<?xml version="1.0"?>
<rss version="2.0">
   <channel>
      <title>A diversidade na minha prática docente by Edilene Dayse Araujo da Silva</title>
      <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z</link>
      <description>Olá, tudo bem? Nesse nosso mural digital compartilharemos experiências sobre a diversidade na nossa prática enquanto educadores(as). Veja o vídeo de tutorial que disponibilizei para vocês, coloque uma fotografia na postagem e divida conosco o seu olhar sobre o conceito de DIVERSIDADE.</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-08-26 20:51:25 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2023-01-22 06:32:01 UTC</lastBuildDate>
      <webMaster>hello@padlet.com</webMaster>
      <image>
         <url></url>
      </image>
      <item>
         <title>CULTURA INDÍGENA É DIVERSIDADE</title>
         <author>pauloluiz1</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1702933115</link>
         <description><![CDATA[<div>A foto faz parte de um projeto desenvolvido na escola estadual professor José Mamede, 2º DIREC, como espaço de reflexão, problematização, construção e reconstrução de conhecimento,o projeto cultura indígena é diversidade, abriu um leque de possibilidades no seu desenvolvimento de modo que os indígenas bem como a sua cultura é vista como estranhos, selvagens,&nbsp; ignorantes ou que estão inertes ao tempo, este modo de ver ainda é em muito reproduzida como conceitos de que o índio contemporâneo ainda tem que está semi -&nbsp; nu, ou tem que estar de arco e flecha e usando o cocar.&nbsp;<br><br></div><div>Todavia para o antropólogo Marshall Sahlins, se tratam de sociedades afluentes, isto é, de abundância (cf, SAHLINS , 1978), pois diferentemente do capitalismo – seus membros trabalham somente o necessário para suprir suas necessidades, não havendo vontade de acumular, não por preguiça ou incapacidade como assim diz o senso comum.<br><br></div><div>.Logo o projeto cultura indígena é diversidade, teve em primeira instância a visita a aldeia indígena do Catú, com o intuito de desconstruir sobre uma víeis sociológica e também antropológica a visão eurocêntrica dos povos indígenas.&nbsp;<br><br></div><div>O projeto cultura indígena é diversidade surge, num ideal de abertura entre a escola e a comunidade do Catú, dentro deste ponto de vista, surge dentro da escola estadual José Mamede, situada na cidade de Tibau do Sul na disciplina de <strong>Sociologia</strong> o projeto em questão, visando valorizar a cultura indígena como característica inerente do povo brasileiro, bem como a existência de alguns alunos que são de fato descendentes da cultura indígena.<br><br></div><div>O projeto se baseia em valores como identidade cultural a inclusão, e que tem ainda como objetivo o resgate de vínculos com os povos tradicionais, trabalhando a cidadania a educação para a mediação de processos que possa auxilia a cultura indígena de forma sistematizada, organizada e de maneira planejada, relativizando ações culturais que são em certa medida diferentes da nossa.<br><br></div><div>Essas ações foram culturalmente significativas, com uma variedade de processos de práticas e de competências que ajudaram a entender as diversas relações sociais, políticas e econômicas da lógica do mundo indígena o que constituiu uma importante experiência de desenvolvimento pessoal.<br><br></div><div>O projeto teve como objetivo fundamental, trabalhar com os alunos das 3 séries do ensino médio na escola estadual Professor José Mamede,&nbsp; <strong>efetivado na própria localidade aldeia Catú com a visita in locu dos alunos e comunidade escolar para pesquisa e reflexão e problematização da cultura indígena</strong> e promovendo uma valorização da comunidade.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>Com atividades socioculturais na comunidade indígena do Catú que fica localizado entre as cidades de Goianinha e Canguaretama.</div><div>Mostrar aos jovens alternativas para que aprenda, compreenda valorize a própria cultura e também a diversidade cultural.<br><br></div><div>3.1 O projeto, cultura indígena é diversidade, pretende trabalhar os conceitos</div><div><strong>no 1° ano do ensino médio:<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Sociedade e indivíduo,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Socialização primária,&nbsp;<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Socialização Secundária,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Fato Social,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Exterioridade, Generalidade, coercitividade,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Papel social,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Ator social,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Estratificação social;<br></strong><br></div><div><strong>No 2° ano do ensino médio:<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Etnia,&nbsp;<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Multiculturalismo,&nbsp;<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Identidade Cultural,&nbsp;<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Cultura imaterial<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Cultura material,&nbsp;<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Relativismo&nbsp;<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Etnocentrismo&nbsp;<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>No 3° ano do ensino médio:<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Estado,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Cidadania,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Direitos Civis, sociais e político,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Políticas Públicas,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Democracia,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Governo,<br></strong><br></div><div>ü&nbsp; <strong>Tipos de organização social;<br></strong><br></div><div><strong>&nbsp;<br></strong><br></div><div>Além de fazer uma reflexão no processo de ensino e aprendizagem no tocante a cultura indígena e dentro destra concepção, acreditamos que a intervenção é uma proposta que tenta contribui para a ampliação do universo social e cultural das comunidades participantes (comunidade escolar e comunidade do Catú), permitindo descobrir a identidade das pessoas, reavaliar os pressupostos de cidadania, colaborando assim para a compreensão da cultura dos povos tradicionais do nosso país no tocante a indígena.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;Este projeto contribuiu como uma alternativa que resulte de um processo integrador entre a cultura local e a representação da cultura ancestral com auxílio da teoria sociológica e antropológica a comunidade escolar, o professor, aluno e seu contexto sociocultural.<br><br></div><div>&nbsp;Na perspectiva de se pensar a construção da realidade social, sendo planejadas como ponto de referência as problemáticas socioculturais, econômica e política do contexto onde a escola, comunidade e alunos estão inseridos. Onde o planejamento do ensino, nessa ótica, esteja voltado eminentemente para a transformação da prática pedagógica do professor no que se refere à organização da teoria e da prática do ensino.&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp;</div><div>O projeto teve como um dos seus objetivos específicos o de valorizar as tradições da cultura indígena, e a cultura urbana formado por um conjunto de ações inclusivas, que desenvolve novas competências e habilidades em um público marginalizado e carente de ações especificas. <strong>Efetivado na própria localidade aldeia Catú com a visita in locu dos alunos e comunidade escolar para pesquisa e reflexão e problematização da cultura indígena</strong> e promovendo uma valorização da comunidade.&nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>De acordo com este ponto de vista, procura-se a participação parental e da comunidade na vida escolar, bem como a generalização à vida comunitária das competências adquiridas.<br><br></div><div>O projeto <strong><em>cultura indígena é diversidade</em></strong>, teve ações que visou à adequação do método da participação in loco e da intervenção como técnica didática ao desenvolvimento dos conteúdos e à consecução dos objetivos a fim de potencializar o rendimento escolar do aluno. Aproximando a teoria da prática.&nbsp; O projeto teve como uma de suas propostas o resgate de vínculos individuais e sociais, pressupondo uma interação e tipos de cooperação entre diversos atores uma vez reconhecido isso, podemos considerar que a metodologia de pesquisa e extensão adquire um caráter participativo, inclusive no plano subjetivo. &nbsp;</div><div>1.1&nbsp; ATIVIDADES QUE SERÃO DESENVOLVIDAS</div><div>&nbsp;</div><div>Ø&nbsp; <strong>Aulas expostivas com a utilização do livro didático de sociologia “sociologia para jovens do século XXI”<br></strong><br></div><div>Ø&nbsp; <strong>Aulas práticas com dinâmicas construtivas e cooperativas&nbsp;</strong></div><div>Ø&nbsp; <strong>Aulas práticas e teóricas de teatro (TO).</strong></div><div>Ø&nbsp; <strong>Palestras na aldeia com a liderança indígena.</strong></div><div>Ø&nbsp; <strong>Apresentações aberta para a comunidade.&nbsp;</strong></div><div>Ø&nbsp; <strong>Aulas de dança populares.</strong></div><div>Ø&nbsp; <strong>Oficinas de Tupi na Aldeia Catú<br></strong><br></div><div>Ø&nbsp; <strong>Dinâmicas sobre o tema o que é ser cidadão, ética, direitos humanos.<br></strong><br></div><div>Ø&nbsp; <strong>Filmes e Vídeos sobre a temática indígena. &nbsp;<br></strong><br></div><div>Ø&nbsp; <strong>Oficina de Contadores de Histórias – É feita com crianças da comunidade. Os encontros são previamente marcados pelos instrutores.<br></strong><br></div><div>Ø&nbsp; <strong>Oficina de Desenho sobre o tema – Atividades de desenho livre ou temático.&nbsp;<br></strong><br></div><div>Ø&nbsp; <strong>Oficina do jogo de Xadrez relacionado com o tema indígena.<br></strong><br></div><div>&nbsp;</div><div>A participação cidadã a formação política e a organização social, voltadas para o ensino e a aprendizagem no dia-a-dia, a participação pode ser implícita (teoria) e explícita (prática) com a metodologia apropriada ao contexto social, a participação explícita torna-se necessário criar oportunidades para o desenvolvimento pessoal, resgatando a <strong>cultura material e imaterial</strong> no tocante dos povos indígenas, assim como desconstruir ações de cunho <strong>etnocêntrico </strong>com suas <strong>prenoções e senso comum</strong> o que acarreta a violação de direitos como a violência simbólica e conseqüentemente a violência física, psicológica e patrimonial.&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div><div>&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1315735922/9d627ba526c901556e2dbb2a87ca26ed/35776219_1980153028686139_3972951444377567232_n.jpg" />
         <pubDate>2021-08-29 21:34:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1702933115</guid>
      </item>
      <item>
         <title>CULTURA É DIVERSA PET-UFRN CONEXÃO DE SABERES </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1702988390</link>
         <description><![CDATA[<div>Oi, me chamo Rafaele, tenho 36 anos e sou professora, no momento desempregada. Vou compartilhar um pouco de um momento muito especial da minha graduação.&nbsp;<br>Essa foto foi tirada em um assentamento rural, no município de Touros-RN. Sou a de camiseta branca com mangas preta, com um "G" na frente. Durante minha graduação de geografia licenciatura, fiz parte do PET-CONEXÃO DE SABERES, O PET parte da tríade pesquisa, ensino e extensão. Seus componentes são graduandos de diversos cursos diferentes como: aquicultura, agronomia, ecologia, enfermagem, geografia, pedagogia, nutrição, serviço social, entre outros.<br>Essa experiência foi de suma importância para minhas praticas, uma vez que seus integrantes além de oriundos de cursos diversos, são naturais de varias partes do RN. Estes trazem consigo características próprias de seus lugares de origem. Sem falar no fato que nossa atuação em especial era em assentamentos rurais. Onde tínhamos a oportunidade de conhecer e trocar saberes.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1315821900/9801df121d39f53111d45f6c6fae102a/WhatsApp_Image_2021_08_29_at_19_25_54__1_.jpeg" />
         <pubDate>2021-08-29 23:19:11 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1702988390</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Cultura da leitura</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1705360440</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, meu nome é Islândia e tenho 26 anos. Na foto sou a primeira da fila que está de calça jeans e jaleco. Sou recém-formada em pedagogia pela Universidade Federal do Piauí. Ainda não trabalho na minha área, mas vive experiências incríveis durante minha formação acadêmica, como nesta foto que foi tirada no ano de 2019 em uma escola Municipal, na qual estava sendo desenvolvido projetos vinculados ao Programa Residência Pedagógica da UFPI. O nome deste projeto foi intitulado-Piquenique da leitura, as crianças amavam este momento, tinha contação de histórias, podiam pegar livros para ler em casa e na escola, brincavam de acordo com a proposta do projeto que era de formar leitores, por fim este projeto foi muito gratificante tanto para as crianças como para os envolvidos.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1317639361/bb8017b8f48434633d0b75a5a60dfed7/20190822_163634.jpg" />
         <pubDate>2021-08-30 20:57:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1705360440</guid>
      </item>
      <item>
         <title>IDENTIDADE CULTURAL NA ESCOLA </title>
         <author>elzamarsilva</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1705500262</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Elzamar, tenho 47 anos, sou professora da rede pública e leciono na Escola Municipal Coronel José Lúcio Ribeiro.&nbsp; A imagem fotográfica, foi tirada em uma instituição na zona rural do Município de Goianinha, onde estou com o grupo de alunos da 2ª série, me despedindo da turma no ano de 2004, quando tive que entrar de licença à maternidade, por estar grávida do meu primeiro filho. Era uma tarde de junho, onde fui orientada a não informar para os alunos sobre minha ausência na escola nos dias posteriores. Foi sem dúvidas um momento muito significativo para minha experiência docente, afinal, essa turminha foi a primeira em que tive contato no ensino fundamental, após deixar de dar aula ao EJA.&nbsp; Nesse contexto, o cenário demonstra a simplicidade de cada criança, a socialização entre elas e a alegria inocente do semblante de cada uma. Além das características comuns entre elas, todos são filhos de agricultores que moram no mesmo bairro. Por tanto, a identidade cultural está presente no meu fazer docente, a partir do momento que reconheço as características de cada grupo social, compreendo e respeito as especificidades culturais de cada ser humano, independentemente do contexto que ele se encontre ou se apresente naquele momento.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1317802806/de582a634007b87b232e6a187f1316d8/IMG_20210829_175830517.jpg" />
