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      <title>100 ANOS DA SEMANA DE ARTE MODERNA by Bruno Figueira</title>
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      <description>Em homenagem aos 100 anos da Semana de Arte Moderna, os(as) alunos(as) do 8º ano da Eseba compartilham informações tanto sobre os artistas que participaram da Semana e também sobre os que foram influenciados por ela. Confira!</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2022-03-11 21:38:55 UTC</pubDate>
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         <title>Artista: Anita Malfatti</title>
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         <description><![CDATA[<div>Aluno: Wender Roque Pereira<br>8° C<br><br></div><div><em>Ao pensar em Anita Malfatti, muita gente se lembra imediatamente de seus desentendimentos com Monteiro Lobato, que criticou uma de suas exposições alegando que sua arte era muito influenciada pelo artista espanhol Pablo Picasso. Mas quem era Anita Malfatti pelos olhos das outras pessoas?</em></div><div><br></div><div><em>Nascida em São Paulo, filha de pai imigrante italiano e mãe norte-americana, Anita Catarina Malfatti teve uma infância difícil. A pintora nasceu com uma deficiência congênita no braço direito, que tentou ser corrigida em uma cirurgia, sem muito sucesso. Por isso, com a ajuda da alemã Miss Browne, governanta da família, a futura artista desenvolveu os movimentos da mão esquerda para escrever e pintar.&nbsp;</em></div><div><br></div><div><br></div><div><em>Porém, sua história poderia ter sido muito diferente. Na verdade, poderia nem ter sido, afinal, aos 13 anos, Anita tentou o suicídio ao se deitar nos trilhos do trem na Barra Funda, zona oeste da capital paulista, onde morava. Foi naquele momento que decidiu se dedicar à pintura.&nbsp;</em></div><div><br></div><div><em>E a empreitada deu certo. Mesmo assim, a pintora ficou um tempo sem produzir e se dedicar às obras. Ao retomar os estudos, conheceu Tarsila do Amaral, de quem se tornou muito próxima. Foi graças ao incentivo da amiga que Anita aceitou participar da Semana de Arte Moderna de 1922. Ao lado de Tarsila, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti De Picchia – o chamado Grupo dos Cinco – Anita revolucionou a arte moderna para sempre.&nbsp;</em></div><div><br></div><div><em>Hoje, a artista é considerada uma das pintoras mais importantes do modernismo brasileiro, com obras consideradas clássicas, como “O Homem Amarelo”, “A Boba” e “A Estudante Russa”. Anita deixou um legado de dezenas de telas, e foi reconhecida internacionalmente pela sua arte.&nbsp;<br></em><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-12 12:52:10 UTC</pubDate>
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         <title>Carlos Drummond</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>A trajetória pessoal e literária de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987) merece ser ainda muito iluminada. Um dos maiores nomes da poesia brasileira de todos os tempos, Drummond levou uma existência aparentemente modesta e avessa aos holofotes enquanto burilava uma obra vasta e rigorosa. Vivendo no Rio de Janeiro entre 1934 e 1987, o mineiro atravessaria boa parte do século XX produzindo poesia, crônica para os jornais e marcando, sobretudo com sua obra, todas as gerações posteriores da literatura produzida no Brasil.<br><br></div><div>A ideia de um site que recupere para o leitor de hoje a biografia e o legado de Drummond pode ser qualificada de um compromisso com as novas gerações de leitores brasileiros. Disponível para todo e qualquer leitor com acesso à rede mundial de computadores, o site Carlos Drummond de Andrade é um instrumento de democratização do legado de um de nossos maiores escritores. A trajetória biográfica, os afetos, as anedotas, os causos sobre Carlos Drummond de Andrade; mas também as leituras finas e atentas de sua poesia e de sua crônica: tudo isso forma o grande conteúdo da página de Drummond na internet.<br><br></div><div>Através do trabalho biográfico empreendido por Humberto Werneck, e continuamente alimentado — com material textual e bibliográfico —, o site é o principal portal de acesso à obra de Drummond.<br><br></div><div>Todos os direitos reservados, 2022<br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-12 13:14:36 UTC</pubDate>
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         <title>MARCELLA GOMES VIEIRA 8°ANO C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Oswald de Andrade</strong> (1890-1954) foi escritor e dramaturgo brasileiro. Representa uma das principais lideranças no processo de implantação e definição da literatura modernista no Brasil.&nbsp;</div><div>Sua atuação ficou marcada pelo seu espírito irreverente, polêmico, irônico e combativo. Tornou-se figura fundamental dos principais acontecimentos da vida cultural brasileira na primeira metade do século XX.&nbsp;</div><div>Sua obra apresenta de maneira geral, um nacionalismo que busca as origens, sem perder a visão crítica da realidade brasileira.&nbsp;</div><div>Oswald defendia a valorização de nossas origens, de nosso passado histórico-cultural de forma crítica, parodiando, ironizando e atualizando nossa história de colonização.&nbsp;</div><div>O romance foi o gênero da prosa que mais despertou o interesse de Oswald de Andrade. O autor estreou na prosa em 1922, com o romance "<em>Os Condenados</em>". Trata-se do primeiro volume da intitulada <em>Trilogia do exíli</em>o, que incorpora ainda as obras "<em>Estrela do Absinto</em>" e "<em>Escada Vermelha</em>".&nbsp;</div><div><strong>Biografia</strong>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div>Oswald de Andrade nasceu em São Paulo, no dia 11 de janeiro de 1890. Formou-se em Direito e ingressou na carreira jornalística.&nbsp;</div><div>Em 1911 iniciou sua vida literária no jornal semanal “<em>O Pirralho</em>”, que fundou e dirigiu junto com Alcântara Machado e Juó Bananère.&nbsp;</div><div>Filho de família rica, em 1912, viaja para Europa. A estada em Paris, além das ideias futuristas, deu-lhe uma companheira, Kamiá, mãe de seu primeiro filho nascido em 1914.&nbsp;</div><div>Em 1917 volta para São Paulo e nesse mesmo ano em sua coluna no Jornal do Comércio defende Anita Malfatti das críticas de Monteiro Lobato. Tem participação ativa na <a href="https://www.todamateria.com.br/semana-de-arte-moderna/">Semana de Arte Moderna de 1922</a><strong>.</strong>&nbsp;</div><div>Viaja novamente para a Europa e em Paris, na Sorbonne, dá a Conferência "O Esforço Intelectual do Brasil Contemporâneo".&nbsp;</div><div>Faz várias amizades no meio artístico o que lhe permite estar em contato com as correntes de vanguardas. Já no Brasil, Oswald assume o papel de liderança do <a href="https://www.todamateria.com.br/modernismo-no-brasil/">Movimento Modernista</a>.&nbsp;</div><div>Homem polêmico, irônico, gozador, teve uma vida atribulada, foi o idealizador dos principais manifestos modernistas, entre eles, o <a href="https://www.todamateria.com.br/movimento-pau-brasil/">Manifesto Pau-Brasil</a>.&nbsp;</div><div>Em 1926, casa-se com Tarsila do Amaral, que faz as ilustrações de seu primeiro livro de poemas, “Pau-Brasil”.&nbsp;</div><div>Juntos, fundam o <a href="https://www.todamateria.com.br/movimento-antropofagico/">Movimento Antropófago</a>, onde propõe, na literatura e na pintura, que o Brasil devore a cultura estrangeira e crie uma cultura revolucionária própria.&nbsp;</div><div>Em 1929, separa-se de Tarsila e rompe com seu amigo <a href="https://www.todamateria.com.br/mario-de-andrade/">Mário de Andrade</a>. Em 1930, casa-se com a escritora e militante comunista Patrícia Galvão (a Pagu), com quem teve seu segundo filho. Milita nos meios operários e, em 1931 ingressa no Partido Comunista, no qual permanece até 1945.&nbsp;</div><div>Desse período são as obras mais marcadas ideologicamente, como o "Manifesto Antropófago", o romance "Serafim Ponte Grande" e a peça teatral “O Rei da Vela”.&nbsp;</div><div>No campo do teatro, Oswald estreou em 1916, com as peças Leur Âme e Mon Coeur Balance. Ambas foram escritas em francês com a colaboração do poeta modernista Guilherme de Almeida.&nbsp;</div><div>A grande contribuição para o teatro nacional só ocorreu na década de 30, com o lançamento de três importantes textos dramáticos:&nbsp;</div><ul><li>“O Homem e o Cavalo” (1934)&nbsp;</li><li>“O Rei da Vela” (1937)&nbsp;</li><li>“A Morta” (1937)&nbsp;</li></ul><div>Na peça "O Rei da Vela", Oswald apresenta inovações técnicas e faz críticas à sociedade brasileira dos anos 60. A peça só foi levada ao palco em 1967-68, causou grande repercussão na época, contribuindo para o clima de efervescência cultural que caracterizou os <a href="https://www.todamateria.com.br/anos-60/">anos 60</a>.&nbsp;</div><div>Outros casamentos aconteceram na vida de Oswald de Andrade. Em 1936 casa-se com a poetisa Julieta Bárbara e, em 1944, com Maria Antonieta d’Aikmin, com quem teve duas filhas.&nbsp;</div><div>Após Longa doença, Oswald faleceu em São Paulo, no dia 22 de outubro de 1954.&nbsp;</div><div><strong>Obras</strong>&nbsp;</div><ul><li>Os Condenados, romance, 1922&nbsp;</li><li>Memórias Sentimentais de João Miramar, romance, 1924&nbsp;</li><li>Manifesto Pau-Brasil, 1925&nbsp;</li><li>Pau-Brasil, poesias, 1925&nbsp;</li><li>Estrela de Absinto, romance, 1927&nbsp;</li><li>Primeiro Caderno de Poesia do Aluno Oswald de Andrade, 1927&nbsp;</li><li>Manifesto Antropófago, 1928&nbsp;</li><li>Serafim Pontes Grande, romance, 1933&nbsp;</li><li>O Homem e o Cavalo, teatro, 1934&nbsp;</li><li>O Rei da Vela, teatro, 1937&nbsp;</li><li>A Morta, teatro, 1937&nbsp;</li><li>Marco Zero I - A Revolução Melancólica, romance, 1943&nbsp;</li><li>A Arcádia e a Inconfidência, ensaio, 1945&nbsp;</li><li>Ponta de Lança, ensaio, 1945&nbsp;</li><li>Marco Zero II - Chão, romance, 1946&nbsp;</li><li>A Crise da Filosofia Messiânica, 1946&nbsp;</li><li>O Rei Floquinhos, teatro, 1953&nbsp;</li><li>Um Homem Sem Profissão, memórias, 1954&nbsp;</li><li>A Marcha das Utopias, manifesto&nbsp;</li><li>Poesias Reunidas, (edição póstuma)&nbsp;</li><li>Telefonemas, crônicas, (edição póstuma)&nbsp;</li></ul><div><strong>Poemas</strong>&nbsp;</div><div>Confira abaixo três poemas de Oswald de Andrade:&nbsp;</div><div><strong>Pronominais</strong>&nbsp;</div><div>Dê-me um cigarro&nbsp;<br>Diz a gramática&nbsp;<br>Do professor e do aluno&nbsp;<br>E do mulato sabido&nbsp;<br>Mas o bom negro e o bom branco&nbsp;<br>Da Nação Brasileira&nbsp;<br>Dizem todos os dias&nbsp;<br>Deixa disso camarada&nbsp;<br>Me dá um cigarro&nbsp;</div><div><strong>Erro de português</strong>&nbsp;</div><div>Quando o português chegou&nbsp;<br>Debaixo de uma bruta chuva&nbsp;<br>Vestiu o índio&nbsp;<br>Que pena!&nbsp;<br>Fosse uma manhã de sol&nbsp;<br>O índio tinha despido&nbsp;<br>O português.&nbsp;</div><div><strong>Canto de regresso à pátria</strong>&nbsp;</div><div>Minha terra tem palmares&nbsp;<br>Onde gorjeia o mar&nbsp;<br>Os passarinhos daqui&nbsp;<br>Não cantam como os de lá&nbsp;<br>Minha terra tem mais rosas&nbsp;<br>E quase que mais amores&nbsp;<br>Minha terra tem mais ouro&nbsp;<br>Minha terra tem mais terra&nbsp;<br>Ouro terra amor e rosas&nbsp;<br>Eu quero tudo de lá&nbsp;<br>Não permita Deus que eu morra&nbsp;<br>Sem que volte para lá&nbsp;<br>Não permita Deus que eu morra&nbsp;<br>Sem que volte pra São Paulo&nbsp;<br>Sem que veja a Rua 15&nbsp;<br>E o progresso de São Paulo.&nbsp;</div><div>&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-12 13:21:36 UTC</pubDate>
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         <title>Kauan Pessoa 8ºB</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mário Raul de Morais Andrade nasceu na Rua da Aurora, em São Paulo, no dia 9 de outubro de 1893. Filho de Carlos Augusto de Andrade e de Maria Luísa concluiu o ginásio e entrou para a Escola de Comércio Alves Penteado.<br>Depois de se desentender com o professor de português abandonou o curso. Em 1911 ingressou no Conservatório Dramático e Musical de São Paulo, concluindo o curso de piano em 1917.<br>Ainda em 1917, após a morte de seu pai, passou a dar aulas particulares de piano. Frequentador das rodas literárias conheceu Anita Malfatti e Oswald de Andrade, tornando-se amigos inseparáveis.<br>Engajado no meio literário e musical, em 1921 integrou a Sociedade de Cultura Artística e marcou presença no banquete do Trianon, lançamento do Modernismo. No mesmo ano, Oswald de Andrade escreveu o artigo “<em>Meu poeta futurista</em>” no “<em>Jornal do Commércio de São Paulo</em>” para apresentar Mário de Andrade ao público.<br>Quando foi realizada a <a href="https://www.infoescola.com/artes/semana-de-arte-moderna/">Semana de Arte Moderna</a> em 1922, Mário foi nomeado professor catedrático do Conservatório de Música. Publicou "<a href="https://www.infoescola.com/livros/pauliceia-desvairada/">Pauliceia Desvairada</a>", uma coletânea de seus primeiros poemas modernistas e integrou o grupo fundador da revista Klaxon, veículo de divulgação Modernista.<br>No auge desse Movimento, a intenção era se desvincular dos modismos europeus e alcançar uma linguagem nacional própria, que promovesse integração entre o homem brasileiro e a sua terra. Pensando em buscar esse tipo de conhecimento para inspirar suas obras, o autor fez várias viagens pelo Brasil e estudou a cultura de cada região.</div><div>Visitou cidades históricas de Minas, passou pelo Norte, Nordeste e compilou diversas informações da cultura regional.<br>O autor foi Diretor do Departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo entre os anos de 1934 e 1938. Foi afastado do cargo por motivos políticos e em 1938 foi para o Rio de Janeiro, onde lecionou Filosofia e História da Arte na Universidade.</div><div>Em 1940 retornou para São Paulo, atuando como funcionário do Serviço do Patrimônio Histórico do Ministério da Educação.</div><div>Realizou trabalhos também como <a href="https://www.infoescola.com/profissoes/critico-de-arte/">crítico de arte</a> em jornais e revistas.<br>Mário de Andrade faleceu vítima de <a href="https://www.infoescola.com/doencas/infarto-do-miocardio/">ataque cardíaco</a> no dia 25 de fevereiro de 1945, na cidade de São Paulo.<br><br>Algumas obras:&nbsp;</div><ul><li>Há uma Gota de Sangue em Cada Poema, 1917</li><li>A Escrava que não é Isaura, 1925</li><li>Losango Cáqui, 1926</li><li>Primeiro Andar, 1926</li><li>Clã do Jabuti, 1927</li><li>Ensaio sobre a Música Brasileira, 1928</li><li>Compêndio da História da Música, 1929</li><li>Modinhas e Lundus Imperiais, 1930</li><li>Remate de Males, 1930</li><li>Música, Doce Música, 1933</li><li>Belazarte, 1934</li><li>O Aleijadinho, 1935</li></ul><div><br>Alguns poemas: <strong><em><br>Na rua Aurora eu nasci<br></em></strong><strong>Moça Linda Bem Tratada<br>Eterna Presença<br>Soneto<br></strong><strong><em>O trovador<br>Ode ao Burguês<br>Moda do brigadeiro<br>&nbsp;<br>Algumas frases: "</em></strong><em>Não devemos servir de exemplo a ninguém. Mas podemos servir de lição</em>."<br><br>"<em>O passado é lição para se meditar, não para se reproduzir</em>."<br><br>“<em>Que coisa misteriosa o sono!... Só aproxima a gente da morte para nos estabelecer melhor dentro da vida...</em>”<br><br>“<em>Minha obra toda badala assim: Brasileiros, chegou a hora de realizar o Brasil</em>.”<br><br>“<em>Devo confessar preliminarmente, que eu não sei o que é belo e nem sei o que é arte</em>.”</div><div><strong><em><br></em></strong><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-12 20:50:05 UTC</pubDate>
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         <title>Graça Aranha </title>
