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      <title>O ser humano e o ambiente (3º ano tarde) by </title>
      <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32</link>
      <description>Criado para reunir notícias sobre a relação entre o homem e o ambiente</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-03-20 11:39:24 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Exploração madeireira aumenta 60% em MT e 37% foi explorada de forma ilegal. (G1)</title>
         <author>ccarvalho9</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1335435453</link>
         <description><![CDATA[<div>A exploração madeireira aumentou 60% em Mato Grosso entre os anos de 2018 e 2019 e 37% desse número foi explorado de forma ilegal.</div><div>É o que apontou um estudo recém-publicado pelo Instituto Centro de Vida (ICV).<br><br>reportagem completa: https://g1.globo.com/mt/mato-grosso/noticia/2021/03/16/exploracao-madeireira-aumenta-60percent-em-mt-e-37percent-foi-explorada-de-forma-ilegal.ghtml </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-21 22:32:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Instituto de Química da Unesp de Araraquara cria sensor que detecta antibiótico em esgotos</title>
         <author>kailaneSantos</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1338522633</link>
         <description><![CDATA[<div>Solução pode ajudar estações de tratamento a identificarem resíduos de remédios que prejudicam o meio ambiente e fazem mal a saúde humana.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/sp/sao-carlos-regiao/noticia/2021/03/22/instituto-de-quimica-da-unesp-de-araraquara-cria-sensor-que-detecta-antibiotico-em-esgotos.ghtml" />
         <pubDate>2021-03-22 15:26:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Impacto ambiental da tragédia de Brumadinho &#39;será sentido por anos&#39;, diz Fundo Mundial para a Natureza</title>
         <author>eulainesilva</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1339345159</link>
         <description><![CDATA[<div>impacto ambiental causado pela enxurrada de lama após o rompimento da barragem da companhia Vale na Mina do Córrego do Feijão, na cidade de Brumadinho (MG), "será sentido por anos", advertiu na terça-feira (29) a ONG Fundo Mundial para a Natureza (WWF-Brasil)<br>Impacto ambiental da tragédia de Brumadinho 'será sentido por anos', diz Fundo Mundial para a Natureza | Natureza | G1 https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/01/30/impacto-ambiental-da-tragedia-de-brumadinho-sera-sentido-por-anos-diz-fundo-mundial-para-a-natureza.ghtml</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-22 17:45:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1339345159</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Muvuca de sementes: Os métodos de plantio que ajuda a restaurar áreas devastadas da Amazônia. (G1)</title>
         <author>honoratow</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1342322539</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Neste domingo (21), Dia Internacional das Florestas, Rede Amazônica detalha sobre uma técnica que pode salvar um ecossistema, tornando espaços degradados semelhantes com o que eram antes de serem destruídos pelo desmatamento.<br>O plantio direto de um "mix" de sementes nativas, como jatobá, tamboril, baru e sumaúma, pode restaurar trechos degradados e salvar um ecossistema como a Amazônia. Somado a isso, o método gera renda às comunidades locais e serve de opção ao produtor rural que desmatou mais do que a lei permite, e precisa repor parte da vegetação dentro da propriedade.<br><br>Em alusão ao Dia Internacional das Florestas, celebrado neste domingo (21), a Rede Amazônica detalha sobre a chamada "muvuca de sementes", técnica que permite restaurar áreas degradadas e torná-las muito parecidas com o que eram antes de serem devastadas.<br><br>https://g1.globo.com/natureza/amazonia/noticia/2021/03/20/muvuca-de-sementes-o-metodo-de-plantio-que-ajuda-a-restaurar-areas-devastadas-da-amazonia.ghtml<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 11:44:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desmatamento na Amazônia afeta fenômenos &quot;rios voadores &#39; e pode alterar clima em outras regiões brasileiras. </title>
         <author>clarissat</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1342411102</link>
         <description><![CDATA[<div>Pesquisadores explicam que ação do homem vem causando 'efeito cascata' no meio ambiente. 'Rios voadores' são massas de ar úmido que levam chuvas ao restante do Brasil.<br>Por Rebeca Beatriz , G1 AM <br><br>Com o aumento do desmatamento na Amazônia, que <a href="https://g1.globo.com/natureza/noticia/2020/07/17/amazonia-tem-aumento-de-24percent-nos-alertas-de-desmatamento-no-primeiro-semestre-de-2020-indica-imazon.ghtml"><strong>cresceu 24% no primeiro semestre</strong></a> de 2020 e <a href="https://g1.globo.com/natureza/noticia/2020/05/18/desmatamento-da-amazonia-em-abril-foi-o-maior-em-10-anos-diz-instituto.ghtml"><strong>bateu o recorde dos últimos dez anos</strong></a>, o fenômeno amazônico "rios voadores" vem sofrendo alterações no comportamento, segundo especialistas. O fenômeno leva umidade da bacia amazônica a outras regiões do país, mas, com a quantidade de floresta devastada, pesquisadores alertam para "efeito cascata"’ que pode gerar mudanças no clima desses lugares.<br>Meteorologistas e ambientalistas consultados pelo <strong>G1</strong> explicaram que os rios voadores são a massa de ar úmido que viaja da Amazônia para todo o Brasil, responsável pela formação das chuvas, amenizando a sensação de calor. A floresta amazônica funciona basicamente como uma bomba de água natural, que abastece o restante do Brasil.<br>Link da notícia completa: https://g1.globo.com/am/amazonas/natureza/amazonia/noticia/2020/07/20/desmatamento-na-amazonia-afeta-fenomeno-rios-voadores-e-pode-alterar-clima-em-outras-regioes-brasileiras.ghtml</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-23 12:10:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1342411102</guid>
      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1345720442</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Governo do Pará combate o desafio histórico de crimes ambientais e promove o desenvolvimento socioeconômico a partir do Plano Estadual Amazônia Agora. <br>      </strong>O dia 21 de Março é a data escolhida para Celebrar o dia internacional da Floresta, com objetivo de concientizar a população sobre a importância da preservação da cobertura Verde no planeta. Nesse contexto o Estado do Pará, na Amazônia, tem uma importante  função na defesa da Maior floresta tropical do mundo e que abriga um amplo mosaico de biodiversidade. Essa grande grandiosidade se reflete também em desafios históricos no combate ao Crime ambientais;  promoção do desenvolvimento sócio-econômico, tratados, atualmente pelo governo no Estado,  Com base no plano estadual Amazônia agora. <br>     " O Plano traz  uma visão Global sobre meio ambiente, com foco na melhoria de vida das pessoas que vivem da floresta e dentro dela, sem esquecer da Visão macro, pensando em uma economia sustentável que reduzem a emissão de gases do efeito estufa. Uma das metas do PEAA é a calçar o Pantanal de emissão líquida zero  até 2036, por exemplo", explica o Secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mauro O`de Almeida.<br> Para colocar em prática essa estratégia, o Governo do Estado montou uma linha de ação dentro do PEAA, que trabalha quatro eixos: Comando e Controle (combate aos crimes ambientais), Regulariza Pará (regularização fundiária e ambiental), Territórios Sustentáveis (apoio à produção rural) e o Fundo da Amazônia Oriental (captação de recursos da iniciativa privada), este último é uma estratégia para que as ações tenham fôlego próprio e não dependam exclusivamente de recursos públicos.