         <pubDate>2021-08-30 23:25:05 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1705500262</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diversidade é compreender o diferente </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1705524618</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá,&nbsp; me chamo Maria das Graças, tenho 28 anos. Sou formada em pedagogia a pouco tempo,&nbsp; no momento não estou atuando na área,&nbsp; porém já tive a oportunidade de atuar em sala de aula por dois anos. Está foto foi tirada&nbsp; quando eu trabalha no programa do governo federal chamado mais educação, durante uma apresentação de capoeira que meus alunos estavam apresentando&nbsp; em um evento da escola onde eu estava atuando. Nesta época eu ainda estava no meio do curso&nbsp; de pedagogia, foi minha primeira experiência como professora, então eu estava muito feliz e entusiasmada, aprendendo uma série de coisas novas. Escolhi esta foto porque ela me transmite muito o tema diversidade,&nbsp; pois capoeira é uma cultura,&nbsp; é uma diversidade de saberes, saberes esses que foram passados de geração para geração e hoje a capoeira está presente nos mais diversos lugares....&nbsp;<br>A diversidade é compreender as diferentes culturas, é respeitar o próximo independente de raça, cor, classe social,&nbsp; cultura ou valores. Deve estar presente em nosso dia a dia, e deve ser um tema bastante discutido em sala de aula. A diversidade é a esperança de um futuro melhor já que estar presente em tudo que se pode imaginar.&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1312728547/168802afe376b71260957d296806a11e/Screenshot_20210826_203923_Facebook.jpg" />
         <pubDate>2021-08-30 23:45:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1705524618</guid>
      </item>
      <item>
         <title>¡Profe!,Como falar &quot;tuanis&quot; em português? </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1708371493</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Olá me chamo Louise Caroline Gomes Branco, tenho 32 anos. Sou formada em ciências sociais (Bacharelado) pela UFRN.&nbsp; Em 2015 viajei para Costa Rica, um país mais ou menos do tamanho do Rio Grande do Norte em termos de extensão territorial, para ser exata possui aproximadamente 51.100 Km². Ao chegar lá, tive a oportunidade de ter múltiplos encontros culturais, uma nova língua no meu cotidiano, novos costumes, hábitos sociais, estava me adaptando a tudo.&nbsp; Comecei meus estudos do mestrado em antropologia social na UCR (universidade pública mas que não era gratuita), não tive bolsa de estudos então comecei a procurar emprego foi quando comecei a ser professora de português para estrangeiros. Foi um desafio porque não tinha formação em letras português e também não tinha a licenciatura em ciências sociais, nunca tinha dado aula na minha vida, apenas processos de educação não formal como dentro do meu grupo de capoeira. Em 2017 me integrei como professora num projeto piloto do Ministério da Educação da Costa Rica para o ensino de português em escolas públicas . Foram selecionadas 6 escolas e uma fui ser professora de uma delas, Colégio Técnico de Pavas. Foi um incrível dava aulas todos os sábados de manhã e de tarde o dia inteiro para mais ou menos 60 alunos ao todo. Para aqueles adolescentes aprender português era a melhor oportunidade da vida, era uma porta que estava se abrindo para um novo mundo, para o mundo do trabalho e de contato com brasileiros. Estive com eles 1 ano, mas continuou como professora de português para estrangeiros até hoje. Meus alunos são todos da Costa Rica o que possibilita uma experiência diversidade cultural nas nossas aulas já que sempre estou falando da cultura do Brasil e eles interagem através do seu olhar como costarriquenhos. Como se diz na Costa Rica: Tem sido muito Tuanis! é Pura Vida!&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1319884334/0a1e28b333a3e762995fa5acd4e62a98/img9680.jpg" />
         <pubDate>2021-09-01 00:43:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1708371493</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diversidade é democracia</title>
         <author>oliveirarenan</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1709055003</link>
         <description><![CDATA[<div>A diversidade pra mim está associada a liberdade a convivência com a pluralidade do pensamento político dentro dos diversos espaços da sociedade, entre eles o espaço escolar. A humanidade já mostrou que é necessário que existam opiniões diferentes nas linhas de pensamento e que o pensamento único além de ser etnocêntrico trás consequências complicadas a sociedade. Essa diversidade está acompanhada da clareza do que cada conceito e cada ator político representa. A imagem da Campanha de 1989 representa bem como&nbsp; o convívio democrático pode existir. Diante disso, sugeria a uma eventual turma uma ampla discussão sobre o conceito de democracia, a partir da fotografia. Abordaria conceitos como liberdade de expressão, participação política e pensamento político brasileiro.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1312822604/70d84b8677af7eca398ef7bc3973bd4a/image.png" />
         <pubDate>2021-09-01 04:48:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1709055003</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diversidade e empatia</title>
         <author>elisangelasoares2</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1709716032</link>
         <description><![CDATA[<div>Em minha prática pedagógica acolho a diversidade quando me proponho a me colocar no lugar do outro, quando sou empática e promovo a empatia, quando saiu do meu lugar confortável, quando saio do lugar da ignorância, quando busco, pesquiso, leio, não julgo e condeno o que ainda não conheço, quando respeito, quando entendo que sou uma eterna aprendiz. Quando entendo no meu fazer docente a oportunidade de crescimento como pessoa, quando abandono a hipocrisia, quando abomino a corrupção e a injustiça.&nbsp;</div><div><br><br></div><div><br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1313850313/7debf6d1be7a59fabbd78790459cd251/WhatsApp_Image_2021_09_01_at_08_54_06.jpeg" />
         <pubDate>2021-09-01 12:02:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1709716032</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diversidade e saber do povo</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1710065002</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Elisângela Cunha, tenho 39 anos. Possuo graduação em licenciatura em geografia, mas não estou atuando na área. Essa foto que trago aqui, faz parte de um projeto chamado: Núcleo de Estudos e Pesquisas em Educação, Gênero e diversidade (NEGÊDI), que participei durante a minha graduação, no IFRN campus Natal-Central. É um projeto muito interessante, que promove estudos e pesquisas na área de educação com foco nas questões de gênero e diversidade. Constitui-se espaço que congrega discussões sobre gênero e Diversidade no contexto das práticas educativas, educação popular, movimentos sociais, políticas públicas, direitos humanos e feminismo. &nbsp;</div><div>Daquilo que vimos refletindo até aqui, fica evidente que a escola é instituição-parte da sociedade e, por isso não poderia se isentar dos benefícios ou das mazelas produzidos por essa mesma sociedade. A escola é, portanto, influenciada pelos modos de pensar e de se relacionar da/na sociedade, ao mesmo tempo em que os influencia, contribuindo para suas transformações. Ao identificarmos o cenário de discriminações e preconceitos, vemos no espaço da escola as possibilidades de particular contribuição para alteração desse processo. A