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      <title>Psicopatologia da Infância e Adolescência - PED4 - AMF by Marília Lopes Heman</title>
      <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea</link>
      <description></description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2025-08-15 22:02:56 UTC</pubDate>
      <lastBuildDate>2025-11-29 00:20:21 UTC</lastBuildDate>
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         <title>PSICOPATOLOGIA</title>
         <author>thaliabresulin2102</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3544834563</link>
         <description><![CDATA[<p>É olhar com atenção para cada singularidade, acolhendo todas as multiplicidades existentes em cada indivíduo. </p><p>Buscando compreender cada individualidade, para assim criar possibilidades de contribuir em conjunto aos processos de desenvolvimento e aprendizagem.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 00:38:24 UTC</pubDate>
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         <title>Psicopatologia: o que é?</title>
         <author>guilhermedonato1</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3544834698</link>
         <description><![CDATA[<p>PSICO: </p><p>"psychê", que produziu a "psique", "psiquismo", "psiquismo", "psíquico", "alma".</p><p><br/></p><p>PATO:</p><p>"pathos", que resultou em "paixão", "excesso", "passagem", "passividade", "sofrimento".</p><p><br/></p><p>LOGIA:</p><p>"logos", que resultou em "lógica", "discurso", "narrativa", "conhecimento".</p><p><br/></p><p>É o estudo científico dos distúrbios mentais e do comportamento anormal. Ela explora as causas, características e manifestações de doenças mentais, buscando entender como essas condições afetam o funcionamento psicológico e o comportamento dos indivíduos. A psicopatologia pode ser estudada a partir de diferentes perspectivas, incluindo a observacional, a fenomenológica e a cognitivo - comportamental, cada uma oferecendo uma abordagem única para a compreensão dos transtornos mentais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 00:39:10 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3544837676</link>
         <description><![CDATA[<p>A Psicopatologia busca reconhecer quando algo não está em equilíbrio, estudando os modos de funcionamento da mente e do comportamento, sempre olhando para os desafios que podem aparecer na forma de pensar, sentir e agir. Com isso, sempre valorizando a singularidade de cada indivíduo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 00:53:35 UTC</pubDate>
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         <title>PSICOPATOLOGIA</title>
         <author>emilynoflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3544839242</link>
         <description><![CDATA[<p>A psicopatologia está na interseção da saúde com as humanidades, o que impõe desafios conceituais, científicos e éticos a todos os envolvidos. Dentro da psicologia, ela é frequentemente entendida como um desvio da normalidade.</p><p>No entanto, Karl Jaspers (1913) nos oferece uma perspectiva mais profunda, argumentando que a verdadeira compreensão da natureza humana está na fenomenologia — a reprodução intuitiva das experiências de outra pessoa. Para ele, é crucial focar nas conexões significativas e causais, tanto para explicar quanto para compreender.</p><p>Jaspers alertava: "Onde prevalece um preconceito teórico, a compreensão dos fatos será sempre prevenida e parcial." Portanto, ele nos convida a perceber, observar e nos conectar com o mundo do indivíduo, evitando que nomenclaturas e diagnósticos nos impeçam de ver o ser humano por trás deles.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 00:59:09 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Psicopatologia </title>
         <author>liviaeantunesgil</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3544844844</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao me matricular na disciplina de Psicopatologia o primeiro pensamento que veio em minha mente foi de estudar o conceito de atípico , neurodivergente e por consequência  autoconhecimento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 01:18:55 UTC</pubDate>
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         <title>PSICOPATOLOGIA </title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3544885932</link>
         <description><![CDATA[<p>Compreendo a Psicopatologia com um campo muito amplo que envolve diversas áreas do conhecimento, como as disciplinas biológicas e de neurociências.Na busca de explorar, descrever,compreender e auxiliar os transtornos metais.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 03:36:47 UTC</pubDate>
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         <title>PSICOPATOLOGIA </title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3545125704</link>
         <description><![CDATA[<p>É  um ramo da psicologia que procura compreender aquilo que nos afasta do equilíbrio mental e emocional. Seu objetivo é olhar para os "sintomas" emocionais, comportamentais e cognitivos como sinais de algo mais profundo, investigando de que maneira fatores biológicos, psicológicos e sociais se entrelaçam na origem dessas fragilidades. A psicopatologia, busca abrir caminhos de compreensão, ajudando a enxergar  ser humano na sua complexidade e delicadeza. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-16 19:25:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que é Psicopatologia?</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3551860355</link>
         <description><![CDATA[<p>Identifico psicopatologia como o estudo da natureza das doenças/deficiências de caráter psicológico, que podem ou não sofrer alterações durante a vida.</p><p>Acredito que a pessoa possa nascer com alguma psicopatologia, mas, também, pode desenvolver durante a vida, sendo influenciada por aspectos sociais, culturais, psicológicos, emocionais e ambientais. Por isso, pode alterar os níveis de prejuízos e suporte necessário para a pessoa, diminuindo ou aumentando com base nos estímulos que recebe durante o seu processo de desenvolvimento. </p><p>Nesta área estudamos como essas relações afetam o funcionamento e comportamento dos indivíduos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-22 17:05:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Psicopatologia é o estudo do sofrimento mental. Ela busca entender, descrever e classificar os sintomas de transtornos como depressão, ansiedade e esquizofrenia, investigando suas causas e formas de manifestação para ajudar no diagnóstico e tratamento. É a ciência que estuda os transtornos mentais e como eles afetam a vida da pessoa.</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3552081885</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-08-23 00:33:57 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>O que quer dizer Psicopatologia?</title>
         <author>michaeleperes</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561183401</link>
         <description><![CDATA[<p>Ao meu ver, remete a doenças mentais, pelos fragmentos — psico e patologia — utilizados para formar esta palavra. Segundo o que foi encontrado no site Educa Mais Brasil, é: "a área do conhecimento que estuda estruturas cerebrais como reflexos de doenças mentais...". Porém, agora, imagino que seja mais abrangente, pois nem todo transtorno mental é uma doença.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:16:21 UTC</pubDate>
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         <title>Especificações</title>
         <author>ma_riliaheman</author>
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         <description><![CDATA[<p>* Ansiedade generalizada (TAG)</p><p>* Pânico</p><p>* Fobias</p><p>* Obsessivo-Compulsivo (TOC)</p><p>* Outro/s?!</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:28:47 UTC</pubDate>
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         <title>Especificações</title>
         <author>ma_riliaheman</author>
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         <description><![CDATA[<p>* Depressão maior</p><p>* Transtorno bipolar</p><p>* Outro/s?!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:32:33 UTC</pubDate>
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         <title>Especificações</title>
         <author>ma_riliaheman</author>
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         <description><![CDATA[<p>* Esquizofrenia</p><p>* Esquizoafetivo</p><p>* Delirante</p><p>* Outro/s?!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:38:31 UTC</pubDate>
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         <title>Especificações</title>
         <author>ma_riliaheman</author>
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         <description><![CDATA[<p>* Paranoide</p><p>* Antissocial</p><p>* Borderline</p><p>* Narcisista</p><p>* Antissocial</p><p>* Outro/s?!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:41:23 UTC</pubDate>
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         <title>Especificações</title>
         <author>ma_riliaheman</author>
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         <description><![CDATA[<p>* Anorexia</p><p>* Bulimia</p><p>* Compulsão Alimentar</p><p>* Outro/s?!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:43:26 UTC</pubDate>
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         <title>Especificações</title>
         <author>ma_riliaheman</author>
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         <description><![CDATA[<p>* Do Espectro Autista (TEA)</p><p>* De Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH)</p><p>* Deficiência Intelectual (DI)</p><p>* Outro/s?!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:47:21 UTC</pubDate>
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         <title>Especificações</title>
         <author>ma_riliaheman</author>
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         <description><![CDATA[<p>* Demência/s</p><p>* Delírio</p><p>* Alzheimer</p><p>* Outro/s?!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:49:49 UTC</pubDate>
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         <title>Especificações</title>
         <author>ma_riliaheman</author>
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         <description><![CDATA[<p>* Abuso de álcool</p><p>* Drogas</p><p>* Outras substâncias</p><p>* Outro/s?!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 22:51:12 UTC</pubDate>
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         <title>Transtornos Relacionados aos Usos de Substâncias</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561202143</link>
         <description><![CDATA[<p>Os transtornos relacionados a substâncias abrangem <strong>10 classes distintas de drogas</strong>: álcool; cafeína; Cannabis; alucinógenos; inalantes; opioides; sedativos, hipnóticos e ansiolíticos; estimulantes; tabaco; e outras substâncias.</p><p><br></p><p><strong>Essas 10 classes não são totalmente distintas</strong>. Todas as drogas que são consumidas em excesso têm em comum a ativação direta do sistema de recompensa do cérebro, o qual está envolvido no reforço de comportamentos e na produção de memórias.</p><p><br></p><p>Além dos transtornos relacionados a substâncias, este capítulo também inclui o <strong>transtorno do jogo</strong>, o que reflete as evidências de que os comportamentos de jogo ativam sistemas de recompensa semelhantes aos ativados por drogas de abuso e produzem alguns sintomas comportamentais que podem ser comparados aos produzidos pelos transtornos por uso de substância.</p><p><br></p><p>Os transtornos relacionados a substâncias dividem-se em <strong>dois grupos</strong>: transtornos por uso de substância e transtornos induzidos por substância.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 23:13:00 UTC</pubDate>
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         <title>Psicopatologia</title>
         <author>ma_riliaheman</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561203514</link>
         <description><![CDATA[<p><br></p><p>Ramo científico do campo da Saúde, mais especificamente das áreas da Psicologia e da Psiquiatria, que estuda as doenças mentais, os transtornos e os distúrbios psicológicos, suas <em>causas, sintomas, desenvolvimentos e possíveis impactos na vida do/s indivíduo/s</em>.</p><p><br></p><p>E, analisa os processos patológicos que afetam o funcionamento mental, incluindo as alterações emocionais, cognitivas e comportamentais, que caracterizam diferentes transtornos mentais. Tendo como objetivo principal o de [tentar] compreender os mecanismos que levam ao acometimento psicológico, facilitando possíveis diagnósticos e tratamentos.</p><p><br></p><p>A/s Psicopatologia/s...</p><p><br></p><p><em>Pode/m afetar:</em></p><p><em>* pensamentos</em></p><p><em>* emoções</em></p><p><em>* comportamentos</em></p><p><em>* percepções</em></p><p><br></p><p><em>Pode/m causar:</em></p><p><em>* instabilidades</em></p><p><em>* desordens</em></p><p><em>* prejuízos</em></p><p><em>* sofrimentos</em></p><p><br></p><p>Assim, as estratégias de possíveis tratamentos a partir da categorização dos diagnósticos podem perpassar algumas dimensões específicas, dentre elas:</p><p><br></p><p><strong>* Definição dos sintomas:</strong> Examina sinais e sintomas que apontam para transtornos específicos.</p><p><strong>* Causas e fatores de risco:</strong> Considera fatores biológicos, psicológicos e sociais.</p><p><strong>* Classificação dos transtornos:</strong> Usa sistemas como o DSM (Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais) e a CID (Classificação Internacional de Doenças) para categorizar os diferentes tipos de psicopatologia.</p><p>* <strong>Desenvolvimento e curso:</strong> Avalia como os transtornos evoluem no tempo, seus episódios, recaídas e possíveis remissões.</p><p><strong>* Abordagens terapêuticas:</strong> Fornece base para intervenções clínicas, como psicoterapia e medicação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 23:19:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561203738</link>
         <description><![CDATA[<p>A característica essencial de um transtorno por uso de substâncias consiste na presença de um agrupamento de sintomas cognitivos, comportamentais e fisiológicos indicando o uso contínuo pelo indivíduo apesar de problemas significativos relacionados à substância.</p><p><br></p><p>Uma característica importante dos transtornos por uso de substâncias é uma alteração básica nos circuitos cerebrais que pode persistir após a desintoxicação, especialmente em indivíduos com transtornos graves. Os efeitos comportamentais dessas alterações cerebrais podem ser exibidos nas recaídas constantes e na fissura intensa por drogas quando os indivíduos são expostos a estímulos relacionados a elas.</p><p><br></p><p>De modo geral, o diagnóstico de um transtorno por uso de substância baseia-se em um padrão patológico de comportamentos relacionados ao seu uso.</p><p><br></p><p>De modo geral, o diagnóstico de um transtorno por uso de substância baseia-se em um padrão patológico de comportamentos relacionados ao seu uso.</p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 23:20:10 UTC</pubDate>
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         <title>Transtornos Psicóticos </title>
         <author>guilhermedonato1</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561206309</link>
         <description><![CDATA[<p>Grupo de doenças com causas variadas. Os sintomas/sinais presentes incluem alterações na cognição, na percepção, na emoção, no pensamento e comportamento. Cada transtorno deste espectro varia de modo particular quanto aos domínios psíquicos afetados, apresentação sintomática, à duração e à etiologia.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 23:29:02 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Critérios para diagnóstico</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561207789</link>
         <description><![CDATA[<p>Para auxiliar a organização, pode - se considerar que as condições sob "Critério A" encaixam-se nos agrupamentos gerais de <strong>baixo controle, deterioração social, uso arriscado e critérios farmacológicos</strong>. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 23:32:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O baixo controle sobre o uso da substância é o primeiro grupo de critérios (Critérios 1-4):</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561207921</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Critério 1</strong> - O indivíduo pode consumir a substância em quantidades maiores ou ao longo de um período maior de tempo do que pretendido originalmente;</p></li><li><p><strong>Critério 2</strong> - O indivíduo pode expressar um desejo persistente de reduzir ou regular o uso da substância e pode relatar vários esforços malsucedidos para diminuir ou descontinuar o uso;</p></li><li><p><strong>Critério 3</strong> - O indivíduo pode gastar muito tempo para obter a substância, usá-la ou recuperar-se de seus efeitos;</p></li><li><p><strong>Critério 4</strong> - A fissura se manifesta por meio de um desejo ou necessidade intensos de usar a droga que podem ocorrer a qualquer momento, mas com maior probabilidade quando em um ambiente onde a droga foi obtida ou usada anteriormente.</p><ul><li><p><strong>4.1</strong> - Demonstrou-se também que a fissura envolve condicionamento clássico e está associada à ativação de estruturas específicas de recompensa no cérebro. </p></li><li><p><strong>4.2</strong> - Investiga-se a fissura ao perguntar se alguma vez o indivíduo teve uma forte necessidade de consumir a droga a ponto de não conseguir pensar em mais nada.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 23:33:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que são TRANSTORNOS DE PERSONALIDADE???</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561208459</link>
         <description><![CDATA[<p>Uma definição geral de transtorno da personalidade que se aplica a cada um dos 10 transtornos da personalidade específicos. Um transtorno da personalidade é um padrão persistente de experiência interna e comportamento que se desvia acentuadamente das expectativas da cultura do indivíduo, é difuso e inflexível, começa na adolescência ou no início da fase adulta, é estável ao longo do tempo e leva a sofrimento ou prejuízo.</p><p>Os transtornos da personalidade estão reunidos em três grupos, com base em semelhanças descritivas. O Grupo A inclui os transtornos da personalidade paranoide, esquizoide e esquizotípica. Indivíduos com esses transtornos frequentemente parecem esquisitos ou excêntricos. O Grupo B inclui os transtornos da personalidade antissocial, borderline, histriônica e narcisista. Indivíduos com esses transtornos costumam parecem dramáticos, emotivos ou erráticos. O Grupo C inclui os transtornos da personalidade evitativa, dependente e obsessivo compulsiva. Indivíduos com esses transtornos com frequência parecem ansiosos ou medrosos. Deve-se observar que esse sistema de agrupamento, embora útil em algumas pesquisas e situações educacionais, apresenta sérias limitações e não foi consistentemente validado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 23:35:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O prejuízo social é o segundo grupo de critérios (Critérios 5-7):</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561208747</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Critério 5</strong> - O uso recorrente de substâncias pode resultar no fracasso em cumprir as principais obrigações no trabalho, na escola ou no lar;</p></li><li><p><strong>Critério 6</strong> - O indivíduo pode continuar o uso da substância apesar de apresentar problemas sociais ou interpessoais persistentes ou recorrentes causados ou exacerbados por seus efeitos;</p></li><li><p><strong>Critério 7</strong> - Atividades importantes de natureza social, profissional ou recreativa podem ser abandonadas ou reduzidas devido ao uso da substância.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 23:36:09 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O uso arriscado da substância é o terceiro grupo de critérios (Critérios 8 e 9):</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561211666</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Critério 8</strong> - Pode tomar a forma de uso recorrente da substância em situações que envolvem risco à integridade física;</p></li><li><p><strong>Critério 9</strong> - O indivíduo pode continuar o uso apesar de estar ciente de apresentar um problema físico ou psicológico persistente ou recorrente que provavelmente foi causado ou exacerbado pela substância.</p><ul><li><p><strong>9.1 - </strong>A questão fundamental na avaliação desse critério não é a existência do problema, e sim o fracasso do indivíduo em abster-se do uso da substância apesar da dificuldade que ela está causando.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-29 23:45:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Critérios Transtornos de Personalidades:</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561222951</link>
         <description><![CDATA[<p>A. Um padrão persistente de experiência interna e comportamento que se desvia acentuadamente das expectativas da cultura do indivíduo. Esse padrão manifesta-se em duas (ou mais) das seguintes áreas:</p><p><strong>1. Cognição</strong> (i.e., formas de perceber e interpretar a si mesmo, outras pessoas e eventos).</p><p><strong>2. Afetividade </strong>(i.e., variação, intensidade, labilidade e adequação da resposta emocional).</p><p><strong>3. Funcionamento interpessoal.</strong></p><p><strong>4. Controle de impulsos.</strong></p><p>B. O padrão persistente é inflexível e abrange uma faixa ampla de situações pessoais e sociais.</p><p>C. O padrão persistente provoca sofrimento clinicamente significativo e prejuízo no funcionamento</p><p>social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p><p>D. O padrão é estável e de longa duração, e seu surgimento ocorre pelo menos a partir da adolescência ou do início da fase adulta.</p><p>E. O padrão persistente não é mais bem explicado como uma manifestação ou consequência de</p><p>outro transtorno mental.</p><p>F. O padrão persistente não é atribuível aos efeitos fisiológicos de uma substância (p. ex., droga de</p><p>abuso, medicamento) ou a outra condição médica (p. ex., traumatismo craniencefálico).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 00:15:29 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Os critérios farmacológicos são o grupo final (Critérios 10 e 11):</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561223349</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Critério 10</strong> - A tolerância é sinalizada quando uma dose acentuadamente maior da substância é necessária para obter o efeito desejado ou quando um efeito acentuadamente reduzido é obtido após o consumo da dose habitual. O grau em que a tolerância se desenvolve apresenta grande variação de um indivíduo para outro, assim como de uma substância para outra, e pode envolver uma variedade de efeitos sobre o sistema nervoso central.</p><ul><li><p><strong>10.1</strong> - Por exemplo, tolerância a depressão respiratória e tolerância a sedação e coordenação motora podem se desenvolver em ritmos diferentes, dependendo da substância. A tolerância pode ser difícil de determinar apenas pela história, e testes de laboratório podem ser úteis.</p></li></ul></li><li><p><strong>Critério 11 </strong>- Abstinência é uma síndrome que ocorre quando as concentrações de uma substância no sangue ou nos tecidos diminuem em um indivíduo que manteve uso intenso prolongado.</p><ul><li><p>11.1 - Após desenvolver sintomas de abstinência, o indivíduo tende a consumir a substância para aliviá-los.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 00:16:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Gravidade e Especificadores</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561224852</link>
         <description><![CDATA[<p>Os transtornos por uso de substâncias ocorrem em uma ampla gama de gravidade, desde <strong>leve </strong>até <strong>grave</strong>, a qual se baseia na quantidade de critérios de sintomas confirmados.</p><p><br></p><p>Em uma estimativa geral de gravidade:</p><ul><li><p><strong>Leve</strong>: Presença de dois ou três sintomas; </p></li><li><p><strong>Moderado</strong>: Presença de quatro ou cinco sintomas; </p></li><li><p><strong>Grave</strong>: Presença de seis ou mais sintomas. </p><p><br></p></li></ul><p>A <strong>mudança da gravidade</strong> ao longo do tempo também reflete a <strong>redução </strong>ou o <strong>aumento </strong>na dose e/ou na frequência do uso da substância, conforme avaliação do relato do próprio indivíduo, do relato de outras pessoas cientes do caso, de observações do clínico e exames biológicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 00:21:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Esquizofrenia </title>
         <author>guilhermedonato1</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561227311</link>
         <description><![CDATA[<p>É uma síndrome caracterizada por um conjunto de disfunções cognitivas, comportamentais e emocionais. Al alterações, pensamento desorganizado, comportamento motor desorganizado ou anormal e sintomas negativos.</p><p><br></p><p><strong>Diagnóstico e tratamento</strong></p><p>O diagnóstico  é dado pelo psiquiatra a partir da avaliação com o paciente e os familiares. Ainda que a ciência esteja caminhando para desenvolver exames de imagem e neuro funcionais que apoiem a anamnese (coleta de dados ou informações do paciente durante a consulta), o diagnóstico ainda é baseado exclusivamente nos sintomas.</p><p>O tratamento é multifuncional. Ele envolve o uso de medicações e o acompanhamento da psicoterapia e da terapia ocupacional, sempre de forma bastante individualizada.</p><p><br></p><p><strong>Medicação </strong></p><p>Os medicamentos mais indicados no tratamento da esquizofrenia são os antipsicóticos, como a risperidona, quetiapina ou olanzapina, que podem ajudar a controlar e prevenir os sintomas da esquizofrenia.</p><p>No entanto, outros medicamentos, como antidepressivos ou ansiolíticos, também podem ser indicados dependendo dos sintomas presentes e caso existam outros problemas de saúde associados.</p><p>Além disso, especialmente em caso de sintomas graves, como comportamento suicida, agressividade, desnutrição ou incapacidade para realizar seus auto cuidados, o tratamento pode necessitar ser inicialmente feito com a pessoa internada no hospital.</p><p><br></p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 00:27:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Procedimentos para Registro para Transtornos por Uso de Substâncias</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561229378</link>
         <description><![CDATA[<p>O código adequado da <strong>CID-10-MC</strong> para transtorno por uso de substância depende da presença de um transtorno induzido por substância comórbido. </p><p><br></p><p>O código CID, seria o macro e no micro (sub-código) o clínico deve usar o código que se aplica à classe de substâncias e registrar o nome da substância específica. Como por exemplo: (p. ex., 304.00 [F11.20] transtorno por uso de heroína grave; 304.20 [F14.20] transtorno por uso de cocaína moderado).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 00:33:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Exemplos de Transtornos de Personalidades:</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561229751</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>• Transtorno da personalidade paranoide</strong>: é um padrão de desconfiança e de suspeita tamanhas que as motivações dos outros são interpretadas como malévolas.</p><p><strong>• Transtorno da personalidade esquizoide: </strong>é um padrão de distanciamento das relações sociais e uma faixa restrita de expressão emocional.</p><p><strong>• Transtorno da personalidade esquizotípica:</strong> é um padrão de desconforto agudo nas relações íntimas, distorções cognitivas ou perceptivas e excentricidades do comportamento.</p><p><strong>• Transtorno da personalidade antissocial: </strong>é um padrão de desrespeito e violação dos direitos</p><p>dos outros.</p><p><strong>• Transtorno da personalidade borderline:</strong> é um padrão de instabilidade nas relações interpessoais, na autoimagem e nos afetos, com impulsividade acentuada.</p><p><strong>• Transtorno da personalidade histriônica:</strong> é um padrão de emocionalidade e busca de atenção em excesso.</p><p>•<strong> Transtorno da personalidade narcisista: </strong>é um padrão de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia.</p><p><strong>• Transtorno da personalidade evitativa:</strong> é um padrão de inibição social, sentimentos de inadequação e hipersensibilidade a avaliação negativa.</p><p><strong>• Transtorno da personalidade dependente: </strong>é um padrão de comportamento submisso e apegado relacionado a uma necessidade excessiva de ser cuidado.</p><p><strong>• Transtorno da personalidade obsessivo-compulsiva: </strong>é um padrão de preocupação com ordem, perfeccionismo e controle.</p><p><strong>• Mudança de personalidade</strong> devido a outra condição médica é uma perturbação persistente</p><p>da personalidade entendida como decorrente dos efeitos fisiológicos diretos de uma condição médica (p. ex., lesão no lobo frontal).</p><p><strong>• Outro transtorno da personalidade especificado e transtorno da personalidade:</strong> não especificado são categorias utilizadas para duas situações:</p><p><strong>1) </strong>o padrão da personalidade do</p><p>indivíduo atende aos critérios gerais para um transtorno da personalidade, estando presentes traços de vários transtornos da personalidade distintos, mas os critérios para qualquer</p><p>um desses transtornos específicos não são preenchidos; ou <strong>2)</strong> o padrão da personalidade do</p><p>indivíduo atende aos critérios gerais para um transtorno da personalidade, mas considera-se</p><p>que ele tenha um transtorno da personalidade que não faz parte da classificação do DSM-5</p><p><strong>(p. ex., transtorno da personalidade passivo-agressiva).</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 00:34:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtornos Induzidos por Substâncias
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561230331</link>
         <description><![CDATA[<p>A categoria geral de transtornos induzidos por substâncias inclui intoxicação, abstinência e outros transtornos mentais induzidos por substância/medicamento</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-30 00:36:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561230331</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Intoxicação e Abstinência de Substância</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561233833</link>
         <description><![CDATA[<p>Sua característica fundamental é o desenvolvimento de uma síndrome reversível específica de determinada substância que ocorreu devido a sua recente ingestão.</p><p><br></p><p>As mudanças comportamentais ou psicológicas clinicamente significativas associadas à intoxicação são atribuíveis aos efeitos fisiológicos da substância sobre o sistema nervoso central e desenvolvem-se durante ou logo após o uso da substância.</p><p><br></p><p>As alterações mais comuns decorrentes da intoxicação envolvem perturbações de percepção, vigília, atenção, pensamento, julgamento, comportamento psicomotor e comportamento interpessoal.</p><p><br></p><p>As intoxicações breves, ou "agudas", podem ter sinais e sintomas diferentes dos presentes nas intoxicações prolongadas, ou "crônicas". Por exemplo, doses moderadas de cocaína podem, inicialmente, produzir sociabilidade, mas isolamento social pode se desenvolver caso essas doses sejam repetidas com frequência por dias ou semanas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-30 00:45:59 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561233833</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Delirante</title>
         <author>guilhermedonato1</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561237612</link>
         <description><![CDATA[<p>São convicções fixas, falsas, que não são compartilhadas por outras pessoas e que não são passíveis de mudanças mesmo quando confrontadas com provas reais incompatíveis com tais convicções. </p><p><br></p><p><strong>Diagnóstico</strong></p><p>É feito por avaliação médica. Depois de ter descartado outros quadros clínicos específicos que podem causar delírios (como o transtorno por uso de substâncias), o médico se baseia principalmente no histórico e nos sintomas da pessoa para fazer o diagnóstico. O médico também avalia quão perigosa a pessoa pode ser, especialmente qual a sua propensão de colocar em prática os delírios.</p><p><br></p><p><strong>Tratamento </strong></p><p>O tratamento pode ser difícil, porque algumas pessoas têm plena convicção de que seus delírios são verdadeiros e se recusam a procurar ajuda. Um bom relacionamento médico-paciente ajuda. Assim que esse relacionamento estiver criado, o médico pode incentivar aquelas pessoas que estão resistindo ao tratamento a iniciá-lo.</p><p>Pode ser necessária a hospitalização, se o médico considerar que o paciente é perigoso.</p><p>Geralmente, não são utilizados medicamentos antipsicóticos, ainda que eles às vezes tenham eficácia na redução dos sintomas.</p><p>Um objetivo do tratamento de longo prazo é desviar o foco de atenção do delírio para uma área mais construtiva e gratificante, embora essa seja uma meta difícil de ser alcançada.</p><p><br></p><p><strong>Medicação </strong></p><p>Os principais medicamentos usados para tratar o transtorno delirante são chamados antipsicóticos (neurolépticos). Os medicamentos incluem os seguintes:</p><p><br></p><p>Antipsicóticos de primeira geração (“típicos”): Profissionais de saúde utilizam esses medicamentos para tratar problemas de saúde mental desde meados da década de 1950. Esses medicamentos agem bloqueando os receptores de dopamina no cérebro. Acredita-se que a dopamina esteja envolvida no desenvolvimento de delírios. Os antipsicóticos de primeira geração incluem clorpromazina (Thorazine®), flufenazina (Prolixin®), haloperidol (Haldol®), tiotixeno (Navane®), trifluoperazina (Stelazine®), perfenazina (Trilafon®) e tioridazina (Mellaril®).</p><p>Antipsicóticos de segunda geração (“atípicos”) : Esses antipsicóticos mais recentes também são eficazes no tratamento dos sintomas do transtorno delirante. Eles agem bloqueando os receptores de dopamina e serotonina no cérebro. Esses medicamentos incluem risperidona (Risperdal®), clozapina (Clozaril®), quetiapina (Seroquel®), ziprasidona (Geodon®) e olanzapina (Zyprexa®). Esses medicamentos geralmente são mais bem tolerados do que os antipsicóticos de primeira geração.</p><p>Outros medicamentos que os profissionais de saúde podem prescrever para tratar o transtorno delirante incluem ansiolíticos e antidepressivos . Os ansiolíticos podem ajudar se a pessoa apresentar um nível muito alto de ansiedade e/ou problemas para dormir. Os antidepressivos podem ajudar a tratar a depressão, que frequentemente ocorre em pessoas com transtorno delirante.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 00:52:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561237612</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Vídeo sobre os tipos de Transtornos de Personalidades:</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561240087</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://youtu.be/Sl98j6PclA4?si=129H2jAFNsFEmzsl" />
         <pubDate>2025-08-30 00:58:28 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561240087</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Alucinações </title>
         <author>guilhermedonato1</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3561244036</link>
         <description><![CDATA[<p>Percepções na ausência de estímulos reais que a justifiquem. São vívidas e claras, com toda a força e o impacto sob controle voluntário do indivíduo que as apresenta.</p><p>Alucinações podem ocorrer em qualquer modalidade sensorial (visual, tátil, olfativa, gustativa, auditiva), no entanto as auditivas são as mais comuns na esquizofrenia e em transtornos relacionados. Alucinações não auditivas, muitas vezes, são indícios de problemas neurológicos, clínicos ou associados a quadros de abstinência de substâncias.</p><p>Algumas alucinações são consideradas experiências normais, não patológicas: as que ocorrem ao adormecer (chamadas hipnagógicas) ou ao acordar (chamadas hipnopômpicas), por exemplo.</p><p>Alucinações não auditivas, muitas vezes, são indícios de problemas neurológicos, clínicos ou associados a quadros de abstinência de substâncias.</p><p><br></p><p> </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-30 01:09:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Introdução sobre o tema</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562132245</link>
         <description><![CDATA[<p>Os transtornos de ansiedade englobam condições caracterizadas por medo e ansiedade excessivos, acompanhados de alterações comportamentais. O medo é uma resposta a ameaça iminente, enquanto a ansiedade refere-se à antecipação de uma ameaça futura. Embora se sobreponham, o medo está ligado à ativação do sistema de “luta ou fuga”, e a ansiedade à tensão e vigilância. Comportamentos de esquiva podem reduzir temporariamente esses sentimentos. Os ataques de pânico são uma forma distinta de resposta ao medo e ocorrem tanto em transtornos de ansiedade quanto em outros transtornos mentais.</p><p>Esses transtornos variam conforme os objetos ou situações que provocam medo, ansiedade ou esquiva, e pelas crenças associadas. Apesar da alta comorbidade entre eles, diferenciam-se pela análise detalhada das situações temidas e do conteúdo cognitivo. São considerados transtornos quando o medo ou ansiedade são excessivos ou persistem além do esperado para o desenvolvimento, geralmente por seis meses ou mais. A avaliação clínica é essencial, considerando o contexto cultural. Muitos surgem na infância e podem persistir sem tratamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 17:08:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Entre os principais transtornos, destacam-se:</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562134894</link>
