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      <title>Biografias e histórias do Y6C by Pedro Giovannetti Moura</title>
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      <description>Proposta de relacionar sua família e fontes históricas</description>
      <language>en-us</language>
      <pubDate>2023-03-31 08:05:11 UTC</pubDate>
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         <title>Aviso</title>
         <author>pedromoura4</author>
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         <description><![CDATA[<div>Não esqueçam da foto!</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-03-31 08:18:21 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Cristina “vó da Bia”</title>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Maria Cristina Barreiros Assalve tenho 69 anos sou casada a 44 anos com o Bento Luís.<br>Meu pai se chamava José Carlos Freitas Barreiros (já falecido) e a minha mãe se chama Alice Laginha Barreiros que está com 93 anos. Eu tenho 5 irmãos: Maria José , eu, Maria Alice, Maria Regina e José Carlos é uma família grande e qualquer reunião vira uma festança .<br>&nbsp; Minha profissão é professora, só dei aula para minhas filhas e meus netos, eu trabalhava em uma Escola Municipal Máximo de Moura Santos no Jardim São Paulo como Secretária. Para exercer esse cargo tive que fazer concurso e trabalhei vários anos até quando mudamos de Santana para Granja Viana. e também trabalhei com a bisavó de um amiguinho da Bia e da Rafa, a bisavó do Caio Armentano.<br>&nbsp; Faz tanto tempo lembro que levei várias classes para dançar tango no teatro municipal foi muito bonito o teatro maravilhoso e acabei ajudando a arrumar e a maquiar todas as alunas.<br>&nbsp; &nbsp;Minha infância foi muito boa e tranquila como éramos nós bastávamos, brincávamos juntos e tínhamos uns 2 amigos que eram vizinhos que também entravam na brincadeira carrinho de rolimã ,casinha ,fazíamos comidinha de verdade pondo vela no nosso fogãozinho de brinquedo, passa anel e muitos outros jogos ,íamos todas as férias para o Guarujá enfim a minha infância foi ótima meu avô era viúvo morava perto a nós fazíamos companhia para ele até a minha mãe chegar para ele não ficar sozinho ai assistíamos com ele televisão o programa do Costinha ,um instante maestro, luta livre que ele adora tinha um lutador que se chamava Ted boy marinho eu adorava. &nbsp;<br>&nbsp; &nbsp;O fato marcante foi quando eu dei a luz da Cristiane de parto normal e o médico me colocou no meu peito e senti o calor do corpinho dela e não sabia que era uma menininha, depois quando eu tive a Caroline e a Luciana sempre quis sentir de novo esse calor do corpinho delas.<br>&nbsp; &nbsp;Hoje é muito diferente pois a criançada só fica ligada no celular em joguinhos , TikTok, e não interagem com os adultos acabam se isolando e vivendo esse mundo digital fora tque ficam viciados no celular. Também acabam ficando com problemas,&nbsp;na minha época nós aproveitamos melhor o tempo, a natureza ,amigos e dos pais isso é um erro dos pais porque para o bebê ficar quieto logo é oferecido o celular.<br>&nbsp; Minha família do lado da minha mãe o pai dela veio de Loulé, sul de Portugal (Algarve) já a mãe dela veio da Espanha de Malhorca. O meu avô quando ele tinha 19 anos ele resolver vir para o Brasil.<br>&nbsp; Lembro que escolhi as flores e as músicas da Igreja e no dia do meu casamento cheguei antes e o motorista fez hora do lado da Igreja Nossa Senhora do Brasil e quando entrei na igreja estava cheia e eu estava muito contente e nem lembrei de olhar a decoração para ver se era essa que tinha escolhida, mas depois vi pelas fotos que estava tudo como escolhi . Foi um dia especial pois era o início da nossa família sempre desejei ter 3 filhas e 4 netos ( 3 meninas lindas e 1 menino sapequinha)<br>&nbsp; A minha primeira viagem internacional foi em 1985 eu fiz um cruzeiro para a Bahamas, Fiquei em Miami , Orlando e fui em várias montanhas russas e para Nova York e lá descobri que estava grávida da Luciana minha terceira filha.<br>&nbsp; &nbsp;Tenho 4 lindos netos 3 meninas lindas , carinhosas elas são especiais e adoro todas igualmente a Bia linda cara de boneca e Rafa linda e muito engraçada a Isa também uma morena linda e esperta e o Gabriel um garoto inteligente e muito sapeca , adora futebol , as vezes me tira do sério mas logo passa. Agradeço a Deus por ter me mandado esses netos<br>&nbsp; &nbsp;Todas as viagens são especiais e bom que sempre fomos com as minhas filhas Europa, USA, Turquia enfim a que foi a mais importante para mim foi a do ano passado onde foi para Bariloche e foi com os meus netos ( essa foi a melhor) e espero fazer muitas ainda com todos os meus netos</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 17:12:20 UTC</pubDate>