escola, por seus propósitos, pela obrigatoriedade legal e por abrigar distintas diversidades (de origem, de gênero, sexual, étnico-racial, cultural, etc.), torna-se responsável – juntamente com estudantes, familiares, comunidade, organizações governamentais e não governamentais – por construir caminhos para a eliminação de preconceitos e de práticas discriminatórias. Educar para a valorização da diversidade não é, portanto, tarefa apenas daqueles/as que fazem parte do cotidiano da escola: é responsabilidade de toda a sociedade e do Estado. Compreendemos que não se faz uma educação de qualidade sem uma educação cidadã, uma educação que valorize a diversidade. Reconhecemos, porém, que a escola tem uma antiga trajetória normatizadora e homogeinizadora que precisa ser revista. O ideal de homogeinização levava a crer que os/as estudantes negros/as, indígenas, transexuais, lésbicas, meninos e meninas deveriam se adaptar às normas e à normalidade. Com a repetição de imagens, linguagens, contos e repressão aos comportamentos “anormais” (ser canhoto, por exemplo) se levariam os “desviantes” à integração ao grupo, passando da minimização à eliminação das diferenças (defeitos). E o que seria normal? Ser homem-macho? Ser mulher feminina? Ser negro quase branco? Ser gay se gestos “afetados”? Espera-se que o discriminado se esforce e adapte-se às regras para que ele, o diferente, seja tratado como “igual”. Nessa visão, “se o aluno for eliminando suas singularidades indesejáveis, será aceito em sua plenitude”. Essa concepção de educação justificou e justifica, ainda hoje, a fala de educadores e educadoras, os quais, ainda que reconheçam a existência de discriminação dentro e fora da escola, acreditam que é melhor “ficar em silêncio”. Falar do tema seria acordar preconceitos antes adormecidos, podendo provocar um defeito contrário: em vez de reduzir os preconceitos, aumentá-los. E, nos silêncios, no “currículo explícito e oculto”, vão se reproduzindo desigualdades. Quando a escola não oferece possibilidades concretas de legitimação das diversidades (nas falas, nos textos escolhidos, nas imagens veiculadas na escola, etc.) o que resta aos alunos e alunas, senão a luta cotidiana para adaptar-se ao que esperam deles/as ou conformar-se com o status de “desviante” ou reagir aos xingamentos e piadinhas e configurar entre os indisciplinados? E, por último, abandonar a escola. É no ambiente escolar que as diversidades podem ser respeitadas ou negadas. É da relação entre educadores/as, entre estes/as e os/as educandos/as e entre os educandos/as que nascerá a aprendizagem da convivência e do respeito à diversidade. “A diversidade, devidamente reconhecida, é um recurso social dotado de alta potencialidade pedagógica e libertadora. A sua valorização é indispensável para o desenvolvimento e a inclusão de todos os indivíduos. Espera-se, portanto, que uma prática educativa de enfrentamento das desigualdades e valorização da diversidade vá além, seja capaz de promover diálogos, a convivência e o engajamento na promoção da igualdade. Não se trata, simplesmente, de desenvolver metodologias para trabalhar a diversidade e tampouco com “os diversos”. É, antes de tudo, rever as relações que se dão no ambiente escolar na perspectiva do respeito à diversidade e de construção da igualdade, contribuindo para a superação das assimetrias nas relações entre homens e mulheres, entre negros/as e brancos/as e indígenas entre homossexuais e heterossexuais e para a qualidade da educação para todos e todas.<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1316918744/5e3ba4823b2ec4096d6b00d8dcfda787/image.png" />
         <pubDate>2021-09-01 14:33:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1710065002</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diversidade na Educação </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1710766864</link>
         <description><![CDATA[<div>olá, me chamo josialba, tenho 28 anos. Sou formada em pedagogia.&nbsp;<br>A diversidade na minha prática docente me ensina a lidar com o diferente e respeitar as especificidades de cada aluno.&nbsp;<br>Essa foto foi de 2019,sou a que está de blusa vermelha, lado esquerdo da foto, no encerramento do Programa Novo Mais Educação. Esse programa me deu a oportunidade de ser titular em sala de aula. Eu era orientadora na disciplina de matemática, as turmas eram multisseriadas, alunos do terceiro, quarto e quinto ano, tive a oportunidade de pôr em prática meus conhecimentos. Foi um desafio, porém, uma experiência incrível!&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1321591934/53edbfb9622fd25ff072ed34cbcd9231/IMG_20190715_WA0046.jpg" />
         <pubDate>2021-09-01 19:51:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1710766864</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diversidade é sermos iguais na diferença</title>
         <author>gustavofernandescosmedelima35</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1710850640</link>
         <description><![CDATA[<div>Me chamo Gustavo Fernandes, tenho 35 anos sou cidadão natalense, solteiro e pai de uma garota de 18 anos, me formei na área de História, fiz parte da primeira turma de História da Universidade Vale do Acaraú em Natal, ano de 2007, após formado passei a atuar em outras áreas profissionais, recentemente estava trabalhando na Prefeitura do Natal como agente de endemias, quando em 2017 através de determinação judicial fui reintegrado ao cargo de professor de História no distrito de Barra do Cunhaú ( Canguaretama, RN ), distante umas 25 léguas de minha terra natal, mesmo sem experiência na área de educação, fiz as malas e vim de mala e cuia, hoje estamos habitando na Cidade de Pedro Velho por questões de deslocamento, já que estamos trabalhando no distrito de Piquirí das Casas ( Canguaretama, RN ).<br>Particularmente na nossa área de atuação estamos sempre nos deparando com a questão da diversidade, já que estudamos diferentes povos, civilizações e culturas espalhados por todo Planeta Terra e seus processos de formações, assim como estamos sempre analisando as principais adaptações e transformações ocorridas com a humanidade ao longo do tempo, para nossa pessoa a diversidade é consequência da construção humana e sua adaptação à natureza em diferentes espaços e épocas distintas, ou seja, é na diferença que somos todos iguais, humanos! </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1321743972/ff82bb35742b576d2b1747b9d042c894/3e81f8f1_c38e_4bb0_b371_1b39440bd1da.jfif" />
         <pubDate>2021-09-01 20:49:42 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1710850640</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diversidade e ação</title>
