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      <title>Capitães Areia cartas e reportagemJorge Amado by </title>
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      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-09-23 09:32:50 UTC</pubDate>
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         <title>1) Conteúdo, ideias, opiniões dos autores  2)  técnicas e efeitos 3) citação</title>
         <author>cmorais1</author>
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         <description><![CDATA[<p>Jornal da Tarde - Afonso &amp;Shayan</p><p>Policia: Salvador </p><p>Juiz de Menores: Isabella &amp; Hurgan</p><p>Mãe: Madalena &amp; Maria </p><p>Padre: Alexandre</p><p>Reformatório: António e João</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-23 09:36:20 UTC</pubDate>
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         <title>Impacto das cartas e reportagem nos leitores </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>Dão um contexto e perspectivas diferentes de várias instituições: leitores sentem empatia pelas crianças, as instituições sentem repulsa antipatia. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 08:16:30 UTC</pubDate>
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         <title>Jornal da Tarde Análise </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>1) Conteúdo, Ideias, Opiniões dos Autores</p><p>O jornal apresenta este bando de crianças como uma infestação que se realiza na urbe. O autor usa o jornal como forma de introduzir o grupo de crianças conhecido como “capitães da areia” e os seus acontecimentos. Também apresentam as dificuldades que uniram estas crianças, possivelmente julgando a falta de paternidade. Ao longo do jornal, o autor também descreve o mais recente acontecimento do assalto. O autor do jornal escreve o acontecimento com um jeito onde faz o leitor empatizar muito com as “pobres vítimas” enquanto faz parecer o líder do grupo como um horrível membro de uma mafia. Ou seja, há uma grande presença de opinião ao longo do jornal.</p><p><br/></p><p>2) Técnicas e efeitos </p><p>Normalmente, uma noticia é suposto ser objetiva. Neste livro, o autor escreve esta noticia como subjetiva criticando como os jornais muitas vezes divulgam as suas opiniões fortes e julgamentos. Nesta noticia do jornal da tarde, o autor  da reportagem tenta logo com que as crianças sejam vistas como os maus, usando “Crianças Ladronas” como o título da reportagem. O jornal tenta dar credibilidade a si próprio no inicio da reportagem, usando a linha “o nosso jornal, que é sem dúvida o  órgão da mais legítimas aspirações da população baiana.</p><p><br/></p><p>3) Citação </p><p>“O nosso jornal, é sem duvida o órgão das mais legitimas aspirações da população baiana”. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 08:35:25 UTC</pubDate>
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         <title>Mãe - Madalena &amp; Maria</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<p>1) Conteúdo, ideais, opiniões dos autores</p><p>A mãe costureira escreve ao jornal a defender os meninos dos Capitães da Areia.<br>Ela diz que eles roubam porque têm fome e não têm casa, não porque sejam maus.<br>Mostra que a culpa é da pobreza e do abandono.<br>Jorge Amado quer mostrar injustiça social e pede solidariedade e compaixão.</p><p><br/></p><p>2) Técnicas e efeitos </p><ul><li><p>É escrita em forma de carta, na 1.ª pessoa.</p></li><li><p>Usa palavras simples e um tom humilde.</p></li><li><p>Mostra sentimentos e faz o leitor sentir pena das crianças.</p></li><li><p>Critica a polícia e os jornais por chamarem os meninos de ladrões.</p></li></ul><p><br/></p><p>3) Citação </p><p>"Se o jornal do senhor mandar uma pessoa lá, secreta, há de ver que comida eles comem, o trabalho de escravo que têm, qe nem um homem forte aguenta, e as surras que tomam." </p><p><br/></p><p>A mãe costureira pede que o jornal vá ver com os próprios olhos a vida dura das crianças.<br>Ela mostra que os meninos sofrem fome, trabalho pesado e violência.<br>Com a palavra “escravo”, denuncia que são tratados como coisas, não como crianças.<br>A frase quer chamar atenção para a injustiça e para o abandono que eles vivem, mostrando que não merecem ser chamados de ladrões.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 08:37:28 UTC</pubDate>
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         <title>carta de juiz</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cmorais1/kq38xtufk3jva1mq/wish/3608856790</link>
         <description><![CDATA[<ol><li><p>O juiz diz que não é a função dele prender as crianças, disse que o reformatório é um bom lugar. dizendo que ali os meninos são bem tratados. O juiz transfere a responsabilidade pelas fugas e recaídas para os psicólogos&nbsp;</p></li></ol><ol start="2"><li><p>Técnicas: Ironia: o juiz chama o reformatório de lugar de “paz e trabalho”&nbsp;</p></li></ol><p>Linguagem formal: para mostrar o seu estatuto&nbsp;</p><p>Perguntas retoricas: para culpar os outros&nbsp;</p><p>Efeitos:&nbsp;</p><p>Mostra crítica social, porque o juiz não assume a sua responsabilidade, o leitor percebe que o juiz ignora a realidade dura da infância &nbsp;</p><ol start="3"><li><p>Citação: “Ainda nestes últimos meses que decorreram mandei para o Reformatório de Menores vários menores delinqüentes ou abandonados. Não tenho culpa, porém, de que fujam que não se impressionem com o exemplo de trabalho que encontram naquele estabelecimento de educação e que, por meio da fuga, abandonem um ambiente onde se respiram paz e trabalho e onde são tratados com o maior carinho. Fogem e se tornam ainda mais perversos, como se o exemplo que houvessem recebido fosse mau e daninho.”&nbsp;</p></li></ol><p>&nbsp;</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 08:39:27 UTC</pubDate>
