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      <title>NEPE IV by GABRIELA SOUZA DA SILVA</title>
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      <description>ALUNA: Gabriela Souza da Silva - 2 0 2 3 0 0 2 2 9 5 5 - Polo Presidente Vargas </description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-06-30 20:38:36 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-30 21:54:28 UTC</lastBuildDate>
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         <title>SEMANA NEPE- Educação Especial e Ciberacessibilidade</title>
         <author>gaibriela</author>
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         <description><![CDATA[<p>No dia 5 de maio teve início a Semana NEPE 2025.1, realizada por meio de transmissões no canal da Licenciatura em Educação Especial no YouTube. Durante a abertura da segunda aula, o professor doutor Wallace Carrisso, da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), participou como convidado e trouxe importantes reflexões sobre o tema “Educação Especial e Ciberacessibilidade”. Em sua fala, ele explorou como as tecnologias digitais podem funcionar como ferramentas potentes na promoção de ambientes inclusivos, tanto em espaços físicos quanto em plataformas online, propondo uma nova perspectiva sobre a relação entre tecnologia e vida urbana. A ideia apresentada vai além de apenas tornar sites acessíveis: trata-se de pensar o digital como um agente transformador da cidade, atuando de maneira sensível e positiva na superação de barreiras físicas e simbólicas.</p><p><br></p><p>Dentro dessa abordagem, o conceito de ciberacessibilidade foi discutido como algo mais amplo do que a acessibilidade digital convencional. Ele envolve o uso de recursos tecnológicos — como aplicativos, celulares e ambientes virtuais — para garantir a participação igualitária e ativa de todas as pessoas em diferentes contextos, como universidades, espaços públicos e o próprio universo digital. O professor também enfatizou a relevância da cibercultura, que se refere ao modo de vida atual, marcado pela constante presença da tecnologia. Essa conectividade contínua tem alterado profundamente as formas de aprender, se comunicar e produzir conhecimento, o que exige dos profissionais da educação uma nova postura pedagógica, mais alinhada com a diversidade e com as demandas do nosso tempo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 21:29:11 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA NEPE - Descrever para incluir</title>
         <author>gaibriela</author>
         <link>https://padlet.com/gaibriela/kr62kjet27oz3jbl/wish/3506379421</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p><br></p><p>A audiodescrição é uma ferramenta essencial voltada à inclusão de pessoas com deficiência visual, pois permite que elas tenham acesso a informações visuais por meio da descrição verbal de elementos como expressões faciais, figurinos, ambientes e movimentos. Essa narração torna compreensíveis os detalhes presentes em vídeos, imagens, espetáculos e outros recursos audiovisuais.</p><p><br></p><p>No contexto escolar, sua aplicação tem um papel transformador. Ao garantir que alunos cegos ou com baixa visão consigam acompanhar o que está sendo apresentado em sala de aula, a audiodescrição promove a participação ativa desses estudantes nas atividades pedagógicas, contribuindo para um aprendizado mais equitativo.</p><p><br></p><p>Mais do que um recurso técnico, trata-se de uma prática que fortalece o compromisso com a acessibilidade e a justiça educacional. Ao incluir a audiodescrição nas rotinas escolares, educadores e colegas são convidados a refletir sobre a importância de um ambiente onde todos se sintam pertencentes. Descrever o que é visível, portanto, é um gesto de cuidado e respeito que amplia as possibilidades de inclusão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 21:39:55 UTC</pubDate>
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         <title>SEMANA NEPE - Caminhos da pesquisa: Metodologias em estudo sobre financiamento da educação especial</title>
         <author>gaibriela</author>
         <link>https://padlet.com/gaibriela/kr62kjet27oz3jbl/wish/3506382198</link>