         <author>miguelreis90</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1713285703</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Miguel Reis, tenho 43 anos,&nbsp; atuei como professor da educação básica nos anos de 2018 à 2020 na rede municipal da cidade de Amargosa -Ba. Na oportunidade lecionei aulas para 4 turmas dos anos iniciais do ensino fundamental. No certame das práticas desenvolvidas neste período como docente, desenvolvemos juntamente com os outros colegas, juntamente com a direção e coordenação pedagógica praticas integrativas voltadas ao reconhecimento da diversidade presente no nosso ambiente escolar, que é formado por alunos oriundos da zona rural em sua maioria, bem como, de alunos com necessidades educativas especiais. A partir deste outro olhar sobre a multiplicidade de nosso público fomentamos a elaboração de um projeto&nbsp; multidisciplinar com o objetivo evidenciar esta colcha de retalhos tendo em vistas a diversidade de agentes que compõe a nossa unidade escolar. Para tanto, neste primeiro momento procedemos com um levantamento destas identidades,&nbsp; caracterizando-as. O segundo passo foi&nbsp; convidar alguns agentes da comunidade que representam estas identidades (negros, indígenas, imigrantes, lideres religiosos, anciãos, pessoas com deficiência física, ativistas de vários segmentos sociais e comunidade em geral. A cada semana um destes representantes eram convidados para nos agraciar com suas experiências numa conversa bem divertida e recheada de aprendizado feito na prática.&nbsp;<br>&nbsp;<br>Eixos;&nbsp;<br>Representações literárias &nbsp;<br>Relações éticas e de gênero<br>Identidades<br>Manifestações culturais periféricas<br>Religiões e suas manifestações<br><br>Ao final do projeto a escola organizou uma pequena feira cultural com o tema "Nessa vitrine tende tudo"<br><br><br>Foram trazidas pelos colaboradores da comunidade obras literárias afro-brasileiras, manifestações literárias "marginais" periféricas, fomos convidados para realizar visitas assistidas em templos religiosos e outro espaços desta natureza, convidamos representantes de algumas etnias indígenas e remanescentes Quilombolas da região do recôncavo para ilustrar nossa aulas sobre a&nbsp; cultura dos povos ancestrais que aqui habitam desde antes da fundação do município, e que ainda se fazem presente em nossa micro região do vale do Jiquiriçá. Acredito que esta iniciativa foi um divisor de águas para todos nós.&nbsp;<br>Toda construção sólida do conhecimento se dá pelas interações que estabelecemos com nossos pares, e esta diversidade de saberes presente em cada um de nós&nbsp;é o que possibilita a construção de sujeitos mais consentes sobre o seu papel na nossa orla social. &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="http://setor3.com.br/wp-content/uploads/2016/08/sam-2016_alterado.jpg" />
         <pubDate>2021-09-02 17:07:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1713285703</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A DIVERSIDADE NOS FAZ ÚNICOS</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1713778402</link>
         <description><![CDATA[<div>OLÁ, ME CHAMO NÉ PAULA FLORIANO,TENHO 44 ANOS,SOU PROFESSORA DA REDE MUNICIPAL E ESTADUAL,AQUI EM CANGUARETAMA,ATUO NO QUINTO ANO NO MUNICÍPIO E NA SALA DE RECURSOS MULTIFUNCIONAIS NO ESTADO.SOU FORMADA EM PEDAGOGIA E PÓS GRADUADA EM PSICOPEDAGOGIA. A DIVERSIDADE PARA MIM É ALGO INTRÍNSECO E INERENTE DO SER HUMANO POIS SEM AS DIFERENÇAS SERÍAMOS SERIADOS E SEM GRAÇA.NA MINHA PRÁTICA DOCENTE A HOMOGENEIDADE NUNCA EXISTIU.PORÉM TORNAR UM AMBIENTE DIVERSO E AINDA PROMOVER A APRENDIZAGEM RESPEITANDO A DIVERSIDADE NÃO É FÁCIL,DESTA FORMA PROMOVER DEBATES E TEMÁTICAS RELACIONADAS A ELA TORNA-SE FUNDAMENTAL PARA DESENVOLVER ATITUDES DE RESPEITO MÚTUO E COLABORAÇÃO ENTRE OS ADOLESCENTES HAJA VISTO, QUE VIVEMOS EM UM PAÍS ONDE A DIVERSIDADE CULTURAL ESTÁ PRESENTE NA LINGUAGEM,TRADIÇÕES,RELIGIÃO,COS-TUMES,ORGANIZAÇÃO FAMILIAR,POLÍTICA ENTRE OUTROS DESDE SEMPRE.ENTÃO SERMOS PLURAIS,MÚLTIPLOS, DIVERSOS MOSTRA SOBRETUDO NOSSA EVOLUÇÃO PARA SERES SOCIAIS QUE SUPEROU A INDIVIDUALIDADE BIOLÓGICA PASSANDO A SER SOCIOINTERACIONISTAS.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1312742045/0be70301f79f00d8368f6f8886208d4c/20210902_184730.jpg" />
         <pubDate>2021-09-02 22:26:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1713778402</guid>
      </item>
      <item>
         <title>EDUCAR NA DIVERSIDADE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1716665001</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, meu nome é Kátia Alberlândia de Albuquerque, tenho 28 anos, sou cidadã montanhense, solteira. Possuo graduação em licenciatura em Pedagogia, Pós-graduada em Neuropedagogia e Pós-graduanda em Psicopedagogia. Já lecionei há alguns anos, principalmente com alunos que apresentam deficiência, obtive muitas experiências. Propor esta temática em minha prática doente, faz com que eu acolha essa diversidade e se coloque no lugar do outro e, aprenda a lidar com o diferente, respeitando assim as especificidades de cada aluno.</div><div>Em outras palavras, educar na diversidade é ensinar e aprender junto com os alunos a conviver com pessoas, destacando nossas diferenças físicas, sociais e culturais.</div><div>É preciso abrir mão de toda hipocrisia e assumir uma postura de humildade quando o assunto é respeito à diversidade. É necessário que a escola e o educador se entendam em posição de privilégio e assumam essa condição perante os alunos de maneira respeitosa, sobretudo com uma postura de ensino-aprendizagem.&nbsp;</div><div>O respeito à diversidade no ambiente escolar facilita o trabalho em grupo, evita sofrimento e constrangimento, melhorando o ambiente. Além disso, facilita o trabalho dos educadores e pais, abrindo portas para um aprendizado maior e melhor, derrubando barreiras desnecessárias.</div><div>Hoje o trabalho desenvolvido nas escolas deve estar voltado para atender todo tipo de diferença, tendo em vista o processo de mudança que vem ocorrendo na sociedade. O “diferente” torna-se muito mais presente no nosso dia a dia, visto que a cada lugar que frequentamos encontramos alguém diferente, seja com um visual, aparência, sexo, deficiência, cultura, etnia entre outros. Assim, acredita-se que desde a Educação Infantil, os programas educacionais devem estar voltados à diversidade, para que a criança aprenda a respeitar, viver e se construir nesse contexto.</div><div>Para tanto, é necessário que a sociedade também valorize as diversidades e que os meios de comunicação também colaborem, ajudando, por exemplo, a não incentivar a violência.</div><div>&nbsp;</div><div>&nbsp;</div><div><strong><em>A diferença nos enriquece...</em></strong></div><div><strong><em>O respeito nos une.</em></strong>&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1326251566/7f969e52fc69db5f8c17fa1efca3175c/diversidade.jpg" />
         <pubDate>2021-09-04 14:45:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1716665001</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Diversidade da Natureza Humana</title>
         <author>tellyane</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1716913695</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Teliane Valdivino da Silva, Tenho 34 anos, sou professora da rede municipal do município de Canguaretama, sou formada em Letras Português/Inglês. A Diversidade pra mim é a diferencia que existe entre pessoas, não importa a diferença se a pessoa é alta baixa, a sexualidade, os vestes e entre outros, cada pessoa é de um jeito, tem um temperamento diferente, pois devemos respeitar a diversidade um dos outros ou seja, a condição humana em que cada um viver.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1326576416/d334dd8139fc328e447f03db32a07ff7/IMG_20210902_155745.jpg" />
         <pubDate>2021-09-04 23:27:18 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1716913695</guid>
      </item>
      <item>
         <title>País diverso e multicultural</title>