<br> Outra importante questão dentro desse plano, é a integração das Secretarias Estaduais, que trabalham de maneira coordenada dentro das próprias atribuições para dar vazão as demandas. Fazem parte da estrutura organizacional do PEAA: Semas, Iterpa, Sedeme, Emater, Ideflor Bio, Sedap, Adepará e Segup.<br> Segundo o titular da Semas, os primeiros passos do Plano Amazônia Agora, já apresentaram resultados expressivos com os instrumentos do Territórios Sustentáveis, por exemplo, que já realizou a regularização fundiária e ambiental de mais de 100 propriedades na região do Xingu e as ações da Força Estadual de Combate ao desmatamento, por meio da Operação Amazônia Viva: “A Amazônia Viva tem reduzido o desmatamento no Pará, com a presença constante das equipes integradas, compostas por policiais civis e militares, bombeiros, peritos e fiscais da Semas, que somando as nove operações já conseguiram colocar em proteção quase 140 mil hectares de terras e interditaram 44 garimpos ilegais. Para se ter idéia, nos dois últimos meses, janeiro e fevereiro, a redução no desmatamento foi superior a 90%, em relação ao mesmo período do ano passado”, acrescentou  Mauro O`de Almeida.<br> <strong>Apoio à produção rural é fundamental</strong><br>  Como a questão da degradação florestal não passa apenas pela capacidade repressiva, o diálogo e o apoio a produção rural tem importante destaque no Plano, com ações da Emater que tem já atende o público agricultor familiar, quilombola, pescador, indígena, extrativista, entre outros. O papel do órgão é fundamental para o desenvolvimento sustentável do Pará. São mais de 70 mil famílias atendidas regularmente, em todos os 144 municípios paraenses.<br>A partir dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), a Emater possibilita o acesso por parte do público atendido à capacitação, crédito rural e a várias políticas públicas disponíveis para o meio rural paraense, com ações inovadoras que contribuem para a melhoria da vida coletiva e das relações entre a natureza e a sociedade local.<br>“A Emater é o braço operacional do estado, estamos em todos os municípios, melhorando a produtividade, implantando novas tecnologias, injetando recursos através da internalização de projetos de créditos, trabalhando junto com a Semas a regularização ambiental seja na emissão de Cadastro Ambiental rural (CAR), e também no Programa de Recuperação de Áreas (PRA). O lema da empresa é o produzir sem desmatar, e produzir com qualidade”, enfatiza a presidente da Emater, Cleide Amorim.<br><strong>Recuperar áreas degradadas é prioridade</strong><br>   Além de impedir a derrubada da floresta também é fundamental pensar na recuperação de áreas que já foram afetadas pela ação do homem. Por isso o PEAA também necessita da expertise do IDEFLOR-Bio, que é uma autarquia estadual cujas funções envolvem a gestão das florestas públicas estaduais, a recuperação de áreas florestais degradadas e o desenvolvimento de projetos de conservação da biodiversidade. De acordo com a presidente do Ideflor - Bio , Karla Bengtson em números, o Instituto faz a gestão de cerca de 24.676.569,82 milhões de hectares em áreas de floresta, o que equivale a aproximadamente 20% do território estadual.<br>Quanto as Unidades de Conservação – A maior parte desse território – 21,4 milhões de hectares, equivalentes a 18% do território paraense – são ocupados pelas 26 Unidades de Conservação estaduais, sendo 10 de proteção integral e 16 de uso sustentável explica a diretora de gestão e unidades de conservação Socorro Almeida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 00:50:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>sroney5</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1345769293</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Governo do Pará combate o desafio histórico de crimes ambientais e promove o desenvolvimento socioeconômico a partir do Plano Estadual Amazônia Agora. </strong><br><br>    O dia 21 de março é a data escolhida para celebrar o Dia Internacional da Floresta, com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância da preservação da cobertura verde no planeta. Nesse contexto, o Estado do Pará, na Amazônia, tem uma importante função na defesa da maior floresta tropical do mundo e que abriga um amplo mosaico de biodiversidade. Essa grandiosidade se reflete também em desafios históricos no combate aos crimes ambientais; promoção do desenvolvimento sócioeconômico, tratados, atualmente, pelo Governo do Estado, com base no Plano Estadual Amazônia Agora.<br> “O Plano traz uma visão global sobre meio ambiente, com foco na melhoria de vida das pessoas que vivem da floresta e dentro dela, sem esquecer da visão macro, pensando em uma economia sustentável, que reduza a emissão de gases do efeito estufa. Uma das metas do PEAA é alcançar o patamar de emissão líquida zero até 2036, por exemplo”, explica o Secretário de Estado de Meio Ambiente e Sustentabilidade, Mauro O`de Almeida.<br> Para colocar em prática essa estratégia, o Governo do Estado montou uma linha de ação dentro do PEAA, que trabalha quatro eixos: Comando e Controle (combate aos crimes ambientais), Regulariza Pará (regularização fundiária e ambiental), Territórios Sustentáveis (apoio à produção rural) e o Fundo da Amazônia Oriental (captação de recursos da iniciativa privada), este último é uma estratégia para que as ações tenham fôlego próprio e não dependam exclusivamente de recursos públicos.<br> Outra importante questão dentro desse plano, é a integração das Secretarias Estaduais, que trabalham de maneira coordenada dentro das próprias atribuições para dar vazão as demandas. Fazem parte da estrutura organizacional do PEAA: Semas, Iterpa, Sedeme, Emater, Ideflor Bio, Sedap, Adepará e Segup.<br> Segundo o titular da Semas, os primeiros passos do Plano Amazônia Agora, já apresentaram resultados expressivos com os instrumentos do Territórios Sustentáveis, por exemplo, que já realizou a regularização fundiária e ambiental de mais de 100 propriedades na região do Xingu e as ações da Força Estadual de Combate ao desmatamento, por meio da Operação Amazônia Viva: “A Amazônia Viva tem reduzido o desmatamento no Pará, com a presença constante das equipes integradas, compostas por policiais civis e militares, bombeiros, peritos e fiscais da Semas, que somando as nove operações já conseguiram colocar em proteção quase 140 mil hectares de terras e interditaram 44 garimpos ilegais. Para se ter idéia, nos dois últimos meses, janeiro e fevereiro, a redução no desmatamento foi superior a 90%, em relação ao mesmo período do ano passado”, acrescentou  Mauro O`de Almeida.<br> <strong>Apoio à produção rural é fundamental</strong><br>  Como a questão da degradação florestal não passa apenas pela capacidade repressiva, o diálogo e o apoio a produção rural tem importante destaque no Plano, com ações da Emater que tem já atende o público agricultor familiar, quilombola, pescador, indígena, extrativista, entre outros. O papel do órgão é fundamental para o desenvolvimento sustentável do Pará. São mais de 70 mil famílias atendidas regularmente, em todos os 144 municípios paraenses.<br>A partir dos serviços de Assistência Técnica e Extensão Rural (Ater), a Emater possibilita o acesso por parte do público atendido à capacitação, crédito rural e a várias políticas públicas disponíveis para o meio rural paraense, com ações inovadoras que contribuem para a melhoria da vida coletiva e das relações entre a natureza e a sociedade local.