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      <title>Mapa Temporal | Recorte: Povo Krenak ao redor do Rio Doce by Franciele Zagne</title>
      <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic</link>
      <description>Trabalho da disciplina de História feito pelos alunos da turma de Automação Industrial do 2º ano: Amanda Silveira, Franciele Zagne, Lucas Santos, Maria Eduarda Souza, Murilo de Oliveira e Victória Alice.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-05-22 19:26:50 UTC</pubDate>
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         <title>1417 - FIM DO CISMA DO OCIDENTE.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
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         <description><![CDATA[<div>O cisma do Ocidente ocorreu a partir da disputa de poder entre dois papas em uma Europa dividida. A disputa ocorreu entre a igreja católica iniciada após a morte do papa Gregório XI. <br><br>Fonte:<br><a href="https://noticiasconcursos.com.br/o-cisma-do-ocidente-divisao-da-igreja-catolica/">Cisma do Ocidente - Divisão da Igreja Católica.</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:34:33 UTC</pubDate>
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         <title>1438 - FUNDAÇÃO DO IMPÉRIO INCA.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Os incas constituem uma grande civilização que ocupou uma área no território sul-americano. Dizem que esse povo fixou-se inicialmente em Cuzco, na região central dos Andes e teve como primeiro grande líder Manco Capac. <br><br>Fonte:<br><a href="https://www.historiadomundo.com.br/inca">Inca</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:36:16 UTC</pubDate>
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         <title>Introdução.</title>
         <author>francielezagne</author>
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         <description><![CDATA[<div>O Trabalho de História do Grupo 1 do Técnico em Automação Industrial do primeiro ano organiza-se nas colunas ao lado desta.<br>O intuito do trabalho é retratar acontecimentos marcantes entre os séculos XV e XXI a partir do recorte <em>Povo Krenak ao redor do Rio Doce</em> e disponibilizar uma quantidade significativa de informações para aprimorar o conhecimento dos leitores desse trabalho, contendo diversas referências confiáveis e interessantes destacadas em rosa.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:36:46 UTC</pubDate>
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         <title>29/05/1453 - QUEDA DE CONSTANTINOPLA.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
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         <description><![CDATA[<div>Essa data é considerada, simbolicamente, como sendo o fim da Idade Média e início da Idade Moderna. - A queda de Constantinopla foi o marco simbólico da declínio do Império Romano do Oriente (Império Bizantino) e marcou o triunfo do Império Otomano. A cidade de Constantinopla então passou a se tornar Istambul e sede do Império Otomano.&nbsp;</div><div><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="https://www.historiadomundo.com.br/idade-media/queda-de-constantinopla.htm">Queda de Constantinopla</a></h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:37:51 UTC</pubDate>
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         <title>1453 - FIM DA GUERRA DOS CEM ANOS.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550440340</link>
         <description><![CDATA[<div>A guerra dos cem anos aconteceu devido a pretensão do rei inglês Eduardo III de disputar a sucessão do rei francês Carlos IV. A Inglaterra desejava a união dos dois reinados para ter acesso livre às áreas francesas, enquanto os franceses queriam manter o domínio nelas.&nbsp;</div><div><br>(fonte: https://monografias.brasilescola.uol.com.br/historia/a-guerra-dos-cem-anos.htm)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:41:02 UTC</pubDate>
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         <title>1450 - CONSTRUÇÃO DA CIDADE DE MACHU PICCHU.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550441911</link>
         <description><![CDATA[<div>A construção de Machu Picchu ocorreu sob comando de Pachacuti. Por causa da localização e o acesso difícil, os colonizadores espanhóis não a encontraram na época. A construção contou com as grandes técnicas de engenharia do povo inca, que tinha a cidade como um santuário religioso e também serviu como observatório astronômico.<br><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="https://machupicchubrasil.com.br/blog/machu-picchu/">História de Machu Picchu: como os incas construíram a cidade</a></h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:42:51 UTC</pubDate>
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         <title>Indígenas Botocudos.</title>
         <author>francielezagne</author>
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         <description><![CDATA[<div>"No início do século 19, as tribos de botocudos viviam no vale do rio Doce, entre o Espírito Santo e a Bahia. Não eram tupis, mas pertencentes ao grupo linguístico macro-jê. Guerreiros, eles evitavam o contato com o colonizador branco, daí terem recebido a alcunha de “índios ferozes” ou “de vis aimorés”, como declama o poema I-Juca Pirama, de Gonçalves Dias.."<br><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="https://sites.usp.br/prp/3869">A antropologia física dos “vis aimorés”</a></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:46:01 UTC</pubDate>
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         <title>RECORTE: Povo Krenak ao redor do Rio Doce.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550447910</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:49:23 UTC</pubDate>
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         <title>1478 - FUNDAÇÃO DA INQUISIÇÃO ESPANHOLA. </title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550448318</link>
         <description><![CDATA[<div>A inquisição Espanhola foi criada pelos soberanos católicos da Espanha que queriam um país unido, e acreditavam que isso só ocorreria se todos adotassem a crença católica como religião. Assim, aqueles de outras religiões, que eram considerados hereges, eram perseguidos, expulsos do país e até mesmo sentenciados à morte. &nbsp;</div><div><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="https://www.megacurioso.com.br/historia-e-geografia/45625-curiosidades-gerais-sobre-o-sinistro-tribunal-da-santa-inquisicao-espanhola.htm">Tribunal da Santa Inquisição Espanhola</a></h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:49:54 UTC</pubDate>
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         <title>RECORTE: Povo Krenak ao redor do Rio Doce.</title>
         <author>francielezagne</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:51:38 UTC</pubDate>
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         <title>RECORTE: Povo Krenak ao redor do Rio Doce.</title>
         <author>francielezagne</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:52:00 UTC</pubDate>
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         <title>03/02/1488 - BARTOLOMEU DIAS PASSA PELO CABO DA BOA ESPERANÇA.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550451009</link>
         <description><![CDATA[<div>O antigo nome “Cabo das Tormentas” se dá ao fato de que durante a expedição as águas estavam agitadas e o navegador passou por diversas tempestades, porém Dom João II optou por trocá-lo dez meses depois para Cabo da Boa Esperança<br><br>Fonte:<br>&nbsp;<a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/bartolomeu-dias-cabo-tormentas-historia.phtml">Bartolomeu Dias encontra Cabo das Tormentas</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:53:06 UTC</pubDate>
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         <title>1492 - FIM DA GUERRA DE RECONQUISTA.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550453707</link>
         <description><![CDATA[<div>A Guerra de Reconquista foi uma série de guerras entre os reinos cristões e os mouros mulçumanos pelo poder da Península Ibérica. Depois de anos de luta, Fernando de Aragão e Isabel de Castela se casaram e reconquistaram Granada&nbsp;</div><div><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="https://www.suapesquisa.com/historia/guerra_reconquista_espanha.htm">Guerra de Reconquista na Espanha</a></h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:56:09 UTC</pubDate>
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         <title>12/10/1492 - DESCOBRIMENTO DA AMÉRICA POR CRISTÓVÃO COLOMBO.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550455202</link>
         <description><![CDATA[<div>A chegada dos espanhóis à América por meio do Cristóvão Colombo tem ligação com as grandes navegações e pela procura dos europeus pelo alcance do mercado das Índias com o objetivo de comprar pedras preciosas e especiarias. Para os povos indígenas, isso levou a diversas tragédias, já que em poucas décadas, milhões deles morreram após a chegada.&nbsp;<br><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="https://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/descobrimento-da-america.htm">Descobrimento da América</a></h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:57:52 UTC</pubDate>
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         <title>1944 - PARQUE ESTADUAL DO RIO DOCE.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550455233</link>
         <description><![CDATA[<div>Para preservar a Mata Atlântica e seus animais nativos, em 1944 foi criado o Parque Estadual do Rio Doce. Ele ocupa terras dos municípios de Timóteo, Dionísio e Marliéria e abriga a maior floresta natural de Minas Gerais. Praticamente, toda a região do Rio Doce era coberta pela Mata Atlântica, que é um tipo de floresta. Antes da chegada dos colonizadores portugueses ao Brasil, a Mata Atlântica ocupava uma grande parte do território. Os indígenas dependiam da floresta para caçar, pescar, colher frutos, plantar pequenas lavouras e manter suas tradições.<br><br>Fonte:<br>- História da Região Metropolitana do Vale do Aço; Helena Guimarães Campos e Marilene Tuler.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 19:57:54 UTC</pubDate>
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         <title>04/05/1493 - PAPA ALEXANDRE VI DECRETA A NULA INTER COETERA.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550457485</link>
         <description><![CDATA[<div>A Bula Inter Coetera determinou que o novo mundo fosse dividido entre Portugal e Espanha por um meridiano que ficava a 100 léguas a oeste das ilhas dos Açores e de Cabo verde, tudo ao oeste era espanhol e ao leste seria portugês. Mas como tal acordo desagradou à Coroa Portuguesa, e por isso o Tratado de Tordesilhas foi criado.<br><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="https://www.suapesquisa.com/o_que_foi/bula_inter_coetera.htm">Bula Inter Coetera</a></h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:00:14 UTC</pubDate>
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         <title>RECORTE: Povo Krenak ao redor do Rio Doce.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550457554</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:00:18 UTC</pubDate>
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         <title>07/06/1494 - DECRETAÇÃO DO TRATADO DE TORDESILHAS. </title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550459613</link>
         <description><![CDATA[<div>O tratado serviu principalmente para delimitar as terras entre os reinos de Portugal e Espanha e teve um grande objetivo de que esses países não entrassem em conflito armados.<br><br>Fonte:&nbsp; <br><a href="https://www.scielo.br/pdf/bcg/v18n3/05.pdf">O MAPA DAS CORTES E AS FRONTEIRAS DO BRASIL&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:02:13 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>XVIII - GENOCÍDIO DE BOTOCUDOS.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550460205</link>
         <description><![CDATA[<div>“Durante trezentos anos, a região leste do Estado de Minas Gerais não podia ser devassada. A Coroa portuguesa impedia a passagem direta da região das minas até o litoral, para evitar o contrabando de ouro e diamantes. Criou-se, assim, o chamado "sertão do leste". Com o esgotamento das minas, no fim do século XVIII, tornou-se indispensável derrubar e explorar a Mata Atlântica e exterminar os chamados índios "botocudos", que enfrentavam os colonizadores. Houve, portanto, o genocídio dos índios. Atualmente, as comunidades indígenas estão renascendo e se fortalecendo, exigem respeito pela sua identidade étnica e o atendimento de suas necessidades.”<br><br>Fonte: <br><a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142009000100014">&nbsp;Genocídio e resgate dos "Botocudo"</a>&nbsp;(entrevista com Ailton Krenak, em 2009.)<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:02:52 UTC</pubDate>
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         <title>20/05/1498 - VASCO DA GAMA CHEGA À CALICUTE (ÍNDIAS).</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550462864</link>
         <description><![CDATA[<div>Mesmo com muitas dificuldades, a frota de Vasco da Gama, no dia 20 de Maio desembarcou em frente de Capua, poucas milhas ao Norte de Calicute. A partir dali, eles precisavam entrar em processo diplomático com pessoas que viviam em um sistema e contexto social muito diferente dos Europeus<br><br>Fonte: <br><a href="https://academia.marinha.pt/pt/academiademarinha/Edies/Quarto.pdf">IV SIMPÓSIO DE HISTÓRIA MARÍTIMA - A VIAGEM DE VASCO DA GAMA.</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:05:12 UTC</pubDate>
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         <title>1824 - COLONIZAÇÃO DO RIO DOCE.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550463241</link>
         <description><![CDATA[<div>"A colonização oficial planejada para o vale do rio Doce no início do século XIX tinha como escopo o aproveitamento econômico do território, o domínio das terras habitadas por povos nativos, disponibilizando-as para a expansão, e, finalmente, a assimilação – ou eliminação – desses resistentes povos, os índios Botocudos. Nesse sentido, o território do Doce era uma fronteira da sociedade luso-brasileira, na qual imperavam densas florestas “infestadas pelo gentio”. E 1824, o nascente Governo Imperial determinou a instalação da Diretoria de Índios do Rio Doce para reunir os Botocudos em aldeamentos, até 1845, quando nova legislação modificou a política indígena em todo o Brasil."<br><br>Fonte: <a href="http://portais4.ufes.br/posgrad/teses/tese_3310_Francieli_Aparecida_Marinato.pdf">ÍNDIOS IMPERIAIS OS BOTOCUDOS, OS MILITARES E A COLONIZAÇÃO DO RIO DOCE - ESPÍRITO SANTO, 1824-1845</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:05:37 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>22/04/1500 - CARTA DE PERO VAZ DE CAMINHA.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550466668</link>
