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      <title>Psico Humanos by </title>
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      <description>Feito com humanidade</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2019-09-08 01:40:39 UTC</pubDate>
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         <title>        Psico Humanos</title>
         <author>kelly_lacerda</author>
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         <description><![CDATA[<div>                O que pode:<br><br>* Compartilhar decisões para entrar em um consenso;<br>* Solicitar ajuda ao grupo para sanar dúvidas;<br>* Dedicação, comprometimento para realizar as atividades e os trabalhos propostos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-09 18:00:12 UTC</pubDate>
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         <title>           Psico Humanos:</title>
         <author>kelly_lacerda</author>
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         <description><![CDATA[<div>               O que não pode:<br><br>* Enviar mensagens impertinentes;<br>* Brigas / discussões que prejudicam o grupo;<br>* Tomar decisões sozinhos.</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-09 18:04:53 UTC</pubDate>
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         <title>              Integrantes:</title>
         <author>kelly_lacerda</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amanda Batista de Souza<br>Cláudia Beatriz Mota Moreira<br>Danielle Neri Sousa<br>Kelly Cristina Alcântara Lacerda<br>Izabella Caetano<br>Patrícia Moraes Ribeiro<br>Juliane Gabriela<br>Laura Luiza P. Borges</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-09 20:18:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Legal</title>
         <author>aldioney</author>
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         <description><![CDATA[<div>Como os temas já estão definidos, o grupo pode começar a inserir elementos temáticos para criar uma identidade própria. Vamos alegrar essa página e contribuir para melhor compreensão da temática a ser pesquisada. OK?<br><br></div><div>Professor Aldiôney <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-13 12:22:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Relação da música Mucama com a violência contra a mulher:</title>
         <author>kelly_lacerda</author>
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         <description><![CDATA[<div>      Podemos fazer uma reflexão sobre  reconhecer a História das Mulheres Negras no Brasil como sujeito histórico e sua forma de enfrentar a discriminação e a violência,  colocar em foco a imagem dessa mulher, que contribuiu de forma incessante na construção do país, como sujeito histórico participativo, que apesar de todas as dificuldades que encontraram e encontram, não desistiram de lutar pelo seu reconhecimento e contra a discriminação e violência que sofreram desde a escravidão até os dias de hoje, e atualmente lutam por igualdade e melhores condições de vida, organizando-se em movimentos sociais e enfrentando o preconceito de raça, gênero e classe.   <br> <br>Kelly Lacerda</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-17 12:11:02 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/388828091</link>
         <description><![CDATA[<div>O Mapa da Violência mostra que enquanto o homicídio de mulheres negras experimentou um crescimento de 54,2% entre 2003 e 2013, no mesmo período, o homicídio de mulheres brancas caiu 9,8%. Não bastasse a violência contra si, a mulher negra também experimenta com maior intensidade a violência contra seus filhos, irmãos e companheiros. De acordo com o Mapa da Violência de 2012, dos cerca de 30 mil jovens entre 15 e 29 anos assassinados por ano no Brasil, 93% são homens e 77% são negros.<br><strong>Patricia </strong></div>]]></description>
         <pubDate>2019-09-24 13:41:44 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/388828922</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Precisamos lutar, antes de tudo, para que toda a sociedade reconheça o problema que é o racismo.</strong> Somente assim conseguiremos enfrentá-lo com recursos e longo prazo, com políticas de Estado e compromisso de todos. Para criar e gerir as políticas de modo eficiente, é importante conhecer o racismo em detalhes, saber onde ele está, como atua e seus efeitos sobre as pessoas – lembrando que estas políticas precisam ajudar a superar outras desigualdades também.<br><strong>Patrícia </strong></div>]]></description>
         <pubDate>2019-09-24 13:42:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Mulheres negras - machismo e racismo </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/389043216</link>