         <description><![CDATA[<p>Discutir o financiamento da Educação Especial é essencial para assegurar os direitos das pessoas com deficiência no espaço escolar. Compreender como os recursos são destinados, utilizados e acompanhados permite refletir sobre caminhos para uma educação mais equitativa e acessível. Nesse processo, o uso de metodologias de pesquisa é fundamental para analisar criticamente a realidade e orientar ações efetivas.</p><p><br></p><p>Adotar uma abordagem metodológica nesse campo significa saber interpretar legislações, examinar dados públicos — como os do Censo Escolar — e compreender o funcionamento de políticas educacionais, a exemplo do FUNDEB e do Plano Nacional de Educação (PNE). Essas análises podem ser feitas por meio de métodos quantitativos, que utilizam estatísticas e números; qualitativos, que se baseiam em entrevistas e documentos; ou mesmo integrando ambas as formas em abordagens mistas.</p><p><br></p><p>Nos cursos de licenciatura e formação docente, é imprescindível ensinar como investigar a fundo as estruturas de financiamento voltadas à Educação Especial. Esse aprendizado pode acontecer através de aulas conceituais, oficinas investigativas, pesquisas de campo e análise de documentos institucionais, preparando futuros professores e pesquisadores a lutar por investimentos que garantam inclusão de verdade.</p><p><br></p><p>Apesar dos obstáculos — como a carência de informações organizadas ou a falta de formação específica sobre economia da educação —, é possível produzir estudos consistentes e transformadores. Mais do que apresentar números, essas investigações devem provocar mudanças concretas nas escolas, garantindo o direito à aprendizagem, à permanência e à participação de todos os estudantes</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 21:47:58 UTC</pubDate>
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         <title>Submissão de resumo simples ao congresso l Conei</title>
         <author>gaibriela</author>
         <link>https://padlet.com/gaibriela/kr62kjet27oz3jbl/wish/3506385988</link>
         <description><![CDATA[<p>Durante minha participação no Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (PIBID), vinculado ao curso de Licenciatura em Educação Especial da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), tive a oportunidade de coautorar, junto com meu professor supervisor Cláudio Mendes Dias — docente de Matemática do Colégio Pedro II, unidade Centro — e com colegas do grupo PIBIDiano, um resumo intitulado <strong>“Flexibilidade Pedagógica: um olhar PIBIDiano na avaliação de matemática”</strong>. Esse trabalho foi submetido e aprovado para publicação no I Congresso Internacional de Educação Inclusiva (I CONEI), sendo posteriormente incluído nos anais do evento.</p><p>A produção desse resumo partiu das experiências práticas vivenciadas no Colégio Pedro II, com base nas orientações do NAPNE (Núcleo de Atendimento às Pessoas com Necessidades Específicas), que atua para garantir o acesso, permanência e êxito de estudantes com deficiência. O foco da proposta foi refletir e experimentar formas alternativas de avaliação em matemática, rompendo com modelos tradicionais, muitas vezes excludentes, ao propor instrumentos mais acessíveis, individualizados e alinhados aos princípios da educação inclusiva.</p><p>O trabalho apresentou uma metodologia de abordagem qualitativa e descritiva, pautada em intervenção pedagógica e inspirada no Desenho Universal para a Aprendizagem (DUA). O principal objetivo foi garantir que estudantes com diferentes necessidades educacionais específicas — como deficiência intelectual, dislexia, TDAH e TEA — pudessem participar das avaliações com equidade. Para isso, desenvolvemos provas adaptadas que incluíam estratégias como: uso de linguagem simplificada, destaque visual de informações importantes, impressão colorida, organização clara dos enunciados e flexibilização do tempo de realização.</p><p>Os resultados observados indicaram que as adaptações facilitaram a compreensão dos alunos e permitiram que suas dificuldades se concentrassem nos conteúdos matemáticos em si, e não na decodificação ou interpretação das questões. Assim, a experiência reafirmou a importância de repensar a avaliação como parte integrante do processo de aprendizagem, não apenas como uma ferramenta classificatória.</p><p>A escrita desse resumo foi uma oportunidade de aprofundar minha compreensão sobre práticas pedagógicas inclusivas e de vivenciar, na prática, a construção coletiva do conhecimento entre universidade e escola. Essa experiência também fortaleceu meu compromisso com uma educação mais justa, sensível às singularidades e promotora de transformações sociais reais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 22:01:00 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gaibriela</author>