         <author>moreiraf</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717763056</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Fátima Moreira, tenho 33 anos e minha formação inicial é serviço social e possuo uma segunda graduação em pedagogia. Sou funcionária pública municipal de Canguaretama/RN, onde atuo como assistente social na secretaria de saúde. Como faço parte do quadro efetivo do município, tive oportunidade de trabalhar no âmbito da assistência social, jurídico e atualmente na saúde. Embora eu não atue como docente, posso afirmar que possuo um público bem diverso, onde tenho como função&nbsp; prioritariamente a viabilização de direitos sociais a população a qual eu assisto.<br>Com o intuito de me aperfeiçoar na esfera educacional, fiz um mestrado em Ciências da Educação, sendo que logo após partiu o interesse em entrar no curso de pedagogia e em seguida me especializei em Supervisão Escolar. Nesse percurso trilhado, trabalhei de maneira enfática defendendo a inclusão da diversidade em todas as modalidades do ensino, e hoje me encontro em mais uma rica experiência que é a Especialização em EJA.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1327544027/4805c7b6744222a4ce106a46e76f0913/images___2021_09_05T100324_575.jpeg" />
         <pubDate>2021-09-05 20:50:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717763056</guid>
      </item>
      <item>
         <title>O MUNDO PLURAL</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717785880</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Maria de Fátima da Rocha, tenho 27 anos, moro no município de Canguaretama, especificadamente na Fazenda Outeiro/ Zona Rural. Em 2018, me formei no curso superior tecnológico em Gestão de Turismo (IFRN)  e atualmente curso o penúltimo semestre do curso superior de Licenciatura em Educação do Campo no IFRN(Campus Canguaretama). Trabalhei durante 6 anos como secretária escolar em uma escola municipal da cidade de Canguaretama, localizada na fazenda onde resido, a qual atualmente trabalho na mesma escola desde janeiro de 2021 como gestora escolar. Nesta imagem( retirada na escola onde trabalho a duas semanas em um evento  do 4° e 5° ano no encerramento a semana do folclore, com a participação de um grupo cultural de coco de Zambê da cidade de Canguaretama) transmite um pouco sobre a diversidade que trabalhamos na nossa escola, pois o folclore representa as manifestações culturais que são marcas da  nossa pluralidade e nos identifica como sujeitos imersos em um mundo colorido por diferenças, tradições, culturas e costumes que revelam a beleza de um povo que se faz igual por suas diferenças, e isto é DIVERSIDADE.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1104400761/c615b86247254e5716282e91ab875d72/folclore.jpg" />
         <pubDate>2021-09-05 21:33:43 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717785880</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A DIFERENÇA NOS ENRIQUECE... O RESPEITO NOS UNE</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717810177</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Janaína Francisca de Lima Coutinho, tenho 42 anos, sou cidadã Montanhense, casada. Possuo graduação em licenciatura em Pedagogia. Já lecionei há alguns anos, com alunos que apresentam deficiência pra mim foi uma experiência de aprendizagem como docente e como ser humano, propor esta prática faz com que suas escolhas sejam colocadas no lugar do outro e respeitar suas limitações. Ajudar sempre a se conhecer melhor e desenvolver atitudes da vida em sociedade e como lidar com as emoções. E é bom lembrar que as diferenças se fazem iguais quando essas pessoas são colocadas em grupo as aceite, pois nos acrescentam valores morais e de respeito ao próximo, com todos tendo os mesmos direitos e recebendo as mesmas oportunidades diante da vida.</div><div>Somos diferentes, mas todos pertencemos com igual direito à “cidadania plenetária” e devemos considerar a terra como a pátria de todos. A ideia de unidade da espécie humana não deve eliminar a ideia de sua diversidade. Todos temos direito a ser singulares, direito de ser diferentes, direito de trazer e receber dos outros. Daí a importância de aprender a ver melhor de cada pessoa e de cada povo, superando as visões estreitas e fundamentalista de todo tipo de racismo, xenofobia, desprezo, preconceito, dominação. Saber conviver com as diferenças e sinal de maturidade.</div><div>“Não queremos mudar a forma com que as pessoas veem o mundo. Queremos mudar a forma como o mundo vê as pessoas”. #Reflexão&nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1326251566/142f9f9ca4714bfa1a67b4b4b90d920d/WhatsApp_Image_2021_09_05_at_09_28_57.jpeg" />
         <pubDate>2021-09-05 22:21:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717810177</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Em tempos de fake news, falar sobre diversidade no espaço público é obrigação!</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717818363</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, me chamo Ristephany Leite, tenho 28 anos, sou formada e mestra em História e atualmente estou fazendo essa pós-graduação e outra em Mídia e Educação. Desde o início da minha vida acadêmica comecei também a atuar na educação, como estagiária em prefeituras do RN, como professora particular, nos meus estágios supervisionados, estágios docentes para o nível superior e mais recentemente como educadora popular e ministrando aulas de apoio e palestras para cursos de graduação em Pedagogia e História. Logo, minha experiência permitiu o convívio com a diversidade cultural e social do alunado. Mas também ressalto o estudo de conceitos e análises que a elaboração da minha dissertação possibilitou. Sendo um trabalho sobre populações indígenas no RN, a elaboração dela fez com que eu entrasse em contato com conceitos importantes para entender a diversidade cultural do país, bem como com a revisão de conceitos já "consagrados", como o de "cultura" e seus estudos mais atualizados.<br>Mas aqui gostaria de destacar o trabalho que venho desenvolvendo no último ano voltado para o que estamos chamando de "História Pública" no campo da História. Meus alunos do Cursinho Popular estavam sem aulas regulares e muitas vezes não podiam acompanhar as do cursinho, então desenvolvi uma página no aplicativo "instagram" para auxiliar esses alunos e outros que estivessem na mesma situação que eles. A página é voltada para o conteúdo de História apresentado no ENEM, no entanto, utilizo esse espaço público para debater assuntos importantes para a formação cidadã dos alunos e para a compreensão das diversidades e alteridades que compõem as diferentes sociedades. Na imagem, compilei algumas das postagens já realizadas no @historiaparaenem que exemplificam o diálogo que tento estabelecer com questões sociais pujantes no país e no mundo, sempre ressaltando os grupos e regiões que foram historicamente subalternizados.&nbsp;A importância de ocupar o espaço público vem sendo ressaltada pelos profissionais da Educação e da História, pois muita informação descontextualizada e pautada em construções manipulativas do interesse público acabam enviesando debates e prejudicando até mesmo a garantia de direitos dessas populações. Por este motivo, ocupar o espaço público expondo essa diversidade e apoiam lutas históricas desses grupos e povos é essencial.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1327597128/137b49f03c62b52e81b70b293e77a29e/Tereza_de_Benguela.png" />
         <pubDate>2021-09-05 22:37:36 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717818363</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diversidade e a sua singularidade.</title>
         <author>joelfigueredo</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717853429</link>