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         <title>Mariza Martines de Oliveira ( vó da Isabela)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Meu nome é Mariza Martinez de Oliveira tenho, tenho 63 anos de idade. Meus pais se chamam&nbsp; Waldomiro Martinez e minha mãe se chamava Aparecida Isolina Martis Martinez, tenho 4 irmãos, tenho descendência espanhola italiana e cafuza minha vó uma vez me contou que ela&nbsp; e o seu marido vieram ão para o Brazil mas quando o marido dela morreu foram expulsos da fazenda que trabalhavam então ela teve que criar seus 10 filhos sozinha.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando jovem trabalhei na sadia e fui secretaria sia muito sedo e chegava muito tarde, sempre trabalhei na faculdade para conseguir pagá-la então quando passei fique extremamente feliz.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Lembro daminha infância como uma infância bem feliz sempre brincava na rua com meus irmãos de brincadeiras de “meninos” pois só tive irmã quando mais velha quando criança queria ser dentista .Acho existe muita diferença entre os brinquedos de minha época para agora pois antes os brinquedos eram mais lúdicos já agora são muito tecnológicos, meus momentos mais nostálgicos eram quando ia para a casa da minha vó&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Tenho&nbsp; dois grandes talentos sei cozinhar muito bem&nbsp; e costurar também&nbsp; tirei esse meu talento de minha mãe que era muito boa em ambas as coisas&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Conheci meu marido num carnaval bem animado no dia ele não queria desgrudar de mim, ele tinha me achado muito bonita por isso não desgrudava de mim<br>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Meu nome é Mariza Martinez de Oliveira tenho, tenho 63 anos de idade. Meus pais se chamam&nbsp; Waldomiro Martinez e minha mãe se chamava Aparecida Isolina Martis Martinez, tenho 4 irmãos, tenho descendência espanhola italiana e cafuza minha vó uma vez me contou que ela&nbsp; e o seu marido vieram ão para o Brazil mas quando o marido dela morreu foram expulsos da fazenda que trabalhavam então ela teve que criar seus 10 filhos sozinha.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando jovem trabalhei na sadia e fui secretaria sia muito sedo e chegava muito tarde, sempre trabalhei na faculdade para conseguir pagá-la então quando passei fique extremamente feliz.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Lembro daminha infância como uma infância bem feliz sempre brincava na rua com meus irmãos de brincadeiras de “meninos” pois só tive irmã quando mais velha quando criança queria ser dentista .Acho existe muita diferença entre os brinquedos de minha época para agora pois antes os brinquedos eram mais lúdicos já agora são muito tecnológicos, meus momentos mais nostálgicos eram quando ia para a casa da minha vó&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; Tenho&nbsp; dois grandes talentos sei cozinhar muito bem&nbsp; e costurar também&nbsp; tirei esse meu talento de minha mãe que era muito boa em ambas as coisas&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp;Conheci meu marido num carnaval bem animado no dia ele não queria desgrudar de mim, ele tinha me achado muito bonita por isso não desgrudava de mim</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 17:28:42 UTC</pubDate>
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         <title>Maria do Carmo Brandini (Avó do Matheus)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Tenho 76 anos, e tenho a Denise, a Daniella e a Déborah, além de ter 2 irmãos, nasci em um pequena, mas turística cidade chamada Águas de São Pedro no interior de São Paulo, meus pais são Armando e Ruth Brandini, minha profissão era design de interiores. Um dos meus avôs vieram da Itália, mais especificamente, de Verona, já o meu outro veio de Portugal, e era comandante do exército, e tive um marido, Nelson Nefussi, que tem, atualmente, 83 anos, que já me separei, e foi com ele quem tive as minhas três filhas, além disso, sou solteira, e apenas, tive o Nelson Nefussi, desde os anos 60, até os anos 90 mais ou menos.<br>Já que minha infância foi longe da cidade, foi muito bom, e que eu era livre e fico muito grata de mim mesma por ter uma infância marcante.<br>Uma dessas coisas marcantes foi quando eu roubei a chave do carro do meu pai, e levei o meu primo para passear de carro, com 12 anos! E aquilo foi muito emocionante, já que eu sonhava dirigir um carro, e onde eu trabalhava, tinha muitas coisas antigas, onde trabalhei por cerca de 20 anos.<br>Meu pai era contador e a função era político, já minha mãe era professora. Meus avós são Hugo Brandini, da parte de pai, que fabricava selas e malas, já minha avó, de parte de mãe, Filomena, era dona de casa.<br>Outra coisa marcante da minha vida foi morar nos Estados Unidos, e eu adorei, e em 2018, eu fui para Suíça, na casa da minha irmã, Célia, e fui para Madrid, capital da Espanha, onde fui com um dos meus netos, o Matheus, e adorei a comida de lá, principalmente o arroz negro feito com lula, além do nascimento dos meus 3 netos, Isadora, Luiz e Matheus, cada nascimento foi muito emocionante e importante para mim.<br>Atualmente, sinto que está sendo muito diferente, já que, com as novas invenções, coisas que minha geração sonhavam em ter, hoje é realidade, além da internet e da tecnologia.<br>Uma diferença da minha geração para a atual seria que a minha geração era mais ingênua do que a atual.<br>No futuro, irei me mudar para Portugal, terra nativa de um dos meus avôs, e vai ser uma experiência muito diferente, já que faz mais de 30 anos que não moro em outro lugar além do Brasil, na minha casa em Águas de São Pedro, e não viajo a muito tempo, e irei morar em Braga, uma cidade do interior de Portugal, além de ir morar com um dos meus irmãos, a Célia, mas ela já está muito mais acostumada em viver fora, apesar de já ter vivido comigo na infância, ela foi muito cedo para a Europa, mais especificamente, para Genebra, na Suíça, e viveu lá por muitos anos, então, acho que será mais fácil para ela trocar de pais, já que está no mesmo continente, então acho que será uma ótima nova vida que terei pelos meus próximos anos de vida, estou animada para me mudar, já que apesar de ser em outro continente, a língua é a mesma, o português, então , acho que, apesar de ser em outro continente, eu falo a língua local, e espero que eu me acostume por lá.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 17:30:41 UTC</pubDate>
