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      <title>Meu diário by Claudia Castro</title>
      <link>https://padlet.com/claudiacastro_0/kslun3x0qs0a</link>
      <description>Feito com um piscada de olho e um sorriso</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-02-04 20:38:46 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 1 – contextualização de Eugénio de Andrade</title>
         <author>claudiacastro_0</author>
         <link>https://padlet.com/claudiacastro_0/kslun3x0qs0a/wish/232184062</link>
         <description><![CDATA[<div>Biografia:<br><br></div><div>·         Pseudónimo de José Fontinhas Neto;</div><div>·         Nasceu no dia 19 de janeiro de 1923,em Póvoa de Atalaia, no seio de uma família de camponeses;</div><div>·         Passou toda a sua infância com a mãe, na aldeia natal. Pensou em entrar num curso de Filosofia, mas logo abandonou essa ideia para se dedicar à escrita, atividade que mostrou profundo interesse desde cedo.</div><div>·         Foi poeta, escritor, tradutor, …</div><div>·         Foi recompensado com vários prémios;</div><div>·         Eugénio de Andrade faleceu em Porto, Portugal, no dia 13 de junho de 2005.<br><br></div><div>Movimento literário:<br><br></div><div>·         Neorrealismo e surrealismo.<br><br></div><div>Temáticas:<br><br></div><div>·         A Natureza na qual é evidenciada a presença dos quatro elementos (terra, ar, água e vento);</div><div>·         A figuração do homem, como um individual, integrado num coletivo, onde o poeta usa um paralelismo entre as idades do Homem e as estações do ano, evidenciando a inseparação dos dois ciclos (tempo e Homem);</div><div>·         Ligação do corpo à escrita, explicitando assim temas relacionados com o erotismo e a Natureza;</div><div>·         Figuração do tempo.<br><br></div><div>Linguagem, estilo e estrutura:<br><br></div><div>·         Transparência;</div><div>·         Uso abundante da palavra “palavra” em diversos poemas;</div><div>·         Tempo passado/presente;</div><div>·         Poemas curtos e, aparentemente, simples;</div><div>·         Presença de termos dicotómicos, que apresentam vários sentidos conjugados.</div><div> <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 22:43:47 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 2 – Resolução do questionário da página 210 sobre o poema “livro de horas”</title>
         <author>claudiacastro_0</author>
         <link>https://padlet.com/claudiacastro_0/kslun3x0qs0a/wish/232184967</link>
         <description><![CDATA[<div>1.       Inicialmente o sujeito poético tem como intenção confessar se, sendo que neste ato ele revela o que vai na sua consciência em relação a si próprio, considerando se assim um pecador e um misto de bondade e maldade.</div><div>2.           </div><div>3.          </div><div>4.       Neste poema, a condição humana está acentuada na confissão do sujeito poético que é caracterizada pela franqueza e pela frontalidade deste. Relativamente à Terra e às serranias transmontanas podemos relaciona las com estas características presentes no sujeito poético durante a confissão sendo que são algo de estereotípico do povo transmontano.</div><div> </div><div>5.       A estrofe final funciona como uma síntese do poema na qual é provado o caminho circular do desenvolvimento do assunto, ou seja o poeta retorna ao princípio ao afirmar “me confesso de ser eu tal e qual como vim” tendo em conta a confissão inicial.</div><div>6.         </div><div>a.       Personificação</div><div>b.      Metáfora</div><div>c.       Antítese</div><div>d.      Antítese/Metáfora<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 22:48:15 UTC</pubDate>
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         <title>Tarerfa 3- resolução do questionário da página 211 sobre o poema “Arte poética”</title>
         <author>claudiacastro_0</author>
         <link>https://padlet.com/claudiacastro_0/kslun3x0qs0a/wish/232185256</link>
         <description><![CDATA[<div>a.       Verso 1      “Fecho os olhos e avanço”;</div><div>b.      Versos 2-4       “E começa o poema./ Rodeiam-me os fantasmas/Fugidos.”;</div><div>c.       Versos 6-7       “A regra é caminhar/ E chegar sem saber.”;</div><div>d.      Versos 19-20        “E ganho quando sinto a salvação / No próprio gosto de me ir iludindo.”.</div><div>2.       Quando no verso 10 o poeta fala no acontecimento de um “milagre” este refere-se a ganhar inspiração de forma espontânea e natural, no entanto incerta, para escrever o seu poema ou obra.</div><div>3.       De acordo com o sujeito poético, a criação poética é um caminho incerto, confuso e por vezes muito demorado e misterioso, no entanto é gratificante. O poeta carateriza todo este processo como9 algo que é constante, ou seja é um processo cíclico.</div><div>4.       Cada estrofe do poema é caraterizada como décima pois cada estrofe tem 10 versos, quanto á rima, este poema apresenta rima irregular e a sua métrica é hexassilábica.</div><div>5.       As formas verbais destacadas encontram-se no gerúndio, de formas a realçar a mensagem que o poeta pretende transmitir que consiste no fato de o ato de criação poética ser um processo indefinidamente contínuo e constante, ou seja é um ciclo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 22:49:52 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 4- Resolução do questionário da página 212 sobre o poema “Sísifo”</title>