<br>“A Emater é o braço operacional do estado, estamos em todos os municípios, melhorando a produtividade, implantando novas tecnologias, injetando recursos através da internalização de projetos de créditos, trabalhando junto com a Semas a regularização ambiental seja na emissão de Cadastro Ambiental rural (CAR), e também no Programa de Recuperação de Áreas (PRA). O lema da empresa é o produzir sem desmatar, e produzir com qualidade”, enfatiza a presidente da Emater, Cleide Amorim.<br><strong>Recuperar áreas degradadas é prioridade</strong><br>  Além de impedir a derrubada da floresta também é fundamental pensar na recuperação de áreas que já foram afetadas pela ação do homem. Por isso o PEAA também necessita da expertise do IDEFLOR-Bio, que é uma autarquia estadual cujas funções envolvem a gestão das florestas públicas estaduais, a recuperação de áreas florestais degradadas e o desenvolvimento de projetos de conservação da biodiversidade. De acordo com a presidente do Ideflor - Bio , Karla Bengtson em números, o Instituto faz a gestão de cerca de 24.676.569,82 milhões de hectares em áreas de floresta, o que equivale a aproximadamente 20% do território estadual.<br>Quanto as Unidades de Conservação – A maior parte desse território – 21,4 milhões de hectares, equivalentes a 18% do território paraense – são ocupados pelas 26 Unidades de Conservação estaduais, sendo 10 de proteção integral e 16 de uso sustentável explica a diretora de gestão e unidades de conservação Socorro Almeida.<br><strong>Referências :<br> - https://agenciapara.com.br/noticia/25968/</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 01:07:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>regianeg</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1345822135</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Diretora de Meio Ambiente da OMS: "70% dos últimos surtos epidemicos começaram com o desmatamento"<br><br></strong>María Neira, diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS, explica como os vírus do ebola, Sars e HIV saltaram dos animais para os humanos depois da destruição maciça de florestas tropicais.<br><br>María Neira afirma que a pandemia do coronavírus é mais uma prova da perigosa relação entre os vírus e as pressões do ser humano sobre o meio ambiente. <br>Neira insiste na necessidade de que Governos e indivíduos compreendam que a mudança climática é um problema de saúde pública não uma questão de ecologia ou ativismo. A cientista, mestra em saúde pública e nutrição, propõe uma revolução saudável, positiva e verde, que tenha como pilar fundamental a rápida transição na direção de energias limpas. Segundo ela, países que decidirem trocar o petróleo e o carvão pela energia solar e eólica acelerarão seu crescimento e reduzirão a pobreza e a desigualdade.<br><br>Segundo a diretora, as práticas de desmatamento intenso feitas sempre em nome da economia de curto prazo, têm efeitos devastadores para o futuro da humanidade. Ao derrubar a floresta para substituí-la por agricultura intensiva e poluente, os animais que vivem nesses lugares nos quais o homem não havia entrado sofrem profundas transformações. Aparecem espécies com as que não estávamos em contato e que podem nos transmitir doenças. <br>A diretora ainda citou um exemplo claro deste fenômeno que é o vírus do ebola,&nbsp;que saltou dos morcegos frugívoros das florestas da África ocidental para os humanos e desatou o contágio. O grave é que aconteceu o mesmo com a aids e a sars. Cerca de 70% dos últimos surtos epidêmicos&nbsp;que sofremos tem sua origem no desmatamento e nessa ruptura violenta com os ecossistemas e suas espécies.<br><br><br>Você pode acessar a reportagem na íntegra no link abaixo:<br>https://brasil.elpais.com/brasil/2021-02-06/70-dos-ultimos-surtos-epidemicos-comecaram-com-o-desmatamento.html</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 01:26:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Alta do desmatamento, queimadas na Amazônia e óleo no litoral: o ano no meio ambiente</title>
         <author>silvakauanne</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1345825839</link>
         <description><![CDATA[<div>O ano de 2019 na área ambiental ficou marcado por uma sucessão de crises no Brasil, incluindo o avanço do desmatamento e das queimadas na Amazônia. O monitoramento oficial entre agosto de 2018 e julho deste ano apontou a maior área de árvores derrubadas desde 2008 na região e um aumento de 82% no número de queimadas no Brasil entre janeiro e agosto.<br><br>Também foram destaque os alertas e impactos do aquecimento global em fenômenos do clima; os embates entre o governo federal e as organizações da sociedade civil, comunidade científica e governos internacionais que financiam projetos ambientais no Brasil; a ascensão da adolescente sueca Greta Thunberg como maior voz do ativismo ambiental jovem; e as muitas toneladas de petróleo cru que contaminaram as praias de todos os estados do Nordeste e parte do Sudeste.<br>-Paralisação do Fundo Amazônia:<br>Em 2019, o novo governo federal decidiu paralisar o Fundo Amazônia, que já captou R$ 3 bilhões em doações e financiava projetos de estados, municípios e da iniciativa privada para o desenvolvimento sustentável da Amazônia Legal.<br><br>Em 12 de agosto, o G1 noticiou que o Fundo Amazônia havia aprovado nenhum projeto em 2019. No mesmo período do ano passado, quatro haviam sido aprovados. Ao todo, 11 propostas foram apoiadas em 2018, com investimento total de R$ 191,19 milhões. Juntas, Noruega e Alemanha contribuíram para mais de 90% do total do fundo, que é administrado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).<br><br>O impasse sobre o seu futuro se tornou público em maio, quando Ricardo Salles, titular do Ministério do Meio Ambiente, anunciou a intenção de alterar seu funcionamento e destinar recursos para indenizar proprietários de terras. A Noruega se recusou a endossar mudanças que prejudicassem o fundo.<br><br>Como resultado, em agosto, o Brasil deixou de receber R$ 132,6 milhões da Noruega por causa do impasse. O valor se refere ao montante ao qual o Brasil teria direito por causa dos resultados de sua política de combate ao desmatamento em 2018. Até dezembro, não havia confirmação de que o fundo voltaria à ativa.<br>-Alta do desmatamento:<br>Durante o ano, o sistemas de alerta do desmatamento no Brasil, conhecido como Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), do Inpe, registrou alta de 88% em junho e de 212% em julho, na comparação com o mesmo período do ano anterior. O governo alegou que os números do Deter são apenas alertas de desmate, e que os dados oficiais são contabilizados pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (Prodes), também do Inpe.<br><br>Em novembro, então, foram publicados os dados do Prodes. A área desmatada na Amazônia foi de 9.762 km² entre agosto de 2018 e julho de 2019. Trata-se de um aumento de 29,5% em relação ao período anterior (agosto de 2017 a julho de 2018), que registrou 7.536 km² de área desmatada.<br>Referência:<br><br>É a maior área desde 2008, quando o Prodes apontou 12.911 km² desmatados e, desde 2012, o aumento anual vinha sendo de 11,4%, em média. A taxa oficial, inclusive, foi 42% maior do que apontava sistema de alertas. O problema, porém, parece não ter acabado. Em novembro, a área de desmatamento registrado no Deter dobrou em relação a novembro de 2018, e foi a maior para o mês desde 2015<br>-Óleo no litoral:<br>Em setembro, o Brasil se deparou com um mistério que até o dia 25 de dezembro ainda não havia sido solucionado: pontos da costa brasileira começaram a ser atingidos por manchas de óleo. Mais de três meses depois, a origem da contaminação ainda é desconhecida. Pedro Bignelli, coordenador-geral do Centro Nacional de Monitoramento e Informações Ambientais (Cenima), do Ibama, diz que "perdemos o timing" para encontrar o que causou o maior desastre ambiental do litoral do país.