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         <title>Ricardo Sayegh (avô de gabriel)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Ricardo Sayegh (avô de gabriel)</div><div>74 anos de idade</div><div>Meus pais se chamam yvone e jean mas eles morrem o meu pai em 1997 e minha mãe em 2008 e tenho apenas 1 irmão, porém tenho 3 filhos: jean Ricardo, luciana, e guilherme. Nasci em São Paulo com meu irmão cresci brincando na rua jogando bola a gente até montava um mini ringue e “lutava” e essa é a maior diferença dessa geração com a de antigamente porém como nem tudo são flores eu também tinha que ir para a escola no começo eu eu era um ótimo aluno eu era até chamado para cantar o hino nacional mas depois de um tempo fiquei péssimo na escola. Alguns anos depois fundei minha empresa (pita bread) uma das maiores inspiração para que eu fundei minha empresa foi quando eu estava na vila Mariana e avistei um cara fazendo pão sírio na mão e fui pesquisar se tinha alguma máquina para facilitar, eu achei e fundei minha empresa depois de eu ter juntado um bom dinheiro eu consegui viajar para o exterior pela a primeira vez e foi a 50 anos atrás&nbsp; para a Alemanha e para o Líbano que foi da onde veio minha descendência.Eu lembro de uma vez na minha vida que eu fui para a África para comprar diamantes para vender.eu queria comprar na África para vender por mais caro na Bélgica porém era mais difícil porque não tinha muitos meios de transporte e em uma dessas fui preso no Brasil fiquei um dia na delegacia preso. Um dos momentos mais felizes foi quando meus pais morreram e um dos mais triste foi quando meus pais morreram.Atualmente eu estou bem porem minha esposa e vó de 6 netos teve AVC e ficou com algumas sequelas como ela não conseguir mais falar e andar porém aprendi uma lição que a gente não ama o outro pela as coisas que ela vez e sim quem é ela na nossa família, mas também as vezes dificulta porque todas as vezes que ela senti alguma dor ela não consegue falar aonde que ela está sentindo aquilo ai eu como marido dela fico desesperado e não sei o que fazer então a gente leva ela no hospital para ver o que estava acontecendo mas de resto é tudo ótimo.😀&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 17:40:17 UTC</pubDate>
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         <title>Tiago Francisco Schenk ( pai da Mariah Lopes Schenk)</title>
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         <description><![CDATA[<div>&nbsp; &nbsp; Meu nome é Tiago Francisco Schenk, meus bisavós por parte de pai vieram da Alemanha, não sei muitas histórias, só sei que fugiram da guerra, por isso meu nome tem Schenk. Meus pais são Ana e Emílio, e meus irmãos são Leonardo e Ana Carolina.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Minha infância foi livre, como a maioria da infância das crianças nos anos 80, tenho muitas lembranças marcantes mas uma que me marcou foi quando eu tinha onze anos quando entrei no estádio beira rio para ver meu time do coração jogar.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Acho que hoje em dia as crianças tem muito acesso a tecnologia, oque tirou muito a liberdade delas, mas, ao mesmo tempo, foi um grande avanço dessa geração, outro fato é que as crianças dessa geração têm mais consciência em relação a sustentabilidade, aquecimento global, e coisas importantes como essas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Lembro que com sete anos ganhei um presente exótico, uma coelha, e chamamos ela de chispita e também, tive codornas, periquitos, canários e peixes de aquário.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Hoje em dia sou empresário e trabalho no ramo de audiovisual, mas isso começou em um curso que conheci um amigo, fiz alguns trabalhos em São Paulo que nos trouxeram uma demanda maior, e o fruto disso foi o começo da minha empresa.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Lembro que um fato marcante do meu trabalho foi quando entrei no meu primeiro emprego, eu estudava contabilidade, em Porto Alegre, e consegui uma vaga de emprego em uma emissora de TV.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu conheci minha esposa no chat terra, sim, foi um primeiro encontro virtual.&nbsp; &nbsp; Lembro que o lugar mais exótico que já visitei, foram as Ilhas Maldivas, junto com minha esposa.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;E por último, o fato mais marcante de minha vida, foi quando eu descobri que seria pai pela primeira vez, hoje em dia eu tenho 3 filhos, e, esse conjunto de fatos foram as coisas mais importantes da minha vida.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 17:41:34 UTC</pubDate>