         <description><![CDATA[<div><br>https://youtu.be/EoUSeDAFlCU<br><br>Izabella</div>]]></description>
         <pubDate>2019-09-24 18:12:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Nem o racismo breca: o sucesso de mulheres negras empreendedoras</title>
         <author>daniellensousa20</author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/389096226</link>
         <description><![CDATA[<div>Mulheres negras têm 50% a mais de chances de serem afetadas pelo desemprego. O dado é do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e revela um cenário tomado pela discriminação racial no Brasil. Mas, se o racismo fecha portas e o mercado de trabalho consente, as mulheres negras têm construído novas formas de empreender e de empregar.<br>Esta notícia foi encontrada no site, onde contém exemplos de mulheres que foram injustiçados mas conseguiram dar a volta por cima:  <br><a href="https://www.google.com/amp/s/noticias.r7.com/economia/nem-o-racismo-breca-o-sucesso-de-mulheres-negras-empreendedoras-26082019%3famp">https://www.google.com/amp/s/noticias.r7.com/economia/nem-o-racismo-breca-o-sucesso-de-mulheres-negras-empreendedoras-26082019%3famp</a><br><br>Danielle</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-24 19:34:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>A tolerância tem como base o suportar, o exercer da paciência, a paz e o respeito, não é algo que seja considerado um dom e sim algo que aprendemos no decorrer da nossa vida. É um exercício de autoconhecimento. Já a intolerância é algo oposto, é o não suportar, nela fica evidente a falta de amor e empatia. Cabe esclarecer que os termos tolerância e intolerância carregam dois significados cada uma, um positivo e outro negativo. No sentido positivo a tolerância se opõe a intolerância negativa, aquela intolerância religiosa, política, racial e de gêneros. No sentido negativo ela traz consigo a indiferença diante do outro, não se preocupar com o que pode causar danos ao indivíduo ou a sociedade. Já a Intolerância positiva é o rigor, a força no combate às desigualdades, no sentido negativo ela é o tampar dos olhos diante dos valores, o que é errado, é a falta de princípios. A intolerância de gêneros é algo frequente e que desestrutura famílias inteiras, enquanto leis e políticas públicas mais eficazes não forem urgentemente votadas isso é algo que continuará ocorrendo. A violência constante contra a mulher é uma maneira de intolerância recorrente em nossa sociedade, apesar de a maioria das pessoas concordarem que os agressores devem ser punidos pelo que fizeram, boa parte delas ainda culpabiliza a vítima por ter sido violada.</title>
         <author>amandab_souza</author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/389210939</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Amanda</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-25 02:23:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Patricia</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>https://youtu.be/K5N4mD-nHDw</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-25 02:38:00 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>julianegabriela</author>
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         <description><![CDATA[<div>Juliane</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-09-26 19:17:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Apoio as mulheres que sofrem abuso: físico, psicológico, moral, sexual ou patrimonial </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Quando uma criança chora, procuramos saber o motivo do choro. Quando descobrimos que não foi nada demais, esperamos que a criança se acalme e passa a entender que não deve chorar por tudo.</div><div>E assim deve ser feito com os que comentem violência contra a mulher. Quando agirem de forma errada e você sentir que aquilo não foi correto e te machucou, você precisa impor e mostrar que não aceita ser tratada de tal maneira.<br>A oportunidade que o abusador tiver, com ou sem vítimas em seu poder, ele voltará. Procure medidas protetivas, peça abrigo aos familiares e amigos. O importante é se manter distante. <br>Abandone essa relação, porque a tendência é que o abuso seja mais frequente e que a agressão se intensifique a cada perdão! Só você ensinará como quer e deve ser tratada. Não aceite xingamentos e outras diversas faltas de respeito. Deixe que a ferida se cicatrize. <br>O amor da sua vida é você. <br><br>Laura Luiza P. Borges</div>]]></description>
