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      <title> E1 Malária I - Enfermagem  G3 2021.2 by Claudia Maria Antunes Uchoa Souto Maior</title>
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      <description>Criado com estilo</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2021-11-29 17:30:33 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Malária</strong></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 11:21:38 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Protozoário do gênero <em>Plasmodium sp.</em><br>As espécies que parasitam humanos são:<br><em>Plasmodium knowlesi<br>Plasmodium ovale<br>Plasmodium malarie<br>Plasmodium falciparum<br>Plasmodium vivax</em></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 11:23:54 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Parasitológico - Microscopia (esfregaço delgado ou espesso).</div><div>Sorológico- ELISA.</div><div>Imunofluorescência; testes imunocromatográficos rápidos.</div><div>Molecular- PCR; LAMP.</div><div>Testes de diagnóstico rápido (TDR’S).</div><div>Biossensores.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 13:29:08 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Formas evolutivas extracelulares</strong>&nbsp;<br>- tem complexo apical que é estrutura que permite invasão.</div><ul><li>Esporozoíto (invade hepatócitos e se reproduz assexuadamente e se torna esquizonte, forma infectante inoculada pelo artrópode anofelino)</li><li>Merozoíto (invade hemácias e se transforma em trofozoítos)</li><li>Oocineto (rompe a membrana peritrófica)</li></ul><div><strong>Formas evolutivas no Humano:</strong></div><ul><li>Trofozoíto imaturo e maduro. (se reproduz por esquizogonia e forma merozoíto dentro da hemácia, causando lise ou se transfroma em gametócito para se reproduzir no hospedeiro definitivo)</li><li>Esquizonte (forma que dá origem a merozoítos, alguns podem permanecer latentes chamados hipnozoítos)</li><li>Gametócitos</li></ul><div><strong>Formas Evolutivas no mosquito:&nbsp;</strong></div><ul><li>Gametócitos São ingeridos (formas infectantes aos mosquitos)</li><li>Macrogametócito e Microgametócito exflageladoto</li><li>Oocineto - zigoto com movimentos amebóides.</li><li>Oocistos (no epitelio estomacal do anofelino)&nbsp;</li><li>&nbsp;Liberados e alojados nas glândulas salivares.</li></ul><div><strong>&nbsp;<br>&nbsp;</strong></div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-10 14:58:46 UTC</pubDate>
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         <author></author>
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         <description><![CDATA[<ul><li>Período de incubação que vai depender da espécie ( tempo dos sintomas)</li><li><strong>Modo Geral: </strong>&nbsp;Parasita na corrente sanguínea reconhecidos pelo sistema imunológico que estimulam citocinas (no caso pirogênios ) que vão estimular o aumento da temperatura para tentar eliminar o parasita. Quando a diminui e novas hemácias são rompidas liberando novos parasitas (merozoítos) a temperatura aumenta novamente.&nbsp;</li><li><strong>Sintomas iniciais (não específicos da malária):</strong> cefaléia, mialgia, sensação de cansaço, mal estar,náuseas e vômito &nbsp;</li></ul><div><strong>Sintomas específicos (da malária):</strong> Febre alta podendo chegar a 41 graus com arrepios, sensação de frio, tremedeira, calafrios ,sudorese nos&nbsp; intervalos de tempo que pode ser 48h em 48h ou 72h em 72h e anemia ( além do parasita destruir as hemácias, o sistema imunológico destrói hemácias saudáveis tentando destruir as hemácias doentes). &nbsp;</div><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 00:35:13 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<ul><li><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Problema de saúde pública amplamente distribuída nas regiões tropicais e subtropicais no mundo.&nbsp; Considera-se que tenha surgido na África há milhões de anos e tenha se espalhado para regiões tropicais e subtropicais do mundo através de migrações, exploradores, missionários e escravos (COX, 2002), sendo endêmica para essas áreas.</li><li>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma das principais causas de morte por doenças infecciosas, acumulando cerca de 300 milhões de casos, sendo 1 milhão os casos fatais anualmente, em cerca de 109 países. A maior incidência ocorre no continente africano, principalmente ao sul do deserto do Saara.</li><li>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No continente americano, a Venezuela concentra o maior número de casos, seguido pelo Brasil que a concentra área endêmica na região da Amazônia Legal (engloba os estados do Acre, Amapá, Amazonas, Maranhão, Mato Grosso, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins), entretanto no que se refere a distribuição da malária, existem áreas de alta, média e baixa transmissão, bem como regiões onde não é transmitida.