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      <title>Alimentação irregular e obesidade by Jackson Nunes</title>
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      <description>1 postagem e 2 comentários de cada integrante.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2017-10-08 22:31:01 UTC</pubDate>
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         <title>Jackson Nunes</title>
         <author>jaja_guima</author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/kq5rvnsjf25c/wish/195054009</link>
         <description><![CDATA[<h1>Má alimentação faz parte da rotina da maioria dos brasileiros</h1><div><br></div><div>Mais de 90% da população não consome frutas, legumes e verduras</div><div>&nbsp;<br>O arroz e feijão, ingredientes tradicionais do prato do brasileiro, não perderam espaço na mesa de mais de 90% da população. Por outro lado, o consumo de frutas, legumes e verduras está abaixo do recomendado pelo Ministério da Saúde, que é de 400 gramas diários. Os dados são da pesquisa “Análise do Consumo Alimentar Pessoal no Brasil”, feita pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).<br><br></div><div>De acordo com a nutricionista Adriana Padilha, a falta de legumes, frutas e verduras nas refeições afeta a ingestão de fibras, vitaminas e minerais. “O ideal é que a pessoa tenha uma alimentação saudável e equilibrada, contendo todos os alimentos. Na impossibilidade de isso acontecer, pode suplementar com medicações, mas isso acontece em último caso.”<br><br></div><div>A pesquisa também aponta que a deficiência no consumo de fibras atinge 68% da população, em sua maioria mulheres. O nutriente age no funcionamento do intestino e pode ser encontrado em alimentos como aveia, pão integral, laranja, maçã, manga, couve, repolho e berinjela.<br><a href="http://www.metodista.br/rronline/noticias/saude/2011/07/ma-alimentacao-faz-parte-da-rotina-da-maioria-dos-brasileiros">http://www.metodista.br/rronline/noticias/saude/2011/07/ma-alimentacao-faz-parte-da-rotina-da-maioria-dos-brasileiros</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-08 22:37:57 UTC</pubDate>
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         <title>Jackson Nunes</title>
         <author>jaja_guima</author>
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         <description><![CDATA[<div>Estudo feito por telefone com moradores com mais de 18 anos das capitais do País mostra que 19% do brasileiros têm o hábito de consumir refrigerantes e sucos artificiais e 20% consomem doces 5 vezes por semana ou mais.<br><br></div><div>O hábito reflete diretamente na obesidade: 18,6% são obesos – em 2010, eram 15%.<br>[...]</div><div>Endocrinologista do Centro de Obesidade e Diabetes do Hospital Alemão Oswaldo Cruz, Tarissa Petry diz que, por praticidade, brasileiros estão deixando de consumir alimentos naturais, mas que isso pode trazer sérias consequências para a saúde.<br><br></div><div>“Estamos diagnosticando a obesidade cada vez mais cedo. Esses jovens vão ter diabete, hipertensão, enfarte e AVC mais cedo também.”<br><br></div><div><a href="https://exame.abril.com.br/brasil/adolescente-se-alimenta-mal-e-risco-a-saude-cresce/">https://exame.abril.com.br/brasil/adolescente-se-alimenta-mal-e-risco-a-saude-cresce/</a><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-08 22:49:09 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Martins</title>
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         <description><![CDATA[<div>A obesidade, caracterizada pelo acúmulo de tecido gorduroso, regionalizado ou em todo o corpo, é uma doença crônica, complexa e de etiologia multifatorial. A importância desta condição na infância ocorre em função da complexidade do tratamento e da elevada possibilidade de persistência deste quadro na vida adulta e da sua associação a outras doenças não transmissíveis, ainda em idades precoces. A presença destes fatores de risco na infância acelera o processo de aterosclerose e o desenvolvimento das doenças cardiovasculares.&nbsp;</div><div><br></div><div>Neste sentido, a proposta do presente trabalho é realizar o mapeamento do tema da Obesidade na Primeira Infância, a partir da compilação dos dados e informações referentes à faixa etária de zero a seis anos, e, com base neste, recomendar e propor planos de ação sobre a temática. Espera-se que estas recomendações possam ser disseminadas para diferentes instâncias a fim de fomentar ações de cidadania para crianças de até seis anos de idade pela Rede Nacional Primeira Infância.​<br><a href="http://www.fmcsv.org.br/pt-br/acervo-digital/Paginas/obesidade-infantil.aspx?gclid=EAIaIQobChMIrZ-mmuTj1gIVCAeRCh2EPwB_EAAYAiAAEgJ2FvD_BwE">http://www.fmcsv.org.br/pt-br/acervo-digital/Paginas/obesidade-infantil.aspx?gclid=EAIaIQobChMIrZ-mmuTj1gIVCAeRCh2EPwB_EAAYAiAAEgJ2FvD_BwE</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 14:48:31 UTC</pubDate>