         <pubDate>2019-09-26 23:11:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Conscientização sobre violência contra mulheres</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/390328878</link>
         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/11/26/interna_cidadesdf,721684/amp.html">https://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/cidades/2018/11/26/interna_cidadesdf,721684/amp.html</a><br><br>Laura Luiza P. Borges</div>]]></description>
         <pubDate>2019-09-26 23:25:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-26 23:26:24 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-09-26 23:36:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Caso Mariana </title>
         <author>kelly_lacerda</author>
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         <description><![CDATA[<div>Até quando vamos ser vítimas de tanta violência? <br><br><br>Kelly Lacerda</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-01 18:45:25 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Material de Apoio </title>
         <author>aldioney</author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/393729259</link>
         <description><![CDATA[<div>Segue material de apoio, utilizem a legislação e estudos de instituições públicas para embasar melhor cada uma das postagens e ampliar o alcance do trabalho. <br>Outra coisa, não se esqueçam de assinar os Post. OK?<br><br></div><div>O trabalho de você está ficando muito bacana. Parabéns!<br><br></div><div><strong><mark>Professor Aldiôney (04/10/19</mark></strong>) </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-04 18:14:33 UTC</pubDate>
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         <title>Violência contra mulher </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/399137194</link>
         <description><![CDATA[<div>A violência contra a mulher pode enquadrar-se em várias categorias amplas, que incluem a violência realizada tanto por "indivíduos", como pelos "Estados". Algumas das formas de violência perpetradas por indivíduos são: <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Estupro">Estupros</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Viol%C3%AAncia_dom%C3%A9stica">violência doméstica</a> ou familiar, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ass%C3%A9dio_sexual">assédio sexual</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Coer%C3%A7%C3%A3o_reprodutiva">coerção reprodutiva</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Infantic%C3%ADdio_feminino">infanticídio feminino</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aborto_seletivo">aborto seletivo</a> e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Viol%C3%AAncia_obst%C3%A9trica">violência obstétrica</a>, bem como costumes ou práticas tradicionais nocivas, como <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Crime_de_honra">crime de honra</a>, feminicídio relacionado ao <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Dote">dote</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Mutila%C3%A7%C3%A3o_genital_feminina">mutilação genital feminina</a>, casamento por rapto, casamento forçado e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ass%C3%A9dio_moral">violência no trabalho</a>, que se manifestam através de agressões físicas, psicológicas e sociais.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Viol%C3%AAncia_contra_a_mulher#cite_note-:0-5"><sup>[5]</sup></a> Algumas formas de violência são perpetradas ou toleradas pelo estado, como <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Estupros_de_guerra">estupros de guerra</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Viol%C3%AAncia_sexual">violência sexual</a> e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Escravid%C3%A3o_sexual">escravidão sexual</a> durante conflitos, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/w/index.php?title=Esteriliza%C3%A7%C3%A3o_for%C3%A7ada&amp;action=edit&amp;redlink=1">esterilização forçada</a>, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Aborto_for%C3%A7ado">aborto forçado</a>, violência pela polícia e por autoridades, <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Apedrejamento">apedrejamento</a> e <a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Flagela%C3%A7%C3%A3o">flagelação</a>. Muitas formas de violência contra a mulher, como o tráfico de mulheres e a prostituição forçada, muitas vezes são perpetradas por organizações criminosas.<a href="https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Viol%C3%AAncia_contra_a_mulher#cite_note-Pr%C3%BCgl,_E._2013-6"><sup>[6]</sup></a><sup><br><br></sup><strong><em><sup>(PATRICIA)</sup></em></strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-10-17 16:37:59 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Apresentação Trabalho Violência contra a Mulher</title>