</li><li>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;P. vivax é a espécie responsável por cerca de 90% dos casos. Porém, a forma grave e letal da doença é causada pela infecção por P. falciparum</li><li>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Fatores combinados na região amazônica que favorecem a transmissão da doença: O clima - o calor, a umidade e as coleções hídricas abundantes; Elementos que propiciam condições para o desenvolvimento do mosquito vetor; Os aspectos antrópicos relacionadas à habitação; As dificuldades para plena operacionalização de programas de borrifação de inseticidas e a dispersão demográfica da área.</li><li>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Espírito Santo: Estados que apresentam maior número de notificações de malária fora da região amazônica. Quando se observa os casos autóctones, os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo são os que apresentam maior número de casos notificados, sendo as regiões serranas dos dois estados os locais que apresentam maior risco de transmissão da doença.</li><li>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;A letalidade na região extra-amazônica é cerca de 80 vezes maior do que na Amazônia</li><li>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Apenas as fêmeas do mosquito têm hábito hematofágico, possuindo, portanto, capacidade de transmissão (os machos alimentam-se da seiva de vegetais).</li><li>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;No Brasil, as principais espécies transmissoras do gênero pertencem a dois subgêneros: Nyssorrynchus e Kerteszia.</li><li>·&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Emergência e reemergência da malária:&nbsp; Apesar dos esforços, nota-se que a doença está ressurgindo em regiões tropicais. Associado a ação antrópica desordenada como desmatamento e aos crescentes problemas de resistência do Plasmonium aos fármacos e dos vetores associados aos inseticidas. Surtos também podem surgir em decorrência da imigração de pessoas não imunes à doença para regiões endêmicas ou de pessoas de áreas endêmicas para regiões que até então eram livres de malária.</li><li>Indivíduos previamente infectado pelo vírus da imunodeficiência humana (HIV) apresentam um maior risco de adquirir a malária; Desenvolver sua forma grave; Apresentar sintomas mais acentuados; e de evoluir com fracasso terapêutico.<br><br></li></ul><div><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 00:36:07 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Destaca-se, igualmente, que a profilaxia e</div><div>o controle – baseados, especialmente, nas seguintes medidas: detecção e tratamento</div><div>(imediato) de novos casos; investigação dos casos; orientação à população quanto à</div><div>doença, uso de repelentes, mosquiteiros, roupas protetoras, telas em portas e janelas;</div><div>emprego da quimioprofilaxia – são de vital importância para a redução dos índices de</div><div>malária.</div><div>As medidas profiláticas da malária se articulam, especialmente, às medidas de</div><div>proteção individual – providências tomadas na tentativa de reduzir a exposição do</div><div>indivíduo ao vetor, insetos do gênero Anopheles – e a profilaxia com medicamentos</div><div>indicados a pessoas não imunes que farão viagens a áreas endêmicas. Tais condutas não</div><div>são totalmente efetivas e mesmo com quimioprofilaxia adequada, pode haver a</div><div>transmissão e o adoecimento por malária</div><div><br></div><div><strong>Proteção individual</strong></div><div>Em relação à minimização do risco de contato com o vetor, é preconizada a utilização</div><div>de roupas de mangas compridas, calças e meias, visando à diminuição da área corporal</div><div>exposta. Entretanto, esse conselho é, muitas vezes, desprovido de cunho prático, pois as</div><div>áreas de maior risco no Brasil estão localizadas na Região Amazônica, onde as</div><div>condições climáticas – calor e umidade – podem ser genuínos empecilhos para a adoção</div><div>de tais proposições. Uma alternativa é o uso diário de inseticidas repelentes no ambiente</div><div>domiciliar e, ainda, dispositivos anti mosquitos de liberação lenta, já que o vetor tem</div><div>hábito preferencialmente noturno e intra ou peridomiciliar (37). Em relação à</div><div>transmissão no domicílio, medidas gerais de arquitetura podem ser adotadas visando à</div><div>menor circulação dos vetores, destacando-se a utilização de telas nas portas e