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      <title>Lendas - Castanheira de Pera by Mari Rodrigues</title>
      <link>https://padlet.com/mari_rodrigues/knpgznvm0onn</link>
      <description>Lendas sobre Castanheira de Pera</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2018-06-10 22:17:30 UTC</pubDate>
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         <title>A lenda da princesa Peralta</title>
         <author>mari_rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/mari_rodrigues/knpgznvm0onn/wish/266506613</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Conta a que existia um reino poderoso cuja capital era Conimbriga El – rei Arunce aí reinava.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Entretanto, el-rei Arunce, procurando resistir a ataques inimigos, mandou a sua filha Peralta e o seu séquito para um castelo que possuí nas montanhas da Lousã.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Uma trovoada imensa obrigou-os a acoitarem-se numa gruta e ali faleceu a fiel ama de Peralta, Antígona. Sobre a sepultura colocaram uma lage dizendo: “Antígona de Peralta aqui a vida falta ”.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;A princesa fizera, entretanto, votos de mais não comer nem beber, pelo que muito foi o espanto dos acompanhantes quando, á insistência do mago Estela que lhe perguntava se queria água, lhe respondeu: “VOLO!”</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Porém, Vénus (divindade que se encontrava ofendida pelas leviandades que haviam sido praticadas pelas donzelas da corte) vigiava a caravana e decide enviar um poderoso raio que transforma os acompanhantes em montanhas, a bela Peralta numa formosa sereia, que ficou vivendo nas águas que brotavam da Serra onde ficara para Antígona, e a lápide desta, onde, da primitiva inscrição, apenas ANTIG…A DE PERA….</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Neste local, surgiu Pera e dos sítios onde Peralta “VOLO” nasceu o BOLO. De toda esta lenda maravilhosa nasceu, Castanheira de Pera.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-10 22:20:34 UTC</pubDate>
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         <title>Lenda da Moura do Souto Vale</title>
         <author>mari_rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/mari_rodrigues/knpgznvm0onn/wish/266506666</link>
         <description><![CDATA[<div>Tudo aconteceu numa noite de inverno, com muita chuva e trovoada. Alguém bateu á porta de um casebre do Souto do Vale, onde vivia uma pobre velha, que ajudava aos partos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;-Acuda, boa mulher, preciso que venha assistir a quem vai dar à luz.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Resmungando, a velha, depois dos preparativos, lá foi, guiada pelo homem que a chamada.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Depois de andarem algum tempo …</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;-É ali, naquela gruta!</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Dentro, uma bela moura, gemia. A velha persignando -se aflita, lá deu conta dos trabalhos de parto e o homem deu-lhe como paga uma saca de carvão.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; -Raios – praguejou a velha – tem uma pessoa um trabalho destes e a paga é ter que carregar com o carvão!</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;No caminho de regresso, notou que a saca estava rota e que ia perdendo carvão.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;- Ora ainda bem! É da maneira que não vou tão carregada!</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;E o carvão foi-se perdendo!</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Chegada finalmente a casa, ao poisar a saca quase vazia, a velha admirou-se ao ver que o carvão se transformada em moedas de ouro. Voltou atrás, certa que iria encontras mais ouro, mas… encontrou apenas carvão molhado. Desanimada, prosseguiu o caminho, direito à mina, mas da moura nem rastos.<br><br></div><div>Desapareceu!<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-10 22:21:44 UTC</pubDate>
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         <title>A lenda do Coentral</title>
         <author>mari_rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/mari_rodrigues/knpgznvm0onn/wish/266506712</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Há muitos anos, apareceu um dia a imagem de Nossa Senhora de Nazaré, venerada no Coentral, na serra da Lousã, num local chamado Pedra do Altar, a Vale dos Lobos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Foi então, ali encontrada, talvez por pastores, e levada para Lousã, com o desejo de a porem na igreja, para a veneração. Pouco depois de a terem instalado neste altar, os lousanenses verificaram, muito admirados, que a imagem de Nossa Senhora de Nazaré tinha desaparecido. Na procura da imagem, vieram a encontra-la no mesmo sítio onde a tinham encontrado pela primeira vez. Levaram novamente esta para a sua igreja e a imagem desaparecida voltou a surgir na Pedra do Altar. Repetiu-se várias vezes esta tentativa, até que os naturais daquela terra acabaram por desistir de conseguir a sacrossanta imagem de Nossa Senhora de Nazaré ficou definitivamente no Coentral, onde, segundo reza a tradição, a Virgem Senhora deseja permanecer.<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-10 22:22:33 UTC</pubDate>
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         <title>A lenda do Poço Corga     </title>
         <author>mari_rodrigues</author>
         <link>https://padlet.com/mari_rodrigues/knpgznvm0onn/wish/266506747</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Era uma vez uma senhora chamada Rosa, que vivia na Corga (zona onde se encontra o Poço Corga), que todos os domingos ia há missa à Senhora da Guia. Mas um dia, quando ia para lá, junto à fragas, viu que, no chão, estava uma toalha com figos estendidos, a secar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Como a senhora ia para a missa, não levou os figos, mas no regresso pegou neles e meteu-nos no bolso.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Quando chegou a casa e ia para dar aos netos, viu que já não tinha figos, mas sim moedas de ouro. Levada pela emoção, foi chamar a sua vizinha, para esta ver a sorte que lhe tinha calhado, só que, quando chegou a casa, já não tinha moedas e ouviu uma vez que lhe disse : “Tivesses aproveitado, tivesses aproveitado!”<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;E assim acabou a lenda.&nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2018-06-10 22:23:08 UTC</pubDate>
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