         <description><![CDATA[<ul><li><p><strong>Ansiedade de separação</strong>: medo desproporcional da separação de figuras de apego.</p></li><li><p><strong>Mutismo seletivo</strong>: recusa em falar em situações sociais, apesar da fala em outros contextos.</p></li><li><p><strong>Fobia específica</strong>: medo intenso e irracional diante de objetos ou situações específicas.</p></li><li><p><strong>Ansiedade social</strong>: medo de ser avaliado negativamente em interações sociais.</p></li><li><p><strong>Transtorno do pânico</strong>: ataques de pânico recorrentes e medo persistente de novos episódios.</p></li><li><p><strong>Agorafobia</strong>: medo de situações onde seria difícil escapar ou obter ajuda em caso de sintomas de pânico.</p></li><li><p><strong>Ansiedade generalizada</strong>: preocupação excessiva com diversas áreas da vida, acompanhada de sintomas físicos e cognitivos.</p></li></ul><p>Há ainda os transtornos de ansiedade induzidos por substâncias/medicamentos ou por outra condição médica. Escalas específicas ajudam a avaliar a gravidade e evolução desses transtornos ao longo do tempo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 17:13:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtorno de Ansiedade de Separação</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562137700</link>
         <description><![CDATA[<p>O <strong>transtorno de ansiedade de separação</strong> é caracterizado por medo ou ansiedade excessivos e inadequados ao estágio de desenvolvimento, relacionados à separação de figuras de apego. Para diagnóstico, é necessário que pelo menos <strong>três sintomas</strong> estejam presentes, como: sofrimento ao se afastar de casa ou das figuras de apego, preocupação com perdas, relutância em sair de casa ou dormir sozinho, pesadelos e sintomas físicos diante da separação.</p><p>A duração mínima dos sintomas deve ser de <strong>quatro semanas em crianças</strong> e <strong>seis meses em adultos</strong>, causando prejuízo significativo no funcionamento social, acadêmico ou profissional. O diagnóstico só é feito quando não há explicação melhor por outros transtornos mentais.</p><p>Crianças com o transtorno podem demonstrar tristeza, apatia, dificuldades de concentração, sintomas físicos e comportamento de dependência. Também podem recusar-se a ir à escola e apresentar comportamentos agressivos diante da separação. Em adultos, é comum o desconforto com viagens, separação de filhos ou cônjuges e necessidade de checagem constante.</p><p>A <strong>prevalência</strong> é de cerca de 4% em crianças, 1,6% em adolescentes e até 1,9% em adultos. É o transtorno de ansiedade mais comum antes dos 12 anos e tende a diminuir com a idade, embora possa persistir ou reaparecer na vida adulta.</p><p>Seu <strong>início</strong> pode ocorrer na infância, geralmente com episódios de exacerbação e remissão. Pode surgir após eventos estressantes como perdas ou mudanças. Fatores genéticos, como alta herdabilidade, também estão associados.</p><p>É importante considerar <strong>aspectos culturais</strong> relacionados à valorização da interdependência familiar. Em meninas, o transtorno pode se manifestar com maior recusa escolar; nos meninos, de forma mais indireta. Há associação com risco aumentado de suicídio, especialmente quando comórbido a outros transtornos.</p><p>Entre as <strong>consequências</strong>, há limitação das atividades fora de casa e prejuízo na autonomia. O transtorno precisa ser diferenciado de outras condições, como transtornos de ansiedade, pânico, fobias, luto, transtornos depressivos, psicóticos e de personalidade.</p><p>Em crianças, é comórbido com transtorno de ansiedade generalizada e fobia específica; em adultos, com fobia específica, TOC, transtornos depressivos, bipolares e de personalidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 17:20:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562137700</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Mutismo Seletivo</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562139253</link>
         <description><![CDATA[<p>É um transtorno caracterizado pela incapacidade persistente de falar em situações sociais específicas onde se espera a fala (como na escola), apesar da criança falar normalmente em outras situações, geralmente em casa. Essa condição interfere no desempenho educacional, profissional ou na comunicação social, e dura pelo menos um mês.</p><p><strong>Características principais:</strong></p><ul><li><p>A criança não fala em interações sociais específicas, mesmo com amigos próximos ou familiares distantes.</p></li><li><p>Geralmente está associada à intensa ansiedade social.</p></li><li><p>Pode prejudicar o desempenho escolar, pois a criança não se comunica verbalmente com professores.</p></li><li><p>Crianças podem usar meios não verbais para se comunicar.</p></li></ul><p><strong>Características associadas:</strong></p><ul><li><p>Timidez extrema, medo do constrangimento, isolamento social, apego, comportamentos compulsivos ou opositores leves.</p></li><li><p>Geralmente, as habilidades linguísticas são normais, embora possa haver um transtorno da comunicação associado.</p></li><li><p>Frequentemente coexistem outros transtornos de ansiedade, especialmente transtorno de ansiedade social.</p></li></ul><p><strong>Prevalência:</strong></p><ul><li><p>Relativamente raro, varia de 0,03% a 1% dependendo do ambiente.</p></li><li><p>Mais comum em crianças pequenas, sem diferença significativa por sexo ou etnia.</p></li></ul><p><strong>Desenvolvimento:</strong></p><ul><li><p>Início geralmente antes dos 5 anos, mas pode ser identificado somente na escola.</p></li><li><p>O curso pode variar; alguns superam o mutismo, mas podem manter sintomas de ansiedade social.</p></li></ul><p><strong>Fatores de risco:</strong></p><ul><li><p>Temperamentais: inibição comportamental, afetividade negativa, histórico familiar de timidez e ansiedade.</p></li><li><p>Ambientais: pais superprotetores ou socialmente inibidos.</p></li><li><p>Genéticos e fisiológicos: possível sobreposição genética com transtorno de ansiedade social.</p></li></ul><p><strong>Considerações culturais:</strong></p><ul><li><p>Recusa em falar pode estar relacionada ao desconhecimento da língua, o que não caracteriza mutismo seletivo.</p></li></ul><p><strong>Consequências funcionais:</strong></p><ul><li><p>Prejuízo social e acadêmico, isolamento crescente e dificuldade em comunicar necessidades básicas na escola.</p></li><li><p>Pode ser uma estratégia para reduzir a ansiedade em situações sociais.</p></li></ul><p><strong>Diagnóstico diferencial:</strong></p><ul><li><p>Deve ser distinguido de transtornos da comunicação, transtornos do neurodesenvolvimento, esquizofrenia, e outros transtornos psicóticos.</p></li><li><p>Embora relacionado ao transtorno de ansiedade social, ambos podem coexistir e ser diagnosticados simultaneamente.</p></li></ul><p><strong>Comorbidades:</strong></p><ul><li><p>Frequentemente ocorre com outros transtornos de ansiedade (ansiedade social, ansiedade de separação, fobia específica).</p></li><li><p>Comportamentos opositores e transtornos da comunicação podem estar presentes.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 17:23:11 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fobia Específica</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562139638</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Critérios Diagnósticos:</strong></p><ul><li><p>Medo ou ansiedade intensa diante de um objeto ou situação específica (ex.: voar, alturas, animais, sangue).</p></li><li><p>Resposta imediata de medo/ansiedade ao estímulo.</p></li><li><p>Evitação ativa ou enfrentamento com sofrimento intenso.</p></li><li><p>Medo desproporcional ao perigo real e ao contexto sociocultural.</p></li><li><p>Persistência por pelo menos seis meses.</p></li><li><p>Causa sofrimento ou prejuízo significativo na vida do indivíduo.</p></li><li><p>Não explicada por outros transtornos mentais (como agorafobia, transtorno obsessivo-compulsivo, TEPT, ansiedade social, etc).</p></li></ul><p><strong>Especificadores:</strong></p><ul><li><p>Classificação conforme o estímulo (animais, ambiente natural, sangue-injeção-ferimentos, situacional, outro).</p></li><li><p>Múltiplas fobias são comuns e devem ser diagnosticadas separadamente.</p></li></ul><p><strong>Características Diagnósticas:</strong></p><ul><li><p>Medo circunscrito a estímulo específico, intenso e persistente.</p></li><li><p>Pode variar entre ansiedade antecipatória e ataques de pânico.</p></li><li><p>Evitação ativa, que pode ser óbvia ou sutil.</p></li><li><p>Reconhecimento do medo desproporcional pelo clínico, considerando o contexto sociocultural.</p></li><li><p>Em crianças, o medo pode se manifestar por choro, raiva, imobilidade ou apego; avaliação deve considerar estágio de desenvolvimento.</p></li></ul><p><strong>Fisiologia e Neurobiologia:</strong></p><ul><li><p>Respostas autonômicas aumentadas, variando conforme o tipo de fobia.</p></li><li><p>Envolvimento da amígdala e estruturas relacionadas no cérebro.</p></li></ul><p><strong>Prevalência:</strong></p><ul><li><p>Cerca de 7-9% em adultos nos EUA, similar na Europa; menor na Ásia, África e América Latina.</p></li><li><p>Mais comum em mulheres (2:1), exceto em fobia sangue-injeção-ferimentos, que afeta ambos os sexos igualmente.</p></li><li><p>Início geralmente na infância, entre 7 e 11 anos.</p></li></ul><p><strong>Desenvolvimento e Curso:</strong></p><ul><li><p>Pode surgir após eventos traumáticos, observação, ataques de pânico ou informações transmitidas.</p></li><li><p>Crianças apresentam manifestações diferentes e avaliação cuidadosa é necessária.</p></li><li><p>Na velhice, pode persistir, afetar qualidade de vida e estar associada a comorbidades médicas e demência.</p></li></ul><p><strong>Fatores de Risco:</strong></p><ul><li><p>Temperamentais (neuroticismo, inibição comportamental).</p></li><li><p>Ambientais (superproteção, perdas, abusos).</p></li><li><p>Genéticos, com tendência familiar em certas fobias específicas.</p></li></ul><p><strong>Aspectos Culturais:</strong></p><ul><li><p>Prevalência e conteúdo variam conforme grupos étnicos e culturais.</p></li></ul><p><strong>Risco de Suicídio:</strong></p><ul><li><p>Aumento no risco, geralmente associado a comorbidades.</p></li></ul><p><strong>Consequências Funcionais:</strong></p><ul><li><p>Prejuízo no funcionamento social, profissional e qualidade de vida.</p></li><li><p>Evitação pode levar a alterações significativas na vida do indivíduo.</p></li><li><p>Algumas fobias específicas, como sangue-injeção-ferimentos, dificultam o acesso a cuidados médicos.</p></li></ul><p><strong>Diagnóstico Diferencial:</strong></p><ul><li><p>Agorafobia, transtorno de ansiedade social, ansiedade de separação, transtorno de pânico, TOC, TEPT, transtornos alimentares, transtornos psicóticos.</p></li><li><p>Diagnóstico baseado na natureza e motivação do medo e na presença ou ausência de outros critérios clínicos.</p></li></ul><p><strong>Comorbidade:</strong></p><ul><li><p>Frequentemente associada a outros transtornos, como depressão, transtornos de ansiedade, transtornos de uso de substâncias e transtornos de personalidade.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 17:24:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562139638</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transtorno de Ansiedade Social (Fobia Social)</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562141134</link>
         <description><![CDATA[<p>Trata-se de um medo intenso de situações sociais onde o indivíduo pode ser avaliado negativamente, como falar em público ou interações sociais comuns. O medo pode estar ligado ao receio de parecer ansioso, tímido ou inadequado, e leva à evitação dessas situações ou ao enfrentamento com grande sofrimento. O transtorno dura pelo menos seis meses e causa prejuízos no funcionamento social, profissional ou acadêmico.</p><p>Existe um tipo “somente desempenho”, que afeta pessoas que têm medo apenas em situações de desempenho público, sem medo nas demais situações sociais. Sintomas físicos comuns incluem rubor, tremores e sudorese.</p><p>A prevalência varia, sendo cerca de 7% nos EUA e menor em outras regiões, com início geralmente na adolescência. Fatores genéticos, temperamento (como inibição comportamental) e ambiente contribuem para o desenvolvimento. O transtorno pode ser persistente e está associado a comorbidades como depressão, transtornos de ansiedade e uso de substâncias.</p><p>O diagnóstico deve ser diferenciado de timidez, agorafobia, fobias específicas, mutismo seletivo, transtornos depressivos e outros transtornos mentais ou médicos que podem apresentar sintomas semelhantes.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 17:28:26 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562141134</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transtorno de Pânico</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562141947</link>
         <description><![CDATA[<p>O transtorno de pânico é caracterizado por ataques de pânico <strong>inesperados e recorrentes</strong>, que são surtos súbitos de medo intenso atingindo o pico em minutos, com <strong>quatro ou mais sintomas físicos ou cognitivos</strong>, como palpitações, sudorese, tremores, falta de ar, medo de morrer ou enlouquecer. Pelo menos um ataque deve ser seguido por <strong>um mês ou mais</strong> de preocupação persistente com novos ataques ou mudanças comportamentais desadaptativas (evitação, restrições, etc.).</p><p>Os ataques <strong>inesperados</strong> diferem dos <strong>esperados</strong> (que têm gatilhos claros) e podem ocorrer até mesmo durante o sono (ataque noturno). A frequência e intensidade variam entre os indivíduos, e os sintomas podem ser completos ou limitados.</p><p>O transtorno tem início usual entre <strong>20 e 24 anos</strong>, sendo raro antes dos 14 ou após os 45. O curso costuma ser <strong>crônico</strong> e está frequentemente associado a outros transtornos (ansiedade, depressão, bipolaridade) e ao uso de substâncias. Indivíduos com o transtorno tendem a interpretar sintomas físicos leves como ameaçadores.</p><p><strong>Fatores de risco</strong> incluem: neuroticismo, sensibilidade à ansiedade, histórico de abuso, estressores recentes e genética. Condições como asma e histórico familiar de transtornos psiquiátricos também elevam o risco. Substâncias como cafeína ou drogas estimulantes podem desencadear ataques.</p><p><strong>Culturalmente</strong>, a forma como os ataques são percebidos ou atribuídos pode variar, influenciando se são vistos como esperados ou não (ex: “trúng gió”, “ataque de nervos”). O transtorno é mais prevalente em mulheres (2:1) e menos comum em alguns grupos étnicos.</p><p>Pode haver <strong>sérias consequências funcionais</strong>, como prejuízo social, profissional e uso excessivo de serviços médicos. O risco de <strong>suicídio</strong> é aumentado.</p><p><strong>Diagnóstico diferencial</strong> inclui outros transtornos de ansiedade, transtornos induzidos por substâncias, condições médicas (ex: hipertireoidismo), e transtornos psicóticos. Se os ataques ocorrem exclusivamente diante de situações específicas, o diagnóstico é outro (ex: fobia, TAG).</p><p><strong>Comorbidades</strong> são comuns, especialmente com agorafobia, depressão, bipolaridade e transtornos por uso de substâncias. Também há associação com condições médicas como arritmias, asma e síndrome do intestino irritável.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 17:29:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562141947</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Especificador de Ataque de Pânico</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562143056</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Definição:</strong><br>Ataque de pânico é um surto súbito de medo ou desconforto intenso que atinge o pico em minutos. Não é um transtorno mental por si só, mas pode ocorrer no contexto de diversos transtornos mentais ou condições médicas.</p><p><strong>Critérios diagnósticos:</strong><br>É necessário que ocorram <strong>quatro ou mais dos seguintes 13 sintomas</strong> durante o ataque:</p><ol><li><p>Palpitações ou taquicardia</p></li><li><p>Sudorese</p></li><li><p>Tremores ou abalos</p></li><li><p>Sensação de falta de ar ou sufocamento</p></li><li><p>Sensação de asfixia</p></li><li><p>Dor ou desconforto torácico</p></li><li><p>Náusea ou desconforto abdominal</p></li><li><p>Tontura, instabilidade, vertigem ou desmaio</p></li><li><p>Calafrios ou ondas de calor</p></li><li><p>Parestesias (formigamento ou dormência)</p></li><li><p>Desrealização ou despersonalização</p></li><li><p>Medo de perder o controle ou enlouquecer</p></li><li><p>Medo de morrer</p></li></ol><p><strong>Tipos de ataques de pânico:</strong></p><ul><li><p><strong>Esperado:</strong> quando há um gatilho reconhecível</p></li><li><p><strong>Inesperado:</strong> sem desencadeante aparente</p></li><li><p><strong>Noturno:</strong> ocorre ao acordar do sono em estado de pânico</p></li></ul><p><strong>Características:</strong></p><ul><li><p>O ataque deve atingir o pico de intensidade em poucos minutos</p></li><li><p>Pode ocorrer a partir de um estado calmo ou ansioso</p></li><li><p>Ataques com menos de quatro sintomas são chamados de ataques com sintomas limitados</p></li></ul><p><strong>Fatores de risco:</strong></p><ul><li><p>Temperamentais: afetividade negativa, sensibilidade à ansiedade</p></li><li><p>Ambientais: tabagismo, estressores recentes</p></li><li><p>História de episódios de medo anteriores</p></li></ul><p><strong>Prevalência:</strong></p><ul><li><p>Cerca de 11,2% dos adultos nos EUA apresentam ataques de pânico por ano</p></li><li><p>Mais comum em mulheres</p></li><li><p>Raro em crianças antes da puberdade e menos frequente em idosos</p></li></ul><p><strong>Comorbidades:</strong><br>Ataques de pânico podem ocorrer junto com diversos transtornos mentais como:</p><ul><li><p>Transtornos de ansiedade</p></li><li><p>Depressão</p></li><li><p>Transtorno bipolar</p></li><li><p>Transtornos por uso de substâncias</p></li><li><p>Transtornos de personalidade</p></li></ul><p><strong>Consequências funcionais:</strong></p><ul><li><p>Aumento da gravidade dos sintomas</p></li><li><p>Maior risco de suicídio</p></li><li><p>Maior uso de serviços de saúde</p></li><li><p>Piora na qualidade de vida</p></li></ul><p><strong>Diagnóstico diferencial:</strong></p><ul><li><p>Não deve ser confundido com episódios de raiva ou tristeza intensa</p></li><li><p>Deve-se investigar condições médicas (ex: arritmias, asma, disfunções endócrinas) e uso de substâncias</p></li><li><p>O ataque deve ser diferenciado do transtorno de pânico, que exige ataques inesperados recorrentes e outros critérios específicos</p></li></ul><p><strong>Questões culturais:</strong></p><ul><li><p>Sintomas como gritos, dor na nuca ou choro descontrolado podem aparecer em algumas culturas, mas não contam como critérios diagnósticos</p></li><li><p>Expectativas culturais influenciam a interpretação de ataques como esperados ou inesperados</p></li></ul><p><strong>Conclusão:</strong><br>Ataques de pânico são episódios intensos e breves de medo ou desconforto, com impacto significativo na vida da pessoa, mas não constituem um transtorno por si só. Seu reconhecimento é fundamental para diagnóstico e tratamento adequados dos transtornos associados.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-08-31 17:33:07 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562143056</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Agorafobia</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562144964</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Definição:</strong><br>Agorafobia é o medo ou ansiedade intensa em duas ou mais das seguintes situações:</p><ol><li><p>Uso de transporte público</p></li><li><p>Estar em espaços abertos</p></li><li><p>Estar em locais fechados</p></li><li><p>Estar em filas ou multidões</p></li><li><p>Estar fora de casa sozinho</p></li></ol><p><strong>Causa do medo:</strong><br>A pessoa teme essas situações por acreditar que escapar pode ser difícil ou que ajuda não estará disponível caso surjam sintomas do tipo pânico, incapacitação ou constrangimento.</p><p><strong>Critérios diagnósticos principais:</strong></p><ul><li><p>O medo/ansiedade aparece quase sempre nessas situações</p></li><li><p>Há esquiva ativa ou enfrentamento com forte desconforto</p></li><li><p>O medo é desproporcional ao perigo real</p></li><li><p>A duração é superior a seis meses</p></li><li><p>Causa prejuízo significativo na vida da pessoa</p></li><li><p>Não é melhor explicado por outro transtorno mental ou condição médica</p></li></ul><p><strong>Características associadas:</strong></p><ul><li><p>Em casos graves, a pessoa pode ficar confinada em casa</p></li><li><p>Pode haver abuso de álcool ou medicamentos como forma de automedicação</p></li><li><p>Sintomas depressivos são comuns</p></li></ul><p><strong>Prevalência:</strong></p><ul><li><p>Ocorre com mais frequência no fim da adolescência e início da vida adulta</p></li><li><p>Remissão completa é rara sem tratamento</p></li></ul><p><strong>Fatores de risco:</strong></p><ul><li><p><strong>Temperamentais:</strong> neuroticismo, sensibilidade à ansiedade</p></li><li><p><strong>Ambientais:</strong> perdas precoces, traumas, clima familiar de superproteção</p></li><li><p><strong>Genéticos:</strong> herdabilidade estimada em 61% (uma das mais altas entre fobias)</p></li></ul><p><strong>Curso:</strong></p><ul><li><p>Geralmente crônico</p></li><li><p>Pode surgir com ou sem ataques de pânico</p></li><li><p>Em crianças, o medo mais comum é ficar fora de casa sozinho</p></li><li><p>Em idosos, situações temidas incluem espaços abertos e filas</p></li></ul><p><strong>Consequências funcionais:</strong></p><ul><li><p>Grande prejuízo funcional e social</p></li><li><p>Mais de um terço dos afetados pode ficar totalmente restrito à própria casa</p></li></ul><p><strong>Diagnóstico diferencial:</strong></p><ul><li><p><strong>Fobia específica:</strong> medo restrito a uma situação</p></li><li><p><strong>Ansiedade de separação:</strong> medo relacionado à separação de figuras de apego</p></li><li><p><strong>Ansiedade social:</strong> medo de avaliação negativa</p></li><li><p><strong>Transtorno de pânico:</strong> agorafobia só se aplica se houver esquiva de 2+ situações</p></li><li><p><strong>TEPT e estresse agudo:</strong> esquiva relacionada ao trauma, não a múltiplas situações</p></li><li><p><strong>Depressão maior:</strong> esquiva por apatia, não por medo</p></li><li><p><strong>Condições médicas:</strong> medo só é agorafobia se desproporcional à ameaça real</p></li></ul><p><strong>Comorbidades comuns:</strong></p><ul><li><p>Transtorno de pânico</p></li><li><p>Fobias específicas</p></li><li><p>Transtorno de ansiedade social</p></li><li><p>Transtornos depressivos</p></li><li><p>TEPT (significa <strong>Transtorno de Estresse Pós-Traumático</strong>)</p></li><li><p>Transtornos por uso de álcool</p></li></ul><p><br>A agorafobia pode ser diagnosticada com ou sem transtorno de pânico. Ambos devem ser registrados se os critérios forem atendidos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 17:36:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtorno de Ansiedade Generalizada (TAG)</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562146061</link>
         <description><![CDATA[<p>O TAG é caracterizado por <strong>ansiedade e preocupação excessivas</strong>, persistentes e difíceis de controlar, que ocorrem na maioria dos dias por pelo menos <strong>6 meses</strong>. Essas preocupações abrangem diversas áreas da vida, como trabalho, saúde e finanças, e são desproporcionais ao risco real.</p><p><strong>Critérios principais:</strong></p><ul><li><p><strong>A preocupação é difícil de controlar</strong></p></li><li><p>Está presente <strong>na maioria dos dias por 6 meses ou mais</strong></p></li><li><p>Está associada a <strong>pelo menos 3 sintomas físicos ou mentais</strong> (1 em crianças):</p><ol><li><p>Inquietação</p></li><li><p>Cansaço fácil</p></li><li><p>Dificuldade de concentração</p></li><li><p>Irritabilidade</p></li><li><p>Tensão muscular</p></li><li><p>Problemas de sono</p></li></ol></li></ul><p><strong>Consequências:</strong></p><ul><li><p>Causa <strong>prejuízo significativo</strong> na vida pessoal, social ou profissional</p></li><li><p>É <strong>independente do uso de substâncias, doenças médicas ou outros transtornos mentais</strong></p></li></ul><p><strong>Características típicas:</strong></p><ul><li><p>Preocupações múltiplas, intensas, persistentes e muitas vezes sem causa clara</p></li><li><p>Comuns em mulheres, com início geralmente por volta dos 30 anos</p></li><li><p>Evolução crônica, com períodos de melhora e piora</p></li><li><p>Em crianças, aparece como perfeccionismo e necessidade constante de aprovação</p></li></ul><p><strong>Sintomas associados:</strong></p><ul><li><p>Tensão muscular, tremores, dores, náusea, diarreia</p></li><li><p>Fadiga constante, dificuldade de concentração e sono</p></li><li><p>Sintomas físicos são comuns, mas não tão intensos quanto no transtorno de pânico</p></li></ul><p><strong>Diferença entre ansiedade normal e TAG:</strong></p><ul><li><p>No TAG, as preocupações são mais <strong>frequentes, duradouras, intensas e incapacitantes</strong></p></li><li><p>Dificuldade em adiar ou controlar os pensamentos preocupantes</p></li></ul><p><strong>Diagnóstico diferencial:</strong></p><p>O TAG não deve ser confundido com:</p><ul><li><p>Transtornos induzidos por substâncias</p></li><li><p>Ansiedade causada por condição médica</p></li><li><p>Transtorno de ansiedade social, TOC, TEPT ou depressão</p></li></ul><p><strong>Comorbidades comuns:</strong></p><ul><li><p>Depressão</p></li><li><p>Outros transtornos de ansiedade</p></li><li><p>Em menor grau: uso de substâncias, transtornos do comportamento</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 17:39:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DIFERENÇA ENTRE: Transtorno de Ansiedade Induzido por Substância/Medicamento E Transtorno de Ansiedade Devido a Outra Condição Médica</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562147686</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Transtorno de Ansiedade Induzido por Substância/Medicamento:</strong><br>Ansiedade ou pânico causados diretamente pelo uso, abstinência ou efeito de uma substância ou medicamento. Os sintomas aparecem durante ou logo após o uso e não são melhor explicados por outro transtorno.</p><p><strong>Transtorno de Ansiedade Devido a Outra Condição Médica:</strong><br>Ansiedade ou pânico causados por uma condição médica (ex.: hipertireoidismo, arritmias). A causa é fisiológica, comprovada por exames ou história clínica, e os sintomas acompanham a evolução da doença.</p><p><strong>Diferença principal:</strong><br>Um é causado por substâncias/medicamentos, o outro por doenças médicas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 17:44:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Outro Transtorno de Ansiedade Especificado E Transtorno de Ansiedade Não Especificado</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3562148118</link>
         <description><![CDATA[<p>Outro Transtorno de Ansiedade Especificado (F41.8):</p><p>Usado quando há sintomas de ansiedade significativos, mas que não preenchem totalmente os critérios de um transtorno específico. O clínico informa o motivo (ex.: "ansiedade generalizada não ocorrendo na maioria dos dias").</p><p><br></p><p>Transtorno de Ansiedade Não Especificado (F41.9):</p><p>Usado quando há sintomas de ansiedade relevantes, mas o clínico não especifica o motivo ou não tem informações suficientes (ex.: em emergências).</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-08-31 17:45:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PSICOpatologia?!</title>
         <author>ma_riliaheman</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3563628983</link>
         <description><![CDATA[<p>Nuvem de Palavras</p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.menti.com/alhbvihvgsif"><sup>https://www.menti.com/alhbvihvgsif</sup></a></p><p><br></p><p><a rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.mentimeter.com/app/presentation/alppqgi2punetx263ysckg1d96q49ss3/edit?question=jnhymkn4x3oy"><sup><sub>https://www.mentimeter.com/app/presentation/alppqgi2punetx263ysckg1d96q49ss3/edit?question=jnhymkn4x3oy</sub></sup></a></p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/270818899/3178ec0fba80ec8dfa6f69925775db59/Nuvem_de_palavras.jpg" />
         <pubDate>2025-09-01 19:16:19 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtornos Mentais Induzidos por Substâncias/Medicamentos</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3571837649</link>
         <description><![CDATA[<p>Na maioria das vezes, esses problemas são temporários e melhoram com o tempo. No entanto, em alguns casos, o uso de drogas, certos remédios ou até toxinas pode deixar efeitos duradouros no cérebro, causando síndromes que persistem mesmo após a substância sair do corpo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://www.msdmanuals.com/pt/casa/dist%C3%BArbios-de-sa%C3%BAde-mental/transtornos-por-uso-de-subst%C3%A2ncias/considera%C3%A7%C3%B5es-gerais-sobre-transtornos-por-uso-de-subst%C3%A2ncias" />
         <pubDate>2025-09-06 19:22:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3571837649</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transtornos mentais induzidos por substâncias ou medicamentos</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3571841287</link>
         <description><![CDATA[<p>Surgem geralmente em situações de intoxicação ou abstinência por drogas, ou ainda com o uso de certos medicamentos, às vezes, mesmo nas doses corretas. Na maioria dos casos, esses transtornos são temporários e tendem a desaparecer em até um mês após o fim do uso da substância ou medicamento.</p><p>No entanto, existem exceções, como alguns transtornos neurocognitivos (ex: causados por álcool, inalantes, sedativos ou alucinógenos) que podem se tornar persistentes e deixar sequelas.</p><p>Além disso, algumas pessoas são mais vulneráveis a desenvolver esses transtornos, seja por predisposição genética, sensibilidade individual, ou pelo uso excessivo e frequente das substâncias. Se já houver um transtorno mental pré-existente, o uso dessas substâncias pode agravar ainda mais o quadro.</p><p>É importante destacar que os sintomas desses transtornos podem ser idênticos aos de transtornos mentais "independentes" (como depressão, ansiedade, psicoses), mas o tratamento e o prognóstico são diferentes. Por isso, é fundamental identificar corretamente a causa do transtorno, para garantir um diagnóstico e tratamento adequados.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-06 19:33:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3571841287</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transtornos Relacionados ao Álcool</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3571843679</link>
         <description><![CDATA[<p>Um padrão problemático de uso de álcool, levando a comprometimento ou sofrimento clinicamente</p><p>significativos, manifestado por pelo menos dois dos seguintes critérios, ocorrendo durante</p><p>um período de 12 meses:</p><p>1. Álcool é frequentemente consumido em maiores quantidades ou por um período mais longo</p><p>do que o pretendido.</p><p>2. Existe um desejo persistente ou esforços malsucedidos no sentido de reduzir ou controlar o</p><p>uso de álcool.</p><p>3. Muito tempo é gasto em atividades necessárias para a obtenção de álcool, na utilização de</p><p>álcool ou na recuperação de seus efeitos.</p><p>4. Fissura ou um forte desejo ou necessidade de usar álcool.</p><p>5. Uso recorrente de álcool, resultando no fracasso em desempenhar papéis importantes no</p><p>trabalho, na escola ou em casa.</p><p>6. Uso continuado de álcool, apesar de problemas sociais ou interpessoais persistentes ou</p><p>recorrentes causados ou exacerbados por seus efeitos.</p><p>7. Importantes atividades sociais, profissionais ou recreacionais são abandonadas ou reduzidas</p><p>em virtude do uso de álcool.</p><p>8. Uso recorrente de álcool em situações nas quais isso representa perigo para a integridade física.</p><p>9. O uso de álcool é mantido apesar da consciência de ter um problema físico ou psicológico</p><p>persistente ou recorrente que tende a ser causado ou exacerbado pelo álcool.</p><p>10. Tolerância, definida por qualquer um dos seguintes aspectos:</p><p>a. Necessidade de quantidades progressivamente maiores de álcool para alcançar a intoxicação</p><p>ou o efeito desejado.</p><p>b. Efeito acentuadamente menor com o uso continuado da mesma quantidade de álcool.</p><p>11. Abstinência, manifestada por qualquer um dos seguintes aspectos:</p><p>a. Síndrome de abstinência característica de álcool (consultar os Critérios A e B do conjunto</p><p>de critérios para abstinência de álcool, p. 499-500).</p><p>b. Álcool (ou uma substância estreitamente relacionada, como benzodiazepínicos) é consumido</p><p>para aliviar ou evitar os sintomas de abstinência.</p><p><br></p><p>Para especificar a gravidade: </p><p><strong>305.00 (F10.10) </strong>Leve: Presença de 2 ou 3 sintomas.</p><p><strong>303.90 (F10.20) </strong>Moderada: Presença de 4 ou 5 sintomas.</p><p><strong>303.90 (F10.20)</strong> Grave: Presença de 6 ou mais sintomas.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4228409229/67184f9d1cd6b6be28b2a015caf14cd9/transferir.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-06 19:41:08 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3571843679</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Características Diagnósticas</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3571851675</link>
         <description><![CDATA[<p>O transtorno por uso de álcool é caracterizado por um conjunto de sintomas comportamentais e físicos, como abstinência, tolerância e fissura. A abstinência surge entre 4 e 12 horas após a redução do consumo prolongado e excessivo, levando o indivíduo a continuar bebendo para aliviar os sintomas. Mesmo sintomas leves, como insônia, podem persistir por meses e favorecer recaídas. Com o tempo, a pessoa passa a dedicar grande parte do dia à busca e consumo de álcool. A fissura é marcada por um desejo intenso de beber, dificultando o foco em outras atividades. O desempenho profissional e familiar costuma ser prejudicado, com ausências e negligência. O álcool pode ser usado em situações perigosas, como dirigir embriagado. Apesar dos danos físicos, psicológicos e sociais, o consumo é mantido. São comuns “apagões”, doenças hepáticas e conflitos interpessoais. O transtorno compromete seriamente a vida do indivíduo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://biblioteca.observatoriosaudepublica.com.br/blog/consumo-alcool-no-brasil-em-alto-patamar-ha-mais-de10-anos/" />
         <pubDate>2025-09-06 20:00:48 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3571851675</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3571852535</link>
         <description><![CDATA[<p>O transtorno por uso de álcool pode estar associado ao uso de outras substâncias, como maconha, cocaína e ansiolíticos, e frequentemente vem acompanhado de depressão, ansiedade, insônia e problemas de conduta. O consumo excessivo afeta vários órgãos, especialmente o fígado, o coração, o estômago e o cérebro. Complicações comuns incluem gastrite, cirrose, pancreatite, hipertensão e risco aumentado de câncer. Também pode causar danos neurológicos, como perda de memória e dificuldades cognitivas. Em casos graves, leva à síndrome de Wernicke-Korsakoff, com prejuízo profundo na formação de novas memórias. O risco de suicídio aumenta, especialmente durante intoxicações graves ou episódios depressivos induzidos pelo álcool.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-06 20:03:26 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Via de Administração e Velocidade dos Efeitos da Substância
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582635724</link>
         <description><![CDATA[<p>As vias de administração que produzem a absorção mais rápida e eficiente na corrente sanguínea (p. ex., intravenosa, fumada, "cheirada") tendem a resultar em uma intoxicação mais intensa e em uma probabilidade maior de um padrão progressivo de uso da substância, levando à abstinência. De modo semelhante, substâncias de ação rápida têm maior probabilidade de produzir intoxicação imediata do que aquelas de ação mais lenta.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 22:29:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582635724</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Duração dos Efeitos
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582637025</link>
         <description><![CDATA[<p>Aas substâncias de ação relativamente curta tendem a ter um potencial mais alto para o desenvolvimento de abstinência do que aquelas de duração mais prolongada.</p><p><br/></p><p>Contudo, substâncias de ação mais prolongada tendem a apresentar abstinência de maior duração. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 22:32:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582637025</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582637466</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais:</strong> Impulsividade e busca por novidades são temperamentos individuais que estão relacionados à propensão a desenvolver um transtorno por uso de substância, mas podem, por si sós, ser determinados geneticamente.</p><p><strong>Ambientais:</strong> Como sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos são fármacos, um fator de risco fundamental está relacionado à disponibilidade dessas substâncias. Nos Estados Unidos, o padrão histórico de mau uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos está relacionado a amplos padrões de prescrição. Por exemplo, uma redução acentuada na prescrição de barbitúricos esteve associada a um aumento na prescrição de benzodiazepínicos. Fatores relativos a pares podem estar relacionados à predisposição genética em termos de como os indivíduos selecionam seu ambiente. Outros indivíduos com risco aumentado são pessoas com transtorno por uso de álcool que podem receber constantes prescrições em resposta a queixas de ansiedade ou insônia relacionadas ao álcool.</p><p><strong>Genéticos e fisiológicos: </strong>Como ocorre com outros transtornos por uso de substâncias, o risco de desenvolver transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos pode estar relacionado a fatores individuais, familiares, de pares, sociais e ambientais. Dentro dessas áreas, os fatores genéticos desempenham um papel particularmente importante tanto de forma direta quanto</p><p>indireta. De modo geral, ao longo do desenvolvimento, os fatores genéticos parecem contribuir mais para o início do transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos à medida que os</p><p>indivíduos passam pela puberdade e iniciam a vida adulta.</p><p><strong>Modificadores do curso: </strong>O início precoce do uso está associado a uma maior probabilidade de desenvolver transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 22:33:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582637466</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Introdução aos Transtornos do Humor</title>