<br><br>Até 20 de dezembro, 980 localidades haviam sido afetadas. Há registro de manchas de óleo nos 9 estados do Nordeste – Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe – e também no Espírito Santo e no Rio de Janeiro.<br>Em 25 de outubro, a Petrobras informou que o óleo recolhido nas praias tinha características semelhantes àquele produzido na Venezuela.<br><br>Em 1º de novembro, a Polícia Federal deflagrou a Operação Mácula e apontou um navio grego como suspeito pelo derramamento: o petroleiro Bouboulina. Ele se tornou alvo da operação porque carregou 1 milhão de barris do petróleo tipo Merey 16 cru no Porto de José, na Venezuela, no dia 15 de julho, e zarpou no dia 18 com destino à Malásia, passando pelo Brasil em 28 de julho.<br><br>A operação se baseou em um relatório da empresa HEX Tecnologias Espaciais, que disse ter encontrado manchas de óleo no oceano próximo à costa por onde passou o Bouboulina. A empresa responsável pela embarcação negou a suspeita e afirmou que "não há provas" de que o navio Bouboulina vazou petróleo na costa do Brasil. Dias depois, a empresa foi notificada e, desde então, a Marinha não divulga novidades sobre a investigação.<br><br>No início de dezembro, o comandante de Operações Navais da Marinha, Leonardo Puntel, afirmou em audiência no Senado que não há provas que identifiquem o responsável pelo vazamento.<br><br>Já o Ibama disse que analisou o material relativo ao relatório e concluiu que as manchas em questão não eram de óleo: eram clorofila.<br>Bibliografia:<br>https://g1-globo-com.cdn.ampproject.org/v/s/g1.globo.com/google/amp/retrospectiva/2019/noticia/2019/12/25/alta-do-desmatamento-queimadas-na-amazonia-e-oleo-no-litoral-o-ano-no-meio-ambiente.ghtml?amp_js_v=a6&amp;amp_gsa=1&amp;usqp=mq331AQHKAFQArABIA%3D%3D#aoh=16165494370503&amp;referrer=https%3A%2F%2Fwww.google.com&amp;amp_tf=Fonte%3A%20%251%24s&amp;ampshare=https%3A%2F%2Fg1.globo.com%2Fretrospectiva%2F2019%2Fnoticia%2F2019%2F12%2F25%2Falta-do-desmatamento-queimadas-na-amazonia-e-oleo-no-litoral-o-ano-no-meio-ambiente.ghtml<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 01:27:47 UTC</pubDate>
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         <title>IMAGENS DE SATÉLITE MOSTRAM MAIS DE CEM ÁRVORES NATIVAS DERRUBADAS EM FAZENDA DE CAIUÁ
</title>
         <author>tatiellyferreira</author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>A Polícia Militar Ambiental aplicou nesta segunda-feira (22), durante a Operação Dia Mundial da Água, uma multa de R$ 34,2 mil em decorrência da derrubada de 114 árvores nativas das espécies leiteiro, ipê e jequitibá, em uma fazenda, em Caiuá (SP).<br><br>A fiscalização chegou até o local com base em imagens de monitoramento via satélite e constatou a supressão das árvores.<br><br>De acordo com a polícia, o administrador da propriedade rural, um homem de 56 anos, confessou que não possuía autorização ambiental para a derrubada das plantas, o que gerou o auto de infração pela supressão fora de reserva legal averbada. <br><br>https://g1.globo.com/sp/presidente-prudente-regiao/noticia/2021/03/22/imagens-de-satelite-indicam-derrubada-de-mais-de-100-arvores-nativas-em-fazenda-em-caiua.ghtml<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 01:31:14 UTC</pubDate>
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         <title>Desmatamento aumenta 40% no cerrado maranhense</title>
         <author>kayannefreire</author>
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         <description><![CDATA[<div><em>O Cerrado é responsável pela produção de 40% da água no Brasil e abriga as nascentes das três maiores bacias hidrográficas da América do Sul. </em>O resultado do projeto Prodes Cerrado, do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) divulgado recentemente apontou que o estado do Maranhão foi o que apresentou a maior área de desmatamento (1.836,14 km²), respondendo por 25% das perdas no bioma. Em seguida vem os estados do Tocantins (1.565,88 km2) e Bahia (919,17 km2).<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 01:42:43 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>PF prende chefe de grupo criminoso que desmatou 1,6 milhão de hectares e incendiou reserva ambiental de RO</title>
         <author>ksantana24</author>
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         <description><![CDATA[<div>Suspeito incitou pessoas a invadirem reserva Margarida Alves em Nova União. Foram expedidos 7 mandados pela Justiça em Rondônia; 6 são de busca e apreensão e 1 de prisão.<br><br>Por G1 RO<br>19/03/2021 10h35<br><br>Referência:<br>https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2021/03/19/pf-faz-operacao-para-prender-suspeito-de-desmatar-e-incendiar-a-reserva-ambiental-margarida-alves.ghtml</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 03:35:51 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Gases de efeito estufa ameaçam Acordo de Paris. </title>
         <author>cilany</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1347615418</link>
         <description><![CDATA[<div>O uso excessivo de fertilizantes nitrogenados nos países em desenvolvimento contribui para o aumento das emissões de óxido nitroso, um gás de efeito estufa. O dióxido de carbono é responsável por grande parte do gás de efeito estufa, mas não é o único. Metano e óxido nitroso também contribuem para o aquecimento global. A Suíça e muitos outros países são responsáveis pela sua produção, mas hoje há soluções para limitá-los, Com o chamado Acordo de Paris, ratificado pela Suíça em junho de 2017, a comunidade global se comprometeu a manter o aumento da temperatura global "bem abaixo de 2°C" em comparação com os valores pré-industrial.<br>Mas enquanto os esforços se concentram nas emissões de CO2 - através de taxação e políticas de carbono para reduzir o uso de combustíveis fósseis - outros gases continuam a se acumular na atmosfera. São gases que contribuem significativamente para o aquecimento global, por vezes "negligenciados", O risco é que o aumento dessas emissões possa comprometer os objetivos firmados no Acordo de Paris..<br>O CO2 sempre esteve, com razão, no centro das atenções. O gás é responsável por cerca de 65% do efeito-estufa e é, ao mesmo tempo, o que dura mais tempo na atmosfera. Entretanto, agora que concordamos com a meta de zero emissões, precisamos nos concentrar também nos outros gases de efeito estufa", embora estejam presentes na atmosfera em concentrações abaixo de CO2, o metano e o óxido nitroso têm um potencial de aquecimento global muito maior. O gás hilariante, por exemplo, tem um poder de aquecimento 265 vezes maior do que o dióxido de carbono.<br>Como reduzir as emissões?<br>Tecnologias inovadoras, tais como a desenvolvida pela empresa suíça Climeworks, tornam possível a remoção de dióxido de carbono da atmosfera. Não existem ainda tecnologias para fazer o mesmo com o metano e o óxido nitroso. Porém não faltam idéias para reduzir sua quantidade, As indústrias de mineração de carvão e produção de gás natural poderiam reduzir suas perdas sistêmicas de metano sem grandes problemas, afirma o diretor do Projeto Carbono Global. Isso teria um efeito rápido sobre o aquecimento global, pois o metano tem uma vida útil na atmosfera de apenas dez anos, cerca de um décimo do tempo de vida útil do CO2, Algumas empresas suíças se lançaram na produção de aditivos naturais para rações e compostos alimentares sintéticos, que acreditam que poderiam reduzir em 30% os vapores de metano do gado.