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         <title>Maria Gorette ( avó do Mário )</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Maria Gorette tenho 70 anos , tenho seis irmãos, os meus pais são João e Imilce. Tenho decência Italiana pois meus bisavós eram italianos e vieram para o Brasil se refugiaram, eles ficará em uma cidade no interior do Ceará e lá constituíram família.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;Minha infância foi muito feliz, a cidade que eu nasci era no interior então eu tinha bastante liberdade para brincar, sem preocupação, aos finais de semana eu ia para a fazenda, e aos domingos eu ia para a missa, na fazenda nós brincávamos muito, andávamos a cavalo, tomávamos banho na lagoa, subíamos nas árvores para colher frutas, chupávamos cana e comia alfinin no engenho de rapadura.Na minha primeira escola, era uma escola pública que minha mãe era diretora, na minha segunda escola era uma escola paroquial, ela era administrada pelo vigário da cidade. Para fazer a minha faculdade, eu me mudei para Fortaleza a capital, lá eu conclui o curso de administração de empresas na Universidade de Fortaleza (UNI FOR) E por causa disso, virei Administradora de empresas.</div><div>&nbsp; &nbsp;Na escola a minha matéria favorita era Português, eu amava ler e era muito boa em redação, eu nunca fiz nenhum esporte nem aula extra, então meu esporte favorito era andar de bicicleta.</div><div>&nbsp; &nbsp;No meu trabalho, uma coisa marcante foi quando o prefeito mudou e aconteceu muitas mudanças, entra elas, demigods de trabalhadores e isso gerou muita angústia. Outra coisa marcante na minha vida foi quando meu marido morreu, foi um acidente de carro no dia 25 de dezembro, isso marcou muito a minha vida e de toda a família.</div><div>&nbsp; &nbsp;Na minha época, era muito diferente da época atual, na minha época não tinha computador, televisão nem celular então nós estudávamos pelos livros, na minha época as notícias não chegavam com a rapidez de hoje em dia, na minha época era mais calmo, a vida era mais tranquila, os pais tinham mais tempo para ficar com os filhos, e os filhos tinham mais respeito com os pais e idosos.</div><div>&nbsp; &nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 17:42:09 UTC</pubDate>
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         <title>Cleusa Roque Altavista( avó de Gabriella)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div><br></div><div><br><br><br></div><div>Eu tenho 75 anos&nbsp; e me chamo Cleusa Roque Altavista. os meus pais são Júlio Roque e Augusta Antunes Roque. tenho 3 irmãos a mais velha é a Jasi o do meio é o Augusto e o mais novo Júlio, A idade deles é parecida com a minha, a Jasi teria 82 anos mas infelizmente está no céu, Augusto tem 76 e Júlio tem 73 anos.</div><div>&nbsp; &nbsp;A minha família vem de Portugal, ou seja, tenho descendência portuguesa. Não me lembro de muita coisa sobre minha família, eu era pequena quando os meus avós morreram. &nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;O meu signo é de Capricórnio e nasci em 02/01.</div><div>&nbsp; &nbsp;Na minha infância eu adorava ficar saindo para brincar com meus amigos do bairro e eu era muito pobre e não tinha muita condição de dentista ou médico.</div><div>&nbsp; Quando pequena eu queria ser cabeleireira, porque eu amava cuidar do cabelo das minhas bonecas.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp;Eu quando criança nunca gostei de ninguém mas já gostaram de mim um vizinho meu chamado Norbeto ele sempre queria me namora mas pra mim ele era só um amigo.</div><div>&nbsp; &nbsp;Um fato muito marcante da minha vida é que eu parei a escola no 5 ano ou seja não fui pro sexto.</div><div>&nbsp; &nbsp;Eu nunca sofri um preconceito graças a Deus! Também nunca vi alguém sofrendo um.</div><div>&nbsp; &nbsp; Uma história que me lembro dos meus irmãos e que o meu irmão Augusto foi servir a marinha e eu achava super lindo o uniforme, era todo branco e com detalhes em ouro, ele foi servir lá em outra cidade então quando ele voltou foi aquela alegria de ver meu irmão de volta.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; Eu era cabeleireira mas parei quando tive minha primeira filha e meu marido Rafael Altavista que ficou trabalhando, ele é fotógrafo e desenhista. Um fato muito interessante sobre meu trabalho e que as vezes vinha moças israelitas com religião judaica elas tinham que esconder o cabelo e quando saía ou aparecia eu que arrumava.</div><div>&nbsp; &nbsp; Eu tenho 4 filhos Patrícia Rafael Luciana e Daniela.</div><div>&nbsp; &nbsp;Uma diferença que noto sobre as gerações e que na minha geração nos crianças saiamos na rua para brincar e hoje todos ficam no eletrônico.</div><div>&nbsp;</div><div><br><br><br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 17:48:26 UTC</pubDate>