         <description><![CDATA[<div>"A primeira carta sobre o Brasil, a belíssima carta de 1500, escrita por Pero Vaz de Caminha a El-Rei Dom Manuel, fica inédita e soterrada até 1773 nos arquivos portugueses. (...) A carta de Pero Vaz de Caminha é, na verdade, um diário, que registra de 22 de Abril a 10 de Maio de 1500, uma progressiva descoberta dos homens (desde o primeiro instante, não há dúvida de que são homens) e das mulheres de Porto Seguro. A primeira imagem, a mesma que Colombo tivera nas antilhas, é de que todos vão nus e são imberbes: "homens pardos, todos nus, sem nenhuma coisa que lhes cubrisse suas vergonhas, traziam arcos nas mãos e suas setas". "<br><br>Fonte: <br><a href="https://www.scielo.br/j/ea/a/LdbG3Md7QPSD7VCC5SSNHFj/?lang=pt">Imagens de índios do Brasil: O Século XVI&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:09:09 UTC</pubDate>
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         <title>1500 - INÍCIO DA DIÁSPORA AFRICANA.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550467789</link>
         <description><![CDATA[<div>A diáspora africana foi um fenômeno em que ocorreu a imigração forçada de africanos, durante o tráfico transatlântico de escravizados. A diáspora também foi responsável por uma redefinição identitária, já que esses povos reinventaram práticas e montaram novos modos de vida, surgindo as sociedades afro-diaspóricas, como o Brasil, EUA, Cuba, Colômbia, entre outros. A sociedade fruto da diáspora tem características marcantes decorrentes do passado escravocrata, ligando-se social e culturalmente por meio do passado, manifestações artísticas, religiões, e de vários gêneros musicais.<br><br>Fonte: <br><a href="http://www.palmares.gov.br/?p=53464">Diáspora africana, você sabe o que é?</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:10:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>22/04/1500 - &quot;DESCOBRIMENTO&quot; DO BRASIL.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550469915</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1500 os portugueses chegaram ao Brasil pela expedição de Pedro Álvares Cabral. O que ocorreu nela foi retratado pelo escrivão Pero Vaz de Caminha. Eles ficaram no Brasil até dia 2 de maio, quando partiram em direção à Índia, que era o real e grande objetivo da expedição. A ideia de “descobrimento” é eurocêntrica, pois não abarca que no território já haviam diversos nativos antes da chegada dos europeus, portanto, o mais correto é usar “conquista ou invasão".<br><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="https://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/descobrimento-do-brasil.htm">Descobrimento do Brasil</a></h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:12:36 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>SÉC. XV - FIM DA BAIXA IDADE MÉDIA.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550472199</link>
         <description><![CDATA[<div>A Baixa Idade Média, que teve início no século XI, encerrou-se no século XV. Foi durante a Baixa Idade Média que, no continente Europeu, a população aumentou, as cidades e o comércio voltaram a ativa. Tudo isso ocasionou mudanças na forma como a sociedade europeia organizava-se. Essas reformas da Baixa Idade Média foram responsáveis pelo fim do feudalismo e pela centralização do poder real.<br><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiageral/baixa-idade-media.htm#:~:text=Baixa%20Idade%20foi%20uma%20das,a%20sociedade%20europeia%20organizava%2Dse.">Baixa Idade Média</a></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:14:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>SÉC. XV - CHEGADA DOS EUROPEUS NA ÁFRICA.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550475039</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>&nbsp;“Em síntese, significou o bloqueamento do desenvolvimento próprio do continente africano e sua rearticulação em direção ao desenvolvimento do capitalismo, cujo epicentro seria agora o Atlântico.”&nbsp;</blockquote><div><br></div><blockquote>“Os portugueses não tinham como objetivo direto colonizar a África, mas assegurar-se de bases comerciais e pontos de apoio, por isso o interesse em se apoderar das ilhas e dos locais litorâneos.”&nbsp;</blockquote><div><br>Fonte:&nbsp; <br><a href="http://books.scielo.org/id/yf4cf/pdf/macedo-9788538603832-08.pdf">Os estados africanos nos séculos XVI-XVIII&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:18:20 UTC</pubDate>
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         <title>ÍNDIOS BOTOCUDOS DO RIO DOCE - WALTER GARBE.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550477071</link>
         <description><![CDATA[<div>Mais fotografias marcantes em:<br>&nbsp;<br><a href="https://ape.es.gov.br/indios-botocudos-do-rio-doce-walter-garbe">APEES - Índios Botocudos do Rio Doce - Walter Garbe &nbsp;</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:20:43 UTC</pubDate>
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         <title>Paleoíndios com traços negroides? DNA polinésio?</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550479511</link>
         <description><![CDATA[<div>“Um dos principais mistérios da Antropologia Física brasileira – e que já dura 150 anos – está prestes a ser elucidado. Afinal, quem eram os índios botocudos? Seriam eles descendentes diretos de uma primeira onda migratória de paleoíndios com traços negroides que teria povoado a América do Sul há 13 mil anos, no final da Idade do Gelo? Ou seriam os botocudos uma etnia diferente de todas as demais etnias brasileiras, por possuírem DNA polinésio no seu caldo hereditário? Ou carregariam injustamente a pecha de “primitivos” desde os tempos do Brasil Colônia, já que seriam descendentes da mesma migração humana que derivou em todas as etnias indígenas do Novo Mundo?”<br><br>Fonte: <a href="https://sites.usp.br/prp/3869">A antropologia física dos “vis aimorés”</a>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:23:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2009 - Despejos no Rio Doce.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550488470</link>
         <description><![CDATA[<div>“A água do Rio Doce está muito ruim. No meio dela há partículas de mercúrio, bauxita e outros minérios pesados, fora os resíduos jogados no Rio Doce pelos municípios, desde o Rio Piracicaba. Quando a gente toma banho, sai bronzeado, mineralizado. Num seminário no médio Rio Doce acusei os municípios de serem responsáveis por jogarem detritos no rio. Uma pessoa se levantou e disse: "Em Ipatinga não se faz mais isso, pois tratamos de nossa água, antes de jogá-la no Rio Doce". Ora, mas, em Governador Valadares, jogam restos de hospital, sofás velhos, televisões e até geladeiras dentro do rio. Todo mundo na beira do Watu (nome que os índios dão ao Rio Doce) acha que ele é o depósito de todos seus restos.” <br><br>Fonte: <a href="http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&amp;pid=S0103-40142009000100014">Genocídio e resgate dos "Botocudo"</a> (entrevista com Ailton Krenak em 2009)</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:34:10 UTC</pubDate>
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         <title>Povos indígenas em MG.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550489594</link>
         <description><![CDATA[<div>"Atualmente vivem no Brasil mais de 800 mil indígenas, pertencentes a cerca de 305 povos, falando 274 línguas.<br><br></div><div>Em Minas Gerais há dezenove etnias indígenas. As etnias são: Maxakali, Xakriabá, Krenak, Aranã, Mukuriñ, Pataxó, Pataxó hã-hã-hãe, Catu-Awá-Arachás, Kaxixó, Puris, Xukuru-Kariri, Tuxá, Kiriri, Canoeiros, Kamakã, Karajá, Guarani e Pankararu.<br><br></div><div>As dezenove etnias que vivem atualmente no Estado de Minas Gerais são pertencentes ao tronco lingüístico Macro-Jê e Tupi-Guarani (Guarani) e contam aproximadamente com vinte mil indivíduos. Há uma grande população de indígenas que vivem nos centros urbanos."<br><br></div><div>Fonte: <a href="https://www.cedefes.org.br/artigo-povos-indigenas-em-minas-gerais/">Artigo: Povos indígenas em Minas Gerais</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:35:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2015 - IMPACTOS DA LAMA: POVO KRENAK.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550491193</link>
         <description><![CDATA[<div>Vivendo às margens do Rio Doce, os indígenas Krenak estão entre os mais afetados pelos rompimentos de barragens e despejos de resíduos nas águas. Para eles o rio Watú Nék – o Rio Doce, na língua krenak – foi morto, significando a impossibilidade de exercerem suas práticas culturais e de sobrevivência relacionadas com o rio. <br><br>Fonte: <a href="https://www.greenpeace.org/brasil/blog/rio-doce-impactos-da-lama-no-corpo-e-na-alma-do-povo-krenak/">Rio Doce: impactos da lama no corpo e na alma do povo Krenak </a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:37:23 UTC</pubDate>
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         <title>Finalização.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550508080</link>
         <description><![CDATA[<div>O Trabalho de História do Grupo 1 do Técnico em Automação Industrial do primeiro ano se encerra aqui. Agradecemos mais uma vez pela atenção aos comentários e nossas postagens.&nbsp;<br><br>Maykon Felix Santana, morador da aldeia indígena Krenak, finaliza, de forma rica e generosa, o nosso trabalho. Agradecemos ao Maykon por se dispor a falar de um assunto tão importante e deixar claro que indígenas, ao contrário da visão errônea de algumas pessoas, são acessíveis e fazem parte de grandes lutas pelos direitos dos cidadãos brasileiros.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-22 20:56:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1502 - Coroa Portuguesa concede a Fernão de Noronha o direito de exploração do pau-brasil.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550820470</link>
         <description><![CDATA[<div>"A expedição comandada por Gonçalo Coelho, em 1503, constituiu-se em uma ação de particulares. Para organizá-la, a Coroa firmou, em 1502, contrato com um grupo de comerciantes, à frente Fernão de Noronha. A terra foi arrendada por um período de três anos para exploração do pau-brasil. Os arrendatários, em troca, comprometiam-se a construir feitorias e pagar, à Coroa, parte do lucro obtido. O arrendamento foi renovado mais duas vezes, em 1505 e em 1513. Como conseqüência do contrato e da expedição de 1502, o rei Dom Manuel doou, em 1504, a Fernão de Noronha, a primeira capitania hereditária no litoral brasileiro: a ilha de São João da Quaresma, atual Fernando de Noronha." <br><br>Fonte: <a href="http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo01/costa_pau_brasil.html">A Costa do Pau-Brasil e a Costa do Ouro e da Prata</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 04:27:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1521 - Hernán Cortés conquista Tenochtitlan, capital do Império Asteca.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550834225</link>
         <description><![CDATA[<div>Hernán Cortez fez uma aliança com povos subjugados pelos astecas e com o auxilio deles, em 1521 os espanhóis conquistaram a capital Tenochtitlán. Cortez, dessa forma, pôs fim ao reinado de Montezuma II, destruindo o Império Asteca.<br><br>Fonte: <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historia-america/tenochtitlan-cidade-asteca-construida-sobre-lago.htm">Tenochtitlán, a cidade asteca construída sobre o lago</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 04:39:50 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1517 - INÍCIO DA REFORMA PROTESTANTE.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550844511</link>
         <description><![CDATA[<div>A reforma protestante teve inicio com Martinho Lutero, que revoltado com a corrupção Católica escreveu um manifesto de <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/95%20Teses%20de%20Lutero.pdf">95 teses</a> e o pregou na porta da Igreja Católica de Wittenberg, na Alemanha. A ação de Lutero não teve como propósito a ruptura com a Igreja, mas de todo modo foi o que aconteceu, já que suas ideias se espalharam muito rápido, pela imprensa, o que deu origem a diversos outros movimentos de reforma religiosa na Europa. <br><br>Fonte:&nbsp; <a href="https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/historia/reforma-protestante">Reforma Protestante</a>,&nbsp; <a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/95%20Teses%20de%20Lutero.pdf">95 Teses de Lutero&nbsp;</a></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 04:49:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1532 - Francisco Pizarro lidera a conquista espanhola do Império Inca.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550856228</link>
         <description><![CDATA[<div>Essa data é um marco, constituída na conquista dos Incas pelos Espanhóis. A expedição, liderada por Francisco Pizarro, possuía 200 homens e encontrou o império Inca em uma guerra civil. Por fim, utilizando-se desse vulnerabilidade para a dominação de todo o povo. Concomitante,&nbsp; ocorrendo a captura do imperador Atahualpa, enfraquecendo o império, também sendo um simbólico encontro de traição e desrespeito.<br><br>Fonte:<a href="https://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/conquista-dos-incas.htm#:~:text=A%20conquista%20dos%20incas%20foi,disso%20para%20dominar%20esse%20povo."> Conquista dos incas</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 04:54:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1534 - D.João III institui o sistema de capitanias hereditárias no Brasil.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550874325</link>
         <description><![CDATA[<div>"As <a href="http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo01/cap_hereditarias.html"><strong>capitanias hereditárias</strong>&nbsp;</a>foram a primeira tentativa da Coroa portuguesa de organizar a ocupação e colonização do Brasil. O sistema foi implantado na década de 1530 e consistiu em destinar aos nobres portugueses o direito de explorar uma região chamada de capitania. No entanto, esse sistema mostrou grandes falhas e a sua administração, concentrada nos donatários, logo foi substituída pela do governador-geral."<br><br>"As capitanias hereditárias no litoral brasileiro, doadas por Dom João III entre 1534 e 1536, foram 14. Os donatários, representantes do rei de Portugal na Colônia, foram 12."<br><br>Fontes: <a href="https://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/capitanias-hereditarias.htm">Capitanias hereditárias</a>, <a href="http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo01/cap_hereditarias.html">O Sistema de Capitanias Hereditárias</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 05:11:03 UTC</pubDate>