         <author>emilynoflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582638925</link>
         <description><![CDATA[<p>Os transtornos de humor constituem um grupo de condições de saúde mental caracterizadas por períodos prolongados de alteração emocional significativa, que se manifestam principalmente como tristeza excessiva (depressão) ou euforia (mania). Essas condições diferem substancialmente das flutuações de humor cotidianas, que são respostas naturais a eventos da vida, como a tristeza diante de uma perda ou a felicidade em momentos de alegria. A distinção fundamental reside na intensidade, persistência e no impacto funcional desses estados emocionais.</p><p>Um transtorno de humor é diagnosticado quando a tristeza ou a euforia se tornam mais severas do que o considerado normal, são acompanhadas por outros sintomas específicos e comprometem a capacidade do indivíduo de funcionar em seu dia a dia. A classificação desses transtornos distingue entre os unipolares, que envolvem apenas episódios de depressão (ex: Transtorno Depressivo Maior), e os bipolares, que alternam episódios de depressão com mania ou hipomania. A compreensão desses transtornos é crucial, pois eles não apenas causam sofrimento emocional, mas também podem estar associados a riscos elevados, incluindo dificuldades em relacionamentos interpessoais e profissionais, além de um risco significativo de suicídio.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 22:36:46 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas à Cultura</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582640520</link>
         <description><![CDATA[<p>Juízos acerca do funcionamento da personalidade devem levar em conta os antecedentes étnicos,</p><p>culturais e sociais do indivíduo. Os transtornos da personalidade não devem ser confundidos</p><p>com problemas associados à aculturação após imigração ou à expressão de hábitos, costumes ou</p><p>valores religiosos e políticos professados pela cultura de origem do indivíduo. É útil para o</p><p>clínico, especialmente ao avaliar alguém com origem diferente da sua, obter mais informações</p><p>com pessoas que conheçam os antecedentes culturais do indivíduo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 22:41:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas ao Gênero</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582641536</link>
         <description><![CDATA[<p>Alguns transtornos da personalidade (p. ex., transtorno da personalidade antissocial) são diagnosticados com maior frequência em indivíduos do sexo masculino. Outros (p. ex., transtornos da personalidade borderline, histriônica e dependente) são diagnosticados mais frequentemente</p><p>em indivíduos do sexo feminino. Embora essas diferenças na prevalência provavelmente reflitam diferenças reais de gênero quanto à presença de tais padrões, os clínicos devem ter cautela para não superdiagnosticar ou subdiagnosticar alguns transtornos da personalidade em</p><p>mulheres ou homens devido a estereótipos sociais acerca de papéis e comportamentos típicos de gênero.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 22:43:53 UTC</pubDate>
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         <title>Classificação Internacional de Doenças (CID)</title>
         <author>emilynoflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582642776</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>F30 - Episódio Maníaco:</strong> Esta categoria descreve estados de humor elevado, expansivo ou irritável.</p><ul><li><p><strong>Hipomania (F30.0): </strong>Forma mais leve, com humor elevado, aumento de energia e atividade, mas sem comprometimento funcional grave.</p></li><li><p><strong><em>Mania sem sintomas psicóticos (F30.1): </em></strong>Humor elevado mais acentuado, com hiperatividade, redução da necessidade de sono e disfunção social ou profissional notável, mas sem alucinações ou delírios.</p></li><li><p><strong><em>Mania com sintomas psicóticos (F30.2):</em></strong> Inclui as características da mania, mas com a presença de delírios (geralmente de grandeza) ou alucinações.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>F31 - </strong>Transtorno Afetivo Bipolar: Caracterizado pela alternância de episódios de humor elevado (mania ou hipomania) e humor deprimido, com pelo menos dois episódios de perturbação de humor. As subdivisões especificam o estado atual do paciente e a presença de sintomas psicóticos.</p><p><br/></p><p><strong>F32 -</strong> Episódios Depressivos: Abrange episódios isolados de depressão.</p><ul><li><p><strong>Sintomas: </strong>Humor deprimido, perda de interesse e prazer (anedonia), diminuição de energia e aumento da fadiga. Acompanhado de sintomas somáticos, como alterações no sono e apetite, perda de peso e agitação.</p></li><li><p><strong>Gravidade:</strong> Classificado em leve (F32.0), moderado (F32.1) e grave (F32.2), com ou sem sintomas psicóticos (F32.3).</p></li></ul><p><br/></p><p><strong>F33 -</strong> Transtorno Depressivo Recorrente: Diagnóstico dado a indivíduos que tiveram múltiplos episódios depressivos, mas sem histórico de episódios de mania. A classificação também considera a gravidade do episódio atual.</p><p><br/></p><p><strong>F34 - </strong>Transtornos de Humor Persistentes: Refere-se a flutuações de humor crônicas, porém menos graves.</p><ul><li><p><strong>Ciclotimia (F34.0):</strong> Flutuações de humor persistentes e leves, alternando entre sintomas de hipomania e depressão.</p></li><li><p><strong><em>Distimia (F34.1): </em></strong>Humor cronicamente deprimido, que dura por anos, mas que não atende aos critérios para um episódio depressivo grave.</p><p><br/></p></li></ul><p><strong>F38 e F39:</strong> Categorias para outros transtornos do humor (F38) e transtornos do humor não especificados (F39), utilizados quando os sintomas não se encaixam de forma clara nas categorias anteriores.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 22:47:30 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582644644</link>
         <description><![CDATA[<p>Outros transtornos mentais e traços de personalidade. Muitos dos critérios específicos para transtornos da personalidade descrevem aspectos (p. ex., desconfiança, dependência, insensibilidade) que também caracterizam episódios de outros transtornos mentais. Um transtorno da personalidade deve ser diagnosticado apenas quando as características definidoras tenham surgido antes do começo da vida adulta, sejam típicas do funcionamento de longo prazo do indivíduo e não ocorram exclusivamente durante um episódio de outro transtorno mental. Pode ser particularmente difícil (e não particularmente útil) distinguir transtornos da personalidade de transtornos mentais persistentes, como um transtorno depressivo persistente com início precoce e curso duradouro e relativamente estável. Alguns transtornos da personalidade podem ter uma relação de "espectro" com outros transtornos mentais (p. ex.,transtorno da personalidade esquizotípica com esquizofrenia; transtorno da personalidade evitativa com transtorno de ansiedade social [fobia social]) com base em semelhanças fenomenológicas ou biológicas ou agregação familiar.</p><p>Transtornos da personalidade devem ser distinguidos de traços de personalidade que não atingem o limiar para um transtorno da personalidade. Traços de personalidade são diagnosticados como um transtorno da personalidade apenas quando são inflexíveis, mal-adaptativos e persistentes e causam prejuízo funcional ou sofrimento subjetivo significativos.</p><p>Transtornos psicóticos. Para os três transtornos da personalidade que podem ter relação com os transtornos psicóticos (i.e., paranoide, esquizoide e esquizotípica), existe um critério de exclusão que diz que o padrão comportamental não deve ter ocorrido exclusivamente durante o curso de</p><p>esquizofrenia, transtorno bipolar ou depressivo com sintomas psicóticos ou outro transtorno psicótico. Quando um indivíduo tem um transtorno mental persistente (p. ex., esquizofrenia) que foi precedido por um transtorno da personalidade preexistente, o transtorno da personalidade deve ser também registrado, seguido de "pré-mórbido" entre parênteses.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 22:52:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtornos Relacionados à Cafeína</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582645058</link>
         <description><![CDATA[<p>A. Consumo recente de cafeína (geralmente uma dose alta muito superior a 250 mg). </p><p><br/></p><p>B. Cinco (ou mais) dos seguintes sinais ou sintomas, desenvolvidos durante ou logo após o uso de cafeína: </p><ol><li><p>Inquietação;</p></li><li><p>Nervosismo;</p></li><li><p>Excitação;</p></li><li><p>Insônia;</p></li><li><p>Rubor facial;</p></li><li><p>Diurese;</p></li><li><p>Perturbação gastrintestinal;</p></li><li><p>Abalos musculares;</p></li><li><p>Fluxo errático do pensamento e do discurso;</p></li><li><p>Taquicardia ou arritmia cardíaca;</p></li><li><p>Períodos de energia inesgotável; </p></li><li><p>Agitação psicomotora;</p><p><br/></p></li></ol><p>C. Os sinais ou sintomas do Critério B causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p><p><br/></p><p>D. Os sinais e sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por outra substância.</p><p><br/></p><ul><li><p>A cafeína pode ser consumida a partir de uma variedade de fontes diferentes, entre elas café, chá, refrigerantes com cafeína, bebidas “energéticas”, analgésicos sem prescrição médica e remédios para resfriados, complementos energéticos (p. ex., bebidas), complementos para perda de peso e chocolate.</p></li></ul><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="http://vidasaudavel.einstein.br/efeitos-colaterais-da-cafeina/" />
         <pubDate>2025-09-12 22:53:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582646964</link>
         <description><![CDATA[<p> <strong>Transtorno Neurocognitivo</strong> é a perda ou diminuição da função mental, e é dividido em delírio (transtorno temporário e confuso) e demência (declínio grave e geralmente irreversível da cognição<strong>) </strong></p><p><strong>Delírio</strong>: Um estado agudo de confusão e desorientação, geralmente temporário, com alterações na atenção e cognição, que pode ser causado por infecções, medicamentos ou outras doenças. <strong>Demência</strong> (Transtorno Neurocognitivo Maior): Um declínio cognitivo grave que afeta a capacidade de realizar as atividades diárias.  <strong>A Doença de Alzheimer</strong> é uma doença neurodegenerativa progressiva e uma causa comum de demência.</p><p>Características: Causa deterioração da memória e de outras funções cognitivas, levando à perda de independência.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 22:58:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas:</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582648562</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>À Cultura: </strong>Na maioria das culturas, o álcool é a substância intoxicante usada com mais frequência e contribui consideravelmente para a morbidade e a mortalidade. Estima-se que 3,8% das mortes e 4,6% dos anos de vida perdidos por incapacidade em todo o mundo sejam decorrentes do álcool.</p><p>Polimorfismos de genes das enzimas metabolizadoras da álcool desidrogenase e aldeído - desidrogenase são observados sobretudo em asiáticos e afetam a resposta ao álcool. Ao consumir a substância, indivíduos com essas</p><p>variações genéticas podem exibir rubor na face e sentir palpitações, reações que podem ser tão graves a ponto de limitar ou impedir novas ingestões de álcool e reduzir o risco para transtorno por uso de álcool. Essas variações de genes são observadas em até 40% dos japoneses, chineses, coreanos e grupos relacionados em todo o mundo e estão associadas a menor risco de desenvolver o transtorno.</p><p>Apesar de pequenas variações quanto a itens individuais de cada critério, os critérios diagnósticos ajustam-se igualmente bem à maioria dos grupos raciais/étnicos.</p><p><br/></p><p><strong>Ao Gênero: </strong>Indivíduos do sexo masculino apresentam taxas mais elevadas de consumo de álcool e de transtornos relacionados do que os do sexo feminino. Contudo, como estes geralmente pesam menos que aqueles, têm mais gordura e menos água no corpo e metabolizam menos álcool no esôfago e no estômago, estão mais propensos a desenvolver níveis elevados de álcool no sangue por ingestão.</p><p>Indivíduos do sexo feminino cujo consumo é intenso também podem ser mais vulneráveis do que</p><p>os do sexo masculino às consequências físicas associadas ao álcool, incluindo doença hepática.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 23:02:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento e Curso</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582648941</link>
         <description><![CDATA[<p>De forma consistente com a meia-vida da cafeína, de aproximadamente 4 a 6 horas, geralmente há remissão dos sintomas de intoxicação durante o(s) primeiro(s) dia(s), e não há nenhuma consequência de longo prazo conhecida. </p><p><br></p><p>Contudo, indivíduos que consomem doses muito elevadas (i.e., 5-10 g) podem precisar de atenção médica imediata, uma vez que tais doses podem ser letais. </p><p><br></p><p>Com o avançar da idade, as reações à cafeína podem ser cada vez mais intensas, sendo que as queixas mais frequentes são interferência sobre o sono ou excitabilidade aumentada. </p><p><br></p><p>Observou-se intoxicação por cafeína entre jovens após o consumo de produtos com alto teor de cafeína, incluindo bebidas energéticas. </p><p><br></p><p>Crianças e adolescentes podem correr risco maior de intoxicação por cafeína devido ao baixo peso corporal, à ausência de tolerância e ao desconhecimento sobre os efeitos farmacológicos da substância.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 23:03:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comorbidade</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582651096</link>
         <description><![CDATA[<p>Doses de cafeína típicas da alimentação não estiveram consistentemente associadas a problemas médicos. Contudo, o uso pesado (p. ex., superior a 400 mg) pode causar ou exacerbar sintomas somáticos e de ansiedade e desconforto gastrintestinal. </p><p><br></p><p>No caso de doses extremamente elevadas e agudas de cafeína, convulsões tônico-clônicas e insuficiência respiratória podem resultar em morte. </p><p><br></p><p>O uso excessivo da substância está associado a transtornos depressivos, transtornos bipolares, transtornos alimentares, transtornos psicóticos e transtornos relacionados a substâncias, considerando que indivíduos com transtornos de ansiedade têm mais propensão a evitar a cafeína.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 23:09:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582651157</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Avaliação Clínica: </strong>O diagnóstico é baseado na história do paciente, exames físicos e testes de estado mental para avaliar memória, linguagem e outras funções cognitivas. </p><p>Exames Adicionais: Exames de sangue, neuroimagem (como tomografia ou ressonância magnética) e testes neurológicos são usados para identificar causas tratáveis (como deficiências de vitaminas, infecções, tumores) e para descartar condições reversíveis. </p><p>Diferenciação: Os médicos distinguem entre o Transtorno Neurocognitivo Menor (TNM), onde a função cognitiva está afetada, mas a independência não é comprometida, e o Transtorno Neurocognitivo Maior, que interfere nas atividades diárias.  <strong>A Doença de Alzheimer</strong> é uma doença neurodegenerativa progressiva e uma causa comum de demência.</p><p>Características: Causa deterioração da memória e de outras funções cognitivas, levando à perda de independência. <strong>Delírio: </strong>O tratamento foca em interromper ou reduzir medicamentos que podem causar o estado confusional, como certos sedativos, antipsicóticos e opioides. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 23:09:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Marcadores Diagnósticos</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582651243</link>
         <description><![CDATA[<p>Indivíduos cujo consumo mais intenso os faz correr maior risco de transtorno por uso de álcool podem ser identificados tanto por questionários padronizados como por elevações nos exames de sangue provavelmente observadas com consumo mais intenso da substância. O teste mais direto disponível para medir o consumo de álcool por observação transversal é a concentração de álcool no sangue, que também pode ser usado para estabelecer a tolerância ao álcool.</p><p>Outros marcadores diagnósticos relacionam-se aos sinais e sintomas que refletem as consequências habitualmente associadas ao consumo pesado persistente de álcool. Por exemplo, dispepsia, náusea e edema podem acompanhar gastrite, e hepatomegalia, varizes esofágicas e hemorroidas podem refletir alterações no fígado induzidas por álcool. Outros sinais físicos de consumo intenso incluem tremor, instabilidade na marcha, insônia e disfunção erétil. Indivíduos do sexo masculino com transtorno por uso de álcool crônico podem exibir redução no tamanho dos testículos e efeitos feminilizantes associados a níveis reduzidos de testosterona. O consumo repetido e intenso de álcool em indivíduos do sexo feminino está associado a irregularidades menstruais e, durante a gestação, aborto espontâneo e síndrome alcoólica fetal. Indivíduos com</p><p>história prévia de epilepsia ou traumatismo craniano grave estão mais propensos a desenvolver convulsões relacionadas ao álcool. A abstinência de álcool pode estar associada a náusea, vômitos, gastrite, hematêmese, boca seca, com edema no rosto e de manchada, e edema periférico discreto.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 23:10:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>PARANOIDE</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582651693</link>
         <description><![CDATA[<p>Indivíduos com esse transtorno creem que outras pessoas irão explorá-los, causar-lhes dano ou enganá-los, mesmo sem evidências que apoiem essa expectativa (Critério Al). Suspeitam, com base em pouca ou nenhuma evidência, de que outros estão tramando contra eles e podem atacá-los de repente, a qualquer momento e sem razão. Costumam achar que foram profunda e irreversivelmente maltratados por outra pessoa ou pessoas, mesmo na ausência de evidências objetivas para tal. São preocupados com dúvidas injustificadas acerca da lealdade ou confiança de seus amigos e sócios, cujas ações são examinadas minuciosamente em busca de evidências de intenções hostis (Critério A2). Qualquer desvio percebido da confiança ou lealdade serve de apoio a seus pressupostos subjacentes. Ficam tão surpresos quando um amigo ou sócio demonstra lealdade que não conseguem confiar ou crer nisso. Quando envolvidos em problemas, esperam que amigos e sócios os ataquem ou ignorem.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:11:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abstinência de Cafeína
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582651802</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Critérios Diagnósticos - 292.0 (F15.93) </strong></p><p><br></p><p>A. Uso diário prolongado de cafeína.</p><p><br></p><p>B. Cessação ou redução abrupta do uso de cafeína, seguida, no período de 24 horas, de três (ou mais) dos seguintes sinais ou sintomas: </p><ol><li><p>Cefaleia.</p></li><li><p>Fadiga ou sonolência acentuadas. </p></li><li><p>Humor disfórico, humor deprimido ou irritabilidade. </p></li><li><p>Dificuldade de concentração.</p></li><li><p>Sintomas gripais (náusea, vômitos ou dor/rigidez muscular). </p></li></ol><p><br></p><p>C. Os sinais ou sintomas do Critério B causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p><p><br></p><p>D. Os sinais ou sintomas não estão associados aos efeitos fisiológicos de outra condição médica (p. ex., enxaqueca, doença viral) nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por ou abstinência de outra substância.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 23:11:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtorno Bipolar e Transtornos Relacionados</title>
         <author>emilynoflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582652129</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Com Sintomas Ansiosos</em></strong></p><p>Este especificador destaca a presença de ansiedade durante episódios de humor. A sua inclusão é crucial, pois níveis elevados de ansiedade estão associados a um maior risco de suicídio, uma evolução mais longa da doença e uma resposta menos favorável ao tratamento.</p><p><br></p><ul><li><p><strong><em>Critério de Diagnóstico:</em></strong> Presença de pelo menos dois sintomas de ansiedade (nervosismo, inquietação, dificuldade de concentração por preocupação, medo de algo terrível, ou sensação de perda de controle) na maioria dos dias do episódio atual.</p></li><li><p><strong><em>Gravidade: </em></strong>A gravidade é classificada com base no número de sintomas: Leve (dois sintomas), Moderada (três), Moderada-grave (quatro ou cinco) e Grave (quatro ou cinco com agitação motora).</p><p><br></p></li></ul><p><strong><em>Com Características Mistas</em></strong></p><p>Este especificador é utilizado quando um episódio de humor (maníaco, hipomaníaco ou depressivo) apresenta sintomas da polaridade oposta. A identificação dessas características é um fator de risco significativo para o desenvolvimento de transtornos bipolares Tipo I e II.</p><p><br></p><ul><li><p><strong><em>Episódio Maníaco/Hipomaníaco com Características Mistas:</em></strong> O episódio atende a todos os critérios para mania ou hipomania, mas inclui pelo menos três sintomas depressivos (como humor deprimido, perda de prazer ou fadiga).</p></li><li><p><strong><em>Episódio Depressivo com Características Mistas:</em></strong> O episódio atende aos critérios para depressão maior, mas inclui pelo menos três sintomas maníacos/hipomaníacos (como humor elevado, autoestima inflada ou aumento de energia).</p><p><br></p></li></ul><p><strong><em>Com Ciclagem Rápida</em></strong></p><p>Este padrão é diagnosticado pela ocorrência de no mínimo quatro episódios de humor (mania, hipomania ou depressão) nos 12 meses anteriores.</p><p><br></p><ul><li><p><strong><em>Critérios:</em></strong> Os episódios devem ser demarcados por um período de remissão parcial ou total de, no mínimo, dois meses, ou por uma troca direta para um episódio de polaridade oposta.</p></li><li><p><strong><em>Importância:</em></strong> A ciclagem rápida não implica em sintomas diferentes, mas indica uma maior frequência de episódios, o que impacta o tratamento e o prognóstico.</p></li></ul><p><br></p><p><strong><em>Com Características Melancólicas</em></strong></p><p>Este especificador se aplica a episódios depressivos graves. É caracterizado por uma perda completa de prazer e reatividade a estímulos agradáveis, acompanhada por outros sintomas específicos.</p><p><br></p><ul><li><p><strong><em>Características Principais:</em></strong> Perda de prazer em todas as atividades, falta de reatividade do humor, piora da depressão pela manhã, despertar precoce, agitação/retardo psicomotor, anorexia e culpa excessiva.</p></li><li><p><strong><em>Particularidade: </em></strong>O humor deprimido é considerado "qualitativamente distinto" e mais grave, sendo comum em pacientes internados e em casos com características psicóticas.</p><p><br></p></li></ul><p><strong><em>Com Características Atípicas</em></strong></p><p>Este especificador se aplica a episódios depressivos maiores, e não indica que o quadro seja raro. Pelo contrário, essas características são bastante comuns e importantes de serem identificadas.</p><p><br></p><ul><li><p><strong><em>Características Principais:</em></strong> Reatividade do humor (melhora em resposta a eventos positivos), aumento de peso ou apetite, hipersonia (sono excessivo), "paralisia de chumbo" (sensação de peso nos membros) e sensibilidade à rejeição interpessoal.</p></li><li><p><strong><em>Relevância:</em></strong> A reatividade do humor é a característica central, diferenciando este subtipo de outras formas de depressão mais "clássicas".</p></li></ul><p><br></p><p><strong><em>Com Características Psicóticas</em></strong></p><p>Este especificador é utilizado quando delírios ou alucinações estão presentes durante o episódio.</p><p><br></p><ul><li><p><strong><em>Subtipos: </em></strong>Pode ser congruente com o humor (conteúdo psicótico alinhado com o estado de humor, como delírios de grandiosidade na mania) ou incongruente com o humor (conteúdo não alinhado, como delírios persecutórios em um episódio depressivo).</p><p><br></p></li></ul><p><strong><em>Com Catatonia</em></strong></p><p>Aplicável a episódios de mania ou depressão que apresentem sintomas de catatonia, como imobilidade, mutismo ou posturas bizarras.</p><p><br></p><p><strong><em>Com Início no Periparto</em></strong></p><p>Este especificador se refere a episódios de humor que se iniciam durante a gestação ou até quatro semanas após o parto.</p><p><br></p><ul><li><p><strong><em>Riscos: </em></strong>Mulheres com histórico de transtorno bipolar ou episódios de humor pós-parto anteriores têm risco aumentado.</p></li><li><p><strong>Sintomas:</strong> Os episódios podem ter ou não características psicóticas, sendo que quadros psicóticos pós-parto podem estar associados a delírios específicos de infanticídio, por exemplo.</p><p><br></p></li></ul><p><strong><em>Com Padrão Sazonal</em></strong></p><p>Este padrão é identificado por uma relação temporal regular entre o início e a remissão dos episódios de humor e uma época específica do ano, como a depressão que se inicia no outono/inverno e remite na primavera.</p><p><br></p><ul><li><p><strong><em>Critérios: </em></strong>O padrão deve ser observado por pelo menos dois anos, sem a ocorrência de episódios não sazonais.</p></li><li><p><strong><em>Características:</em></strong> Episódios depressivos sazonais frequentemente incluem hipersonia e aumento de apetite.</p><p><br></p></li></ul><p><strong><em>Especificadores de Curso e Gravidade</em></strong></p><ul><li><p><strong><em>Remissão Parcial:</em></strong> Sintomas estão presentes, mas não preenchem todos os critérios de um episódio completo.</p></li><li><p><strong><em>Remissão Completa:</em></strong> Nenhum sintoma significativo de humor esteve presente nos últimos dois meses.</p></li><li><p><strong><em>Gravidade (Leve, Moderada, Grave): </em></strong>A gravidade é determinada pela quantidade e intensidade dos sintomas, além do grau de prejuízo funcional causado.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:12:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582653226</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais:</strong></p><ul><li><p>Observou-se uso intenso de cafeína entre indivíduos com transtornos mentais, incluindo transtornos alimentares; fumantes; presidiários; e indivíduos que abusam de drogas e de álcool. Portanto, essas pessoas podem correr risco maior de abstinência de cafeína ao interromperem seu uso. </p></li></ul><p><br></p><p><strong>Ambientais: </strong></p><ul><li><p>A falta de disponibilidade de cafeína é um fator de risco ambiental para sintomas incipientes de abstinência. Embora a cafeína seja legal e de ampla disponibilidade, há condições nas quais seu uso pode ser restringido, como durante procedimentos médicos, gestação, hospitalização, determinação religiosa, guerra, viagem e participação em pesquisas. Essas circunstâncias ambientais externas podem precipitar síndrome de abstinência em indivíduos suscetíveis. </p></li></ul><p><br></p><p><strong>Genéticos e fisiológicos:</strong></p><ul><li><p>Fatores genéticos parecem aumentar a suscetibilidade à abstinência de cafeína, mas não foram identificados genes específicos. </p></li></ul><p><br></p><p><strong>Modificadores do curso:</strong></p><ul><li><p>Os sintomas de abstinência de cafeína normalmente desaparecem após 30 a 60 minutos de nova ingestão da substância. Doses significativamente inferiores às doses diárias habituais podem ser suficientes para impedir ou atenuar os sintomas de abstinência (p. ex., consumo de 25 mg por um indivíduo que costuma consumir 300 mg).</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:16:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consequências Funcionais do Transtorno por Uso de Álcool</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582654624</link>
         <description><![CDATA[<p>Entre elas estão a condução de veículos e a operação de máquinas, a escola e o trabalho, os relacionamentos e a comunicação interpessoais e a saúde. Transtornos relacionados ao álcool colaboram para absenteísmo no emprego, acidentes relacionados ao trabalho e baixa produtividade. As taxas são elevadas entre os sem-teto, talvez refletindo a queda vertiginosa no funcionamento social e profissional, embora a maioria dos</p><p>indivíduos com transtorno por uso de álcool continue a viver com suas famílias e a trabalhar.</p><p>O transtorno por uso de álcool está associado a aumento significativo no risco de acidentes, violência e suicídio</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 23:19:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582654891</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Alzheimer</strong></p><p>O que é: É um tipo específico de demência neurodegenerativa progressiva, que causa perda de memória, desorientação, alterações de linguagem, comportamento e funções cognitivas.</p><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><p>Feito por médico neurologista, psiquiatra ou geriatra, com base em história clínica, exames neurológicos, testes cognitivos (como o Mini Exame do Estado Mental), exames de sangue e imagem cerebral (tomografia, ressonância, PET-Scan).</p><p><strong>Tratamento:</strong></p><p>Não tem cura, mas pode ser controlado para retardar sintomas.</p><p>Profissionais: equipe multidisciplinar (neurologista/geriatra, psicólogo, fonoaudiólogo, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta).</p><p><strong>Medicação:</strong></p><p>Donepezila, Rivastigmina, Galantamina (inibidores da acetilcolinesterase).</p><p>Memantina (para estágios moderados a graves).</p><p>Periodicidade/dosagem: varia conforme o quadro e a prescrição médica, geralmente uso diário e contínuo.</p><p>Podem ser associados antidepressivos, ansiolíticos ou antipsicóticos em casos de agitação e depressão.</p><p><strong>Delírio:</strong></p><p><strong>O que é</strong>: Estado agudo e transitório de confusão mental, com alterações de atenção, percepção e consciência. É diferente da demência porque surge de repente e pode regredir se tratado.</p><p>Causas comuns: infecções (ex.: urinária, pulmonar), desidratação, uso de medicamentos, abstinência de álcool/drogas, problemas metabólicos.</p><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><p>Avaliação clínica por médico (clínico geral, psiquiatra ou geriatra), observando início súbito, flutuações ao longo do dia e alteração do nível de consciência.</p><p><strong>Tratamento:</strong></p><p>Tratar a causa de base (infecção, desequilíbrio metabólico, efeito de medicamento).</p><p>Em alguns casos, pode ser necessário uso de antipsicóticos em baixas doses (ex.: haloperidol, quetiapina, risperidona), sempre com prescrição médica.</p><p><strong>Medicação</strong>:</p><p>Uso pontual e em dose mínima necessária, nunca contínuo sem acompanhamento.</p><p><strong>Demência:</strong></p><p><strong>O que é:</strong> Termo geral para um conjunto de síndromes que afetam memória, linguagem, raciocínio e comportamento. O Alzheimer é apenas uma delas. Outras incluem demência vascular, demência frontotemporal, demência com corpos de Lewy etc.</p><p><strong>Diagnóstico:</strong></p><p>Feito por neurologista, geriatra ou psiquiatra, com exames clínicos, neuropsicológicos e de imagem.</p><p>Tratamento:</p><p>Sem cura, mas possível controlar sintomas e oferecer qualidade de vida.</p><p>Tratamento multidisciplinar (médico + equipe de apoio).</p><p><strong>Medicação</strong>:</p><p>Dependendo do tipo, podem ser usados os mesmos medicamentos do Alzheimer, além de remédios para sintomas específicos (antidepressivos, estabilizadores de humor).</p><p>Uso contínuo, monitorado regularmente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:20:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582656084</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Uso de álcool não patológico:</strong> O elemento principal do transtorno por uso de álcool é o uso de doses elevadas da substância que resultam em sofrimento significativo e repetido ou funcionamento prejudicado. Enquanto a maioria dos usuários às vezes consome álcool o suficiente para se sentir intoxicado, apenas uma minoria (menos de 20%) chega a desenvolver o transtorno.</p><p>Portanto, a ingestão de bebidas alcoólicas, mesmo que diariamente, em pequenas doses, e intoxicação eventual não fecham, por si sós, esse diagnóstico.</p><p><strong>Transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos: </strong>Os sinais e sintomas do transtorno por uso de álcool são semelhantes aos observados no transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos. Os dois devem ser distinguidos, entretanto, porque seu curso pode ser diferente, especialmente com relação a problemas médicos.</p><p><strong>Transtorno da conduta na infância e transtorno da personalidade antissocial na idade adulta: </strong>O transtorno por uso de álcool, em conjunto com outros transtornos por uso de substância,</p><p>é observado na maioria dos indivíduos com personalidade antissocial e transtorno da conduta preexistente. Como esses diagnósticos estão associados a início precoce do transtorno por uso de álcool, bem como a pior prognóstico, é importante estabelecer ambas as condições.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:24:01 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Comorbidade</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582657515</link>
         <description><![CDATA[<p>Transtornos bipolares, esquizofrenia e transtorno da personalidade antissocial estão associados a aumento acentuado da taxa de transtorno por uso de álcool, e vários transtornos depressivos e de ansiedade também podem estar relacionados ao transtorno por uso de álcool. </p><p>Intoxicação alcoólica</p><p>repetida e grave também pode suprimir os mecanismos imunológicos e predispor os indivíduos a infecções e aumentar o risco de câncer.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:27:51 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intoxicação por Álcool</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582658606</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Critérios Diagnósticos:</strong></p><p>A. Ingestão recente de álcool.</p><p>B. Alterações comportamentais ou psicológicas clinicamente significativas e problemáticas (p. ex. comportamento sexual ou agressivo inadequado, humor instável, julgamento prejudicado) desenvolvidas durante ou logo após a ingestão de álcool.</p><p>C. Um (ou mais) dos seguintes sinais ou sintomas, desenvolvidos durante ou logo após o uso de álcool:</p><p>1. Fala arrastada.</p><p>2. Incoordenação.</p><p>3. Instabilidade na marcha.</p><p>4. Nistagmo.</p><p>5. Comprometimento da atenção ou da memória.</p><p>6. Estupor ou coma.</p><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados</p><p>por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por outra substância.</p><p><br></p><p>Nota para codificação: O código da CID-9-MC é 303.00. O código da CID-10-MC depende da existência de comorbidade com transtorno por uso de álcool. Se houver transtorno por uso de álcool leve comórbido, o código da CID-10-MC é F10.129, e se houver transtorno por uso de álcool moderado ou grave comórbido, o código da CID-10 -MC é F10.229. Caso não haja comorbidade com transtorno por uso de álcool, então o código da CID-10-MC é F10.929.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:30:49 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico da Paranoide</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582658994</link>