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         <title>Sandra Simão de Oliveira ( avó do GABRIEL S )</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Sandra Simão de Oliveira&nbsp; e tenho 60 anos.&nbsp;</div><div><br></div><div>Filha de Firmino Simão de Oliveira e de Deaci dos Santos .</div><div><br></div><div>irmão José Carlos Simão de Oliveira e tenho três filhos Janaina Campos de Carvalho , Irapuan Campos de Carvalho e Juliana &nbsp; Oliveira Coelho.&nbsp;</div><div><br></div><div>Eu nasci numa pequena cidade de SÃO PAULO e vivia brincando por lá.Atualmente eu sou aposentada mas a minha profissão era gerente de banco ( eu trabalhava no banco ITAÚ e eu trabalhei lá por 35 anos).</div><div><br></div><div>Minha infância foi muito pobre em um bairro da periferia, sem asfalto sem água incanada ,mas muito feliz,pois brincava na rua, roubava frutas na casa dos vizinhos, no mato. Eu gostava muito de jogar queimada e também se reunir com os amigos para jogar beijo,abraço e aperto de mão. Eu me lembro de uma história do meu trabalho, O PLANO COLLOR … foi um pacote económico que tinha o objetivo de controlar uma hiper inflação de 1972% ao ano em 1989 . Houve confisco de valores aplicados e o rico ficou com apenas 50,000 cruzados novos.</div><div><br></div><div>Um fato marcante que aconteceu na minha vida foi quando eu fui à praia e meus pais foram esquentar&nbsp; a comida com álcool e o fogo estava aceso&nbsp; e entrou na garrafa de álcool e meu pai jogou para cima e&nbsp; caiu em mim e explodiu e queimou partes do meu corpo . A minha geração é muito diferente, na minha época as crianças eram mais livres e podiam brincar na rua mas na geração de hoje em dia as crianças ficam o dia dentro de casa .</div><div><br></div><div>Minha família vem de Minas Gerais numa pequena cidade&nbsp; chamada taiobeira&nbsp; . Minha decência tem umas misturas de povos africanos portugueses e índios. Quando era pequena ia visitar meus avós. Na cidade deles tive muitas lembranças das várias comidas que comi por la , eu ia na feira de sábado para comer galinha e porco.</div><div><br></div><div>Na minha opinião não existe filho preferido.Eu amo todos igualmente com a diferença de que temos afinidade maior com um ou com outro.EU tenho três filhos mas&nbsp; dois moram no Brasil e a outra a Juliana foi trabalhar na Holanda ( Países Baixos). OS meus filhos já fizeram muitas besteiras mas as principais eram cabular aula e colar nas provas. E na escola a minha matéria preferida era Português.&nbsp;<br><br><br>Essa só são algumas história da minha querida avó.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-12 20:56:33 UTC</pubDate>
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         <title>Ricardo Sayegh (avô de Gabriel S)</title>
         <author>gabrielsayegh</author>
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         <description><![CDATA[<div>Ricardo Sayegh (avô de gabriel)</div><div>74 anos de idade</div><div>Meus pais se chamam Yvone e Jean mas eles morrem o meu pai em 1997 e minha mãe em 2008 e tenho apenas 1 irmão, porém tenho 3 filhos: Jean Ricardo, Luciana e Guilherme. Nasci em São Paulo, com meu irmão cresci brincando na rua, jogando bola a gente até montava um mini ringue e “lutava” e essa é a maior diferença dessa geração com a de antigamente para mim. Porém como nem tudo são flores, eu também tinha que ir para a escola. No começo eu era um ótimo aluno, eu era até chamado para cantar o hino nacional mas depois de um tempo fiquei péssimo na escola. Alguns anos depois fundei minha empresa Pita Bread. Essa foi a maior inspiração para que eu fundei minha empresa, foi quando eu estava na Vila Mariana e avistei um cara fazendo pão sírio na mão e fui pesquisar se tinha alguma máquina para facilitar. Eu achei e fundei minha empresa. Depois de eu ter juntado um bom dinheiro eu consegui viajar para o exterior pela a primeira vez e foi há 50 anos atrás&nbsp; para a Alemanha e para o Líbano que foi de onde veio minha descendência. Eu lembro de uma vez na minha vida que eu fui para a África para comprar diamantes para vender.eu queria comprar na África para vender por mais caro na Bélgica porém era mais difícil porque não tinha muitos meios de transporte e em uma dessas fui preso no Brasil. Fiquei um dia na delegacia preso. Um dos momentos mais felizes foi quando meus filhos nasceram e um dos mais triste foi quando meus pais morreram. Atualmente eu estou bem porem minha esposa e avó de 6 netos teve AVC e ficou com algumas sequelas. Como ela não consegue mais falar e andar. Porém aprendi uma lição que a gente não ama o outro pela as coisas que ela fez e sim quem é ela na nossa família, mas também às vezes dificulta porque todas as vezes que ela sente alguma dor ela não consegue falar aonde que ela está sentindo aquilo, ai eu com marido dela fico desesperado e não sei o que fazer, então a gente leva ela no hospital para ver o que estava acontecendo mas de resto é tudo ótimo.😀&nbsp;</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-14 23:05:19 UTC</pubDate>
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         <title>Lenice do Amaral Leite (avó do Eduardo)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Lenice do Amaral Leite, eu tenho 85 anos de idade, nasci em uma cidade no interior de São Paulo chamada Araraquara, na qual vivo até hoje, eu sou a caçula de outros quatro irmãos(Cláudio do Amaral, Hermínia do Amaral, José Adalberto e Milton). Minha família, por parte de mãe são Italianos, mas por parte de pai, eu acho que uma parte era indígena mas minha bisavó era alemã.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A minha infância foi diferente, eu só tinha uma boneca feita de celulose, ou seja, não poderia ficar perto de fogo, e meu irmão a para saber se era mesmo verdade, a colocou perto do fogo, e foi assim que eu a perdi, e eu tinha muita coisa para fazer, e quase não saía para brincar com minhas amigas.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A minha escola era muito perto da minha escola, e no intervalo eu brincava de queimada, vôlei, conversava com minhas amigas ou estava em período de prova, mas era só uma revisão.