         <author>yasmimakitayama_eseba</author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: Yasmim Kitayama 8°B<br><br>Graça Aranha nasceu no dia 21 de junho de 1868 na cidade de São Luís, capital do maranhão, seus pais eram Temístocles da Silva Maciel Aranha e de Maria da Glória da Graça, e desde sempre teve uma boa educação.<br>&nbsp; &nbsp; Entrou na faculdade de direito e se formou em 1886. Se mudou pro Rio de Janeiro onde foi juiz e mais tarde foi juiz no estado do Espírito Santo.<br>&nbsp; &nbsp;Lá ele escreveu uma de suas obras "canaã" , que teve como tema o racismo, preconceito e a imigração. Ele viajou por muitos países da Europa, como Inglaterra, Itália, Suíça, Noruega, Dinamarca, França e Holanda, nesses países ele exerceu o cargo de diplomata. Essas viagens foram essenciais para que ele aderisse ao movimento modernista que despontava no Brasil, isso aconteceu pois ele teve contato com as vanguardas europeias e a arte moderna., ele foi organizador da Semana de Arte Moderna ocorrida no Teatro Municipal de São Paulo em 1922.<br>&nbsp; &nbsp;Mesmo ele sendo um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (ABL), rompeu com a ABL em 1924. Na Conferência intitulada “O Espírito Moderno”, ele declarou que a fundação da Academia foi um equívoco e foi um erro, pois suas ideias vanguardistas aliadas ao modernismo vigente não estavam de acordo com o academicismo difundido pela Academia.&nbsp;<br>&nbsp;Suas principais obras são:<br>~ Canaã (1902)<br>~ Malazarte (1914)<br>~ A Estética da Vida (1921)<br>~ Correspondência de Machado de Assis e Joaquim Nabuco (1923)<br>~ Espírito Moderno (1925)<br>~ A Viagem Maravilhosa (1929)<br>~ O Meu Próprio Romance (1931)<br>~ O Manifesto dos Mundos Sociais (1935)<br>&nbsp;Graça Aranha faleceu no Rio de Janeiro em 26 de janeiro de 1931 aos 62 anos no Rio de Janeiro, sendo vítima de um edema pulmonar.&nbsp;<br>&nbsp;Fonte: https://www.todamateria.com.br/graca-aranha/</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-12 23:10:32 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Laura Rodrigues 8º Ano C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Manuel Bandeira</strong> (1886-1968)</div><div>Manuel Bandeira é um mais renomados escritores da<sup> </sup>primeira geração modernista. Conhecido principalmente pela sua poesia, Bandeira também foi cronista, tradutor e professor.<br>Seu poema mais consagrado é o Vou-me embora pra Pasárgada.<br>As poesias de <strong>Manuel Bandeira</strong> nasce parnasiana e simbolista e, aos poucos, se distingue como "o melhor verso livre em português". O poeta transita do Parnasianismo ao Modernismo e experiências concretistas, conservando e adaptando <strong>os</strong> ritmos e forças mais regulares. Os temas abordados por Bandeira são amplos e variados. Dentre os temas constantemente presentes, estão o erotismo, o pessimismo e a morte, dentre tantos outros. A despeito de ser ateu, temas como a mística cristã aparecem em sua poesia, ao lado de uma poesia voltada ao amor libertino e ao desejo carnal, por exemplo.</div><div>É considerado como parte da geração de 1922 do modernismo no Brasil. Seu poema "Os Sapos" foi o abre-alas da Semana de Arte Moderna. Juntamente com escritores como João Cabral de Melo Neto, Gilberto Freyre, Clarice Lispector e Joaquim Cardozo, entre outros, representa o melhor da produção literária do estado de Pernambuco.<br>Bandeira escreveu os livros; <strong><em><br></em></strong><em>A Cinza das Horas, <br>Carnaval, <br>O Ritmo Dissoluto, <br>Libertinagem,</em><strong><em> </em></strong>dentre outros;<br><br>Filho do engenheiro Manuel Carneiro de Sousa Bandeira e de sua esposa Francelina Ribeiro de Sousa Bandeira, era neto paterno de Antônio Herculano de Sousa Bandeira, advogado, professor da Faculdade de Direito do Recife e deputado geral na 12ª legislatura. Tendo dois tios reconhecidamente importantes, sendo um, João Carneiro de Sousa Bandeira, que foi advogado, professor de Direito e membro da Academia Brasileira de Letras e o outro, Antônio Herculano de Sousa Bandeira Filho, que era o irmão mais velho de seu pai e foi advogado, procurador da coroa, autor de expressiva obra jurídica e foi também Presidente das Províncias da Paraíba e de Mato Grosso.</div><div>Seu avô materno era Antônio José da Costa Ribeiro, advogado e político, deputado geral na 17ª legislatura. Costa Ribeiro era o avô citado em "Evocação do Recife". Sua casa na rua da União é referida no poema como "a casa de meu avô".<br><br>Em 1921, Manuel Bandeira conheceu Mário de Andrade e através deste, colaborou com a revista modernista Klaxon, com o poema <em>Bonheur Lyrique</em>. Morando no Rio de Janeiro, sua participação no Movimento Modernista foi sempre a distância.<br><br>Deixo no aqui neste final o seu poema mais famoso;<br><br></div><h1>Vou-me embora pra Pasárgada&nbsp;</h1><h1>Manuel Bandeira</h1><div><br></div><div>Vou-me embora pra Pasárgada<br>Lá sou amigo do rei<br>Lá tenho a mulher que eu quero<br>Na cama que escolherei<br><br></div><div>Vou-me embora pra Pasárgada<br>Aqui eu não sou feliz<br>Lá a existência é uma aventura<br>De tal modo inconsequente<br>Que Joana a Louca de Espanha<br>Rainha e falsa demente<br>Vem a ser contraparente<br>Da nora que nunca tive<br><br></div><div>E como farei ginástica<br>Andarei de bicicleta<br>Montarei em burro brabo<br>Subirei no pau-de-sebo<br>Tomarei banhos de mar!<br>E quando estiver cansado<br>Deito na beira do rio<br>Mando chamar a mãe-d’água<br>Pra me contar as histórias<br>Que no tempo de eu menino<br>Rosa vinha me contar<br>Vou-me embora pra Pasárgada<br><br></div><div>Em Pasárgada tem tudo<br>É outra civilização<br>Tem um processo seguro<br>De impedir a concepção<br>Tem telefone automático<br>Tem alcaloide à vontade<br>Tem prostitutas bonitas<br>Para a gente namorar<br><br></div><div>E quando eu estiver mais triste<br>Mas triste de não ter jeito<br>Quando de noite me der<br>Vontade de me matar<br>— Lá sou amigo do rei —<br>Terei a mulher que eu quero<br>Na cama que escolherei<br>Vou-me embora pra Pasárgada.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 12:56:09 UTC</pubDate>
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         <title>João Pedro de Almeida Monteiro 8°b</title>
         <author>joaopedroamonteiro_eseba</author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br>Oswald de Andrade na década de 20<br><br></div><div>Vindo de uma família de posses, Oswald permaneceu um tempo na Europa e lá conheceu de perto algumas tendências da arte moderna que estava em seu auge.<br><br></div><div>Ao retornar ao Brasil, sente necessidade de colocar em prática algumas dessas influências europeias, mas buscando tratar de questões e temas nacionais.<br><br></div><div>Assim, organiza-se com amigos e pensa em uma maneira de mostrar essa nova estética, criando a Semana de Arte Moderna.<br><br></div><div>Mais tarde, casa-se com <strong>Tarsila do Amaral</strong> (1886-1973). A importante pintora não esteve presente na Semana de 22, mas foi um nome essencial para a implementação do modernismo no Brasil.<br><br></div><div>Juntos, criam o Movimento Antropofágico, que tinha como objetivo a valorização da cultura brasileira e foi muito relevante na primeira fase do modernis</div><div><br>Oswald de Andrade na década de 20</div><div>Vindo de uma família de posses, Oswald permaneceu um tempo na Europa e lá conheceu de perto algumas tendências da arte moderna que estava em seu auge.<br><br></div><div>Ao retornar ao Brasil, sente necessidade de colocar em prática algumas dessas influências europeias, mas buscando tratar de questões e temas nacionais.<br><br></div><div>Assim, organiza-se com amigos e pensa em uma maneira de mostrar essa nova estética, criando a Semana de Arte Moderna.<br><br></div><div>Mais tarde, casa-se com <strong>Tarsila do Amaral</strong> (1886-1973). A importante pintora não esteve presente na Semana de 22, mas foi um nome essencial para a implementação do modernismo no Brasil.<br><br></div><div>Juntos, criam o Movimento Antropofágico, que tinha como objetivo a valorização da cultura brasileira e foi muito relevante na primeira fase do modernismo nacional.mo nacional.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 13:38:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>João Vitor Oliveira Silva 8ºA</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Heitor Villa-Lobos foi um compositor brasileiro filho de imigrantes espanhóis , foi um compositor , maestro , violoncelista e pianista. Villa-Lobos se tornou uma das figuras mais importantes da música brasileira e o maior compositor sul-americano de todos os tempos . O compositor escreveu inúmeras obras orquestrais&nbsp; , de câmaras , instrumentos , vocais , até sua morte em 1959 foi totalizado mais de 2 mil obras compostas&nbsp; por Villa-Lobos.<br><br>Responsável pela descoberta de uma linguagem peculiarmente brasileira nas músicas , sendo considerado o maior expoente da música na construção da modernização brasileira . Suas obras continham nuances das culturas regionais brasileiras , com elementos das canções populares e indígenas.<br><br>Suas composições influenciadas pelas músicas folclóricas brasileiras com estilísticos da tradição clássica europeia, como exemplificado por suas <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Bachianas_brasileiras">Bachianas Brasileiras</a>. Suas Estudes para violão (1929) , dedicado a Andrés Segovia , e seus 5 Prelúdios (1940) dedicados a sua esposa<br>Arminda Neves d'Almeida ou "Mindinha" . ambas obras importantes no repertório violonístico.<br><br>A data de nascimento de Villa-Lobos é celebrada , no nosso país , como&nbsp; "<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_Nacional_da_M%C3%BAsica_Cl%C3%A1ssica">Dia Nacional da Música Clássica</a>". Em 2011 seu nome foi inscrito no Livro de Aço dos heróis nacionais depositado no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pante%C3%A3o_da_P%C3%A1tria_e_da_Liberdade_Tancredo_Neves">Panteão da Pátria e da Liberdade Tancredo Neves</a>.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 14:24:11 UTC</pubDate>
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         <title>Victor Brecheret</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; Victor Brecheret nasceu no dia 15 de dezembro de 1894 em uma cidade italiana de Farnese, seus pais eram Augusto Breheret e Paolina Nanni, mas aos dez (10) anos de idade ficou órfão de mãe e foi abrigado pelo tio materno Enrico Nanni e com sua família veio para o Brasil, instalando-se em São Paulo.<br>&nbsp; Em 1912, Victor Brecheret entrou para o Liceu de Artes e Ofício onde estudou desenho e modelagem. No ano seguinte viajou para Roma para aprender escultura.</div><div>&nbsp; Permaneceu na Itália durante cinco anos, onde entrou em contato com os artistas de vanguarda europeias. Trabalhou com o escultor italiano Arturo Dazzi.</div><div>&nbsp; Em 1916 ganhou seu primeiro prêmio na “Exposição de Belas-Artes em Roma, com a obra “Despertar”.</div><div>&nbsp; De volta ao Brasil, em 1919, montou seu ateliê no Palácio das Indústrias, num espaço cedido pelo arquiteto Ramos de Azevedo. No ano seguinte entrou em contato com Di Cavalcanti, Oswald de Andrade, Mário de Andrade e Menotti Del Picchia, artistas do movimento modernista.<br>&nbsp; Ainda em 1919 expôs a obra “Eva” que retrata a mãe da humanidade. A obra foi inicialmente esculpida em gesso e depois em mármore. Encontra-se no Centro Cultural São Paulo.&nbsp;<br>&nbsp; Em 1921, Victor Brecheret recebeu a encomenda do governo de São Paulo para executar a escultura “Monumento às Bandeiras” para o Parque do Ibirapuera.</div><div>&nbsp; Recebe também uma encomenda do governo de Washinghton Luís para o mausoléu da poetisa parnasiana Francisca Júlia e elabora a “Musa Impassível” (1922). A obra se encontra na Pinacoteca de São Paulo.</div><div>&nbsp; É agraciado com uma bolsa e viajou para Paris, onde estudou com o escultor Brancusi. Mesmo ausente, participou da Semana de Arte Moderna de 1922 que ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo, com a exposição de vinte esculturas no saguão e corredores do Teatro Municipal de São Paulo.</div><div>&nbsp; Ainda na Europa, realizou algumas exposições nacionais e internacionais, recebendo diversas premiações, entre elas a Menção Honrosa da Sociedade dos Artistas Franceses, em 1925.</div><div>&nbsp; De volta a São Paulo em 1932 torna-se sócio fundador da Sociedade Pró Arte Moderna (SPAM).<br>&nbsp; No ano seguinte o governo francês adquiriu a obra “O Grupo” para o Museu Jeu de Pomme, atualmente em La Roche-sur-You, recebendo a Cruz da Legião de Honra, a título de Belas Artes, no Grau de Cavaleiro.</div><div>&nbsp; Em 1941, Victor Brecheret venceu o concurso internacional de maquetes para o “Monumento a Duque de Caxias”. A obra só foi instalada na Praça Princesa Isabel, São Paulo, em 1960, cinco anos após a morte do artista.</div><div>&nbsp; Em 1946 esculpiu a “Via Crúcis” encomendada para a capela do Hospital das Clínicas.</div><div>&nbsp; Em 1951 foi premiado na I Bienal de São Paulo, como melhor escultor nacional. No dia 25 de janeiro de 1953 é inaugurado o “Monumento às Bandeiras”, em São Paulo.</div><div>&nbsp; Em 1955 Brecheret participou da II Bienal de São Paulo, expondo “Bartira”. Participa da mostra “Artistes Brésiliens”, em Paris, através dos Museus de Arte Moderna do Rio de Janeiro e de São Paulo.</div><div>Suas principais obras são:</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Despertar (1916)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;As esculturas Ídolo e Eva (1919)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Diana Caçadora (1920)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Monumento às Bandeiras (1920-1953)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Monumento ao Duque de Caxias (1941)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Drama Marajoara (1951)</div><div>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Drama Amazônico (1955)</div><div>&nbsp; Victor Brecheret faleceu em São Paulo (SP), no dia 17 de dezembro de 1955, vítima de um Infarto agudo do miocárdio. Dois anos depois, a Bienal prestou-lhe uma homenagem, dedicando ao artista uma sala especial com 61 esculturas e vinte desenhos.<br><strong>Fontes:<br>https://www.ebiografia.com/victor_brecheret/<br>https://www.todamateria.com.br/victor-brecheret/<br></strong><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 15:49:59 UTC</pubDate>
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         <title>Anita Malfatti</title>
         <author>julianascimento_eseba</author>
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         <description><![CDATA[<div>Anita Malfatti foi uma artista plástica brasileira. A mostra expressionista da pintora realizada em São Paulo na Exposição de Pintura Moderna foi um marco para a renovação das artes plásticas no Brasil.</div><div>Essa artista aprendeu as primeiras técnicas de pintura com sua mãe. Aos 19 anos, ela se formou em professora, e em 1910 foi estudar na Alemanha, onde frequentou o ateliê de Fritz Burger. Em seguida, matriculou-se na Academia Real de Belas Artes em Berlim, onde estudou pintura expressionista, cujo objetivo era expressar o emocional, distorcer formas e usar cores pouco reais.&nbsp;</div><div>De volta ao Brasil, incentivada pelos amigos, Anita participou da Semana de Arte Moderna de 1922 e, integrou, ao lado de Tarsila do Amaral, Mário de Andrade, Oswald de Andrade e Menotti De Picchia, o Grupo dos Cinco.</div><div>A partir de então, a sua carreira decolou de vez, tendo Anita exposto em Berlim, Nova Iorque e Paris. Além de ser celebrada no próprio país, a artista teve a sorte de receber em vida reconhecimento internacional. &nbsp;</div><div>Algumas das principais obras de Anita Malfatti são:<br><br>A Boba;<br>O homem de Sete Cores;<br>A Estudante;<br>O Homem Amarelo; entre outros.<br><br>Júlia Nascimento 8º ano A<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 17:55:01 UTC</pubDate>
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         <title>Zina Aita</title>
         <author>isabalinhasfm</author>
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         <description><![CDATA[<div>Theresa Aita (Belo Horizonte MG 1900 - Nápoles, Itália 1967). Pintora, ceramista e desenhista.&nbsp;<br>Viajou para Florença, onde permaneceu entre 1914 e 1918, estudou com o artista Galileo Chini na Academia de Belas Artes de Florença [Academia de Belas Artes de Florença].&nbsp;<br>De volta ao Brasil, teve contato com os modernistas Manuel Bandeira e Ronald de Carvalho. Fez amizade com a pintora Anita Malfatti e o escritor Mário de Andrade.&nbsp;<br>Em 1920 realizou sua primeira exposição individual em Belo Horizonte, considerada pioneira do modernismo em Minas Gerais. Participou da Semana de Arte Moderna de São Paulo em 1922. Na época, estava criando ilustrações para a publicação modernista paulista Klaxon Magazine.&nbsp;<br>Sabe-se de seu trabalho, e a maior parte de seu trabalho não tem data. Para alguns estudiosos, suas pinturas desse período se aproximam da Art Nouveau e do Pós-Impressionismo.<br>Em março de 1922 fez uma exposição individual na livraria O Livro, em São Paulo, e no ano seguinte participou do primeiro Salão da Primavera no Rio de Janeiro.<br>Em 1924 mudou-se para a Itália e viveu em Nápoles, onde dirigiu uma fábrica de cerâmica. Nos seis anos seguintes, estudou em Roma, Florença, Milão e Veneza. Na Itália, ficou conhecida como ceramista, participando de vários eventos de grupo.<br><br><strong>Exposições individuais:</strong><br>1920 - Zina Aita (Belo Horizonte, MG)<br>1920 - Zina Aita (Rio de Janeiro, RJ)<br>1922 - Zina Aita (São Paulo, SP)<br>1950 - Zina Aita (Nápoles, Itália)<br>1957 - Ceramiche di Zina Aita (Nápoles, Itália)<br>&nbsp;<br>fonte: https://www.guiadasartes.com.br/zina-aita/obras-e-biografia </div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 18:32:21 UTC</pubDate>
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         <title>Di Cavalcanti</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunofigueira1/kq41i9idvli7f6wd/wish/2092554404</link>