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         <title>1536 - Estabelecimento da Inquisição em Portugal.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"A Inquisição entrou em Portugal em 1536, quando as <a href="https://www.infoescola.com/historia/descobrimentos-portugueses/">viagens dos Descobrimentos </a>afirmavam a nação lusa no mundo. O novo tribunal, a funcionar em pleno em Espanha, foi primeiro pedido sem sucesso por D. Manuel e, de novo em 1531, por D. João III, que incumbira o embaixador em Roma de requerer a sua criação. Os reis queriam sobretudo “uma nova arma de centralização régia”. Para justificar a presença num território em que a unidade religiosa não estava em perigo, quase sem protestantes, a instituição portuguesa elegeu os cristãos-novos, judeus forçados à conversão religiosa, com poder e por isso invejados, os seus maiores inimigos."<br><br>Fonte: <a href="https://ensina.rtp.pt/artigo/breve-historia-da-inquisicao-em-portugal/#:~:text=A%20Inquisi%C3%A7%C3%A3o%20entrou%20em%20Portugal,de%20requerer%20a%20sua%20cria%C3%A7%C3%A3o.">Breve história da Inquisição em Portugal</a>, <a href="https://www.infoescola.com/historia/descobrimentos-portugueses/">Descobrimentos portugueses</a>, <a href="https://www.visitportugal.com/pt-pt/NR/exeres/31ADBA57-48F6-470C-94C6-5C42F44486AF">Os Descobrimentos Portugueses</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 05:13:10 UTC</pubDate>
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         <title>1550/1560 - Chegam as primeiras levas de escravos africanos para o Brasil.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Os primeiros africanos começaram a chegar no Brasil na década de 1550 e foram trazidos por meio do tráfico negreiro, negócio que fez fortunas ao longo de três séculos."<br><br>"A mão de obra indígena foi a primeira a ser utilizada no Brasil colônia, para a extração do pau-brasil, nas primeiras décadas do século XVI. Os nativos eram livres, sendo explorados pelo sistema do escambo (troca)"<br><br>"No continente americano, o Brasil foi o país que importou mais escravos africanos. Entre os séculos XVI e meados do XIX, vieram cerca de 4 milhões de homens, mulheres e crianças, o equivalente a mais de um terço de todo comércio negreiro."<br><br>Fonte: <a href="https://guiadoestudante.abril.com.br/curso-enem-play/escravidao-no-brasil-crueldade-historica/">Brasil Colônia: Escravidão</a>,&nbsp;</div><h1><a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/escravidao-no-brasil.htm#:~:text=O%20tr%C3%A1fico%20negreiro%20foi%20respons%C3%A1vel,ao%20longo%20de%20tr%C3%AAs%20s%C3%A9culos.">Escravidão no Brasil</a>, <a href="https://brasil500anos.ibge.gov.br/territorio-brasileiro-e-povoamento/negros.html">Desembarque estimado de africanos no Brasil - Séculos XVI-XVIII</a></h1><div><br><br>(<strong>Desembarque estimado de africanos no Brasil - Séculos XVI-XVIII - Períodos 1531-1575 a 1771-1780)</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 05:13:36 UTC</pubDate>
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         <title>1549 - Chegam os primeiros jesuítas ao Brasil.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Os jesuítas eram padres que pertenciam à Companhia de Jesus, uma ordem religiosa vinculada à Igreja Católica que tinha como objetivo a pregação do evangelho pelo mundo. Essa ordem religiosa foi criada em 1534 pelo padre Inácio de Loyola e foi oficialmente reconhecida pela Igreja a partir do papa Paulo III em 1540. A proposta dos padres jesuítas para a divulgação do cristianismo era baseada no ensino da catequese. Eles atuaram em diversas partes do mundo e destacaram-se no Brasil colonial. Na Europa, os jesuítas surgiram como parte do movimento de<a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiag/contra-reforma.htm"> contrarreforma</a>, portanto, tinham como importante missão impedir o crescimento do protestantismo."</div><div><br>Fonte:<br><a href="https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/historia/o-que-eram-os-jesuitas.htm">O que eram os Jesuítas?</a><br><br></div><div>Abaixo vemos o Símbolo da Companhia de Jesus. A criação dessa ordem é entendida como uma das reações ao protestantismo.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 05:14:21 UTC</pubDate>
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         <title>1537 - Papa Paulo III promulgou a bula Sublimis Deus.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A bula Sublimis Deus promulgada por Papa Paulo III em 29 de maio de 1537, teve como princípio a igualdade humana, onde afirmou que os indígenas são capazes de entender a fé cristão. Na bula, Papa Paulo III&nbsp; critica a escravidão.<br><br>"Contudo nenhuma bula antes de 1537 exprimia a ideia da liberdade indígena como tema central do parecer religioso, muitos teólogos não tinham se convencidos inteiramente da declaração de que os índios eram “verdadeiros homens”. Por volta deste ano dois acontecimentos se tornaram um dos mais importantes neste labor para a defensa indígena: houve, em 1537, a promulgação feita pelo papa Paulo III, da bula Sublimis Deus e a produção de Las Casas, pouco tempo antes, do seu tratado Único modo de atrair a todos a verdadeira religião. "<br><br>Fonte:&nbsp; <a href="https://monografias.ufrn.br/jspui/bitstream/1/701/1/Bartolom%C3%A9_Salustino_2013">BARTOLOMÉ DE LAS CASAS: à procura de igualdade e justiça aos homens (1550-1552)</a>,&nbsp; <a href="https://www2.senado.leg.br/bdsf/bitstream/handle/id/568/r145-19.pdf?sequence=4">O direito brasileiro e o princípio da dignidade da pessoa humana&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 05:15:04 UTC</pubDate>
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         <title>1549 - Fundação da Cidade de Salvador e a instalação do primeiro Governo Geral.</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>"Chegando ao Brasil em março de 1549, Tomé de Sousa ocupou o posto de governador- geral junto a uma tropa composta por mil homens. Fixando-se na Baía de Todos os Santos, realizou a <strong>f</strong>undação da cidade de Salvador, considerada a primeira capital do Brasil." <br><br>Fonte: <a href="https://mundoeducacao.uol.com.br/historiadobrasil/governo-tome-sousa.htm#:~:text=Chegando%20ao%20Brasil%20em%20mar%C3%A7o,a%20primeira%20capital%20do%20Brasil.">Governo de Tomé de Sousa</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 05:25:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1595 - Anchieta publica &quot;Arte de grammatica da lingoa mais usada na costa do Brasil&quot;. Esta língua é o Tupi.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550889677</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;"A Arte de grammatica da lingoa mais usada na costa do Brasil, do jesuíta José de Anchieta (1534-1597), nascido em Tenerife, Laguna e que chegou à Bahia em 1553, seguindo, em 1554, juntamente com Manuel da Nóbrega, para fundar um colégio em Piratininga. Segundo Rodrigues (1997), a língua retratada na Arte de Gramática é o Tupinambá, falado no século 16, na Bahia, Rio de Janeiro e Espírito Santo, e não, do Tupiniquim, falado em Piratininga, onde Anchieta viveu durante 11 anos, lecionando latim. A Arte de Anchieta é um dos primeiros documentos sobre as línguas do Novo Mundo, precedido, na América do Sul, pela Arte de de la lengua general de los indios de los Reynos del Peru e o Lexicon o Vocabulario de la lengua general del Peru, llamada Quichua, ambos de autoria do dominicano Frei Domingo de Santo Tomás e publicados em Valladolid, em 1560 (Torero,1997) e, nas Américas, pela Arte de la lengua mexicana (1547), na qual o padre franciscano Andrés de Olmos descreve o Nahuatl (Launey, 1997). A finalidade dessas gramáticas era aprender as línguas e transmiti-las a outros religiosos para que servissem de um instrumento mais eficiente na catequese dos chamados povos primitivos, de que se duvidada até a existência de uma “alma”, negando-lhes o estatuto de humanos ou de antropóides adamitas normais. Os primeiros missionários-lingüistas enfrentavam todos os mesmos desafios: não eram falantes das línguas que deveriam descrever e tinham de aprendê-las de povos sem escrita e sem tradição gramatical e que não falavam o português ou o espanhol. Tiveram, então, de desenvolver métodos de trabalho de campo, um sistema de escrita alfabética e analisar e descrever categorias e sistemas morfossintáticos e organização léxico-semântica que não lhes era familiar. "<br><br>"A gramática anchietana pode ser considerada a pedra angular para o estudo da Historiografia Linguística no Brasil do século XVI, sobretudo para os estudos de gramaticografia nesse contexto, conforme tradição filológica e linguística preponderante no Brasil."<br><br>Fonte:&nbsp; <a href="http://www.filologia.org.br/xii_sinefil/completos/por_uma_edicao_KALTNER.pdf">POR UMA EDIÇÃO CRÍTICA DA GRAMÁTICA DE ANCHIETA</a> ,&nbsp; <a href="https://amerindias.github.io/referencias/leifra06quinhentosanos.pdf">500 anos de línguas indígenas no Brasil&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 05:26:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O século 16 termina com o Brasil sob domínio espanhol e com ingleses e holandeses tentando invadir a Cidade do Salvador, a capital.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550891464</link>
         <description><![CDATA[<div>"A invasão do Nordeste brasileiro pelos holandeses resultou diretamente das <strong>relações diplomáticas</strong> entre Portugal, Espanha e Holanda no final do século XVI. Até 1580, a Holanda tinha um envolvimento direto com o negócio do açúcar produzido no Brasil, pois foram eles que financiaram o desenvolvimento do negócio aqui e eles também participavam do refino e da comercialização do açúcar na Europa."<br>"Essa situação sofreu profundas modificações com a crise da dinastia de Avis em Portugal, no final do século XVI. "</div><div>"Assim sendo, uma disputa aconteceu e resultou na coroação de Filipe II, da Espanha, como rei de Portugal. Como desdobramento, as coroas de Espanha e Portugal foram <strong>unificadas</strong> sob o domínio do mesmo rei. Isso ficou conhecido como <a href="https://brasilescola.uol.com.br/o-que-e/historia/o-que-foi-uniao-iberica.htm"><strong>União Ibérica</strong></a><strong> </strong>e representava, naturalmente, que mudanças drásticas aconteceriam nas relações diplomáticas entre Holanda e Portugal, pois a Holanda estava em guerra contra a Espanha desde 1568."<br><br></div><div>Fonte:<br><a href="https://brasilescola.uol.com.br/historiab/invasoes-holandesas-no-brasil.htm">Invasões holandesas no Brasil</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 05:28:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1580 - Após a Crise de sucessão, Portugal perde a independência para Espanha; morre Luis Vaz de Camões.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550891750</link>
         <description><![CDATA[<div>"Em 1580, instalou-se uma crise sucessória em Portugal. Em 1578, o rei Dom Sebastião I morrera na batalha de Alcacer-Quibir, no Marrocos contra os mouros, no norte da África, não deixando herdeiros. Assumira o trono português, como regente, o cardeal Dom Henrique, seu tio-avô, que morreu em 1580. Extinguia-se com ele a dinastia de Aviz."<br><br>Após a Crise de sucessão, a União Ibérica foi instaurada, onde consistia em um período da história de Portugal e da colonização do Brasil que aconteceu entre 1580 e 1640. O período marcou a união das Coroas de Portugal e Espanha, onde a Espanha se apossou do Império Português.&nbsp;<br><br>"O período da União Ibérica marcou uma mudança na orientação da política de colonização do Brasil, até então baseada, principalmente, na ocupação da costa do pau-brasil. A conquista do litoral oriental tornou-se extremamente importante para a metrópole espanhola, como forma de ampliar a cultura canavieira e, também, facilitar a penetração e ocupação do norte do território. Essas medidas demonstravam a preocupação da Coroa espanhola em consolidar sua presença nessa parte do Brasil, e evitar a ocupação estrangeira."<br><br>Fontes:&nbsp;<a href="http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo01/uniao_iberica.html"><strong>A União Ibérica e a Expansão Oficial</strong></a><strong>,&nbsp;</strong><a href="https://www.historiadomundo.com.br/idade-moderna/uniao-iberica.htm">União Ibérica</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 05:28:23 UTC</pubDate>
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         <title>SÉC. XVI- INICIO DAS EXPEDIÇÕES DOS BANDEIRANTES AO BRASIL.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1550898750</link>
         <description><![CDATA[<div>No século XVI eram organizadas expedições oficiais. Dom Francisco de Sousa, governador-geral da capitania de São Vicente de 1599 a 1605, foi quem organizou as primeiras bandeiras. Os bandeirantes desbravaram regiões interiores do Brasil mapeando territórios na procura de pedras e metais preciosos, regiões tais como a atual Minas Gerais. Os bandeirantes também atuaram na captura de escravos fugitivos, destruição de quilombos e aprisionamento de indígenas.<br><br>Fonte:<br><a href="https://www.em.com.br/app/noticia/especiais/educacao/enem/2015/07/07/noticia-especial-enem,665802/bandeirantes-herois-ou-viloes.shtml">Bandeirantes: heróis ou vilões?</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-23 05:34:38 UTC</pubDate>
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         <title>1612 - Expedições no  interior do Brasil.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1553364102</link>
         <description><![CDATA[<div>Sob o domínio espanhol, com a União Ibérica (1580-1640), grupos de colonos realizaram expedições no&nbsp; interior do Brasil em busca de riquezas e de escravos indígenas. Essas expedições, que saíam principalmente da Bahia e de São Paulo, eram comandadas por um capitão, autorizado pela coroa portuguesa,&nbsp; que ajudaram a conquistar e a ampliar a ocupação do território, até então restrita ao litoral. Com a União Ibérica, o Meridiano de Tordesilhas não precisava mais ser respeitado. No início do século, os franceses já exploravam o litoral norte brasileiro.&nbsp;<br><br></div><div>Mesmo sendo derrotada, a França ainda buscou executar outras ações de invasão pelo território brasileiro, chegaram à região nordeste e fundaram o forte de São Luís. Segundo os registros, os franceses queriam ali criar uma colônia chamada França Equinocial. Esse forte acabou se tornando um dos mais importantes marcos históricos coloniais da cidade de São Luís, calhando em uma nova tentativa. Eram chefiados por Daniel de La Touche, fundador da cidade de São Luís (atual capital do Maranhão), nome escolhido por ele para homenagear o então rei francês, Luís 13. Os missionários franceses conseguiram o apoio dos <a href="https://docs.google.com/document/d/1sVn01sv0ZLMMfFymvKXcitmhkPVzu5yoVvOpPxmPkJM/edit?usp=sharing"><strong>Tupinambás</strong></a><strong>.</strong></div><div><br>Fonte:<strong> </strong><a href="http://multirio.rio.rj.gov.br/images/historia_do_brasil/M1-cap3/ile-villegagnon_t.jpg"><em>Mapa da França Antártica feito durante a invasão dos franceses à colônia Portuguesa</em></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 12:00:46 UTC</pubDate>