         <link>https://padlet.com/gaibriela/kr62kjet27oz3jbl/wish/3506390205</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 14/06/2005 participei integralmente do l Conei (congresso internacional de educação inclusiva) evento realizado em formato on-line e que reuniu especialistas professores estudantes e pesquisadores de diversas regiões para debater temas centrais relacionados à inclusão no contexto educacional. A programação com um tom com uma série de atividades ricas e variadas, abordando diferentes dimensões da inclusão em múltiplos contextos, desde a educação básica até o ensino superior.</p><p>O congresso foi uma oportunidade valiosa para ampliar meus conhecimentos e refletir criticamente sobre práticas, políticas e desafios da educação inclusiva. Durante o evento, a companhia todas as palestras e mesas redondas, entre elas destaca algumas que mais me impactaram, como: Inclusão de estudantes com síndromes raras na escola comum, Inclusão indígena na educação superior e Políticas educacionais e interlocução com políticas de proteção de crianças e adolescentes em situação de violência sexual. Esses temas, entre outros abordados, contribuíram de maneira significativa para o meu entendimento sobre os caminhos possíveis para uma educação mais justa, plural e acessível.</p><p>A seguir vou registrar as principais atividades, anotações e reflexões que mais me marcaram ao longo do congresso.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 22:13:50 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Políticas Educacionais e Interlocução com Políticas de Proteção de Crianças e Adolescentes em Situações de Violência Sexual</title>
         <author>gaibriela</author>
         <link>https://padlet.com/gaibriela/kr62kjet27oz3jbl/wish/3506396988</link>
         <description><![CDATA[<p>A palestra ministrada por Édar Jessie Dias Mendes da Silva, ofereceu uma reflexão profunda sobre a educação como direito fundamental da infância e adolescência, destacando seu caráter histórico, social e político. A palestrante apresentou a educação brasileira como um campo em disputa: de um lado, voltada à reprodução das estruturas do capital; de outro, como espaço de formação crítica da classe trabalhadora e de resistência coletiva, como aponta Severino em sua obra Educação, Sujeito e História. Nesse sentido, a luta por uma educação pública, gratuita e de qualidade se articula a outras pautas sociais, como o enfrentamento das desigualdades de gênero, etnia e a defesa dos direitos humanos.</p><p><br></p><p>Como parte de sua pesquisa, Édar visitou 12 unidades escolares no município de Goiânia, mas apenas oito professores aceitaram responder ao questionário. As falas dos docentes revelam que a violação dos direitos da criança e do adolescente, especialmente em casos de violência sexual, ainda é um tema cercado de medo, insegurança e falta de preparo dentro do ambiente escolar. Muitos relataram que não se sentem apoiados institucionalmente, e que há um distanciamento por parte da Secretaria de Educação frente a essas situações. Além disso, os profissionais indicaram a ausência de formação continuada para lidar com essas questões, o que reforça o sentimento de impotência diante da gravidade dos casos. A denúncia, muitas vezes, é evitada por medo de retaliações ou falta de respaldo. “As pessoas acham que é algo simples de resolver, mas é uma das situações mais difíceis que temos que enfrentar”, afirmaram alguns participantes. As falas evidenciam a urgência de políticas públicas integradas entre educação e proteção social, além de investimentos em formação, suporte emocional e institucional para que a escola possa, de fato, cumprir seu papel de garantir direitos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 22:38:20 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inclusão Indígena na Educação Superior: perspectivas e desafios institucionais</title>
         <author>gaibriela</author>
         <link>https://padlet.com/gaibriela/kr62kjet27oz3jbl/wish/3506398943</link>
         <description><![CDATA[<p>A palestra apresentada por Rayannie Mendes de Oliveira, foi um dos momentos mais significativos do CONEI. Com experiência na educação básica e superior, Rayannie é licenciada em Pedagogia (2014), especialista em Educação Especial Inclusiva (2017) e mestra em Educação pelo Programa de Pós-Graduação em Gestão de Ensino da Educação Básica (PPGUREB) da Universidade Federal do Maranhão (UFMA), com título obtido em 2023. Atualmente, cursa licenciatura em Filosofia e atua como professora e pesquisadora.</p><p>Durante sua fala, a palestrante destacou os múltiplos desafios enfrentados por estudantes indígenas no contexto universitário, trazendo à tona questões estruturais e simbólicas. Entre os principais obstáculos apontados, estão a precariedade da infraestrutura nas instituições, a escassez de recursos específicos, as dificuldades de acesso e permanência no ensino superior, além dos entraves linguísticos e culturais que impactam diretamente a vivência acadêmica desses estudantes. Rayannie enfatizou ainda a urgente necessidade de formação docente específica, ressaltando que o ideal seria que os próprios professores indígenas ocupassem esse espaço na educação superior, como forma de valorização dos saberes tradicionais e fortalecimento da identidade cultural dentro da universidade. Sua abordagem reforçou a importância de políticas institucionais comprometidas com a diversidade e com o direito à educação como prática de equidade e respeito às diferenças. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 22:44:04 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Inclusão de Estudantes com Síndromes Raras na Escola Comum: conhecer, planejar e incluir</title>