nas</div><div>janelas e a construção de habitações com paredes inteiras. Existem métodos de</div><div>impregnação de roupas e de mosquiteiros com substâncias do grupo das permetrinas,</div><div>que são comprovadamente eficazes na diminuição da exposição, podendo ser</div><div>empregados com segurança</div><div><strong>Quimioprofilaxia</strong></div><div>A quimioprofilaxia – a qual consiste no uso de fármacos antimaláricos em esquemas</div><div>posológicos especiais (geralmente com doses inferiores àquelas empregadas na</div><div>terapêutica) – é assunto controverso devido à possibilidade de efeitos adversos, a não</div><div>aderência ao esquema proposto e à resistência crescente do gênero Plasmodium ao redor</div><div>do mundo. De um modo geral, tal conduta é recomendada: a) quando o risco de doença</div><div>grave ou morte por P. falciparum for maior que os efeitos adversos dos fármacos</div><div>empregados, b) se a avaliação do risco indicar alta probabilidade de adquirir malária</div><div>grave e c) se a permanência do indivíduo em áreas de transmissão da malária for menor</div><div>que seis meses (40). Atualmente, quatro esquemas podem ser empregados para</div><div>profilaxia: doxiciclina, mefloquina, a combinação atovaquona/proguanil e cloroquina</div><div>(3). Em áreas de baixa resistência do P. falciparum, pode-se utilizar o</div><div>artemether/lumefantrina e / ou o quinino associado à doxiciclina ou à clindamicina (40).</div><div>Para a profilaxia adequada, deve-se iniciar o fármaco uma semana antes da viagem</div><div>para a área endêmica, objetivando o alcance de concentrações séricas adequadas do</div><div>medicamento, além da detecção de possíveis efeitos colaterais. Após saída da área de</div><div>transmissão do Plasmodum, é conveniente a manutenção do fármaco por mais quatro</div><div>semanas.</div><div>A quimioprofilaxia não é absolutamente eficaz, podendo ocorrer falhas e aparecimento</div><div>da doença com adiamento das manifestações clínicas. Portanto, é necessário orientar o</div><div>viajante quanto aos sinais e sintomas da doença, para que possa acessar um serviço de</div><div>saúde se apresentá-los</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 00:37:10 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>O protozoário do gênero <em>Plasmodium</em> é transmitido pela picada do mosquito<em> Anopheles</em>. Quando a fêmea do mosquito pica o homem ela injeta saliva com substâncias anticoagulantes. Ainda,&nbsp; os esporozoítos, que são as formas infectantes, estão na saliva do inseto e são inoculados e lançados na corrente sanguínea. Pelo sangue estas células migram para o fígado (30 a 60 minutos)&nbsp; onde vão invadir os hepatócitos e assim iniciar a infecção.&nbsp;</div><div><br></div><div>Transmissão</div><div>O período de transmissibilidade natural da malária está ligado à existência de portadores de gametócitos (reservatórios humanos) e de vetores.</div><div>↳ A malária pode ser transmitida acidentalmente por transfusão de sangue → sangue contaminado com plasmódio</div><div>↳ Compartilhamento de seringas (usuários de drogas ilícitas) ou por acidente com agulhas e/ou lancetas contaminadas.&nbsp;</div><div>↳ Transmissão neonatal  → &nbsp; mãe para filho.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-11 00:39:20 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div><strong>Heteroxenico</strong> ----&gt; possui hospedeiro definitivo (Artrópodes Anofelinos) e intermediário (Espécies de primatas).<br><strong>Heterogenético</strong> ----&gt; Alternância de gerações.<br><strong>Oligoxeno</strong> ----&gt; Primatas, precisa de um vetor para completar seus ciclos porém só um dos organismos é prejudicado.<br>No homem: Assexuado, endógeno ou esquizogônico.<br><strong>No Anopheles</strong>: Ciclo sexuado ou esporogônico.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-13 17:56:24 UTC</pubDate>
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         <description><![CDATA[<div>Do vetor: climas tropicais e subtropicais com altos índices de umidade e temperaturas variando entre 20ºC a 30ºC, não sendo possível a sua sobrevivência a temperaturas abaixo de 15ºC e altitudes acima de 1500 metros.<br>Do agente etiológico: a depender das formas evolutivas do ciclo e do hospedeiro.<br>No Anopheles: Hemocele e glandulas salivares (esporozoítas).<br>Epitélio estomacal e intestinal (cistos e Oocistos).<br>No Humano: Tecido Hepático - merozoítos, formas esquizontes.<br>Sanguíneo:&nbsp;Esporozoítos, merozoítos, formas esquizontes, trofozoítos e gametócitos.<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2021-12-13 18:21:29 UTC</pubDate>
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