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         <title>19 de novembro de 1614 - Batalha de Guaxenduba.</title>
         <author>victoriaalicemg19</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Batalha de Guaxenduba, que terminou com a vitória de Jerônimo de Albuquerque à frente das tropas portuguesas, quando expulsaram os franceses do Maranhão.<br><strong>Maria de Lourdes lauande lacroix</strong> é autora de importantes obras sobre história do Maranhão a exemplo de "A fundação francesa de São Luís e seus mitos", publicado em 2001, no qual defende a tese de que a capital maranhense foi uma iniciativa determinada pela corte de Madrid, como consequência da expulsão dos Franceses. O livro causou bastante polêmica foi sucessivamente ampliado e teve outras edições. Em 2006 a escritora lançou " Jerónimo de Albuquerque Maranhão", "História da medicina&nbsp; em São Luís", publicado em 2015 entre outras obras. Participando dos debates realizados no simpósio, a pesquisadora aborda que "A Batalha de Guaxenduba só vem demonstrar a importância do ato heroico de nossos antepassados para o bem do nosso próprio país."<br><br>A Batalha de Guaxenduba foi um confronto militar ocorrido em 19 de novembro de 1614 onde hoje se localiza a cidade de Icatu, no estado do Maranhão, no Brasil, entre forças portuguesas e tabajaras, de um lado, e francesas e tupinambás, de outro.<br>Exército chefiado por <strong>Jerônimo de Albuquerque </strong>&nbsp;(administrador da Capitania de Pernambuco. Auxiliou Duarte Coelho na pacificação dos índios, na expulsão dos invasores e no desenvolvimento econômico e social de Pernambuco.) venceu e expulsou os franceses em 19 de novembro de 1614. Segunda a tradição no fragor da luta entre os soldados luso-brasileiros e os invasores franceses, uma Senhora diáfana e radiosa apareceu como por encanto entre as fileiras de nossos ancestrais. À medida que as percorria ia incentivando os combatentes à luta. Quando faltava munição, apanhava areia da praia e a oferecia aos soldados, já transformada em pólvora, para que recarregassem suas armas.<br><br></div><div>A batalha foi um importante passo dado pelos portugueses para a expulsão definitiva dos franceses do Maranhão, a qual viria a ocorrer em 4 de novembro de 1615. A expulsão dos franceses possibilitou que grande parte da Amazônia passasse para domínio português e, posteriormente, brasileiro.<br><br>Fontes:<br>-<a href="http://www.repositorio.ufc.br/bitstream/riufc/19872/1/2013_eve_eprocopio.pdf"> Artigo |&nbsp; EDIÇÃO E ESTUDO LINGUÍSTICO DE DOCUMENTOS DA BATALHA DE GUAXENDUBA (1614/1615) </a><br>- <a href="https://www.lendas-do-maranhao.noradar.com/lenda-do-milagre-de-guaxenduba/">Lenda do milagre de Guaxenduba</a><br>- Imagem:<strong>&nbsp;</strong><em>Pintura de autoria de Armando Viana. Acervo do Museu de História do Rio de Janeiro.</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 12:34:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>SÉC.XVII - Luta dos índios incorporados à sociedade colonial.</title>
         <author>victoriaalicemg19</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1553788042</link>
         <description><![CDATA[<div>A pesquisadora<a href="http://www.bvconsueloponde.ba.gov.br/modules/conteudo/conteudo.php?conteudo=96"> Maria Hilda Baqueiro Paraíso</a> aponta que um dos maiores motivos da extinção de muitas sociedades indígenas, foi&nbsp; por meio das guerras, do contágio por doenças trazidas dos países distantes como a gripe, o sarampo e a varíola, que vitimaram, muitas vezes, sociedades indígenas inteiras, em razão dos índios não terem imunidade natural a estes males, ou, ainda, pela imposição aos índios à nova maneira de viver.</div><div>Sem poder enfrentar os portugueses na guerra e não querendo conviver pacificamente com eles, muitos indígenas resolveram fugir para o interior do território, na tentativa de manter seu modo de vida, longe dos invasores. Apesar disso, muitos desses índios acabaram aprisionados e transformados em escravos. Das múltiplas as causas, as doenças, segundo a pesquisadora, foram as mais letais aos<a href="https://docs.google.com/document/d/1sVn01sv0ZLMMfFymvKXcitmhkPVzu5yoVvOpPxmPkJM/edit?usp=sharing"> Tupinambás</a>, que foram expostos a males que não sabiam como tratar.</div><div><br></div><blockquote>"Quando os portugueses chegam, eles trazem uma quantidade enorme de bactérias, de vírus, que os organismos dos indígenas não tinham a menor defesa. E o xamã, que é o curandeiro, também não sabia o que fazer".</blockquote><div><br>De acordo com a pesquisadora, nesse período, o povo era submetido ao trabalho escravo para a coroa portuguesa. As tribos Tupinambá conquistadas chegaram a ajudar nas construçoes das cidades. A primeira aldeia de que se tem registro é a de Paraguaçu e Caramuru.<br><br>Fontes:<br>- <a href="https://g1.globo.com/ba/bahia/video/pesquisadora-fala-sobre-desaparecimento-dos-povos-indigenas-de-salvador-7485574.ghtml"><strong>Entrevista da Pesquisadora Maria Hilda</strong></a></div><h1>- Imagem: <a href="https://ichef.bbci.co.uk/news/800/cpsprodpb/D672/production/_113489845_rugendas1.jpg"><em>Como os colonizadores infectaram milhares de indígenas.</em></a></h1>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/741348181/4ea62440ff5ef3c840c73108182e132f/WhatsApp_Image_2021_05_24_at_12_15_59.jpeg" />
         <pubDate>2021-05-24 14:09:13 UTC</pubDate>
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         <title>SÉC. XVII - Sociedades indígenas em Minas Gerais.</title>
         <author>victoriaalicemg19</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1553833090</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Diversos grupos indígenas haviam se retirado para o interior, fugindo da colonização da costa.</div><div><strong>&nbsp;“Se divertiam em andarem à caça dos gentios"</strong> relata o poeta português<a href="https://www.ebiografia.com/tomas_antonio_gonzaga/"> Tomás Antônio Gonzaga</a> em “<a href="http://www.dominiopublico.gov.br/download/texto/ua000293.pdf">Cartas Chilenas,</a>”.<br><br></div><div><em>"O ápice da violência que colocou soldados e posseiros contra os índios no sertão mineiro".<br><br>&nbsp;</em>E abordado no artigo,<em> </em>“Minas Gerais indígena: a resistência dos índios nos sertões e nas vilas de El-Rei” escrito por Maria Leônia Chaves de Resende e Hal Langfur.</div><div><br></div><div>De acordo com a pesquisadora e o historiador, os índios não agiam tão somente em defesa própria, principalmente no caso dos Puri e dos Botocudo, eles repetidamente iniciavam ataques em territórios recentemente ocupados e, em alguns casos, até em territórios já firmemente controlados pelo poder colonial.<br>O artigo expressa a importância que os índios têm na formação sociocultural de Minas Gerais, evidenciando a presença de populações indígenas de diversas procedências étnicas nos sertões e nas vilas de Minas Gerais, tendo como povos nativos da região: Puri, Botocudo, Kamakã, Pataxó, Panhame, Maxakali.<br><br><strong>Para saber mais sobre as tribos clique nos links de seus respectivos nomes:<br></strong><br>Em Minas Gerais há dezenove etnias indígenas. As etnias são: <a href="https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/pelos-mundos-indigenasmaxakali/">Maxakali</a>, <a href="https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/pelos-mundos-indigenas-xakriaba/">Xakriabá</a>, Krenak, Aranã, Mukuriñ, <a href="https://www.ufmg.br/espacodoconhecimento/pelos-mundos-indigenas-pataxo/">Pataxó</a>, Pataxó hã-hã-hãe, Catu-Awá-Arachás, Kaxixó, <a href="https://docs.google.com/document/d/1mDkoj59FgnRSnoU-WpUR9I-pwnufhZi13J4x5OLXP0o/edit?usp=sharing">Puris</a>, <a href="https://docs.google.com/document/d/12YQTjtNLEa8uwIztJ2tWnKHewcE2mMCA6cYzWj5ClLk/edit?usp=sharing">Xukuru-Kariri</a>, Tuxá, <a href="https://docs.google.com/document/d/1zilvoOBIZRVU4FIK0O-tit9ZhEQE8jYa3Uhq4b_BJp8/edit?usp=sharing">Kiriri</a>, Canoeiros, Kamakã, Karajá, Guarani e Pankararu.</div><div><br>O processo de diáspora vivenciado pelos indígenas em Minas Gerais, especificamente nas regiões situadas entre a atual Zona da Mata e o Vale do Rio Doce, tendo um deslocamento forçado, fruto do processo de conquista da terra. A diáspora indígena foi mais do que uma mera troca de lugar, pois foi forjada por lutas sangrentas que violentavam não somente o próprio corpo indígena, como também sua forma de produção cultural. Na medida em que estes viram-se obrigados a se deslocarem de suas regiões, situadas na área Central da Mata de Minas já há muitos anos, para se refugiarem nas florestas localizadas nos Vales do Rio Doce e do Mucuri, entre as Capitanias de Minas Gerais e Espírito Santo. Aqueles que permaneceram, aldeados em São Manoel do Rio Pomba e em Presídio de São João Batista, após inúmeras tentativas de reapropriação dos mecanismos sócio-culturais do dominador, acabaram desaparecendo, engolidos pela aculturação.<br><br>Fonts: <br>- <a href="https://www.scielo.br/pdf/tem/v12n23/v12n23a02.pdf">Minas Gerais indígena: a resistência dos índios nos sertões e nas vilas de El-Rei </a><br>- <a href="https://4.bp.blogspot.com/-ZOAtRdpE26I/XKyBvwMjzeI/AAAAAAAA0Ng/IFHU9JNzqFk9dTyIWyYfSweM_bVq8u0fgCLcBGAs/s1600/Entradas%2Be%2Bbandeiras%2Bno%2BBrasil%2BColonial.jpg">o Povoamento do interior no Brasil Colonial: Séc. XVII</a></div><h1>- <a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=http%3A%2F%2Falmanaquemineiro.com.br%2Fconflito-indigena-antes-da-corrida-do-ouro-em-minas-gerais%2F&amp;psig=AOvVaw3PA10cNMAbUR89tusgTDT1&amp;ust=1622047578730000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;ved=0CAIQjRxqFwoTCOjeiqKk5fACFQAAAAAdAAAAABAU">Conflito indígena antes da Corrida do Ouro em Minas Gerais SEC. XVII</a></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 14:20:05 UTC</pubDate>
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         <title>Uma luta histórica para existir e resistir.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1554450223</link>
         <description><![CDATA[<div>Compreende-se a escassez de fontes históricas que não falem sobre os indígenas na perspectiva eurocêntrica ou de um povo subjugado, principalmente tratando-se do século XV. A historiografia não sustenta a história indígena em toda sua grandeza e importância, visto que o conceito de "História" para os indígenas é diferente e acontece, principalmente, de maneira falada entre jovens e anciões dentro de suas próprias comunidades. Entretanto,&nbsp; através de muita pesquisa, é possível reconhecer inúmeros povos indígenas, entre 13001 e 1500, em nosso recorte: Indígenas, mais especificamente os Krenaks, ao redor do Rio Doce. Os indígenas que viviam nas regiões do Rio Doce eram descendentes dos Aimorés e se dividiam em muitos grupos: Coroados, Puris, Coropós, Goitacases, Manachós, Malalises, Caposes, Panames, Panas, Inkut-crac, Krenak, Naknanuk, Zamplan, Pupuris, Macuanis, Camarachós, Tocoiós e outros. "Os Botocudos – nome com o qual os portugueses pejorativamente os designavam, em referência aos adornos usados nas orelhas e nos lábios – ou Borum – termo que significa ‘gente’, em língua indígena, e que segundo o qual os Krenak designam hoje a si e aos demais índios, em oposição aos Kraí, os não-índios – eram falantes de uma mesma língua, apesar das significativas variações dialetais que serviam para demarcar diferenças entre os diversos grupos nos quais se compunham." Nossa região, atual Vale do Aço, foi pouco habitada por indígenas. Isso aconteceu porque muitas lagoas e áreas pantanosas contribuíam para a proliferação de mosquitos. Os indígenas evitavam essas áreas por causa dos insetos.<br><br>Fontes:<br>- História da Região Metropolitana do Vale do Aço; Helena Guimarães Campos e Marilene Tuler<br>- <a href="https://sites.usp.br/prp/3869">A antropologia física dos “vis aimorés”</a><br>- <a href="https://www.cedefes.org.br/artigo-povos-indigenas-em-minas-gerais/">Artigo: Povos indígenas em Minas Gerais</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 16:44:12 UTC</pubDate>
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         <title>Existência do povo indígena como um acontecimento.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1554607173</link>
         <description><![CDATA[<div>Como fora expresso, não há tantos documentos históricos quanto deveriam existir que datam acontecimentos marcantes relacionados aos povos indígenas antes da chegada dos europeus. Esse fato por si só é uma problemática que nos induz a refletir acerca do eurocentrismo. Dos cinco milhões de índios da época da invasão pelos portugueses, existem, atualmente, cerca de 460 mil, segundo a Funai. Dos povos que resistiram em nossa região, destaca-se o povo Krenak – "<em>Nak</em> é terra; até hoje no dialeto <em>burum </em>(índio na língua dos Krenak). <em>Kren</em> é cabeça, então, somos os cabeças da terra", diz Ailton Krenak, uma das grandes vozes de seu povo. Os Krenak são os últimos Botocudos do Leste, vítimas de constantes massacres decretados como "guerras justas" pelo governo colonial. Hoje, vivem numa área reduzida reconquistada com grandes dificuldades, chamada Terra Indígena Krenak, que fica em Resplendor/MG, uma área de 3.983 hectares que lhes foram doadas em 1920 pelo Governador do Estado de Minas Gerais. Entretanto, como fora pontuado, ao longo de sua história, os Krenak têm sofrido diversos tipos de violência e expropriações culturais e territoriais, o que acontece desde o período colonial, quando eram conhecidos ora como Borum, ora como Botocudos. Entende-se que antes da chegada dos colonizadores as diferentes populações nativas viviam vidas diferentes entre si, cada povo com sua particularidade. Os indígenas ocupavam territórios dominados pela Mata Atlântica; dependiam da floresta para caçar, pescar, colher frutos, plantar pequenas lavouras e manter suas tradições. Há registros também sobre desavenças graduais entre os povos, seja por dominação de territórios ou outros. Ao longo das colunas, será decorrido de uma melhor forma a respeito dos Krenak e outros povos (além de acontecimentos marcantes ao redor do mundo). <br><br>Fontes:<br>- <a href="https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Krenak">Povo Krenak</a><br>- <a href="https://www.cedefes.org.br/artigo-povos-indigenas-em-minas-gerais/">Artigo: Povos indígenas em Minas Gerais</a><br>- <a href="http://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/conflito/mg-povo-indigena-krenak-segue-lutando-por-reconhecimento-e-demarcacao-total-de-seu-territorio-tradicional/">MG – Povo indígena Krenak segue lutando por reconhecimento e demarcação total de seu território tradicional</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 17:17:05 UTC</pubDate>