         <description><![CDATA[<div>Di Cavalcanti (1897-1976) foi um pintor brasileiro. Apesar da influência cubista e surrealista, foi um dos mais típicos pintores brasileiros pela representação dos temas populares, como o carnaval, as mulatas, o samba, as favelas e os operários.</div><div>Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque, conhecido como Di Cavalcanti, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 6 de setembro de 1897. Era filho de Frederico Augusto Cavalcanti de Albuquerque e Rosália de Sena.</div><div>Desde 1916, Di Cavalcanti já publicava charges políticas para a revista Fon-Fon. No mesmo ano, expôs no Salão dos Humoristas uma série de ilustrações sobre a Balada do Cárcere de Reading, de Oscar Wilde.</div><div>Em 1917 começou a pintar sob a influência do estilo Art Nouveau. Neste mesmo ano, fez sua primeira individual para a revista "A Cigarra".<br>Em 1919, Di Cavalcanti ilustrou o livro "Carnaval" de Manuel Bandeira. Em 1921, casou-se com sua prima Maria. Nesse mesmo ano, mudou-se para São Paulo, onde participou com destaque da Semana de Arte Moderna de 1922. Elaborou a capa do catálogo e expôs 11 telas no hall do Teatro Municipal de São Paulo, entre elas: Pierret (1922)</div><div>Di Cavalcanti mudou-se para Paris, em 1923, como correspondente do jornal Correio da Manhã. Voltou ao Brasil, em 1925, com visíveis influencias cubistas de Picasso e Braque. Em 1926, ilustrou o livro Losango Cáqui, de Mário de Andrade. Nesse mesmo ano entrou para o Diário da Noite, como ilustrador e jornalista.</div><div>Em 1929, executou os primeiros painéis modernos do Brasil, para o Teatro João Caetano, no Rio, onde revelou as marcas do cubismo acentuado por curvas barrocas e motivos populares como o carnaval e o samba.<br>Em 1932, Di Cavalcanti fundou o Clube dos Artistas Modernos, junto com Flávio de Carvalho, Antônio Gomide e Carlos Prado. Em 1934, filiou-se ao Partido Comunista Brasileiro. Simpatizante das ideias comunistas foi perseguido pelo governo de Getúlio Vargas. Nesse mesmo ano mudou-se para a cidade do Recife.</div><div>Di Cavalcanti voltou para a Europa, onde permaneceu entre 1935 e 1940. Expôs seus trabalhos em galerias de Bruxelas, Amsterdã, Paris, Londres, onde conheceu artistas como Picasso, Satie, Léger e Matisse. São dessa época as telas: Vênus (1938) e Ciganos (1940)<br>Di Cavalcanti ilustrou livros de Vinícius de Moraes e Jorge Amado. Em 1951, participou da Bienal de São Paulo e doou seus desenhos ao MAM- Museu de Arte Moderna.</div><div>Em 1953, recebeu o prêmio de melhor pintor nacional, na II Bienal de São Paulo. Em 1954, O MAM do Rio de Janeiro fez uma retrospectiva de sua obra. Em 1955, publicou o livro "Memórias de Minha Vida".</div><div>Em 1956, recebeu o prêmio da mostra Internacional de Arte Sacra de Trieste, na Itália. Em 1958, elaborou a tapeçaria para o Palácio da Alvorada e pintou a Via Sacra da catedral de Brasília. Entre outras obras destacam-se: Samba (1928), Cinco Moças (1930) e Duas Mulatas (1961)</div><div>Di Cavalcanti faleceu no Rio de Janeiro, no dia 26 de outubro de 1976.<br><br></div><div>fonte: https://www.ebiografia.com/di_cavalcanti/<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 18:35:08 UTC</pubDate>
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         <title>Graça Aranha- Daniel Figueira 8ºA</title>
         <author>danielmagnodf</author>
         <link>https://padlet.com/brunofigueira1/kq41i9idvli7f6wd/wish/2092583291</link>
         <description><![CDATA[<div>José Pereira da Graça Aranha nasceu em 21 de junho de 1868 na cidade de São Luís, capital do Maranhão.<br><br></div><div>Era filho de Temístocles da Silva Maciel Aranha e de Maria da Glória da Graça. Sua família era abastada e, portanto, Graça Aranha desde cedo teve uma boa educação.<br><br></div><div>Ingressou na Faculdade do Recife para estudar Direito, formando-se em 1886. Com o bacharel em Direito, ele mudou-se para o Rio de Janeiro, onde exerceu o cargo de Juiz. Mais tarde, também foi juiz no Estado do Espírito Santo.<br><br></div><div>Foi ali que ele escreveu sua obra mais importante “<em>Canaã</em>”. Temas como o racismo, preconceito e a imigração foram explorados por ele no romance.<br><br></div><div>Viajou para vários países da Europa (Inglaterra, Itália, Suíça, Noruega, Dinamarca, França e Holanda) exercendo o cargo de diplomata. Essas viagens foram essenciais para que ele aderisse ao movimento modernista que despontava no Brasil.<br><br></div><div>Isso porque teve contato com as vanguardas europeias e a arte moderna. Foi organizador da <a href="https://www.todamateria.com.br/semana-de-arte-moderna/">Semana de Arte Moderna</a> que ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo em 1922.<br><br>Além de organizador, ele ficou encarregado de proferir o discurso inicial intitulado: “<em>A emoção estética na arte moderna</em>”.<br><br></div><div>Embora tenho sido um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (ABL), rompeu com a ABL em 1924. Foi na Conferência intitulada “<em>O Espírito Moderno</em>”, que ele declara:<br><br></div><blockquote>“<em>A fundação da Academia foi um equívoco e foi um erro</em>”.<br><br></blockquote><div>Isso porque suas ideias vanguardistas aliadas ao modernismo vigente não estavam de acordo com o academicismo difundido pela Academia. Nas palavras do escritor:<br><br></div><blockquote>“<em>Se a Academia se desvia desse movimento regenerador, se a Academia não se renova, morra a Academia!</em>”<br><br>“<em>A Academia Brasileira morreu para mim, como também não existe para o pensamento e para a vida atual do Brasil. Se fui incoerente aí entrando e permanecendo, separo-me da Academia pela coerência</em>.”<br><br></blockquote><div>Graça Aranha faleceu no Rio de Janeiro em 26 de janeiro de 1931 com 62 anos.<br><strong>Obras</strong></div><div>As principais obras de Graça Aranha são:<br><br></div><ul><li>Canaã (1902)</li><li>Malazarte (1914)</li><li>A Estética da Vida (1921)</li><li>Correspondência de Machado de Assis e Joaquim Nabuco (1923)</li><li>Espírito Moderno (1925)</li><li>A Viagem Maravilhosa (1929)</li><li>O Meu Próprio Romance (1931)</li><li>O Manifesto dos Mundos Sociais (1935)</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 19:15:54 UTC</pubDate>
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         <title>Oswald de Andrade</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunofigueira1/kq41i9idvli7f6wd/wish/2092703530</link>
         <description><![CDATA[<div>A vida de Oswald era definitivamente uma agitação: foi militante político, ajudou a criar manifestos, vivia cercado de amigos, tinha uma personalidade divertida e irônica. Filho único, desde cedo soube que seria escritor porque um professor do Ginásio de São Bento assim o disse. E não é que o tal professor tinha razão?</div><div>Sua porta de entrada no jornalismo foi no Diário Popular, onde começou a escrever em 1909. Logo depois, virou crítico teatral e fundou uma revista. Em 1912, a vida do escritor virou de ponta-cabeça depois de uma ida à Europa.</div><div>Entusiasmado com o que viu, Oswald trouxe na mala ideias que vieram a tomar corpo nos seus Manifestos. Entre os seus trabalhos o mais famoso certamente foi o <em>Manifesto Pau-Brasil </em>(1924).&nbsp;</div><div>Muito próximo de diversos artistas, Oswald foi um dos agitadores que esteve a frente da organização da Semana de Arte Moderna.</div><div>Sabia que o autor chegou a ser casado com a pintora <a href="https://www.ebiografia.com/tarsila_amaral/">Tarsila do Amaral</a>? Verdade, o casamento realizado em 1926 durou cerca de três anos.&nbsp;</div><div>Fique sabendo mais sobre a trajetória pessoal e profissional de <a href="https://www.ebiografia.com/oswald_andrade/">Oswald de Andrade</a>.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 22:34:25 UTC</pubDate>
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         <title>Ronald de Carvalho - Arthur Alves Reis (8ºA)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunofigueira1/kq41i9idvli7f6wd/wish/2092705545</link>
         <description><![CDATA[<div><br>Ronald de Carvalho (1893-1935) era filho do engenheiro naval Artur Augusto de Carvalho e de Alice Paula e Silva Figueiredo de Carvalho, concluindo o curso secundário no Colégio naval.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-4"><sup>[4]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-5"><sup>[5]<br></sup></a><br></div><div><br>Entrou na <em>Faculdade Livre de Sciencias Juridicas e Sociaes do Rio de Janeiro</em>, precursora da atual <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Faculdade_Nacional_de_Direito">Faculdade Nacional de Direito</a> da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/UFRJ">UFRJ</a>, fazendo bacharelado em 1912. Desde 1910 trabalhava como jornalista, no <em>Diário de Notícias</em>, cujo diretor era <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ruy_Barbosa">Ruy Barbosa</a>.<br><br></div><div><br>Em sua ida para a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Europa">Europa</a>, cursou <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Filosofia">Filosofia</a> e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Sociologia">Sociologia</a> em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paris">Paris</a>. Ao voltar para o Brasil, entrou para o <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Itamaraty">Itamaraty</a>. Em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1922">1922</a>, participou da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Semana_de_Arte_Moderna">Semana de Arte Moderna</a>, que ocorreu em 13, 15 e 17 de fevereiro de 1922 no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Teatro_Municipal_de_S%C3%A3o_Paulo">Teatro Municipal de São Paulo</a>, e que foi o momento determinante do <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Modernismo_brasileiro">Modernismo brasileiro</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-6"><sup>[6]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-7"><sup>[7]<br></sup></a><br></div><div><br>A 7 de junho de 1923, foi agraciado com o grau de Oficial da <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ordem_Militar_de_Sant%27Iago_da_Espada">Ordem Militar de Sant'Iago da Espada</a>, de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal">Portugal</a>.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-8"><sup>[8]<br></sup></a><br>Em 1924 dirigiu a Seção dos Negócios Políticos e Diplomáticos na Europa. Durante a gestão de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/F%C3%A9lix_Pacheco">Félix Pacheco</a>, esteve no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/M%C3%A9xico">México</a>, como hóspede de honra daquele governo. Em 1926 foi oficial de gabinete do ministro <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ot%C3%A1vio_Mangabeira">Otávio Mangabeira</a>. Em 1930, o seu poema <em>Brasil</em> foi entusiasticamente lido na conferência <em>Poesia Moderníssima do Brasil</em>, apresentada pelo professor Manoel de Souza Pinto, da Cadeira de Estudos Brasileiros da Faculdade de Letras de Coimbra (tal estudo saiu estampado depois no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Jornal_do_Commercio">Jornal do Commercio</a>, Rio de Janeiro, domingo, 11 de janeiro de 1931, página 3). Exerceu cargos diplomáticos de relevância, servindo na Embaixada de Paris, com o embaixador Sousa Dantas, por dois anos, e depois em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Haia">Haia</a> (<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Pa%C3%ADses_Baixos">Países Baixos</a>). Retornou a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Paris">Paris</a>, de onde, em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1933">1933</a>, foi removido para o Rio de Janeiro.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-9"><sup>[9]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-10"><sup>[10]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-11"><sup>[11]<br></sup></a><br></div><div><br>Foi secretário de <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Get%C3%BAlio_Vargas">Getúlio Vargas</a> na Presidência da República, cargo que ocupava quando morreu. Em concurso realizado pelo <em>Diário de Notícias</em>, em <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/1935">1935</a>, foi eleito Príncipe dos Prosadores Brasileiros, em substituição a <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Coelho_Neto">Coelho Neto</a>. Colaborou, com destaque, em <em>O Jornal</em> e também se encontra colaboração da sua autoria na II série da revista <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Alma_Nova_(revista)"><em>Alma nova</em></a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-12"><sup>[12]</sup></a> (1915-1918) e <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Atlantida_(revista)"><em>Atlântida</em></a> <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-13"><sup>[13]</sup></a> (1915-1920). Casou com Leilah Accioly de Carvalho, com quem teve quatro filhos.<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-14"><sup>[14]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-15"><sup>[15]</sup></a><a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-16"><sup>[16]<br></sup></a><br></div><div><br>Ronald de Carvalho faleceu com 41 anos de idade, vítima de acidente automobilístico, no <a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_de_Janeiro_(estado)">Rio de Janeiro</a>, em 15 de fevereiro de 1935.<br><br>Obras<br><br></div><ul><li><em>Luz Gloriosa</em> (1913),<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-17"><sup>[17]</sup></a></li><li><em>Pequena História da Literatura Brasileira</em> (1919),<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-18"><sup>[18]</sup></a></li><li><em>Poemas e Sonetos</em> (1919),</li><li><em>Epigramas Irônicos e Sentimentais</em> (1922),<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-19"><sup>[19]</sup></a></li><li><em>Toda a América</em> (1926),<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-20"><sup>[20]</sup></a></li><li><em>Caderno de Imagens da Europa</em>, (1935),<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-21"><sup>[21]</sup></a></li><li><em>Poesia e Prosa</em>, (1960),<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-22"><sup>[22]</sup></a></li><li><em>O Mercador de Prata, de Ouro e Esmeralda</em></li><li><em>Imagens do México</em>, (1929),<a href="https://pt.wikipedia.org/wiki/Ronald_de_Carvalho#cite_note-23"><sup>[23]</sup></a></li><li><em>Epigrama</em></li><li><em>Uma noite em Los Andes</em></li><li><em>Sabedoria</em></li><li><em>Brasil</em></li></ul><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-13 22:38:49 UTC</pubDate>
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         <title>Guiomar Novaes </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mulher prodígio, Guiomar Novaes nasceu em São João da Boa Vista (SP) e foi na cidade de Campinas (SP), com apenas quatro anos, que começou a tocar piano, incentivada pela mãe e reproduzindo o que as irmãs mais velhas tocavam. Foi ainda menina que demonstrou seu talento nato para a Música, compondo uma valsinha que recebeu o título de <em>Jardim de infância</em>. Sua partitura foi, em 1903, publicada na revista <em>O Malho</em>. Nessa mesma época, a garota estava morando junto com a família em São Paulo, e por acaso do destino, ela era vizinha do escritor Monteiro Lobato, servindo de inspiração para a criação da personagem Narizinho, do <a href="https://aventurasnahistoria.uol.com.br/noticias/reportagem/polemica-de-monteiro-lobato-em-sitio-do-picapau-amarelo-homem-de-seu-tempo-ou-racismo-explicito.phtml"><em>Sítio do Picapau Amarelo</em></a>.<br><br></div><div>No ano de 1922, a pianista foi uma das mais importantes da Semana de Arte Moderna. Em sua apresentação no Theatro Municipal de São Paulo durante o segundo dia do evento, interpretou as obras <a href="http://institutopianobrasileiro.com.br/years/index/1922"><em>Au jardin du vieux serail (Andrinople)</em></a>, de E. R. Blanchet, <a href="https://www.youtube.com/watch?v=WlbWoN-Vdh4&amp;ab_channel=InstitutoPianoBrasileiro-IPB"><em>O ginete do pierrozinho</em></a> (esse integrava a coletânea <em>Carnaval das crianças</em>, de Villa-Lobos), e <em>La Soirée dans grenade</em>, das Estampes, <a href="https://classicosdosclassicos.mus.br/compositores/claude-debussy/">Debussy</a> e Minstrels. Ovacionada pela fulgurosa plateia, executou <em>L’Arlequin</em>, de Vallon. Neste mesmo ano, firmou matrimônio com o arquiteto e compositor Octávio Pinto.&nbsp;<br><br></div><div>A partir da Semana de 22, Guiomar Novaes passou a incluir em suas apresentações as obras de Villa-Lobos, tornando-se importante divulgadora dele nos Estados Unidos. Em 30 de agosto de 1955, por decreto do então Presidente da República, o sucessor de Getúlio Vargas, Café Filho, foi condecorada com a Ordem Nacional do Mérito, juntamente a <a href="https://personaunesp.com.br/heitor-villa-lobos-e-a-musica-modernista-artigo/">Heitor</a> e Ary Barroso. A valorização veio pelo sentido de universalidade dado à música brasileira, projetando-a no exterior. Sua última apresentação pública ocorreu em 15 de julho de 1973, no Festival Internacional de Música de Campos do Jordão. Em 1977, foi criada, na cidade natal da pianista, a <a href="http://amigosdaarte.org.br/programas-e-equipamentos/semana-guiomar-novaes-3/">Semana Guiomar Novaes</a>, importante evento cultural que ocorre anualmente, até hoje.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 16:47:47 UTC</pubDate>