         <description><![CDATA[<p>O transtorno da personalidade paranoide pode ser distinguido de transtorno delirante do tipo persecutório, da esquizofrenia e do transtorno bipolar ou depressivo com sintomas psicóticos pelo fato de esses transtornos serem todos caracterizados por um período de sintomas psicóticos persistentes (p. ex., delírios e alucinações). Para que um diagnóstico adicional de transtorno da personalidade paranoide seja dado, o transtorno da personalidade deve ter estado presente antes do aparecimento dos sintomas psicóticos e deve também persistir após a remissão dos sintomas psicóticos. Quando um indivíduo tem outro transtorno mental persistente (p. ex., esquizofrenia) que foi precedido por um transtorno da personalidade paranoide, o transtorno da personalidade deve ser também registrado, seguido de "pré-mórbido" entre parênteses. Mudança de personalidade devido a outra condição médica. O transtorno da personalidade paranoide deve ser distinguido de mudança de personalidade devido a outra condição médica, na qual os traços que emergem são atribuíveis aos efeitos diretos de outra condição médica no sistema nervoso central. Transtornos por uso de substância. O transtorno da personalidade paranoide deve ser distinguido de sintomas que podem se desenvolver em associação com o uso persistente de substância. Traços paranoides associados a deficiências físicas. O transtorno deve também ser distinguido de traços paranoides associados ao desenvolvimento de deficiências físicas (p. ex., deficiência auditiva). Outros transtornos da personalidade e traços de personalidade. Outros transtornos da personalidade podem ser confundidos com transtorno da personalidade paranoide, visto que têm algumas características comuns. Assim, é importante distinguir esses transtornos tendo como base suas diferenças quanto aos aspectos característicos. Entretanto, se um indivíduo tem aspectos de personalidade que atendem aos critérios para um ou mais de um transtorno da personalidade além do transtorno da personalidade paranoide, todos os demais transtornos podem ser diagnosticados. O transtorno da personalidade paranoide e o transtorno da personalidade esquizotípica compartilham os traços de desconfiança, distanciamento interpessoal e ideação paranoide, mas o transtorno da personalidade esquizotípica também inclui sintomas como pensamento mágico, experiências perceptivas incomuns e pensamento e discurso estranhos. Indivíduos com comportamentos que atendem aos critérios para transtorno da personalidade esquizoide costumam ser vistos como estranhos, excêntricos, frios e distantes, mas em geral não apresentam ideação paranoide acentuada. A tendência de indivíduos com transtorno da personalidade paranoide de reagir aos menores estímulos com raiva é também encontrada nos transtornos da personalidade borderline e histriônica. Esses transtornos, todavia, não estão necessariamente associados com desconfiança difusa. Pessoas com transtorno da personalidade evitativa podem também relutar em confiar nos outros, mas isso ocorre mais por medo de sentir vergonha ou inadequação do que por medo de intenções maldosas. Embora o comportamento antissocial possa estar presente em alguns indivíduos com transtorno da personalidade paranoide, isso não costuma ser motivado por um desejo de ganho pessoal ou de explorar os outros como no transtorno da personalidade antissocial, sendo a motivação mais frequente um desejo de vingança. Indivíduos com transtorno da personalidade narcisista podem ocasionalmente apresentar desconfiança, retraimento social ou alienação que se originam primariamente de medos de ter suas imperfeições ou falhas reveladas. Traços paranoides podem ser adaptativos, particularmente em ambientes ameaçadores. O transtorno da personalidade paranoide deve ser diagnosticado apenas quando tais traços são inflexíveis, mal-adaptativos e persistentes, além de causarem prejuízo funcional ou sofrimento subjetivo significativos.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:31:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>CONCEITOS NA ÁREA DA SAÚDE: TRANSTORNOS ALIMENTARES</title>
         <author>thaliabresulin2102</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582661254</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>ANOREXIA NERVOSA</em></strong> é um transtorno que provoca obsessão pela perda de peso, mesmo que, o individuo já esteja abaixo do peso. Causa medo excessivo e constante de engordar, conduzindo o individuo a manter condutas que interferem no ganho de peso.</p><p>O individuo que apresenta esse transtorno não reconhece a seriedade de suas ações, o que o leva a projetar que sempre está acima do peso. </p><p><br></p><p><strong><mark>CID-9-MC 307.1</mark></strong>: está dividido em dois subtipos:<br><br><strong><mark>(F50.01)</mark></strong> <strong>Tipo restritivo: </strong>Quando o indivíduo evita ao máximo ingerir alimentos, praticando ações como dietas rígidas, jejuns e exercícios físicos em excesso.</p><p><br></p><p><strong><mark>(F50.02)</mark></strong> <strong>Tipo compulsão alimentar purgativa: </strong>Quando o indivíduo além da restrição alimentar, possui compulsão alimentar, na qual ele se alimenta de maneira descontrolada e excessiva, em curtos períodos e após provoca situações de vômitos autoinduzidos ou uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas, para que assim perca peso.</p><p><br></p><p><br></p><p><strong><em>BULIMIA NERVOSA:</em></strong> é um transtorno que causa compulsão alimentar seguidos de comportamentos compensatórios e purgativos, na qual o individuo está na faixa normal de peso, ou acima dele. A Bulimia provoca compulsão alimentar, na qual o indivíduo se alimenta de maneira descontrolada e excessiva, em curtos períodos e após provoca situações de vômitos autoinduzidos ou uso indevido de laxantes, diuréticos ou enemas, realiza dietas, jejuns e exercícios, para que assim perca peso.</p><p><br></p><p><strong><mark>CID-9-MC 307.51</mark></strong></p><p><br></p><p><br></p><p><strong><em>COMPULSÃO ALIMENTAR:</em></strong> é um transtorno alimentar que provoca compulsão alimentar, na qual o individuo se alimenta de maneira descontrolada e excessiva, em curtos períodos. Após a compulsão alimentar, o indivíduo sente culpa e vergonha, porém não há presença de comportamentos compensatórios ou purgativos.</p><p><br></p><p><strong><mark>CID-9-MC 307.51</mark></strong></p><p><br></p><blockquote><p><br></p><ul><li><p><strong><em>NA ÁREA DA EDUCAÇÃO NÃO HÁ REGISTROS DE CONCEITOS DEFINIDOS. DE MODO A NÃO POSSUIR DIFEREÇAS ENTRE CONCEITOS NAS ÁREAS DE SAÚDE E EDUCAÇÃO.</em></strong></p></li></ul></blockquote>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-12 23:35:06 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582661254</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico da Paranoide</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582662873</link>
         <description><![CDATA[<p>Indivíduos com transtorno da personalidade paranoide são geralmente de difícil convivência e apresentam frequentes problemas nos relacionamentos íntimos. Sua desconfiança e hostilidade excessivas podem se expressar sob a forma de argumentações ostensivas, queixas recorrentes ou, ainda, indiferença calma e aparentemente hostil. Como são hipervigilantes em relação a ameaças potenciais, podem agir de maneira discreta, secreta ou indireta e parecer "frios" e sem sentimentos afetivos. Ainda que possam parecer objetivos, racionais e não emotivos, frequentemente demonstram labilidade afetiva, com predomínio de expressões hostis, inflexíveis e sarcásticas. Sua natureza combativa e desconfiada pode provocar uma resposta hostil em outras pessoas, a qual, então, serve para confirmar suas expectativas originais. Visto que indivíduos com o transtorno carecem de confiança nos outros, apresentam necessidade excessiva de autossuficiência e forte senso de autonomia. Precisam, ainda, de elevado grau de controle sobre as pessoas ao seu redor. Frequentemente são rígidos, críticos em incapazes de trabalhar em conjunto/embora eles mesmos tenham grande dificuldade de aceitar críticas. Podem culpar os outros por suas próprias deficiências. Devido à rapidez no contra-ataque em resposta às ameaças que percebem ao seu redor, podem ser beligerantes e frequentemente se envolver em disputas judiciais. Indivíduos com esse transtorno buscam confirmar suas ideias negativas preconcebidas em relação às pessoas e às situações com as quais se deparam, atribuindo motivações malévolas aos outros, as quais são projeções dos próprios medos. Podem apresentar fantasias irreais e pouco disfarçadas de grandeza, estão frequentemente ligados a questões de poder e posição e tendem a desenvolver estereótipos negativos dos outros, em especial aqueles de grupos populacionais diferentes do seu. Atraídos por formulações simplistas do mundo, costumam se precaver de situações ambíguas. Podem ser vistos como "fanáticos" e formar "cultos" ou grupos muito unidos com outros indivíduos que compartilham seus sistemas paranoides de crença. Especialmente em resposta ao estresse, indivíduos com esse transtorno podem apresentar episódios psicóticos breves (durando de minutos a horas). Em certos casos, o transtorno da personalidade paranoide pode surgir como o antecedente pré-mórbido de transtorno delirante ou esquizofrenia. Indivíduos com transtorno da personalidade paranoide podem desenvolver transtorno depressivo maior e podem estar sob risco aumentado de agorafobia e transtorno obsessivo-compulsivo. Transtornos por uso de álcool e outras substâncias ocorrem com frequência. Os transtornos da personalidade concomitantes mais comuns parecem ser: esquizotípica, esquizoide, narcisista, evitativa e borderline.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 23:39:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582662873</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Tratamento e medicação</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582663257</link>
         <description><![CDATA[<p>Não definidos pela DSM!</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-12 23:40:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582663257</guid>
      </item>
      <item>
         <title>ANTISSOCIAL</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582679594</link>
         <description><![CDATA[<p>O padrão de comportamento antissocial continua até a vida adulta. Indivíduos com transtorno da personalidade antissocial não têm êxito em ajustar-se às normas sociais referentes a comportamento legal (Critério Al). Podem repetidas vezes realizar atos que são motivos de detenção (estando já presos ou não), como destruir propriedade alheia, assediar outras pessoas, roubar ou ter ocupações ilegais. Pessoas com esse transtorno desrespeitam os desejos, direitos ou sentimentos dos outros. Com frequência, enganam e manipulam para obter ganho ou prazer pessoal (p. ex., conseguir dinheiro, sexo ou poder) (Critério A2). Podem mentir reiteradamente, usar nomes falsos, trapacear ou fazer maldades. Um padrão de impulsividade pode ser manifestado por fracasso em fazer planos para o futuro (Critério A3). As decisões são tomadas no calor do momento, sem análise e sem consideração em relação às consequências a si ou aos outros; isso pode levar a mudanças repentinas de emprego, moradia ou relacionamentos. Indivíduos com o transtorno tendem a ser irritáveis e agressivos e podem envolver-se repetidamente em lutas corporais ou cometer atos de agressão física (inclusive espancamento de cônjuge ou filho (Critério A4). (Atos agressivos necessários para defesa própria ou de outra pessoa não são considerados evidência para esse item.) Essas pessoas ainda demonstram descaso pela própria segurança ou pela de outros (Critério A5). Isso pode ser visto no comportamento na direção (i.e., velocidade excessiva recorrente, direção sob intoxicação, múltiplos acidentes). Podem se envolver em comportamento sexual ou uso de substância com alto risco de consequências nocivas. Podem negligenciar ou falhar em cuidar de uma criança a ponto de colocá-la em perigo.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4228437335/bb1831fd8ce2497045230a77c09ced79/WhatsApp_Image_2025_09_12_at_21_17_09.jpeg" />
         <pubDate>2025-09-13 00:21:29 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582679594</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnótico Antissocial</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582681148</link>
         <description><![CDATA[<p>Transtorno da personalidade antissocial é um padrão difuso de indiferença e violação dos direitos dos outros, o qual surge na infância ou no início da adolescência e continua na vida adulta. Esse padrão também já foi referido como psicopatia, sociopatia ou transtorno da personalidade dissociai. Visto que falsidade e manipulação são aspectos centrais do transtorno da personalidade antissocial, pode ser especialmente útil integrar informações adquiridas por meio de avaliações clínicas sistemáticas e informações coletadas de outras fontes colaterais. Para que esse diagnóstico seja firmado, o indivíduo deve ter no mínimo 18 anos de idade (Critério B) e deve ter apresentado alguns sintomas de transtorno da conduta antes dos 15 anos (Critério C). O transtorno da conduta envolve um padrão repetitivo e persistente de comportamento no qual os direitos básicos dos outros ou as principais normas ou regras sociais apropriadas à idade são violados. Os comportamentos específicos característicos do transtorno da conduta encaixam-se em uma de quatro categorias: agressão a pessoas e animais, destruição de propriedade, fraude ou roubo ou grave violação a regras.</p><p>O padrão de comportamento antissocial continua até a vida adulta. Indivíduos com transtorno da personalidade antissocial não têm êxito em ajustar-se às normas sociais referentes a comportamento legal (Critério Al). Podem repetidas vezes realizar atos que são motivos de detenção (estando já presos ou não), como destruir propriedade alheia, assediar outras pessoas, roubar ou ter ocupações ilegais. Pessoas com esse transtorno desrespeitam os desejos, direitos ou sentimentos dos outros. Com frequência, enganam e manipulam para obter ganho ou prazer pessoal (p. ex., conseguir dinheiro, sexo ou poder) (Critério A2). Podem mentir reiteradamente, usar nomes falsos, trapacear ou fazer maldades. Um padrão de impulsividade pode ser manifestado por fracasso em fazer planos para o futuro (Critério A3). As decisões são tomadas no calor do momento, sem análise e sem consideração em relação às conseqüências a si ou aos outros; isso pode levar a mudanças repentinas de emprego, moradia ou relacionamentos. Indivíduos com o transtorno tendem a ser irritáveis e agressivos e podem envolver-se repetidamente em lutas corporais ou cometer atos de agressão física (inclusive espancamento de cônjuge ou filho) (Critério A4). (Atos agressivos necessários para defesa própria ou de outra pessoa não são considerados evidência para esse item.) Essas pessoas ainda demonstram descaso pela própria segurança ou pela de outros (Critério A5). Isso pode ser visto no comportamento na direção (i.e., velocidade excessiva recorrente, direção sob intoxicação, múltiplos acidentes). Podem se envolver em comportamento sexual ou uso de substância com alto risco de conseqüências nocivas. Podem negligenciar ou falhar em cuidar de uma criança a ponto de colocá-la em perigo. Indivíduos com o transtorno da personalidade antissocial também tendem a ser reiterada e extremamente irresponsáveis (Critério A6). Comportamento laborai irresponsável pode ser indicado por períodos significativos de desemprego, a despeito de haver oportunidades de trabalho disponíveis, ou por abandono de vários empregos sem um plano realista de obtenção de outro. Pode também haver um padrão de repetidas ausências ao trabalho que não são explicadas por doença própria ou de familiar. Irresponsabilidade financeira é indicada por atos como inadimplência, fracasso em sustentar regularmente os filhos ou outros dependentes. Indivíduos com o transtorno demonstram pouco remorso pelas conseqüências de seus atos (Critério A7). Podem ser indiferentes a ter ferido, maltratado ou roubado alguém, racionalizando de modo superficial essas situações (p. ex., "a vida é injusta", "perdedores merecem perder"). Esses indivíduos podem culpar as vítimas por serem tolas, desamparadas ou merecedoras de seu destino (p. ex., "ele já esperava por isso de qualquer forma"); podem minimizar as conseqüências danosas de seus atos ou ainda simplesmente demonstrar total indiferença. Em geral, fracassam em compensar ou fazer reparações em razão do seu comportamento. Podem achar que todo mundo deve "ajudar o número um" e que se deve fazer qualquer coisa para evitar ser incomodado. O comportamento antissocial não deve ocorrer exclusivamente durante o curso de esquizofrenia ou transtorno bipolar (Critério D).</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-13 00:25:46 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582681148</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico Antissocial</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582682728</link>
         <description><![CDATA[<p>Indivíduos com transtorno da personalidade antissocial frequentemente carecem de empatia e tendem a ser insensíveis, cínicos e desdenhosos em relação aos sentimentos, direitos e sofrimentos dos outros. Podem ter autoconceito inflado e arrogante (p. ex., sentem que o trabalho comum</p><p>cotidiano está abaixo deles ou carecem de uma preocupação real a respeito dos seus problemas do momento ou a respeito de seu futuro) e podem ser excessivamente opiniáticos, autoconfiantes ou convencidos. Podem exibir um charme desinibido e superficial e podem ser muito volúveis e verbalmente fluentes (p. ex., usar termos técnicos ou jargão que podem impressionar uma pessoa que desconhece o assunto). Falta de empatia, autoapreciação inflada e charme superficial são aspectos que têm sido comumente incluídos em concepções tradicionais da psicopatia e que</p><p>podem ser particularmente característicos do transtorno e mais preditivos de recidiva em prisões ou ambientes forenses, onde atos criminosos, delinquentes ou agressivos tendem a ser inespecíficos. Esses indivíduos podem, ainda, ser irresponsáveis e exploradores nos seus</p><p>relacionamentos sexuais. Podem ter história de vários parceiros sexuais e jamais ter mantido um relacionamento monogâmico. Como pais, podem ser irresponsáveis, conforme evidenciado por</p><p>desnutrição de um filho, doença de um filho resultante de falta de higiene mínima, dependência de vizinho.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-13 00:28:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tratamento e medicação:</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582683187</link>
         <description><![CDATA[<p>Não definidos pela DSM!</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-13 00:30:07 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Características Diagnósticas</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582685280</link>
         <description><![CDATA[<p>A característica essencial da intoxicação por álcool consiste na presença de alterações comportamentais ou psicológicas clinicamente significativas e problemáticas que se desenvolvem durante ou logo após a ingestão de álcool. Essas alterações são acompanhadas por evidências de prejuízo no funcionamento</p><p>e no julgamento e, caso a intoxicação seja intensa, podem resultar em coma potencialmente letal. Os níveis de incoordenação podem interferir na capacidade de conduzir veículos e de realizar atividades habituais a ponto de causar acidentes.</p>]]></description>
         <enclosure url="https://linhasdecuidado.saude.gov.br/portal/transtornos-por-uso-de-alcool-no-adulto/situacoes-agudas/" />
         <pubDate>2025-09-13 00:34:52 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desenvolvimento e Curso</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582686880</link>
         <description><![CDATA[<p>A intoxicação costuma ocorrer como um episódio que normalmente se desenvolve ao longo de minutos a horas e tem duração típica de várias horas, sendo que a prevalência mais alta ocorre entre os 18 e os 25 anos. A frequência e a intensidade costumam diminuir com o avanço da idade.</p><p>Quanto mais cedo o início de intoxicações regulares, maior a probabilidade de que o indivíduo desenvolva transtorno por uso de álcool.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-13 00:38:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582687487</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais:</strong> Episódios de intoxicação por álcool aumentam com as características da personalidade de busca de sensações e impulsividade.</p><p><strong>Ambientais: </strong>Episódios de intoxicação por álcool aumentam em ambientes onde há consumo intenso de bebidas alcoólicas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-13 00:40:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>BORDERLINE</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582688626</link>
         <description><![CDATA[<p>A personalidade borderline é um padrão difuso de instabilidade das relações interpessoais, da autoimagem e de afetos e de impulsividade acentuada que surge no começo da vida adulta e está presente em vários contextos. Indivíduos com o transtorno da personalidade borderline tentam de tudo para evitar abandono real ou imaginado (Critério 1). A percepção de uma separação ou rejeição iminente ou a perda de estrutura externa podem levar a mudanças profundas na autoimagem, no afeto, na cognição e no comportamento. Esses indivíduos são muito sensíveis às circunstâncias ambientais. Vivenciam medos intensos de abandono e experimentam raiva inadequada mesmo diante de uma separação de curto prazo realística ou quando ocorrem mudanças inevitáveis de planos (p. ex., desespero repentino em reação ao aviso do clínico de que a consulta acabou; pânico ou fúria quando alguém importante para eles se atrasa alguns minutos ou precisa cancelar um compromisso)</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 00:42:34 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Borderline</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582689796</link>
         <description><![CDATA[<p>Esses indivíduos podem achar que esse "abandono" implica que eles são "maus". Tais medos de abandono têm relação com intolerância a ficar só e necessidade de ter outras pessoas ao redor. Os esforços desesperados para evitar o abandono podem incluir ações impulsivas como automutilação ou comportamentos suicidas, os quais são descritos separadamente no Critério 5. As pessoas com transtorno da personalidade borderline apresentam um padrão de relacionamentos instável e intenso (Critério 2). Podem idealizar cuidadores ou companheiros potenciais em um primeiro ou segundo encontro, exigir ficar muito tempo juntos e partilhar os detalhes pessoais mais íntimos logo no início de um relacionamento. Entretanto, podem mudar rapidamente da idealização à desvalorização, sentindo que a outra pessoa não se importa o suficiente, não dá o suficiente e não está "presente" o suficiente. Esses indivíduos podem empatizar e cuidar de outros, mas somente com a expectativa de que o outro estará presente quando chamado, em uma espécie de troca para atender às suas próprias necessidades. Estão propensos a mudanças dramáticas e repentinas na sua forma de enxergar os outros, que podem ser vistos alternadamente como apoiadores benevolentes ou como punidores cruéis. Tais mudanças, em geral, refletem desilusão com um cuidador cujas qualidades de dedicação haviam sido idealizadas ou cuja rejeição ou abandono era esperado. Pode ocorrer uma perturbação da identidade, caracterizada por instabilidade acentuada e persistente da imagem ou da percepção de si mesmo (Critério 3). Há mudanças súbitas e dramáticas na autoimagem, caracterizadas por metas, valores e aspirações vocacionais inconstantes. Podem ocorrer mudanças súbitas em opiniões e planos sobre carreira profissional, identidade sexual, valores e tipos de amigos. Esses indivíduos podem repentinamente mudar de um papel de suplicantes necessitados de ajuda para o papel de vingadores justos de maus-tratos passados. Embora costumem ter uma autoimagem baseada em serem maus, indivíduos com esse transtorno podem por vezes apresentar sentimentos de que eles mesmos não existem. Tais experiências ocorrem geralmente em situações nas quais o indivíduo sente falta de relações significativas, de cuidado e de apoio. Podem demonstrar um desempenho pior em situações não estruturadas de trabalho ou estudo. Indivíduos com transtorno da personalidade borderline mostram impulsividade em pelo menos duas áreas potencialmente autodestrutivas (Critério 4). Podem apostar, gastar dinheiro de forma irresponsável, comer compulsivamente, abusar de substâncias, envolver-se em sexo desprotegido ou dirigir de forma imprudente. Apresentam recorrência de comportamento, gestos ou ameaças suicidas ou de comportamento de automutilação (Critério 5). Suicídio ocorre em 8 a 10% de tais indivíduos, sendo que atos de automutilação (p. ex., cortes ou queimaduras) e ameaças e tentativas de suicídio são muito comuns. A ideação suicida recorrente é com frequência a razão pela qual essas pessoas buscam ajuda. Esses atos autodestrutivos são geralmente precipitados por ameaças de separação ou rejeição ou por expectativas de que o indivíduo assuma maiores responsabilidades. A automutilação pode ocorrer durante experiências dissociativas e com frequência traz alívio por reafirmar a capacidade do indivíduo de sentir ou por expiar a sensação de ser uma má pessoa. Indivíduos com o transtorno podem demonstrar instabilidade afetiva devido a acentuada reatividade do humor (p. ex., disforia episódica, irritabilidade ou ansiedade intensa com duração geralmente de poucas horas e apenas raramente com duração de mais do que alguns dias) (Critério 6). O humor disfórico basal dos que têm esse transtorno é amiúde interrompido por períodos de raiva, pânico ou desespero e é raramente aliviado por períodos de bem-estar ou satisfação. Esses episódios podem refletir a extrema reatividade do indivíduo a estresses interpessoais. Indivíduos com o transtorno podem ser perturbados por sentimentos crônicos de vazio (Critério 7). Facilmente entediados, podem estar constantemente buscando algo para fazer. Com frequência expressam raiva inadequada e intensa ou têm dificuldades em controlá-la (Critério 8). Podem demonstrar sarcasmo extremo, amargura persistente ou ter explosões verbais. A raiva é geralmente provocada quando um cuidador ou companheiro é visto como negligente, contido, despreocupado ou como alguém que abandona. Tais expressões de raiva costumam ser seguidas de vergonha e culpa, contribuindo para o sentimento de ter sido mau. Durante períodos de estresse extremo, podem ocorrer ideação paranoide ou sintomas dissociativos transitórios (p. ex., despersonalização) (Critério 9), embora sejam, em geral, de gravidade ou duração insuficiente para levar a um diagnóstico adicional. Esses episódios ocorrem mais frequentemente em dono real ou,imaginado. Os sintomas tendem a ser passageiros, durando de minutos a horas. O retorno real ou percebido da dedicação do cuidador pode resultar em remissão dos sintomas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 00:45:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582689796</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas à Cultura e ao Gênero </title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582690373</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>À CULTURA: </strong>O uso do álcool varia conforme diferenças culturais: algumas culturas e subgrupos incentivam o consumo em festas, datas comemorativas e eventos religiosos, enquanto outros o desencorajam fortemente, como certos grupos religiosos.</p><p> </p><p><strong>AO GÊNERO: </strong>Historicamente, em muitas sociedades ocidentais, o consumo de álcool e a embriaguez são mais tolerados</p><p>em indivíduos do sexo masculino, mas diferenças de gênero como esta parecem ter-se tornado muito menos relevantes recentemente, sobretudo durante a adolescência e no início da idade adulta.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 00:46:23 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582690373</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582691380</link>
         <description><![CDATA[<p>Indivíduos com transtorno da personalidade borderline podem ter um padrão de sabotagem pessoal no momento em que uma meta está para ser atingida (p. ex., abandono da escola logo</p><p>antes da formatura; regressão grave após conversa sobre os bons rumos da terapia; destruição de um relacionamento bom exatamente quando está claro que ele pode durar). Alguns indivíduos desenvolvem sintomas semelhantes à psicose (p. ex., alucinações, distorções da imagem corporal, ideias de referência, fenômenos hipnagógicos) em momentos de estresse. Indivíduos com esse transtorno podem se sentir mais protegidos junto a objetos transicionais (i.e., animal de estimação ou objeto inanimado) do que em relacionamentos interpessoais. Pode ocorrer morte prematura por suicídio em indivíduos com o transtorno, especialmente naqueles em que há ocorrência simultânea de transtornos depressivos ou transtornos por uso de substância. Deficiências físicas podem resultar de comportamentos de abuso autoinfligidos ou de tentativas</p><p>fracassadas de suicídio. Perdas de emprego recorrentes, interrupção da educação e separação ou divórcio são comuns. Abuso físico e sexual, negligência, conflito hostil e perda parental prematura são mais comuns em histórias de infância daqueles com o transtorno da personalidade borderline. Transtornos comuns de se observar concomitantemente incluem transtornos depressivo e bipolar, transtornos por uso de substância, transtornos alimentares (sobretudo bulimia nervosa), transtorno de estresse pós-traumático e transtorno de déficit de atenção/hiperatividade. O transtorno da personalidade borderline também ocorre frequentemente com outros transtornos da personalidade.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-13 00:48:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582691380</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582692934</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Outras condições médicas: </strong>Várias condições médicas (p. ex., acidose diabética) e neurológicas (p. ex., ataxia cerebelar, esclerose múltipla) podem se assemelhar temporariamente à intoxicação</p><p>por álcool.</p><p><strong>Intoxicação por sedativos: </strong>A intoxicação por sedativos e outras drogas pode ser confundida com a intoxicação por álcool, pois apresentam sintomas semelhantes. O diagnóstico correto exige exames clínicos, testes toxicológicos e histórico detalhado, já que, ao contrário do álcool, essas substâncias não deixam odor característico.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 00:51:53 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Abstinência de Álcool</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582695524</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Critérios Diagnósticos: </strong></p><p>A. Cessação (ou redução) do uso pesado e prolongado de álcool.</p><p>B. Dois (ou mais) dos seguintes sintomas, desenvolvidos no período de algumas horas a alguns dias após a cessação (ou redução) do uso de álcool descrita no Critério A:</p><p>1. Hiperatividade autonômica (p. ex., sudorese ou frequência cardíaca maior que 100 bpm).</p><p>2. Tremor aumentado nas mãos.</p><p>3. Insônia.</p><p>4. Náusea ou vômitos.</p><p>5. Alucinações ou ilusões visuais, táteis ou auditivas transitórias.</p><p>6. Agitação psicomotora.</p><p>7. Ansiedade.</p><p>8. Convulsões tônico-clônicas generalizadas.</p><p>C. Os sinais ou sintomas do Critério B causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no</p><p>funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados</p><p>por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por ou abstinência de outra substância.</p><p><em>Especificar se:</em></p><p>Com perturbações da percepção: Este especificador aplica-se aos raros casos em que alucinações (geralmente visuais ou táteis) ocorrem com teste de realidade intacto ou quando ilusões auditivas, visuais ou táteis ocorrem na ausência de delirium.</p><p><br/></p><p>Nota para codificação: O código da CID-9-MC é 291.81. O código da CID-10-MC para abstinência de álcool sem perturbações da percepção é F10.239, e o código da CID-10-MC para abstinência de álcool com perturbações da percepção é F10.232. Observe que o código da CID-10-MC indica a presença comórbida de um transtorno por uso de álcool moderado ou grave, refletindo o fato de que a abstinência de álcool pode ocorrer apenas na presença de um transtorno por uso de álcool moderado ou grave.</p><p>Não é permitido codificar um transtorno por uso de álcool leve comórbido com abstinência de álcool.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 00:57:26 UTC</pubDate>
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         <title>Características Diagnósticas</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582696982</link>
         <description><![CDATA[<p>A abstinência de álcool ocorre após a interrupção ou redução do uso prolongado e intenso, com sintomas como ansiedade, hiperatividade autonômica e problemas gastrintestinais. Esses sintomas surgem entre 4 a 12 horas após a última dose, atingem o pico no segundo dia e melhoram até o quinto. Em casos leves, os sintomas desaparecem em poucos dias, mas em alguns casos podem persistir por meses. Menos de 10% desenvolvem formas graves, como delirium ou convulsões. O diagnóstico exige descartar outras causas médicas ou uso de outras substâncias.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-13 01:00:54 UTC</pubDate>
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         <title>Tratamento e medicação:</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582697071</link>
         <description><![CDATA[<p>Não definidos pela DSM! </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 01:01:05 UTC</pubDate>
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         <title>NARCISISTAS</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582698556</link>
         <description><![CDATA[<p>A característica essencial do transtorno da personalidade narcisista é um padrão difuso de grandiosidade, necessidade de admiração e falta de empatia que surge no início da vida adulta e está presente em vários contextos. Indivíduos com o transtorno têm um sentimento grandioso da própria importância (Critério 1). Superestimam de forma rotineira suas capacidades e exageram suas conquistas, com frequência parecendo pretensiosos e arrogantes. Podem tranquilamente partir do pressuposto de que os outros atribuem o mesmo valor aos seus esforços e podem surpreender-se quando o elogio que esperam e o sentimento que sentem merecer não ocorrem. Comumente implícita nos juízos inflados das próprias conquistas está uma subestimação (desvalorização) das contribuições dos outros. Indivíduos com transtorno da personalidade narcisista estão frequentemente preocupados com fantasias de sucesso ilimitado, poder, brilho, beleza ou amor ideal (Critério 2). Podem ruminar acerca de admiração e privilégios "há muito devidos" e comparar-se favoravelmente a pessoas famosas ou privilegiadas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 01:04:20 UTC</pubDate>
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         <title>Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582698599</link>
         <description><![CDATA[<p>O delirium por abstinência de álcool  pode ocorrer em casos graves, mesmo não sendo um critério obrigatório para abstinência. Caracteriza-se por confusão, agitação, alterações na consciência, alucinações (principalmente visuais) e costuma estar associado a condições médicas graves, como insuficiência hepática, pneumonia ou desequilíbrios metabólicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 01:04:27 UTC</pubDate>
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         <title>Diagnóstico Narcisista</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582699655</link>
         <description><![CDATA[<p>As pessoas com esse transtorno creem ser superiores, especiais ou únicas e esperam que os outros as reconheçam como tal (Critério 3). Podem sentir que são somente compreendidas por outras pessoas especiais ou de condição elevada, e apenas com elas devem se associar, podendo atribuir qualidades como "únicas", "perfeitas" e "dotadas" àquelas com quem se associam. Indivíduos com esse transtorno acreditam que suas necessidades são especiais e estão além do conhecimento das pessoas comuns. Sua própria autoestima é realçada (i.e., "espelhada") pelo valor idealizado que conferem àqueles com quem se associam. Tendem a insistir em ser atendidos apenas por pessoas "top" (médico, advogado, cabeleireiro, instrutor) ou em ser afiliados às "melhores" instituições, embora possam desvalorizar as credenciais daqueles que os desapontam. Indivíduos com esse transtorno geralmente exigem admiração excessiva (Critério 4). Sua autoestima é quase invariavelmente muito frágil. Podem estar preocupados com o quão bem estão se saindo e o quão favoravelmente os outros os consideram. Isso costuma assumir a forma de uma necessidade constante de atenção e admiração. Podem esperar que sua chegada seja saudada com grandes comemorações e ficam atônitos quando os outros não cobiçam seus pertences. Podem constantemente buscar elogios, em geral com muita sedução. Fica evidente nesses indivíduos uma sensação de possuir direitos por meio das expectativas irracionais de tratamento especialmente favorável que apresentam (Critério 5). Esperam ser servidos e ficam atônitos ou furiosos quando isso não acontece. Por exemplo, podem supor que não precisam aguardar em filas e que suas prioridades são tão importantes que os outros farão uma deferência a eles, irritando-se depois quando estes não os auxiliam "em seu trabalho tão importante". Essa sensação de possuir direitos, combinada com falta de sensibilidade aos desejos e necessidades dos outros, pode resultar na exploração consciente ou involuntária de outras pessoas (Critério 6). Esperam receber qualquer coisa que desejarem ou sintam necessitar, independentemente do que isso possa significar para os outros. Por exemplo, esses indivíduos podem esperar uma grande dedicação dos outros e podem explorá-los abusivamente sem dar importância ao impacto que esse fato pode ter em suas vidas. Tendem a formar relações de amizade ou romance somente se a outra pessoa parece possibilitar o avanço de seus propósitos ou, então, incrementar sua autoestima. Costumam usurpar privilégios especiais e recursos extraordinários que creem merecer por serem tão especiais.</p><p>Podem pressupor que os outros estão totalmente preocupados com seu bem-estar. Tendem a discutir suas próprias preocupações de forma detalhada e prolongada, ao mesmo tempo que falham em reconhecer que os demais também têm sentimentos e necessidades. Com frequência são desdenhosos e impacientes com outros que falam sobre seus próprios problemas e preocupações. Podem não enxergar o quanto ferem os demais com seus comentários (p. ex., dizer exageradamente a um ex-companheiro "Agora estou em um relacionamento para toda a vida!"; alardear a saúde diante de alguém doente). Quando reconhecidos, as necessidades, os desejos ou os sentimentos das outras pessoas são provavelmente encarados de forma depreciativa como sinais de fraqueza ou vulnerabilidade. Aqueles que se relacionam com indivíduos com transtorno da personalidade narcisista costumam encontrar frieza emocional e falta de interesse recíproco. Esses indivíduos tendem a invejar os outros ou a acreditar que estes os invejam (Critério 8). Podem ver com má vontade o sucesso ou os pertences das outras pessoas, sentindo que eles é que são os reais merecedores de tais conquistas, admiração ou privilégios. Podem desvalorizar grosseiramente as contribuições dos outros, sobretudo quando essas pessoas receberam reconhecimento ou elogio pelo que realizaram. Comportamentos arrogantes e insolentes caracterizam esses indivíduos; com frequência exibem esnobismo, desdém ou atitudes condescendentes (Critério 9). Por exemplo, um indivíduo com esse transtorno pode se queixar da "grosseria" ou "estupidez" de um garçom desajeitado ou concluir uma avaliação médica com uma apreciação condescendente do médico</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 01:07:09 UTC</pubDate>