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         <title>O Indígena no Brasil.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1554648647</link>
         <description><![CDATA[<div>"A mão de obra indígena era encontrada em fazendas e arraiais nos litorais da região Nordeste e Sudeste. Havia ainda as chamadas “missões”, aldeamentos indígenas criados e administrados por padres jesuítas no Brasil, entre os séculos 16 e 18, com a finalidade de catequizar os nativos. Os avanços de frentes de colonização para o interior formam um dramático capítulo da formação territorial brasileira. A expansão começou com sertanistas e bandeirantes, que organizavam expedições para localizar jazidas de ouro e pedras preciosas. Milhares de indígenas que habitavam o interior entraram em conflito com os colonizadores. Paralelamente, a demanda por escravos fez surgir um rentável comércio para os bandeirantes paulistas, que organizavam as chamadas “bandeiras”, expedições de captura de indígenas para o trabalho escravo. Os bandeirantes eram ainda recrutados para combater tribos rebeladas e quilombos. Foi apenas na década de 1750 que a escravidão indígena no Brasil foi oficialmente abolida pela Coroa Portuguesa, que começou a estimular o tráfico de escravos africanos."<br><br>Fonte: <br><a href="https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/o-indigena-no-brasil-uma-luta-historica-para-existir.htm?cmpid=copiaecola">O indígena no Brasil - Uma luta histórica para existir</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 17:26:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1861 - &quot;A primeira missa no Brasil&quot;.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1554691867</link>
         <description><![CDATA[<div><em>Como as artes plásticas retratam os índios ao longo da história do Brasil:<br><br>"</em>Celebrada pelo frei Henrique Soares de Coimbra, a 1ª missa realizada na Praia da Coroa Vermelha em Porto Seguro, no dia 26 de abril de 1500, contou com a participação de frades e sacerdotes. A cerimônia foi assistida pelos portugueses e também pelos nativos. De acordo com a Carta de Pero Vaz de Caminha, o sermão realizado sobre a chegada dos portugueses e a terra recém-descoberta constituiu a primeira peça de oratória sacra do Brasil."<br><br>"Os índios são ao mesmo tempo espectadores e personagens, em "A primeira missa no Brasil", quadro de 1861, do pintor Victor Meirelles (1832-1903), apresenta uma visão idealizada do episódio narrado por Pero Vaz de Caminha, em sua carta ao rei dom Manuel, que ajudou a formar o imaginário histórico brasileiro." <br><br>Fontes: <br>- <a href="https://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/atualidades/o-indigena-no-brasil-uma-luta-historica-para-existir.htm?cmpid=copiaecola">O indígena no Brasil - Uma luta histórica para existir</a><br>- <a href="https://conefea.univap.br/soac/index.php/conefea/iconefea/paper/viewFile/42/57">&nbsp;A 1ª MISSA NO BRASIL: ANÁLISES E REFLEXÕES A PARTIR DAS OBRAS DE VICTOR MEIRELLES E CÂNDIDO PORTINARI.&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 17:37:03 UTC</pubDate>
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         <title>1967 - CRIAÇÃO DA FUNAI.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1554737673</link>
         <description><![CDATA[<div>"A Fundação Nacional do Índio – FUNAI é o órgão indigenista oficial do Estado brasileiro. Criada por meio da Lei nº 5.371, de 5 de dezembro de 1967, vinculada ao Ministério da Justiça, é a coordenadora e principal executora da política indigenista do Governo Federal. Sua missão institucional é proteger e promover os direitos dos povos indígenas no Brasil." É importante que haja um órgão comprometido a proteger e promover os direitos de povos indígenas em um país que, historicamente, tarda a reconhecer a pluralidade étnica e multicultural do próprio território.<br><br>Fontes:<br>- <a href="http://www.funai.gov.br/index.php/a-funai#:~:text=A%20Funda%C3%A7%C3%A3o%20Nacional%20do%20%C3%8Dndio,pol%C3%ADtica%20indigenista%20do%20Governo%20Federal.">FUNAI | Quem Somos</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 17:47:48 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1957 &amp; 1972 - Diáspora Krenak.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1554852923</link>
         <description><![CDATA[<div>"No século XX, os Krenak sofreram dois episódios de reassentamento forçado promovidos pelo Estado brasileiro. O primeiro foi em 1957, quando foram retirados de suas terras de forma violenta pelos agentes do antigo Serviço de Proteção aos Índios (SPI) e deslocados para as terras indígenas dos Maxacali, em Águas Formosas, no município de Santa Helena de Minas/MG. Eles retornaram em 1959 para seu território tradicional, numa caminhada que durou três meses.<br><br></div><div>A segunda diáspora foi em 1972, já sob a gestão da Fundação Nacional do Índio (FUNAI) e com apoio do Estado de Minas Gerais, para a Fazenda Guarani, no município de Carmésia/MG, de onde retornaram novamente a pé para suas terras em 1980, numa caminhada que durou 95 dias, como aponta a pesquisadora Daniela Araújo (2008).<br><br></div><div>Além desses processos violentos de expulsão, os Krenak foram obrigados a conviver com dois grandes empreendimentos próximos ao seu território: a Estrada de Ferro Vitória-Minas (EFVM) e a Usina Hidrelétrica de Aimorés, ambas de propriedade da mineradora Vale S.A. Esses empreendimentos impactaram profundamente a vida desse povo, tanto na manutenção de sua reprodução cultural quanto nas suas condições de vida."<br><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="http://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/conflito/mg-povo-indigena-krenak-segue-lutando-por-reconhecimento-e-demarcacao-total-de-seu-territorio-tradicional/">MG – Povo indígena Krenak segue lutando por reconhecimento e demarcação total de seu território tradicional</a></h1>]]></description>
         <pubDate>2021-05-24 18:16:29 UTC</pubDate>
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         <title>Início do século XIX.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1554879910</link>
         <description><![CDATA[<div>"O pesquisador Frederico Siman (2015), influenciado pelos estudos de Espínola, apontou que, no fim do século XVIII e no início do XIX, com a decadência da exploração do ouro e diamante da região, a mineração deixou de ser a principal atividade econômica, e as atividades que sustentavam a extração dos metais preciosos passaram a se destacar na economia mineira. Nesse contexto, a Coroa Portuguesa passou a se interessar pelo rio Doce, que possibilitaria, naquela época, mais um acesso ao litoral e a expansão do mercado para a colônia. Entretanto, visando assegurar o sucesso do empreendimento colonial e evitar os ataques dos chamados “índios arredios” (que inviabilizavam os assentamentos portugueses na região e impediam os viajantes de seguirem pela estrada real em direção ao distrito Diamantino), Dom João VI declarou a Guerra Ofensiva aos Botocudos pelas Cartas Régias de 13 de maio, 24 de agosto e 02 de dezembro de 1808."<br><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="http://mapadeconflitos.ensp.fiocruz.br/conflito/mg-povo-indigena-krenak-segue-lutando-por-reconhecimento-e-demarcacao-total-de-seu-territorio-tradicional/">MG – Povo indígena Krenak segue lutando por reconhecimento e demarcação total de seu território tradicional</a></h1><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-24 18:23:15 UTC</pubDate>
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         <title>1683 - DIABO VELHO.</title>
         <author>victoriaalicemg19</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1558487408</link>
         <description><![CDATA[<div>O pesquisador Bartolomeu Bueno da Silva, também conhecido como anhanguera, chegou em Goiás através de expedições visando a exploração para encontrar ouro no sertão goiano . Chegando na terra se deparou com índios da tribo Guaianases( Os índios Guaianás, segundo pesquisas, eram nômades e viviam da caça, pesca e coleta de frutos silvestres, ou seja, quando os recursos de uma região se esgotavam, diferente de outras tribos, eles não habitavam em ocas, e sim tinham o hábito de viver em covas forradas com peles de animais e ramas.) que impediram a entrada da bandeira em suas terras.</div><div>&nbsp;</div><div>Percebendo que as mulheres indígenas&nbsp; estavam adornadas com ouro, Bartolomeu ateou fogo em um pouco de aguardente a fim de amedrontar os índios e obrigá-los a revelar o local onde estavam as jazidas.</div><div>Os índios acreditaram que a água estava pegando fogo, e diante da ameaça de queimar toda a água caso não lhe entregassem ouro, os indígenas renderam-se. Os índios o apelidaram de Anhanguera (diabo velho), que retornou com ouro para São Paulo.&nbsp;</div><div>No início do século 18, seu filho voltou à região e iniciou a colonização portuguesa de Goiás</div><div>Foi um dos primeiros bandeirantes paulistas a explorar o Brasil Central, no século XVII. <br><br>Fonte:<br>-<a href="https://www.ebiografia.com/anhanguera/#:~:text=A%20busca%20do%20ouro%20no%20sert%C3%A3o%20goiano&amp;text=Em%20determinado%20momento%20da%20expedi%C3%A7%C3%A3o,da%20bandeira%20em%20suas%20terras."> Anhanguera | Bandeirante paulista</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 17:01:54 UTC</pubDate>
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         <title>1684 - Revolta de Beckman.</title>
         <author>victoriaalicemg19</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1558676227</link>
         <description><![CDATA[<div>A Revolta de Beckman foi&nbsp; um movimento nativista que mostra os conflitos de interesses entre os colonos e a metrópole e uma revolta que mostrou os problemas de mão de obra e abastecimento na região do Maranhão. As ações da coroa portuguesa, que claramente favoreciam Portugal e prejudicava os interesses dos brasileiros, foram, muitas vezes, motivos de reações violentas dos colonos. Geralmente eram reprimidas com violência, pois a coroa não abria mão da ordem e obediência em sua principal colônia.<br><br>Fonte:<br>- <a href="http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo01/rev_beckman.html">A Revolta de Beckman</a></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/741348181/f0ead63eb217b9e7f7e78b8017bd27db/WhatsApp_Image_2021_05_25_at_13_12_10.jpeg" />
         <pubDate>2021-05-25 17:45:59 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1640 - Fim a União Ibérica.</title>
         <author>victoriaalicemg19</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1558949511</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1640 chegou ao fim a União Ibérica, graças ao movimento que ficou conhecido como Restauração (recuperação). Este movimento significou o retorno da autonomia política de Portugal, agora sob a dinastia dos Bragança, sendo seu primeiro rei D. João IV. A aliança entre os portugueses e a República das Províncias Unidas, sua aliada na luta pela independência contra a Espanha, propiciou uma trégua aos combates, o que foi muito bom para os negócios holandeses na Colônia.</div><div>No entanto, desde a saída de Conde Maurício de Nassau do governo dominado pelos holandeses na América, em 1644, foi-se ampliando um clima de descontentamento entre os colonos, provocado por incompatibilidades com o novo rumo dado à administração da capitania pela Companhia das Índias, considerado prejudicial aos seus negócios. Entre outras coisas, a Companhia passou a cobrar os empréstimos concedidos por Nassau, e quando esses não eram pagos, os juros aplicados eram extorsivos.&nbsp;</div><div><br>Fonte:<br>-<a href="http://multirio.rio.rj.gov.br/index.php/estude/historia-do-brasil/america-portuguesa/80-ocupa%C3%A7%C3%A3o-litor%C3%A2nea/8745-a-restaura%C3%A7%C3%A3o-o-fim-da-uni%C3%A3o-ib%C3%A9rica-e-as-consequ%C3%AAncias-para-a-col%C3%B4nia"> D. João IV, apelidado de o Restaurador por ter sido o primeiro rei de Portugal após o fim da União Ibérica. Pintura a óleo de Avelar Rabelo, 1643. Domínio público, Paço Ducal de Vila Viçosa</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-25 18:55:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1603 - Revoluções inglesas - Início na Dinastia Stuart (1603) e fim na Revolução Gloriosa (1688).</title>
         <author>victoriaalicemg19</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1562369632</link>
         <description><![CDATA[<div>As Revoluções Inglesas foram cercadas por quatro momentos específicos. Esse período foi considerado a primeira grande revolução da burguesia dentro da Europa e o início de uma mudança de tempos em que era questionado o absolutismo<a href="https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/historia/absolutismo"> </a>e a nobreza no poder. A grande tensão vivida na Europa proporcionou um pretexto para migração de pessoas, como: puritanos e huguenotes, fugitivos etc. Esse foi um fator determinante para o povoamento e <a href="https://docs.google.com/document/d/1CSBU7J1fLYEB0x7XJKRil9fiENY_S0kbvv1XrmvQh4Y/edit?usp=sharing">colonização da América do Norte.</a><br>Segue abaixo a declaração dos direitos de 1689 (<a href="http://www.direitoshumanos.usp.br/index.php/Documentos-anteriores-%C3%A0-cria%C3%A7%C3%A3o-da-Sociedade-das-Na%C3%A7%C3%B5es-at%C3%A9-1919/a-declaracao-inglesa-de-direitos-1689.html">Bill of rights</a>):&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 17:39:19 UTC</pubDate>
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         <title>Política indigenista. </title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1562622493</link>