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         <title>Arthur Naves 8 C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Oswaldo Goeldi<br>Gravador, desenhista, ilustrador e professor, Oswaldo Goeldi nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1895. Logo após seu nascimento e até os seis anos de idade, Goeldi morou em Belém (PA) com seus pais, Adelina Meyer Goeldi e Emilio Augusto Goeldi. Seu pai, renomado zoólogo e naturalista suiço, deu nome a uma das mais importantes instituições de Belém, da qual foi diretor: o Museu Paraense Emílio Goeldi, sempre voltado à pesquisa e vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia do Brasil que, desde sua fundação, em 1866, concentra suas atividades no estudo científico dos sistemas naturais e socioculturais da Amazônia.<br><br>Oswaldo Goeldi viveu na Suíça até o falecimento de seu pai. Depois disso, abandonou o curso na Escola Politécnica para se matricular na École des Art et Métiers. Decepcionado com a escola, passou a ter aulas com Serge Pahnke e Henri Van Muyden. Em 1917 realizou sua primeira exposição individual em Berna (Suíça), quando conheceu a obra do austríaco Alfred Kubin, seu mentor artístico.<br><br>Na mesma época tornou-se amigo de Hermann Kümmerly, com quem fez suas primeiras litografias. De volta ao Brasil, em 1919, executou trabalhos como ilustrador. Dois anos depois, ao expor no saguão do Liceu de Artes e Ofícios, aproximou-se de pessoas interessadas na renovação da arte, como a Semana de 1922. A partir de 1923, dedicou-se intensamente à xilogravura que conheceu com Ricardo Bampi.<br><br>Fez trabalhos para revistas, livros e periódicos. Em 1930, lançou o álbum "Dez Gravuras em Madeira", prefaciado por Manuel Bandeira e cuja venda permitiu seu retorno à Europa, onde expôs novamente em Berna e em Berlim. Por volta de 1932, retornou ao Brasil e começou a experimentar o uso da cor em xilogravuras. Consolidado como ilustrador, expôs na 25ª Bienal de Veneza em 1950. Ganhou o Prêmio de Gravura da 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951.<br><br>Sua carreira como professor começou em 1952 e, após três anos, passou a ensinar xilogravura na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA). Em 1956, no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, foi realizada sua primeira retrospectiva. Sua obra já participou de mais de uma centena de exposições póstumas no Brasil, Argentina, França, Portugal, Suíça e Espanha. Hoje, Goeldi é venerado no meio artístico e suas obras são matérias de referência no campo da gravura no mundo todo.<br>Oswaldo Goeldi, faleceu em 1961 e toda sua obra é difundida e catalogada pelo Projeto Goeldi.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 17:29:34 UTC</pubDate>
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         <title>Mário de Andrade                           Pedro Henrique Fagundes de Oliveira 8 A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Mário Raul de Morais Andrade nasceu na cidade de São Paulo, no dia 09 de outubro de 1893.<br><br></div><div>De família humilde, Mário possuía dois irmãos e desde cedo mostrou grande inclinação às artes, notadamente a literatura.<br><br></div><div>Em 1917, estudou piano no “Conservatório Dramático e Musical de São Paulo”, ano da morte de seu pai, o Dr. Carlos Augusto de Andrade.<br><br>Mário de Andrade ajudou a organizar a Semana de Arte Moderna de 1922. Por isso, observarmos a importância no nacionalismo para o autor, a<strong> cultura nacional era muito presente nas obras de Andrade</strong>, apesar da inspiração européia do princípio.<br><br>Mario Andrade morreu em São Paulo, 25 de fevereiro de 1945<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 18:35:07 UTC</pubDate>
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         <title>Anita Malfatti </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Giovana Cunha Sales Veríssimo 8° ano "A"<br><br></div><ul><li>Anita Catarina Malfatti nasceu dia 2 de dezembro de 1889 em São Paulo&nbsp;</li><li>Seus pais eram&nbsp;Samuel Malfatti e Betty Krug</li><li>Ela foi pintora, desenhista, gravadora, ilustradora, gravadora, ilustradora, gravurista e professora italo brasileira.</li><li>Foi considerada pioneira da Arte Moderna&nbsp;</li><li>Já morou em outro paíse como a França,&nbsp;e já levou seus trabalhos para Berlim, Nova York e Paris</li><li>Tinha deficiência motora&nbsp;</li><li>Algumas pinturas conhecidas foram: A Boba, O Japonês, O Farol, A Estudante Russa, A mulher de Cabelos Verde, O Homem de Amarelo, O Burrinho Correndo, O Barco, Uma Estudante, O Homem de Sete Cores, Tropical, A Onda, A Chinesa, Mario de Andrade I, As Margaridas de Mário, As Duas Igrejas, Paisagem dos Pirimeus, Samba</li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 19:21:55 UTC</pubDate>
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         <title>victor brecheret - Sophia Costa 8 B</title>
         <author>sophiaramalho280309</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1919, Victor cria seu ateliê em São Paulo, onde logo é descoberto por artistas vanguardistas brasileiros como Oswald de Andrade (1890-1954), Mário de Andrade (1893-1945), Di Cavalcanti (1897-1976), dentre outros.&nbsp;<br>Em 1922, Victor Brecheret participou com dezenas de obras na Semana de Arte Moderna, quando teve suas esculturas expostas no Teatro Municipal de São Paulo.&nbsp;<br>Em 1923, o artista recebe uma encomenda do governo do Estado de São Paulo: a execução do "Monumento às Bandeiras", a qual levaria mais de trinta anos para ser concluída.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 19:24:05 UTC</pubDate>
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         <title> Oswald de Andrade</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<blockquote>&gt; <strong><mark>Oswald de Andrade nasceu em São Paulo, no dia 11 de janeiro de 1890. Formou-se em Direito e ingressou na carreira jornalística.</mark></strong>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</blockquote><div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&gt; <strong><mark>Em 1911 iniciou sua vida literária no jornal semanal “</mark></strong><strong><em><mark>O Pirralho</mark></em></strong><strong><mark>”, que fundou e dirigiu junto com Alcântara Machado e Juó Bananère.<br></mark></strong><br><strong><mark>Filho de família rica, em 1912, viaja para Europa. A estada em Paris, além das ideias futuristas, deu-lhe uma companheira, Kamiá, mãe de seu primeiro filho nascido em 1914.<br></mark></strong><br><strong><mark>Em 1917 volta para São Paulo e nesse mesmo ano em sua coluna no Jornal do Comércio defende Anita Malfatti das críticas de Monteiro Lobato. Tem participação ativa na </mark></strong><a href="https://www.todamateria.com.br/semana-de-arte-moderna/"><strong><mark>Semana de Arte Moderna de 1922</mark></strong></a><strong><mark>.<br></mark></strong><br><strong><mark>Viaja novamente para a Europa e em Paris, na Sorbonne, dá a Conferência "O Esforço Intelectual do Brasil Contemporâneo".<br></mark></strong><br></div><blockquote><strong><mark>&gt; Em 1926, casa-se com Tarsila do Amaral, que faz as ilustrações de seu primeiro livro de poemas, “Pau-Brasil”.<br></mark></strong><br><strong><mark>Juntos, fundam o </mark></strong><a href="https://www.todamateria.com.br/movimento-antropofagico/"><strong><mark>Movimento Antropófago</mark></strong></a><strong><mark>, onde propõe, na literatura e na pintura, que o Brasil devore a cultura estrangeira e crie uma cultura revolucionária própria.<br></mark></strong><br><strong><mark>Em 1929, separa-se de Tarsila e rompe com seu amigo </mark></strong><a href="https://www.todamateria.com.br/mario-de-andrade/"><strong><mark>Mário de Andrade</mark></strong></a><strong><mark>. Em 1930, casa-se com a escritora e militante comunista Patrícia Galvão (a Pagu), com quem teve seu segundo filho. Milita nos meios operários e, em 1931 ingressa no Partido Comunista, no qual permanece até 1945.<br></mark></strong><br><strong><mark>Desse período são as obras mais marcadas ideologicamente, como o "Manifesto Antropófago", o romance "Serafim Ponte Grande" e a peça teatral “O Rei da Vela”.<br></mark></strong><br><strong><mark>No campo do teatro, Oswald estreou em 1916, com as peças Leur Âme e Mon Coeur Balance. Ambas foram escritas em francês com a colaboração do poeta modernista Guilherme de Almeida.</mark></strong></blockquote><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;</div><blockquote>&nbsp; &nbsp; <strong><mark>&nbsp;&gt; A grande contribuição para o teatro nacional só ocorreu na década de 30, com o lançamento de três importantes textos dramáticos:<br></mark></strong><br></blockquote><ul><li><blockquote><strong><mark>“O Homem e o Cavalo” (1934)</mark></strong></blockquote></li><li><blockquote><strong><mark>“O Rei da Vela” (1937)</mark></strong></blockquote></li><li><blockquote><strong><mark>“A Morta” (1937)</mark></strong></blockquote></li></ul><div><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 19:38:53 UTC</pubDate>
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         <title>Manuel Bandeira  </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Manuel Carneiro de Sousa Bandeira Filho, conhecido como Manuel Bandeira, nasceu na cidade do Recife, Pernambuco, no dia 19 de abril de 1886. Filho do engenheiro Manuel Carneiro de Souza Bandeira e de Francelina Ribeiro, abastada família de proprietários rurais, advogados e políticos.<br><br></div><div><br>Seu avô materno Antônio José da Costa Ribeiro, foi citado no poema "Evocação do Recife". A casa onde morava, localizada na Rua da União, no centro do Recife é citada como "a casa do meu avô".<br><br></div><div><br>Manuel Bandeira iniciou seus estudos no Recife.Em 1896, com 10 anos, mudou-se com a família para o Rio de Janeiro, concluindo o curso secundário no Colégio Pedro II. Em 1903 ingressou no curso de Arquitetura da Escola Politécnica de São Paulo, mas interrompeu os estudos para tratar de uma tuberculose. &nbsp;<br><br></div><div><br>Dez anos depois, ainda doente, foi para a Suíça em busca da cura, onde permaneceu durante um ano, de 1913 a 1914, eliminando definitivamente a doença. Nesse período, conviveu com o poeta francês, internado na mesma clínica, Paul Éluard, sem a menor esperança de sobreviver, conforme confessou posteriormente no poema Pneumotórax, do livro Libertinagem.<br><br></div><div><br>De volta ao Brasil,, tornou-se inspetor de ensino e, depois, professor de Literatura na Universidade do Brasil.<br><br></div><div><br>Em 1917, Manuel Bandeira publicou seu primeiro livro, <em>A Cinza das Horas</em>, de nítida influência Parnasiana e Simbolista, onde os poemas são contaminados pela melancolia e pelo sofrimento, como no poema <em>Desencanto</em>. Dois anos depois, publicou <em>Carnaval</em> (1919), cujos poemas prenunciavam os valores de uma nova tendência estética, o modernismo.<br><br></div><div><br>Em 1921, Manuel Bandeira conheceu Mário de Andrade e através deste, colaborou com a revista modernista Klaxon, com o poema <em>Bonheur Lyrique</em>. Morando no Rio de Janeiro, sua participação no Movimento Modernista foi sempre a distância.<br><br></div><div><br>Para a Semana de Arte Moderna de 1922, enviou o poema <em>Os Sapos</em>, que lido por Ronald de Carvalho, tumultuou o Teatro Municipal, com vaias e gritos. O poema satiriza os princípios do parnasianismo, com um deboche agressivo dirigido à métrica e à rima desses poemas:<br><br></div><blockquote><br></blockquote><div><br>Manuel Bandeira foi cada vez mais se engajando no ideário modernista. Em 1924, publica <em>Ritmo Dissoluto</em>. A partir de 1925, escreve crônicas para jornais onde faz críticas de cinema e música.<br><br></div><div><br>Em 1930, Manuel Bandeira publicou <em>Libertinagem</em>, obra de plena maturidade modernista, onde se destacam os poemas: <em>O Cacto, Pneumotórax, Evocação ao Recife,</em> onde tematiza a infância fazendo uma descrição da cidade do Recife no fim do século XIX, e <em>Vou-me Embora pra Pasárgada,</em> uma espécie de autobiografia lírica:<br><br></div><div><br>Foi como poeta que Manuel Bandeira conquistou sua posição de relevo na literatura brasileira, mas se dedicou também à prosa, crônicas e memórias. Em 1938, Manuel Bandeira foi nomeado professor de Literatura do Colégio Pedro II.<br><br></div><div><br>Em 1940 foi eleito para Academia Brasileira de Letras, ocupando a cadeira de n.º 24. Em 1943 foi nomeado professor de Literatura Hispano-Americana da Faculdade Nacional de Filosofia.<br><br></div><div><br>Manuel Bandeira faleceu no Rio de Janeiro, no dia 13 de outubro de 1968. Suas poesias haviam sido reunidas, pouco antes, em <em>Estrela da Vida Inteira</em> (1966).<br><br></div><div><br>Obras de Manuel Bandeira<br><br></div><ul><li>A Cinza das Horas, poesia, 1917</li><li>Carnaval, poesia, 1919</li><li>O Ritmo Dissoluto, poesia, 1924</li><li>Libertinagem, poesias reunidas, 1930</li><li>Estrela da Manhã, poesia, 1936</li><li>Crônicas da Província do Brasil, prosa, 1937</li><li>Guia de Ouro Preto, prosa, 1938</li><li>Noções de História das Literaturas, prosa, 1940</li><li>Lira dos Cinquenta Anos, poesia, 1940</li><li>Belo, Belo, poesia, 1948</li><li>Mafuá do Malungo, poesia, 1948</li><li>Literatura Hispano-Americana, prosa, 1949</li><li>Gonçalves Dias, prosa, 1952</li><li>Opus 10, poesia, 1952</li><li>Intinerário de Pasárgada, prosa,1954</li><li>De Poetas e de Poesias, prosa, 1954</li><li>Flauta de Papel, prosa, 1957</li><li>Estrela da Tarde, poesia, 1963</li><li>Andorinha, Andorinha, prosa, 1966 (textos reunidos por Drummond)</li><li>Estrela da Vida Inteira, poesias reunidas, 1966</li><li>Colóquio Unilateralmente Sentimental, prosa, 1968</li></ul><div>Gabriel Ferreira dos Santos 7B<br><br><br><a href="https://www.ebiografia.com/manuel_bandeira/">www.ebiografia.com › manuel_bandeiraBiografia de Manuel Bandeira - eBiografia<br></a><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 19:40:13 UTC</pubDate>
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         <title>Tarsila do Amaral </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tarsila do Amaral foi uma grande pintora e desenhista brasileira com fama no Brasil e no exterior.&nbsp;<br><br></div><div>Tarsila nasceu em 1º de setembro de 1886 e passou sua infância em meio à natureza na fazenda da família no município de Capivari em São Paulo.&nbsp;<br><br></div><div>Regressou a São Paulo dois anos mais tarde e embora não tenha participado da Semana de Arte Moderna acompanhou todo o movimento de Paris e integrou-se ao modernismo, juntando-se ao Grupo dos Cinco, composto por Anita Malfatti, Menotti Del Picchia, Mário de Andrade e Oswald de Andrade.&nbsp;<br><br></div><div>Tarsila sempre gostou de viajar tanto pelo Brasil como para o exterior e em uma de suas viagens para Minas Gerais encontrou-se com as cores de sua infância e apaixonou-se pelas decorações populares das casas da região.&nbsp;<br><br></div><div>Nesse período juntou-se ao Movimento Pau-Brasil que durou cerca de três anos de 1924 a 1927 e contou com os artistas Oswald de Andrade com que namorava nessa época, Mario de Andrade, Blaise Cendrars, Goffredo Silva Telles e Olívia Guedes Penteado.&nbsp;<br><br></div><div>Suas pinturas encheram-se de brasilidade, levando para suas telas as cores da natureza, a cultura popular, o homem rude e as paisagens rurais.&nbsp;<br><br></div><div>A partir desse momento ela e o marido criam o movimento artístico e literário Antropofágico que tinha como proposta assimilar outras culturas, porém não copia-las.&nbsp;<br><br></div><div>Em 1933, Tarsila pintou a tela Operários e deu início a uma nova fase – Fase Social - que dura aproximadamente quatro anos, sendo a pioneira nessa temática no Brasil.<br><br></div><div>Tarsila faleceu em São Paulo no dia 17 de janeiro de 1973<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 19:52:44 UTC</pubDate>
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         <title>Sérgio Milliet </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Sérgio Milliet da Costa e Silva fez os estudos primários e secundários em São Paulo. Em 1912, vai para a Suíça. Em Genebra, inicia o curso de ciências econômicas e sociais, completando-o em Berna. Em 1916 torna-se colaborador da revista Le Carmel. Publica seus primeiros livros de poesia, Par le Sentir, em 1917, e Le Départ Sur la Pluie, em 1919. Retorna ao Brasil em fins de 1920. Participa da Semana de 22 em São Paulo, adere à plataforma modernista e torna-se defensor e incentivador das novas idéias sobre arte e literatura divulgadas pelo grupo. Volta à Europa em 1923 e fixa-se em Paris, de onde acompanha o desenvolvimento das novas teorias a respeito da arte. Colabora nas revistas brasileiras Klaxon, Terra Roxa, Ariel e Revista do Brasil, envia textos estrangeiros para publicação no Brasil e traduz poemas de modernistas brasileiros para a revista Lumière. Convive com escritores e artistas modernistas brasileiros até regressar definitivamente ao Brasil, em 1925. Nesse ano cria, com Oswald de Andrade (1890 - 1954) e Afonso Schmidt (1890 - 1964), a revista Cultura. Em 1927, torna-se gerente do Diário Nacional, jornal paulista do Partido Democrático, fundado nesse ano. Em 1935, liga-se ao grupo de intelectuais formado por Paulo Duarte, Mário de Andrade (1893 - 1945), Rubem Borba de Morais, Tácito de Almeida, entre outros, que idealizam a criação do Departamento de Cultura da Prefeitura de São Paulo, e é nomeado chefe da Divisão de Documentação Histórica e Social desse departamento.</div><div>De 1937 a 1944, atua como professor da Escola de Sociologia e Política de São Paulo, a que é ligado desde a fundação, tendo exercido o cargo de secretário de 1933 até 1935. Conhece o antropólogo Claude Lévi-Strauss (1908) e o auxilia a viabilizar sua expedição etnográfica. A partir de 1938, escreve regularmente artigos sobre arte e literatura para o jornal O Estado de S. Paulo, iniciando um período de intensa produção na área da crítica de arte. Publica Pintores e Pintura, 1940, O Sal da Heresia, 1941, Fora de Forma, 1942, e A Marginalidade da Pintura Moderna, 1942. Estreita sua convivência com pintores paulistas e começa a pintar. Entre 1941 e 1944, colabora para a revista Clima. Viaja para os Estados Unidos em 1943 e, ao retornar, publica A Pintura Norte-Americana. Assume a direção da Biblioteca Municipal de São Paulo e promove uma série de atividades culturais, como palestras e mesas-redondas, das quais participam Luís Martins (1907 - 1981), Lourival Gomes Machado, Osório César (1895 - 1980), Roger Bastide (1898 - 1974), Luis Saia (1911 - 1975), entre outros. Em 1944, publica Pintura Quase Sempre e o primeiro volume de Diário Crítico, antologia de dez volumes publicados até 1959. Na abertura do 1º Congresso Brasileiro de Escritores, em 1945, inaugura a Seção de Arte da Biblioteca Municipal, formando o primeiro acervo público de arte moderna brasileira, e nesse ano torna-se militante da Esquerda Democrática.</div><div>Um dos principais articuladores da formação do Museu de Arte Moderna de São Paulo - MAM/SP, criado em 1948 e aberto ao público em 1949, é membro do seu conselho no setor de pintura e escultura. Participa das reuniões que preparam a volta do Partido Socialista, em 1947. É um dos fundadores e o primeiro presidente da Associação Brasileira de Críticos de Arte - ABCA, criada em 1949. Idealiza a exposição retrospectiva de <a href="https://www.escritoriodearte.com/artista/tarsila-do-amaral">Tarsila do Amaral</a> (1886 - 1973) no MAM/SP, em 1950, para a qual redige o texto de apresentação do catálogo. Em 1952, publica Panorama da Poesia Brasileira. É diretor artístico do MAM/SP de 1952 a 1957 e diretor da 2ª, 3ª&nbsp; e 4ª Bienal Internacional de São Paulo, entre 1953 e 1958. Aposenta-se em 1959.</div><div>Em 1967 o MAM/SP organiza exposição retrospectiva de seu trabalho pictórico. Em 1981, inicia-se a reedição do Diário Crítico, cujo primeiro volume traz um célebre prefácio de Antonio Candido (1918). Em comemoração do centenário de nascimento de Milliet, são promovidos eventos na Biblioteca Municipal de São Paulo Mário de Andrade, no Museu da Imagem e do Som - MIS/SP e na Universidade de São Paulo - USP, em 1998.<br><br>fonte: <a href="https://www.escritoriodearte.com/artista/sergio-milliet">Sérgio Milliet - Obras, biografia e vida (escritoriodearte.com)</a></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 19:54:09 UTC</pubDate>