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         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582699857</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ambientais:  </strong>A probabilidade de desenvolver abstinência de álcool aumenta com a quantidade e com a frequência do consumo da substância. A maioria dos indivíduos com essa condição bebe diariamente e ingere grandes quantidades (aproximadamente mais de oito doses por dia) durante vários dias. Contudo, há grandes diferenças de uma pessoa para outra, sendo que há risco aumentado naquelas com condições médicas concomitantes, nas que tiveram abstinência anteriormente e em pessoas que consomem sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 01:07:47 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Marcadores Diagnósticos</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582700446</link>
         <description><![CDATA[<p>Hiperatividade autonômica no caso de níveis de álcool no sangue moderadamente elevados, porém em queda, e história de consumo intenso prolongado de álcool indicam probabilidade de abstinência de álcool.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 01:08:57 UTC</pubDate>
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         <title>Consequências Funcionais da Abstinência de Álcool</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582701560</link>
         <description><![CDATA[<p>Sintomas de abstinência podem ajudar a perpetuar o comportamento de ingestão alcoólica e contribuir para recaída, resultando em prejuízo persistente no funcionamento social e profissional.</p><p>Os sintomas que requerem desintoxicação com supervisão médica resultam em utilização hospitalar e perda de produtividade no trabalho.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-13 01:11:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico Narcisista</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582701736</link>
         <description><![CDATA[<p>A vulnerabilidade na autoestima toma os indivíduos com transtorno da personalidade narcisista muito sensíveis a "feridas" resultantes de crítica ou derrota. Embora possam não evidenciar isso de forma direta, a crítica pode assustá-los, deixando neles sentimentos de humilhação,</p><p>degradação, vácuo e vazio. Podem reagir com desdém, fúria ou contra-ataque desafiador. Tais vivências geralmente levam a retraimento social ou a uma aparência de humildade que pode mascarar e proteger a grandiosidade. Relações interpessoais costumam ser afetadas devido a problemas resultantes da crença no merecimento de privilégios, da necessidade de admiração e da relativa desconsideração das sensibilidades dos outros. Embora ambição e confiança desmedidas possam levar a grandes conquistas, o desempenho pode ser comprometido pela intolerância a críticas ou derrotas. O desempenho no trabalho às vezes pode ser muito baixo, refletindo falta de disposição de se arriscar em situações competitivas ou em outras em que há possibilidade de derrota. Sentimentos persistentes de vergonha ou humilhação e a autocrítica acompanhante podem estar associados a retraimento social, humor deprimido e transtorno depressivo persistente (distimia) ou transtorno depressivo maior. Por sua vez, períodos</p><p>sustentados de grandiosidade podem estar associados a humor hipomaníaco. O transtorno da personalidade narcisista está ainda associado a anorexia nervosa e transtornos por uso de substância (especialmente relacionados a cocaína). Transtornos da personalidade histriônica,</p><p>borderline, antissocial e paranoide podem estar associados ao transtorno da personalidade narcisista.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 01:12:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582702334</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Outras condições médicas: </strong>Os sintomas de abstinência de álcool também podem ser mimetizados</p><p>por outras condições médicas (p. ex., hipoglicemia e cetoacidose diabética). Tremor</p><p>essencial, um transtorno com padrão frequentemente familiar, pode sugerir equivocadamente os</p><p>tremores associados à abstinência de álcool.</p><p><strong>Abstinência de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos:</strong> Abstinência de sedativos, hipnóticos</p><p>ou ansiolíticos produz uma síndrome muito semelhante à de abstinência de álcool.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 01:12:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Tratamento e medicação:</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3582702896</link>
         <description><![CDATA[<p>Não definidos pela DSM!</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-13 01:14:11 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Outros Transtornos Induzidos por Álcool</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3588083955</link>
         <description><![CDATA[<p>Transtornos induzidos por álcool, como psicótico, bipolar, depressivo, de ansiedade, do sono, disfunção sexual e transtorno neurocognitivo, são descritos nos capítulos correspondentes do DSM. Eles só devem ser diagnosticados em vez de intoxicação ou abstinência alcoólica quando os sintomas forem graves o suficiente para exigir atenção clínica independente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 16:59:05 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Características</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3588089854</link>
         <description><![CDATA[<p>Os transtornos mentais induzidos por álcool apresentam sintomas semelhantes aos de transtornos mentais independentes, mas são temporários e ocorrem após intoxicação ou abstinência graves. Melhoram geralmente em dias ou semanas sem tratamento formal, desde que cesse o uso de álcool. Só devem ser diagnosticados como induzidos por álcool se:</p><ul><li><p>Os sintomas surgirem durante intoxicação/abstinência graves;</p></li><li><p>Não houver histórico prévio do transtorno;</p></li><li><p>Os sintomas não persistirem por mais de um mês após a interrupção do uso;</p></li><li><p>Causarem sofrimento clinicamente relevante ou prejuízo funcional.</p></li></ul><p>Se os sintomas ocorrerem apenas durante um delirium, devem ser considerados parte dele. Indivíduos com transtornos induzidos por álcool também costumam apresentar sinais de transtorno por uso de álcool. Episódios depressivos e ansiosos são mais comuns; os psicóticos, mais raros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 17:02:02 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3588089854</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento e Curso</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3588098253</link>
         <description><![CDATA[<p>Os sintomas de transtornos induzidos por álcool geralmente permanecem enquanto houver intoxicação grave e/ou abstinência, mas tendem a desaparecer em até um mês após a cessação, mesmo sem tratamento, exceto no caso do transtorno neurocognitivo amnéstico persistente.</p><p>Apesar de serem semelhantes aos de transtornos mentais independentes (como esquizofrenia, depressão maior, transtorno bipolar ou transtornos de ansiedade), os induzidos por álcool são temporários e de curta duração.</p><p>É fundamental considerar os transtornos induzidos por álcool no diagnóstico diferencial, dada sua alta prevalência, para evitar diagnósticos equivocados de transtornos mentais independentes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 17:07:03 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Transtorno Relacionado ao Álcool Não Especificado</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3588100689</link>
         <description><![CDATA[<p>                                                      291.9 (F10.99)</p><p>Essa categoria é usada quando há sintomas de um transtorno relacionado ao álcool que causam sofrimento ou prejuízo significativo, mas que <strong>não preenchem todos os critérios</strong> para um transtorno específico relacionado ao álcool ou outro transtorno por substância.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 17:08:40 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3588100689</guid>
      </item>
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         <title>Transtorno por Uso de Cannabis</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3588124456</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Critérios Diagnósticos:</strong></p><p>A. Um padrão problemático de uso de Cannabis, levando a comprometimento ou sofrimento clinicamente significativos, manifestado por pelo menos dois dos seguintes critérios, ocorrendo durante um período de 12 meses:</p><p>1. Cannabis é frequentemente consumida em maiores quantidades ou por um período mais longo do que o pretendido.</p><p>2. Existe um desejo persistente ou esforços malsucedidos no sentido de reduzir ou controlar o uso de Cannabis.</p><p>3. Muito tempo é gasto em atividades necessárias para a obtenção de Cannabis, na utilização de Cannabis ou na recuperação de seus efeitos.</p><p>4. Fissura ou um forte desejo ou necessidade de usar Cannabis.</p><p>5. Uso recorrente de Cannabis, resultando em fracasso em desempenhar papéis importantes no trabalho, na escola ou em casa.</p><p>6. Uso continuado de Cannabis, apesar de problemas sociais ou interpessoais persistentes ou recorrentes causados ou exacerbados pelos efeitos da substância.</p><p>7. Importantes atividades sociais, profissionais ou recreacionais são abandonadas ou reduzidas em virtude do uso de Cannabis.</p><p>8. Uso recorrente de Cannabis em situações nas quais isso representa perigo para a integridade física.</p><p>9. O uso de Cannabis é mantido apesar da consciência de ter um problema físico ou psicológico persistente ou recorrente que tende a ser causado ou exacerbado pela substância.</p><p>10. Tolerância, definida por qualquer um dos seguintes aspectos:</p><p>   a. Necessidade de quantidades progressivamente maiores de Cannabis para atingir a intoxicação ou o efeito desejado.</p><p>  b. Efeito acentuadamente menor com o uso continuado da mesma quantidade de Cannabis.</p><p>11. Abstinência, manifestada por qualquer dos seguintes aspectos:</p><p>   a. Síndrome de abstinência característica de Cannabis (consultar os Critérios A e B do conjunto de critérios para abstinência de Cannabis, p. 517-518).</p><p>   b. Cannabis (ou uma substância estreitamente relacionada) é consumida para aliviar ou evitar os sintomas de abstinência.</p><p><br></p><p><br></p><p>A <strong>remissão inicial </strong>do transtorno por uso de cannabis ocorre quando a pessoa não apresenta nenhum dos critérios diagnósticos por um período de, no mínimo, três meses, mas por menos de doze meses, sendo que ainda pode haver fissura ou forte desejo de usar a substância. Já a <strong>remissão sustentada </strong>é caracterizada pela ausência de todos os critérios do transtorno por um período igual ou superior a doze meses, podendo, no entanto, ainda existir fissura ou vontade intensa de usar cannabis. </p><p><br></p><p>Especificar a gravidade atual:</p><p><strong>305.20 (F12.10) Leve: </strong>Presença de 2 ou 3 sintomas.</p><p><strong>304.30 (F12.20) Moderada: </strong>Presença de 4 ou 5 sintomas.</p><p><strong>304.30 (F12.20) Grave: </strong>Presença de 6 ou mais sintomas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-16 17:23:33 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Características Diagnósticas</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592364256</link>
         <description><![CDATA[<p>O transtorno por uso de cannabis envolve problemas relacionados ao consumo da planta <em>Cannabis</em> e seus derivados, incluindo formas sintéticas. A substância é conhecida por diversos nomes populares e pode ser fumada, vaporizada ou ingerida. Seus principais efeitos ocorrem por meio da ação nos receptores CB1 e CB2 do sistema nervoso. O uso frequente pode levar à tolerância e, na interrupção, à síndrome de abstinência com sintomas como irritabilidade e insônia. Apesar de geralmente ser o único transtorno por uso de substância, pode ocorrer com outras drogas. O consumo contínuo afeta o desempenho escolar, profissional e familiar. A potência da cannabis aumentou nas últimas décadas. Usuários podem negligenciar obrigações ou se expor a riscos físicos. Problemas físicos e psicológicos relacionados ao uso são comuns. O uso médico deve ser considerado no diagnóstico, embora continue sendo tema de debate.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 16:29:28 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592368039</link>
         <description><![CDATA[<p>Pessoas que usam cannabis regularmente relatam utilizá-la para lidar com problemas de humor, sono, dor ou outras questões psicológicas e fisiológicas. Muitas vezes, também apresentam outros transtornos mentais concomitantes. Embora justifiquem o uso por esses motivos, a cannabis pode piorar os sintomas relatados. Outros motivos comuns incluem busca por euforia, fuga de problemas e interação social. Usuários frequentes podem não perceber o tempo excessivo que passam sob efeito da substância. Um sinal importante do transtorno é o uso contínuo, mesmo diante de prejuízos em áreas importantes da vida. Como alguns usuários tendem a minimizar o consumo, é essencial reconhecer sinais típicos, como olhos vermelhos, cheiro característico nas roupas, dedos amarelados, tosse crônica e fissura intensa. Usuários experientes desenvolvem tolerância, dificultando a identificação do uso.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-18 16:32:22 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Desenvolvimento e Curso</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592376549</link>
         <description><![CDATA[<p>O transtorno por uso de cannabis geralmente começa na adolescência ou início da vida adulta, mas pode surgir em outras fases. O uso tende a aumentar gradualmente em frequência e quantidade, sendo comum entre jovens como primeira substância experimentada. Entre adolescentes, está ligado a problemas de conduta, queda no desempenho escolar e mudanças no humor. Casos mais graves envolvem consumo diário e solitário. Em adultos, o uso persiste mesmo diante de problemas médicos e sociais, com tentativas fracassadas de parar. O uso em adultos mais velhos tem crescido com a maior aceitação da cannabis. </p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 16:39:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592384674</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais: </strong>como histórico de transtorno da conduta ou personalidade antissocial na infância ou adolescência, aumentam o risco de transtornos relacionados ao uso de substâncias, incluindo cannabis. Jovens com alta desinibição comportamental tendem a iniciar o uso precoce e a se envolver com múltiplas substâncias. </p><p><strong>Fatores ambientais:</strong> como fracasso escolar, tabagismo, ambiente familiar instável, uso de cannabis por familiares, histórico familiar de transtorno por uso de substâncias e baixo nível socioeconômico, também elevam esse risco. </p><p><strong>Influências genéticas e fisiológicos:</strong> são significativas, representando entre 30% e 80% do risco, e há uma base genética comum entre transtornos por uso de cannabis, outras substâncias e problemas de conduta.</p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-18 16:45:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Questões Diagnósticas Relativas à Cultura</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592388513</link>
         <description><![CDATA[<p>A cannabis é provavelmente a substância ilícita mais usada no mundo, com taxas de transtorno por uso semelhantes em países desenvolvidos. Geralmente é uma das primeiras drogas experimentadas na adolescência em várias culturas, especialmente nos Estados Unidos. A aceitação do uso medicinal varia entre culturas, influenciando o diagnóstico e as consequências legais, escolares ou laborais do uso. </p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-18 16:48:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intoxicação por Cannabis</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592397809</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Critérios Diagnósticos:</strong></p><p>A. Uso recente de Cannabis.</p><p>B. Alterações comportamentais ou psicológicas clinicamente significativas e problemáticas (p. ex. prejuízo na coordenação motora, euforia, ansiedade, sensação de lentidão do tempo, julgamento</p><p>prejudicado, retraimento social) desenvolvidas durante ou logo após o uso de Cannabis.</p><p>C. Dois (ou mais) dos seguintes sinais ou sintomas, desenvolvidos no período de 2 horas após o</p><p>uso de Cannabis:</p><p>1. Conjuntivas hiperemiadas.</p><p>2. Apetite aumentado.</p><p>3. Boca seca.</p><p>4. Taquicardia.</p><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por outra substância.</p><p><br/></p><p><strong><em>Com perturbações da percepção: </em></strong>Alucinações com teste de realidade intacto ou ilusões auditivas, visuais ou táteis ocorrem na ausência de delirium.</p><p><strong><em>Nota para codificação: </em></strong>O código da CID-9-MC é 292.89. O código da CID-10-MC depende da existência de comorbidade com transtorno por uso de Cannabis e de haver ou não perturbações da percepção.</p><p><strong><em>Para intoxicação por Cannabis, sem perturbações da percepção:</em></strong> Se um transtorno por uso de Cannabis leve for comórbido, o código da CID-10-MC é F12.129, e se um transtorno por uso de Cannabis moderado ou grave for comórbido, o código da CID-10-MC é F12.229. Se não houver transtorno por uso de Cannabis comórbido, então o código da CID-10-MC é F12.929.</p><p><strong><em>Para intoxicação por Cannabis, com perturbações da percepção: </em></strong>Se um transtorno por uso de Cannabis leve for comórbido, o código da CID-10-CM é F12.122, e se um transtorno por uso de Cannabis moderado ou grave for comórbido, o código da CID-10-CM é F12.222. Se não houver transtorno por uso de Cannabis comórbido, então o código da CID-10-CM é F12.922.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-18 16:55:25 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592397809</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592404516</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Intoxicação por outra substância: </strong>A intoxicação por Cannabis pode se parecer com a de outras substâncias, mas difere do álcool e sedativos, que normalmente diminuem o apetite, aumentam a agressividade e causam nistagmo ou ataxia. Alucinógenos em baixa dose podem mimetizar a intoxicação por Cannabis. A fenciclidina, que também pode ser fumada, provoca alterações na percepção, mas com maior chance de ataxia e comportamento agressivo.</p><p><strong>Outros transtornos induzidos por Cannabis: </strong>A intoxicação por Cannabis difere de outros transtornos induzidos por ela, como o transtorno de ansiedade que começa durante a intoxicação, pois nesses casos os sintomas são mais intensos e exigem atenção clínica própria.</p><p><br/></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-18 17:00:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abstinência de Cannabis</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592411982</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Critérios Diagnósticos </em></strong></p><p>                                               292.0 (F12.288)</p><p>A. Cessação do uso pesado e prolongado de Cannabis (i.e., normalmente uso diário ou quase diário durante um período mínimo de alguns meses).</p><p>B. Três (ou mais) dos seguintes sinais e sintomas, desenvolvidos no prazo de aproximadamente</p><p>uma semana após o Critério A:</p><p>1. Irritabilidade, raiva ou agressividade.</p><p>2. Nervosismo ou ansiedade.</p><p>3. Dificuldade em dormir (insônia, sonhos perturbadores).</p><p>4. Apetite reduzido ou perda de peso.</p><p>5. Inquietação.</p><p>6. Humor deprimido.</p><p>7. Pelo menos um dos seguintes sintomas físicos causa desconforto significativo: dor abdominal,</p><p>tremor, sudorese, febre, calafrios ou cefaleia.</p><p>C. Os sinais ou sintomas do Critério B causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no</p><p>funcionamento social, profissional, ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados</p><p>por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por ou abstinência de outra substância.</p><p><br/></p><p><strong><em>Nota para codificação:</em></strong> O código da CID-9-MC é 292.0. O código da CID-10-MC para abstinência de Cannabis é F12.288.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:06:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento e Curso</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592414559</link>
         <description><![CDATA[<p>A quantidade, duração e frequência de uso de Cannabis para causar abstinência são desconhecidas. Os sintomas geralmente começam entre 24 e 72 horas após a interrupção, atingem pico na primeira semana e duram 1 a 2 semanas. Problemas para dormir podem persistir por mais de 30 dias. A abstinência é mais comum e intensa em adultos, provavelmente devido ao uso mais frequente e em maior quantidade nessa faixa etária.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:07:45 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592416622</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Ambientais:</strong> Há grande probabilidade de que a prevalência e a gravidade da abstinência de Cannabis sejam maiores entre usuários crônicos e especialmente entre os que buscam tratamento para transtornos por uso da substância. A gravidade da abstinência também parece estar positivamente relacionada à gravidade dos sintomas comórbidos de transtornos mentais.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-09-18 17:09:02 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtorno Relacionado a Cannabis Não Especificado</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592425602</link>
         <description><![CDATA[<p>                                              292.9 (F12.99)     Esta categoria aplica-se a apresentações em que sintomas característicos de um transtorno relacionado a Cannabis que causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo predominam, mas não satisfazem</p><p>todos os critérios para qualquer transtorno relacionado a Cannabis específico nem para outro transtorno na classe diagnóstica de transtornos relacionados a substâncias e transtornos aditivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:15:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592425602</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transtornos Relacionados a Alucinógenos</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592433118</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Critérios Diagnósticos:</em></strong></p><p>A. Um padrão de uso de fenciclidina (ou substância farmacologicamente similar), levando a prejuízo ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por pelo menos dois dos seguintes critérios,</p><p>ocorrendo durante um período de 12 meses:</p><p>1. Fenciclidina é frequentemente consumida em maiores quantidades ou por um período mais longo do que o pretendido.</p><p>2. Existe um desejo persistente ou esforços malsucedidos no sentido de reduzir ou controlar o uso de fenciclidina.</p><p>3. Muito tempo é gasto em atividades necessárias para a obtenção de fenciclidina, na sua utilização ou na recuperação de seus efeitos.</p><p>4. Fissura ou um forte desejo ou necessidade de usar fenciclidina.</p><p>5. Uso recorrente de fenciclidina acarretando fracasso em cumprir obrigações importantes no trabalho, na escola ou em casa (p. ex., ausências repetidas ao trabalho ou baixo desempenho profissional relacionados ao uso de fenciclidina; ausências, suspensões ou expulsões da escola relacionadas à fenciclidina; negligência dos filhos ou dos afazeres domésticos).</p><p>6. Uso continuado de fenciclidina apesar de problemas sociais ou interpessoais persistentes ou recorrentes causados ou exacerbados pelos seus efeitos (p. ex., discussões com o cônjuge sobre as consequências da intoxicação; agressões físicas).</p><p>7. Importantes atividades sociais, profissionais ou recreacionais são abandonadas ou reduzidas em virtude do uso de fenciclidina.</p><p>8. Uso recorrente de fenciclidina em situações nas quais isso representa perigo para a integridade física (p. ex., condução de veículos ou operação de máquinas durante comprometimento decorrente de fenciclidina).</p><p>9. O uso de fenciclidina é mantido apesar da consciência de ter um problema físico ou psicológico persistente ou recorrente que tende a ser causado ou exacerbado pela substância.</p><p>10. Tolerância, definida por qualquer um dos seguintes aspectos:</p><p> a. Necessidade de quantidades progressivamente maiores de fenciclidina para atingir a intoxicação ou o efeito desejado.</p><p> b. Efeito acentuadamente menor com o uso continuado da mesma quantidade de fenciclidina.</p><p><br/></p><p><strong><em>Especificar a gravidade atual:</em></strong></p><p><strong>305.90 (F16.10) Leve: </strong>Presença de 2 ou 3 sintomas.</p><p><strong>304.60 (F16.20) Moderada: </strong>Presença de 4 ou 5 sintomas.</p><p><strong>304.60 (F16.20) Grave:</strong> Presença de 6 ou mais sintomas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:20:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características Diagnósticas</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592437102</link>
         <description><![CDATA[<p>As fenciclidinas, como o PCP ("pó de anjo") e substâncias similares como quetamina, foram inicialmente criadas como anestésicos dissociativos. Em pequenas doses, causam sensação de separação entre mente e corpo, e em doses altas, podem levar a estupor ou coma. São geralmente fumadas, ingeridas, inaladas ou injetadas. Os efeitos duram horas, mas a eliminação completa pode levar mais de uma semana. Em pessoas vulneráveis, podem desencadear episódios psicóticos prolongados.A quetamina tem sido usada no tratamento da depressão. Não há critérios definidos de abstinência em humanos para essas substâncias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:23:35 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592437102</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas:</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592443739</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>À CULTURA: </strong>O uso de quetamina entre jovens na faixa dos 16 aos 23 anos foi relatado como mais comum entre</p><p>brancos (0,5%) do que entre outros grupos étnicos (variação de 0 a 0,3%). Entre os indivíduos internados para tratamento para abuso de substância, aqueles cuja substância principal era fenciclidina</p><p>eram predominantemente negros (49%) ou hispânicos (29%).</p><p><strong>AO GÊNERO: </strong>Indivíduos do sexo masculino compõem aproximadamente três quartos daqueles que procuram</p><p>atendimento de emergência devido à fenciclidina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:28:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592443739</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592449876</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Transtorno por uso de outra substância: </strong>Distinguir os efeitos da fenciclidina dos efeitos de outras substâncias é importante, pois ela pode ser um aditivo comum a outras substâncias (p. ex., Cannabis, cocaína).</p><p><strong>Esquizofrenia e outros transtornos mentais:  </strong>Alguns dos efeitos do uso de fenciclidina e desubstâncias relacionadas podem se assemelhar aos sintomas de outros transtornos psiquiátricos, como psicose (esquizofrenia), humor deprimido (transtorno depressivo maior), comportamentos agressivos violentos (transtorno da conduta, transtorno da personalidade antissocial). Discernir</p><p>se esses comportamentos ocorriam antes do consumo da droga é importante para a diferenciação entre efeitos agudos da droga e transtorno mental preexistente. Deve-se considerar transtorno psicótico induzido por fenciclidina quando há comprometimento do teste de realidade em indivíduos que experimentam perturbações na percepção como resultado da ingestão de fenciclidina.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:33:29 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Transtorno por Uso de Outros Alucinógenos</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592454315</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Critérios Diagnósticos:</em></strong></p><p>A. Um padrão problemático de uso de alucinógenos (que não fenciclidina), levando a comprometimento</p><p>ou sofrimento clinicamente significativos, manifestado por pelo menos dois dos seguintes critérios, ocorrendo durante um período de 12 meses:</p><p>1. O alucinógeno é frequentemente consumido em maiores quantidades ou por um período mais longo do que o pretendido.</p><p>2. Existe um desejo persistente ou esforços malsucedidos no sentido de reduzir ou controlar o uso do alucinógeno.</p><p>3. Muito tempo é gasto em atividades necessárias para a obtenção do alucinógeno, na sua utilização ou na recuperação de seus efeitos.</p><p>4. Fissura ou um forte desejo ou necessidade de usar o alucinógeno.</p><p>5. Uso recorrente de alucinógenos resultando em fracasso em cumprir obrigações importantes no trabalho, na escola ou em casa (p. ex., ausências repetidas ao trabalho ou baixo desempenho profissional relacionados ao uso de alucinógenos; ausências, suspensões ou expulsões da escola relacionadas a alucinógenos; negligência dos filhos ou dos afazeres domésticos).</p><p>6. Uso continuado de alucinógenos apesar de problemas sociais ou interpessoais persistentes ou recorrentes causados ou exacerbados pelos seus efeitos (p. ex., discussões com o cônjuge sobre as consequências da intoxicação; agressões físicas).</p><p>7. Importantes atividades sociais, profissionais ou recreacionais são abandonadas ou reduzidas em virtude do uso de alucinógenos.</p><p>8. Uso recorrente de alucinógenos em situações nas quais isso representa perigo para a integridade física (p. ex., condução de veículos ou operação de máquinas durante comprometimento decorrente de alucinógeno).</p><p>9. O uso de alucinógenos é mantido apesar da consciência de ter um problema físico ou psicológico persistente ou recorrente que tende a ser causado ou exacerbado pelo alucinógeno.</p><p>10. Tolerância, definida por qualquer um dos seguintes aspectos:</p><p>  a. Necessidade de quantidades progressivamente maiores do alucinógeno para atingir a intoxicação ou o efeito desejado.</p><p>  b. Efeito acentuadamente menor com o uso continuado da mesma quantidade do alucinógeno.</p><p><br/></p><p><strong>305.30 (F16.10) Leve:</strong> Presença de 2 ou 3 sintomas.</p><p><strong>304.50 (F16.20) Moderada:</strong> Presença de 4 ou 5 sintomas.</p><p><strong>304.50 (F16.20) Grave:</strong> Presença de 6 ou mais sintomas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:36:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592459736</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais: </strong>Entre adolescentes, mas não entre adultos, o uso de MDMA está associado a uma taxa elevada de transtorno por uso de outros alucinógenos. Outros transtornos por uso de substância,</p><p>em especial álcool, tabaco e Cannabis, e transtorno depressivo maior estão associados a índices elevados de transtorno por uso de outros alucinógenos. O transtorno da personalidade antissocial</p><p>pode ser elevado entre indivíduos que usam mais do que dois outros tipos de drogas além dos alucinógenos em comparação com seus congêneres que contam com história de uso menos extenso.</p><p>A influência dos comportamentos antissociais adultos – mas não do transtorno da conduta ou do</p><p>transtorno da personalidade antissocial – sobre o transtorno por uso de outros alucinógenos pode ser mais forte no sexo feminino do que no masculino. O uso de alucinógenos específicos (p. ex., sálvia) é</p><p>proeminente entre indivíduos dos 18 aos 25 anos com outros comportamentos de risco e outras atividades ilegais. O uso de Cannabis também foi implicado como precursor do início do uso de alucinógenos</p><p>(p. ex., ecstasy), em conjunto com o uso precoce de álcool e tabaco. Uso mais intenso de drogas pelos pares e a busca de sensações extremas também foram associados a taxas elevadas do uso de</p><p>ecstasy. O uso de MDMA/ecstasy parece indicar um grupo mais grave de usuários de alucinógenos.</p><p><strong>Genéticos e fisiológicos: </strong>Entre gêmeos do gênero masculino, a variância total decorrente de fatores genéticos cumulativos foi estimada em 26 a 70%, com evidências inconsistentes para influências ambientais compartilhadas.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:40:43 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas:</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592465239</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>À CULTURA: </strong>Historicamente, os alucinógenos são usados como parte de práticas religiosas estabelecidas, como o</p><p>uso de peiote na Native American Church (Igreja Nativa Americana) e no México. O uso ritual por populações indígenas de psilocibina obtida a partir de determinados tipos de fungos ocorre na América</p><p>do Sul, no México e em algumas regiões dos Estados Unidos, ou de Ayahuasca nas seitas Santo Daime e União Vegetal. O uso regular de mescalina como parte de rituais religiosos não está vinculado</p><p>a déficits neuropsicológicos nem psicológicos. No caso de adultos, até o momento parece não haver diferenças de raça ou etnia para a totalidade dos critérios nem para nenhum critério específico.</p><p><strong>AO GÊNERO: </strong>Entre adolescentes, meninas podem ser menos propensas que meninos a avalizar o “uso perigoso”, e o gênero feminino pode estar associado a aumento da probabilidade de transtorno por uso</p><p>de outros alucinógenos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:44:47 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592465239</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592470238</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Transtornos por uso de outras substâncias:</strong> Os efeitos de alucinógenos devem ser distinguidos dos efeitos de outras substâncias (p. ex., anfetaminas), especialmente porque a contaminação</p><p>dos alucinógenos com outras drogas é relativamente comum.</p><p><strong>Esquizofrenia: </strong>Deve-se descartar também a esquizofrenia, já que alguns dos indivíduos afetados (p. ex., indivíduos com esquizofrenia que exibem paranoia) podem atribuir falsamente seus sintomas ao uso de alucinógenos.</p><p><strong>Outros transtornos mentais ou condições médicas: </strong>Outros transtornos ou condições potenciais a serem levados em consideração incluem transtorno de pânico, transtornos depressivo e bipolar, abstinência de álcool ou sedativos, hipoglicemia e outras condições metabólicas, transtorno convulsivo, acidente vascular cerebral (AVC), transtorno oftalmológico e tumores do</p><p>sistema nervoso central. História minuciosa do consumo de drogas, relatos colaterais da família e de amigos (se possível), idade, história clínica, exame físico e exames toxicológicos podem ser</p><p>úteis para chegar à decisão diagnóstica final.</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:48:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intoxicação por Fenciclidina</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592473797</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Critérios Diagnósticos:</em></strong></p><p>A. Uso recente de fenciclidina (ou substância farmacologicamente semelhante).</p><p>B. Alterações comportamentais clinicamente significativas e problemáticas (p. ex., beligerância, agressividade, impulsividade, imprevisibilidade, agitação psicomotora, julgamento prejudicado)</p><p>desenvolvidas durante ou logo após o uso de fenciclidina.</p><p>C. No prazo de 1 hora, dois (ou mais) dos seguintes sinais ou sintomas:</p><p>Nota: Quando a droga for fumada, cheirada ou usada na forma intravenosa, o início pode ser</p><p>bem mais rápido.</p><p>1. Nistagmo vertical ou horizontal.</p><p>2. Hipertensão ou taquicardia.</p><p>3. Torpor ou resposta diminuída à dor.</p><p>4. Ataxia.</p><p>5. Disartria.</p><p>6. Rigidez muscular.</p><p>7. Convulsões ou coma.</p><p>8. Hiperacusia.</p><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por outra substância.</p><p><strong><em>Nota para codificação:</em></strong> O código da CID-9-MC é 292.89. O código da CID-10-MC depende da existência de comorbidade com transtorno por uso de fenciclidina. Se houver transtorno por uso de fenciclidina leve comórbido, o código da CID-10-MC é F16.129, e se houver transtorno por uso de</p><p>fenciclidina moderado ou grave comórbido, o código da CID-10-MC é F16.229. Caso não haja comorbidade</p><p>com transtorno por uso de fenciclidina, então o código da CID-10-CM é F16.929.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:51:23 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consequências Funcionais de Intoxicação por Fenciclidina</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592474898</link>