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Meu pai era galista, ou seja, ele gostava de galo de briga, no caso, galos indianos. Eles viviam no maior conforto dentro da minha casa,ele viajava para as competições, ele era um galista famoso, ganhava muito dinheiro com isso, ele tinha uma rinha(onde os galos brigavam), era muito espaçoso com um formato hexagonal, com areia especial, estufado com alguma coisa para eles não se machucarem, isso para mim era uma parte triste da minha família, isso foi até a época de Jânio Quadros, que proibiu as brigas, e meu pai foi obrigado a parar com essas brigas, mas não sei o que aconteceu com os galos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Quando eu tinha uns 14 anos, eu fiz minha primeira para o Rio de Janeiro, do natal ao réveillon fiz sem meus pais, a viagem foi com meus tios, vi os fogos, foi uma grande festa, mas nós terminamos a festa em casa.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Fui professora de português, latim e francês, mas foi sendo professora português que eu tenho as melhores lembranças, fui eleita a professora do ano 16 vezes, uma vez, construíram uma biblioteca, os alunos eram os responsáveis, tinham alunos do turno da noite vinham de manhã para atender os alunos da manhã, nessa biblioteca, nós recebemos cinco escritores na biblioteca, os alunos escreviam cartas convidando-os, quando chegavam, eles conversavam e assinavam livros que os alunos criavam para mostrar aos escritores. Eu virei professora porque eu adorava ensinar, eu tinha esse prazer, mas uma coisa que eu fazia eu ficar chateada, era que tinham alunos que queriam estudar. Meu pai, tinha dificuldade em pagar a escola, já que eram quatro filhos, e ele insistia que nós deveríamos estudar em escolas particulares, por isso eu dava aula particular desde os meus 14 anos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Foi na faculdade que eu conheci o meu atual marido, Luíz Leite, no qual tenho dois filhos, o mais novo, Marcelo Leite(pai do Eduardo)e o mais velho Fernando Leite(padrinho do Eduardo).</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Atualmente eu sinto que a cidade onde vivo cresceu com fábricas, que eu saiba, Heineken e Lupo. Uma coisa que eu reparo hoje é que a minha época era bem diferente, hoje as pessoas são mais livres, e mais conscientes, na minha época tinha uma diferença entre os homens e mulheres, só podia estudar e trabalhar</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;&nbsp;</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 00:39:28 UTC</pubDate>
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         <title>Saula Maria Morais Miguel de Arantes ( Avó Gabriel Dutra)</title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>       Meu nome é Saula Maria Morais Miguel de Arantes, tenho 59 anos, meus pais são Walter Miguel e minha mãe Aparecida Alda Morais Miguel, meu pai tem 86 anos e minha mãe é falecida. Tenho um irmão chamado Walter Miguel Júnior, mais novo do que eu três anos.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Eu nasci no dia 22 de Junho de 1963, numa noite muito fria na pequena cidade de Altinópolis, interior do estado de São Paulo. Um fato interessante é que naquela época não tínhamos hospital na cidade e os nascimentos ocorriam nas casas, e foi assim que nasci, a parteira da cidade, dona Maria Alta Brondi foi na minha casa, e fez o parto de minha mãe.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; A minha infância foi muito feliz! O meu lugar preferido era a casa da minha avó paterna. Ela se chamava Maria, ela era uma pessoa especial, incrível, muito inteligente e sempre pronta para me ajudar e fazer todas as minhas vontades. Muito me ensinou. Brincávamos, jogávamos muito e nos divertimos bastante. Ela me ajudava nas minhas lições de casa e estudava comigo para as provas. Eu era ótima aluna e muito estudiosa. Pensando sempre no que minha avó fazia, hoje procuro fazer com o meu neto Gabriel e com minhas netinhas Mariah e Luísa um pouquinho do que aprendi com ela.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; Os anos se passaram e eu fui para a faculdade, como na minha cidade não tinha faculdade, tínhamos que viajar para as cidades vizinhas. Fiz o curso de licenciatura plena em Matemática na cidade de Franca, na UNIFRAN. Depois cursei Pedagogia na Universidade Claretiana em Batatais.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; E tudo começou quando conheci meu marido Carlos César de Arantes. Nos casamos no dia 5 de janeiro de 1985. E dois anos depois, no dia 15 de Janeiro de 1987 nasceu nosso primeiro filho, Filipe. E dois anos depois nasceu nosso segundo filho, Fernando. Nossos filhos cresceram e se casaram. Filipe se casou com Jaqueline e tiveram dois filhos, Gabriel e Mariah. Já Fernando se casou com Gabriela, e eles tiveram uma filhinha chamada Luísa e está chegando a Laura em agosto. E essa é a formação de nossa linda família.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-17 20:17:08 UTC</pubDate>