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         <title>Guilherme de Almeida (1890-1969)  Ana Luiza Gomes Santos 8b</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/brunofigueira1/kq41i9idvli7f6wd/wish/2094589408</link>
         <description><![CDATA[<div><strong>Guilherme de Almeida</strong> foi o primeiro modernista a frequentar a Academia Brasileira de Letras. Em 1930, foi eleito para a cadeira n.º 15. Tendo participado da Revolução Constitucionalista de São Paulo, foi obrigado a se exilar do país. Viajou pela Europa, fixando-se por longo tempo em Portugal.<br><br><strong>Guilherme</strong> de Andrade e <strong>Almeida</strong> (Campinas, São Paulo, 1890 - São Paulo, São Paulo, 1969). Poeta, tradutor, dramaturgo e ensaista. Passa a infância no interior de São Paulo. Em 1903, muda-se com a família para a capital paulista, onde cursa a Faculdade de Direito, formando-se em 1912.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 19:59:52 UTC</pubDate>
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         <title>Vinicius De Morais- Gabriel Moreira Silva 8c</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Vinicius de Moraes (1913-1980) foi um poeta e um dos maiores compositores da música popular brasileira, além de ter sido um dos fundadores da Bossa Nova, um movimento musical surgido&nbsp;nos anos 50. Foi também dramaturgo e diplomata.<br><br>Entre os&nbsp;seus maiores sucessos está&nbsp;"Garota de Ipanema" que teve a letra escrita por Vinicius e a canção composta por Tom Jobim, em 1962<br><br>Marcus Vinicius Melo Morais, conhecido como Vinicius de Moraes, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 19 de outubro de 1913. Filho do funcionário público e poeta Clodoaldo Pereira da Silva e da pianista Lídia Cruz desde cedo&nbsp;já mostrava interesse por poesia.<br><br>Ingressou no colégio jesuíta&nbsp;Santo Inácio&nbsp;onde fez os estudos secundários. Entrou para o coral da igreja&nbsp;onde desenvolveu suas habilidades com a música. Em 1928 começou a fazer as primeiras composições musicais.<br><br>Em 1929, Vinicius iniciou o curso de Direito da Faculdade Nacional do Rio de Janeiro. Em 1933, ano de sua formatura, publicou seu primeiro&nbsp;livro de poemas,&nbsp;O Caminho Para a Distância.<br><br>Nessa época, já era amigo dos poetas Manuel Bandeira, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade.<br><br>Trabalhou como representante do Ministério da Educação na censura cinematográfica, até 1938, quando recebeu uma bolsa de estudos e seguiu para Londres, onde cursou&nbsp;Literatura Inglesa na Universidade de Oxford.<br><br>Trabalhou na BBC londrina até 1939. Em 1940, de volta ao Brasil, iniciou a carreira jornalística no jornal “A Manhã”, escrevendo uma coluna como crítico de cinema.<br><br>Carreira Diplomática<br><br>Em 1943, Vinicius de Morais foi aprovado no concurso para Diplomata e&nbsp;seguiu&nbsp;para os Estados Unidos, onde assumiu o posto de vice-cônsul em Los Angeles. Serviu sucessivamente em Paris, a partir de 1953, em Montevidéu,&nbsp;a partir de 1959 e novamente em Paris em 1963.<br><br>Vinicius voltou definitivamente ao Brasil em 1964. Em 1968 foi aposentado compulsoriamente pelo Ato Institucional Número Cinco. O compositor era malvisto pelo governo militar, pois era artista e bebia. Foi expulso do serviço diplomático, depois de 26 anos de carreira.<br>Poemas de Vinícius de Moraes<br><br>Vinicius de Moraes foi um poeta significativo da&nbsp;Segunda Fase do Modernismo. Ao publicar sua&nbsp;Antologia Poética, em 1955, admitiu que sua obra poética se dividia&nbsp;em duas fases:<br><br>A primeira fase carregada de misticismo e profundamente cristã, começa em&nbsp;O Caminho para a Distância&nbsp;(1933)&nbsp;e, termina com o poema,&nbsp;Ariana, a Mulher&nbsp;(1936).<br><br>A segunda fase, iniciada com&nbsp;Cinco Elegias&nbsp;(1943), assinala a explosão de uma poesia mais viril. “Nela – segundo ele – estão nitidamente marcados os movimentos de aproximação do mundo material, com a difícil, mas consistente repulsa ao idealismo dos primeiros anos.”<br><br>Seu grande tema foi o amor e suas múltiplas manifestações: saudade, carência, desejo e paixão. O "Poetinha", como era chamado, foi um escritor da modernidade amorosa como expressou no poema&nbsp;Soneto da Fidelidade&nbsp;(1946):<br><br>“De tudo, ao meu amor serei atento<br>Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto<br>Que mesmo em face do maior encanto<br>Dele se encante mais meu pensamento<br><br>Quero vive-lo em cada vão momento<br>E em seu louvor hei de espalhar meu canto<br>E rir meu riso e derramar meu pranto<br>Ao seu pesar ou seu contentamento.<br><br>E assim, quando mais tarde me procure<br>Quero saber a morte, angústia de quem vive<br>Quem sabe a solidão, fim de quem ama<br><br>Eu possa me dizer do amor (que tive):<br>Que não seja imortal, posto que é chama<br>Mas que seja infinito enquanto dure.”<br><br>Ao englobar o “mundo material” em sua produção artística, Vinicius se inclina por uma lírica comprometida com o cotidiano, onde buscou os grandes dramas sociais do seu tempo. Um exemplo é o poema&nbsp;Rosa de Hiroshima&nbsp;(1954):<br>“Pensem nas crianças<br>Mudas telepáticas<br>Pensem nas meninas<br>cegas inexatas<br>Pensem nas mulheres<br>Rotas alteradas<br>Pensem nas feridas<br>Como rosas cálidas<br>Mas oh não se esqueçam<br>Da rosa da rosa<br>Da rosa de Hiroshima”. (...)<br><br>Teatro<br><br>Em 1956, Vinicius de Moraes estreou o musical&nbsp;Orfeu da Conceição, no palco do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com cenário de Oscar Niemeyer e música de Tom Jobim. Foi o ponto de partida para a Bossa Nova.<br><br>Em 1959, o filme Orfeu do Carnaval, do francês Marcel Camus, baseado na peça de Vinícius, ganhou a Palma de Ouro de Cannes e o Oscar de melhor filme estrangeiro.<br><br>Carreira musical e parcerias<br><br>A carreira musical de Vinicius teve início em 1927, quando começou a compor com Paulo e Haroldo Tapajós, mas só se consolidou na década de 1950, com os momentos dos três grandes fundadores da&nbsp;Bossa Nova&nbsp;na música popular brasileira: Vinicius, Tom e João Gilberto.<br><br>Cada vez mais voltado para a música, escreveu letras para músicas inéditas de Tom Jobim, como Lamento do Morro e Mulher, Sempre Mulher, gravadas em 1956. Entre outras músicas destacam-se:<br><br>Eu sei que vou te amar (1958) – escrita em parceria com Tom Jobim,Chega de Saudade (1958) – letra de Vinícius e música de Tom Jobim,Garota de Ipanema (1963) – letra de Vinicius e música de Tom Jobim, foi um dos maiores sucessos da dupla,Minha Namorada (1964) – feita em parceria com Carlinhos Lira,Arrastão (1965) – feita em parceria com Edu Lobo. Venceu o I Festival de Música Popular Brasileira da TV Excelsior,Samba em Prelúdio (1962) e Canto de Ossanha (1966) – feitas em parceria com Baden Pawell, que juntos produziram mais de cinquenta músicas.Gente Humilde (1970) – música de Garoto, letra de Vinícius e de Chico Buarque.<br><br>A parceria com o músico Toquinho foi considerada a mais produtiva. Rendeu músicas importantes como&nbsp;Aquarela, A Casa, As Cores de Abril, Testamento, Maria Vai com as Outras, Morena Flor, Tarde em Itapuã, A Rosa Desfolhada, Para Viver Um Grande Amor&nbsp;e Regra Três.<br><br>Vinicius também fez músicas para poemas seus, como&nbsp;Serenata do Adeus e Medo de Amar.<br><br>Vida pessoal<br><br>O lugar preferido da casa de Vinícius era a banheira, onde passava horas a fio escrevendo.<br><br>Nos shows, se apresentava sentado diante de uma garrafa de uísque. No final da vida, diabético, foi obrigado a trocar o malte pelo vinho branco. Mas jamais abriu mão de seu doce preferido, o papo-de-anjo.<br><br>Vinicius casou-se nove vezes e teve cinco filhos. O primeiro casamento, com Beatriz Azevedo de Mello foi o mais longo e durou onze anos.<br><br>Suas outras esposas fora: Regina Pederneira, Lila Bôscoli, Maria Lúcia Proença, Nellita de Abreu, Cristina Gurjão, Gesse Gessy, Marta Rodrigues e a última, Gilda Matoso.&nbsp;<br><br>Vinicius de Moraes faleceu no Rio de Janeiro, no dia 09 de julho de 1980, quando compunha a trilha do programa infantil “Arca de Noé” devido a problemas decorrentes de um edema pulmonar agudo e o coração não resistiu.<br><br>Site :https://www.ebiografia.com/vinicius_de_moraes/amp/<br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 20:34:51 UTC</pubDate>
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         <title>Plínio Salgado - Gabriel Pains Alves  8º ano &quot;C&quot;</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>Biografia de Plínio Salgado</div><div>Plínio Salgado (1895-1975) foi um político, escritor e jornalista brasileiro. Fundou, em 1932, a Ação Integralista Brasileira – movimento político inspirado no fascismo italiano.<br><br></div><div><br>Plínio Salgado nasceu em São Bento de Sapucaí, São Paulo, no dia 22 de janeiro de 1895. Filho do coronel Francisco das Chagas Salgado e da professora Ana Francisca Rennó Cortez, que lhe ensinou as primeiras letras.<br><br></div><div><br>Com 16 anos ficou órfão de pai. Em 1916 começou suas atividades na imprensa no semanário Correio de São Bento. Em 1918 ingressou na carreira política com a fundação do Partido Municipalista, que reunia os líderes dos municípios do Vale do Paraíba em defesa da autonomia municipal.<br><br></div><div><br>Semana de Arte Moderna<br><br></div><div><br>Em 1920, Plínio Salgado mudou-se para São Paulo e ingressou no jornal Correio Paulistano – órgão oficial do Partido Republicano Paulista (PRP). Fez amizade com Menotti del Picchia, o redator-chefe do jornal.<br><br></div><div><br>Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna. Em 1924, foi um dos ideólogos da tendência nacionalista do Modernismo, denominada <em>Movimento Verde-Amarelo</em>, em oposição à corrente primitivista lançada pelo Manifesto pau-brasil, de Oswaldo de Andrade.<br><br></div><div><br>Carreira literária<br><br></div><div><br>Em 1926, Plínio Salgado estreia na literatura com o livro <em>O Estrangeiro</em>, um romance ideológico de técnicas vanguardistas, que narra a vida de um jovem anarquista que emigra da Rússia pré-revolucionária e vem tentar vida nova no Brasil.<br><br><br>O autor tenta construir um painel maior da vida em São Paulo na década de 20, suas etnias, suas classes, suas perspectivas e ações. &nbsp;<br><br></div><div><br>Em 1927, toma a anta e um índio tupi como símbolo da nacionalidade primitiva e, o grupo Verde-Amarelo transforma-se em “Escola da Anta”.<br><br></div><div><br>Carreira política<br><br></div><div><br>Em 1928, Plínio Salgado foi eleito deputado estadual em São Paulo pelo Partido Republicano Paulista (PRP). Em 1929, apoiou a candidatura de Júlio Prestes à Presidência da República, em oposição a Getúlio Vargas.<br><br></div><div><br>Nesse mesmo ano, interrompe o mandato de deputado e viaja para a Europa como tutor do filho de Souza Aranha. Na Itália, se impressionou com o fascismo de Benito Mussolini e voltou obcecado pela ideia de criar um movimento do tipo fascista no Brasil.<br><br></div><div><br>De volta ao Brasil, em 4 de outubro de 1930, um dia após o início da Revolução de 1930, que depôs o presidente Washington Luís, Plínio escreveu dois artigos, no Correio Paulistano, em defesa do governo. Com a vitória dos revolucionários, passou apoiar o regime instaurado por Vargas.<br><br></div><div><br>Em junho de 1931 tornou-se redator do jornal "A Razão". Publicou diversos artigos contra a constitucionalização do país, o que resultou na revolta dos ativistas contra a ditadura, que atearam fogo na sede do jornal, pouco antes da Revolução Constitucionalista de 1932.<br><br><br>Movimento Integralista<br><br></div><div><br>Nesse mesmo ano, Plínio fundou a “Ação Integralista Brasileira” (ABI), cujas bases foram estabelecidas pelo “Manifesto à Nação Brasileira”.<br><br></div><div><br>A Doutrina Integralista era uma versão brasileira do fascismo europeu, que se propagou no Brasil quando os fascistas e os nazistas conseguiram seus primeiros êxitos na Europa no período anterior à Segunda Guerra Mundial.<br><br></div><div><br>O integralismo tinha como lema “Deus, Pátria e Família” e como símbolo o sigma – letra do alfabeto grego, assim representada: (?).&nbsp; Seus seguidores usavam camisa verde nas manifestações públicas de que participavam, sendo conhecidos como “camisas-verdes”.<br><br></div><div><br>Em fevereiro de 1934, no I Congresso da AIB, em Vitória, Espírito Santo, Plínio confirmou sua autoridade recebendo o título de “chefe nacional”.<br><br></div><div><br>Em 1937, Plínio lançou sua candidatura à presidência do país para a eleição prevista para janeiro de 1938. Getúlio que não pretendia deixar o governo preparou um golpe de Estado que teve seu desfecho no dia 10 de novembro de 1937, e decretou o Estado Novo.<br><br></div><div><br>Plínio apoiou o golpe esperando fazer do integralismo a base doutrinária do novo regime, e como Vargas teria lhe prometido assumiria o Ministério da Educação. O presidente, no entanto, extinguiu todos os partidos políticos inclusive a ABI, cujos membros já se julgavam donos do poder.<br><br><br>Em 1938, os integralistas tentaram dois levantes para depor Vargas, sem sucesso. Em 1939 Plínio é preso e convidado a deixar o país, partindo para o exílio em Portugal.<br><br></div><div><br>A volta do Exílio<br><br></div><div><br>Em 1945, com o fim do Estado Novo, Plínio Salgado retorna ao Brasil. Funda o “Partido de Representação Popular” (PRP) com o objetivo de reformular a doutrina integralista.<br><br></div><div><br>Em 1955 lançou-se candidato à presidência da República, mas não conseguiu se eleger. Em 1958, elegeu-se deputado federal pelo Paraná. Em 1962 foi reeleito, desta vez por São Paulo.<br><br></div><div><br>Em 1964 foi um dos oradores da "Marcha da Família com Deus pela Liberdade", em São Paulo, movimento de oposição ao presidente João Goulart. Apoiou o golpe de 1964 que depôs o presidente.<br><br></div><div><br>Com a introdução do sistema bipartidário, Plínio ingressou na Aliança Renovadora Nacional (Arena) e exerceu mais dois mandatos de deputado federal, em 1966 e 1970.<br><br></div><div><br>Plínio Salgado faleceu em São Paulo, no dia 8 de dezembro de 1975.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 20:40:44 UTC</pubDate>
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         <title>Plínio Salgado - Laura Ester de Sousa Santos 8C</title>
