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      <title>Escravidão ainda existe? by Ariana de Armas</title>
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      <description>Edimar Araujo Silva - Sandra Angélica Gonçalves - José Wagner de Melo Costa Sousa.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-04 18:26:34 UTC</pubDate>
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         <title>1. Trabalho Escravo as Escondidas</title>
         <author>dearmasariana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Neste primeiro capítulo somos apresentados ao tema: Trabalhos análogos a escravidão, também conhecido como escravidão moderna.<br>Pode ser surpressa para muitos que um ato tão repulsivo ainda aconteça em nossa sociedade, mas tristemente cenas como as retratadas no livro ainda são comuns em países como o Brasil.<br>Podemos dividir as formas análogas de escravidão nestes 8 grupos:<br>-Semiescravidão<br>-Escravidão<br>-Trabalho Degradante<br>-Trabalho Escravo<br>-Trabalho Penoso<br>-Trabalho Forçado<br>-Superexploração<br>-Trabalho Humilhante.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 18:34:54 UTC</pubDate>
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         <title>2. Homo faber, o homem que faz</title>
         <author>dearmasariana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ao andar pelas ruas podemos observar trabalhadores informais, aqueles sem registro na carteira profissional, algumas vezes sem autorização da prefeitura para exercer essa atividade.<br>Também nos deparamos com frequência com vendedores de semáfaros, podendo ser crianças e adultos, oferecendo balas, água, carregadores de celular, limpando para-brisas, entre outros.<br>Mas, onde eles conseguem esses produtos? Dos trabalhadores rurais, com suor no rosto e com as mãos cheias de calos segurando uma enxada ou outro tipo de ferramenta, trabalhando desde antes do nascer do sol.<br>Desde a descoberta do fogo os humanos tem lutado pela sua liberdade e, seria mentira dizer que nada foi resolvido até o momento, mas a quantidade de trabalho que falta pela frente é triste.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 18:45:29 UTC</pubDate>
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         <title>3. Trabalhar é precioso</title>
         <author>dearmasariana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Trabalho é toda forma de atividade que realizamos para "fabricar" algo.<br>Podemos observar diariamente os benefícios do trabalho, podemos adquirir valores morais, por exemplo.<br>Quando nos tornamos adultos, trabalho toma um novo significado, já que precisamos dele para receber um salário e sobreviver, sendo remunerados pela nossa colaboração para a instituição.<br>Porém, na condição de escravo é impossível ao menos pensar em salário, já que <strong><em>seu "dono" é proprietário da sua vida e do trabalho que produz.<br></em></strong>Antigamente, ter um escravo era tão comum quanto ser propetário de uma carroça. Já no Brasil colônia a situação era pior do que na maioria dos países, 60% do Tráfico Negreiro tinha o Brasil como destino.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 19:00:13 UTC</pubDate>
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         <title>4. Brasil República: muito por fazer</title>
         <author>dearmasariana</author>
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         <description><![CDATA[<div>"Mas, por lei, a escrevidão acabou em 1888 no Brasil, certo?"<br>Sim, desde que foi assinada a Lei Áurea, toda e qualquer forma de escravidão é proibída, e quem for denunciado e visto tendo trabalhadores em regimes análogos a escravidão é sujeito a prisão mas, isso só é descoberto com fiscalização, algo complicado de se fazer em um país tão grande que gasta tão pouco no combate a escravidão.<br>Na época da república, imigrantes endividados não podiam nem abandonar a propriedáde dos fazendeiros, porém começaram a se revoltar e fugir para grandes centros urbanos, como São Paulo.<br>"Porque ainda existe trabalho escravo no Brasil?"<br>Posso responder essa pergunta com a afirmação do&nbsp; vice-presidente da Associação Nacional dos Procuradores do Trabalho (ANPT), Helder Amorim, <strong><br></strong>“O trabalho escravo ainda persiste porque nossa sociedade é profundamente desigual, relegando à miséria grande parcela de sua população”.<br>Podemos até criar um ciclo, com os casos que conseguem ser salvos do regime escravo.<br>Primeiro, vemos alguém em um estado de vulnerabilidade socioeconômica, falsas promessas são feitas que levam ao endividamento. Desse momento em diante  a vítima sofre de condições degradantes de trabalho até sua fuga, onde uma denúncia é feita e consegue sua liberdade. Trristimente, nem todos os casos sãos descobertos e liberados.<strong><br></strong><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 19:27:46 UTC</pubDate>
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         <title>5. Opressão Urbana e Rural</title>
         <author>dearmasariana</author>
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         <description><![CDATA[<div>O trabalho análogo a escravidão foi criádo para o aumento da produtividade no campo e empressas relacionadas ao agronegócio ou a extração de minerais. Os empregadores, cegados pela ambição, vêm nessa prática uma forma de gastar menos e ganhar mais.<br>Os trabalhadores se submetem a condições subumanas nos&nbsp; locais de trabalho, com falta de equipamentos de segurança que <strong>devem</strong> ser fornecidos pelos empregadores, o que gera um número maior de acidentes que o empregador não irá cobrir, ficando assim sem receber os cuidados adequados.<br>Os mais vulneráveis ao trabalho análogo a escravidão são os migrantes e imigrantes, que se encontram como diferentes em um lugar desconhecido onde não possuem nada. Com a crise econômica atual, os processos migratórios tem aumentado em busca de emprego. Assim, ficamos conscientes de que a migração é um dos principais fatores que fornecem a submissão do trabalhador.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 19:29:12 UTC</pubDate>
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         <title>6. Quebrando o ciclo</title>
         <author>dearmasariana</author>
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         <description><![CDATA[<div>Com o tempo, começamos a tomar mais consciência das nossas ações, criando mais leis e tomando mais medidas com a finalidade de proteger minorias, o mesmo deve ser feito em relação a escravidão.<br>Somente quando aumentarmos a fiscalização e se destinamos mais fundos para a causa, poderemos resolver esse problema.<br>Devemos oferecer aos resgatados novas oportunidades de emprego, para que eles não se sintam na necessidade de voltar para o antigo regime.<br>Garantindo que a população não sinta a necessidade de trabalhar nesses ambientes também estamos diminuindo a pobreza do país.</div><blockquote>"A pobreza força o homem livre a agir como escravo."&nbsp;<br>-Hannah Arendt</blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2021-11-04 22:54:39 UTC</pubDate>
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