&nbsp;<br>Crise climática<br>Gases de efeito estufa ameaçam Acordo de Paris<br>uomo getta del concime su un campo<br>&nbsp;O uso excessivo de fertilizantes nitrogenados nos países em desenvolvimento contribui para o aumento das emissões de óxido nitroso, um gás de efeito estufa. Keystone / Hotli Simanjuntak<br>O dióxido de carbono é responsável por grande parte do gás de efeito estufa, mas não é o único. Metano e óxido nitroso também contribuem para o aquecimento global. A Suíça e muitos outros países são responsáveis pela sua produção, mas hoje há soluções para limitá-los.<br><br>Este conteúdo foi publicado em 06. dezembro 2020 - 10:0006. dezembro 2020 - 10:00<br>Luigi Jorio Pauline Turuban<br>Outras línguas: 9<br>Uma data histórica na luta contra a mudança climática: 12 de dezembro de 2015. Foi quando, após intensas discussões ao longo da Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas, representantes de 195 países adotaram o primeiro acordo global e juridicamente vinculativo para reduzir as emissões no planeta.<br><br>Com o chamado Acordo de Paris, ratificado pela Suíça em junho de 2017, a comunidade global se comprometeu a manter o aumento da temperatura global "bem abaixo de 2°C" em comparação com os valores pré-industriais.<br><br>Mostrar mais<br><br>O clima está mudando<br>Este conteúdo foi publicado em 08. nov 201308. nov 2013 Clima, energia e medidas a serem tomadas, sob o ângulo suíço. Fontes: Secretaria Federal de Energia, Secretaria Federal do Meio Ambiente...<br><br>Mas enquanto os esforços se concentram nas emissões de CO2 - através de taxação e políticas de carbono para reduzir o uso de combustíveis fósseis - outros gases continuam a se acumular na atmosfera. São gases que contribuem significativamente para o aquecimento global, por vezes "negligenciadosLink externo".<br><br>O risco é que o aumento dessas emissões possa comprometer os objetivos firmados no Acordo de Paris, adverte um estudoLink externo internacional que contou com a participação da Universidade de Berna.<br><br>China e Joe Biden em prol do clima?<br><br>O progresso atual é muito lento para reduzir pela metade as emissões até 2030 e alcançar a neutralidade climática até 2050. É o que revela um estudoLink externo publicado algumas semanas antes do Acordo de Paris completar cinco anos desde sua assinatura.<br><br>Para atingir as metas climáticas, a participação das energias renováveis na produção de eletricidade deve quintuplicar. O desmatamento deve diminuir e as emissões provocadas pelas atividades agrícolas precisam cair 40% até meados do século, acrescenta.<br><br>Já a Carbon Action Tracker, uma ong ligado à cientistas, se considera mais otimista: com base nas políticas climáticas anunciadas por grandes potências como China, Japão e os EUA (sob liderança do recém-eleito presidente americano Joe Biden), se prevêLink externo um aumento da temperatura da Terra de 2,1°C até 2100, quase em linha com as metas estabelecidas em Paris.<br><br>End of insertion<br>"O CO2 sempre esteve, com razão, no centro das atenções. O gás é responsável por cerca de 65% do efeito-estufa e é, ao mesmo tempo, o que dura mais tempo na atmosfera. Entretanto, agora que concordamos com a meta de zero emissões, precisamos nos concentrar também nos outros gases de efeito estufa", escreve por e-mail Pep Canadell, diretora da organização internacional Global Carbon Project.<br><br>Mas quais são esses gases e seus efeitos sobre o clima?<br><br>Conteúdo externo<br><br>Gás hilariante<br>O metano (CH4) é o gás que tem o maior impacto sobre o clima depois dióxido de carbono. Produzido pela degradação da matéria orgânica em ambientes livres de oxigênio, cerca de 40% do metano é formado através de processos naturais.<br><br>Os 60% restantes são derivados de atividades humanas, seja atividades agrícolas (especialmente a pecuária), o tratamento de resíduos e à indústria do carvão e do petróleo. Segundo a WWF SuíçaLink externo, "as vacas leiteiras suíças arrotam o metano e a produção de sua ração também contribuem para o aquecimento global. O fato é que elas colocam em risco nossa própria existência".<br><br>Por sua vez, o óxido nitroso (N2O), também conhecido como gás hilariante, é gerado principalmente pela agricultura intensiva (fertilização), queima de combustíveis fósseis e por certos processos industriais. Na Suíça, o óxido nitroso produzido pela empresa química Lonza é responsável por 1% do total de emissões de gases de efeito estufa do país.<br><br>Gases de efeito estufa<br><br>Os gases de efeito estufa retêm a radiação solar refletida da superfície da Terra na atmosfera. O efeito estufa é um fenômeno normal e essencial à vida no planeta: sem ele, a temperatura média do globo seria de -18°C, ao invés de +15°C.<br><br>Os gases de efeito estufa podem ter uma origem natural ou de atividades humanas. Os principais gases são água em vapor (H2O), o gás de efeito estufa mais abundante na atmosfera, dióxido de carbono (CO2), óxido nitroso (N2O), metano (CH4), hexafluoreto de enxofre (SF6) e alocarburantes (como, por exemplo, o CFC).<br><br>End of insertion<br>Embora estejam presentes na atmosfera em concentrações abaixo de CO2, o metano e o óxido nitroso têm um potencial de aquecimento global muito maior. O gás hilariante, por exemplo, tem um poder de aquecimento 265 vezes maior do que o dióxido de carbono.<br><br>Conteúdo externo<br><br>80% das emissões da agricultura<br>A participação de vários gases de efeito estufa nas emissões globais varia de um país para outro. O Brasil, com suas vastas campos de pecuária e culturas extensivas, é o país industrializado que produz proporcionalmente mais metano e óxido nitroso.<br><br>Na Suíça, 80% das emissões de óxido nitroso e 83% das emissões de metano vêm da agricultura, diz Agroscope (Centro Federal de Pesquisas na Agricultura).<br><br>Conteúdo externo<br><br>Produção de alimentos ou o clima?<br>Como no caso do CO2, as concentrações de metano e óxido nitroso na atmosfera continuam a aumentar. Desde a era pré-industrial cresceram 260% e 23%, respectivamente.<br><br>Conteúdo externo<br><br>A principal causa do aumento do óxido nitroso é a crescente demanda por alimentos e forragens. E mais precisamente, o uso crescente de fertilizantes nitrogenados e o desenvolvimento da pecuária, observa Fortunat Joos, professor de física do clima na Universidade de Berna e co-autor de um dos mais completos estudosLink externo sobre as fontes de N2O no mundo.<br><br>Segundo Hangin Tian, professor da Universidade de Auburn (EUA) e principal autor do estudo, "há um conflito entre a forma como alimentamos a humanidade e nosso objetivo de estabilizar o clima".<br><br>Entretanto, o aumento das emissões não é generalizado e afeta principalmente países emergentes como China, Brasil e Índia. A Europa é o único continente onde as emissões de N2O tiveram uma queda nos últimos 20 anos. Isto também se aplica à Suíça, onde houve uma redução de 10% entre 1990 e 2010 - e depois uma estabilização - devido a um declínio no número de animais e ao uso de fertilizantes minerais.<br><br>O metano, por sua vez, atingiu níveis sem precedentesLink externo devido às emissões da pecuária intensiva e da extração e produção de combustíveis fósseis. Também aqui existem diferenças regionais e a Europa é o único continente onde as emissões de CH4 diminuíram.<br><br>Mostrar mais<br>A Suíça está na frente no espaço sideral<br>O Prêmio Nobel de Mayor e Queloz lembraram aos suíços que o país deles está na vanguarda em muitas áreas de pesquisa e exploração espacial.<br><br>Conteúdo externo<br><br>Como reduzir emissões?