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         <title>Anderson Alves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<h1>10 Coisas que Você Precisa Saber Sobre Obesidade</h1><div><br>A <strong>obesidade</strong> é uma <strong>doença crônica</strong>, que afeta um número elevado de pessoas por todo o mundo. Porém, opção por uma <strong>rotina alimentar saudável</strong> e a <strong>prática de exercícios físicos</strong> podem contribuir com a prevenção e tratamento. Confira abaixo as 10 Coisas que Você Precisa Saber sobre a Obesidade:<br><br></div><div>1 - A obesidade é caracterizada pelo acúmulo de gordura corporal e pode acarretar graves problemas de saúde e levar até à morte. Segundo dados do IBGE, o Brasil tem cerca de 27 milhões de pessoas consideradas obesas. Somando o total de indivíduos acima do peso, o montante chega a quase 75 milhões.<br><br></div><div>2- A obesidade é diagnosticada através do cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC). Ele é feito da seguinte forma: divide-se o peso (em Kg) do paciente pela sua altura (em metros) elevada ao quadrado. De acordo com o padrão utilizado pela Organização Mundial da Saúde (OMS), quando o resultado fica entre 18,5 e 24,9 kg/m<sup>2</sup>, o peso é considerado normal. Entre 25,0 e 29,9 kg/m<sup>2</sup>, sobrepeso, e acima deste valor, a pessoa é considerada obesa.<br><br></div><div>3- Conforme a magnitude do excesso de peso pode-se, de acordo co o IMC, classificar o grau de obesidade do paciente em: obesidade leve (classe 1 – IMC 30 a 34,9 kg/m<sup>2</sup>), moderada (classe 2 - IMC 35 a 39,9 kg/m<sup>2</sup>) e grave ou mórbida (classe 3 - IMC ≥ 40 kg/m<sup>2</sup>). Essa classificação é importante na escolha do tipo de tratamento, quando deve ser clínico ou cirúrgico.<br><br></div><div>4- A obesidade é fator de risco para uma série de doenças. O obeso tem mais propensão a desenvolver problemas como hipertensão, doenças cardiovasculares, diabetes tipo 2, além de problemas físicos como artrose, pedra na vesícula, artrite, cansaço, refluxo esofágico, tumores de intestino e de vesícula.<br><br></div><div>5- A obesidade pode, também, mexer com fatores psicológicos, acarretando diminuição da autoestima e depressão.<br><br></div><div>6- São muitas as causas da obesidade. Em uma pessoa geneticamente predisposta, os maus hábitos alimentares e sedentarismo precipitarão o desenvolvimento da obesidade. Algumas disfunções endócrinas também podem levar ao desenvolvimento da obesidade. Por isso, na hora de pensar em perder peso, procure um especialista.<br><br></div><div>7- Para o tratamento da obesidade, médicos podem usar fatores de risco e outras doenças para terem a noção da gravidade da situação do paciente. Por exemplo, apnéia do sono, diabetes mellitus tipo 2 e arteriosclerose são doenças que indicam a necessidade de uso de medicamentos da obesidade já em pacientes com sobrepeso (IMC 25 - 29,9 kg/m<sup>2</sup>).<br><br></div><div>8- A Lei 11.721/2008 determina que o 11 de outubro é Dia Nacional de Prevenção da Obesidade. A data havia sido criada, há cerca de dez anos, pela Federação Latino-Americana de Obesidade, porém reconhecida, em 1999, pelo Governo Federal e instituída no Brasil, na época, com o nome de Dia Nacional de Combate à Obesidade. A World Obesity também adota o dia 11 de outubro como o dia mundial da obesidade.<br><br></div><div>9- A prevenção contra a obesidade passa pela conscientização da importância da atividade física e da alimentação adequada. O estilo de vida sedentário, as refeições com poucos vegetais e frutas, além do excesso de alimentos ricos em gordura e açúcar precipitam o aumento do número pessoas obesas, em todas as faixas etárias, inclusive crianças.<br><br></div><div>10 -Está comprovado que relacionamentos sociais e romances são menos frequentes entre obesos, já que eles saem menos de casa devido à diminuição da autoestima. Agora, uma vez existindo o relacionamento, a obesidade pode interferir no relacionamento sexual. Ela está relacionada à redução da testosterona, o que pode levar a redução de libido e a problemas de ereção nos homens. Já nas mulheres, existe uma redução dos níveis de hormônio feminino e aumento no nível dos masculinizantes. As mulheres podem apresentar aumento de pêlos, irregularidade menstrual e infertilidade. As chances de todos esses problemas se resolverem, com uma perda de peso na ordem de 10%, são bem grandes.<br><br><a href="https://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-obesidade/">https://www.endocrino.org.br/10-coisas-que-voce-precisa-saber-sobre-obesidade/</a><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 14:51:14 UTC</pubDate>