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         <title></title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>Meu nome é Mário Moreira tenho 83 anos e sou casado com uma incrível mulher Sylvia a 53 anos, nasci em Itapeva na estado de São Paulo no dia 1 de maio de 1939 uma curiosidade é que 2 meses começou a segunda guerra mundial.</div><div>Meus pais se chamavam Aparício&nbsp; e Angelina Moreira e tenho 7 irmãos : Darcy, benetito, Léo Vergílio, Roque, Maria, Tarsila e Elisina.</div><div><br></div><div>Eu foi professor nas escolas Burgo paulista,Cangaiba, professora Anita guastina, escola agrupada do jardim e Rogru, todas em São Paulo. Eu&nbsp; ensinava do primeiro a quarto ano, trabalhei como diretor na seguintes escolas: escola do córrego rico, Afonso dodaro, Anselmo Bellodi, em Jaboticabal Coronel Vaz Dr Joaquim Batista onde me aposentei no dia 4 de março de 1998</div><div><br></div><div>quando eu&nbsp; trabalhava na escola Coronel Vaz um aluno do 6 ano subiu&nbsp; no telha sem autorização para pegar a bola de vôlei e quando voltava correndo a telha quebrou e ele caio em cima de carteiras escolares velhas, se machucou bastante e teve sorte de não morrer porque se caísse no chão tinha se esborrachado no chão porque era cimento</div><div><br></div><div>&nbsp; Eu&nbsp; sai nos domingos para jogar bola com meu irmão até a bela vista nos pegavam um caminhão e jogavam no Santo Amaro. Nós jogavam num time chamado Santos, uns moleque começou a fazer bullying com uma mulher que não gostou e chamou a polícia que a gente foi preso</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-18 21:20:36 UTC</pubDate>
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         <title>MARILIA MARTINS COELHO (Avó da Clara)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pedromoura4/kn8hd8hy8urt6v0t/wish/2560423282</link>
         <description><![CDATA[<div>Olá, meu nome é Marilia Martins Coelho, e atualmente eu tenho 80.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu cresci em Rio Claro, interior de São Paulo, em uma família grande. Só de irmãos eu tinha nove sendo cinco deles adotados: Vagner, Vanila, José, Tadeu e Marcelo , e os outros quatro eram biológicos: Marcelo, Geraldo, Marilene e João.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Minha infância foi bem tranquila para uma família pobre. E uma coisa que me marcou muito foi os funerais de crianças com coqueluche.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Mais para frente quando era uma jovem adulta, e estava no final da faculdade de letras, me chamaram para ser estagiária de português em Rio Claro, e como era uma oportunidade de ganhar mais dinheiro para a minha família, eu fui. Eu passei um ano lá. Mais o que despertou uma vontade ainda maior de me tornar professora, foi quando aconteceu um incêndio na escola e a professora dos alunos se queimou para salvá-los.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando me formei, e comecei a trabalhar percebi que morar no interior era realmente muito ruim, pois além de eu não gostar da cidade, eu sempre trabalhei fora, por conta da discriminação profissional, resumindo eu não podia trabalhar na minha terra natal.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Eu também fiz parte de dois projetos muito importantes, sendo eles: o projeto Rondon foi um importante projeto do governo que incentivava as experiências que permitia vivenciar outras oportunidades. E o projeto Aliança para o progresso programa entre Brasil e eua esse tirava deslocamento de profissionais para outra parte do Brasil ( foi para ICOMI território do Amapá) há 3 anos<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; E três coisas que me marcaram foram: durante a ditadura de 64 fui presa por participar da liderança estudantil de Belo Horizonte.&nbsp; em Belém do Pará fui atacada pelos índios pois queríamos fotografá-los. E eu e mais duas amigas ficamos à deriva no rio Amazonas em um barco em marabá e o prefeito disse que não poderíamos desembarcar pois estávamos de shorts em 66<br><br></div><div><br></div><div>&nbsp;&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br>Olá, meu nome é Marilia Martins Coelho, e atualmente eu tenho 80.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Eu cresci em Rio Claro, interior de São Paulo, em uma família grande. Só de irmãos eu tinha nove sendo cinco deles adotados: Vagner, Vanila, José, Tadeu e Marcelo , e os outros quatro eram biológicos: Marcelo, Geraldo, Marilene e João.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Minha infância foi bem tranquila para uma família pobre. E uma coisa que me marcou muito foi os funerais de crianças com coqueluche.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Mais para frente quando era uma jovem adulta, e estava no final da faculdade de letras, me chamaram para ser estagiária de português em Rio Claro, e como era uma oportunidade de ganhar mais dinheiro para a minha família, eu fui. Eu passei um ano lá. Mais o que despertou uma vontade ainda maior de me tornar professora, foi quando aconteceu um incêndio na escola e a professora dos alunos se queimou para salvá-los.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;Quando me formei, e comecei a trabalhar percebi que morar no interior era realmente muito ruim, pois além de eu não gostar da cidade, eu sempre trabalhei fora, por conta da discriminação profissional, resumindo eu não podia trabalhar na minha terra natal.<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; Eu também fiz parte de dois projetos muito importantes, sendo eles: o projeto Rondon foi um importante projeto do governo que incentivava as experiências que permitia vivenciar outras oportunidades. E o projeto Aliança para o progresso programa entre Brasil e eua esse tirava deslocamento de profissionais para outra parte do Brasil ( foi para ICOMI território do Amapá) há 3 anos<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; E três coisas que me marcaram foram: durante a ditadura de 64 fui presa por participar da liderança estudantil de Belo Horizonte.