<br>Tecnologias inovadoras, tais como a desenvolvida pela empresa suíça Climeworks, tornam possível a remoção de dióxido de carbono da atmosfera. Não existem ainda tecnologias para fazer o mesmo com o metano e o óxido nitroso. Porém não faltam idéias para reduzir sua quantidade, observa Pep Canadell.<br><br>As indústrias de mineração de carvão e produção de gás natural poderiam reduzir suas perdas sistêmicas de metano sem grandes problemas, afirma o diretor do Projeto Carbono Global. Isso teria um efeito rápido sobre o aquecimento global, pois o metano tem uma vida útil na atmosfera de apenas dez anos, cerca de um décimo do tempo de vida útil do CO2.<br><br>Para o óxido nitroso, por outro lado, é necessário utilizar fertilizantes com maior precisão e eficácia, sugere Canadell. Os pesquisadores da Escola Politécnica Federal de Zurique (ETH) argumentam que muitos países, incluindo a Suíça, poderiam usar menos fertilizantes nitrogenadosLink externo na agricultura sem comprometer o rendimento agrícola.<br><br>Mudanças na alimentação do gado<br>Fortunat Joos também recomenda redução no fertilizantes. As emissões industriais de N2O, como as de Lonza na Suíça, devem ser completamente eliminadas com o uso de catalisadores. Em 10 de dezembro, a empresa anunciou que um catalisador, capaz de reduzir as emissões de gases do riso "em pelo menos 98%", entrará em operação até o final de 2021.&nbsp;<br><br>No que diz respeito ao metano, o professor da Universidade de Berna menciona a possibilidade de modificar a alimentação dos ruminantes. Algumas empresas suíças se lançaram na produção de aditivos naturais para rações e compostos alimentares sintéticos, que acreditam que poderiam reduzir em 30% os vapores de metano do gado.<br><br>Mostrar mais<br>Mostrar mais<br><br>map of Switzerland<br>Invernos quentes estão se tornando mais frequentes<br>Este conteúdo foi publicado em 15. abr 202015. abr 2020 Analisamos os números oficiais das temperaturas para mostrar como este inverno se tornou o mais quente da História da Suíça.<br><br>Contatado pela swissinfo, Agroscope estima que as medidas na produção agrícola poderiam reduzir as emissões de metano e óxido nitroso em cerca de 10%. Outras reduções, acrescenta o órgão, só podem ser alcançadas através de mudanças estruturais no setor, tais como a redução do número de animais.<br><br>Comer menos carne não basta<br>Mudar a alimentação do gado não será suficiente, observa Fortunat Joos. Também será necessário evitar o desperdício de alimentos e consumir menos carne.<br><br>"Para alcançar os objetivos do Acordo de Paris, é importante reduzir as emissões dos diversos gases e setores. Entretanto, se não conseguirmos reduzir as emissões de CO2 provocadas pelo uso de combustíveis fósseis, todos os outros esforços - plantar árvores, comer menos carne ou produzir menos resíduos - não nos permitirão limitar o aquecimento global".&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 12:45:07 UTC</pubDate>
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         <title>Governo admite baixa qualidade de estudos ambientais e diz que vai rever processos</title>
         <author>lucianabrasil20189</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os atrasos que regularmente fazem parte do histórico de boa parte das obras em todo o País costumam recorrer a um mesmo vilão quando precisam ser justificados: a culpa é do licenciamento ambiental, do Ibama e secretarias estaduais do meio ambiente, que demoram para analisar os projetos e comprometem os cronogramas.<br><br>O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, porém, faz um mea-culpa sobre o assunto e admite que, na realidade, são frequentes as situações em que os estudos de impacto ambiental têm péssima qualidade técnica, o que acaba por gerar devoluções e sucessivos pedidos de correções e complementos, transformando o processo de licenciamento em um drama sem conclusão.<br><br>É preciso fazer um mea-culpa sobre isso e reconhecer que não vínhamos fazendo a nossa parte tão bem quanto o necessário. Estávamos cobrando do órgão ambiental uma velocidade no licenciamento, mas deixávamos de fazer a nossa parte,disse Freitas, em entrevista ao Estadão. Muitas vezes, o licenciamento trava por causa da baixa qualidade desses estudos. A gente estuda mal e, de repente, oferece um produto ruim para o órgão de meio ambiente analisar. É um aprendizado para nós.<br><br>Desde o início do governo Bolsonaro, o ministro da Infraestrutura vinha sendo um dos maiores defensores do projeto de lei que tramita no Congresso e que prevê uma nova Lei Geral do Licenciamento Ambiental, sob relatoria do deputado Kim Kataguiri (DEM-SP). O ministro diz que continua a apoiar o projeto, mas afirma que, a partir de mudanças no próprio ministério para elaborar os estudos de impacto ambiental, tem conseguido avançar no tema sem a necessidade de mudanças drásticas no processo.<br><br>Ter normas mais claras para o licenciamento ambiental é algo bom, porque retira a burocracia e torna o processo mais objetivo. Agora, o que temos visto é que a gente consegue fazer o licenciamento de obras sem a mudança na lei. Comentou.<br><br>O ministério passou a revisar estudos contratados para diversas obras, o que, segundo Freitas, tem dado resultado prático para adiantar o cronograma de licenciamento. Nesta situação estão incluídas estradas como a BR-135, na Bahia, que teve seu estudo espeleológico refeito. O impacto a terras indígenas também passou a ser reanalisado em relação a rodovias como a BR-158 e a BR-080, em Goiás. As revisões também estão em andamento nos estudos da Ferro grão, prevista para ser erguida entre o Mato Grosso e o Pará, e a reconstrução da BR-319, que liga Porto Velho (RO) a Manaus (AM).<br><br>Estamos investindo nisso, internamente, para melhorar os estudos, interagindo mais vezes com o órgão ambiental, e de forma continuada. Isso tem mudado a nossa vida, no que diz respeito ao licenciamento. Temos tido um ganho claro de tempo em concessões de licença, diz Tarcísio.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 13:14:46 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>sousarodrigues</author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>O que já se sabe sobre o impacto da lama de Mariana?</strong><br><br>Um mês e meio após o rompimento da barragem de rejeitos da mineradora Samarco em Mariana (MG), faltam dados consolidados sobre o número total de pessoas afetadas pelo que é considerado o maior desastre da história da mineração mundial.<br><br>O colapso da barragem de Fundão causou o transbordamento de outra barragem, a de Santarém. O incidente liberou cerca de 60 milhões de metros cúbicos de lama, que destruiu distritos da cidade de Mariana e escorreu ao longo dos quase 700 km entre o local da ruptura e a foz do rio Doce, no Espírito Santo, causando danos ambientais e sociais.<br><br>No entanto, as estimativas sobre o real número de prejudicados nos dois Estados pelo desastre ambiental ainda são preliminares e desencontradas, já que utilizam critérios diferentes de medição.<br><br>A Defesa Civil de Minas Gerais, por exemplo, fala em mais de 1 milhão de pessoas atingidas. Para chegar a esse número, o órgão diz ter apenas somado a população de 35 municípios do Estado no caminho da lama.<br><br>O Comitê da Bacia Hidrográfica do Rio Doce, órgão vinculado ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos, afirmou que cerca de 500 mil pessoas tiveram o abastecimento de água comprometido em Minas e no Espírito Santo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 13:33:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>britol</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1347984394</link>