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         <title>Nicole</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=wYNBw8hOaZM">https://www.youtube.com/watch?v=wYNBw8hOaZM</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 14:52:48 UTC</pubDate>
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         <title>Anderson Alves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 14:53:44 UTC</pubDate>
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         <title>Barbara</title>
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         <description><![CDATA[<div>Por que discutir esse tema? Obesidade não é uma questão pessoal?</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 14:53:44 UTC</pubDate>
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         <title>Anderson Alves</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><a href="https://www.youtube.com/watch?v=akRwIH9KFBQ">https://www.youtube.com/watch?v=akRwIH9KFBQ</a><br><br> Por que o Brasil está mais gordo? Diante de um novo cenário da população se exercitando menos e se alimentando pior, Marcio Atalla e a nutricionista Jéssica Borrelli discutem os fatores da obesidade no país.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 14:56:05 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Martins</title>
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         <description><![CDATA[<div>A obesidade não é mais apenas um problema estético, que incomoda por causa da “zoação” dos colegas. O excesso de peso pode provocar o surgimento de vários problemas de saúde como diabetes, problemas cardíacos e a má formação do esqueleto.</div><div>Cerca de 15% das crianças e 8% dos adolescentes sofrem de problemas de obesidade, e oito em cada dez adolescentes continuam obesos na fase adulta.</div><div>As crianças em geral ganham peso com facilidade devido a fatores tais como: hábitos alimentares errados, inclinação genética, estilo de vida sedentário, distúrbios psicológicos, problemas na convivência familiar entre outros.</div><div>As pessoas dizem que crianças obesas ingerem grande quantidade de comida. Esta afirmativa nem sempre é verdadeira, pois em geral as crianças obesas usam alimentos de alto valor calórico que não precisa ser em grande quantidade para causar o aumento de peso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 14:56:52 UTC</pubDate>
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         <title>Matheus Gustavo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/kq5rvnsjf25c/wish/195258492</link>
         <description><![CDATA[<div>O melhor tratamento para a obesidade é feito com dieta para emagrecer e com a prática regular de exercícios físicos, entretanto, quando isto não é possível, existem opções de remédios para ajudar a reduzir o apetite e a compulsão alimentar, como a Sibutramina e o Orlistat, ou, em último caso, a cirurgia bariátrica, que diminui a área de absorção dos alimentos pelo trato gastrointestinal.</div><div>O primeiro passo, tanto para tratar, como prevenir a obesidade, deve ser sempre o controle do consumo de calorias, calculado de acordo com a alimentação habitual e com a quantidade de peso que se deseja perder, de preferência com uma dieta rica em frutas, legumes, verduras, fibras e água, conforme orientada pelo nutricionista.&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 14:57:17 UTC</pubDate>
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         <title>Marcus Ribeiro</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp;</div><div>Há diversos motivos que levam uma pessoa a ficar acima do peso, sendo que os mais conhecidos são a falta de atividade física e maus hábitos alimentares.<br><br></div><div>É por isto, aliás, que o tratamento mais recomendado é exatamente uma alimentação equilibrada e a prática de exercícios. <br><br><br><a href="http://queroperderpesocomsaude.com/obesidade-principais-causas-e-consequencias-para-saude-humana/">http://queroperderpesocomsaude.com/obesidade-principais-causas-e-consequencias-para-saude-humana/</a><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 14:57:30 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Nicole</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/kq5rvnsjf25c/wish/195259321</link>