         <description><![CDATA[<p>A intoxicação por fenciclidina produz toxidade cardiovascular e neurológica (p. ex., convulsões, distonias, discinesias, catalepsia, hipotermia ou hipertermia) extensa.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:52:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intoxicação por Outros Alucinógenos</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592479267</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Critérios Diagnósticos: </em></strong></p><p>A. Uso recente de alucinógeno (que não fenciclidina).</p><p>B. Alterações comportamentais ou psicológicas clinicamente significativas e problemáticas (p. ex.,ansiedade ou depressão acentuadas, ideias de referência, medo de perder o juízo, ideação paranoide, julgamento prejudicado) desenvolvidas durante ou logo após o uso de alucinógenos.</p><p>C. Alterações da percepção ocorrendo em um estado de plena vigília e alerta (p. ex., intensificação subjetiva de percepções, despersonalização, desrealização, ilusões, alucinações, sinestesias) que se desenvolveram durante ou logo após o uso de alucinógenos.</p><p>D. Dois (ou mais) dos seguintes sinais desenvolvidos durante ou logo após o uso de alucinógenos:</p><p>1. Midríase.</p><p>2. Taquicardia.</p><p>3. Sudorese.</p><p>4. Palpitações.</p><p>5. Visão borrada.</p><p>6. Tremores.</p><p>7. Incoordenação.</p><p>E. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por outra substância.</p><p><br/></p><p><strong><em>Nota para codificação:</em></strong> O código da CID-9-MC é 292.89. O código da CID-10-MC depende da existência de comorbidade com transtorno por uso de alucinógenos. Se houver transtorno por uso de alucinógenos leve comórbido, o código da CID-10-MC é F16.129, e se houver transtorno por uso de alucinógenos moderado ou grave comórbido, o código da CID-10-MC é F16.229. Caso não haja</p><p>comorbidade com transtorno por uso de alucinógenos, então o código da CID-10-MC é F16.929.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 17:55:41 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592486263</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Intoxicação por outra substância: </strong>A intoxicação por outros alucinógenos deve ser diferenciada da intoxicação por anfetaminas, cocaína ou outros estimulantes; anticolinérgicos; inalantes; e</p><p>fenciclidina. Exames toxicológicos ajudam a fazer essa distinção, e determinar a via de administração também pode ser útil.</p><p><strong>Outras condições: </strong>Outros transtornos e condições a serem considerados incluem esquizofrenia, depressão, abstinência de outras drogas ou fármacos (p. ex., sedativos, álcool), determinados</p><p>transtornos metabólicos (p. ex., hipoglicemia), transtornos convulsivos, tumores do sistema nervoso central e eventos vasculares.</p><p><strong>Transtorno persistente da percepção induzido por alucinógenos:</strong> Intoxicação por outros alucinógenos diferencia-se do transtorno persistente da percepção induzido por alucinógenos porque os sintomas deste último continuam episódica ou continuamente durante semanas (ou por mais tempo) após a intoxicação mais recente.</p><p><strong>Outros transtornos induzidos por alucinógenos: </strong>A intoxicação por outros alucinógenos diferencia-se de outros transtornos induzidos por alucinógenos (p. ex., transtorno de ansiedade induzido por alucinógeno com início durante a intoxicação) porque os sintomas destes últimos predominam na apresentação clínica e são suficientemente graves para justificar atenção clínica independente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 18:00:56 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592486263</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transtorno Persistente da Percepção Induzido por Alucinógenos</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592492151</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Critérios Diagnósticos:</strong></p><p>                                                292.89 (F16.983) </p><p>A. Após a cessação do uso de um alucinógeno, a revivência de no mínimo um dos sintomas perceptivos experimentados durante a intoxicação pelo alucinógeno (p. ex., alucinações geométricas, falsas percepções de movimento nos campos visuais periféricos, flashes coloridos, cores intensificadas, rastros de imagens de objetos em movimento, sensação de imagem vívida após o estímulo ter cessado (pós-imagem positiva) halos em torno dos objetos, macropsia e micropsia).</p><p>B. Os sintomas do Critério A causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p><p>C. Os sintomas não são atribuíveis a outra condição médica (p. ex., lesões anatômicas e infecções cerebrais, epilepsias visuais) nem são mais bem explicados por outro transtorno mental (p. ex., delirium, transtorno neurocognitivo maior, esquizofrenia) ou por alucinações hipnopômpicas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 18:05:56 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Desenvolvimento e Curso</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592493849</link>
         <description><![CDATA[<p>Pouco se sabe sobre o desenvolvimento do transtorno persistente da percepção induzido por alucinógenos. Seu curso, como sugere a denominação, é persistente e dura semanas, meses ou até mesmo anos em alguns indivíduos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 18:06:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592494833</link>
         <description><![CDATA[<p>Há poucas evidências quanto aos fatores de risco para transtorno persistente da percepção induzido por alucinógenos, embora se tenha sugerido que fatores genéticos possam ser uma explicaçãopossível subjacente à suscetibilidade aos efeitos de LSD nessa condição.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 18:07:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtorno Relacionado a Fenciclidina Não Especificado</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592497662</link>
         <description><![CDATA[<p>                                                   292.9 (F16.99)</p><p>Esta categoria aplica-se a apresentações em que sintomas característicos de um transtorno relacionado a fenciclidina que causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento</p><p>social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo predominam, mas não satisfazem</p><p>todos os critérios para qualquer transtorno relacionado a fenciclidina específico nem para outro transtorno na classe diagnóstica de transtornos relacionados a substâncias e transtornos aditivos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 18:09:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtorno Relacionado a Alucinógenos Não Especificado</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592499999</link>
         <description><![CDATA[<p>                                                  292.9 (F16.99)</p><p>Esta categoria aplica-se a apresentações em que sintomas característicos de um transtorno relacionado a alucinógenos que causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento</p><p>social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo predominam, mas não satisfazem</p><p>todos os critérios para qualquer transtorno relacionado a alucinógenos específico nem para outro transtorno na classe diagnóstica de transtornos relacionados a substâncias e transtornos aditivos.  </p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 18:11:17 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Transtornos Relacionados a Inalantes</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592506781</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Transtorno por Uso de Inalantes:</strong></p><p><strong><em>Critérios Diagnósticos:</em></strong></p><p>A. Um padrão problemático de uso de substância inalante baseada em hidrocarbonetos levando a</p><p>comprometimento ou sofrimento clinicamente significativo manifestado por pelo menos dois dos seguintes critérios, ocorrendo durante um período de 12 meses:</p><p>1. A substância inalante é frequentemente consumida em maiores quantidades ou por um período mais longo do que o pretendido.</p><p>2. Existe um desejo persistente ou esforços malsucedidos no sentido de reduzir ou controlar o</p><p>uso da substância inalante.</p><p>3. Muito tempo é gasto em atividades necessárias para a obtenção da substância inalante, na</p><p>sua utilização ou na recuperação de seus efeitos.</p><p>4. Fissura ou um forte desejo ou necessidade de usar a substância inalante.</p><p>5. Uso recorrente da substância inalante, resultando em fracasso em cumprir obrigações importantes</p><p>no trabalho, na escola ou em casa.</p><p>6. Uso continuado da substância inalante apesar de problemas sociais ou interpessoais persistentes ou recorrentes causados ou exacerbados pelos efeitos de seu uso.</p><p>7. Importantes atividades sociais, profissionais ou recreacionais são abandonadas ou reduzidas em virtude do uso da substância inalante.</p><p>8. Uso recorrente da substância inalante em situações nas quais isso representa perigo para a integridade física.</p><p>9. O uso da substância inalante é mantido apesar da consciência de ter um problema físico ou psicológico persistente ou recorrente que tende a ser causado ou exacerbado por ela.</p><p>10. Tolerância, definida por qualquer um dos seguintes aspectos:</p><p>  a. Necessidade de quantidades progressivamente maiores da substância inalante para atingir a intoxicação ou o efeito desejado.</p><p>  b. Efeito acentuadamente menor com o uso continuado da mesma quantidade da substância inalante.</p><p><br></p><p><strong>305.90 (F18.10) Leve:</strong> Presença de 2 ou 3 sintomas.</p><p><strong>304.60 (F18.20) Moderada: </strong>Presença de 4 ou 5 sintomas.</p><p><strong>304.60 (F18.20) Grave: Presença</strong> de 6 ou mais sintomas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 18:15:22 UTC</pubDate>
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         <title>Características Diagnósticas</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3592507093</link>
         <description><![CDATA[<p>O transtorno por uso de inalantes é caracterizado pelo uso repetido dessas substâncias, mesmo com a consciência de seus efeitos prejudiciais (Critério A9). Entre os critérios diagnósticos estão:</p><ul><li><p><strong>Prejuízos nas responsabilidades</strong> escolares ou profissionais (Critério A5);</p></li><li><p><strong>Problemas interpessoais</strong> recorrentes, como brigas com familiares e amigos (Critério A6);</p></li><li><p><strong>Afastamento de atividades importantes</strong>, como contato familiar, trabalho, escola e lazer (Critério A7);</p></li><li><p><strong>Uso em situações perigosas</strong>, como ao dirigir ou operar máquinas (Critério A8);</p></li><li><p>Pode haver <strong>tolerância</strong> (Critério A10) e sintomas leves de abstinência em cerca de 10% dos usuários.</p></li></ul><p>No entanto, <strong>o DSM não reconhece a abstinência de inalantes</strong> como critério diagnóstico devido à sua baixa intensidade.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-18 18:15:37 UTC</pubDate>
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         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3598059478</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais:</strong> Preditores da progressão da ausência de uso para o uso de inalantes e, então, para o transtorno por uso de inalantes incluem transtornos por uso de substâncias não inalantes comórbidos e/ou transtorno da conduta ou transtorno da personalidade antissocial. Outros preditores são início precoce do uso de inalantes e uso anterior de serviços de saúde mental.</p><p><strong>Ambientais:</strong> Gases inalantes são ampla e legalmente disponíveis, o que aumenta o risco de uso. Maus-tratos ou traumas durante a infância também estão associados à progressão da ausência de uso para o transtorno por uso de inalantes em jovens.</p><p><strong>Genéticos e fisiológicos:</strong> A desinibição comportamental é uma propensão geral fortemente hereditária de não restringir o comportamento de modo que este seja socialmente aceito, de romper normas e regras sociais e de assumir riscos perigosos, buscando recompensas de modo excessivo apesar do perigo de consequências adversas. Jovens com forte desinibição comportamental</p><p>apresentam fatores de risco para transtorno por uso de inalantes: transtorno por uso de substância com início precoce, envolvimento com múltiplas substâncias e problemas de conduta desde cedo. Como a desinibição comportamental sofre forte influência genética, jovens de famílias em que há problemas antissociais e relacionados a substâncias correm maior risco para desenvolver transtorno por uso de inalantes.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 17:48:48 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas:</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3598064429</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>À Cultura: </strong>Algumas comunidades nativas ou aborígenes têm experimentado alta prevalência de problemas</p><p>com inalantes. Também, em alguns países, grupos de crianças sem-teto em gangues de rua apresentam</p><p>extensos problemas de uso dessas substâncias.</p><p><br/></p><p><strong>Ao Gênero: </strong>Embora a prevalência do transtorno por uso de inalantes seja quase idêntica entre adolescentes</p><p>de ambos os sexos, o transtorno é muito raro entre adultos do sexo feminino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 17:52:12 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Marcadores Diagnósticos</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3598065926</link>
         <description><![CDATA[<p>Exames de urina, do ar expirado e de saliva podem ser úteis para avaliar o uso concomitante de substâncias não inalantes por indivíduos com transtorno por uso de inalantes. Contudo, problemas técnicos e o custo considerável de análises tornam exames biológicos frequentes para inalantes pouco práticos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 17:53:07 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Intoxicação por Inalantes</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3598078469</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Critérios Diagnósticos:</strong></p><p>A. Exposição breve e recente, intencional ou não, a altas doses de substâncias inalantes, incluindo hidrocarbonetos voláteis como tolueno ou gasolina.</p><p>B. Alterações comportamentais ou psicológicas clinicamente significativas e problemáticas (p. ex.beligerância, agressividade, apatia, julgamento prejudicado) desenvolvidas durante ou logo após o uso ou a exposição a inalantes.</p><p>C. Dois (ou mais) dos seguintes sinais ou sintomas, desenvolvidos durante ou logo após o uso ou a exposição a inalantes:</p><p>1. Tontura.</p><p>2. Nistagmo.</p><p>3. Incoordenação.</p><p>4. Fala arrastada.</p><p>5. Instabilidade de marcha.</p><p>6. Letargia.</p><p>7. Reflexos deprimidos.</p><p>8. Retardo psicomotor.</p><p>9. Tremor.</p><p>10. Fraqueza muscular generalizada.</p><p>11. Visão borrada ou diplopia.</p><p>12. Estupor ou coma.</p><p>13. Euforia.</p><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por outra substância.</p><p><strong>Nota para codificação: </strong>O código da CID-9-MC é 292.89. O código da CID-10-MC depende da existência de comorbidade com transtorno por uso de inalantes.</p><ul><li><p><strong>Com comorbidade leve:</strong></p><p>Código: <strong>F18.129</strong></p></li><li><p><strong>Com comorbidade moderada ou grave:</strong></p><p>Código: <strong>F18.229</strong></p></li><li><p><strong>Sem comorbidade com transtorno por uso de inalantes:</strong></p><p>Código: <strong>F18.929</strong></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-09-22 18:01:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TEA - Transtorno do Espectro Autista</title>
         <author>michaeleperes</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3618041259</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 17:07:35 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>TDAH - Transtorno do Déficit de Atenção/Hiperatividade</title>
         <author>michaeleperes</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3618041702</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 17:08:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Deficiência Intelectual (Transtorno do Desenvolvimento Intelectual):</title>
         <author>michaeleperes</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3618042322</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 17:09:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Outros:</title>
         <author>michaeleperes</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3618046096</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 17:13:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Bibliografia:</title>
         <author>michaeleperes</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3618079322</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-04 17:56:30 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>DIAGNÓSTICOS, TRATAMENTOS E MEDICAÇÕES EM TRANSTORNOS ALIMENTARES...</title>
         <author>thaliabresulin2102</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3627214731</link>
         <description><![CDATA[<p>O <mark>diagnóstico</mark> dos transtornos alimentares é realizado a partir de avaliações médicas como: exames físicos, avaliações e acompanhamento da saúde mental, análise do histórico de sintomas e avaliações da imagem corporal e comportamental. Para que ocorra o diagnóstico, essas avaliações médicas se baseiam em critérios específicos que se encontram no Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos Mentais – DSM-5.</p><p><br/></p><p>O diagnóstico deve ser concretizado a partir de uma abordagem multiprofissional, bem como os tratamentos. Os <mark>profissionais</mark> que podem estar presentes nesses processos são: Médicos, psicólogos, psiquiatras, nutricionistas, e, é importante que estes profissionais atuem no coletivo.</p><p><br/></p><p>Os <mark>tratamentos</mark> mais eficazes em transtornos alimentares são: terapia cognitivo-comportamental, farmacoterapia, psicoterapia, psicoterapia psicodinâmica focal, terapia e terapia familiar.</p><p><br/></p><p>Os <mark>medicamentos</mark> utilizados frequentemente no tratamento dos transtornos alimentares, são drogas antidepressivas como: fluoxetina (na dose média de 60 mg/dia); sertralina, fluvoxamina, citalopram, topiramato, venlafaxina (na dose-alvo de 200mg/dia). </p><p><br/></p><p>Não existe dados que definam periodicidades especificas para estes medicamentos, pois o profissional responsável que determina esse fator, diante de cada caso diagnosticado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 22:23:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ENCAMINHAMENTOS EM CASOS DE TRANSTORNOS ALIMENTARES NAS ÁREAS DA EDUCAÇÃO E SAÚDE...</title>
         <author>thaliabresulin2102</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3627223174</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><mark>Encaminhamentos na área da educação:</mark> </strong>É importante que a equipe escolar saiba identificar e observar os sinais que os transtornos alimentares acabam expondo, acolher sem julgamentos e realizar encaminhamentos para os profissionais da saúde, bem como comunicar a família dos possíveis indicadores de que é necessária uma avaliação médica.</p><p><br></p><p>Seria interessante se essa equipe escolar, ao perceber sinais de transtornos alimentares, que pudessem pensar em projetos e/ou aulas de educação alimentar, convidando profissionais da área da saúde e alimentação como: psicólogos e nutricionistas para promover conversas e oficinas sobre a importância da saúde alimentar e saúde mental, do cuidado do corpo, bem como a autoestima.</p><p><br></p><p><strong><mark>Encaminhamentos na área da saúde:</mark></strong> É necessário haver acompanhamento com uma equipe com multiprofissionais, bem como a família deve ter um acompanhamento profissional. Para que haja uma compreensão sobre como se dão os transtornos alimentares, e para que possam auxiliar no processo de tratamento, possibilitando que a família esteja presente com a criança ou jovem durante essas etapas, o que é de extrema importância.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 22:52:13 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>REFERÊNCIAS:</title>
         <author>thaliabresulin2102</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3627228214</link>
         <description><![CDATA[<p>AMERICAN PSYCHIATRIC ASSOCIATION et al.&nbsp;<strong>DSM-5: Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais</strong>. Artmed Editora, 2014.</p><p><br/></p><p>GOMES, Sócrates Belém et al. Evolução histórica dos conceitos e critérios diagnósticos da bulimia nervosa e do transtorno da compulsão alimentar: uma revisão de literatura.&nbsp;<strong>Diálogos Interdisciplinares em Psiquiatria e Saúde Mental</strong>, v. 1, n. 1, p. 60-69, 2021.</p><p><br/></p><p>OPENHEIMER, Renata et al. Gatilhos emocionais que disparam a compulsão alimentar.&nbsp;<strong>RBONE-Revista Brasileira de Obesidade, Nutrição e Emagrecimento</strong>, v. 18, n. 114, p. 540-547, 2024.</p><p>&nbsp;</p><p>SGARBI, Mariana Teixeira et al. Uma análise dos transtornos alimentares: anorexia nervosa e bulimia.&nbsp;<strong>Revista Eletrônica Acervo Médico</strong>, v. 23, n. 2, p. e12172-e12172, 2023.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 23:06:27 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>SUGESTÃO PARA ASSISTIR:</title>
         <author>thaliabresulin2102</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3627233744</link>
         <description><![CDATA[<p>O Mínimo para Viver - Netflix</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-10 23:24:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Encaminhamentos na Educação</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3637926296</link>
         <description><![CDATA[<p>Encaminhar o aluno ao psicólogo ou fonoaudiólogo;</p><p>Encaminhar à equipe de saúde (posto, CAPS, etc.);</p><p>Encaminhar à assistência social (CRAS, Conselho Tutelar);</p><p>Solicitar acompanhamento pedagógico especializado (AEE).</p><p>•Objetivo: garantir o desenvolvimento integral do estudante — emocional, cognitivo e social.</p><p>  </p><p><strong> 🩺 Encaminhamentos na Saúde</strong></p><p><br/></p><p>  Encaminhar do posto de saúde para um especialista (psiquiatra, neurologista, fisioterapeuta...);</p><p>Encaminhar ao psicólogo para acompanhamento emocional;</p><p>Encaminhar para serviços sociais ou educacionais quando há necessidade. •Objetivo: oferecer o cuidado certo, com o profissional adequado, garantindo atenção integral à saúde.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-17 16:44:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas ao Gênero</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649715296</link>
         <description><![CDATA[<p>As diferenças na prevalência da intoxicação por inalantes na população em geral são desconhecidas. Contudo, ao supor-se que a maioria dos usuários de inalantes, em algum momento, irá sofrer intoxicação por essas substâncias, as diferenças de gênero na prevalência de usuários de inalantes provavelmente refletem as diferenças na proporção de indivíduos do sexo masculino e do sexo feminino que sofrem intoxicação por tais substâncias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 22:28:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Possíveis Encaminhamentos</title>
         <author>guilhermedonato1</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649716291</link>
         <description><![CDATA[<p>Esquizofrenia:</p><p>➡️ Na saúde:</p><p>Profissional especialista em auxiliar nos momentos necessários;</p><p>➡️ Na educação:</p><p>Locais ou espaços para atender as pessoas acometidas;</p><p>Profissional especialista em auxiliar nos momentos necessários;</p><p>Atendimento especializado;</p><p> </p><p>Delirante:</p><p>➡️Na saúde:</p><p>Profissional especialista em auxiliar nos momentos necessários e/ou encaminhamentos;</p><p>➡️Na educação:</p><p>Locais ou espaços especializados para atender em momentos de crises;</p><p>Reuniões com os professores e funcionários de espaços educacionais para que possam saber o que se pode fazer caso vejam alguém com o transtorno;</p><p><br/></p><p>Esquizoafetivo:</p><p>➡️Na saúde:</p><p>Procurar um profissional como psiquiatra, psicólogo, entre outros tratamentos;</p><p>➡️Na educação:</p><p>Ser um local acolhedor que conscientize seus profissionais do que se deve fazer;</p><p><br/></p><p>Alucinações:</p><p>➡️Na saúde:</p><p>Profissional especialista em auxiliar nos momentos necessários;</p><p>➡️Na educação:</p><p>Locais adequados para atender às necessidades;</p><p>Formações com os profissionais da educação para entenderem o que fazer em caso de encontrar alguém que necessita de auxílio;</p><p><br/></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 22:31:57 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649716291</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Encaminhamentos:</title>
         <author>emilynoflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649716447</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Garantir apoio da rede de saúde</em></strong></p><ul><li><p>Orientar a família para avaliação psicológica/psiquiátrica.</p></li><li><p>Articular-se com CAPSij, UBS e outros serviços (com autorização da família).</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Desenvolver um Plano de Apoio Individualizado (PAI)</em></strong></p><ul><li><p>Adequar atividades, prazos e avaliações conforme necessidades emocionais.</p></li><li><p>Monitorar e registrar aspectos pedagógicos e comportamentais.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Capacitar a equipe escolar</em></strong></p><ul><li><p>Promover formação sobre saúde mental, manejo de crise e acolhimento.</p></li><li><p>Sensibilizar professores para identificar sinais de alerta.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Oferecer suporte emocional e pedagógico ao estudante</em></strong></p><ul><li><p>Garantir espaço seguro para regulação emocional.</p></li><li><p>Flexibilizar rotinas e permitir pausas quando necessário.</p></li><li><p>Incentivar participação em projetos que valorizem autoestima e vínculos.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Estabelecer protocolo de manejo de crises</em></strong></p><ul><li><p>Acolher, retirar de estímulos, comunicar responsáveis e acionar rede de saúde quando necessário.</p></li><li><p>Evitar punições, exposições ou interpretações moralizantes do comportamento.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Fortalecer relação escola–família</em></strong></p><ul><li><p>Realizar reuniões de escuta e orientação.</p></li><li><p>Orientar sobre continuidade do tratamento e direitos do estudante.</p></li></ul><p><br/></p><p><strong><em>Criar cultura escolar de acolhimento</em></strong></p><ul><li><p>Desenvolver ações socioemocionais, prevenção ao bullying e incentivo ao respeito.</p></li><li><p>Promover ambientes seguros, inclusivos e não estigmatizantes.</p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 22:32:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Outros Transtornos Induzidos por Inalantes</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649717589</link>
         <description><![CDATA[<p>Os seguintes transtornos induzidos por inalantes são descritos em outros capítulos do Manual, juntamente aos transtornos com os quais compartilham fenomenologia (consultar transtornos</p><p>mentais induzidos por substância/medicamento nestes capítulos): transtorno psicótico induzido</p><p>por inalantes (“Espectro da Esquizofrenia e Outros Transtornos Psicóticos”); transtorno</p><p>depressivo induzido por inalantes (“Transtornos Depressivos”); transtorno de ansiedade induzido por inalantes (“Transtornos de Ansiedade”); e transtorno neurocognitivo maior ou leve induzido</p><p>por inalantes (“Transtornos Neurocognitivos”). Para delirium induzido por intoxicação por inalantes, ver os critérios e a abordagem de delirium no capítulo “Transtornos Neurocognitivos”.</p><p>Esses transtornos induzidos por inalantes são diagnosticados em lugar de intoxicação por inalantes apenas quando os sintomas são suficientemente graves para justificar atenção clínica independente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 22:36:00 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649717589</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transtorno Relacionado a Inalantes Não Especificado</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649718258</link>
         <description><![CDATA[<p>                                                 <strong>292.9 </strong>(F18.99)</p><p>Esta categoria aplica-se a apresentações em que sintomas característicos de um transtorno relacionado a inalantes que causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento</p><p>social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo predominam, mas não satisfazem</p><p>todos os critérios para qualquer transtorno relacionado a inalantes específico nem para outro transtorno na classe diagnóstica de transtornos relacionados a substâncias e transtornos aditivos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 22:38:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtornos Relacionados a Opioides</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649720975</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Transtorno por Uso de Opioides:</strong></p><p>Critérios Diagnósticos:</p><p>A. Um padrão problemático de uso de opioides, levando a comprometimento ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por pelo menos dois dos seguintes critérios, ocorrendo durante um período de 12 meses:</p><p>1. Os opioides são frequentemente consumidos em maiores quantidades ou por um período mais longo do que o pretendido.</p><p>2. Existe um desejo persistente ou esforços malsucedidos no sentido de reduzir ou controlar o uso de opioides.</p><p>3. Muito tempo é gasto em atividades necessárias para a obtenção do opioide, em sua utilização ou na recuperação de seus efeitos.</p><p>4. Fissura ou um forte desejo ou necessidade de usar opioides.</p><p>5. Uso recorrente de opioides resultando em fracasso em cumprir obrigações importantes no trabalho, na escola ou em casa.</p><p>6. Uso continuado de opioides apesar de problemas sociais ou interpessoais persistentes ou recorrentes causados ou exacerbados pelos seus efeitos.</p><p>7. Importantes atividades sociais, profissionais ou recreacionais são abandonadas ou reduzidas em virtude do uso de opioides.</p><p>8. Uso recorrente de opioides em situações nas quais isso representa perigo para a integridade física.</p><p>9. O uso de opioides é mantido apesar da consciência de ter um problema físico ou psicológico persistente ou recorrente que tende a ser causado ou exacerbado pela substância.</p><p>10. Tolerância, definida por qualquer um dos seguintes aspectos:</p><p>a. Necessidade de quantidades progressivamente maiores de opioides para atingir a intoxicação ou o efeito desejado.</p><p>b. Efeito acentuadamente menor com o uso continuado da mesma quantidade de opioide.</p><p>11. Abstinência, manifestada por qualquer dos seguintes aspectos:</p><p>a. Síndrome de abstinência característica de opioides (consultar os Critérios A e B do conjunto de critérios para abstinência de opioides, p. 547-548).</p><p>b. Opioides (ou uma substância estreitamente relacionada) são consumidos para aliviar ou evitar os sintomas de abstinência.</p><p><strong>Código baseado na gravidade atual:</strong> Nota para os códigos da CID-10-MC.</p><p><strong>Especificar a gravidade atual:</strong></p><p><strong>305.50 (F11.10) Leve: </strong>Presença de 2 ou 3 sintomas.</p><p><strong>304.00 (F11.20) Moderada: </strong>Presença de 4 ou 5 sintomas.</p><p><strong>304.00 (F11.20) Grave:</strong> Presença de 6 ou mais sintomas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 22:44:53 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consequências Funcionais da Intoxicação por Cafeína</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649721437</link>
         <description><![CDATA[<p>Os prejuízos decorrentes da intoxicação por cafeína podem apresentar consequências graves, incluindo disfunção no trabalho ou na escola, indiscrições sociais ou fracasso em desempenhar papéis. </p><p><br></p><p>Além disso, doses extremamente elevadas de cafeína podem ser fatais. Em alguns casos, a intoxicação pela substância pode precipitar um transtorno induzido por cafeína.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 22:46:12 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649721703</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Genéticos e fisiológicos:</strong></p><p>O risco de transtorno por uso de opioides pode estar relacionado a fatores individuais, familiares, pares e ambientais e sociais, mas, dentro dessas áreas, os fatores genéticos desempenham um papel particularmente importante tanto direta quanto indiretamente. Por exemplo, impulsividade e busca por novidades são temperamentos individuais relacionados à propensão de desenvolver um transtorno por uso de substância, mas podem eles mesmos ser determinados geneticamente. Fatores ligados a pares podem estar relacionados à predisposição</p><p>genética em termos de como um indivíduo seleciona seu ambiente.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 22:46:58 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649721968</link>
         <description><![CDATA[<p>Outros transtornos mentais:</p><ul><li><p>A intoxicação por cafeína pode se caracterizar por sintomas (p. ex., ataques de pânico) que se assemelham a transtornos mentais primários. </p></li><li><p>Para satisfazer aos critérios de intoxicação por cafeína, os sintomas não podem estar associados a outra condição médica nem a outro transtorno mental, como transtorno de ansiedade, que poderiam explicá- -los melhor:</p><ul><li><p>Episódios maníacos; transtorno de pânico; transtorno de ansiedade generalizada; intoxicação por anfetaminas; abstinência de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos ou abstinência de tabaco; transtornos do sono; e efeitos colaterais induzidos por medicamentos (p. ex., acatisia) podem causar um quadro clínico semelhante ao da intoxicação por cafeína.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 22:47:50 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas à Cultura</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649722186</link>
         <description><![CDATA[<p>Apesar de pequenas variações quanto a itens individuais de cada critério, o desempenho dos critérios diagnósticos para transtorno por uso de opioides é igualmente eficaz para a maioria</p><p>dos grupos raciais/étnicos. Indivíduos de populações étnicas minoritárias que habitam áreas economicamente carentes têm sido super-representados entre as pessoas com transtorno por uso de opioides. Contudo, com o passar do tempo, o transtorno passou a ser observado com maior frequência entre indivíduos de classe média, especialmente pessoas do sexo feminino, o que</p><p>sugere que diferenças quanto ao uso refletem a disponibilidade de drogas e fármacos opioides e que outros fatores sociais podem ter impacto sobre a prevalência. Profissionais da área da saúde</p><p>com acesso fácil a opioides podem correr maior risco de desenvolver o transtorno.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 22:48:28 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Comorbidade </title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649722642</link>
         <description><![CDATA[<p>Doses de cafeína típicas da alimentação não estiveram consistentemente associadas a problemas médicos. Contudo, o uso pesado (p. ex., superior a 400 mg) pode causar ou exacerbar sintomas somáticos e de ansiedade e desconforto gastrintestinal. </p><p><br></p><p>No caso de doses extremamente elevadas e agudas de cafeína, convulsões tônico-clônicas e insuficiência respiratória podem resultar em morte. </p><p><br></p><p>O uso excessivo da substância está associado a transtornos depressivos, transtornos bipolares, transtornos alimentares, transtornos psicóticos e transtornos relacionados a substâncias, considerando que indivíduos com transtornos de ansiedade têm mais propensão a evitar a cafeína.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 22:49:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abstinência de Cafeína
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649723763</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Critérios Diagnósticos </strong></p><ul><li><p>Uso diário prolongado de cafeína.</p></li><li><p>Cessação ou redução abrupta do uso de cafeína, seguida, no período de 24 horas, de três (ou mais) dos seguintes sinais ou sintomas: </p><ul><li><p>1. Cefaleia. </p></li><li><p>2. Fadiga ou sonolência acentuadas. </p></li><li><p>3. Humor disfórico, humor deprimido ou irritabilidade. </p></li><li><p>4. Dificuldade de concentração. </p></li><li><p>Sintomas gripais (náusea, vômitos ou dor/rigidez muscular).</p></li></ul></li><li><p>Os sinais ou sintomas do Critério B causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo. </p></li><li><p>Os sinais ou sintomas não estão associados aos efeitos fisiológicos de outra condição médica (p. ex., enxaqueca, doença viral) nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por ou abstinência de outra substância.</p></li></ul>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 22:52:15 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Risco de Suicídio</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649723879</link>
         <description><![CDATA[<p>De forma similar ao risco geralmente observado com todos os transtornos por uso de substâncias, o transtorno por uso de opioides está associado a aumento do risco de tentativas de suicídio e suicídios consumados. Destacam-se as overdoses tanto acidentais quanto deliberadas. Alguns dos fatores de risco de suicídio se sobrepõem aos fatores de risco de um transtorno por uso de opioides. Além disso, intoxicações ou abstinências de opioides repetidas podem estar associadas</p><p>a depressões graves, que, embora sejam temporárias, podem ser suficientemente intensas para levar a tentativas de suicídio e suicídios consumados. Dados disponíveis sugerem que overdose</p><p>acidental e não letal de opioides (de ocorrência frequente) e tentativa de suicídio são problemas clinicamente significativos distintos que não devem ser confundidos entre si.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 22:52:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649723879</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Características Diagnósticas
