Brasil.</p><p><br/></p><p><strong>Fonte: </strong><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.ancestralidades.org.br/biografias-e-trajetorias/cida-bento">https://www.ancestralidades.org.br/biografias-e-trajetorias/cida-bento</a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4842997787/63a1e35a0c692cf5037fc29a4643a206/Maria_Aparecida.jpg" />
         <pubDate>2025-12-02 18:37:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/moniquehmpires/kttgv2isgrvazdb7/wish/3707310332</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