         <description><![CDATA[<div>No século 19 os indígenas tiveram uma política marcada pela remoção e reunião de aldeias. Devido ao advento da República e a criação do SPI, princípios indigenistas foram reforçados e estabelecidos, tendo como objetivo a prevenção de coerção ou violência para os indígena, o respeito às instituições e valores indígenas e a garantia à posse das terras.&nbsp;</div><div>As políticas indigenistas eram voltadas ao estímulo ao trabalho e desenvolvimento de atividades produtivas pela educação e treinamento dos indígenas. Mas nos anos 60, devido a um conjunto de ações, incluindo problemas de corrupção, o SPI foi extinto.&nbsp;</div><div><br>Fonte: <strong><br></strong><a href="http://www.museudoindio.gov.br/educativo/pesquisa-escolar/241-politica-indigenista">Política Indigenista</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 18:49:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2020 - COVID-19 E O DESCASO COM POVOS INDÍGENAS.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1562641787</link>
         <description><![CDATA[<div>"No ano de 2020, os atos de violência em relação aos povos originários podem parecer “coisa do passado’’ para algumas pessoas. <a href="https://www.brasildefatoce.com.br/2020/04/15/com-6-casos-suspeitos-indigenas-fazem-campanha-de-solidariedade-e-isolamento-social"><strong>Porém, considerando a colonização como uma prática iniciada em 1500, mas que permanece até os dias de hoje,</strong></a> tais atos de violência ainda são dados.<br><br></div><div>Acontecem agora: invasão e apropriação de território; disseminação de doenças por parte dos não indígenas; assassinatos; apropriação de conhecimento cultural; a não aceitação do originário como cidadão; a desvalorização de nossa sabedoria; a imposição de religiões que não contemplam as nossas culturas, crenças, cosmologias e ritos; a exigência de um perfil de “índio”, que provém de uma imagem cristalizada do século XVI; a mídia, que deturpa nossos valores e luta; as ofensas ditas; a escola, que ensina que o “índio” está extinto; o 19 de abril , que não é homenagem; o “índio”, que virou adereço e não nos representa."<br><br></div><blockquote>"Em tempos de pandemia, tal colonização que sofremos enquanto indígenas, apresenta sua faceta mais cruel e genocida. Sabemos que a ousadia de garimpeiros, grileiros e madeireiros é fruto da violência simbólica e da violação de direitos de grupos em situação de vulnerabilidade.", diz Aline Pachamama, <em>Indígena do Povo Puri, historiadora e militante das causas dos povos originários.</em></blockquote><div><br></div><div>Fonte:</div><h1><a href="https://www.brasildefato.com.br/2020/04/21/artigo-reivindicamos-o-direito-ao-isolamento-na-pandemia-por-aline-pachamama">Artigo | Reivindicamos o direito ao isolamento na pandemia, por Aline Pachamama</a></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 18:55:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2015 - ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE FUNDÃO.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1562686677</link>
         <description><![CDATA[<div>"Em 5 de novembro de 2015, em Mariana/MG, ocorreu o rompimento da barragem de rejeitos de Fundão, de propriedade da Samarco Mineração S/A. 1 Mencionado fato acarretou o galgamento e a erosão da barragem de Santarém, também integrante do complexo denominado Germano, ocasionando danos ambientais, sociais e humanos.2 O violento aporte de milhões de metros cúbicos de lama e rejeitos nos rios do Carmo, Gualaxo e Doce provocou a destruição de toda a vegetação, edificações e estruturas existentes às margens desses cursos d’agua, além da destruição dos subdistritos de Bento Rodrigues e de Paracatu de Baixo. Foram contabilizadas 18 pessoas mortas, mais de 600 desabrigadas, milhares sem água e danos ambientais e socioeconômicos até então imensuráveis ao longo de toda a Bacia do Rio Doce.&nbsp;<br><br>Trata-se do maior desastre tecnológico ambiental da história do Brasil5 e o maior do mundo envolvendo barragens de rejeitos,6 de proporções inéditas e ainda crescentes. Aos danos inicialmente detectados e previstos - como a perda de vidas humanas, a destruição da biodiversidade de toda uma bacia hidrográfica, a desestruturação afetiva e material de famílias, a contaminação e a escassez de recursos hídricos -, somam-se aqueles apurados ao longo do tempo: os danos ao patrimônio cultural, à saúde mental, ao modo de vida de comunidades que viviam intimamente conectadas aos rios destruídos, aqueles espirituais e, sobretudo, a relação de dependência prolongada no tempo dessas pessoas e famílias com as empresas que destruíram suas vidas."<br><br>Objetivos do Projeto decorrido na fonte:</div><blockquote>a- Identificar os danos humanos sofridos pela comunidade Krenak em decorrência do rompimento da barragem de Fundão.<br>b - Buscar as melhores formas de mitigação e reparação dos danos causados à comunidade, por meio de articulações de ações aos órgãos públicos, no âmbito judicial e extrajudicial.<br>c - Sensibilizar os operadores do direito, em especial estudantes de graduação, com o (re)conhecimento de outra realidade, diversa da sua e digna de especial proteção.<br>d - Diagnosticar as peculiaridades da comunidade Krenak visando o resgate dos elementos históricos e socioculturais desta cultura.&nbsp;</blockquote><div><br>Fontes:<br>- <a href="https://www.greenpeace.org.br/hubfs/Campanhas/Agua_Para_Quem/documentos/relatorio_greenpeace-cdh_krenak.pdf">Artigo |&nbsp; DIREITO DAS POPULAÇÕES AFETADAS PELO ROMPIMENTO DA BARRAGEM DE FUNDÃO: POVO KRENAK </a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 19:10:42 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Seca do Rio doce.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1562715749</link>
         <description><![CDATA[<div>O livro "Segunda Viagem ao interior do Brasil: Espirito Santo", do biólogo francês Auguste Saint-Hilaire retrata o século XIX, quando coincidentemente o autor participou de uma expedição no Rio doce. Na obra ele descreve que o Rio doce estava passando por um período de seca.<br><br>Fonte:&nbsp;</div><h1><a href="https://www.gazetaonline.com.br/noticias/cidades/2015/10/seca-ja-castigava-o-rio-doce-desde-o-seculo-19-1013913360.html">Seca já castigava o Rio Doce desde o século 19</a></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 19:20:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1850 - Lei de Terras.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1562784902</link>
         <description><![CDATA[<div>A Lei de Terras definiu que as terras devolutas eram:&nbsp; "aquelas que não estão sob domínio dos particulares, sob qualquer título legítimo, nem aplicadas a algum uso público federal, estadual ou municipal", ela também definiu quais eram as regras para a revalidação de sesmarias e outras concessões do Governo, proibindo toda e qualquer aquisição de terras devolutas que não ocorresse pela compra. Já sobre as posses adquiridas por meio da ocupação primária ou havidas de primeiro ocupante - que se encaixasse nos critérios de cultura afetiva e morada habitual - a lei estabeleceu regras para legitimação e registro.<br><br>Fonte: <br><a href="http://www.snh2013.anpuh.org/resources/anais/27/1371309027_ARQUIVO_ANPUH2013.OBRASILIMPERIO,Aleideterras,seuregulamentoeosindiosdoplanaltomeridional.pdf">&nbsp;O BRASIL IMPÉRIO, A LEI DE TERRAS, SEU REGULAMENTO E OS ÍNDIOS DO PLANALTO MERIDIONAL (1850-1870) </a><br><br><a href="https://biblioteca.trabalhoindigenista.org.br/wp-content/uploads/sites/5/2018/06/terra_0.pdf">&nbsp;A LEI DE TERRAS DE 1850 E AS TERRAS DOS ÍNDIOS&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 19:44:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1854 - Regulamento de Terras.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1562794864</link>
         <description><![CDATA[<div>Tal regulamento determinava que fossem reservadas, das terras devolutas, as que eram precisas para colonização e aldeamento de indígenas "nos distritos onde existirem hordas selvagens". Essa reserva significa basicamente abstrair destas as ocupadas por "hordas selvagens para sua colonização e aldeamento."<br><br>&nbsp;No artigo seguinte nº 73 especifica-se o procedimento: "os inspetores e agrimensores, tendo notícia da existência de tais hordas nas terras devolutas que tiverem que medir, procurarão instruir-se de seu gênio e índole, do número provável de almas que elas contêm e da facilidade ou dificuldade para seu aldeamento (...) indicando o lugar mais azado para (seu) estabelecimento (...)". Com essas informações, "(...) o Diretor Geral (das Terras Públicas) proporá ao Governo Imperial a reserva de terras necessária para os aldeamentos" (art. 74).<br>&nbsp;O artigo 75 definiu que "as terras reservadas para colonização de indígenas (...) são destinadas ao seu usufruto e não poderão ser alienadas enquanto o Governo Imperial não lhes der o pleno gozo delas..."&nbsp; <br><br>Fonte: <br><a href="https://biblioteca.trabalhoindigenista.org.br/wp-content/uploads/sites/5/2018/06/terra_0.pdf">&nbsp;A LEI DE TERRAS DE 1850 E AS TERRAS DOS ÍNDIOS </a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 19:48:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1882 - A exposição antropológica brasileira de 1882.</title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1562831148</link>
         <description><![CDATA[<div>Em 1882, o Museu Nacional do Rio de Janeiro inaugurou a Exposição Antropológica Brasileira, primeira e única da história do Brasil, realizada num tempo em que exposições eram importantes espetáculos, misto de ciência e entretenimento, e onde, aos olhos do público visitante, exibiam-se as conquistas do mundo moderno e civilizado. Durante três meses a Exposição Antropológica esteve aberta ao público. Relatos nos jornais indicam uma presença massiva da população da Corte no Museu. Ali foram exibidos cerca de oitocentos objetos etnográficos, arqueológicos e antropológicos adquiridos junto aos indígenas e distribuídos em oito salas, das vinte que possuíam o Museu Nacional na época. Este trabalho analisa especialmente as práticas de colecionamento dos remanescentes humanos expostos na Sala Lund, dedicada à antropologia e onde havia crânios, calotas cranianas, esqueletos, bacias e frontais de indígenas do Brasil.<br>&nbsp;<br>Fontes:&nbsp; <br>- <a href="https://ventilandoacervos.museus.gov.br/wp-content/uploads/2020/02/e.-03-A-Exposi%C3%A7%C3%A3o-Antropol%C3%B3gica-Brasileira-de-1882.pdf">A EXPOSIÇÃO ANTROPOLÓGICA BRASILEIRA DE 1882: A SALA LUND E A EXIBIÇÃO DE REMANESCENTES HUMANOS NO MUSEU NACIONAL </a><br>- Imagem: <em>"Fotografias das três mulheres expostas na Exposição Antropológica Brasileira de 1882, de autoria de Joaquim Ayres (fonte: catálogo on-line do Museu Etnográfico de Berlim). Estas fotografias foram expostas na sala Lund."</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 20:02:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1875 - Crânios botocudos. </title>
         <author>amanda_silveira_barbosa88</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1562873998</link>
         <description><![CDATA[<div>O historiador Georg Fischer, da Universidade de Aarhus, afirmou que, em 1875, Dom Pedro II presenteou o Museu Etnológico de Berlim com quatro crânios de botocudos.<br><br>Fonte:</div><h1><a href="https://www.dw.com/pt-br/cr%C3%A2nios-de-ind%C3%ADgenas-brasileiros-controverso-legado-colonial-alem%C3%A3o/a-37827083">Crânios de indígenas brasileiros, controverso legado colonial alemão</a></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 20:19:37 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1786 - Licença para povoar as terras às margens do Rio Doce. </title>
         <author>victoriaalicemg19</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1562877426</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Em 1786,&nbsp; A Capitania&nbsp; pediu licença e favores para povoar as terras às margens do rio Doce, logo, autorizado pelo Governo. No entanto, seguiram-se as “prudentes condições” para se estabelecerem: consistindo em conservar uma guarda de destacamento de tropa, em distância das suas povoações para as defender, e resguardar dos <strong>índios bravos: </strong>Indígenas reconhecidos como Botocudos ou indios bravios, por sua ferocidade e relutância ao processo de aldeamento, tornando-se um empecilho ao avanço da colonização do&nbsp;</div><div>Vale do Rio Doce, obstruindo o avanço tanto daqueles que partiam de Minas Gerais,&nbsp;</div><div>quanto dos que tentavam incursões saindo do Espírito Santo ou do litoral fluminense.&nbsp;</div><div>Pelo menos até a chegada da “ação civilizadora” empreendida por Guido Thomas&nbsp;</div><div>Marlière. <br><br><strong>Tribos chamadas de "ferozes" citada no artigo de Francieli Marinato, baseado no livro, Visconde do Rio Branco: terra, povo, historia. De Oiliam jose.<br></strong><br><em>Para o riobranquense Oiliam José, os Gacnun, Machali, Maconi, Malali, <br>Nacnuque, Pojicha e os Quejaurin representavam o grupo Botocudo nas florestas dos <br>rios Doce, Jequitinhonha, Mucuri e São Mateus. “... esses agrupamentos abrangeriam, <br>ainda, como subdivisões, os indígenas Aranãs, Catolés, Crenaques, Giporoques, <br>Honarés ou Noretes, Pataxós, puruntuns ou Peruntins (sic), entre tantos outros”.<br><br></em>Fonte:<br>-<a href="https://3.bp.blogspot.com/-Pvc0n1nhNAQ/VwWWyJpajJI/AAAAAAAAHys/c5by745G1qEPeEMtvJ_0CTF-uGAimnPHQ/s1600/O%2BRio%2BDoce%2Bem%2B1815%2B%2528Gravura%2Bdo%2Bpr%25C3%25ADncipe%2BMaximilian%2BAlexander%2BPhilipp%2BWied-Neuwdied%2BFunda%25C3%25A7%25C3%25A3o%2BBiblioteca%2BNacional%2529..jpg"><strong> O Rio Doce em 1815 (Gravura do príncipe Maximilian Alexander Philipp Wied-Neuwdied, Fundação Biblioteca Nacional).</strong></a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 20:21:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1798 - A revogação do Diretório dos Índios.</title>
         <author>victoriaalicemg19</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1562908180</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;"A revogação do Diretório dos Índios, em 1798, significou uma recusa à administração temporal, tida como abusiva, efetuada pelos diretores de aldeias instituídos em 1757. No entanto, a Carta Régia de 12 de maio de 1798, que o substituiu, continha apenas orientações gerais de “não sujeição” e permissão da comunicação e convivência com os índios a qualquer “representante da civilização”, com o intuito principal de manutenção da liberdade indígena" (ALMEIDA, 1997, p. 46-47). <br>O diretório indígena, foi uma lei elaborada em 1755, e tornada pública em 1757, por D. José I, rei de Portugal, através de seu ministro, o Marquês de Pombal, que dispunha sobre os aldeamentos indígenas, elevando estes à condição de vilas ou aldeias, administradas por um diretor. Consistindo na proibição da utilização de outro idioma que não fosse português e na privatização cultural dos indígenas, proibindo a nudez, dando-os sobrenomes portugueses e os punindo com a morte caso desacatasse as leis.<br>Em 1798, o Diretório foi revogado. Os índios aldeados foram emancipados e equiparados aos outros habitantes do Brasil.<br><br>Fontes:<br>- <a href="http://portais4.ufes.br/posgrad/teses/tese_3310_Francieli_Aparecida_Marinato.pdf"><strong>"OS BOTOCUDOS, OS MILITARES E A COLONIZAÇÃO DO RIO DOCE" </strong></a><strong><br>- </strong><a href="https://www.google.com/url?sa=i&amp;url=https%3A%2F%2Fnacaomestica.org%2Fblog4%2F%3Fp%3D15379&amp;psig=AOvVaw2l5JmANOSIP5cn9JfZ1LSx&amp;ust=1622148587517000&amp;source=images&amp;cd=vfe&amp;ved=0CAIQjRxqFwoTCKD9v9Kc6PACFQAAAAAdAAAAABAD"><strong>Fonte da imagem</strong></a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-26 20:34:19 UTC</pubDate>