         <description><![CDATA[<div><strong> </strong></div><h1><strong>Boa alimentação evita doenças ligadas à obesidade</strong></h1><div>Uma alimentação saudável pode ser uma grande aliada na conquista de mais qualidade de vida, saúde e bem-estar. A pesquisa <a href="http://blog.saude.gov.br/%20http:/www.blog.saude.gov.br/index.php/programasecampanhas/33905-apos-oito-anos-em-ascensao-obesidade-no-brasil-para-de-crescer">Vigitel 2013</a> (Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico), feita com 53 mil brasileiros adultos, revela um aumento na prática de atividade física e no consumo recomendado de frutas e hortaliças. O levantamento mais recente do <a href="http://portalsaude.saude.gov.br/">Ministério da Saúde</a> mostra que, pela primeira vez em oito anos consecutivos, o percentual de excesso de peso e de obesidade se manteve estável no País. O consumo diário de alimentos mais saudáveis e a prática de atividades regulares evitam uma série de doenças crônicas causadas pela obesidade.</div><div>Para manter uma dieta balanceada e saudável, o prato deve conter diariamente hortaliças (verduras e legumes). Esses alimentos fornecerem vitaminas, fibras, minerais e outros componentes bioativos que trazem uma série de benefícios para o organismo. De acordo com a nutricionista Raquel Sanchez Franz, da Coordenação de Atenção à Saúde do Servidor do Ministério da Saúde, o ideal é montar um cardápio rico em nutrientes, proteínas, carboidratos, lipídeos, vitaminas, minerais e fibras. “Uma dica é servir metade do prato com hortaliças. Isso garante a quantidade adequada de nutrientes e ajuda diretamente no bom funcionamento do organismo”, afirma. </div><div>Veja outras dicas de Raquel para uma alimentação adequada:</div><div><strong>Todas as frutas e verduras possuem algum tipo de nutriente<br></strong>“As frutas e verduras são alimentos ricos em vitaminas, minerais, fitoquímicos e fibras. Por isso, é fundamental ingeri-las para que as células possam ter um funcionamento adequado. O consumo regular de uma variedade de frutas, legumes e verduras, juntamente com alimentos ricos em carboidratos pouco processados, oferece garantia contra a deficiência da maior parte de vitaminas e minerais, aumentando a resistência às infecções, além de evitar a obesidade."</div><div><strong>Uma alimentação equilibrada garante elementos fundamentais para manter uma boa saúde<br></strong>“Ela promove o bem estar físico e mental. Dessa forma, uma dieta saudável pode reduzir os riscos de doenças do coração e crônicas, prevenindo o estresse e melhorando a disposição, o que traz mais qualidade de vida.”</div><div><strong>Dicas saudáveis para os lanches entre as refeições principais<br></strong>“Boas opções são frutas, sucos naturais, frutas desidratadas, barras orgânicas de frutas, iogurte natural desnatado, sanduíche com pão integral, tapioca e oleaginosas (castanhas, nozes, amêndoas). Essas são alternativas ideais para o consumo diário, evitando assim o consumo excessivo de biscoitos industrializados, pão branco, salgados fritos, cachorro quente e pizza, entre outros alimentos que são feitos com farinha refinada, que possuem muita gordura e/ou sódio.” </div><div><a href="http://www.brasil.gov.br/saude/2014/05/boa-alimentacao-evita-doencas-ligadas-a-obesidade">http://www.brasil.gov.br/saude/2014/05/boa-alimentacao-evita-doencas-ligadas-a-obesidade</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 14:59:04 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Martins</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/kq5rvnsjf25c/wish/195259406</link>
         <description><![CDATA[<div> </div><div>Como exemplo podemos citar os famosos sanduíches (hambúrguer, misto-quente, cheesburguer etc.) que as mamães adoram preparar para o lanche dos seus filhos, as batatas fritas, os bife passados na manteiga são os verdadeiros vilãs da alimentação infantil, vindo de encontro ao pessoal da equipe de saúde que condenam estes alimentos expondo os perigos da má alimentação aos pais onde alguns ainda pensam que criança saudável é criança gorda. As crianças costumam também a imitar os pais em tudo que eles fazem, assim sendo se os pais tem hábitos alimentares errados, acaba induzindo seus filhos a se alimentarem do mesmo jeito. </div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 14:59:17 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Martins</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/kq5rvnsjf25c/wish/195260401</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 15:01:24 UTC</pubDate>