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         <description><![CDATA[<div><br>Além de escritor, Plínio Salgado foi também jornalista e sobretudo político. Seu nome, aliás, é mais famoso no universo da política porque Plínio fundou, em 1932, um movimento político inspirado no fascismo italiano (tratava-se da Ação Integralista Brasileira). O lema do grupo era "Deus, Pátria e Família". A herança militar possivelmente veio de família, uma vez que o seu pai, Francisco das Chagas Salgado, era coronel.<br><br></div><div><br>Ao longo da sua carreira, Plínio escreveu uma série de reportagens sobre o governo (por vezes a favor, por vezes contra) e usava o veículo do jornal para se manifestar politicamente.&nbsp;<br><br></div><div><br><br>Em 1920, Plínio Salgado mudou-se para São Paulo e ingressou no jornal Correio Paulistano – órgão oficial do Partido Republicano Paulista (PRP). Fez amizade com Menotti del Picchia, o redator-chefe do jornal.<br><br></div><div><br>Em 1922, participou da Semana de Arte Moderna. Em 1924, foi um dos ideólogos da tendência nacionalista do Modernismo, denominada <em>Movimento Verde-Amarelo</em>, em oposição à corrente primitivista lançada pelo Manifesto pau-brasil, de Oswaldo de Andrade.<br><br></div><div><br><br></div><div><br>A sua participação na Semana de Arte Moderna foi bastante discreta. Dois anos mais tarde, o político veio a aderir ao Movimento Verde-Amarelo, que era veemente contra o Movimento Pau-Brasil.<br><br><br>Em 1928, Plínio Salgado foi eleito deputado estadual em São Paulo pelo Partido Republicano Paulista (PRP). Em 1929, apoiou a candidatura de Júlio Prestes à Presidência da República, em oposição a Getúlio Vargas.<br><br></div><div><br>Nesse mesmo ano, interrompe o mandato de deputado e viaja para a Europa como tutor do filho de Souza Aranha. Na Itália, se impressionou com o fascismo de Benito Mussolini e voltou obcecado pela ideia de criar um movimento do tipo fascista no Brasil.<br><br></div><div><br>De volta ao Brasil, em 4 de outubro de 1930, um dia após o início da Revolução de 1930, que depôs o presidente Washington Luís, Plínio escreveu dois artigos, no Correio Paulistano, em defesa do governo. Com a vitória dos revolucionários, passou apoiar o regime instaurado por Vargas.<br><br></div><div><br>Em junho de 1931 tornou-se redator do jornal "A Razão". Publicou diversos artigos contra a constitucionalização do país, o que resultou na revolta dos ativistas contra a ditadura, que atearam fogo na sede do jornal, pouco antes da Revolução Constitucionalista de 1932.<br><br><br>Em 1955 lançou-se candidato à presidência da República, mas não conseguiu se eleger. Em 1958, elegeu-se deputado federal pelo Paraná. Em 1962 foi reeleito, desta vez por São Paulo.<br><br></div><div><br>Em 1964 foi um dos oradores da "Marcha da Família com Deus pela Liberdade", em São Paulo, movimento de oposição ao presidente João Goulart. Apoiou o golpe de 1964 que depôs o presidente.<br><br></div><div><br>Com a introdução do sistema bipartidário, Plínio ingressou na Aliança Renovadora Nacional (Arena) e exerceu mais dois mandatos de deputado federal, em 1966 e 1970.<br><br></div><div><br>Plínio Salgado faleceu em São Paulo, no dia 8 de dezembro de 1975.<br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 20:43:05 UTC</pubDate>
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         <title>John Graz - Ana .... Silva - 8ºA </title>
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         <description><![CDATA[<div>John Graz foi um pintor ilustrador, decorador, escultor e artista gráfico suíço-americano. Nasceu no dia 12 de abril de 1891 em Genebra, Suíça e faleceu em 27 de outubro de 1980 em São Paulo. John ingressou na Escola de Belas Artes de Genebra em 1908, estudou por alguns anos arquitetura, decoração e desenho. Em 1911 foi para a escola de Belas Artes de Monique estudar decoração, design e publicidade. Logo em seguida, em 1913 voltou para a Escola de Genebra, e ficou até 1915. Após esse tempo em Genebra, John Graz viajou para vários lugares, para aprender diferentes técnicas, viajou para Paris, Espanha e voltou para a Suíça onde realizou vários trabalhos como ilustrador. <br>Em 1920, vem para o Brasil e, nesse mesmo ano, casa-se em São Paulo com Regina Gomide. Por intermédio de Oswald de Andrade o casal passa a fazer parte da vida intelectual da cidade. John Graz então participa da Semana de Arte Moderna de 1922, expondo sete obras. <br>No mesmo ano tem um de seus trabalhos publicados na revista Klaxon, 7ª edição. Em 1923, trabalha com o arquiteto Gregori Warchavchik. Projeta e executa a decoração de residências paulistanas, desenhando móveis, luminárias, afrescos, vitrais, maçanetas, banheiros e jardins. Torna-se sócio-fundador da Sociedade Pró-Arte Moderna - SPAM, em 1932. Ainda nos anos de 1930, produz inúmeras capas da revista Ilustração Artística do Brasil e forma o Grupo 7 com <a href="https://www.escritoriodearte.com/artista/regina-graz">Regina Graz</a>, Antonio Gomide, Elisabeth Nobiling , Rino Levi, Victor Brecheret e <a href="https://www.escritoriodearte.com/artista/yolanda-mohalyi">Yolanda Mohalyi</a> .&nbsp; &nbsp;<br>&nbsp;<br>Principais obras&nbsp;<br>- Mulheres de Preto;<br>- Mulheres Rendeiras;<br>- O Caçador;<br>- Os Reis Magos;<br>- O Painel;<br>- Paisagem da Espanha;<br>- Outros.<br><br>Referências&nbsp;<br>https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa8702/john-graz/obras?p=3<br><br>https://www.escritoriodearte.com/artista/john-graz<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 20:47:20 UTC</pubDate>
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         <title>Plínio Salgado - Lucas Vasconcelos Santos 8ºC</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp;Plínio Salgado foi um jornalista do interior paulista. Nascido em 1895, iniciou sua carreira na imprensa em 1916 em um jornal de sua cidade natal “Correio de São Bento”.</div><div>&nbsp; &nbsp;Ao perder sua mulher, passa a dedicar seus estudos e leituras aos pensadores cristãos, até ali era ávido leitor dos filósofos materialistas. Muda-se para São Paulo onde vai trabalhar no “Correio Paulistano”, órgão oficial do Partido Republicano Paulista (PRP).</div><div>&nbsp; &nbsp; Durante os anos da década de 1920 manteve sua carreira focada na literatura, tornando-se um escritor renomado. Participou de forma discreta da Semana de Arte Moderna em 1922.<br>          Em 1928 se elege como deputado pelo PRP, já com posicionamentos claros de nacionalismo e antiliberalismo. Nas eleições de 1930 apoia o candidato da situação Julio&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Prestes. Não termina seu mandato de &nbsp; deputado, viaja para o Oriente médio e à Europa. Na Itália conhece Mussolini e se impressiona com o ideal fascista.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 21:17:23 UTC</pubDate>
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         <title>Oswaldo Goeldi - Guilherme Gonçalves da Mata 8B</title>
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         <description><![CDATA[<div>Oswald foi Gravador, desenhista, ilustrador e professor, Oswaldo Goeldi nasceu na cidade do Rio de Janeiro em 1895. Logo após seu nascimento e até os seis anos de idade, Goeldi morou em Belém (PA) com seus pais, Adelina Meyer Goeldi e Emilio Augusto Goeldi. Seu pai, renomado zoólogo e naturalista suiço, deu nome a uma das mais importantes instituições de Belém, da qual foi diretor: o Museu Paraense Emílio Goeldi, sempre voltado à pesquisa e vinculado ao Ministério da Ciência e Tecnologia do Brasil que, desde sua fundação, em 1866, concentra suas atividades no estudo científico dos sistemas naturais e socioculturais da Amazônia.<br><br>Oswaldo Goeldi viveu na Suíça até o falecimento de seu pai. Depois disso, abandonou o curso na Escola Politécnica para se matricular na École des Art et Métiers. Decepcionado com a escola, passou a ter aulas com Serge Pahnke e Henri Van Muyden. Em 1917 realizou sua primeira exposição individual em Berna (Suíça), quando conheceu a obra do austríaco Alfred Kubin, seu mentor artístico.<br><br>Na mesma época tornou-se amigo de Hermann Kümmerly, com quem fez suas primeiras litografias. De volta ao Brasil, em 1919, executou trabalhos como ilustrador. Dois anos depois, ao expor no saguão do Liceu de Artes e Ofícios, aproximou-se de pessoas interessadas na renovação da arte, como a Semana de 1922. A partir de 1923, dedicou-se intensamente à xilogravura que conheceu com Ricardo Bampi.<br><br>Fez trabalhos para revistas, livros e periódicos. Em 1930, lançou o álbum "Dez Gravuras em Madeira", prefaciado por Manuel Bandeira e cuja venda permitiu seu retorno à Europa, onde expôs novamente em Berna e em Berlim. Por volta de 1932, retornou ao Brasil e começou a experimentar o uso da cor em xilogravuras. Consolidado como ilustrador, expôs na 25ª Bienal de Veneza em 1950. Ganhou o Prêmio de Gravura da 1ª Bienal Internacional de São Paulo, em 1951.<br><br>Sua carreira como professor começou em 1952 e, após três anos, passou a ensinar xilogravura na Escola Nacional de Belas Artes (ENBA). Em 1956, no Museu de Arte Moderna (MAM) de São Paulo, foi realizada sua primeira retrospectiva. Sua obra já participou de mais de uma centena de exposições póstumas no Brasil, Argentina, França, Portugal, Suíça e Espanha. Hoje, Goeldi é venerado no meio artístico e suas obras são matérias de referência no campo da gravura no mundo todo.<br>Oswaldo Goeldi, faleceu em 1961 e toda sua obra é difundida e catalogada pelo Projeto Goeldi.<br><br>OBRAS:<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 21:26:14 UTC</pubDate>
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         <title>Guiomar Novaes - Júlia Soares 8A</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>Guiomar Novaes (São João da Boa Vista, 28 de fevereiro de 1894 — São Paulo, 7 de março de 1979) foi uma pianista brasileira que construiu sólida carreira no exterior, particularmente nos Estados Unidos. Ficou especialmente conhecida pelas suas interpretações das obras de Chopin e Schumann. Foi importante divulgadora de Villa-Lobos no exterior.<br><br>Nascida em São João da Boa Vista, interior de São Paulo, filha de Ana de Carvalho Meneses e de Manuel José da Cruz Novaes, Guiomar foi a décima sétima dos dezenove filhos do casal. A família logo estabeleceu-se em São Paulo.<br><br>O piano, presente em sua casa e utilizado nas aulas de suas irmãs, despertou o interesse de Guiomar, que, aos quatro anos, começou a tocá-lo de ouvido. Aos seis anos, a menina passou a tomar aulas com Eugenio Nogueira, professor paulista, e ingressou, por vontade própria, no jardim de infância. Desde os primeiros dias escolares, acompanhava, ao piano, as canções entoadas pelas colegas.<br><br>Mais tarde, Guiomar Novaes passou a tomar aulas com Luigi Chiaffarelli, um importante mestre italiano, considerado o responsável pelo seu desenvolvimento artístico. Chiaffarelli também foi professor de inúmeros pianistas que alcançaram fama no país e no exterior. A menina Guiomar Novaes, vizinha de Monteiro Lobato, foi quem inspirou o escritor a criar a encantadora personagem Narizinho, a "menina do nariz arrebitado" do Sítio do Picapau Amarelo.<br><br>Em 1902, com oito anos, Guiomar Novaes apresentou-se publicamente pela primeira vez como artista. Em outubro de 1909, com o auxílio do Governo do Estado de São Paulo, partiu para a Europa, para estudar em Paris.[2]<br><br>Ao desembarcar na França, Guiomar foi convidada para visitar uma compatriota que desejava ouvi-la: era a Princesa Isabel, também pianista, que vivia próximo a Versalhes, no exílio. Foi a Princesa Isabel quem estimulou Guiomar a incluir em seu repertório a Grande Fantasia Triunfal sobre o Hino Nacional Brasileiro, composição de Louis Moreau Gottschalk. Guiomar frequentemente tocava a Grande Fantasia Triunfal nos recitais que fazia no exterior, evidenciando assim sua nacionalidade e contribuindo para o reconhecimento internacional do Brasil.<br><br>Na capital francesa, Guiomar inscreveu-se para prestar provas no Conservatório de Paris; havia 387 candidatos para duas vagas para estrangeiros.[2] Realizou a primeira prova em 18 de novembro de 1909. Após rígida seleção, o número de candidatos baixou para trinta. A segunda prova deu-se em 25 de novembro.<br><br>A comissão julgadora era formada por músicos como Claude Debussy, Moszkowski e Fauré.[2] Durante o primeiro exame, ela tocou Carnaval de Schumann, um estudo de Liszt-Paganini e a 3ª Balada de Chopin. No segundo exame, quebrando o protocolo dos concursos do Conservatório o juri pediu a repetição da 3ª Balada de Chopin.[3]<br><br>“	Eu estava voltado para o aperfeiçoamento da raça pianística na França...; a ironia habitual do destino quis que o candidato artisticamente mais dotado fosse uma jovem brasileira de treze anos. Ela não é bela, mas tem os olhos 'ébrios da música' e aquele poder de isolar-se de tudo que a cerca - faculdade raríssima - que é a marca bem característica do artista	”<br>Após ser admitida em primeiro lugar, por unanimidade, estudou no Conservatório com o mestre húngaro Isidore Philipp, que afirmou não ter ensinado nada à aluna e sim aprendido com ela. Em julho de 1911, na prova de encerramento do curso do Conservatório de Paris, Guiomar venceu a prova, que contava com 35 concorrentes, e ganhou o Primeiro Prêmio - que compreendia a quantia de 1200 francos e um piano de cauda.<br><br>Depois de conquistar o primeiro prêmio e deixar o Conservatório de Paris, Guiomar teve diversos oferecimentos de contratos, tocando em Paris, Londres (sob a regência de Henry Wood[3]), Genebra, Milão e Berlim. Sua estreia oficial foi uma apresentação acompanhada de uma orquestra regida por Gabriel Pierné.[3] Em 1913, retornou ao Brasil e se apresentou no Teatro Municipal de São Paulo e no Teatro Municipal do Rio de Janeiro.<br><br>Em 1914, com a eclosão da Primeira Guerra Mundial, Guiomar cancelou todos os compromissos na Europa e continuou apresentando-se no Brasil. Em 1915, fez sua estreia nos Estados Unidos, onde realizou fantástica temporada, tocando em Nova Iorque, Boston, Chicago, Norfolk, Newport e outras cidades norte-americanas, sendo aclamada pela crítica estadunidense, que a chama de Lady of the Singing Tone. Henry T. Finck, famoso crítico musical norte-americano, considerou-a a mais inspirada pianista. Em janeiro de 1919, Guiomar perdeu sua mãe e companheira D. Anna, mas não deixou de encantar as plateias americanas. Em agosto de 1919, retornou ao Brasil, onde foi acolhida festivamente, recebendo o reconhecimento de seus compatriotas. Em novembro de 1919, parte Estados Unidos, iniciando a temporada 1919-1920.<br><br>Em dezembro de 1920, está no Brasil e oficializa seu noivado com o namorado, o arquiteto e compositor Octávio Pinto. Em 1921, Guiomar está nos Estados Unidos.<br><br><br>Um anúncio para a apresentação de Guiomar Novaes num programa da Rádio São Paulo.<br>Em 1922 Guiomar participou da Semana de Arte Moderna – evento que revolucionou as artes brasileiras, marcando a chegada do modernismo –, apesar de um pouco contristada com as paródias feitas a Chopin no 1º Festival da Semana de 22. Também em 1922, Guiomar casa-se com Octávio Pinto. O casal teve dois filhos: Anna Maria e Luís Octávio. A partir de 1922, Guiomar passou a incluir nos seus recitais as obras de Villa-Lobos, tornando-se importante divulgadora desse seu compatriota nos Estados Unidos.<br><br>A partir daí, Guiomar alternou idas aos Estados Unidos e voltas ao Brasil. Em 1938, tocou para o presidente Franklin Delano Roosevelt. A imprensa americana a reconheceu como a melhor pianista do mundo. Em 1950, morreu Octávio Pinto, seu marido e incentivador, que ficou no Brasil para cuidar de problemas cardíacos. Guiomar sentiu-se profundamente abalada, chegando a cogitar um fim de carreira, mas logo estava de volta aos palcos, fortalecendo-se com a música.<br><br>Em 1967, foi escolhida, entre vários artistas do mundo, para participar dos eventos de inauguração do Queen Elizabeth Hall (inaugurado oficialmente em março de 1967 por English Chamber Orchestra e Bemjamin Britten, regente), convidada pela rainha Isabel II do Reino Unido para um recital em 30 de abril de 1967, coroado de sucesso. Nas décadas de 1960 e 1970, Guiomar foi condecorada com diversos títulos, medalhas, insígnias e comendas, e homenagens como a Ordem Nacional do Mérito, concedida pelo governo brasileiro, além de ter sido elevada ao grau de Chevalier (Cavaleiro) da Legião de Honra de França. 1972 é o ano da sua última temporada nos Estados Unidos e no resto do mundo<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 21:35:18 UTC</pubDate>
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         <title>Luiz felype santos bartasson  8° C</title>
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         <description><![CDATA[<div>De origem judaica, inicia estudos de arte, em 1905, na Academia de Desenho do mestre Antokolski, em Vilna, na Lituânia. Muda-se para a Alemanha em 1906 e estuda na Escola de Artes Aplicadas e na Academia Imperial de Belas Artes, em Berlim. Viaja para a cidade de Dresden, onde freqüenta a Academia de Belas Artes. Amplia seu contato com a pintura impressionista e realiza, em 1910, a primeira mostra individual na Galeria Gurlitt. No final de 1912, vem para o Brasil e no ano seguinte expõe em São Paulo e Campinas. No mesmo ano retorna à Europa. Inicialmente, realiza uma pintura de derivação impressionista, com influência de Jozef Israël e de Paul Cézanne (1839-1906). A partir de 1914, passa a interessar-se pelo expressionismo, desenvolvendo-se plenamente nessa estética em 1917. Em 1919, em Dresden, funda com Otto Dix (1891-1969), Conrad Felixmüller (1897-1977), Otto Lange (1879-1944) e outros, o Dresdner Sezession Gruppe 1919, grupo que agrega artistas expressionistas da cidade. Em 1921, publica o álbum de litografias Bübüe e, em 1922, o Erinnerung an Wilna - 1917 com águas-fortes. Volta ao Brasil, onde fixa residência em São Paulo, no ano de 1923. Na capital paulista, Lasar Segall é destaque no cenário da arte moderna, considerado um representante das vanguardas européias. No ano seguinte, executa decoração para o Baile Futurista do Automóvel Clube e para o Pavilhão Modernista de Olívia Guedes Penteado (1872-1934). É um dos fundadores da Sociedade Pró-Arte Moderna - Spam, em 1932, da qual se torna diretor até 1935. Dez anos após sua morte, em 1967, a casa onde morava, na Vila Mariana, em São Paulo, é transformada no Museu Lasar Segall.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 22:02:57 UTC</pubDate>
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         <title>Henri Vincenzi 8°B</title>
         <author>henrivincenzi</author>