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         <title>Analise da Carta do Diretor do Reformatório </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cmorais1/kq38xtufk3jva1mq/wish/3608859872</link>
         <description><![CDATA[<p>Após os chefes de segurança publica e do juizado de menores discutirem sobre de quem era responsavel pelas ações criminosas dos capitães da areia, uma pobre mãe os interrompeu ao mandar uma carta com a sua visão da historia a redação, dizendo que ela preferia que seu filho estivesse envolvido com os capitães da areia do que estar preso no reformatorio onde eles são maltratados, alegação a tal que foi comfirmada por uma carta do padre do reformatorio, oque basicamente exigiu uma resposta do diretor do reformatorio.</p><p><br/></p><p>O diretor começa sua carta a redação com um tom extremamente formal ao que ele demonstra que esta a pa de tudo que vem sendo publicado na redação equanto condena as ações dos capitães da areia fazendo uso de uma <strong>hiperbole</strong> para causar impacto aos leitores da redação, "... Os crimes apavorantes dos capitães da areia, bando de deliquentes que amedronta a cidade" </p><p><br/></p><p>Esse comportamento arrogante e nariz em pé do diretor pode ser visto nos paragrafos a baixo em que ele classifica a costureira que levantou as preocupações sobre a forma que as crianças são tratadas no reformatorio como "mulherzninha do povo, que nem me preocupa ou merece minha resposta" porem ele mesmo diz que quando o padre do reformatorio foi envolvido, ai assim sua resposta foi exigida.</p><p><br/></p><p>Ele tambem acusa o sacerdote de "penetrar no nosso estabelecimento em horas proibidas para incentivar as crianças a se revoltar contra os superiores" No mesmo paragrafo o diretor usa a <strong>ironia</strong> ao chamar o sacerdote de "padre do demonio" oque ao meu ver foi utilizado para fortalecer sua postura contra o padre para defender a reputação do seu estabelecimento.</p><p><br/></p><p>Na carta da costureira, ela diz que acharia de bom tom mandar um redator ao estabelecimento para averiguar a condição das crianças. O diretor no final da carta diz que concorda com a senhora "sou eu quem vos vou pedir que envies um redator ao reformatorio" acredito que para tranmitirr para o publico uma mensagem que não esta faxendo nada errado.</p><p><br/></p><p>Nos ultimos paragrafos o diretor tambem utiliza a <strong>repetição</strong> do adjetico "deliquentes" para se referir aos capitães da areia, reafirmando sua posição veemente contra esses bandidos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 08:41:34 UTC</pubDate>
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         <title>Padre- Capitães Da Areia</title>
         <author>alex_trozo</author>
         <link>https://padlet.com/cmorais1/kq38xtufk3jva1mq/wish/3608860946</link>
         <description><![CDATA[<p>CONTEUDO: Na carta, o Padre José Pedro confirma e concorda com a denúncia feita por Maria Ricardina sobre o reformatório. Ele diz que as crianças são tratadas como “feras”, sofrem maus-tratos e vários castigos. Ele explica também que, em vez de receberem carinho e educação, elas ficam ainda mais revoltadas. O padre tenta levar conforto religioso, mas as crianças rejeitam porque já carregam muito ódio no coração.<br></p><p>IDEIAS:<br>- crianças maltratas e desumanizadas</p><p>-vai contra as morais e ensinamentos do padre</p><ul><li><p>O padre tenta ajudar as crianças com a religião mas o sofrimento que passaram dificulta.</p></li><li><p>Querem denunciar o diretor do reformatório</p></li></ul><p><br/></p><p>OPINIÕES DOS AUTORES:</p><p>Maria Ricardina: leitora do jornal Maria, acha que o tratamento das crianças são abusivas e serve como motivação ao padre, sendo que a letra dela é o que ajudou-o a escrever a sua resposta.</p><p>Padre Jose Pedro: acha que o tratamento das crianças é injusto, então ele denuncia os tratamentos imorais que são feitos no reformatório.</p><p><br/></p><p>TÉCNICAS E EFEITOS E CITAÇÕES:</p><p>O padre usa um tom formal e religioso para mostrar autoridade e reforçar a ligação com os ensinamentos de Cristo. “Saudações em Cristo.”.</p><p><br/></p><p>Ele também compara as crianças a feras para mostrar como são desumanizadas enfatizado a falta de empatia que as pessoas tenham pelas crianças ao leitor. “As crianças no aludido reformatório são tratadas como feras, essa é a verdade.”</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 08:42:20 UTC</pubDate>
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         <title>Policia - Salvador </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/cmorais1/kq38xtufk3jva1mq/wish/3608869378</link>
         <description><![CDATA[<p>1) Conteúdo, ideias, opiniões do autor</p><p>No livro, a polícia aparece como símbolo de autoridade, mas vista de forma negativa. Jorge Amado mostra que os policias tratam os meninos de rua com violência e preconceito. Em vez de proteger, eles atacam os pobres e os fracos. O autor critica a polícia e apresenta-a como símbolo de injustiça social.</p><p><br/></p><p>2) Técnicas e efeitos</p><p>O autor usa ironia, porque quem devia defender acaba por maltratar. Ele também usa descrições negativas para dar uma imagem de brutalidade e medo. Isto faz com que o leitor sinta simpatia pelos meninos e desconfiança da polícia.</p><p><br/></p><p>3) Citação</p><p><br/></p><p>“A polícia, impotente para descobrir os Capitães da Areia, descarrega sua raiva em pobres diabos, em negros descalços, em trabalhadores.”</p><p><br/></p><p>Esta citação mostra como a polícia é injusta e prefere atacar quem já sofre.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-29 08:48:17 UTC</pubDate>
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