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         <title>1550 - Segunda viagem de Hans Staden ao Brasil.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1564944077</link>
         <description><![CDATA[<div>Incorporado na armada do espanhol Diogo de Sanábria, o navio de Staden naufragou no litoral paulista e os sobreviventes seguiram para São Vicente para ficarem com os portugueses. <br>Em 1553, Staden foi nomeado comandante da fortaleza de Bertioga, por Tomé de Sousa. No ano seguinte, foi aprisionado pelos <a href="https://docs.google.com/document/d/1sVn01sv0ZLMMfFymvKXcitmhkPVzu5yoVvOpPxmPkJM/edit?usp=drivesdk">tupinambás</a>. Permaneceu cativo na aldeia do chefe Cunhambebe, entre meados de janeiro e 31 de outubro. <br>Durante os meses que passou na aldeia, era ameaçado pelos indígenas a ser sacrificado em um ritual antropofágico, mas também participou e observou o dia-a-dia e acontecimentos, esses os quais, registrou em um livro que foi lançado no ano de 1557. O livro intitulado de "Duas viagens ao Brasil" se tornou uma das principais fontes históricas e antropológicas acerca dos indígenas.<br><br><strong>Fontes</strong>: <br><a href="https://educacao.uol.com.br/biografias/hans-staden.htm">Biografia de Hans Staden</a>.<br><a href="https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/indios-o-brasil-antes-do-descobrimento.htm">Índios - O Brasil antes do descobrimento</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-27 12:55:27 UTC</pubDate>
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         <title>1570 - Primeira lei contra o cativeiro indígena.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1565677397</link>
         <description><![CDATA[<div>Esta lei só permitia a escravização dos indígenas com a alegação de "guerra justa", o que deixava bastantes brechas na lei para não extingui-la de vez, já que afetaria a produção açucareira e, consequentemente, reduziria seus lucros.<br><br><strong>Fontes:<br></strong><a href="https://www.passeidireto.com/arquivo/36614444?utm_medium=mobile&amp;utm_campaign=android">Índios no Brasil.</a><br><a href="http://www.multirio.rj.gov.br/historia/modulo01/esc_indigena.html">A escravidão indígena.</a></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-27 15:59:58 UTC</pubDate>
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         <title>2020 - O amanhã não está à venda.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567537978</link>
         <description><![CDATA[<div>Ailton Krenak, uma dos maiores pensadores brasileiros vivos, é um ambientalista e líder indígena dos Krenak, que vivem às margens do rio Doce, em Minas Gerais. Foi uma das lideranças indígenas responsáveis pela conquista do “Capítulo dos índios” na Constituição de 1988, que promulgou os direitos indígenas à terra, mas seu percurso data desde 1970 como ativista, jornalista e educador. Publicou durante o avanço da Covid-19 no Brasil, em 2020, o e-book O amanhã não está à venda. O livro traz uma importante reflexão do ativista e pensador Ailton Krenak acerca da vida, da pandemia, da humanidade. <br><br>"De forma instigante e provocativa, o texto de Ailton Krenak é um convite a pensar junto um outro mundo, algo que os povos indígenas já tentam nos ensinar há muito tempo: <em>a natureza precisa de tempo para se recuperar.</em>"<br><br></div><blockquote>“Filho, silêncio”. A Terra está falando isso para a humanidade. E ela é tão maravilhosa que não dá uma ordem. Ela simplesmente está pedindo: “Silêncio”. Esse é também o significado do recolhimento.</blockquote><div><br></div><h1>Fonte:</h1><h1>- <a href="https://pensaraeducacao.com.br/pensaraeducacaoempauta/o-amanha-nao-esta-a-venda-dialogos-com-ailton-krenak/">“O amanhã não está à venda”: diálogos com Ailton Krenak</a></h1><div>- <a href="https://notaterapia.com.br/2020/04/22/as-9-melhores-frases-de-o-amanha-nao-esta-a-venda-de-ailton-krenak/#:~:text=N%C3%A3o%20saberemos%20se%20estaremos%20vivos,dispon%C3%ADvel%20para%20download%20gratuito%20aqui.">As 9 melhores frases de ‘O amanhã não está à venda’, de Ailton Krenak</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 04:12:14 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>2020 - Entrevista imperdível com Ailton Krenak sobre o crime da Samarco/Vale/BHP, em Mariana (MG)</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567552401</link>
         <description><![CDATA[<div>Link de acesso:&nbsp;</div><h1><a href="https://youtu.be/QxTrrAOPoLk">Crime da Vale em Mariana e a economia do desastre</a></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 04:21:53 UTC</pubDate>
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         <title>1984 - Artigo datilografado da UFJF sobre os Krenak.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567584883</link>
         <description><![CDATA[<div>Link de acesso: <a href="https://documentacao.socioambiental.org/documentos/KQD00006.pdf">SUJEIÇÃO-DOMINAÇÃO: A DRAMÁTICA EXPERIÊNCIA DOS KRENAK</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 04:43:37 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1815 - &quot;Os Botocudos do Leste na ótica dos viajantes do século XIX (1815-1820)&quot;.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567592510</link>
         <description><![CDATA[<div>Arquivo de Maria Hilda Baqueiro Paraiso escaneado: <a href="http://etnolinguistica.wdfiles.com/local--files/biblio%3Aparaiso-2002-botocudos/Paraiso_2002_OsBotocudosOticaViajantes.pdf">Os Botocudos do Leste na ótica dos viajantes do século XIX (1815-1820)</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 04:48:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1989 - &quot;Os Krenak do Rio Doce, a pacificação, o aldeamento e a luta pela terra&quot;.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567596649</link>
         <description><![CDATA[<div>Arquivo datilografado de Maria Hilda Baqueiro Paraiso escaneado: <a href="http://www.etnolinguistica.org/biblio:paraiso-1989-krenak">Os Krenak do Rio Doce, a pacificação, o aldeamento e a luta pela terra</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 04:50:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Repensando a política indigenista para os Botocudos no século XIX.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567612435</link>
         <description><![CDATA[<div>"O artigo de <strong>Maria Hilda Baqueiro Paraiso </strong>conta com a história da colonização da região compreendida pelos estados de Minas Gerais, Bahia e Espírito Santo, enfatizando a perspectiva indígena, baseada em pesquisa documental. A região era habitada pelos índios Botocudos. Interesses econômicos levaram os colonizadores à área. A não-aceitação pacífica, pelos índios, da invasão de suas terras deu margem a uma política colonizadora militarista que visava assegurar a chegada do "progresso" no local. Os Botocudos eram vistos como entrave ao desenvolvimento e a colonização se deu através de quartéis e juntas militares. Essa política levou a um extermínio quase total dos Botocudos. Os princípios que a nortearam ainda se fazem presentes nas políticas atuais."<br><br>Link de acesso: <a href="https://www.revistas.usp.br/ra/article/view/111329">Repensando a política indigenista para os Botocudos no século XIX</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 05:00:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1992 - Boletim do Museu do Índio</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567616781</link>
         <description><![CDATA[<div>Link de acesso para o Boletim do Museu do Índio, Rio de Janeiro, apresentado na IX Reunião da Anpocs, Curitiba, em 1986: <a href="http://etnolinguistica.wdfiles.com/local--files/biblio%3Aseki-1992-notas/seki_1992_notas.pdf">Notas para a história dos botocudo (Borum).&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 05:03:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1986 - Dissertação de Mestrado sobre os Krenak</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567622123</link>
         <description><![CDATA[<div>Análise fonética e fonológica da língua falada pelos índios Krenák (historicamente denominados "botocudos") que habitam o vale do rio Doce, no município de Resplendor, Minas Gerais, por Thais  Cristofaro Alves da Silva. Observações sobre a história Krenák, descrição fonética dos aspectos segmentais da língua Krenák baseada em critérios auditivos e análise de alguns processos fonológicos da língua Krenák são algumas das discussões.<br><br>Acesso a datilografia: <a href="https://repositorio.ufmg.br/handle/1843/BUBD-9JXLVR">Descrição fonética e análise de alguns processos fonológicos da língua Krenák</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 05:06:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1992 - Livro sobre &quot;Os Borun do Watu: os índios do rio Doce&quot;.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567630253</link>
         <description><![CDATA[<div>"Resultado de pesquisa sobre os índios Krenak, a pedido dos próprios índios para reafirmar sua identidade, agilizar o processo de demarcação da terra, bem como divulgar sua história para outros povos indígenas e para a sociedade brasileira."<br><br>Link de acesso:&nbsp;</div><h1><a href="https://acervo.socioambiental.org/acervo/livros/os-borun-do-watu-os-indios-do-rio-doce">Os Borun do Watu: os índios do rio Doce.</a></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 05:11:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1975 - &quot;Sobre os Aimorés, Krens e Botocudos. Notas lingüísticas (Emmerich &amp; Monserrat 1975)&quot;</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567634973</link>
         <description><![CDATA[<div>Arquivo escaneado do Museu do Índio: <a href="http://etnolinguistica.wdfiles.com/local--files/biblio%3Aemmerich-1975-aimores/emmerich_monserrat_1975_aimores.pdf">Sobre os Aimorés, Krens e Botocudos. Notas lingüísticas (Emmerich &amp; Monserrat 1975)</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 05:14:14 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2017 - Os sentidos de luta e a “ressurgência cultural” entre os Krenak.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567642978</link>
         <description><![CDATA[<div>"A experiência histórica do povo Krenak é marcada pela resistência aos diversos tipos de violência estatal que sofreram. Em suas narrativas a palavra luta é recorrente, e está relacionada a este processo de resistência. O texto investiga os diferentes sentidos que luta tem para os Krenak, e dá destaque ao tipo de luta que, ancorada em uma consciência histórica, orienta-se como projeto de futuro focado em aspectos propriamente culturais, como a língua e a religião, processo que alguns Krenak vem chamando de “ressurgência cultural”. A descrição deste processo será feita a partir de dados históricos e etnográficos levantados no âmbito de uma pesquisa colaborativa em curso para o registro dos conhecimentos associados Ã&nbsp; estátua sagrada dos Krenak."<br><br>Link de acesso:&nbsp;</div><h1><a href="https://periodicos.unb.br/index.php/interethnica/article/view/10619">Os sentidos de luta e a “ressurgência cultural” entre os Krenak&nbsp;| <strong>Walison Vasconcelos Pascoal</strong></a></h1>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 05:19:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2017 - Arte rupestre, etno-história e identidade indígena no Vale do Rio Doce - MG.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567648720</link>
         <description><![CDATA[<div>"Este artigo apresenta a descrição das pinturas rupestres do vale do Rio Doce, bem como algumas interpretações nativas destas figurações, procurando situá-las no universo cosmológico dos Krenak - único grupo indígena remanescente na região."<br><br>Link de acesso: <a href="https://www.researchgate.net/publication/321984376_Arte_rupestre_etno-historia_e_identidade_indigena_no_Vale_do_Rio_Doce_-MG">Arte rupestre, etno-história e identidade indígena no Vale do Rio Doce - MG</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 05:22:42 UTC</pubDate>
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         <title>2020 - Entrevista com Ailton Krenak.</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567660933</link>
         <description><![CDATA[<h1><em>Ailton Krenak: “A Terra pode nos deixar para trás e seguir o seu caminho”</em></h1><div><br></div><blockquote>"O evento da pandemia foi visto, principalmente, como “terrível ameaça contra o humano”. Claro, o humano estava tão confortável no lugar de dominante que um vírus desestabilizou essa confiança tétrica. Quebrou essa confiança."</blockquote><div><br>Fonte: <a href="https://www.ufrgs.br/jornal/ailton-krenak-a-terra-pode-nos-deixar-para-tras-e-seguir-o-seu-caminho/">Ailton Krenak: “A Terra pode nos deixar para trás e seguir o seu caminho”</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 05:31:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>2002 - Tese sobre &quot;&#39;Civilização&quot; e &quot;Revolta&quot;: povos botocudo e indigenismo missionario na Provincia de Minas&quot;</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1567666295</link>
         <description><![CDATA[<div>"Resumo: Situada nas fronteiras disciplinares da etnologia e da história, a tese propõe analisar processos de sustentação de formas e estratégias indígenas observados na história dos povos Botocudo e do indigenismo. A pesquisa enfoca três diferentes períodos: no primeiro, mediante a hegemonia indígena nos sertões, são examinados os instrumentos políticos e dialógicos da negociação de sua "pacificação" (1750-1861); no segundo (1861-1920) o "desaparecimento" dos "silvícolas" é enfocado sob a estratégia nacionalizadora da mestiçagem, a partir do acompanhamento etnográfico da fundação, desenvolvimento e declínio das missões capuchinhas em Minas Gerais e do papel dos indígenas neste processo; no terceiro, o "ressurgimento" contemporâneo dos Aranã é acompanhado de acordo com a ressemantização dos valores apresentada na memória social indígena. O conceito-chave que articula a análise é o de etnohistória, o qual, constituindo, por um lado, um instrumento metodológico para organizar o material documental de modo a conferir visibilidade à presença dos atores indígenas na história, por outro lado, quando considerado um instrumento heuristico dos próprios povos nativos, revela-se na analise dos processos de auto-descoberta dos indígenas enquanto sujeitos históricos inseridos no interior de redes de relações intersocietárias instauradas pelo indigenismo."<br><br>Link de acesso a tese de Izabel Missagia de Mattos:<a href="http://repositorio.unicamp.br/jspui/handle/REPOSIP/280435"> "Civilização" e "Revolta": povos botocudo e indigenismo missionario na Provincia de Minas</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-28 05:35:04 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>1987 - Discurso de Ailton Krenak na Assembléia Constituinte.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1568578032</link>