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         <description><![CDATA[<div>Heitor Villa-Lobos nasceu em 5 de março de 1887, no Rio de Janeiro.<br><br></div><div>A influência musical do maestro foi direcionada pelo pai, que o ensinou a tocar clarinete e violoncelo.<br><br></div><div>Aos seis anos, Villa-Lobos é levado a reconhecer características do gênero, caráter, origem, estilo e ruído musicais.<br><br></div><div>A família morava, então, no Estado de Minas Gerais. Na mesma época, sob a influência de uma tia, começa a ouvir as composições de <a href="https://www.todamateria.com.br/johann-sebastian-bach/">Johann Sebastian Bach </a>(1685-1750).<br><br></div><div>A obra do compositor alemão é importante inspiração para o trabalho de Villa-Lobos e sua carreira em geral.<br><br></div><div><br>Essa característica é verificada nas nove peças "Bachianas Brasileiras", uma de suas mais importantes composições. A segunda peça da obra é denominada "Trenzinho Caipira".<br><br></div><div>De volta ao Rio de Janeiro, Villa-Lobos é seduzido pelo "choro". O estilo de música popular não era aprovado pelos pais e o rapaz passa a estudar violão escondido. A transgressão resulta em uma série de 14 obras, "Choros".<br><br></div><div>O amadurecimento musical do futuro maestro é iniciado por uma série de viagens ao interior do Brasil. O percurso inclui o Espírito Santo, Bahia e Pernambuco a partir de 1905. Quatro anos depois, Villa-Lobos chega ao interior paranaense, em Paranaguá, onde toca violoncelo e violão.<br><br></div><div>Cidades do interior nortista e nordestino estão no percurso realizado entre 1911 e 1912. O conhecimento das peculiaridades regionais influencia diretamente na obra do maestro, que retorna ao Rio de Janeiro em 1913.<br><br></div><div>No mesmo ano, casa com a pianista e professora de música Lucília Guimarães (1886-1966).<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 22:09:10 UTC</pubDate>
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         <title>Artista: Graça Aranha</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Aluna: Ekanta Reducino-8c<br><strong><br>Graça Aranha</strong> foi um escritor e diplomata brasileiro pertencente ao movimento pré-modernista no Brasil.</div><div>Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (ABL) em 1897, sendo titular da cadeira número 38, cujo patrono foi Tobias Barreto. Além disso, exerceu um papel preponderante na Semana de Arte Moderna (1922).<br>José Pereira da Graça Aranha nasceu em 21 de junho de 1868 na cidade de São Luís, capital do Maranhão.</div><div>Era filho de Temístocles da Silva Maciel Aranha e de Maria da Glória da Graça. Sua família era abastada e, portanto, Graça Aranha desde cedo teve uma boa educação.</div><div>Ingressou na Faculdade do Recife para estudar Direito, formando-se em 1886. Com o bacharel em Direito, ele mudou-se para o Rio de Janeiro, onde exerceu o cargo de Juiz. Mais tarde, também foi juiz no Estado do Espírito Santo.</div><div>Foi ali que ele escreveu sua obra mais importante “<em>Canaã</em>”. Temas como o racismo, preconceito e a imigração foram explorados por ele no romance.</div><div>Viajou para vários países da Europa (Inglaterra, Itália, Suíça, Noruega, Dinamarca, França e Holanda) exercendo o cargo de diplomata. Essas viagens foram essenciais para que ele aderisse ao movimento modernista que despontava no Brasil.</div><div>Isso porque teve contato com as vanguardas europeias e a arte moderna. Foi organizador da <a href="https://www.todamateria.com.br/semana-de-arte-moderna/">Semana de Arte Moderna</a> que ocorreu no Teatro Municipal de São Paulo em 1922.</div><div>Além de organizador, ele ficou encarregado de proferir o discurso inicial intitulado: “<em>A emoção estética na arte moderna</em>”.</div><div>Embora tenho sido um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras (ABL), rompeu com a ABL em 1924. Foi na Conferência intitulada “<em>O Espírito Moderno</em>”, que ele declara:</div><blockquote>“<em>A fundação da Academia foi um equívoco e foi um erro</em>”.<br>Isso porque suas ideias vanguardistas aliadas ao modernismo vigente não estavam de acordo com o academicismo difundido pela Academia. Nas palavras do escritor:<blockquote>“<em>Se a Academia se desvia desse movimento regenerador, se a Academia não se renova, morra a Academia!</em>”“<em>A Academia Brasileira morreu para mim, como também não existe para o pensamento e para a vida atual do Brasil. Se fui incoerente aí entrando e permanecendo, separo-me da Academia pela coerência</em>.”</blockquote>Graça Aranha faleceu no Rio de Janeiro em 26 de janeiro de 1931 com 62 anos.<br><strong>Curiosidade</strong><br>Graça Aranha foi o único fundador e escritor que estabeleceu uma ligação com a Academia Brasileira de Letras, sem ter publicado uma obra.<br><strong>Obras</strong><br>As principais obras de Graça Aranha são:<ul><li>Canaã (1902)</li><li>Malazarte (1914)</li><li>A Estética da Vida (1921)</li><li>Correspondência de Machado de Assis e Joaquim Nabuco (1923)</li><li>Espírito Moderno (1925)</li><li>A Viagem Maravilhosa (1929)</li><li>O Meu Próprio Romance (1931)</li><li>O Manifesto dos Mundos Sociais (1935)</li></ul><br><br></blockquote><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 22:11:49 UTC</pubDate>
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         <title>Vinicius de Moraes - Isabella Fernandes dos Santos </title>
         <author>leticiaisaque1</author>
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         <description><![CDATA[<div>Vinicius de Moraes (1913-1980) foi um poeta e um dos maiores compositores da música popular brasileira, além de ter sido um dos fundadores da Bossa Nova, um movimento musical surgido nos anos 50. Foi também dramaturgo e diplomata.<br><br></div><div><br>Entre os seus maiores sucessos está "Garota de Ipanema" que teve a letra escrita por Vinicius e a canção composta por Tom Jobim, em 1962<br><br></div><div><br>Marcus Vinicius Melo Morais, conhecido como Vinicius de Moraes, nasceu no Rio de Janeiro, no dia 19 de outubro de 1913. Filho do funcionário público e poeta Clodoaldo Pereira da Silva e da pianista Lídia Cruz desde cedo já mostrava interesse por poesia.<br><br></div><div><br>Ingressou no colégio jesuíta Santo Inácio onde fez os estudos secundários. Entrou para o coral da igreja onde desenvolveu suas habilidades com a música. Em 1928 começou a fazer as primeiras composições musicais.<br><br></div><div><br>Faculdade de Direito<br><br></div><div><br>Em 1929, Vinicius iniciou o curso de Direito da Faculdade Nacional do Rio de Janeiro. Em 1933, ano de sua formatura, publicou seu primeiro livro de poemas, O Caminho Para a Distância.<br><br></div><div><br>Nessa época, já era amigo dos poetas Manuel Bandeira, Mário de Andrade e Oswaldo de Andrade.<br><br></div><div><br>Trabalhou como representante do Ministério da Educação na censura cinematográfica, até 1938, quando recebeu uma bolsa de estudos e seguiu para Londres, onde cursou Literatura Inglesa na Universidade de Oxford.<br><br></div><div><br>Trabalhou na BBC londrina até 1939. Em 1940, de volta ao Brasil, iniciou a carreira jornalística no jornal “A Manhã”, escrevendo uma coluna como crítico de cinema.<br><br></div><div><br><br>Carreira Diplomática<br><br></div><div><br>Em 1943, Vinicius de Morais foi aprovado no concurso para Diplomata e seguiu para os Estados Unidos, onde assumiu o posto de vice-cônsul em Los Angeles. Serviu sucessivamente em Paris, a partir de 1953, em Montevidéu, a partir de 1959 e novamente em Paris em 1963.<br><br></div><div><br>Vinicius voltou definitivamente ao Brasil em 1964. Em 1968 foi aposentado compulsoriamente pelo Ato Institucional Número Cinco. O compositor era malvisto pelo governo militar, pois era artista e bebia. Foi expulso do serviço diplomático, depois de 26 anos de carreira.<br><br></div><div><br>Poemas de Vinícius de Moraes<br><br></div><div><br>Vinicius de Moraes foi um poeta significativo da <em>Segunda Fase do Modernismo</em>. Ao publicar sua <em>Antologia Poética, em 1955</em>, admitiu que sua obra poética se dividia em duas fases:<br><br></div><div><br>A primeira fase carregada de misticismo e profundamente cristã, começa em <em>O Caminho para a Distância (1933)</em> e, termina com o poema, <em>Ariana, a Mulher (1936).<br></em><br></div><div><br>A segunda fase, iniciada com <em>Cinco Elegias</em> <em>(1943)</em>, assinala a explosão de uma poesia mais viril. “Nela – segundo ele – estão nitidamente marcados os movimentos de aproximação do mundo material, com a difícil, mas consistente repulsa ao idealismo dos primeiros anos.”<br><br></div><div><em><br>Seu grande tema foi o amor e suas múltiplas manifestações: saudade, carência, desejo e paixão</em>. O "Poetinha", como era chamado, foi um escritor da modernidade amorosa como expressou no poema <strong>Soneto da Fidelidade</strong> <strong>(1946)<br></strong><br></div><blockquote><br><br></blockquote><div><br>Ao englobar o “mundo material” em sua produção artística, Vinicius se inclina por uma lírica comprometida com o cotidiano, onde buscou os grandes dramas sociais do seu tempo. Um exemplo é o poema <strong>Rosa de Hiroshima (1954)<br></strong><br></div><blockquote><br><br></blockquote><div><br>Teatro<br><br></div><div><br>Em 1956, Vinicius de Moraes estreou o musical <em>Orfeu da Conceição</em>, no palco do Teatro Municipal do Rio de Janeiro, com cenário de Oscar Niemeyer e música de Tom Jobim. Foi o ponto de partida para a Bossa Nova.<br><br></div><div><br>Em 1959, o filme Orfeu do Carnaval, do francês Marcel Camus, baseado na peça de Vinícius, ganhou a Palma de Ouro de Cannes e o Oscar de melhor filme estrangeiro.<br><br></div><div><br>Carreira musical e parcerias<br><br></div><div><br>A carreira musical de Vinicius teve início em 1927, quando começou a compor com Paulo e Haroldo Tapajós, mas só se consolidou na década de 1950, com os momentos dos três grandes fundadores da <strong>Bossa Nova</strong> na música popular brasileira: Vinicius, Tom e João Gilberto.<br><br></div><div><br><br>Tom Jobim e Vinicius<br><br></div><div><br>Cada vez mais voltado para a música, escreveu letras para músicas inéditas de Tom Jobim, como Lamento do Morro e Mulher, Sempre Mulher, gravadas em 1956. Entre outras músicas destacam-se:<br><br></div><ul><li>Eu sei que vou te amar (1958) – escrita em parceria com Tom Jobim,</li><li>Chega de Saudade (1958) – letra de Vinícius e música de Tom Jobim,</li><li>Garota de Ipanema (1963) – letra de Vinicius e música de Tom Jobim, foi um dos maiores sucessos da dupla,</li><li>Minha Namorada (1964) – feita em parceria com Carlinhos Lira,</li><li>Arrastão (1965) – feita em parceria com Edu Lobo. Venceu o I Festival de Música Popular Brasileira da TV Excelsior,</li><li>Samba em Prelúdio (1962) e Canto de Ossanha (1966) – feitas em parceria com Baden Pawell, que juntos produziram mais de cinquenta músicas.</li><li>Gente Humilde (1970) – música de Garoto, letra de Vinícius e de Chico Buarque.</li></ul><div><br>A parceria com o músico Toquinho foi considerada a mais produtiva. Rendeu músicas importantes como <em>Aquarela, A Casa, As Cores de Abril, Testamento, Maria Vai com as Outras, Morena Flor, Tarde em Itapuã, A Rosa Desfolhada, Para Viver Um Grande Amor e Regra Três.<br></em><br></div><div><br><br>Vinicius e Toquinho<br><br></div><div><br>Vinicius também fez músicas para poemas seus, como <em>Serenata do Adeus e Medo de Amar.<br></em><br></div><div><br>Vida pessoal<br><br></div><div><br>O lugar preferido da casa de Vinícius era a banheira, onde passava horas a fio escrevendo.<br><br></div><div><br>Nos shows, se apresentava sentado diante de uma garrafa de uísque. No final da vida, diabético, foi obrigado a trocar o malte pelo vinho branco. Mas jamais abriu mão de seu doce preferido, o papo-de-anjo.<br><br></div><div><br>Vinicius casou-se nove vezes e teve cinco filhos. O primeiro casamento, com Beatriz Azevedo de Mello foi o mais longo e durou onze anos.<br><br></div><div><br>Suas outras esposas fora: Regina Pederneira, Lila Bôscoli, Maria Lúcia Proença, Nellita de Abreu, Cristina Gurjão, Gesse Gessy, Marta Rodrigues e a última, Gilda Matoso.&nbsp;<br><br></div><div><br>Vinicius de Moraes faleceu no Rio de Janeiro, no dia 09 de julho de 1980, quando compunha a trilha do programa infantil “Arca de Noé” devido a problemas decorrentes de um edema pulmonar agudo e o coração não resistiu.<br><br></div><div><br>Livros de poemas de Vinicius de Moraes<br><br></div><ul><li>O Caminho Para a Distância (1933)</li><li>Forma e Exegese (1935)</li><li>Ariana, a Mulher (1936)</li><li>Novos Poemas (1938)</li><li>Cinco Elegias (1943)</li><li>Poemas, Sonetos e Baladas (1946)</li><li>Pátria Minha (1949)</li><li>Antologia Poética (1955)</li><li>Livro de Sonetos (1956)</li><li>O Mergulhador (1965)</li><li>A Arca de Noé (1970)</li></ul><div><br>Teatro<br><br></div><ul><li>Orfeu da Conceição (1954)</li><li>Cordélia e o Peregrino (1965)</li><li>Pobre Menina Rica (1962)</li></ul><div><br>Prosa<br><br></div><ul><li>O Amor dos Homens (1960)</li><li>Para Viver Um Grande Amor (1962)</li><li>Para Uma Menina Com Uma Flor (1966)</li></ul><div><strong><br></strong><br></div><div><br></div><div>RESUMO DA BIOGRAFIA DE <strong>VINICIUS DE MORAES</strong></div><div><strong>Ocupação: </strong>Poeta brasileiro</div><div><strong>Data do Nascimento : </strong>19/10/1913</div><div><strong>Data da Morte : </strong>09/07/1980 (aos 66 anos)</div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br></div><div><br><br></div><div><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 22:58:30 UTC</pubDate>
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         <title>Candido Portinari - Mariana Zuffi - 8º ano A</title>
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         <description><![CDATA[<div><br><br>Candido Portinari foi um artista plástico, gravador, ilustrador e professor brasileiro que pintou mais de 5 mil obras de pequenos esboços e pinturas de proporção padrão, como O Lavrador de Café, até gigantescos murais.<br>Ele nasceu em Brodowski, São Paulo no dia 29 de dezembro de 1903 e faleceu em 6 de fevereiro de 1962, no Rio de Janeiro vítima de intoxicação em função das tintas que usava. Ele foi o segundo filho de 12 irmãos.<br>Não concluiu o curso primário e aos 14 anos participou da restauração da igreja de Brodowski.&nbsp;<br>Com 15 anos, foi para o Rio de Janeiro e se instalou na casa de parentes, ingressou no Liceu de Artes e Ofícios, mas a cidade grande não lhe fascinou e fez com que ele retornasse para sua cidade natal. Aos 18 anos, voltou para o Rio e ingressou na Escola Nacional de Belas Artes.<br>Em 1921, vendeu a tela "Baile na Roça", que havia pintado assim quando chegou à cidade. Em 1922 expôs no Salão da Escola de Belas Artes. E em 1923, o " Retrato de Paulo Mazuchelli", ganhou três prêmios no Salão.<br>Sua principal característica é mudar suas técnicas ao longo do tempo, mas mantém como temática o homem brasileiro e as questões sociais e históricas que o determinam.<br>Portinari participou ativamente, ao lado de escritores, poetas, jornalistas e artistas, da vida cultural e política do país e das mudanças estéticas as quais passava o Brasil no começo do século XX.<br>Em sua trajetória como artista ganhou muitos prêmios em salões de artes e morou na França no ano de 1930 após ganhar o Prêmio de Viagem a Europa, lá aproveita para visitar inúmeros museus e estudar bastante. Portinari retorna da Europa, animado para pintar quadros exaltando a cultura brasileira, seu povo, sua natureza e sua história. Além de retratar as questões sociais de seu país, Portinari é bastante influenciado pelos movimentos artísticos da Europa como o Cubismo e o Surrealismo. Grande admirador de Picasso, após conhecer a obra Guernica, suas obras começaram a apresentar um caráter de denúncia com relação às questões sociais do Brasil. Seu interesse foi desde o início criar uma pintura baseada nos tipos brasileiros.</div><div>Em 1935 recebeu um Prêmio em Nova Iorque pela sua obra denominada <em>Café</em>. A partir daí seu nome e sua obra começaram a ganhar dimensões internacionais. Em função disso, começou a receber propostas de trabalho em todo mundo, pintou os painéis Guerra e Paz da sede da ONU em Nova York e o mural da Biblioteca do Congresso de Washington. Ainda no Brasil pintou vários painéis para o novo prédio do Ministério da Educação e Cultura.<br>Firme em sua temática sobre a cultura e as questões sociais do país entre suas obras mais marcantes estão:&nbsp;<br>Mestiço;&nbsp;<br>Favelas;<br>-O lavrador de café;&nbsp;<br>-O sapateiro de Brodowski;&nbsp;<br>-Meninos e piões;<br>-Lavadeiras;<br>-Grupo de meninas brincando;&nbsp;<br>-São Francisco de Assis;<br>-A primeira missa no Brasil;&nbsp;<br>-Tiradentes.<br><br>Referências:<br>https://pt.wikipedia.org/wiki/Candido_Portinari<br>https://www.ebiografia.com/candido_portinari/<br>https://www.infoescola.com/biografias/candido-portinari/<br>https://enciclopedia.itaucultural.org.br/pessoa10686/candido-portinari<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 23:15:13 UTC</pubDate>
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         <title> Anita Malfatti (1889-1964)</title>
         <author>arthursfmedeiros_eseba</author>
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         <description><![CDATA[<div>Feito Por: Arthur Medeiros 8 ano A<br><br><br>Anita Catarina Malfatti, esse era o nome de batismo da artista plástica paulista que nasceu no dia 2 de dezembro de 1889.<br><br>Anita foi uma brasileira com origens europeias: seu pai (Samuel Malfatti) era um engenheiro italiano e a mãe (Betty Krug) era uma norte-americana com descendência alemã. Foi provavelmente da mãe que Anita herdou o gosto pelas artes uma vez que Betty dava aulas de pintura e línguas.<br><br></div><div><br>Com um histórico de depressões, Anita tentou se suicidar quando tinha apenas treze anos, o plano foi se colocar debaixo da linha do trem. Apesar do susto, nada aconteceu com a pintora.<br>Aos dezenove anos, Anita tornou-se professora e logo depois foi estudar na Alemanha. A jovem também chegou a estudar em Nova Iorque.<br>De volta ao Brasil, Anita continuou pintando e, incentivada por alguns amigos, participou da Semana de Arte Moderna de 1922. A partir de então, a sua carreira decolou de vez, tendo Anita exposto em Berlim, Nova Iorque e Paris. Além de ser celebrada no próprio país, a artista teve a sorte de receber em vida reconhecimento internacional.<br>Entre as suas telas mais famosas estão: <em>A Boba </em>(1916), <em>O Homem Amarelo</em> (1916) e <em>Mário de Andrade I </em>(1922).</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-14 23:59:08 UTC</pubDate>