         <description><![CDATA[<div><strong><em>A Importância&nbsp; e o impacto do correto descarte de resíduos para a saúde das pessoas.</em></strong><br><br>•Todos os dia o ser humano consomem recursos e matérias de diversos tipos.<br>•Devem ser descartados de maneira correta pois se não for pode trazer grandes problemas.<br>•Problemas para o meio ambiente e para a saúde e bem-estar das pessoas também.<br>•Segundo a ONU a estimativa é que em 2050 os seres humanos produza 4 milhões de toneladas de resíduos por ano.<br>•Empresas,hospitais e indústrias após a chegada do coronavirus exige EPIs adequados tanto para os médicos quanto para o pessoal que fazem a limpeza das cidades.<br>•Esses resíduos vão parar em lixões e aterros e com isso podem agredir o meio ambiente com a poluição do solo, trazendo doenças.<br>•Para evitar é preciso realizar boas práticas de limpeza e de conservação.<br>•As grandes empresas estão preocupados com a saúde dos funcionários, a empresa (SEAC-SP) se preocupa com o descarte de resíduos e com isso resolveu fazer uma campanha "Limpeza é saúde."</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 13:54:42 UTC</pubDate>
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         <title>O risco da falência da floresta, pela ganância do homem.</title>
         <author>amandanoleto</author>
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         <description><![CDATA[<div>Segundo Mahatma Gandhi "A natureza pode suprir todas as necessidades o homem, menos a sua ganância” Nesse sentido, é importante salientar que o desmatamento da floresta amazônica, representa um desafio a ser enfrentado de forma mais organizada e urgente em nossos dias. Isso se evidencia não só pelo alto índice de exploração ilegal da madeira, mas também, pela extinção de espécies e vegetais.&nbsp; Uma pesquisa realizada pelo IBGE(Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), indica que há aproximadamente 218 espécies que correm o risco de desaparecer totalmente em todo o estado brasileiro. Dentre outros fatores estão o aparecimento de diversas doenças, contaminação dos rios, depósitos de lixo, a falta de saneamento básico, o mau uso da agricultura e o favorecimento às mudanças climáticas. São fatos preocupantes que merecem atenção da sociedade.</div>]]></description>
         <pubDate>2021-03-24 16:28:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>ianalivia345</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1349713174</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Óleo de Palma 'sustentável' da Amazônia esconde desmatamento e contaminação<br></strong><br>O óleo de palma, monocultura sinônimo de desmatamento e conflitos fundiários no Sul Asiático, está se expandindo na Amazônia, onde os mesmos problemas está ocorrendo. A agência Mongabay investigou as denúncias feitas por povos indígenas e comunidades tradicionais, locais de abusos generalizados por empresas de óleo de palma no país, desrespeitando a preservação da Amazônia e pelos direitos dos povos indígenas.<br>Após após ouvir dezenas de denúncias de contaminação da água nas aldeias de Terra Indígena. Da margem do rio foi possível presenciar e filmar caminhões sem identificação estacionarem sobre uma balsa e em seguida, um homem com uma pá despejando resíduos de um dos caminhões.&nbsp;<br>O resíduo marrom escuro é uma mistura tóxica de matéria orgânica, inseticidas e herbicidas das usinas de óleo de palma da região. Os resíduos resultantes da produção de óleo de palma contém uma quantidade considerável de nutrientes orgânicos e metais pesados que podem contaminar rios, poluir o ar e gerar gases de efeito.&nbsp;<br><br>estufa.https://noticias.uol.com.br/meio-ambiente/ultimas-noticias/redacao/2021/03/23/o-lado-obscuro-do-oleo-de-palma-sustentavel-da-amazonia.htm<br><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 19:10:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tubarões estão desaparecendo e fenômeno deixará enorme buraco nos oceanos, diz relatório.</title>
         <author>lailafreitas</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1349754294</link>
         <description><![CDATA[<div>A sobrepesca global causou o desaparecimento de mais de 70% dos exemplares de algumas espécies de<br>tubarões e araias, um "enorme buraco" na vida dos oceanos de consequências desconhecidas, alertou nesta quarta-feira (27) um relatório. O declínio de espécies como o tubarão-martelo ou a arraia-manta é preocupante. Outros, como o tubarão oceânico, estão à beira da extinção. Os pescadores procuram por suas barbatanas, que são muito valorizadas na culinária. Em 60 anos, sua população caiu 98%. "É um declínio pior do que o da maioria dos grandes mamíferos terrestres e semelhante ou igual ao da baleia azul", disse à AFP o professor Nick Dulvy, do departamento de Ciências Biológicas da Universidade Canadense Simon Fraser. Sua equipe coletou e analisou dados para produzir um retrato confiável de 31 espécies de tubarões e raias.Três quartos estão em perigo de extinção."Sabíamos que a situação era ruim em muitos lugares, mas isso veio de vários estudos e relatórios, era difícil ter uma ideia da situação global", o cientista Nathan Pacoureau, que co-assinou o estudo publicado na Nature, explicou à AFP. "Os dados revelam um buraco enorme e crescente na vida do oceano", denunciam os especialistas, que pedem o fim da pesca excessiva.&nbsp;<br>Para as 18 espécies para as quais há mais dados disponíveis, os pesquisadores estimam que suas respectivas populações tenham caído mais de 70% desde 1970. Os resultados surpreenderam os especialistas, explica Pacoureau.<br>Além do tubarão do oceano, o tubarão-martelo comum e o martelo gigante chegaram a uma situação crítica: suas populações caíram mais de 80%. Tubarões e raias são espécies particularmente vulneráveis porque crescem lentamente e se reproduzem pouco. De acordo com o estudo, o uso de palangres e redes de cerco dobrou em cinquenta anos, capturando a vida marinha sem discriminação. E os órgãos regionais que regulam as empresas internacionais de pesca "não listaram a proteção de tubarões e raias como uma prioridade", disse Pacoureau... Aplicar regras de proteção funciona, e um exemplo disso está no grande tubarão branco, espécie lendária que voltou às águas americanas, explica o especial.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 19:20:14 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>jandisonmanoel</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1349840179</link>
         <description><![CDATA[<div>A destruição causada pelo homem e como consequências o aquecimento global.&nbsp;<br><br>A natureza esta sendo transformada e quem contribui para essa destruição é o homem que destrói, ajudam na extinção das espécies animais, devido à conseqüência da poluição do ar, do solo e principalmente da água.<br><br>Com o aumento das queimadas que tivemos nos últimos anos, das florestas que foram desmatadas, e o rápido desenvolvimento das indústrias que são responsáveis por grande parte da culpa desse aumento da temperatura que estamos vivendo essas indústrias faz parte da degradação do meio ambiente e da natureza, poluindo os rios e os solos e o ambiente como um todo, quando lançam produtos químicos que poluem e matam os peixes as plantas e que muitas vezes deixam as pessoas doentes por comerem um alimento envenenado, com o pensando apenas no lucro as organizações não pensam no tamanho do estrago que estão fazendo.<br><br>A conseqüência acelerada do crescimento da indústria e a irresponsabilidade dos gestores que as governam nos últimos séculos, e a falta de preocupação do homem com o desmatamento, fizeram com que tivesse um aumento da emissão dos gases poluentes na atmosfera o que proporcionou a elevação da temperatura ambiente da terra, acarretando o derretimento das geleiras e consequentemente o aumento do nível do mar.<br><br>A população precisa abrir os olhos deixar a ignorância e tomar medidas para evitar as queimadas, a poluição, pensar nas novas gerações que precisam viver em mundo limpo.<br><br>A busca incansável pelo dinheiro fez com que as pessoas deixassem de ser solidários e responsáveis, estamos em uma época que se faz necessário tomar medidas de extrema urgência para possamos ainda tentar corrigir o que já foi feito.<br><br>Referências:&nbsp;<br>https://administradores.com.br/artigos/as-destruicoes-causadas-pelo-homem-e-como-consequencia-o-aquecimento-global.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-24 19:41:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>alanab8</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1350980332</link>