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         <title>Marcus Ribeiro</title>
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         <description><![CDATA[<div>O neurologista Roberto Tuma diz que a obesidade também pode estar ligada a problemas psicológicos, como o estresse e a ansiedade. Confira mais neste link.<br> <br><a href="https://www.cartacapital.com.br/saude/as-causas-da-obesidade">https://www.cartacapital.com.br/saude/as-causas-da-obesidade</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 15:02:08 UTC</pubDate>
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         <title>Marcus Ribeiro</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<h1>Brasil lança meta para diminuir obesidade até 2019.</h1><div>Mais da metade dos brasileiros estão obesos ou com sobrepeso.<br>Dados do novo relatório da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) e da Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) revelam que mais da metade da população brasileira está com sobrepeso e a obesidade já atinge a 20% das pessoas adultas.Segundo o relatório, com base em dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), o sobrepeso em adultos passou de 51,1% em 2010, para 54,1% em 2014. <br><br>A tendência de aumento também foi registrada na avaliação nacional da obesidade. Em 2010, 17,8% da população era obesa; em 2014, o índice aumentou para 20%, sendo a maior prevalência entre as mulheres, 22,7%. O documento também apontou o aumento do sobrepeso infantil. Estima-se que 7,3% das crianças menores de cinco anos estão acima do peso, sendo as meninas as mais afetadas, 7,7%.<br><br><a href="http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2017/03/28/noticias-saude,204156/brasil-lanca-meta-para-diminuir-obesidade-ate-2019.shtml">http://www.uai.com.br/app/noticia/saude/2017/03/28/noticias-saude,204156/brasil-lanca-meta-para-diminuir-obesidade-ate-2019.shtml</a><br><strong><br></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 15:05:30 UTC</pubDate>
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         <title>Matheus Gustavo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/kq5rvnsjf25c/wish/195263555</link>
         <description><![CDATA[<div>A questão do excesso de peso e obesidade tornou-se, nos últimos anos, um dos maiores problemas de saúde pública do mundo. Apesar do aumento da incidência da doença e dos problemas relacionados, o excesso de peso ainda não é abordado de forma adequada. A avaliação do peso deve fazer parte da rotina de atendimento já na infância e as orientações para prevenção do ganho de peso e , quando necessário, perda de peso deve ser prioridade. Só para se ter uma idéia, estudo da Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ) mostrou que os gastos do SUS (Sistema Único de Saúde) com pacientes obesos são equivalentes à quase 5% das despesas totais do sistema. O material aponta também que cerca de 8% das hospitalizações de homens e mulheres são associadas ao excesso de peso.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 15:08:53 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/jaja_guima/kq5rvnsjf25c/wish/195263555</guid>
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         <title>Matheus Gustavo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/jaja_guima/kq5rvnsjf25c/wish/195264394</link>
         <description><![CDATA[<div>CAUSAS</div><div>São várias as causas que justificam o aumento no excesso de peso do brasileiro, de acordo com a coordenadora. Segundo ela, o brasileiro está “se alimentando mal” e praticando pouca atividade física.<br><br></div><div>-A população brasileira reduziu o consumo de frutas e hortaliças e aumentou a de gordura saturada.&nbsp;<br><br></div><div>-O padrão de sono da população geral tem mudado. As pessoas estão dormindo cada vez menos. Dormir menos de seis ou sete horas já é fator de risco para ganho de peso. Além das alterações associadas ao sono, pacientes que tem excesso de peso tem redução de vitamina D e isso colabora no desenvolvimento de doenças, como o diabetes. Quanto maior a massa de gordura, maior será a deficiência deste tipo de vitamina.<br><br>-Os agrotóxicos e bisfenol (substância presente em algumas embalagens plásticas) entram no sistema endócrino e podem contribuir para a obesidade.</div>]]></description>
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         <pubDate>2017-10-09 15:10:44 UTC</pubDate>
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