         <description><![CDATA[<div>Oi, me&nbsp; chamo Joel Victor Figueredo Vicente, tenho 30 anos, resido na cidade de Canguaretama - RN. Para começar&nbsp; a falar de Diversidade irei começar por mim. Sou formado em Administração de empresas e sempre atuei em área de Gestão Empresarial, nunca lecionei. Atualmente estou cursando MBA em Gestão Empresarial, Cursando Pedagogia e a Pós Graduação em EJA.<br>A única experiência que tive em "educar", foi em uma empresa a qual eu trabalhava na linha de Staff e decidimos que todos os processos iriam ser renovados e com isso quem não soubesse a ler e a escrever tinha 99,9% de chances de serem demitidos da empresa.<br>Eu sempre gostei de conhecer todos os funcionários por onde eu passo, conheci um nessa empresa ao qual não irei mencionar o&nbsp; nome do mesmo por motivos éticos, irei chamar de "João".<br>O João teve uma vida quando criança e jovem bem cheia de necessidades básicas, ele era pedinte. Em porta em porta ele pedia dinheiro, comida ou emprego. Nunca precisou roubar mas tudo foi muito difícil para ele, inclusive não terminou os estudos só sabia escrever o nome dele e com bastante dificuldade.<br>João com a mudança de processos na empresa estava na mira da demissão, eu por conhecer a sua vida e saber que João estava muito feliz em ganhar o seu salário de forma certa por mês, fui até ele e elaborei uma forma dele decorar a planilha ao qual ele iria trabalhar.<br>Ele era responsável por pesar verduras e frutas ao qual iriam para o lixo, e com isso ele deveria saber distinguir na tabela quem era quem para que os pesos fossem registrados de forma correta.&nbsp;<br>Eu fiz uma tabela com as&nbsp; fotos e nomes de todas as frutas e legumes, e pedi pra ele ir decorando os nomes de acordo com as imagens.<br>Um mês depois fiz um teste, apaguei 5 imagens, deixei só os nomes e João não errou, porém, para saber se ele tinha decorado ou melhor, aprendido,&nbsp; eu mudei a sequencia dos nomes em outra planilha e entreguei a ele e para a minha surpresa João acertou todas.<br>Em 60 dias ele aprendeu o nome de todos os legumes e verduras com uma simples planilha com imagens.<br>Foi a única experiência em "ensinar", (bem informal, mas que deu resultado) e me marca até hoje.<br>Atualmente estou migrando da área da gestão para&nbsp; focar na educação.<br>A área de gestão e muito diversificada, principalmente para quem fica no intermédio entre os funcionários de baixo escalão e a presidência da empresa.<br>Eu lido diariamente com pessoas que não sabem ler e nem escrever, a pessoas que já viajaram para mais de 30 países e falam 4 línguas diferentes que possuem uma vida de estudos que o "Céu nem é mais o limite".<br>Não sei descrever como pode ser  a diversidade dentro da sala de aula, mas creio que seja parecida como é na empresa, já que nós Seres Humanos temos os mesmos hábitos em todos os locais aos quais frequentamos.<br>A diversidade ao meu pouco conhecimento é o que nos faz únicos  nesse sistema tão plural, cada um com suas ideologias, seus pensamentos, suas culturas, mas todos voltados para a boa convivência.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1327632521/00769cc11083f9340490f87e503076d3/noticiasconcursos_com_br_importantes_topicos_sobre_a_diversidade_cultural_brasileira_diversidade_cultural_1024x585.jpg" />
         <pubDate>2021-09-05 23:31:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717853429</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Engeduc: Profissões no contexto da Educação </title>
         <author>alexsandromarculino</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717866637</link>
         <description><![CDATA[<div>Saudações,&nbsp;<br>Sou Alexsandro&nbsp; Marculino Professor com formações&nbsp; em PEDAGOGIA e LICENCIATURA&nbsp; PELA EM MATEMÁTICA, tenho muito&nbsp; orgulho de minhas graduações&nbsp; e não&nbsp; me vejo em sala apenas com a segunda&nbsp; formação, todo ano letivo é um desafio, estou esse ano com a prática&nbsp; de EJA nos 4° e 5° nivel nas escolas públicas&nbsp; de Canguaretama, tambem tenho formação&nbsp; em Engenharia&nbsp; Civil e acreditem tenho encontrado&nbsp; ex alunos em todo os lugares e o reconhecimento&nbsp; tem sido meu combustível, sempre os vejo em Canteiros de Obras e tenho dessa vez apreendido mais ainda com eles, porém&nbsp; não&nbsp; deixo de acrescentar meu papel como educador&nbsp; em nenhuma ocasião, estou sempre atuando e os eternos  alunos têm correspondido. </div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1327602300/7d762ecb8539922bb95fe9fdd5e0069e/Screenshot_20210905_201453_WhatsAppBusiness.jpg" />
         <pubDate>2021-09-05 23:46:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1717866637</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Educação e diversidade </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1718065080</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Boa noite. Sou Nicoly. Possuo licenciatura plena em Pedagogia. Diversidade pra mim no contexto educacacional é dar oportunidade a todos os alunos de acesso e permanência a escola, fazendo com que essa questão vá além das crianças com alguma deficiência, pois todos nós somos únicos, diferentes uns dos outros e temos nossas particularidades. Neste sentido, é necessário que o professor promova uma educação que valorize as raízes de cada cultura, ou seja, uma educação multicultural, assegurando aos alunos a equidade, oferecendo igualdade de oportunidades a todos os alunos para poderem se desenvolver de acordo com a sua realidade, através de práticas pedagógicas, onde o alunos é capaz de reconhecer o outro, respeitando e valorizando suas diferenças.</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1142395981/96c4c2dae712e050c4a2e797fa0cd3b8/bigstock_Group_of_diverse_hands_holding_237396289.jpg" />
         <pubDate>2021-09-06 01:34:09 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1718065080</guid>
      </item>
      <item>
         <title>&quot;Eu não posso mudar o mundo, mas eu balanço&quot;</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1721956006</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Sou Isabela Bezerra, graduada em Pedagogia pela Universidade Federal da Paraíba, educadora popular, pesquisadora e militante do movimento feminista. Como educadora popular&nbsp; ministrei aulas de formação para profissionais de saúde pela Fundação Oswaldo Cruz em parceria com a Secretaria de Saúde da Paraíba, com eixo temático em Educação Popular em Saúde.&nbsp;<br><br>Na área da pesquisa, atuo como pesquisadora desde 2013 no Núcleo de Estudos em Educação, Gênero e Diversidade (Negêdi) do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Norte (IFRN).&nbsp; Neste campo trabalhamos com formação na área da Educação Popular, Direitos Humanos e Protagonismo das mulheres e jovens. No campo da extensão da pesquisa atuamos em dois territórios sendo esses: Quilombo Acauã (Poço Branco/RN) e a Comunidade Indígena Catu (Canguaretama/RN). Junto ao Negêdi, coordenamos um projeto chamado “Expedição Pedagógica das Juventudes: Negra, Indígena LGBTI+Mulheres e Rurais”, que tem como objetivo reunir jovens de todos os estados da região Nordeste, para lutar pelo enfrentamento ao racismo e o extermínio da juventude negra, pela demarcação de terra, contra homofobia e machismo e pelo direito a terra e o bem viver.&nbsp;<br><br>Atualmente estou organizada politicamente no Coletivo Autônomo Feminista Leila Diniz, que dentro da sua trajetória de 18 anos constrói inúmeros processos de formação, práticas e incidências políticas no estado do Rio Grande do Norte. Atuo na Articulação de Mulheres Brasileiras junto a Coletiva Nacional Antirracista da AMB de Luta pelo fim do racismo e do etnocentrismo.<br>Nos anos de 2019 a 2020 atuei como pedagoga na Casa de Cultura Ilê Asé D'Osoguiã (João Pessoa/PB), auxiliando na execução dos projetos Oba Dodé e Ponte de Cultura Iemanjá. A atuação baseou-se em acompanhar as atividades desenvolvidas pelo projeto, mas especificamente junto as-os educadoras(es) da casa, que consistiu em construir e acompanhar os planejamentos, avaliações, sistematizações dos relatórios, construção de materiais didáticos, organização de eventos e culminâncias, alinhando este fazer a Lei n° 10.639/03.