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649724303</link>
         <description><![CDATA[<p>A característica essencial da abstinência de cafeína é a presença de uma síndrome de abstinência típica que se desenvolve após a interrupção (ou redução substancial) abrupta da ingestão diária prolongada de cafeína (Critério B). </p><p><br></p><p>A síndrome de abstinência de cafeína é indicada por três ou mais dos seguintes (Critério B): cefaleia; fadiga ou sonolência acentuadas; humor disfórico, humor deprimido ou irritabilidade; dificuldade de concentração; e sintomas gripais (náusea, vômitos, dor/rigidez muscular). </p><p><br></p><p>A síndrome de abstinência causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo (Critério C). </p><p><br></p><p>Os sintomas não devem estar associados aos efeitos fisiológicos de outra condição médica nem são mais bem explicados por outro transtorno mental (Critério D).</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 22:53:54 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649724303</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Consequências Funcionais do Transtorno por Uso de Opioides</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649724331</link>
         <description><![CDATA[<p>O uso de opioides está associado à inibição de secreções das membranas mucosas, causando secura da boca e do nariz. A lentificação da atividade gastrintestinal e a redução da motilidade visceral podem produzir constipação grave.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 22:54:00 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649727527</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Transtornos mentais induzidos por opioides:</strong></p><p>Transtornos induzidos por opioides podem ser caracterizados por sintomas (p. ex., humor deprimido) que se assemelham a transtornos mentais primários (p. ex., transtorno depressivo persistente [distimia] versus transtorno depressivo induzido por opioides com características depressivas, com início durante a intoxicação). Opioides têm menores chances de provocar sintomas de perturbação mental do que a maioria das outras drogas de abuso.</p><p><strong>Intoxicação por outra substância:</strong></p><p>Intoxicação por álcool e intoxicação por sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos podem causar um quadro clínico que se assemelha ao da intoxicação por opioides.</p><p>Um diagnóstico de intoxicação por álcool ou sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos geralmente pode ser realizado com base na ausência de miose ou na ausência de resposta a uma provocação com</p><p>naloxona. Em alguns casos, a intoxicação pode ser devida tanto a opioides quanto a álcool ou outros sedativos. Nesses casos, a provocação com naloxona não irá reverter todos os efeitos sedativos.</p><p><strong>Outros transtornos de abstinência:</strong></p><p>A ansiedade e a inquietação associadas à abstinência de opioides assemelham-se aos sintomas observados na abstinência de sedativo-hipnóticos. Contudo, a abstinência de opioides também é acompanhada por rinorreia, lacrimejamento e midríase,</p><p>indícios que não são observados na abstinência de sedativos. Pupilas dilatadas também são observadas na intoxicação por alucinógenos e na intoxicação por estimulantes. Contudo, outros</p><p>sinais ou sintomas de abstinência de opioides estão ausentes, como náusea, vômitos, diarreia, cólicas abdominais, rinorreia e lacrimejamento.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:04:38 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649727527</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Características Diagnósticas
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649729614</link>
         <description><![CDATA[<p>Essa classe de substâncias inclui todos os tranquilizantes vendidos com prescrição e quase todos os medicamentos antiansiedade vendidos com prescrição médica. </p><p><br></p><p>Como o álcool, esses agentes são depressores cerebrais e podem produzir transtornos induzidos por uso de substância/medicamento e transtornos por uso de substância similares. </p><p><br></p><p>Os sedativos, hipnóticos e ansiolíticos estão disponíveis tanto por prescrição quanto por fontes ilícitas. Alguns indivíduos que obtêm essas substâncias por meio de receita médica desenvolvem transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos, enquanto outros, que fazem mau uso dessas substâncias, ou as utilizam com finalidade de intoxicação, não desenvolvem o transtorno. </p><p><br></p><p>Os sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos com início rápido e/ou efeito breve ou intermediário podem ser especificamente selecionados para a finalidade de intoxicação, embora substâncias com ação mais prolongada nessa classe também possam ser consumidas com essa finalidade.</p><p><br></p><p>O mau uso de substâncias dessa classe pode ocorrer isoladamente ou em conjunto com o uso de outras substâncias. </p><p><br></p><p>Por exemplo, indivíduos podem usar doses de sedativos ou de benzodiazepínicos capazes de intoxicação para atenuar os efeitos de cocaína ou de anfetaminas ou, então, usar doses elevadas de benzodiazepínicos em combinação com metadona para potencializar seus efeitos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:11:39 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649729614</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649729961</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Intoxicação por outra substância:</strong> Um</p><p>diagnóstico de intoxicação por álcool ou por sedativo-hipnótico geralmente pode ser realizado com base na ausência de miose ou na ausência de resposta a uma provocação com naloxona. Em alguns casos, a intoxicação pode ser devida tanto a opioides quanto a álcool ou outros sedativos.</p><p><strong>Outros transtornos relacionados a opioides: </strong>A intoxicação por opioides distingue-se dos outros transtornos induzidos por opioides (p. ex., transtorno depressivo induzido por opioides com início durante a intoxicação) porque os sintomas desses outros transtornos predominam na apresentação clínica e satisfazem todos os critérios para o transtorno em questão.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:12:52 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649729961</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Intoxicação por Opioides</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649730581</link>
         <description><![CDATA[<p>Critérios Diagnósticos:</p><p>A. Uso recente de um opioide.</p><p>B. Alterações comportamentais ou psicológicas clinicamente significativas e problemáticas (p. ex., euforia inicial seguida por apatia, disforia, agitação ou retardo psicomotor, julgamento prejudicado) desenvolvidas durante ou logo após o uso de opioides.</p><p>C. Miose (ou midríase devido à anoxia decorrente de overdose grave) e um (ou mais) dos seguintes sinais ou sintomas, desenvolvidos durante ou logo após o uso de opioides.</p><p>1. Torpor ou coma.</p><p>2. Fala arrastada.</p><p>3. Prejuízo na atenção ou na memória.</p><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por outra substância. </p><p><strong>Para intoxicação por opioides sem perturbações da percepção:</strong> CID-10-MC é <strong>F11.129</strong></p><p><strong>Para intoxicação por opioides com perturbações da percepção: </strong>CID-10-MC é <strong>F11.122</strong></p><p>Caso <strong>não </strong>haja comorbidade com transtorno por uso de opioides, então o código da <strong>CID-10-MC é F11.922.</strong></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:14:31 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649731286</link>
         <description><![CDATA[<p>O transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos frequentemente está associado a outros transtornos por uso de substância. </p><p><br></p><p>Sedativos costumam ser usados para aliviar os efeitos indesejados dessas outras substâncias, e seu uso repetido leva à tolerância aos efeitos sedativos, e uma dose progressivamente mais alta é usada. </p><p><br></p><p>Contudo, a tolerância aos efeitos depressores do tronco cerebral desenvolve-se muito mais lentamente, e, quando o indivíduo consome maiores quantidades da substância para obter euforia e outros efeitos desejados, pode haver um início repentino de depressão respiratória e hipotensão, que podem levar à morte. </p><p><br></p><p>Intoxicação intensa ou repetida por sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos pode estar associada a depressão grave, que, embora temporária, pode levar a tentativa de suicídio e suicídio consumado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:16:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Prevalência</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649731455</link>
         <description><![CDATA[<p>Estima-se que as prevalências de 12 meses do transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos do DSM-IV sejam de 0,3% na faixa etária dos 12 aos 17 anos e de 0,2% entre adultos a partir dos 18 anos. </p><p><br></p><p>As taxas do transtorno do DSM-IV são ligeiramente maiores entre homens adultos (0,3%) do que entre mulheres adultas, mas dos 12 aos 17 anos, a taxa de meninas (0,4%) ultrapassa a taxa de meninos (0,2%). </p><p><br></p><p>A prevalência de 12 meses do transtorno do DSM-IV diminui com a idade e é mais alta dos 18 aos 29 anos (0,5%) e mais baixa entre indivíduos a partir dos 65 anos (0,04%).</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:17:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento e Curso
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649732561</link>
         <description><![CDATA[<p>O curso habitual do transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos envolve adolescentes ou jovens adultos na faixa dos 20 anos, que intensificam seu uso eventual de agentes sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos a ponto de desenvolver problemas que satisfazem os critérios para o diagnóstico. </p><p><br></p><p>Esse padrão é particularmente provável entre indivíduos com outros transtornos por uso de substância (p. ex., álcool, opioides, estimulantes). </p><p><br></p><p>Um padrão inicial de uso social intermitente (p. ex., em festas) pode levar ao uso diário e a níveis elevados de tolerância. Quando isso ocorre, pode-se esperar um nível crescente de dificuldades interpessoais, bem como episódios cada vez mais graves de disfunção cognitiva e de abstinência fisiológica.</p><p><br></p><p>O segundo curso clínico, observado com menor frequência, começa com um indivíduo que originalmente obteve o medicamento com receita médica, em geral para o tratamento de ansiedade, insônia ou devido a queixas somáticas. </p><p><br></p><p>A medida que se desenvolve ou tolerância, ou a necessidade de doses mais elevadas do medicamento, há aumento gradual na dose e na frequência da autoadministração. </p><p><br></p><p>O indivíduo provavelmente irá continuar a justificar o uso com base em seus sintomas originais de ansiedade ou insônia, mas o comportamento de busca pela substância se torna mais proeminente, e ele passa a se consultar com diversos médicos para obter um estoque suficiente do medicamento. </p><p><br></p><p>A tolerância pode atingir níveis elevados, e a abstinência (incluindo convulsões e delirium por abstinência) pode ocorrer.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:21:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649732561</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Abstinência de Opioides</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649732603</link>
         <description><![CDATA[<p>                                                  <strong>  292.0</strong> (F11.23)</p><p>Critérios Diagnósticos:</p><p>A. Presença de qualquer um dos seguintes:</p><p>1. Cessação (ou redução) do uso pesado e prolongado de opioides (i.e., algumas semanas ou mais).</p><p>2. Administração de um antagonista de opioides após um período de uso de opioides.</p><p>B. Três (ou mais) dos seguintes sintomas, desenvolvidos no prazo de alguns minutos a alguns dias após o Critério A:</p><p>1. Humor disfórico.</p><p>2. Náusea ou vômito.</p><p>3. Dores musculares.</p><p>4. Lacrimejamento ou rinorreia.</p><p>5. Midríase, piloereção ou sudorese.</p><p>6. Diarreia.</p><p>7. Bocejos.</p><p>8. Febre.</p><p>9. Insônia.</p><p>C. Os sinais ou sintomas do Critério B causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no</p><p>funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados</p><p>por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por ou abstinência de outra substância.</p><p><strong>Nota para codificação:</strong></p><p>O código da CID-9-MC é 292.0. O código da CID-10-MC para abstinência de opioides é F11.23.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:21:27 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649732603</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649733282</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais:</strong> </p><p>Impulsividade e busca por novidades são temperamentos individuais que estão relacionados à propensão a desenvolver um transtorno por uso de substância, mas podem, por si sós, ser determinados geneticamente. </p><p><br></p><p><strong>Ambientais:</strong> </p><p>Como sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos são fármacos, um fator de risco fundamental está relacionado à disponibilidade dessas substâncias. </p><p>Fatores relativos a pares podem estar relacionados à predisposição genética em termos de como os indivíduos selecionam seu ambiente. </p><p>Outros indivíduos com risco aumentado são pessoas com transtorno por uso de álcool que podem receber constantes prescrições em resposta a queixas de ansiedade ou insônia relacionadas ao álcool. </p><p><br></p><p><strong>Genéticos e fisiológicos:</strong></p><p>Como ocorre com outros transtornos por uso de substâncias, o risco de desenvolver transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos pode estar relacionado a fatores individuais, familiares, de pares, sociais e ambientais.</p><p>Dentro dessas áreas, os fatores genéticos desempenham um papel particularmente importante tanto de forma direta quanto indireta. </p><p>De modo geral, ao longo do desenvolvimento, os fatores genéticos parecem contribuir mais para o início do transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos à medida que os indivíduos passam pela puberdade e iniciam a vida adulta. </p><p><br></p><p><strong>Modificadores do curso:</strong></p><p>O início precoce do uso está associado a uma maior probabilidade de desenvolver transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:24:01 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas à Cultura
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649733463</link>
         <description><![CDATA[<p>Há variações acentuadas nos padrões de prescrição (e disponibilidade) dessa classe de substâncias em diferentes países, o que pode levar a variações na prevalência dos transtornos por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:24:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649733463</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas ao Gênero
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649733668</link>
         <description><![CDATA[<p>Indivíduos do sexo feminino têm maior risco do que os do sexo masculino de mau uso de fármacos receitados de substâncias sedativas, hipnóticas ou ansiolíticas.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:25:10 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Marcadores Diagnósticos
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649733978</link>
         <description><![CDATA[<p>Quase todas as substâncias sedativas, hipnóticas ou ansiolíticas podem ser identificadas por meio de exames laboratoriais de urina ou sangue (este último pode quantificar esses agentes no corpo). Exames de urina podem permanecer positivos durante aproximadamente uma semana após o uso de substância de ação prolongada, como diazepam ou flurazepam.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:25:54 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial:</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649734248</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Outros transtornos de abstinência: </strong>A ansiedade e a inquietação associadas à abstinência de opioides assemelham-se a sintomas observados na abstinência de sedativo-hipnóticos. Contudo,</p><p>a abstinência de opioides também é acompanhada por rinorreia, lacrimejamento e midríase, sinais não observados na abstinência de sedativos.</p><p><strong>Intoxicação por outra substância: </strong>Observa-se midríase também na intoxicação por alucinógenos e na intoxicação por estimulantes. Contudo, outros sinais ou sintomas de abstinência</p><p>de opioides, como náusea, vômito, diarreia, cólicas abdominais, rinorreia e lacrimejamento, não estão presentes.</p><p><strong>Outros transtornos induzidos por opioides: </strong>A abstinência de opioides distingue-se de outros transtornos induzidos por opioides (p. ex., transtorno depressivo induzido por opioides com</p><p>início durante a abstinência) porque os sintomas desses transtornos ultrapassam o grau dos sintomas normalmente associados à abstinência dessas substâncias e satisfazem todos os critérios</p><p>para o transtorno em questão.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:26:49 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649734248</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Consequências Funcionais do Transtorno por Uso de Sedativos, Hipnóticos ou Ansiolíticos</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649734609</link>
         <description><![CDATA[<p>As conseqüências sociais e interpessoais do transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos mimetizam as conseqüências do álcool em termos do potencial para comportamento desinibido. </p><p><br></p><p>Acidentes, dificuldades interpessoais (como discussões ou brigas) e a interferência com o trabalho ou com o rendimento escolar são resultados comuns. </p><p><br></p><p>O exame físico provavelmente revela evidências de uma leve diminuição na maioria dos aspectos do funcionamento do sistema nervoso autônomo, incluindo baixa frequência cardíaca, ligeira diminuição da frequência respiratória e ligeira queda na pressão arterial (com maior probabilidade de ocorrência com alterações posturais). </p><p><br></p><p>Em doses elevadas, as substâncias sedativas, hipnóticas ou ansiolíticas podem ser letais, especialmente quando misturadas com álcool, embora a dosagem letal varie consideravelmente entre substâncias específicas. </p><p><br></p><p>Overdoses podem estar associadas com uma deterioração nos sinais vitais, indicando uma emergência médica iminente (p. ex., parada respiratória decorrente de barbitúricos). Pode haver conseqüências de trauma (p. ex., hemorragia interna ou hematoma subdural) decorrentes de acidentes que ocorrem durante a intoxicação. </p><p><br></p><p>O uso intravenoso dessas substâncias pode resultar em complicações médicas relacionadas ao uso de agulhas contaminadas (p. ex., hepatite e HIV).</p><p><br></p><p>A intoxicação aguda pode resultar em ferimentos acidentais e acidentes de trânsito. No caso de idosos, mesmo o uso breve desses medicamentos sedativos nas doses prescritas pode estar associado a risco maior de problemas cognitivos e quedas. </p><p><br></p><p>Os efeitos desinibitórios desses agentes, como o álcool, têm potencial para contribuir para um comportamento ostensivamente agressivo, que acarreta problemas interpessoais e legais. </p><p><br></p><p>Overdoses acidentais ou deliberadas, semelhantes às observadas com o transtorno por uso de álcool ou intoxicação repetida por álcool, podem ocorrer. Em contraste com a ampla margem de segurança quando utilizados isoladamente, benzodiazepínicos administrados em combinação com álcool podem ser particularmente perigosos, e são comuns relatos de overdose acidental. </p><p><br></p><p>Casos de overdose acidental também ocorrem com indivíduos que fazem mau uso deliberado de barbitúricos e outros sedativos não benzodiazepínicos (p. ex., metaqualona), mas, como tais agentes são muito menos disponíveis que os benzodiazepínicos, a frequência de overdose é baixa na maioria dos contextos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:28:01 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649734609</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transtorno Relacionado a Opioides Não Especificado</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649734711</link>
         <description><![CDATA[<p>                                                   <strong>292.9 </strong>(F11.99)</p><p>Esta categoria aplica-se a apresentações em que sintomas característicos de um transtorno relacionado a opioides que causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento</p><p>social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo predominam, mas não satisfazem</p><p>todos os critérios para qualquer transtorno relacionado a opioides específico nem para outro transtorno na classe diagnóstica de transtornos relacionados a substâncias e transtornos aditivos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:28:19 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649734711</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transtornos Relacionados a Estimulantes</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649736390</link>
         <description><![CDATA[<p>Critérios Diagnósticos:</p><p>A. Um padrão de uso de substância tipo anfetamina, cocaína ou outro estimulante levando a comprometimento</p><p>ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por pelo menos dois dos</p><p>seguintes critérios, ocorrendo durante um período de 12 meses:</p><p>1. O estimulante é frequentemente consumido em maiores quantidades ou por um período mais longo do que o pretendido.</p><p>2. Existe um desejo persistente ou esforços malsucedidos no sentido de reduzir ou controlar o uso de estimulantes.</p><p>3. Muito tempo é gasto em atividades necessárias para a obtenção do estimulante, em utilização, ou na recuperação de seus efeitos.</p><p>4. Fissura ou um forte desejo ou necessidade de usar o estimulante.</p><p>5. Uso recorrente de estimulantes resultando em fracasso em cumprir obrigações importantes no trabalho, na escola ou em casa.</p><p>6. Uso continuado de estimulantes apesar de problemas sociais ou interpessoais persistentes ou recorrentes causados ou exacerbados pelos efeitos do estimulante.</p><p>7. Importantes atividades sociais, profissionais ou recreacionais são abandonadas ou reduzidas em virtude do uso de estimulantes.</p><p>8. Uso recorrente de estimulantes em situações nas quais isso representa perigo para a integridade física.</p><p>9. O uso de estimulantes é mantido apesar da consciência de ter um problema físico ou psicológico persistente ou recorrente que tende a ser causado ou exacerbado pelo estimulante.</p><p>10. Tolerância, definida por qualquer um dos seguintes aspectos:</p><p>  a. Necessidade de quantidades progressivamente maiores do estimulante para atingir a intoxicação ou o efeito desejado.</p><p>  b. Efeito acentuadamente menor com o uso continuado da mesma quantidade do estimulante.</p><p>11. Abstinência, manifestada por qualquer dos seguintes aspectos:</p><p>a. Síndrome de abstinência característica para o estimulante (consultar os Critérios A e B do conjunto de critérios para abstinência de estimulantes, p. 569).</p><p>b. O estimulante (ou uma substância estreitamente relacionada) é consumido para aliviar ou evitar os sintomas de abstinência.</p><p>Leve: Presença de 2 ou 3 sintomas.</p><p>305.70 (F15.10):Substância tipo anfetamina</p><p>305.60 (F14.10):Cocaína</p><p>305.70 (F15.10):Outro estimulante ou estimulante não especificado</p><p>Moderada: Presença de 4 ou 5 sintomas.</p><p><strong>304.40 (F15.20):</strong>Substância tipo anfetamina</p><p><strong>304.20 (F14.20):</strong>Cocaína</p><p><strong>304.40 (F15.20):</strong>Outro estimulante ou estimulante não especificado</p><p>Grave: Presença de 6 ou mais sintomas.</p><p><strong>304.40 (F15.20):</strong>Substância tipo anfetamina</p><p><strong>304.20 (F14.20):</strong>Cocaína</p><p><strong>304.40 (F15.20):</strong>Outro estimulante ou estimulante não especificado.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:33:15 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649736390</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649737971</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais:</strong> Comorbidade com transtorno bipolar, esquizofrenia, transtorno da personalidade antissocial e com outros transtornos por uso de substância é fator de risco para o desenvolvimento de transtorno por uso de estimulantes e para recaída do uso de cocaína em amostras de indivíduos sob tratamento. Impulsividade e traços semelhantes de personalidade também</p><p>podem afetar os resultados do tratamento. Transtorno da conduta na infância e transtorno da personalidade antissocial na idade adulta estão associados ao desenvolvimento posterior de</p><p>transtornos relacionados a estimulantes.</p><p><strong>Ambientais:</strong> Indicadores do uso de cocaína entre adolescentes incluem exposição pré-natal a cocaína, uso de cocaína pelos pais no período pós-natal e exposição à violência na comunidade</p><p>durante a infância. No caso de jovens, especialmente do sexo feminino, os fatores de risco incluem viver em um ambiente doméstico instável, apresentar uma condição psiquiátrica e associar-</p><p>se a usuários e fornecedores.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:39:20 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649737971</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas à Cultura</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649738783</link>
         <description><![CDATA[<p>Transtornos derivados do uso de estimulantes afetam todos os grupos raciais/étnicos, socioeconômicos,</p><p>etários e de gênero. As questões diagnósticas podem estar relacionadas a consequências sociais (p. ex., detenção, suspensões escolares ou do trabalho). Apesar de pequenas variações, os critérios diagnósticos do transtorno por uso de cocaína e outros estimulantes têm o mesmo desempenho em diferentes grupos raciais/étnicos e entre gêneros.</p><p>O uso crônico de cocaína causa deficiência no funcionamento ventricular esquerdo do coração em afro-americanos. Aproximadamente 66% dos indivíduos com internação decorrente primariamente de transtornos relacionados a metanfetaminas/anfetaminas são brancos não hispânicos, seguidos por 21% de indivíduos de origem hispânica, 3% de asiáticos e nativos das ilhas do Pacífico e 3% de negros não hispânicos.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:41:25 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649740231</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Transtornos mentais primários: </strong>Transtornos induzidos por estimulantes podem se assemelhar a transtornos mentais primários (p. ex., transtorno depressivo maior) (para abordagem desse</p><p>diagnóstico diferencial, consultar “Abstinência de Estimulantes”). As perturbações mentais resultantes</p><p>dos efeitos de estimulantes devem ser distinguidas dos sintomas de esquizofrenia; transtornos bipolares e depressivos; transtorno de ansiedade generalizada; e transtorno de pânico.</p><p><strong>Intoxicação por fenciclidina:</strong>  A intoxicação por fenciclidina (“PCP”, ou “pó de anjo”) ou por drogas sintéticas como mefedrona (conhecida por nomes diferentes, incluindo “Miau Miau”)</p><p>pode causar um quadro clínico semelhante e pode ser distinguida da intoxicação por estimulantes unicamente pela presença de metabólitos de cocaína ou de substância tipo anfetamina em uma amostra de urina ou plasma.</p><p><strong>Intoxicação por e abstinência de estimulantes: </strong>A intoxicação por e a abstinência de estimulantes</p><p>distinguem-se dos outros transtornos induzidos por estimulantes (p. ex., transtorno de ansiedade com início durante a intoxicação) porque os sintomas desses transtornos predominam</p><p>na apresentação clínica e são suficientemente graves para justificar atenção clínica independente.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:46:21 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Encaminhamentos na Saúde</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649740510</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
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         <pubDate>2025-10-24 23:47:17 UTC</pubDate>
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      <item>
         <title>Encaminhamentos na Educação</title>
         <author>eduardadiasdossantos9</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649741279</link>
         <description><![CDATA[]]></description>
         <enclosure url="https://padlet-uploads-usc1.storage.googleapis.com/4228409025/54c6acfac71cfc9c279bb0b08b443796/Screenshot_2025_10_24_20_48_59_060_com_google_android_googlequicksearchbox_edit.jpg" />
         <pubDate>2025-10-24 23:49:57 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intoxicação por Estimulantes</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649742233</link>
         <description><![CDATA[<p>Critérios Diagnósticos:</p><p>A. Uso recente de uma substância tipo anfetamina, cocaína ou outro estimulante.</p><p>B. Alterações comportamentais ou psicológicas clinicamente significativas e problemáticas (p. ex.,euforia ou embotamento afetivo; alterações na sociabilidade; hipervigilância; sensibilidade interpessoal; ansiedade, tensão ou raiva; comportamentos estereotipados; julgamento prejudicado) desenvolvidas durante ou logo após o uso de um estimulante.</p><p>C. Dois (ou mais) dos seguintes sinais ou sintomas, desenvolvidos durante ou logo após o uso de</p><p>estimulantes.</p><p>1. Taquicardia ou bradicardia.</p><p>2. Dilatação pupilar.</p><p>3. Pressão arterial elevada ou diminuída.</p><p>4. Transpiração ou calafrios.</p><p>5. Náusea ou vômito.</p><p>6. Evidências de perda de peso.</p><p>7. Agitação ou retardo psicomotor.</p><p>8. Fraqueza muscular, depressão respiratória, dor torácica ou arritmias cardíacas.</p><p>9. Confusão, convulsões, discinesias, distonias ou coma.</p><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados</p><p>por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por outra substância.</p><p><strong>Para intoxicação por anfetamina, cocaína ou outro estimulante, sem perturbações da percepção: </strong>CID-10-MC é<strong> F15.129</strong></p><p><strong>Para intoxicação por anfetamina, cocaína ou outro estimulante, com perturbações da percepção: </strong>CID-10-MC é<strong> F15.122</strong></p><p><br/></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:51:05 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649742562</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Transtornos induzidos por estimulantes: </strong>A intoxicação por estimulantes distingue-se dos outros transtornos induzidos por estimulantes (p. ex., transtorno depressivo, transtorno bipolar, transtorno psicótico, transtorno de ansiedade induzidos por estimulantes) porque a gravidade dos sintomas de intoxicação ultrapassa a associada aos transtornos induzidos por estimulantes, e os sintomas justificam atenção clínica independente. Delirium por intoxicação por estimulantes distingue-se por uma perturbação no nível de consciência e alteração na cognição.</p><p><strong>Outros transtornos mentais:</strong> Perturbações mentais salientes associadas com a intoxicação por estimulantes devem ser distinguidas dos sintomas de esquizofrenia tipo paranoide; transtornos bipolar e depressivo; transtorno de ansiedade generalizada; e transtorno de pânico conforme</p><p>descrição no DSM-5.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:52:12 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>ENCAMINHAMENTOS:</title>
         <author>maitielecamile13</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649743520</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>*Na saúde:</strong></p><p><strong>-</strong>Acompanhamento multiprofissional.</p><p><strong>Ex: </strong>Psicologia, Psiquiatria, Enfermagem e Serviço Social.</p><p><br/></p><p><strong>-</strong>Encaminhamento familiar e social.</p><p><strong>Ex: </strong>Grupos de apoio.</p><p><br/></p><p><strong>-</strong>Estratégias complementares de cuidado.</p><p><strong>Ex:</strong> Oficinas terapêuticas, ações educativas sobre saúde mental e autocuidado.</p><p><br/></p><p><strong>*Na educação:</strong></p><p><strong>-</strong>Adaptação do Ambiente Escolar.</p><p><strong>Ex: </strong>Apoio psicológico escolar, sala de apoio ou recursos especiais e plano de ensino individualizado.</p><p><br/></p><p><strong>-</strong>Capacitação e Sensibilização dos Educadores.</p><p><strong>Ex: </strong>Treinamento de professores e equipe escolar, e promoção de um ambiente inclusivo<strong>.</strong></p><p><br/></p><p><strong>-</strong>Desenvolvimento de habilidades Socioemocionais.</p><p><strong>Ex: </strong>Mediação de conflitos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-24 23:55:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abstinência de Estimulantes</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649756600</link>
         <description><![CDATA[<p>Critérios Diagnósticos:</p><p>A. Cessação (ou redução) do uso prolongado de substância tipo anfetamina, cocaína ou outro estimulante.</p><p>B. Humor disfórico e duas (ou mais) das seguintes alterações fisiológicas, desenvolvidos no prazo</p><p>de algumas horas a vários dias após o Critério A:</p><p>1. Fadiga.</p><p>2. Sonhos vívidos e desagradáveis.</p><p>3. Insônia ou hipersonia.</p><p>4. Aumento do apetite.</p><p>5. Retardo ou agitação psicomotora.</p><p>C. Os sinais ou sintomas do Critério B causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no</p><p>funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados</p><p>por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por ou abstinência de outra substância.</p><p><strong>Nota para codificação: </strong>CID-9-MC é<strong> 292.0.</strong></p><p>O código da CID-10-MC para abstinência</p><p>de anfetamina ou outro estimulante é <strong>F15.23.</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-25 00:31:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtorno Relacionado a Estimulantes Não Especificado</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649757888</link>
         <description><![CDATA[<p>Esta categoria aplica-se a apresentações em que sintomas característicos de um transtorno relacionado a estimulantes que causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento</p><p>social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo predominam, mas não satisfazem</p><p>todos os critérios para qualquer transtorno relacionado a estimulantes específico nem para outro transtorno na classe diagnóstica de transtornos relacionados a substâncias e transtornos aditivos.</p><p><strong>Nota para codificação:</strong> O código da <strong>CID-9-MC é 292.9</strong>. O código da CID-10-MC depende de o estimulante ser uma anfetamina, cocaína ou outro estimulante. O código da CID-10-MC para transtorno</p><p>relacionado a anfetamina ou outro estimulante não especificado é<strong> F15.99.</strong> O código da CID-10-MC para um transtorno relacionado a cocaína não especificado é <strong>F14.99.</strong></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-25 00:34:16 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtornos Relacionados ao Tabaco</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649759418</link>
         <description><![CDATA[<p>Critérios Diagnósticos:</p><p>A. Um padrão problemático de uso de tabaco, levando a comprometimento ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por pelo menos dois dos seguintes critérios, ocorrendo durante um período de 12 meses:</p><p>1. Tabaco é frequentemente consumido em maiores quantidades ou por um período mais longo do que o pretendido.</p><p>2. Existe um desejo persistente ou esforços malsucedidos no sentido de reduzir ou controlar o uso de tabaco.</p><p>3. Muito tempo é gasto em atividades necessárias para a obtenção ou uso de tabaco.</p><p>4. Fissura ou um forte desejo ou necessidade de usar tabaco.</p><p>5. Uso recorrente de tabaco resultando em fracasso em cumprir obrigações importantes no trabalho, na escola ou em casa (p. ex., interferência no trabalho).</p><p>6. Uso continuado de tabaco apesar de problemas sociais ou interpessoais persistentes ou recorrentes causados ou exacerbados pelos seus efeitos (p. ex., discussões com os outros obre o uso de tabaco).</p><p>7. Importantes atividades sociais, profissional ou recreacionais são abandonadas ou reduzidas em virtude do uso de tabaco.</p><p>8. Uso recorrente de tabaco em situações nas quais isso representa perigo para a integridade física (p. ex., fumar na cama).</p><p>9. O uso de tabaco é mantido apesar da consciência de ter um problema físico ou psicológico persistente ou recorrente que tende a ser causado ou exacerbado por ele.</p><p>10. Tolerância, definida por qualquer um dos seguintes aspectos:</p><p>a. Necessidade de quantidades progressivamente maiores de tabaco para atingir o efeitodesejado.</p><p>b. Efeito acentuadamente menor com o uso continuado da mesma quantidade de tabaco.</p><p>11. Abstinência, manifestada por qualquer dos seguintes aspectos:</p><p>a. Síndrome de abstinência característica de tabaco (consultar os Critérios A e B do conjunto de critérios para abstinência de tabaco).</p><p>b. Tabaco (ou uma substância estreitamente relacionada, como nicotina) é consumido para aliviar ou evitar os sintomas de abstinência.</p><p>Especificar a gravidade atual:</p><p><strong>305.1 (Z72.0) Leve: </strong>Presença de 2 ou 3 sintomas.</p><p><strong>305.1 (F17.200) Moderada: </strong>Presença de 4 ou 5 sintomas.</p><p><strong>305.1 (F17.200) Grave:</strong> Presença de 6 ou mais sintomas.</p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 00:38:03 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características Diagnósticas</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649760180</link>
