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      <title>Violência nas Olímpiadas by João Neto</title>
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      <description>Grupo 2: João, Rose, Moises e Bia</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-07-26 18:55:03 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>olimperestrelofiel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Os Jogos Olímpicos representam um momento único para o esporte mundial, mesmo se tratando de uma competição entre adversários e países, os jogos mostram um ambiente de paz e fraternidade entre todos, salvo em algumas ocasiões de sua história. Citando um exemplo de terrorismo na competição, podemos apontar o atentado nas Olímpiadas de Munique, em 1972, que acabou vitimando vários atletas da delegação israelense.</div><div>As Olimpíadas (ou Jogos Olímpicos de Verão) de 1972 foram realizados na cidade de Munique, que, à época, por conta das decisões políticas da Guerra Fria, pertencia à Alemanha Ocidental. Os jogos estenderam-se de 16 de agosto a 11 de setembro e o destaque desportivo ficou com a União Soviética, que conseguiu 50 medalhas de ouro, 27 de prata e 22 de bronze.</div><div>O problema é que não foi à prática esportiva que marcou esse evento. As Olimpíadas de Munique entraram para a história também em razão da ação terrorista que o grupo palestino Setembro Negro promoveu dentro da Vila Olímpica contra a delegação de atletas de Israel. Tal ação começou com um plano de sequestro e terminou no massacre de onze atletas judeus.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 18:55:34 UTC</pubDate>
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         <title>Um pouco mais sobre o atentado</title>
         <author>olimperestrelofiel</author>
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         <pubDate>2021-07-26 19:01:01 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>olimperestrelofiel</author>
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         <pubDate>2021-07-26 19:03:15 UTC</pubDate>
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         <author>olimperestrelofiel</author>
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         <title>Notícia</title>
         <author>olimperestrelofiel</author>
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         <pubDate>2021-07-26 19:13:50 UTC</pubDate>
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         <author>olimperestrelofiel</author>
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         <pubDate>2021-07-26 19:15:08 UTC</pubDate>
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         <author>olimperestrelofiel</author>
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         <description><![CDATA[<div>A Federação alemã explicou que elas estão se posicionando contra a sexualização na ginástica e reforçou que tal atitude é essencial para prevenir o abuso sexual.</div><div>E não foram apenas elas que se impuseram. Na semana passada, atletas da seleção norueguesa de handebol de praia trocaram o tradicional uso de biquíni por shorts, o que fez com que a Federação fosse punida com uma multa no valor de 1,5 mil euros, cerca de 9,3 mil reais.</div><div>A psicóloga Elisangela Lacerda observa que essas reivindicações em torno das roupas das atletas acendem a importância de se discutir o tema. "É um debate muito importante, afinal de contas, as atletas precisam ter o direito de vestir aquilo que se sentem à vontade, sem ficarem expostas visualmente. Elas estão deixando claro que querem mostrar suas habilidades como atletas e esportistas e não ser um objeto de desejo".</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 19:16:42 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>olimperestrelofiel</author>
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         <description><![CDATA[<div>17 de maio é o Dia Internacional Contra Homofobia, Transfobia e Bifobia. Ele foi criado em 2004 para chamar a atenção para a violência, discriminação e preconceito contra pessoas do grupo LGPD. Apesar da pluralidade do esporte, o preconceito ainda se manifesta em campo, quadras e pistas.</div><div>Também sabendo disso, o governo do Paraná sancionou na última sexta-feira (14) lei que prevê punição para torcedores, dirigentes e clubes que cometerem atos de racismo e homofobia em estádios de futebol no Estado do Paraná. Entre as sanções, estão previstas advertências, multa e proibição de frequentar jogos de um a quatro anos.</div><div>A lei prevê também punições por atos de intolerância étnica, religiosa e de xenofobia praticados nos estádios e em um raio de até cinco quilômetros dos locais dos jogos.</div><div>As multas aplicadas para os torcedores que cometerem tais atos variam de R$ 5,6 mil a R$ 22,4 mil. Já para clubes e dirigentes, o valor vai de R$ 56 mil até R$ 112 mil.</div><div>O Estado exercendo seu poder coercitivo na luta contra o preconceito. Mas o esporte também precisa se proteger internamente. E uma decisão do STF de 2019 ainda não trouxe reflexos visíveis na cadeia jurídica esportiva.</div><div>É fundamental entender que não existe crime/delito sem lei anterior que o defina. Homofobia também não vinha sendo punida no esporte, muito por não haver um caminho jurídico para isso.