         <author>claudiacastro_0</author>
         <link>https://padlet.com/claudiacastro_0/kslun3x0qs0a/wish/232185510</link>
         <description><![CDATA[<div>1.         </div><div>a)      “És homem”</div><div>b)        “Enquanto não alcances/Não descanses”</div><div>c)         “Sempre a sonhar”</div><div>2.       No verso 1 são utilizadas as reticências de modo a transmitir uma ideia de uma ação inacabada.</div><div>3.          Os vocábulos “vendo” e ”acordado” remetem para a lucidez do homem, sendo assim possível relaciona-los com a condição humana, neste caso baseada no esforço, dedicação e ambição, necessitando assim da lucidez para o alcanço aos objetivos.  </div><div>4.       O mito de Sísifo diz-nos que é um homem q foi condenado, para toda a eternidade, a empurrar, com as suas mãos, uma grande pedra até ao cimo de uma montanha. Uma vez no topo, a pedra voltava a ro9lar para baixo e este teria q repetir todo o processo. Este mito assemelha-se á criação poética, na medida em que ambos são cíclicos, e também requerem ambição, persistência, esforço e uma permanente luta de forma a alcançarem os seus objetivos.</div><div>5.         </div><div>5.1.  Sendo que um hino é uma composição musical dedicada para o louvor de uma personalidade, podemos assim comparar o mito de Sísifo a um hino para a condição humana deste poema porque serve de inspiração para as pessoas que se encontram nesta condição de esforço e persistência. </div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-15 22:51:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 7 - Texto expositivo sobre &quot;Sermão de Santo António aos Peixes&quot;</title>
         <author>claudiacastro_0</author>
         <link>https://padlet.com/claudiacastro_0/kslun3x0qs0a/wish/235979929</link>
         <description><![CDATA[<div>O “Sermão de Santo António aos peixes” é uma obra que parte do conceito predicável “Vós sois o sal da terra”, no qual padre António Vieira faz referência às características conservadoras do sal dizendo que, tal como este o dever dos pregadores seria conservar a terra de toda corrupção.<br><br></div><div>            Neste sermão, e partindo de uma alegoria, padre António Vieira fala aos “peixes”, como Santo António havia feito, uma vez que os homens parecem não querer ouvir. Assim, este decide mudar de púlpito e de auditório, de modo a captar a atenção dos homens que o ouvem, passando a dirigir-se para os peixes, fazendo assim um paralelo entre os vícios dos peixes e os vícios dos homens, por exemplo, a ambição e a vaidade (voador), parasitismo e a bajulação (pegador), a presunção e a gabarolice (roncador) e por ultimo, a traição e a maldade (polvo). Recorrendo ao ataque violento e usando, portanto, um tom agressivo, o pregador faz uma crítica ética e social.<br><br></div><div>Em suma, através da persuasão das suas palavras e de uma alegoria, padre António vieira consegue levar a cabo uma crítica de vasto âmbito social.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-27 16:32:52 UTC</pubDate>
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         <title>Tarefa 8 - Texto expositivo sobre &quot;Frei Luís de Sousa&quot;</title>
         <author>claudiacastro_0</author>
         <link>https://padlet.com/claudiacastro_0/kslun3x0qs0a/wish/236018569</link>
         <description><![CDATA[<div>“Frei Luís de Sousa” é uma obra de Almeida Garrett, que se desenrola à volta do mito sebastianista, apresentando um fim trágico.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; É possível afirmar que esta obra tem vestígios de sebastianismo, no entanto também tem uma mensagem anti sebastianista. Ou seja, se, por um lado, Maria e Telmo vivem constantemente agarrados á ideia de que D. Sebastião não morrera e que haveria de voltar, por outro lado, o regresso do Romeiro, D. João de Portugal que desapareceu em Alcácer Quibir, destrói o presente da família. Maria, menina de 13 anos com tuberculose, que tanto anseia o regresso do seu rei, acaba por ser vítima de todo esse passado e sofrimento, uma vez que esta apenas estaria legitima caso D. João estivesse realmente morto.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; É possível também perceber que com o regresso de D. João a demonstração e defesa do nacionalismo realizados por parte de D. Manuel apresentam um carácter fatal para a família.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Em suma, podemos concluir que toda a ação se desenvolve em torno deste mito.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-02-27 17:24:30 UTC</pubDate>
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         <title>correção tarefa 7 e 8</title>
         <author>fernandamtmartins</author>
         <link>https://padlet.com/claudiacastro_0/kslun3x0qs0a/wish/236511026</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2018-02-28 16:47:58 UTC</pubDate>
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