&nbsp; em Belém do Pará fui atacada pelos índios pois queríamos fotografá-los. E eu e mais duas amigas ficamos à deriva no rio Amazonas em um barco em marabá e o prefeito disse que não poderíamos desembarcar pois estávamos de shorts em 66<br><br></div><div><br></div><div>&nbsp;&nbsp;<br><br></div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp;<br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-19 16:15:31 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title></title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pedromoura4/kn8hd8hy8urt6v0t/wish/2560836156</link>
         <description><![CDATA[<div>Entrevista história&nbsp;</div><div><br><br></div><div>GUSTAVO ZIMMERMANN (avô de Ana Teresa)&nbsp;</div><div>E tenho 73 anos&nbsp;</div><div>Eu nasci em 1950 e cresci até meus 8 ano em Piracicaba junto com meus pais Zoé Zimmermann e Cláudio Zimmermann, e com meus irmãos Frederico o mais velho , a Jane a do meio, e o Guilherme mas tinha também a Claudia que infelizmente morreu no parto. Contando mais da minha infância eu adorava roubar banas do caminhão juntos com meus amigos, nós roubávamos por diversão, a gente conseguia roubar porque o caminhão era muito devagar por que na nossa cidade não podia andar muito rápido por conta das crianças !. Nós também caçávamos passarinho com o mesmo grupo. O tempo passou e estava na hora de trabalhar, eu prestei vestibular para engenharia eu passei no segundo turnos, mas eu tive dois professores muito chatos e isso vez eu criar um trauma de engenharia, e então prestei&nbsp; vestibular para economia , passei no primeiro turno, e eu tive muita sorte porque consegui dar umas aulas para viajar com meus amigos que foram também para economia, consegui um bom dinheiro e fui para salvador!.passou um tempo e eu fui preso porque eu lutei contra a ditaduras , passou 2 messes q eu saí da cadeia. Mas voltando mais sobre o assunto da minha infância hoje está tudo mais mudado&nbsp; na minha época eu podia andar na rua brincar lá ir para o lado pro outro mas hoje em dia não podem fazer mais nada.</div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-20 00:17:02 UTC</pubDate>
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         <title>Lenita Bozzano </title>
         <author></author>
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         <description><![CDATA[<div>(Avó do Pedro Henrique )<br><br>O meu nome é Lenita Bozzano tenho 70 anos de idade<br><br>Meu pai se chamava elho e minha mãe se chamava&nbsp; Orlandina e mais cinco irmãos&nbsp;<br><br>Meu Nacimelto&nbsp; em brusque em Santa Catarina e meus e meus pais eram contra a ditadura&nbsp; italiana e meu pai já chegou a ser preso duas vezes e viu seu melhor amigo ser morto e exposto em prasa publica na Cecilia uma região da Itália meus pais juntarão um dinheirinho para conseguir fugir da quele pais&nbsp;<br><br>minha mãe que me ensinou a falar italiano fluentemente&nbsp;<br><br>Eu e minha amigas também com país italianos brincavam de pega pega e de presidente na rua era uma rua sem saída e não passava carro&nbsp;<br><br>Meu pai virou militar da marinha até 1969 e usava trajes bonitos&nbsp;<br><br>Por o meu pai ser da marinha tivemos que mudar para Florianópolis e ficamos e eu fiquei la ate 1975 quando eu fiz 22 anos &nbsp;<br><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-20 12:21:18 UTC</pubDate>
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      </item>
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         <title>Paulo(pai de Teodoro)</title>
         <author></author>
         <link>https://padlet.com/pedromoura4/kn8hd8hy8urt6v0t/wish/2569067933</link>
         <description><![CDATA[<div>&nbsp;Eu nasci no jaçanã meu pai é caminhoneiro e minha mãe era diarista na época mas logo depois nasceu minha irmã renata e meu irmão felipe e nós se mudamos para guarulhos</div><div>e aí ,já tinha 11 anos, e aí ensinei minha irmã a andar e os anos se passaram e já ! tinha</div><div>14 anos e já tinha carteira assinada e estava trabalhando e ajudando em casa.</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; &nbsp; e mais anos se passaram e já era maior de idade e me mudei para londres e fiquei&nbsp;</div><div>la por mais de 11 anos ,e voltei ,e conheci minha mulher ,e me casei e aí num dia bem</div><div>bom comecei a pensar no meu tempo em londres e lembrei de uma historia otima e&nbsp;</div><div>comecei a contar para mim mesmo, num dia normal de trabalho numa&nbsp; cafeteria e um&nbsp;</div><div>homem estava falando que ia viajar para o'brasil para ver um jogo do santos e aí comecei&nbsp;</div><div>a dar dicas para ir para lá e quando eles voltaram eles me convidaram para assistir um</div><div>jogo do toth ram.&nbsp;</div><div>&nbsp; &nbsp; &nbsp; os meus trabalhos já passei por muitos trabalhos mas o meu preferido é ter sido um</div><div>dono de um bar , logo depois tive meu filho e fim , e a vida continua.</div><div><br><br></div>]]></description>
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         <pubDate>2023-04-26 16:29:39 UTC</pubDate>
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