         <author>kelly_lacerda</author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/399464333</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-10-18 11:08:20 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>História em Imagens</title>
         <author>amandab_souza</author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/405655790</link>
         <description><![CDATA[<div>Enquanto o pai brinca com o filho dentro d'água, a mãe, vestida dos pés à cabeça, aguarda nas areias da praia.<br>⠀<br>Foto: Twitter (2018)<br>⠀<br>De pé e totalmente vestida<br>A mulher contempla o mar<br>Há um desejo em sua vida<br>Entrar nas águas e banhar<br>⠀<br>O corpo todo e o coração<br>E com o filho poder estar<br>Ali, de pé, triste desilusão<br>Sua liberdade jamais terá.<br>⠀<br>(© A Foto e o Fato)<br><br></div><div>https://www.instagram.com/p/B2aMb72gNS7/?utm_source=ig_web_copy_link<br><br>(Amanda)</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-01 22:35:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandab_souza</author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/405656882</link>
         <description><![CDATA[<div>A violência baseada no gênero é um problema presente no mundo todo. E essa violência tem origem cultural, e é resultado de uma sociedade patriarcal e machista, onde o homem e a mulher ocupam lugares de poder diferenciados.</div><div>A maior parte da<strong> violência contra as mulheres acontece dentro de casa, </strong> por companheiros ou ex-companheiros.<br>Muitas mulheres sofrem caladas por muitos anos, ainda existe uma dependência muito grande em relação ao marido,além do medo e do receio de denunciar e algo pior acontecer.<br><br>(Amanda)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-01 22:43:47 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>The Slits – “Typical Girls” (1979)</title>
         <author>amandab_souza</author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/405658672</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>Não crie<br>Não se rebele<br>Tenha intuição<br>Não dirija bem<br><br>Garotas típicas, tentem ser<br>Garotas típicas, muito bem<br></em></strong><br><strong><em>Não conseguem decidir quais roupas vestir<br>Garotas típicas são sensíveis<br>Garotas típicas são emotivas<br>Garotas típicas são cruéis e bruxas<br>Ela é uma femme fatale<br>Garotas típicas ficam com seus homens<br>Garotas típicas são realmente inchadas<br>Garotas típicas aprendem como agir chocadas<br>Garotas típicas não se rebelam<br></em></strong><br></div><div><strong><em>Quem inventou a garota típica?<br>Quem está trazendo o novo e melhorado modelo?<br>E aí está outra jogada de marketing<br>A garota típica pega o garoto típico<br><br>(Amanda)<br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-01 22:58:44 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paródia - Amor Louco</title>
         <author>amandab_souza</author>
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         <description><![CDATA[<div>Amor louco, acabou<br>Me destruiu e agora é só dor<br>Eu te amei, me entreguei<br>Meu copro todo você machucou<br>Tapa para todo lado<br>Só me odiando<br>Menti até que cai<br>O que eu sinto é pavor<br>E olhe bem pra você<br>Que só quer me bater<br>Porque sai de casa sem você<br>Tá chapado <br>Quer me trancar dentro do quarto<br>E agora ouça você<br>Eu vou me defender<br>Vou ali denunciar você<br>Tá acabado<br>Você não passa de um fracassado<br>Ficou louco, e surtou<br>Jogou fora todos meus shorts curtos<br>Só me arrumei, me perfumei<br>E um amante diz que eu encontrei<br>Me humilhou, xingou<br>E denegriu minha imagem<br>Falou que ia me matar<br>Se com ele eu não transar<br>E que nojo de você<br>Que quer me pertencer<br>Me pegar a força e se satisfazer<br>Vou tentar desse trauma me esquecer<br><br>E essas marcas em meu corpo Jamais se apagarão<br>E da minha mente nunca sairão<br>Você foi minha maior decepção<br><br>E essas marcas em meu corpo Jamais se apagarão<br>E da minha mente nunca sairão<br>Você foi minha pior desilusão.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-02 13:40:15 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Desabafo de uma mulher em sua página do Facebook.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/406179018</link>