</div><div>Em 2019, o Supremo Tribunal Federal (STF) mudou essa realidade ao aprovar o uso da Lei do Racismo para punir condutas homofóbicas.</div><div>No esporte, injúria racial tem sido punida com base no art. 243-G do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que trata de atos discriminatórios.</div><div>A equiparação pelo STF, abre espaço para a Justiça Desportiva também punir, mesmo sem uma mudança no CBJD. Afinal, o direito é um só.</div><div>Reforçando essa preocupação necessária dentro do movimento esportivo, vale lembrar que a FIFA também se posicionou firmemente contra o preconceito no seu novo Código Disciplinar, determinando punições a manifestações preconceituosos, como injúria racial e homofobia.</div><div>Mesmo sendo um processo educativo, a verdade é que a não punição de crimes como homofobia, racismo, ou outras manifestações preconceituosas alimentam comportamentos que não podem mais ser tolerados, na vida e no esporte.</div><div>Além de caminhos jurídicos, a postura dos protagonistas no jogo também tem papel importante</div><div>Ano passado, uma atitude do San Diego Loyal chamou a atenção.</div><div>A equipe de futebol norte-americana abandonou o campo em forma de protesto na partida contra o Phoenix Rising, após um jogador adversário proferir comentários homofóbicos ao meio-campista Collin Martin. A partida estava ainda no primeiro tempo e era válida pela USL Championship, uma das ligas profissionais dos Estados Unidos.</div><div>Collin Martin é um jogador assumidamente gay.</div><div>Mesmo correndo risco de punição, a postura coletiva do San Diego é um raro e potente exemplo de como uma triste realidade pode ser combatida.</div><div>E ela contraria um histórico de silêncio do esporte no combate ao preconceito.</div><div>No futebol, outros exemplos de combate coletivo ao preconceito foram dados. Jogadores do PSG e do Basaksehir deixaram o campo ano passado em protesto contra uma manifestação de injúria racial. Um momento histórico na luta contra o preconceito.</div><div>Devido à força que o esporte tem como instrumento de transformações, não podem existir fronteiras entre ele e causas importantes para a sociedade.</div><div>Mais importante do que punir é conscientizar. E os personagens do esporte têm papel fundamental nesse momento.</div><div>No mundo, muitos são os exemplos de atletas que entenderam que sua força vai muito além de uma pista ou quadra ou campo, e que eles podem ser agentes importantes na construção de uma sociedade melhor, menos excludente e mais humana.</div><div>E nessa luta, atletas, clubes e justiça desportiva têm papel fundamental.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 19:19:13 UTC</pubDate>
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         <author>moises171020</author>
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         <pubDate>2021-07-26 19:24:41 UTC</pubDate>
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         <author>moises171020</author>
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         <description><![CDATA[<div>Em 1968 nas olimpíadas no México, houve um marco histórico, os atletas velocistas de nacionalidade americana Tommie smith e Jhon Carlos, após conquistarem as medalhas de ouro e broze respectivamente nos 200 metros, subiram ao pódio descalço, abaixaram a cabeça e levantaram seu punho cerrado em forma de protesto e referência aos Panteras negras.&nbsp;<br><br>&nbsp; A regra 50.2 da carta olímpica, proibia qualquer forma de protesto político, religiosa ou racial mas instalações dos jogos afim de manter a "neutralidade olímpica", porem por pressão dos próprios atletas a regra foi alterada pouco tempo antes da cerimônia de abertura, abrindo uma brecha para pequenas formas de protesto a partir desta edição.<br>&nbsp; &nbsp; Em algumas partidas da primeira rodada, atletas dos EUA, Chile, Nova Zelandia, Suécia e Grã Bretanha, ajoelharam se em protesto antirracista.&nbsp;<br><br>&nbsp; &nbsp;É permitido posicionar-se durante entrevistas, reuniões e antes do início das competições, porem a normalidade deve se manter durante o pódio que é tido como "lugar sgrado".&nbsp;<br><br>“Ao expressar suas opiniões, os atletas devem respeitar as leis aplicáveis, os valores olímpicos e os demais atletas. Deve-se reconhecer que qualquer comportamento e/ou expressão que constitua ou indique discriminação, ódio, hostilidade ou potencial para violência em qualquer base é contrário aos Princípios Fundamentais do Olimpismo”,</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 19:25:30 UTC</pubDate>
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         <title>Ressalvas</title>
         <author>olimperestrelofiel</author>
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         <description><![CDATA[<div>Lembrando de um caso que não menos importante, mas que aconteceu fora dos Jogos Olímpicos, o Atentado a Maratona de Boston em 2013.<br>Foram uma série de atentado e incidentes no dia 15 de abril de 2013, quando duas bombas feitas com panelas de pressão explodiram durante a competição, causando três mortes e ferindo 264 pessoas.</div>]]></description>
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         <pubDate>2021-07-26 19:40:18 UTC</pubDate>
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