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         <title>Lucas Gonçalves da Mata</title>
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         <description><![CDATA[<div>NASCIMENTO:<br>José Oswald de Sousa Andrade nasceu em São Paulo. De família rica, frequentou colégios importantes da cidade. Conviveu, inclusive, com o poeta modernista Guilherme de Almeida ainda na escola.<br>BIOGRAFIA:<br>Antes de começar a faculdade de Direito, Andrade trabalha como redator e crítico de teatro no periódico “Diário Popular”. A sua coluna era a “Teatro e Salões”. Atuou também no “A Gazeta” e no “Jornal do Comércio”. Com a ajuda da mãe, monta a revista “O Pirralho”, a publicação já apresentava características do modernismo, movimento que estava por vir. O escritor Olavo Bilac foi um dos colaboradores.<br>Oswald de Andrade foi um dos organizadores da Semana de Arte Moderna em 1922, evento que marcou o início do modernismo brasileiro. A data celebrava também cem anos de independência do Brasil. Na época, o evento era uma forma de debate e definição da cultura brasileira.<br>Maiores produções:<br><br></div><ul><li>Manifesto Antropófago</li><li>Manifesto da Poesia Pau-Brasil</li><li>Memórias Sentimentais de João Miramar</li><li>O Rei da Vela</li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 00:01:04 UTC</pubDate>
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         <title>Victor Brecheret Caua Cardoso 8C</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Victor Brecheret nasceu em 22 de fevereiro de 1894 e morreu em 17 de dezembro de 1955, foi um escultor ítalo-brasileiro. Ele viveu a maior parte de sua vida em São Paulo, com exceção de seus estudos em Paris em seus vinte e poucos anos. O trabalho de Brecheret combina técnicas de esculturas Europeu modernista com referências a seu país de origem através das características físicas de suas formas humanas e motivos visuais extraídos da arte brasileira arte. Muitos de seus temas são os números do Bíblia ou da mitologia clássica. Brecheret foi um dos primeiros modernistas brasileiros que alcançaram o sucesso. Em 1921 sua escultura Eva foi adquirida pela prefeitura de São Paulo. Em 1922 seu trabalho foi exibido no hall de entrada do Teatro Municipal durante a Semana de Arte Moderna. A obra ‘’O Grupo’’, foi adquirida pelo francês governo em 1934 para o Musée du Jeu de Paume, que foi mais tarde transferida para a biblioteca pública em La Roche-sur-Yon, onde permanece em exposição. O seu trabalho mais conhecido, os enormes Monumento às Bandeiras, no Parque Ibirapuera, em São Paulo, foi proposta (na forma de uma miniatura de gesso), em 1920. Começou em 1936 e foi concluída em 25 de janeiro de 1953.</div><div>Monumento às Bandeiras, no Parque Ibirapuera, em São Paulo O certificado de nascimento oficial do Brasil enumera sua terra natal, como São Paulo, mas seu filho Victor afirma que ele foi, de fato, nascido em Farnese, Itália. A questão tem sido uma parte de um conflito jurídico entre o filho e a filha de Brecheret. A certidão de nascimento é baseada em um registro feito em 1930, quando Brecheret já estava 36 anos sobre o seu pedido.</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 00:01:34 UTC</pubDate>
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         <title>Anita Malfatti (1889-1964)</title>
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         <description><![CDATA[<div>Anita Malfatti nasceu filha do engenheiro italiano Samuele Malfatti e de mãe norte-americana Eleonora Elizabeth “Betty” Krug, Anita Malfatti, segunda filha do casal, nasceu na cidade de São Paulo, em 2 de dezembro de 1889.&nbsp;<br><br>Anita Malfatti inicia, bem jovem, o aprendizado em artes com a mãe. Aos 20 anos, procura aperfeiçoar seus estudos na Europa. Graças à ajuda financeira de seu tio o engenheiro-arquiteto George Krug (1869 – 1919), consegue mudar-se para a Alemanha e ingressar na Academia Imperial de Belas Artes de Berlim. Nessa cidade a artista ganha familiaridade com as coleções dos museus e das galerias. A Alemanha, em 1910, vive uma efervescência do expressionismo.<br><br></div><div>Veja abaixo as curiosidades sobre a artista e como ela foi a peça principal para o que se tornou a semana de arte moderna de 1922.<br><br>A primeira representante do modernismo no Brasil</div><div>Anita Malfatti é considerada a primeira representante do modernismo no Brasil. Aos 19 anos se formou em professora pela escola normal.<br><br></div><div>Sua pintura foi o estopim da vanguarda do modernismo brasileiro. Já em 1917, cinco anos antes da Semana de Arte Moderna, uma mostra com 53 de seus mais arrojados trabalhos chocaram a provinciana e acadêmica São Paulo.<br><br></div><div>Bengaladas, risos, devoluções de obras e bilhetinhos ofensivos. A causa? Um cruel artigo de Monteiro Lobato comparava o trabalho de Anita “aos desenhos dos internos dos manicômios”. Em torno dela, começa então a arregimentação de jovens poetas e artistas inconformados com a forma como estavam as coisas, culminando com a <a href="https://arteref.com/movimentos/8-curiosidades-sobre-a-semana-de-arte-moderna-que-voce-nao-sabia/">Semana de Arte Moderna</a> de 1922 — na qual a participação de Anita volta a escandalizar.&nbsp;<br><br>Anita Malfatti possuía uma atrofia no braço e na mão direita.</div><div>Ela nasceu com atrofia no braço e na mão direita. Aos três anos foi levada pelos pais a Lucca (Itália), na esperança de corrigir o defeito congênito. Os resultados do tratamento médico não foram animadores e Anita teve que carregar essa deficiência pelo resto da sua vida. Voltando ao Brasil, teve a sua disposição Miss Browne, uma governanta inglesa, que a ajudou no desenvolvimento do uso da mão esquerda, no aprendizado da arte e da escrita.<br><br></div><div>Anita Malfatti aprendeu pintura com a mãe</div><div>Ainda na infância, falece seu pai Samuel Malfatti, esteio moral e financeiro da família. Sem recursos para o sustento dos filhos, D. Betty passa a dar aulas particulares de idiomas e também de desenho e pintura. Chegou a submeter-se à orientação do pintor Carlo de Servi para, com mais segurança, ensinar suas discípulas. Anita acompanhava as aulas e nelas tomava parte. Foi, portanto, sua própria mãe quem lhe ensinou os rudimentos das artes plásticas.<br><br></div><div>Anita foi para a Alemanha em 1910 e conheceu o grupo Die Brucke</div><div>Seus planos incluíam estudos em Paris, mas a situação financeira lastimável da família não permitiu. Foi então financiada pelo tio para acompanhar suas primas à Alemanha, em 1910. Lá entrou em contato com o grupo de vanguarda Die Brucke. Teve como mestres os impressionistas Fritz Burger, e posteriormente Lovis Corinth.<br><br>Sua primeira exposição individual foi em 1914</div><div>Em 1914, Anita montou sua primeira exposição individual, aos 24 anos. Seu objetivo era conseguir uma bolsa e voltar a viajar, mas por causa da guerra não pôde. Então seu tio financiou sua viagem para os Estados Unidos onde ela terminou passando 2 anos.<br><br>Monteiro Lobato fez fortes críticas ao trabalho de Anita</div><div>Anita montou outra exposição individual em 1917. No primeiro dia ela vendeu 8 quadros. Monteiro Lobato publicou uma crítica no jornal O Estado de S. Paulo, criticando Anita, dizendo que ela tinha se deixado influenciar por Picasso e sua turma. No dia seguinte as telas compradas foram devolvidas e todos passaram a atacá-la nos jornais. O primeiro a defendê-la foi o Oswald de Andrade, seguido depois pelo Mário de Andrade, Menotti Del Picchia e Guilherme de Almeida.<br><br>Anita ganhou o pensionato artístico do estado de São Paulo</div><div>Em 1923, ganha o Pensionato Artístico do Estado de São Paulo e vai para Paris, onde encontra com Tarsila e Oswald, Victor Brecheret, Paulo Prado e Di Cavalcanti. Anita vive então uma transformação profunda, perde o impulso marcante do expressionismo, deixa de lado o uso de cores fortes e artificiais e começa a representar o mundo de forma simplificada.<br><br>Anita Malfatti passou por dificuldades financeiras</div><div>Volta para São Paulo em 1928, reencontra os modernistas e participa das últimas manifestações do grupo. Nos anos 30, grandes dificuldades econômicas a obrigam a dedicar-se cada vez mais ao ensino da pintura e do desenho, e à pintura decorativa.<br><br>A reclusão após a morte de sua mãe e Mário de Andrade</div><div>Nos anos 40, depois da morte de sua mãe e de seu grande e amado amigo, Mário de Andrade, Anita se recolhe em sua chácara em Diadema, onde viverá reclusa até sua morte, em 1964.<br><br>Obras de Anita Malfatti:<br><br><strong>Burrinho Correndo (1909)<br>O Farol (1915)<br>A Estudante Russa (1915)<br>O Homem de Sete Cores (1916)<br>A Boba (1915-16)<br>A Mulher de Cabelos Verdes (1916)<br>A Ventania (1917)<br>A Onda (1917)<br>Porto de Mônaco (1925)<br>Samba (1943-45)<br>Cambuquira (1945)</strong><br><br></div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 00:04:24 UTC</pubDate>
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         <title>Di Cavalcanti (1897-1976) </title>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><blockquote><em>Di Cavalcanti foi o autor da capa do catálogo da Semana de Arte Moderna</em></blockquote><div><br>Um dos maiores pintores do país, Di Cavalcanti (que nasceu Emiliano Augusto Cavalcanti de Albuquerque) gostava de representar temas tipicamente brasileiros como as mulatas, as favelas, o samba e o carnaval.&nbsp;<br><br></div><div><br>Muito próximo de <a href="https://www.ebiografia.com/manuel_bandeira/">Manuel Bandeira</a>, em 1919 Di Cavalcanti ilustrou o seu livro <em>Carnaval</em>. O moço gostou tanto do trabalho que mais tarde também ilustrou algumas obras de <a href="https://www.ebiografia.com/vinicius_de_moraes/">Vinicius de Moraes</a> e <a href="https://www.ebiografia.com/jorge_amado/">Jorge Amado</a>.&nbsp;<br><br></div><div><br>Na Semana de Arte Moderna, além de apresentar onze telas no hall do Teatro, Di Cavalcanti foi responsável por criar a capa do catálogo.<br><br></div><div><br>O talentoso jovem fundou, em 1932, o clube dos Artistas Modernos ao lado dos amigos Antônio Gomide, Carlos Prado e Flávio de Carvalho.<br><br></div><div><br>Em termos políticos foi filiado ao Partido Comunista Brasileiro e, devido à sua ideologia, foi perseguido pelo governo Vargas tendo mudado para a Europa. Di Cavalcanti apresentou as suas telas em Paris, Londres, Bruxelas e Amsterdam.<br><br></div><blockquote>Fonte: <a href="https://www.ebiografia.com/artistas_semana_de_arte_moderna/amp/">https://www.ebiografia.com/artistas_semana_de_arte_moderna/amp/</a></blockquote><div><br><br></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 02:18:17 UTC</pubDate>
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         <title>Mário de Andrade (1893-1945)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Nilson Ferreira Lima Junior 8°A<br><br>Mário Raul de Morais Andrade (São Paulo, 9 de outubro de 1893 — São Paulo, 25 de fevereiro de 1945) foi um poeta, romancista, musicólogo, historiador de arte, crítico e fotógrafo brasileiro. Um dos fundadores do modernismo no país, ele praticamente criou a poesia brasileira moderna com a publicação de sua Pauliceia Desvairada em 1922. Ele teve uma influência enorme na literatura brasileira moderna e, como estudioso e ensaísta, foi pioneiro no campo da etnomusicologia. Sua influência chegou muito além do Brasil.<br><br>Andrade foi a figura central do movimento de vanguarda de São Paulo por vinte anos.[2] Treinado como músico e mais conhecido como poeta e romancista, Andrade se envolveu pessoalmente em praticamente todas as disciplinas relacionadas ao modernismo paulistano e se tornou o polímata nacional do Brasil. Suas fotografias e ensaios sobre uma ampla variedade de assuntos, da história à literatura e à música, foram amplamente publicados.<br><br>Ele foi a força motriz por trás da Semana de Arte Moderna, o evento de 1922 que reformulou a literatura e as artes visuais no Brasil, e um membro do vanguardista "Grupo dos Cinco". As ideias por trás da semana foram exploradas no prefácio de sua coleção de poesia Pauliceia Desvairada e nos próprios poemas.<br><br>Depois de trabalhar como professor de música e colunista de jornal, publicou seu grande romance, Macunaíma, em 1928. Os trabalhos sobre música folclórica brasileira, poesia e outras temáticas foram seguidos de maneira desigual, muitas vezes interrompidos pela mudança na relação de Andrade com o governo brasileiro. No final de sua vida, ele se tornou o diretor fundador do Departamento de Cultura de São Paulo, formalizando um papel que exercia há muito tempo como catalisador da entrada da cidade - e da nação - na modernidade artística.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 02:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>Sofia Andrade Botelho</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tarsila do Amaral<br>Tarsila nasceu em 1886 no dia 1 de setembro. Ela passou sua infância nas fazendas do seu pai, estudou em São Paulo e em Barcelona onde fez seu primeiro quadro, "Sagrado Coração de Jesus". Quando voltou de Barcelona, se casou e teve sua única filha, Dulce. Após sua separação com seu marido, ela foi estudar arte, passou a ter aulas de pintura e desenho no ateliê de Pedro Alexandrino, lá ela conheceu sua amiga e pintora Anita Malfatti. Após isso ela foi estudar em Paris, ficou lá 2 anos quando soube da semana da arte moderna, por Anita, que a introduziu no grupo modernista. Nesse grupo, eles formaram o grupo dos cinco que o principal objetivo era&nbsp; buscar uma identidade Brasileira na arte, que criou a "Semana da Arte Moderna". Depois de um tempo Tarsila voltou para paris com o seu namorado Oswald de Andrade, também artista, e foi nesse tempo que ela teve mais inspiração para sua arte, teve muita inspiração principalmente para uma de suas pinturas mais famosas, "A Negra". Também ficou muito conhecida&nbsp; com o seu famoso quadro, "Abaporu". Tarsila fez&nbsp;história na arte moderna e sempre fará.</div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-15 02:57:01 UTC</pubDate>
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         <title>Anita Malfatti - Lara Campos Goveia 8A</title>
         <author>laracamposgoveia</author>
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         <description><![CDATA[<div>Anita Malfatti&nbsp;nasceu em 2 de dezembro de 1889, em São Paulo. Sua mãe, Bety Malfatti (1866-1952), foi quem lhe ensinou a pintar. No entanto, a jovem pintora possuía uma atrofia no braço e na mão direita, e, em função disso, desenvolveu a habilidade da mão esquerda, com a qual pintava. Suas primeiras pinturas remanescentes datam do ano de 1909. No ano seguinte, a pintora&nbsp;mudou-se para a Alemanha, onde permaneceu até 1914. Nesse país estudou no Museu Real de Artes e Ofícios, além de ter contato com o expressionismo.<br><br>Nos anos de 1915 e 1916, Anita Malfatti morou em Nova Iorque, onde&nbsp;estudou na Arts Students League of New York e na Independent School of Art. Apesar de sua primeira exposição individual ter ocorrido em 1914, em São Paulo, a pintora só ficou conhecida em 1917, devido a uma&nbsp;crítica negativa feita pelo escritor&nbsp;Monteiro Lobato&nbsp;(1882-1948). De todo modo, a pintura modernista, da qual Anita Malfatti é considerada a precursora, ganhou força com a realização da Semana de Arte Moderna de 1922.<br><br>Nessa época, ela&nbsp;fez parte do&nbsp;Grupo dos Cinco, um grupo de artistas composto por:<br><br>Tarsila do Amaral&nbsp;(1886-1973),Mário de Andrade&nbsp;(1893-1945),Oswald de Andrade&nbsp;(1890-1954)Menotti del Picchia&nbsp;(1892-1988).<br><br>Em 1923&nbsp;foi estudar em Paris,&nbsp;e só voltou ao Brasil em 1928 para ensinar desenho e pintura. A partir daí, a artista foi relativamente afastando-se do modernismo.<br><br>A pintora, desenhista, gravadora, ilustradora e professora Anita Malfatti participou do Salão Revolucionário, da Sociedade Pró-Arte Moderna, do Salão Paulista de Belas Artes e, em 1937, integrou-se à Família Artística Paulista, além de tornar-se&nbsp;presidente do Sindicato de Artistas Plásticos&nbsp;de São Paulo, em 1942. Assim, a partir da década de 1940, a pintora passou a produzir uma pintura mais centrada na&nbsp;cultura popular.&nbsp;Morreu em&nbsp;6 de novembro de 1964, em São Paulo.<br><br>Durante a Semana de Arte Moderna,&nbsp;Anita Malfatti contribuiu com 20 trabalhos. Entre eles estava sua obra&nbsp;O homem amarelo. Fez parte, portanto, dos primórdios do modernismo brasileiro. Suas pinturas estavam entre as 100 obras expostas no evento.<br><br>Fonte: https://m.brasilescola.uol.com.br/artes/anita-malfatti.htm#:~:text=Anita%20Malfatti%2C%20pintora%20brasileira%2C%20nasceu,of%20Art%2C%20nos%20Estados%20Unidos. <br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2022-03-18 01:25:16 UTC</pubDate>
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