         <description><![CDATA[<div>"De um púlpito no plenário da Câmara dos Deputados, ao mesmo tempo em que fazia um apelo às lideranças políticas para que aprovassem uma emenda constitucional tratando dos direitos dos índios, Krenak aplicava sobre a própria face tinta preta de jenipapo, produto usado por sua tribo, os Krenaks, em situações de luto. O gesto significava um protesto contra o risco de a emenda não ser aprovada.<br>O discurso chamou a atenção do país e, como resultado do trabalho de Krenak e de outras lideranças da época, foi incluído na Constituição um capítulo sobre a proteção dos direitos dos indígenas, uma conquista inédita até então."<br><br><strong>Fontes: </strong><br><a href="https://www.revistas.usp.br/gis/article/view/162846/157198">Krenak, Ailton. 2019. “Discurso De Ailton Krenak, Em 04/09/1987, Na Assembleia Constituinte, Brasília, Brasil”. GIS - Gesto, Imagem E Som - Revista De Antropologia 4 (1).</a><br><a href="https://believe.earth/pt-br/ailton-krenak-os-frutos-do-discurso-que-comoveu-o-pais/">Ailton Krenak: os frutos do discurso que comoveu o país</a>.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1198712221/a9453823958eb6c488adb9c48b5af263/_NDIO_CIDAD_O____Grito_3_Ailton_Krenak___480_X_640__.mp4" />
         <pubDate>2021-05-28 14:11:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1808 - Carta Régia e a guerra contra os Botocudos.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1569393868</link>
         <description><![CDATA[<div>"Por intermédio da carta régia de 13 de maio de 1808, foi deflagrada «guerra <br>ofensiva» contra os índios botocudos do rio Doce (que atravessava as capitanias de <br>Minas Gerais e do Espírito Santo) e, além disso, foi permitido o cativeiro indígena por <br>dez anos ou enquanto durasse a «fereza» e a «antropofagia» entre eles (Doc. 1 apud<br>Cunha 1992). Na carta régia datada de 2 de dezembro do mesmo ano, os territórios <br>conquistados foram qualificados de devolutos, afirmando-se a intenção de colonizar o <br>vale graças à guerra e à distribuição de sesmarias aos novos colonos (Doc. 2 apud<br>Cunha 1992)."<br><br><strong><br>Links de acesso às Cartas transcritas, disponível no site da Câmara dos deputados: </strong><a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/carreg_sn/anterioresa1824/cartaregia-40169-13-maio-1808-572129-publicacaooriginal-95256-pe.html"><strong>Legislação Informatizada - CARTA RÉGIA DE 13 DE MAIO DE 1808 - Publicação Original</strong></a><strong>.<br></strong><a href="https://www2.camara.leg.br/legin/fed/carreg_sn/anterioresa1824/cartaregia-40274-2-dezembro-1808-572464-publicacaooriginal-95565-pe.html"><strong>Legislação Informatizada - CARTA RÉGIA DE 2 DE DEZEMBRO DE 1808 - Publicação Original.</strong></a><strong><br><br>Fonte: <br></strong><a href="https://drive.google.com/file/d/1qImfvE5YLDEzGjsQxMZGBlJlxLQAnt4a/view?usp=drivesdk">A guerra contra os botocudos e a recomposição do&nbsp;<br>império português.</a></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-28 18:34:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>1902 - Criação da Estrada de Ferro Vitória a Minas.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1569501953</link>
         <description><![CDATA[<div>"A Companhia Estrada de Ferro Vitória a Minas foi criada em 1902, através de um <br>decreto-lei do Governo Federal. Pedro Nolasco e João Teixeira Soares foram os idealizadores <br>do projeto original: a ferrovia, visando ao transporte de passageiros e ao escoamento da <br>produção cafeeira do Vale do Rio Doce e do Espírito Santo, partiria de Vitória e se estenderia <br>até Diamantina, no interior de Minas Gerais. As obras tiveram início em 1903.<br>Nas décadas iniciais do século XX, os trilhos avançaram rapidamente. Em 1904, o <br>primeiro trecho da ferrovia foi inaugurado, contando com cerca de 30 km e três estações; em <br>1908, a ferrovia atingiu a marca dos 207 km e, em 1916, foram concluídas as primeiras <br>estações mineiras."<br><br><strong>Posicionamento indígena em relação a ferrovia:<br></strong>Para os índios, essa construção significava a invasão de suas terras e o acirramento dos conflitos com os não índios. <br>"Douglas Krenak (2005:3-4) informa que seu povo não aceitou, 'de modo algum, que <br>seu território fosse invadido e atravessado pelo Guapo dos Kraí2. Existiam Borun3 que tentavam parar o trem com as próprias mãos e acabavam morrendo.' Depois, quando 'perceberam que o trem era muito forte para se parar com as mãos, (...) à noite vários homens <br>saíam na extensão da linha férrea para arrancar os trilhos'."<br><br><strong>Fonte:<br></strong><a href="https://drive.google.com/file/d/1qR_2mFlrLR5nnQU6ePdIHr0Eq0F73cbL/view?usp=drivesdk">História &amp; parcerias - A VITÓRIA A MINAS E OS ÍNDIOS DOS SERTÕES DO LESTE.</a><br><br></div>]]></description>
         <pubDate>2021-05-28 19:18:55 UTC</pubDate>
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         <title>1969 - Reformatório Krenak</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1574124828</link>
         <description><![CDATA[<div>"O Reformatório Krenak foi criado em 1969, no Município de Resplendor (MG) com a colaboração entre Polícia Militar do Estado de Minas e a Fundação Nacional do Índio (FUNAI). Indígenas de todo país que foram considerados “rebeldes” eram mandados para o reformatório para serem reeducados. Eram considerados rebeldes quaisquer indígenas que não cumprissem quaisquer ordens de uma autoridade policial, mesmo um desacato ou alcoolismo poderiam levar ao campo de concentração.<br><br>O Reformatório leva o nome do povo krenak, que apesar do genocídio, habita ainda hoje a região. Foi fechado em 1972 por conflitos de terra e o povo krenak foi declarado extinto oficialmente, dado o tamanho da repressão contra o mesmo.<br><br></div><div>A Ditadura Militar aprofundou ainda mais o processo de longa duração de genocídio dos povos originários brasileiros, mais de oito mil indígenas foram assassinados no período. Os indígenas eram considerados inferiores e incivilizados, uma ameaça à segurança e integração nacionais. Hoje os krenak resistem às investidas das mineradoras em Minas, que se usam das mesmas táticas assassinas da Ditadura."</div><div><br>Fontes:<br>- <a href="https://cliohistoriaeliteratura.com/2021/04/09/reformatorio-krenak-campo-de-concentracao-indigena-na-ditadura-militar/">Reformatório Krenak: Campo de concentração indígena na ditadura militar</a><br>- <a href="http://www.comissaodaverdade.mg.gov.br/handle/123456789/450">Comissão da Verdade em MG | Reformátorio Krenak</a><br>- <a href="https://osbrasisesuasmemorias.com.br/ordem-a-se-preservar-a-gestao-dos-indios-e-o-reformatorio-agricola-indigena-krenak/">A ordem a se preservar: a gestão dos índios e o reformatório agrícola indígena Krenak</a><br>- <a href="https://csalignac.jusbrasil.com.br/noticias/344558771/ditadura-criou-cadeias-para-indios-com-trabalhos-forcados-e-torturas">Ditadura criou cadeias para índios com trabalhos forçados e torturas</a></div><div>- Imagem: "Foto de indígenas colocados à força no Reformatório Krenak".</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/740037893/69ec0465bc888a95a23949a2650b7c15/Reformat_rio_Krenak.jpg" />
         <pubDate>2021-05-31 17:45:35 UTC</pubDate>
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         <title>1970 - Guarda Rural Indígena</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1574138204</link>
         <description><![CDATA[<div>"Em 1970 é criada a aberração chamada Guarda Rural Indígena, que cooptava jovens indígenas para reprimir as suas próprias etnias e outras espalhadas pelo país. A Guarda materializava o processo de destruição dos hábitos e a hierarquia nas tribos indígenas, e ficava responsável diretamente sobre o Reformatório Krenak e sob comando da Polícia Militar do Estado de Minas. É importante frisar que muitos indígenas chamados a Guarda Rural Indígena aceitavam o “convite” com medo da repressão brutal."<br><br>Fontes:<br>- <a href="https://cliohistoriaeliteratura.com/2021/04/09/reformatorio-krenak-campo-de-concentracao-indigena-na-ditadura-militar/">Reformatório Krenak: Campo de concentração indígena na ditadura militar</a><br>- <a href="https://anpuh.org.br/uploads/anais-simposios/pdf/2019-01/1548855455_8f87fd568b22bac6b234e6d515837b59.pdf">&nbsp;Dissertação de Mestrado | A Guarda Rural Indígena – GRIN Aspectos da Militarização da Política Indigenista no Brasil.&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 17:53:06 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>2015 - Ação Civil Pública | Reformatório Krenak </title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1574175548</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"Os índios não podem impedir a passagem do progresso […] dentro de 10 a 20 anos não haverá mais índios no Brasil." Ministro do Interior Rangel Reis, janeiro de 1976</blockquote><div><br>A <strong>Ação Civil Pública</strong> é a arma jurídica do Estado e de certas associações contra os causadores de danos públicos, sejam eles o próprio Estado ou um particular. Para ler a ACP com pedido de antecipação de tutela sobre o Reformatório Krenak, acesse:<br><a href="https://cjt.ufmg.br/wp-content/uploads/2019/11/ACP-Reformatorio-Krenak-1.pdf">ACP - REFORMATÓRIO KRENAK&nbsp;</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 18:14:07 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1969 - Reformatório Krenak </title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1574211738</link>
         <description><![CDATA[<div>Instalação principal do Reformatório Krenak, prisão sumária estabelecida em Resplendor – Minas Gerais em 1969 (ápice dos <a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/historia-vida-morte-vladimir-herzog.phtml">Anos de Chumbo</a>). / Crédito: Wikimedia Commons</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 18:33:42 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1808 - Guido Tomás Marlière</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1574231003</link>
         <description><![CDATA[<div>"Guido Tomás Marlière foi um militar francês que chegou ao Brasil na comitiva da Família Real portuguesa, em 1808. Em 1813, iniciou um trabalho de civilização dos índios em Minas Gerais, função na qual ascenderia ao ponto de chegar ao posto de diretor-geral dos índios de Minas Gerais, no período imperial (1824). Em dezesseis anos, compôs um projeto que visava incorporar os indígenas do Leste de Minas Gerais, na região do rio Doce e afluentes à sociedade colonial/imperial, de forma que pudessem se considerar e atuar como súditos/cidadãos da realidade brasileira de seu tempo, através da inserção política, desenvolvimento econômico e inclusão social. Porém, antes disso era necessário que se destituíssem de sua cultura e incorporassem as noções do “homem civilizado”, quando haveria todo um aparato logístico e instituições a exercer esse trabalho, como as Divisões Militares do Rio Doce, a Junta de Conquista, Civilização dos Índios e Navegação do Rio Doce e, no período imperial, a Direção-Geral dos Índios de Minas Gerais, chefiada por Marlière durante cinco anos."<br><br>Fonte:<br>-<a href="https://bdtd.ibict.br/vufind/Record/UFJF_3d64e1c59b4cde422b48d395569afb47"> Guido Tomás Marlière e a política indigenista em Minas Gerais (1813-1829)</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 18:45:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>1946 - Um Posto Indígena de Nacionalização (Heinz Forthmann) </title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1574244264</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;“Um Posto Indígena no vale do Rio Doce, Minas Gerais.”<br>Roteiro, Fotografia e Direção: Heinz Forthmann. Som e Montagem: Rodolfo<br>A. Freudenfeld. Laboratório: Filmes Artísticos Nacionais.<br>Observação: data do Fundo SPI-SRA: 1947. Título original de Heinz<br>Forthmann: Os Índios Krenaque.<br>Curta-metragem (193 metros), 07 minutos, 35 mm, pb. Ano de produção:<br>1946 (segundo filmografia de Forthmann). Produção: Serviço de Proteção<br>aos Índios (SPI), Seção de Estudos (SE).<br>FONTE: Heinz Forthmann e Darcy Ribeiro : cinema documentário no Serviço de Proteção aos Índios, SPI, 1949-1959 - Mendes, Marcos de Souza<br><a href="https://www.youtube.com/redirect?event=video_description&amp;redir_token=QUFFLUhqa0JMOWdqcUM4blpFdXVtTTEwTjJWOV9PdV9KQXxBQ3Jtc0tsWW90ekVkM1NPMHprSjZqUS1vZnNmWlFtemhwbnRxelVVRmF4TDhzNVgzTFlHUVE4SHJLRGQwR19Ka05ZRDJyeU9lMU1Za1BaQ0QtMTlyMTVvRWF0LWFtVEl0a0NBM0hGcnpKN29Dd3ZNdzBuV3VURQ&amp;q=http%3A%2F%2Frepositorio.unicamp.br%2Fjspui%2Fhandle%2FREPOSIP%2F285097">http://repositorio.unicamp.br/jspui/h...</a><br><br>FILME: Acervo do Museu do Índio.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/AcRuwHBlgr8" />
         <pubDate>2021-05-31 18:53:35 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>19/04/2021 - Roda Viva | Ailton Krenak </title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1574254044</link>
         <description><![CDATA[<blockquote>"O Presente é ancestral." Ailton Krenak</blockquote><div><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/BtpbCuPKTq4" />
         <pubDate>2021-05-31 18:59:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1574433125</link>
         <description><![CDATA[<div>Para quem desejar saber mais sobre os Krenak, está disponível o documentário <em>Krenak, sobreviventes do Vale</em>, nos links a seguir: <br>- <a href="https://youtu.be/6o-GjgC15vE">Documentário no YouTube.</a><br>- <a href="https://www.cedefes.org.br/krenak-sobreviventes-do-vale-documentario-sobre-luta-do-povo-indigena-estreia-no-futura/">Matéria sobre o documentário.</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-05-31 21:08:58 UTC</pubDate>
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         <title>Feedback da professora Taciana Almeida Garrido:</title>
         <author>francielezagne</author>
         <link>https://padlet.com/francielezagne/krpc610vstn6qqic/wish/1649918186</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2021-07-14 22:29:57 UTC</pubDate>
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