<br><br>O título deste texto "Eu não posso mudar o mundo, mas eu balanço" é um trecho da música de Juliana Linhares e Krystal que retrata bem a minha vivência enquanto educadora popular&nbsp; atravessada pela diversidade. Nesta perspectiva aprendo e ensino em todos os espaços que tenho a oportunidade de acolher e ser acolhida,&nbsp; balançando as pessoas - sendo balançada - por meio da reflexão sobre nosso processo de vida e pela riqueza que esta na diferença. A foto retrata&nbsp; momento que construímos com as mulheres da aldeia Catu sobre autocuidado das mulheres: reconhecendo e valorizando nossa identidade, localizada em Canguaretama-RN, nesse sentindo, construir e fortalecer a diversidade é contribuir para construção de um novo mundo, que colabore com a emancipação do povo, construção da autonomia e autogestao respeitando as diversas formas de ser e existir.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1329870181/d1fb177bab56b6285c24fb66cfe6aba6/WhatsApp_Image_2021_09_06_at_22_00_11.jpeg" />
         <pubDate>2021-09-07 14:03:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1721956006</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A DIVERSIDADE ADVERSA</title>
         <author>edivans</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1726789724</link>
         <description><![CDATA[<div>Trabalho com crianças do fundamental II numa escola de bairro pobre da cidade. São crianças com familiares em condições muito difíceis. Pois, muitos deles são filhos de pais desempregados e com formação profissional limita para almejar melhores colocações de ocupação e emprego. Esses pais, assim como os estudantes têm que buscar meios de ganhar algum dinheiro na informalidade.<br><br>Na minha experiência com esses alunos em a sala é comum perceber que as suas maiores dificuldades estão relacionadas com essas condições que eles são posto socialmente. E faz com que, mais a frente, ainda muito cedo e sem uma formação adequada, deixem os estudos para trabalhar e ajudar na sobrevivência da sua família. Essa é uma alternativa que alguns escolhem. No entanto muitos escolhem o mundo do crime. Escolha que parecem, para alguns, mais lucrativa e menos laboriosa. O mais triste é quando chega a notícia que alguns desses foram assassinados pela policia ou por uma facção rival. Fator que amplia necessidade de soluções envolvendo outras áreas governamentais em respeito às crianças e adolescentes em situação adversa e vulnerável como a mencionada acima.<br><br>Essa população, pais e estudantes, têm a mais diversas origem. Alguns são pessoas que vieram de lugares diferentes ou de outros estados ou do interior, nos tempos que Parnamirim gerava mais empregos por causa da base aérea, alguns deles sem necessidade de qualificação. Porém hoje os seus descontentes ficaram sem perspectivas melhores para melhorias econômicas e sociais. Além disso, algumas das mães de alunos(as), são mulheres solteiras, outras são negras. Fatores que acarretam mais dificuldades de ascensão social.&nbsp;Tudo isso faz desses estudantes pessoas com necessidades educacionais diversas. Doutra forma, poderíamos dizer que são portadores de uma diversidade adversa.&nbsp;E que, portanto, precisam ser atendidas nas suas necessidades específicas e objetivamente. Com uma ajuda das mobilizações de outros entes estatais e movimentos pelos direitos sociais. &nbsp;</div>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1332502850/3f12eb317eefb37365874766009d1e51/78879297_1485392118281281_3897801246253252608_o.jpg" />
         <pubDate>2021-09-09 03:14:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1726789724</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Olá, me chamo Everaldo Ribeiro, tenho 55 anos, tenho quatro filhos e sou casado com Maria Cleonice, a mulher mais bonita de Canguaretama. Sou professor do Ensino Fundamental, leciono no 3º ano da Escola Municipal Homero Homem em Canguaretama. Sou Pedagogo. Tive a oportunidade de fazer parte de uma das turmas que fez uma capacitação na cidade de Ribeirão Preto/SP, do Programa de Alfabetização Solidária do Governo Federal. Durante seis meses atuei em sala de aula na Educação de Jovens e Adultos. Coordenei por um bom tempo um projeto chamado Amor em Ação da Primeira Igreja Batista de Canguaretama, onde atendíamos 220 crianças com reforço escolar e 75 famílias com incentivo a agricultura e cursos diversos. Além desse trabalho criamos um PEPE (Programa de Educação Pré-Escolar) atendendo diversas crianças de 4 a 6 anos. Esse trabalho desenvolvemos em uma área rural de nossa cidade. Nesses trabalhos sempre convivendo mais de perto com grupos diversos e realidades diferentes, sempre trabalhando pela inclusão das minorias. Por fim, continuo trabalhando com uma ONG.</title>
         <author>daysesilva4</author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1728486089</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads.storage.googleapis.com/1307095051/e5b1ba21961374c9668cf00a1e372237/WhatsApp_Image_2021_09_05_at_13_53_18.jpeg" />
         <pubDate>2021-09-09 15:39:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1728486089</guid>
      </item>
      <item>
         <title>A Educação Física no contexto da EJA </title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1800790165</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá! Sou Hayaline Souza, Graduada em Bacharelado e Licenciatura em Educação Física.<br>Minha primeira formação foi como bacharel, onde atuo há 5 anos, apenas em 2019 que conclui a licenciatura e desde então não cheguei a atuar como tal. Então praticamente não tenho experiência de sala de aula, a não ser pelo período de estagio obrigatório que passei.<br><br><br><br>
</div><div>Na escola onde fiz meu estagio obrigatório, tive o prazer em ter contato com alunos da EJA. Pude observar de perto a diversidade tão falada em nossas aulas, observar as vidas diferentes de cada aluno, as dificuldades vividas por eles, não só no quesito aprendizagem, mas principalmente no cotidiano, na vida corrida e cheia de diferentes obrigações que muitas vezes os impediam de assistir um aula inteira ou mesmo de conseguir absorver algum conhecimento após passar por dia muito cansativo de trabalho. As mulheres, em sua maioria, eram donas de casa, que foram mães muito cedo, ou que começaram a trabalhar cedo para ajudar a família; os homens eram trabalhadores da usina ou agricultores em sua maioria. O que tinham em comum, era o fato de ter largado os estudos para poder ter mais tempo para o trabalho.&nbsp;<br><br><br><br>
</div><div>A disciplina de Educação Física não era obrigatória no currículo da EJA, mas era ofertada nesta escola. E eu fiquei muito feliz em observar e também ouvir dos próprios alunos, que essa era uma das disciplinas que eles mais gostavam, onde eles podiam se divertir, esquecer a vida atribulada e o cansaço físico não era impedimento para eles se divertirem. Era um momento onde eles voltavam a ser crianças, se divertindo na escola. Foi uma experiência muito rica pra mim, poder ter esse contato com a EJA e perceber que o acolhimento que eles recebem na escola, é fundamental para que continuem no processo de alfabetização e para que consigam concluir.&nbsp;<br><br><br><br>
</div>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2021-10-07 19:24:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/daysesilva4/kpkqd0mxlciy991z/wish/1800790165</guid>
      </item>
   </channel>
</rss>