         <description><![CDATA[<p>O transtorno por uso de tabaco é comum entre indivíduos que fazem uso de cigarros e outras formas de tabaco diariamente e incomum entre os que não fazem uso diário ou que usam medicamentos</p><p>com nicotina. A tolerância ao tabaco é exemplificada pelo desaparecimento da náusea e da tontura após o consumo repetido e com um efeito mais intenso do tabaco na primeira utilização do dia. A interrupção do uso de tabaco pode produzir uma síndrome de abstinência bem definida. Muitos indivíduos com transtorno por uso de tabaco utilizam-no para aliviar ou para evitar os sintomas</p><p>de abstinência (p. ex., ao saírem de uma situação na qual o uso é restrito). Muitos que usam tabaco apresentam doenças ou sintomas físicos relacionados à substância e continuam a fumá-la.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 00:39:48 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649760299</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Outros transtornos mentais ou condições médicas:</strong></p><p>Indivíduos com transtornos por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos podem apresentar sintomas que se assemelham a transtornos mentais primários. </p><p><br></p><p>A fala arrastada, incoordenação e outras características associadas típicas da intoxicação por sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos podem ser o resultado de outra condição médica ou de traumatismo craniano prévio.</p><p><br></p><p><strong>Transtorno por uso de álcool:</strong></p><p>O transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos deve ser diferenciado do transtorno por uso de álcool.</p><p><br></p><p><strong>Uso clinicamente adequado de medicamentos sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos:</strong></p><p>Indivíduos podem continuar a tomar medicamentos benzodiazepínicos conforme as instruções de um médico para uma indicação médica legítima por períodos prolongados de tempo. </p><p><br></p><p>Mesmo se os sinais fisiológicos de tolerância ou de abstinência se manifestarem, muitos desses indivíduos não desenvolvem sintomas que satisfazem os critérios para transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos porque não estão preocupados em obter a substância, e seu uso não interfere no desempenho de suas funções sociais ou profissionais rotineiras.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 00:40:06 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Intoxicação por Sedativos, Hipnóticos ou Ansiolíticos</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649761396</link>
         <description><![CDATA[<p>Critérios Diagnósticos:</p><ul><li><p>A. Uso recente de um sedativo, hipnótico ou ansiolítico. </p></li><li><p>B. Alterações comportamentais ou psicológicas clinicamente significativas e desadaptativas (p. ex., comportamento sexual ou agressivo inadequado, humor instável, julgamento prejudicado) desenvolvidas durante ou logo após o uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos. </p></li><li><p>C. Um (ou mais) dos seguintes sinais ou sintomas, desenvolvidos durante ou logo após o uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos: </p><ul><li><p>1. Fala arrastada. </p></li><li><p>2. Incoordenação. </p></li><li><p>3. Marcha instável. </p></li><li><p>4. Nistagmo. </p></li><li><p>5. Prejuízo na cognição (p. ex., atenção, memória). </p></li><li><p>6. Estupor ou coma. D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por outra substância.</p></li></ul></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 00:42:39 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649761732</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais:</strong> Indivíduos com traços de personalidade externalizantes estão mais propensos a iniciar o uso de tabaco. Crianças com transtorno de déficit de atenção/hiperatividade ou transtorno da conduta e adultos com transtornos depressivo, bipolar, de ansiedade, da personalidade, psicótico ou por uso de outras substâncias correm maior risco de iniciar e continuar o uso de tabaco e de desenvolver transtorno por uso da substância. </p><p><strong>Ambientais:</strong> Indivíduos de baixa renda e baixo nível educacional estão mais propensos a iniciar o uso de tabaco e têm menos probabilidade de interrompê-lo.</p><p><strong>Genéticos e fisiológicos:</strong> Fatores genéticos contribuem para o início do uso de tabaco, para a continuidade do uso e para o desenvolvimento do transtorno por uso de tabaco, com um grau de herdabilidade equivalente ao observado em outros transtornos por uso de substância (i.e., cerca de 50%). Parte desse risco é específico para tabaco e parte é comum com a vulnerabilidade para</p><p>desenvolver qualquer transtorno por uso de substância.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-25 00:43:34 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649761732</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas à Cultura</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649764623</link>
         <description><![CDATA[<p>O tabagismo em países em desenvolvimento também é mais prevalente do que em países desenvolvidos. Ainda não é claro o grau em que essas diferenças culturais se devem à renda, à educação e a programas de controle do tabagismo em determinados países. A rapidez do</p><p>metabolismo da nicotina é significativamente diferente no caso de brancos em comparação com afro-americanos e pode variar conforme os genótipos associados às etnias.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-25 00:47:44 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649764623</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Consequências Funcionais do Transtorno por Uso de Tabaco</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649765348</link>
         <description><![CDATA[<p>Metade dos fumantes que não interrompem o uso de tabaco morre de forma precoce devido a doenças relacionadas à substância, e morbidade relacionada ao tabagismo ocorre em</p><p>mais da metade dos usuários de tabaco. A maioria das     condições médicas resulta da exposição ao monóxido de carbono, ao alcatrão e a outros componentes não nicotínicos do tabaco.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 00:49:41 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649765348</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Abstinência de Tabaco</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649767417</link>
         <description><![CDATA[<p>                                                                              <strong>292.0 </strong>(F17.203)</p><p>Critérios Diagnósticos:</p><p>A. Uso diário de tabaco durante um período mínimo de várias semanas.</p><p>B. Cessação abrupta do uso de tabaco, ou redução da quantidade de tabaco utilizada, seguida, no prazo de 24 horas, por quatro (ou mais) dos seguintes sinais ou sintomas:</p><p>1. Irritabilidade, frustração ou raiva.</p><p>2. Ansiedade.</p><p>3. Dificuldade de concentração.</p><p>4. Aumento do apetite.</p><p>5. Inquietação.</p><p>6. Humor deprimido.</p><p>7. Insônia.</p><p>C. Os sinais ou sintomas do Critério B causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por ou abstinência de outra substância.</p><p><strong>Nota para codificação: </strong>CID-9-MC é<strong> 292.0 </strong>abstinência de tabaco é<strong> F17.203.</strong></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 00:54:21 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento e Curso</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649768519</link>
         <description><![CDATA[<p>A abstinência de tabaco normalmente se inicia no prazo de 24 horas após a interrupção ou redução do uso, chega a um pico 2 a 3 dias após a abstinência e dura 2 a 3 semanas. Os sintomas da</p><p>abstinência podem ocorrer entre usuários adolescentes de tabaco, mesmo antes do uso diário.</p><p>Sintomas que duram mais de um mês são raros.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 00:56:33 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649769170</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais:</strong> Fumantes com transtornos depressivos, transtornos bipolares, transtornos de ansiedade, transtorno de déficit de atenção/hiperatividade e outros transtornos por uso de substância apresentam abstinência mais grave.</p><p><strong>Genéticos e fisiológicos:</strong> O genótipo pode influenciar a probabilidade de abstinência a partir da cessação.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 00:58:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consequências Funcionais da Abstinência de Tabaco</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649769974</link>
         <description><![CDATA[<p>A abstinência de cigarros pode causar sofrimento clinicamente significativo e prejudica a capacidade de interromper ou controlar o uso de tabaco. A possibilidade de que a abstinência de tabaco precipite um novo transtorno mental ou recorrência de um transtorno mental é discutível, mas,</p><p>caso isso ocorra, apenas uma pequena minoria de usuários de tabaco seria atingida.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 00:59:59 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtorno Relacionado ao Tabaco Não Especificado</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649770681</link>
         <description><![CDATA[<p>                                               <strong>292.9</strong> (F17.209)</p><p>Esta categoria aplica-se a apresentações em que sintomas característicos de um transtorno relacionado ao tabaco que causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento</p><p>social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo predominam, mas não satisfazem todos os critérios para qualquer transtorno relacionado ao tabaco específico nem para outro transtorno na classe diagnóstica de transtornos relacionados a substâncias e transtornos aditivos.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-25 01:02:04 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Transtornos Relacionados a Outras Substâncias (ou Substâncias Desconhecidas)</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649771102</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Critérios Diagnósticos:</strong></p><p>A. Um padrão problemático de uso de uma substância intoxicante, a qual não pode ser classificada</p><p>dentro das categorias de álcool; cafeína; Cannabis; alucinógenos (fenciclidina e outros);</p><p>inalantes; opioides; sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos; estimulantes; ou tabaco, levando a</p><p>comprometimento ou sofrimento clinicamente significativo, manifestado por pelo menos dois</p><p>dos seguintes critérios, ocorrendo durante um período de 12 meses:</p><p>1. A substância é frequentemente consumida em maiores quantidades ou por um período mais</p><p>longo do que o pretendido.</p><p>2. Existe um desejo persistente ou esforços malsucedidos no sentido de reduzir ou controlar o</p><p>uso da substância.</p><p>3. Muito tempo é gasto em atividades necessárias para a obtenção da substância, em sua utilização</p><p>ou na recuperação de seus efeitos.</p><p>4. Fissura ou um forte desejo ou necessidade de usar a substância.</p><p>5. Uso recorrente da substância resultando em fracasso em cumprir obrigações importantes no</p><p>trabalho, na escola ou em casa.</p><p>6. Uso continuado da substância apesar de problemas sociais ou interpessoais persistentes ou</p><p>recorrentes causados ou exacerbados pelos efeitos de seu uso.</p><p>7. Importantes atividades sociais, profissionais ou recreacionais são abandonadas ou reduzidas</p><p>em virtude do uso da substância.</p><p>8. Uso recorrente da substância em situações nas quais isso representa perigo para a integridade</p><p>física.</p><p>9. O uso da substância é mantido apesar da consciência de ter um problema físico ou psicológico</p><p>persistente ou recorrente que tende a ser causado ou exacerbado por ela.</p><p>10. Tolerância, definida por qualquer um dos seguintes aspectos:</p><p>a. Necessidade de quantidades progressivamente maiores da substância para atingir a intoxicação</p><p>ou o efeito desejado.</p><p>b. Efeito acentuadamente menor com o uso continuado da mesma quantidade da substância.</p><p>11. Abstinência, manifestada por qualquer um dos seguintes aspectos:</p><p>a. Síndrome de abstinência característica de outra substância (ou substância desconhecida)</p><p>(consultar os Critérios A e B do conjunto de critérios para abstinência de outra substância</p><p>[ou substância desconhecida], p. 583).</p><p>b. A substância (ou uma substância estreitamente relacionada) é consumida para aliviar ou</p><p>evitar os sintomas de abstinência.</p><p>Especificar a gravidade atual:</p><p><strong>305.90 (F19.10) Leve:</strong> Presença de 2 ou 3 sintomas.</p><p><strong>304.90 (F19.20) Moderada:</strong> Presença de 4 ou 5 sintomas.</p><p><strong>304.90 (F19.20) Grave: </strong>Presença de 6 ou mais sintomas</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 01:03:18 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características Diagnósticas</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3649777637</link>
         <description><![CDATA[<p>As substâncias sedativas, hipnóticas e ansiolíticas incluem benzodiazepínicos e fármacos semelhantes (p. ex., zolpidem e zaleplon), carbamatos (p. ex., glutetimida, meprobamato), barbitúricos (p. ex., secobarbital) e hipnóticos do tipo barbitúrico (p. ex., glutetimida, metaqualona).</p><p>Essa classe de substâncias inclui todos os tranquilizantes vendidos com prescrição e quase todos os<br>medicamentos antiansiedade vendidos com prescrição médica. Os agentes antiansiedade não benzodiazepínicos (p. ex., buspirona, gepirona) não estão inclusos nessa classe porque não parecem estar associados a mau uso significativo.</p><p><br>Como o álcool, esses agentes são depressores cerebrais e podem produzir transtornos induzidos por uso de substância/medicamento e transtornos por uso de substância similares. <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 01:17:20 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Características Diagnósticas</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650500594</link>
         <description><![CDATA[<p>O transtorno por uso de outra substância (ou substância desconhecida) é um transtorno mental no qual o uso repetido de outra substância (ou substância desconhecida) geralmente é mantido, apesar da consciência do indivíduo de que a substância lhe causa problemas graves. Esses problemas encontram-se nos critérios diagnósticos. Quando a substância é conhecida, ela deve ser indicada no nome do transtorno no momento da codificação (p. ex., transtorno por uso de óxido nitroso).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 22:25:36 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas à Cultura</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650500760</link>
         <description><![CDATA[<p>Determinadas culturas podem estar associadas a transtornos por uso de outra substância (ou substância desconhecida) envolvendo substâncias nativas específicas inseridas na área cultural, como a noz-de-areca.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-25 22:26:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Marcadores Diagnósticos</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650501141</link>
         <description><![CDATA[<p>Exames de urina, do ar expirado ou saliva podem identificar corretamente uma substância de uso comum vendida de forma enganosa como um produto novo. Contudo, exames clínicos de rotina normalmente não conseguem identificar substâncias realmente incomuns ou novas, o que</p><p>pode exigir exames em laboratórios especializados.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-25 22:27:12 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650501141</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Intoxicação por Outra Substância (ou Substância Desconhecida)</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650501798</link>
         <description><![CDATA[<p>A. Desenvolvimento de uma síndrome reversível específica atribuível à ingestão (ou exposição) recente de uma substância não listada em outra parte do Manual ou desconhecida.</p><p>B. Alterações comportamentais ou psicológicas clinicamente significativas e problemáticas que são atribuíveis ao efeito da substância sobre o sistema nervoso central (p. ex., comprometimento da coordenação motora, agitação ou retardo psicomotor, euforia, ansiedade, beligerância, instabilidade do humor, comprometimento cognitivo, julgamento prejudicado, retraimento social)</p><p>desenvolvidas durante ou logo após o uso da substância.</p><p>C. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados</p><p>por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por outra substância.</p><p>Especificar a gravidade atual:</p><p><strong>Leve:</strong> F19.129</p><p><strong>Moderada e Grave: </strong>F19.229</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-25 22:29:32 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Consequências Funcionais da Intoxicação por Outra Substância (ou Substância Desconhecida)</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650502854</link>
         <description><![CDATA[<p>Prejuízos decorrentes da intoxicação por qualquer tipo de substância têm consequências graves, incluindo disfunção no trabalho, indiscrições sociais, problemas nos relacionamentos interpessoais, fracasso em cumprir obrigações, acidentes de trânsito, brigas, comportamentos de alto risco (i.e., sexo sem proteção) e overdose de substância ou medicamento. O padrão de consequências varia conforme a substância em questão.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-25 22:33:33 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650502854</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Abstinência de Outra Substância (ou Substância Desconhecida)</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650504288</link>
         <description><![CDATA[<p>A. Cessação (ou redução) do uso intenso e prolongado de uma substância.</p><p>B. Desenvolvimento de uma síndrome específica da substância logo após a cessação (ou redução) do uso da substância.</p><p>C. A síndrome específica da substância causa sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p><p>D. Os sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo abstinência de outra substância.</p><p>E. A substância envolvida não pode ser classificada em nenhuma das outras classes de substâncias (álcool; cafeína; Cannabis; opioides; sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos; estimulantes; ou tabaco) ou é desconhecida.</p><p>Especificar a gravidade atual:</p><p><strong>Moderado ou Grave:</strong> F19.239</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-25 22:38:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas à Cultura</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650504657</link>
         <description><![CDATA[<p>Questões relacionadas à cultura no diagnóstico variam de acordo com a substância em questão.</p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-25 22:39:58 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650504657</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transtorno Relacionado a Outra Substância (ou Substância Desconhecida) Não Especificado</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650505544</link>
         <description><![CDATA[<p>                                                 <strong>292.9 </strong>(F19.99)</p><p>Esta categoria aplica-se a apresentações em que sintomas característicos de um transtorno relacionado a outra substância (ou substância desconhecida) que causam sofrimento clinicamente significativo</p><p>ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo predominam, mas não satisfazem todos os critérios para qualquer transtorno relacionado a outra substância (ou substância desconhecida) específico nem para outro transtorno na classe</p><p>diagnóstica de transtornos relacionados a substâncias.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 22:42:04 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650505544</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Transtornos Não Relacionados a Substância</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650506987</link>
         <description><![CDATA[<p>                 <strong>  Transtorno do Jogo</strong></p><p>                                                 <strong>312.31</strong> (F63.0)</p><p>Critérios Diagnósticos:</p><p>A. Comportamento de jogo problemático persistente e recorrente levando a sofrimento ou comprometimento</p><p>clinicamente significativo, conforme indicado pela apresentação de quatro (ou mais)dos seguintes em um período de 12 meses:</p><p>1. Necessidade de apostar quantias de dinheiro cada vez maiores a fim de atingir a excitação desejada.</p><p>2. Inquietude ou irritabilidade quando tenta reduzir ou interromper o hábito de jogar.</p><p>3. Fez esforços repetidos e malsucedidos no sentido de controlar, reduzir ou interromper o hábito de jogar.</p><p>4. Preocupação frequente com o jogo (p. ex., apresenta pensamentos persistentes sobre experiências de jogo passadas, avalia possibilidades ou planeja a próxima quantia a ser apostada, pensa em modos de obter dinheiro para jogar).</p><p>5. Frequentemente joga quando se sente angustiado (p. ex., sentimentos de impotência, culpa, ansiedade, depressão).</p><p>6. Após perder dinheiro no jogo, frequentemente volta outro dia para ficar quite (“recuperar o prejuízo”).</p><p>7. Mente para esconder a extensão de seu envolvimento com o jogo.</p><p>8. Prejudicou ou perdeu um relacionamento significativo, o emprego ou uma oportunidade educacional</p><p>ou profissional em razão do jogo.</p><p>9. Depende de outras pessoas para obter dinheiro a fim de saldar situações financeiras desesperadoras</p><p>causadas pelo jogo.</p><p>B. O comportamento de jogo não é mais bem explicado por um episódio maníaco.</p><p>Especificar a gravidade atual:</p><p><strong>Leve: </strong>Preenche 4 ou 5 critérios.</p><p><strong>Moderada: </strong>Preenche 6 ou 7 critérios.</p><p><strong>Grave: </strong>Preenche 8 ou 9 critérios.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 22:47:10 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650506987</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650507698</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais: </strong>O início do hábito de jogar na infância ou no início da adolescência está associado a taxas mais elevadas de transtorno do jogo. Aparentemente, o transtorno do jogo</p><p>também se agrega ao transtorno da personalidade antissocial, aos transtornos depressivo e bipolar e a outros transtornos por uso de substâncias, especialmente aos transtornos relacionados ao álcool.</p><p><strong>Genéticos e fisiológicos:</strong> O transtorno do jogo pode ter um padrão de ocorrência familiar, e esse efeito parece estar relacionado a fatores tanto ambientais quanto genéticos. Problemas com</p><p>jogo são mais frequentes em gêmeos monozigóticos do que em gêmeos dizigóticos. O transtorno</p><p>do jogo também é mais prevalente em parentes de primeiro grau de indivíduos com transtorno por uso de álcool de moderado a grave do que na população em geral.</p><p><strong>Modificadores do curso: </strong>Muitos indivíduos, incluindo adolescentes e adultos jovens, provavelmente</p><p>melhoram de seus problemas relacionados ao transtorno do jogo com o passar do tempo, embora um forte preditor de futuros problemas com jogo sejam problemas anteriores com ele.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 22:49:51 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650507698</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Questões Diagnósticas Relativas</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650508311</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>À cultura: </strong>Indivíduos de culturas e raças/etnias específicas são mais propensos a participar de determinadas</p><p>atividades de jogo do que de outras (p. ex., pai gow [dominós chineses], rinhas de galo, blackjack, corridas de cavalo). As taxas de prevalência do transtorno do jogo são mais altas entre afro-americanos do que entre americanos de descendência europeia, sendo que as taxas para</p><p>hispano-americanos são semelhantes às de americanos de origem europeia. Populações indígenas têm altas taxas de prevalência de transtorno do jogo.</p><p><strong>Ao gênero: </strong>Indivíduos do sexo masculino desenvolvem transtorno do jogo em taxas mais elevadas do que os do sexo feminino, mas essa disparidade pode estar ficando menor. Em relação às mulheres,</p><p>homens tendem a apostar em formas diferentes de jogo, sendo que jogos envolvendo cartas, esportes e corrida de cavalos são mais prevalentes no sexo masculino, e jogos como caça-níqueis e bingo são mais comuns no sexo feminino.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 22:52:14 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Diagnóstico Diferencial</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3650508945</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Jogo sem transtorno:</strong> O transtorno do jogo deve ser distinguido do jogo profissional e do jogo social. No jogo profissional, os riscos são limitados, e a disciplina é fundamental. O jogo</p><p>social ocorre geralmente com amigos ou colegas e dura um período limitado de tempo, com perdas aceitáveis. Alguns indivíduos podem apresentar problemas associados ao jogo (p. ex., comportamento breve de recuperação do prejuízo e perda de controle) que não satisfazem todos</p><p>os critérios para transtorno do jogo.</p><p><strong>Episódio maníaco:</strong> A perda de julgamento e o jogo em excesso podem ocorrer durante um episódio maníaco. Um diagnóstico adicional de transtorno do jogo deve ser dado apenas se o</p><p>comportamento de jogo não é mais bem explicado por episódios maníacos (p. ex., história de comportamento de jogo desadaptativo em momentos fora do período do episódio maníaco). Em</p><p>contrapartida, um indivíduo com o transtorno pode, durante um período de jogo, exibir comportamento que se assemelha a um episódio maníaco, mas, assim que ele se distancia do jogo, essas características maníacas desaparecem.</p><p><strong>Transtornos da personalidade: </strong>Problemas com jogo podem ocorrer em indivíduos com transtorno da personalidade antissocial e com outros transtornos da personalidade. Caso os critérios</p><p>sejam satisfeitos para os dois transtornos, ambos podem ser diagnosticados.</p><p><strong>Outras condições médicas:</strong> Alguns pacientes em uso de medicamento dopaminérgico (p. ex., para doença de Parkinson) podem sentir ânsia por jogar. Caso esses sintomas desapareçam com</p><p>a redução da dosagem ou interrupção dos medicamentos dopaminérgicos, então não se indica o diagnóstico de transtorno do jogo.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-25 22:54:55 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>ENCAMINHAMENTOS</title>
         <author>diulineuenfeldt</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3652432378</link>
         <description><![CDATA[<p><strong><em>Na Saúde:</em></strong></p><p><strong>Identificação e Triagem</strong></p><p><strong>Encaminhamento: </strong>Realizar triagem e escuta qualificada em unidades básicas de saúde (UBS), CAPS-AD (Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas) ou NASF (Núcleo de Apoio à Saúde da Família).</p><p><strong>Atendimento Multiprofissional</strong></p><p><strong>Encaminhamento:</strong> Articular atendimento com médico, psicólogo, enfermeiro, assistente social e terapeuta ocupacional.</p><p><strong>Ações de Prevenção e Redução de Danos</strong></p><p><strong>Encaminhamento:</strong> Promover palestras, campanhas e grupos de apoio com foco em redução de danos e prevenção ao uso de substâncias.</p><p><strong>Apoio Familiar e Social</strong></p><p><strong>Encaminhamento:</strong> Inserir familiares em grupos de apoio e orientação.</p><p><strong>Profissionais:</strong> enfermeiros, médicos da família, psicólogos e agentes comunitários de saúde.</p><p><br/></p><p><br/></p><p><strong><em>Na Educação:</em></strong></p><p><strong>Educação Preventiva</strong></p><p><strong>Encaminhamento:</strong> Implementar projetos de educação em saúde e prevenção ao uso de drogas nas escolas.</p><p><strong>Capacitação de Educadores</strong></p><p><strong>Encaminhamento:</strong> Formar professores e funcionários para identificar sinais de uso de substâncias e lidar com situações de risco.</p><p><strong>Apoio Psicossocial a Estudantes</strong></p><p><strong>Encaminhamento:</strong> Encaminhar alunos com suspeita de uso ou vulnerabilidade para o serviço de psicologia escolar ou rede de saúde mental.</p><p><strong>Promoção de Atividades Saudáveis</strong></p><p><strong>Encaminhamento:</strong> Estimular atividades esportivas, culturais e artísticas como alternativas de lazer e pertencimento.</p><p><strong>Profissionais: </strong>professores, coordenador pedagógico, assistente social escolar, orientador escolar e parceiros profissionais da saúde (parceiros da rede).</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-27 12:24:17 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3652432378</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Características Associadas que Apoiam o Diagnóstico
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3660800217</link>
         <description><![CDATA[<p>O transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos frequentemente está associado a outros transtornos por uso de substância (p. ex., transtornos por uso de álcool, Cannabis, opioides, estimulantes). Sedativos costumam ser usados para aliviar os efeitos indesejados dessas outras substâncias, e seu uso repetido leva à tolerância aos efeitos sedativos, e uma dose progressivamente mais alta é usada. </p><p><br></p><p>Contudo, a tolerância aos efeitos depressores do tronco cerebral<br>desenvolve-se muito mais lentamente, e, quando o indivíduo consome maiores quantidades da substância para obter euforia e outros efeitos desejados, pode haver um início repentino de depressão respiratória e hipotensão, que podem levar à morte. </p><p><br></p><p>Intoxicação intensa ou repetida por sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos pode estar associada a depressão grave, que, embora temporária, pode levar a tentativa de suicídio e suicídio consumado. <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-31 22:33:16 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3660800217</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Desenvolvimento e Curso
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3660800878</link>
         <description><![CDATA[<p>O curso habitual do transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos envolve adolescentes ou jovens adultos na faixa dos 20 anos, que intensificam seu uso eventual de agentes sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos a ponto de desenvolver problemas que satisfazem os critérios para o diagnóstico. </p><p><br></p><p>Esse padrão é particularmente provável entre indivíduos com outros transtornos por uso de substância (p. ex., álcool, opioides, estimulantes). Um padrão inicial de uso social intermitente (p. ex., em festas) pode levar ao uso diário e a níveis elevados de tolerância.</p><p><br>Quando isso ocorre, pode-se esperar um nível crescente de dificuldades interpessoais, bem como episódios cada vez mais graves de disfunção cognitiva e de abstinência fisiológica.</p><p><br>O segundo curso clínico, observado com menor frequência, começa com um indivíduo que originalmente obteve o medicamento com receita médica, em geral para o tratamento de ansiedade, insônia ou devido a queixas somáticas. </p><p><br></p><p>À medida que se desenvolve ou tolerância, ou a necessidade de doses mais elevadas do medicamento, há aumento gradual na dose e na frequência da autoadministração. <br></p>]]></description>
         <enclosure url="" />
         <pubDate>2025-10-31 22:35:24 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Fatores de Risco e Prognóstico
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3660801847</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Temperamentais:</strong></p><p>Impulsividade e busca por novidades são temperamentos individuais que estão relacionados à propensão a desenvolver um transtorno por uso de substância, mas podem, por si sós, ser determinados geneticamente.</p><p><br><strong>Ambientais</strong>:</p><p>Como sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos são fármacos, um fator de risco fundamental está relacionado à disponibilidade dessas substâncias. Por exemplo, uma redução acentuada na prescrição de barbitúricos esteve associada a um aumento na prescrição de benzodiazepínicos. Fatores relativos a pares podem estar relacionados à predisposição genética em termos de como os indivíduos selecionam seu ambiente. Outros indivíduos com risco aumentado são pessoas com transtorno por uso de álcool que podem receber constantes prescrições em resposta a queixas de ansiedade ou insônia relacionadas ao álcool.</p><p><br></p><p><strong>Genéticos e fisiológicos:</strong> </p><p>Como ocorre com outros transtornos por uso de substâncias, o risco de desenvolver transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos pode estar relacionado a fatores individuais, familiares, de pares, sociais e ambientais. Dentro dessas áreas, os fatores genéticos desempenham um papel particularmente importante tanto de forma direta quanto<br>indireta. De modo geral, ao longo do desenvolvimento, os fatores genéticos parecem contribuir mais para o início do transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos à medida que os<br>indivíduos passam pela puberdade e iniciam a vida adulta.</p><p><strong><br>Modificadores do curso:</strong></p><p>O início precoce do uso está associado a uma maior probabilidade de desenvolver transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos. <br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-31 22:38:32 UTC</pubDate>
         <guid>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3660801847</guid>
      </item>
      <item>
         <title>Consequências Funcionais do Transtorno por Uso de Sedativos, Hipnóticos ou Ansiolíticos</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3660803118</link>
         <description><![CDATA[<p>As consequências sociais e interpessoais do transtorno por uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos mimetizam as consequências do álcool em termos do potencial para comportamento desinibido. Acidentes, dificuldades interpessoais (como discussões ou brigas) e a interferência com o trabalho ou com o rendimento escolar são resultados comuns. <br></p><p>O exame físico provavelmente<br>revela evidências de uma leve diminuição na maioria dos aspectos do funcionamento do sistema nervoso autônomo, incluindo baixa frequência cardíaca, ligeira diminuição da frequência respiratória e ligeira queda na pressão arterial (com maior probabilidade de ocorrência com alterações posturais). Em doses elevadas, as substâncias sedativas, hipnóticas ou ansiolíticas podem ser letais, especialmente quando misturadas com álcool.</p><p><br></p><p>Overdoses podem estar associadas com uma deterioração nos sinais vitais, indicando uma emergência médica iminente (p. ex., parada respiratória decorrente de barbitúricos). Pode haver consequências de trauma (p. ex., hemorragia interna ou hematoma subdural) decorrentes de acidentes que ocorrem durante a intoxicação. </p><p><br></p><p><br></p>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-31 22:41:43 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>Abstinência de Sedativos, Hipnóticos ou Ansiolíticos
</title>
         <author>nicdudaflores</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3660804303</link>
         <description><![CDATA[<p><strong>Critérios Diagnósticos:</strong></p><ul><li><p>A. Cessação (ou redução) do uso prolongado de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos.</p></li><li><p>B. Dois (ou mais) dos seguintes sintomas, desenvolvidos no prazo de várias horas a alguns dias após<br>a cessação (ou redução) do uso de sedativos, hipnóticos ou ansiolíticos descrita no Critério A:</p><ul><li><p>1. Hiperatividade autonômica (p. ex., sudorese ou frequência cardíaca superior a 100 bpm).</p></li><li><p>2. Tremor nas mãos.</p></li><li><p>3. Insônia.</p></li><li><p>4. Náusea ou vômito.</p></li><li><p>5. Alucinações ou ilusões visuais, táteis ou auditivas transitórias.</p></li><li><p>6. Agitação psicomotora.</p></li><li><p>7. Ansiedade.</p></li><li><p>8. Convulsões do tipo grande mal.</p></li></ul></li><li><p>C. Os sinais ou sintomas do Critério B causam sofrimento clinicamente significativo ou prejuízo no funcionamento social, profissional ou em outras áreas importantes da vida do indivíduo.</p></li><li><p>D. Os sinais ou sintomas não são atribuíveis a outra condição médica nem são mais bem explicados por outro transtorno mental, incluindo intoxicação por ou abstinência de outra substância.<br></p></li></ul>]]></description>
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         <pubDate>2025-10-31 22:45:17 UTC</pubDate>
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      </item>
      <item>
         <title>O que fazer para lidar com estudantes/funcionários que apresentam transtornos</title>
         <author>michaeleperes</author>
         <link>https://padlet.com/ma_riliaheman/knsw9xvjvh3ds8ea/wish/3681778293</link>
         <description><![CDATA[<p>É importante que sejam levadas palestras,  formações e outros meios de comunicação (folders, panfletos, cartazes, posts nas redes da escola, etc.) para professores, estudantes, demais funcionários, se estendendo, também, às famílias e toda comunidade, acerca dos temas.</p>]]></description>
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         <pubDate>2025-11-13 20:13:41 UTC</pubDate>
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      </item>
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