         <description><![CDATA[<div>Militares Fracassam Em Missão<br>De Conter Desmatamento Da&nbsp;<br>Amazônia&nbsp;<br>&nbsp; &nbsp; Sob fiscalização do exército , as taxas de<br>&nbsp; &nbsp; Desmatamento na floresta tropical alcançaram o maior número em 12 anos &nbsp;<br><br><br><br>http://g1.globo.com /natureza/Amazônia/notícia/2021/03/24/militares-fracassam-em-missao-de-conter-desmatamento-da-amazonia.ghtmi</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 02:49:40 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Como caçadores usam tortura sonora para encurralar e matar golfinhos.</title>
         <author>laianedacostalima320</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1355027194</link>
         <description><![CDATA[<div>Um grupo de cerca de 50 golfinhos se aproxima da praia. Os animais nadam até a parte mais rasa, atolam e são brutalmente mortos por caçadores com golpes de lança no espiráculo — orifício por onde o animal respira. A cor vermelha toma conta do mar azul-esverdeado. São poupados apenas os animais mais jovens, sem cicatrizes e com maior expectativa de vida. Eles são mais valiosos para os caçadores, pois são vendidos a parques aquáticos, onde são treinados e viram atração em troca de ingressos caros. Os outros são abatidos e sua carne é vendida em restaurantes e supermercados.<br>Essas mortes em massa, conta o ativista e conselheiro da Sea Shepherd Brasil (ONG internacional que atua na proteção marinhada), Guiga Pirá, só ocorrem porque, antes de serem mortos, os golfinhos sofrem uma tortura sonora por caçadores para que eles desviem de suas rotas originais e sejam mortos na costa. "Os caçadores fazem uma barreira sonora martelando uma barra de ferro dentro da água. O caçador, que tem uma visão privilegiada da movimentação dos animais, orienta as batidas para encurralar os animais", afirmou o brasileiro, que viaja o mundo protegendo golfinhos e baleias da matança, em entrevista à BBC News Brasil. Por conta de suas ações de combate e repressão à matança de golfinhos, Guiga também atua como fotógrafo e tripulante da ONG em missões, mas não vai mais ao Japão, onde é considerado persona non grata. Esses animais são geralmente usados para que turistas tirem fotos nos parques aquáticos para onde são levados. É comum que os próprios treinadores que trabalham em resorts, explica Guiga Pirá, se desloquem até o local da matança para selecionar os melhores animais. É justamente o dinheiro que os pescadores conseguem com a venda de golfinhos vivos que banca a compra de novas embarcações e estrutura para as caças, explicam os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil.<br>Marcondes diz que a interação mais saudável entre homem e golfinho no Brasil acontece no Sul. Em Santa Catarina, conta ele, pescadores pescam tainha em cooperação com os animais.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-25 21:08:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Lixo eletrônico: por que se preocupar e qual caminho seguir</title>
         <author>pedroinacio</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1357723236</link>
         <description><![CDATA[<div>- Além do impacto negativo ao meio ambiente, o descarte inadequado evidencia o consumo efêmero de dispositivos tecnológicos;<br>- Quem não tem, ao menos, um celular, notebook, geladeira ou televisão em casa? Os <strong>dispositivos tecnológicos </strong>já fazem parte do cotidiano brasileiro e, a cada lançamento, um aparelho se torna o queridinho da vez. Entretanto, por trás de toda essa inovação e necessidade de se manter atualizado, existe um grande problema: a produção precoce de <strong>lixo eletrônico</strong>.<br><br>Reportagem completa: https://www.consumidormoderno.com.br/2021/03/25/lixo-eletronico-por-que-preocupar-qual-caminho-seguir/ </div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-26 15:36:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author>fernandacoelho5</author>
         <link>https://padlet.com/profmarlucelima/ks4qc43kbal68a32/wish/1361887102</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Ilha de lixo<br></strong>Estas gigantescas concentrações de lixo estão formadas majoritariamente por microplásticos de menos de cinco milímetros que flutuam no interior das correntes rotativas e ficam presos nestes imensos redemoinhos, agrupados pelas correntes internas.</div><div><br></div><div>A Organização das Nações Unidas (ONU) está advertindo desde há muito tempo a comunidade internacional sobre os danos causados pelo lixo oceânico na economia e no meio ambiente. Estes resíduos destroçam os ecossistemas marinhos ao provocarem a morte de mais de um milhão de animais por ano. Além disso, encarecem em milhares de milhões de dólares a conservação dos oceanos prevista inicialmente pelo Convênio sobre a Diversidade Biológica da ONU.</div><div><br></div><div>Da mesma forma, o plástico oceânico compromete a subsistência e a prosperidade de muitas pequenas comunidades que vivem da pesca, prejudica a qualidade do ar, contamina a atmosfera e contribui para o aquecimento global. Neste sentido, pesquisadores da Universidade do Havaí descobriram em 2018 que o polietileno um dos plásticos descartáveis mais utilizados emite gases de efeito estufa, como o etileno e o metano, quando se descompõe ao sol.</div><div><br></div><div>Mesmo assim, organizações como o Greenpeace denunciam que o plástico flutuante significa tão só 15% do total, enquanto 85% permanece escondido debaixo da água em profundidades de até 11.000 metros ou, inclusive, preso no gelo do Ártico. O lixo oceânico prolifera de tal forma que até o Fórum Econômico Mundial (WEF) prevê que em 2050 os oceanos poderiam conter mais toneladas de plástico do que de peixes.</div><div><br></div><div>Acabar com o plástico dos oceanos é uma tarefa tão urgente como difícil de tratar. Apesar de já existirem algumas iniciativas engenhosas em andamento, são projetos que propõem soluções em pequena escala. Estas tentativas são louváveis, mas insuficientes para um problema que, além de tecnologia, requer pesquisa científica, ação política e cooperação internacional, entre outros aspectos.</div><div><br></div><div>Porém, está em nossas mãos fazer algo para evitar que a situação piore com práticas simples tais como: Reduzir o consumo de plásticos, reutilize tudo o que puder e recicle sempre, quer seja em contêineres ou em pontos limpos. Apoie as organizações que trabalham para erradicar o plástico oceânico. Contribua para a divulgação do problema e conscientize as pessoas que vivem perto de você. Participe de jornadas de limpeza em mar aberto e áreas costeiras para a recuperação e reciclagem de resíduos. Alerte as autoridades sempre que você ficar sabendo ou presenciar infrações relacionadas com a gestão dos resíduos plásticos.</div><div><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-03-28 19:23:29 UTC</pubDate>
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