         <description><![CDATA[<div>"Quantas vezes mudei minha abordagem antes de perceber que a única maneira de evitar o abuso era não tocar no assunto? Mas ele nunca me bateu.<br>[...]<br>Quando foi que simplesmente parei de contar para as pessoas para evitar a vergonha da loucura que eu estava vivendo – a vergonha de ser uma mulher independente e forte que não conseguia se livrar de uma situação tóxica? Quando foi que parei de ter expectativas? Mas ele nunca me bateu.<br>[...]<br>Minha função era protegê-lo da verdade do que ele fazia comigo. Não poderia deixar que achassem que ele era um monstro. Não contaria para ninguém. Estava totalmente sozinha. Mas ele nunca me bateu.<br>[...]<br>Só enxergava o reflexo nos olhos dele e comecei a acreditar no que ele me dizia sobre mim. Comecei a acreditar nas explicações irracionais dele, apesar do meu coração e dos meus olhos. Deixei que ele definisse a realidade. Me isolei.<br>[...]<br>Tenho de lembrar que atos de violência NUNCA podem ser atos de amor.<br>[...]<br>Pela primeira vez, enxergo meu próprio reflexo em outras mulheres que saíram da profundeza do abuso. Saber que outras mulheres passaram pelo mesmo permitiu que a vergonha se dissipasse." <br><br>#estamosjuntas #nenhumaamenos #chegadeabuso<br><br>Laura </div>]]></description>
         <pubDate>2019-11-04 12:26:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Níveis de violência </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/406180479</link>
         <description><![CDATA[<div> obs: nenhuma deve ser aceitada.<br>- Laura </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-04 12:30:49 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>A realidade de quem vive em um relacionamento abusivo.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>- Laura</div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-04 12:41:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Violência contra a mulher no Brasil </title>
         <author>daniellensousa20</author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/409040346</link>
         <description><![CDATA[<div>Danielle </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-09 18:31:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>claudiabiamm</author>
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         <description><![CDATA[<div>A violência é a resposta de quem não tem razão!      Danilo Gentili <br><br>                                                       Cláudia Moreira   </div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-09 19:56:08 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandab_souza</author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/415693020</link>
         <description><![CDATA[<h1>A evolução da sociedade patriarcal e sua influência sobre a identidade feminina e a violência de gênero.</h1><div><br><a href="https://jus.com.br/artigos/48718/a-evolucao-da-sociedade-patriarcal-e-sua-influencia-sobre-a-identidade-feminina-e-a-violencia-de-genero">https://jus.com.br/artigos/48718/a-evolucao-da-sociedade-patriarcal-e-sua-influencia-sobre-a-identidade-feminina-e-a-violencia-de-genero</a><br><br>(Amanda)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2019-11-23 18:32:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>amandab_souza</author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/422444784</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2019-12-10 21:02:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Paródia - Amor Louco</title>
         <author>kelly_lacerda</author>
         <link>https://padlet.com/kelly_lacerda/ktdoheh2xaw8/wish/636551699</link>
         <description><![CDATA[<div>Amor louco, acabou<br>Me destruiu e agora é só dor<br>Eu te amei, me entreguei<br>Meu copro todo você machucou<br>Tapa para todo lado<br>Só me odiando<br>Menti até que cai<br>O que eu sinto é pavor<br>E olhe bem pra você<br>Que só quer me bater<br>Porque sai de casa sem você<br>Tá chapado <br>Quer me trancar dentro do quarto<br>E agora ouça você<br>Eu vou me defender<br>Vou ali denunciar você<br>Tá acabado<br>Você não passa de um fracassado<br>Ficou louco, e surtou<br>Jogou fora todos meus shorts curtos<br>Só me arrumei, me perfumei<br>E um amante diz que eu encontrei<br>Me humilhou, xingou<br>E denegriu minha imagem<br>Falou que ia me matar<br>Se com ele eu não transar<br>E que nojo de você<br>Que quer me pertencer<br>Me pegar a força e se satisfazer<br>Vou tentar desse trauma me esquecer<br><br>E essas marcas em meu corpo Jamais se apagarão<br>E da minha mente nunca sairão<br>Você foi minha maior decepção<br><br>E essas marcas em meu corpo Jamais se apagarão<br>E da minha mente nunca sairão<br>Você foi minha pior desilusão.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2020-06-22 19:30:46 UTC</pubDate>
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