         <author>gaibriela</author>
         <link>https://padlet.com/gaibriela/kr62kjet27oz3jbl/wish/3506399763</link>
         <description><![CDATA[<p>A primeira palestra que acompanhei durante o CONEI foi ministrada por Michell Pedrozzi Mendes Araújo — doutor e mestre em Educação pela Universidade Federal do Espírito Santo (UFES), professor da Faculdade de Educação da Universidade Federal de Goiás (UFG) e docente permanente do Programa de Pós-Graduação em Psicologia (PPGP/SE/UFG). A exposição trouxe importantes reflexões sobre os desafios e as possibilidades da inclusão de estudantes com síndromes raras no ensino regular, destacando a necessidade de conhecer a fundo as especificidades de cada estudante para, a partir disso, desenvolver um planejamento pedagógico sensível e eficaz. Michel reforçou que a inclusão não começa na sala de aula, mas no compromisso ético de buscar informações, compreender os impactos das síndromes no processo de aprendizagem e construir estratégias colaborativas entre professores, equipe escolar, família e serviços de saúde. A palestra evidenciou que, embora essas condições sejam menos comuns, os estudantes têm direito ao pertencimento e à participação plena, e que a formação docente precisa considerar essas realidades para garantir práticas educativas verdadeiramente inclusivas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 22:46:35 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author>gaibriela</author>
         <link>https://padlet.com/gaibriela/kr62kjet27oz3jbl/wish/3506404269</link>
         <description><![CDATA[<p>No dia 6 de maio de 2025 , participei de um seminário presencial promovido pelo Programa Institucional de Bolsa de Iniciação à Docência (PIBID), realizado no campus da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ), unidade de Nova Iguaçu. O evento teve início às 9h e se estendeu até às 17h, com intervalo para almoço. Estiveram presentes diversos Núcleos de Iniciação à Docência (NIDs) vinculados ao curso de Licenciatura em Educação Especial, incluindo o meu grupo, sob a coordenação da professora Stefhanny e supervisão do professor Cláudio Dias. Durante todo o dia, os bolsistas dos diferentes NIDs realizaram apresentações sobre as atividades desenvolvidas nas respectivas escolas de atuação. Cada grupo teve a oportunidade de compartilhar suas vivências, estratégias pedagógicas e os principais desafios enfrentados ao longo da execução do subprojeto.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 22:57:07 UTC</pubDate>
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         <title>Grupo Pedro ll</title>
         <author>gaibriela</author>
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         <description><![CDATA[<p>Nosso grupo foi o último a se apresentar, encerrando o seminário com uma síntese das ações conduzidas no Colégio Pedro II – unidade Centro. Confeccionamos slides e um vídeo, apresentados durante o evento como forma de ilustrar nossas experiências e recursos utilizados nas intervenções pedagógicas. </p><p>A experiência foi enriquecedora, permitindo ampliar a compreensão sobre a diversidade de práticas desenvolvidas no âmbito do programa, além de inspirar novas ideias e fortalecer os laços entre os integrantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 23:00:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>⬇️Materiais IBC⬇️</title>
         <author>gaibriela</author>
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         <description><![CDATA[<p>Fotos de materiais compartilhados no evento do grupo atuante no Instituto Benjamin Constant, são materiais utilizados na educação de estudantes cegos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 23:04:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>⬇️ Materiais IBC ⬇️</title>
         <author>gaibriela</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 23:05:57 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>gaibriela</author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-06-30 23:07:41 UTC</pubDate>
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